terça-feira, agosto 05, 2025

Lula impõe limites a Trump: comércio sim, anistia a Bolsonaro não


Como os militares rejeitaram o golpe, Bolsonaro teve de recorrer aos EUA


Jair Bolsonaro com os filhos Flávio, Eduardo e Carlos

Os Bolsonaro – uma família unida pelo golpe militar

Eliane Cantanhêde
Estadão

O ex-presidente Jair Bolsonaro e seus filhos não desistem de dar um golpe no Brasil. Como as Forças Armadas não embarcaram na aventura em 2023, eles recorreram a Donald Trump, que é presidente dos Estados Unidos e se acha imperador do mundo, para terminar o serviço. “Cuidado com o andor, porque o santo é de barro”, segundo o ditado. Pois o andor “Deus, Pátria e Família” ruiu e foram todos parar na lama da história.

Eduardo Bolsonaro dizia, sem ruborizar, que “bastava um cabo e um soldado para fechar o Supremo”. Seu pai assumiu a Presidência e escalou, não cabos e soldados, mas sim generais, almirantes e brigadeiros, para lacrar as instituições e a democracia brasileira. As cúpulas militares não caíram na esparrela e, agora, a família põe uma potência estrangeira acima das Forças Armadas. Haja patriotismo!

APOLOGIA DA DITADURA – Fora do Exército, o capitão passou a vida fazendo apologia da ditadura e de mortes de adversários e, como presidente, usou “CPFs” das três forças para o golpe e uma tropa de arruaceiros para acampar nos quartéis e vandalizar os três Poderes. Em vão. E lá se foram os Bolsonaro provocar Trump a jogar seus mísseis contra a soberania, a democracia, indústrias e empregos do Brasil.

A sucessão de absurdos é estarrecedora. Como o presidente de um país… manda uma carta pública ao presidente de outro país exigindo que interrompa “imediatamente” o processo contra um réu por tentativa de golpe? E a soberania? A independência entre Poderes?

…E recorre a uma falsa “emergência” para aplicar uma lei feita para terroristas, organizações criminosas e corruptos contra um ministro do STF?

SEM JUSTIFICATIVA – …E como esse mesmo presidente justifica o uso dessa lei com mentiras e ataques à democracia brasileira? A Human Rights Watch e a Transparência Internacional defenderam o Brasil, onde há democracia e o direito à manifestação é livre – desde que não para apologia de crimes e golpes.

…E depois se mete em questões internas, enquanto atenta contra as leis dos EUA, confronta o Judiciário, nega cidadania a nascidos no país, persegue universidades e estudantes contrários ao genocídio em Gaza, tortura estrangeiros? Quem é Trump para falar de democracia?

…E usa um decreto sem pé nem cabeça para impor o tarifaço ao Brasil, sem argumentos comerciais e citando Bolsonaro e Paulo Figueiredo, neto do último general da ditadura e denunciado na tentativa de golpe?

O mais assustador, porém, é um ex-presidente, um deputado desertor e um imigrante brasileiro estarem por trás desse ataque dos EUA ao Brasil e aos brasileiros. Nada é mais abjeto e detestável do que trair a Pátria. Talvez, só a tortura, que Bolsonaro tanto defende.

‘Sonho’ de Bolsonaro já virara pesadelo, e a prisão dele era questão de tempo

Publicado em 5 de agosto de 2025 por Tribuna da Internet

A charge do Izânio fala | Portal AZ

Charge do Izânio (Portal AZ)

Camila Rocha
Folha

Em abril de 2015, Jair Bolsonaro se desfiliou do Partido Progressista (PP) com o “sonho” de se candidatar à Presidência. Dez anos depois, o movimento político que o levou ao poder vive sua pior crise.

A crise possui três frentes. A primeira é institucional. Além de estar inelegível, Bolsonaro aguarda o resultado do julgamento por tentativa de golpe com uma tornozeleira eletrônica. Sua prisão, portanto, era questão de tempo.

ZAMBELLI JÁ ERA – Carla Zambelli, uma de suas apoiadoras mais fiéis, foi abandonada à própria sorte. Presa pela Justiça italiana, aguarda a decisão sobre sua extradição para o Brasil. Caso regresse, deve enfrentar uma pena de dez anos por crimes relacionados à invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça. E faltam outros processos em andamento.

Eduardo Bolsonaro, ao tentar salvar o pai, apenas agravou a situação. Caso retorne ao Brasil, deve ser condenado por crimes como obstrução de investigação de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito, entre outros.

Nikolas Ferreira enfrenta um processo judicial que pode torná-lo inelegível. De acordo com denúncia do Ministério Público, o deputado encabeçou, ao lado de Bruno Engler (PL), uma campanha coordenada de desinformação contra o então prefeito e candidato à reeleição em Belo Horizonte, Fuad Jorge Noman Filho, que faleceu pouco tempo depois das eleições.

