quinta-feira, abril 03, 2025

Vivemos numa democracia bastarda, sufocada pela ditadura do Judiciário


Charge do Zé Dassilva (NSC Total)

Mario Sabino
Metrópoles

Depois que Jair Bolsonaro virou réu no processo por tentativa de golpe de Estado, a imprensa está empenhada em afirmar que o país não está sob uma ditadura do STF, como repetem os bolsonaristas.

Um dos jornais, o Estadão, disse que “os desvios da Corte significam não uma ditadura, mas o abastardamento da democracia. A imprensa profissional trabalha sem censura, o Congresso adquiriu poderes até excessivos sobre o Executivo e o debate é livre — a ponto, inclusive, de assegurar a liberdade deste jornal de ser inclemente nas críticas a alguns ministros do STF”.

SUPOSIÇÃO FALSA – De fato, a democracia brasileira, no seu abastardamento, faz supor que a imprensa profissional (existiria outra?) está completamente livre para fazer o seu trabalho. Mas é uma suposição falsa.

Hoje, a autocensura regula a imprensa brasileira em relação ao STF. É impossível publicar reportagens objetivas sobre aspectos suspeitos da vida de magistrados da mais alta corte brasileira.

A autocensura se estabeleceu a partir de 2019, depois da censura direta à revista que fundei. Embora a censura tenha sido levantada por causa do clamor público, ficou claro para os jornais que era arriscado demais mexer com certos defensores transigentes dos pilares democráticos — e também não era estratégico, visto que Jair Bolsonaro era o inimigo comum.

CENSURA INDIRETA – A censura direta foi substituída pela censura indireta, com o ocultamento “espontâneo” de reportagens sobre integrantes do STF que já estavam no ar, após o recebimento de telefonemas ameaçadores.

Da mesma forma, passou a acontecer o engavetamento puro e simples de apurações de repórteres investigativos — que, agora, já se autocensuram para o alívio dos seus editores.

Podemos não viver sob uma ditadura do Judiciário, mas o abastardamento da democracia brasileira é suficiente para parecer que vivemos sob uma falsa liberdade.

Para 62%, Lula não deve se candidatar, mas ele derrotaria qualquer adversário

Publicado em 3 de abril de 2025 por Tribuna da Internet

Lula diz que vai "vencer" o mercado e fazer a economia "dar certo"

Segundo a Quaest, Lula derrotaria qualquer outro rival

Maria Clara Matos
da CNN

A maior parte dos brasileiros acha que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não deveria concorrer à reeleição, aponta pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (3). São 62% os que dizem que o petista não deveria disputar um novo mandato.

 A fração representa um aumento de dez pontos percentuais em relação ao último levantamento, feito em dezembro de 2024, quanto o patamar era de 52%.

Na outra ponta, 35% acreditam que o petista deveria se candidatar novamente ao Palácio do Planalto em 2026. Os que optaram por não responder ou não souberam somam 3%.

A porcentagem dos que acreditam que Lula não deve se concorrer ao pleito é a maior na série histórica, que iniciou em julho do ano passado.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparecem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno na eleição de 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (3).

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MESMO ASSIM, LULA GANHA A REELEIÇÃO…
Douglas Porto, 
da CNN São Paulo

Lula tem 44% das intenções de voto. Bolsonaro — que está inelegível até 2030 após condenações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — tem 40%. Eles estão empatados no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Além dos dois últimos ocupantes da Presidência, foram testados outros cenários pelo levantamento. Veja:

CENÁRIO 1 – Bolsonaro

Lula da Silva (PT): 44%
Jair Bolsonaro (PL): 40%
Indecisos: 3%
Branco/nulo/não vai votar: 13%

CENÁRIO 2 – Michelle

Lula da Silva (PT): 44%
Michelle Bolsonaro (PL): 38%
Indecisos: 3%
Branco/nulo/não vai votar: 15%

CENÁRIO 3 – Tarcísio

Lula da Silva (PT): 43%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 37%
Indecisos: 4%
Branco/nulo/não vai votar: 16%

CENÁRIO 4 – Ratinho Jr.

Lula da Silva (PT): 42%
Ratinho Jr. (PSD): 35%
Indecisos: 4%
Branco/nulo/não vai votar: 19%

CENÁRIO 5 – Marçal

Lula da Silva (PT): 44%
Pablo Marçal (PRTB): 35%
Indecisos: 4%
Branco/nulo/não vai votar: 17%

CENÁRIO 6 – Eduardo

Lula da Silva (PT): 45%
Eduardo Bolsonaro (PL): 34%
Indecisos: 4%
Branco/nulo/não vai votar: 17%

CENÁRIO 7 – Zema

Lula da Silva (PT): 43%
Romeu Zema (Novo): 31%
Indecisos: 5%
Branco/nulo/não vai votar: 21%

CENÁRIO 8 – Caiado

Lula da Silva (PT): 44%
Ronaldo Caiado (União): 30%
Indecisos: 4%
Branco/nulo/não vai votar: 22%

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A pesquisa é contraditória. Se 62% acham que Lula não deveria se candidatar, como é que ele continua sendo o preferido da maioria? Tem alguma coisa errada aí, é claro, que os “especialistas” tentarão explicar citando o grande número de indecisos. Mesmo assim, não dá para entender. (C.N.)

Em resposta a Trump, Senado aprova projeto de reciprocidade econômica


44% temem a volta de Bolsonaro, e 41% têm medo da reeleição de Lula


Entrevista no JN: Lula x Bolsonaro! Quem se saiu melhor nas redes sociais?

Pesquisa mostra que a polarização é cada vez mais forte

Douglas Porto
da CNN São Paulo

A volta do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a permanência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Poder Executivo dividem o temor dos brasileiros, de acordo com a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (3).