MAIS UM – Ricardo Salles, um dos cinco deputados federais mais votados em 2022, ao lado de Nikolas, Zambelli e Eduardo Bolsonaro, abandonou o PL e foi para o Partido Novo. No entanto, o processo por contrabando de madeira, no qual é réu, foi reaberto e agora tramita no STF sob relatoria de Alexandre de Moraes.

As redes sociais, outra frente em que o bolsonarismo parecia imbatível, não estão rendendo como antes. Narrativas como a “anistia” para Bolsonaro perderam poder de mobilização. E agora o acúmulo de derrotas fragilizou o poder midiático do bolsonarismo.

Incapazes de se posicionar a favor de pautas populares como a defesa da escala 6×1 e a taxação dos super-ricos, a última aposta dos bolsonaristas para tentar animar as bases fracassou de modo retumbante. Segundo pesquisa da Quaest, a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes (STF) foi criticada em 60% das menções nas redes e aprovada apenas em 28%.

ATOS EM BAIXA – A crise também ocorre nas ruas. O número de bolsonaristas dispostos a ir às ruas vem oscilando para baixo desde o início do ano.

De acordo com estimativas do Monitor do Debate Político no Meio Digital do Cebrap, no dia 25 de fevereiro de 2024, o ato encabeçado por Jair Bolsonaro na avenida Paulista teve um pico de 185 mil pessoas. No dia 6 de abril, no mesmo local, o evento “Anistia Já” reuniu 44 mil pessoas. Meses depois, no dia 29 de junho, compareceram ao último ato apenas 12 mil pessoas.

Em 10 de julho, lideranças de esquerda conseguiram reunir um número maior na avenida Paulista, 15 mil pessoas. Foi a primeira vez que a direita perdeu da esquerda nas ruas desde 2015.

VIRAR PESADELO – Mas é justamente nas ruas que os bolsonaristas procuram reverter a crise. Neste domingo (dia 3), a estimativa foi de 37,6 mil na Paulista.

Encher novamente praças e avenidas brasileiras pode demonstrar que suas bases estão abatidas, mas não mortas.

Resta saber se será suficiente para impactar as eleições de 2026 e impedir que o “sonho” de Bolsonaro vire um pesadelo para todos aqueles que o apoiam.


Jeremoabo: Saúde Rural e a Crítica do "Quanto Pior, Melhor"


Jeremoabo: Saúde Rural e a Crítica do "Quanto Pior, Melhor"

As atitudes da administração municipal de Jeremoabo, sob o comando do prefeito Tista de Deda, vêm gerando um impacto positivo, especialmente nas áreas de saúde e educação. A melhoria contínua dos serviços básicos tem obrigado a turma do "quanto pior, melhor" a se apegar a críticas destrutivas sobre questões pequenas e banais.

A gestão do prefeito Tista de Deda está focada em trazer benefícios reais para a população mais carente e, em especial, para o cidadão trabalhador da zona rural. Um exemplo notável é a nova iniciativa da Secretaria de Saúde, que está facilitando a vida de quem precisa de exames laboratoriais. Agora, os moradores da zona rural não precisam mais se deslocar até a sede do município, enfrentar filas e gastar dinheiro com transporte. A coleta do material para exames será realizada nos postos de saúde das próprias localidades.

Isso é um exemplo de como administrar com competência e racionalidade. Enquanto em cidades grandes e capitais os pacientes perdem dias de trabalho, enfrentam longas filas para agendar exames e ainda precisam esperar mais de trinta dias para a liberação dos resultados, os moradores de Jeremoabo estão livres desses transtornos.

A saúde pública, ao ir até o cidadão, demonstra um compromisso genuíno com o bem-estar da população. Essa atitude mostra que a gestão se preocupa com as necessidades reais dos jeremoabenses, e é isso que faz a diferença. Aos críticos, resta a frustração de ver o progresso acontecer, enquanto a população de Jeremoabo comemora a chegada de serviços de saúde mais eficientes e acessíveis.


Você acredita que iniciativas como essa da saúde na zona rural podem inspirar outras áreas da administração municipal a também buscar soluções mais próximas da população?

Transporte Escolar: A Responsabilidade Compartilhada e o Papel do Prefeito

Transporte Escolar: A Responsabilidade Compartilhada e o Papel do Prefeito

É injustificável que um veículo, seja público ou privado, fique sem combustível. No entanto, é um equívoco e uma injustiça tentar condenar o prefeito por um fato que não é de sua responsabilidade direta. A administração pública, por sua natureza, é uma estrutura complexa, com responsabilidades distribuídas em diferentes setores.

É necessário entender que a fiscalização de veículos, como um ônibus escolar, não é uma atribuição pessoal do prefeito. A prefeitura possui uma estrutura administrativa para isso, com setores e servidores especializados que são responsáveis por garantir a manutenção, o abastecimento e a segurança da frota. A responsabilidade por falhas como a falta de combustível recai sobre esses setores, não sobre a figura do gestor municipal.

Fazer a crítica construtiva é essencial. Demagogia, por outro lado, não leva a lugar nenhum. Atacar o prefeito por um problema que foge de sua alçada direta é um ato irresponsável que desvia o foco dos verdadeiros problemas e da busca por soluções.

O gestor tem a responsabilidade de coordenar, mas não de executar todas as tarefas. Fazer uma crítica bem fundamentada é fundamental para o desenvolvimento da cidade. Jogar a culpa de um problema específico sobre o prefeito, sem considerar toda a estrutura da administração, é um ato demagógico que só serve para gerar desinformação e dificultar a busca por soluções reais.


Você acredita que uma maior clareza sobre as responsabilidades de cada setor na prefeitura poderia evitar esse tipo de acusação contra o prefeito?

Prisão de Bolsonaro por ação dos filhos ameaça tirar família da corrida presidencial de 2026

 Foto: Lula Marques/Agência Brasil/Arquivo

O ex-presidente Jair Bolsonaro05 de agosto de 2025 | 09:03

Prisão de Bolsonaro por ação dos filhos ameaça tirar família da corrida presidencial de 2026

brasil

A prisão antecipada do ex-presidente Jair Bolsonaro por ação dos filhos aumentou o desconforto da centro-direita com a imprevisibilidade da família e ameaça minar as chances de a família encabeçar a chapa da oposição na disputa pelo Planalto em 2026.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) já havia se tornado “tóxico” ao gerar, com sua atuação nos EUA, as primeiras medidas cautelares impostas a Bolsonaro.

Agora, avaliam caciques da política, quem errou foi o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), cujo nome chegou a crescer nas apostas para disputar a Presidência, mas perdeu força. Um dos motivos apontados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para a prisão domiciliar do ex-presidente foi um discurso de Bolsonaro postado nas redes sociais do parlamentar.

Ao mandar prender Bolsonaro, Moraes apontou “ação coordenada” de três filhos do ex-presidente – Eduardo, Flávio e o vereador Carlos Bolsonaro que causaram o descumprimento de medidas cautelares. O magistrado citou Flávio 17 vezes.

Políticos que conversaram com a Coluna lembraram que a passagem de Bolsonaro pelo Planalto foi marcada por ações intempestivas, e que os filhos eram duramente criticados. Depois de darem o benefício da dúvida à família por um tempo, representantes da direita deixaram de acreditar em moderação e pragmatismo da família.

Iander Porcella e Roseann Kennedy/Estadão Conteúdo

Empresário do Show Business baiano é alvo de operação do Gaeco

 Foto: Divulgação

Operação ocorreu nesta terça-feira05 de agosto de 2025 | 09:32

Empresário do Show Business baiano é alvo de operação do Gaeco

exclusivas

O Ministério Público da Bahia (MP-BA), em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), realizou uma operação de busca e apreensão na manhã desta terça-feira (5) na casa do empresário Ricardo Garcia, figura de destaque no setor de shows e eventos no estado.

Ricardo Garcia é conhecido por intermediar atrações artísticas para diversas prefeituras baianas e, mais recentemente, por atuar na organização de emendas parlamentares destinadas a eventos culturais. Sua influência no meio artístico o tornou um dos principais nomes do show business local.

Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o motivo da operação nem sobre a existência de mandados de busca, apreensão ou prisão.

Política Livre

Oposição fala em “ditadura declarada” após Moraes prender Bolsonaro


Gilmar Fraga: a democracia... | GZH

Charge do Gilmar Fraga (Gaúcha/Zero Hora)

Ana Carolina Curvello
Gazeta do Povo

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de decretar nesta segunda-feira (4) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) gerou reação de parlamentares aliados nas redes sociais. Para líderes do PL e da oposição, trata-se de um avanço autoritário e uma tentativa de retirá-lo do processo eleitoral de 2026.

A prisão de Bolsonaro, um dia após manifestações nacionais pelo impeachment de Moraes, gera um novo capítulo de tensão entre o Judiciário e o núcleo político do entorno de Bolsonaro, com parlamentares acusando o STF de interferência eleitoral e censura prévia. Até o momento, a defesa do ex-presidente não se manifestou oficialmente.

JUSTIFICATIVAS FRACAS – Moraes justificou sua decisão em um suposto descumprimento de medidas cautelares por parte do ex-mandatário que, desde o dia 18 de julho, usa tornozeleira eletrônica e está proibido de utilizar suas redes sociais, inclusive por intermédio de terceiros.

Para o ministro, Bolsonaro, ao mandar recado a manifestantes deste domingo (3) por chamada de vídeo, feriu as medidas cautelares.

O ministro Moraes também citou que imagens do ex-presidente assistindo às manifestações foram publicadas nas redes sociais por seus filhos, e isso estaria proibido entre as restrições que estabeleceu a Bolsonaro.

DITADURA DECLARADA – O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), ressaltou que se trata de uma “ditadura declarada”.

“Bolsonaro preso em casa por ordem de Moraes. […] Tentaram matá-lo. Perseguiram sua família. Proibiram-no de falar. Agora o trancam dentro da própria casa, como um criminoso. […] Isso não é justiça, é vingança política!”, escreveu na rede X. Na sequência, o parlamentar pediu o impeachment de Moraes e disse que “eleição sem Bolsonaro é golpe”.

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) ironizou os fundamentos da decisão: “Prisão domiciliar decretada de Jair Bolsonaro por Moraes. Motivo: corrupção? Rachadinha? Desvio de bilhões? Roubou o INSS? Não. Seus filhos postaram conteúdo dele nas redes sociais. Que várzea!”.

VAZA TOGA – Já Marcel van Hattem (Novo-RS) chamou atenção para a coincidência entre a medida e a revelação de novas mensagens da “Vaza Toga” sobre a atuação do ministro do STF no inquérito do 8 de janeiro:

“Absurda prisão domiciliar de Bolsonaro no dia em que sai nova matéria da Vaza Toga sobre os abusos de Moraes no 8 de Janeiro. Claro que não é coincidência!”, escreveu em suas redes sociais.

Para a líder da Minoria na Câmara, Caroline de Toni (PL-SC), a prisão domiciliar de Bolsonaro reforça “o fim do disfarce”. “Depois de tudo que veio à tona hoje, das mensagens vazadas escancarando a existência de uma justiça paralela, operando à margem da lei para perseguir adversários políticos, vem a prova cabal: Alexandre de Moraes decreta a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, sob uma justificativa absurda e autoritária”, escreveu no X.

SEM CRIME – A deputada ainda ressaltou que a decisão ocorre “sem julgamento, sem direito à defesa, sem crime. A “prova” seria um vídeo postado nas redes do filho, com uma fala de apoio à liberdade. Isso basta, segundo o ministro, para manter um ex-presidente em cárcere.”

“É por esse tipo de injustiça que o povo voltou às ruas. E não vai parar”, destacou Caroline de Toni.

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) classificou o episódio como um “dia triste” para ele e “dezenas de milhões de brasileiros”. “A prisão domiciliar do presidente Bolsonaro, antes mesmo do julgamento, é um fato jurídico com que ninguém pode concordar. Ainda acredito que a Justiça irá prevalecer no final”, disse.

SEM DEMOCRACIA – Já o líder da Oposição na Câmara, deputado Luciano Zucco (PL-RS), afirmou que “o Brasil não é mais uma democracia”. Segundo ele, a prisão domiciliar de Bolsonaro – sem nenhuma condenação – “é uma injustiça e um grave ataque ao Estado de Direito”.

“Uma manobra autoritária para calar opositores e consolidar o projeto de poder em curso no país. Hoje é com Bolsonaro, amanhã pode ser comigo, ou com qualquer cidadão que critique o governo ou o Judiciário”, disse o líder, acrescentando:

“Não podemos aceitar isso calados. É hora de fazer valer a voz de milhões de brasileiros”.

ADVOGADOS REAGEM – O Movimento Advogados de Direita classificou a determinação de Moraes sobre a prisão domiciliar de Bolsonaro como um “alarmante episódio de perseguição judicial”.

“O ministro Alexandre de Moraes acaba de decretar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, sob a alegação de descumprimento de medida cautelar. O “crime”? Aparecer em vídeo publicado por terceiros, enquanto recebia uma ligação do filho, Flávio Bolsonaro, durante as manifestações populares de 3 de agosto. A ordem de prisão não se baseia em ação direta de Bolsonaro nas redes, mas em conteúdo divulgado por terceiros, num evento público, onde foi apenas destinatário de uma ligação telefônica”, diz o Movimento, acentuando:

“Trata-se de um novo e alarmante episódio de perseguição judicial, sem contraditório, sem flagrante, sem proporcionalidade”, afirmou o grupo no X.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Até inventarem Moraes como jurista, o Brasil vivia numa democracia e não percebia. Com ele liderando o Supremo, a gente logo constata que era feliz e nem sabia. Eu quero meu país de volta, onde uma cabeleireira que pintou de batom uma estátua seja Piada do Ano, sem ser chamada de terrorista e sem pegar 13 anos de cadeia e ter de pagar multa milionária. Afinal, que país é esse? (C.N.)

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