Para 44%, a volta de Bolsonaro dá mais medo. O ex-presidente está inelegível até 2030 após condenações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mesmo assim ele mantém a candidatura, à espera da anistia.

Já para 41%, a permanência de Lula desperta mais temor.

OUTROS DADOS – Os que temem os dois, rejeitam tanto Lula quanto Bolsonaro, são 6%. Os que não tem medo de nenhum dos dois são 4%. Os que não sabem ou não responderam são 5%.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Foram entrevistadas 2.004 pessoas pela Quaest, presencialmente, entre 27 e 31 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – É impressionante a resistência da polarização. Seria mais razoável se a maior parte dos eleitores temesse a eleição de qualquer um dos dois, Lula ou Bolsonaro. Mas apenas 6% disseram temer os dois candidatos. Interessante também o total de 4% que não temem nenhum dos dois. Ou seja, esses eleitores estão pouco ligando para a polarização(C.N.)

III Semana Nacional de Jornalismo da ABI discute rumos da comunicação

 

III Semana Nacional de Jornalismo da ABI discute rumos da comunicação


03/04/2025


Com o tema Novos Rumos da Comunicação, a Associação Brasileira de Imprensa realiza, de 7 a 11 deste mês, a III Semana Nacional de Jornalismo, um espaço para reflexão sobre a Comunicação no país. Serão enfrentadas, nesses cinco dias, questões como o diploma de jornalista, o deserto de notícias, a regulamentação das big techs e as fake news, o papel do jornalismo na batalha de ideias e o jornalismo comunitário – desafios, ameaças e oportunidades. O evento é organizado pela Comissão de Educação da ABI.

A III Semana será realizada em cinco cidades: Curitiba, Fortaleza, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, com as parcerias da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná, da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Associação Cearense de Imprensa, da Universidade de Brasília (UnB), do Departamento de Jornalismo e Editoração, Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), do Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS) da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.

As mesas de debates serão transmitidas pelo canal da ABI no YouTube.

Segue a agenda completa da III Semana Nacional de Jornalismo.

 07 de abril, 9h30, Curitiba

ABERTURA

A PEC do Jornalista e a Defesa da Profissão: Um Pilar para a Liberdade e a Democracia

Painel 1:

O Diploma em Jornalismo e a Necessidade Social da Informação de Qualidade

Felipe Simão Pontes, presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Painel 2:

Convite para Ancestralizar a Formação de Jornalistas: Aprendizados com Jornalistas Indígenas

Eliege Fante, jornalista, mestra e doutora em Comunicação e Informação.

Débora Gallas, jornalista, doutora em Comunicação e Informação, vice-líder do Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental (CNPq/UFRGS).

Helena Corezomaé, jovem indígena do povo Balatiponé, conhecida como Umutina, de Mato Grosso, jornalista e mestre em Antropologia Social, escritora, repórter, editora, assessora, cineasta, fotógrafa.

Painel 3: Um Processo por Vez: Como Tentam Acabar com Redações

Marcelo Auler, jornalista, vencedor dos prêmios Esso de 1992 e 1993.

Rogerio Galindo, jornalista e um dos fundadores do jornal Plural, de Curitiba. E vencedor de um prêmio Esso em 2013 pela série de reportagens “Crime sem Castigo”.

Schirlei Alves- Jornalista investigativa, especializada em reportagens orientadas por dados e com foco em direitos humanos. Vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina.

Mediação: Elson Faxina, jornalista, professor e conselheiro da ABI.

Local: Auditório João Feder – do Setor de Artes, Comunicação e Design (Sacod) da UFPR – R. Bom Jesus, 650 – Juvevê, Curitiba – PR.

08 de abril, 16h, Fortaleza

Como Combater os Desertos de Notícias

Edgard Patrício, professor da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Kamila Fernandes, professora da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Marta Alencar, professora da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Helly Ellery, presidente da Associação Cearense de Imprensa (ACI).

Mediação: Salomão de Castro, jornalista e conselheiro da ABI.

Local: Auditório Rachel de Queiroz, Centro de Humanidades da UFC II (CH2) – Av. da Universidade, 2762 – Benfica, Fortaleza – CE.

09 de abril, 10h, Brasília

A Verdade da Notícia: A Regulamentação das BigTechs e o Combate às Fake News

João Brant, secretário de Políticas Digitais da Secom – Presidência da República.

Orlando Silva, deputado federal (PCdoB-SP).

Rafiza Varão, professora da Faculdade de Comunicação da UnB.

Fernando Oliveira Paulino, professor da Faculdade de Comunicação da UnB.

Mediação: Armando Rollemberg, jornalista e conselheiro da ABI.

Local: Auditório Pompeu de Sousa, subsolo da Faculdade de Comunicação, Universidade de Brasília, Brasília – DF

10 de abril, 9h, São Paulo

O Papel do Jornalismo na Batalha de Ideias

Fernando Morais, jornalista e escritor.

Laura Capriglione, jornalista, foi repórter especial da Folha de S. Paulo e editora da rede Jornalistas Livres.

Rodrigo Ratier, professor da ECA/USP, doutor em Educação pela USP, colunista do UOL e membro da Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.

Rodrigo Vianna, jornalista do ICL Notícias e do Brasil de Fato, doutor em História pela USP, trabalhou na Folha/TV Cultura/Globo/Record/Brasil247.

Mediação: Laurindo Lalo Leal, jornalista, professor e conselheiro da ABI.

Local: Auditório Freitas Nobre – Depto de Jornalismo e Editoração – Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 433, Prédio 2 – Cidade Universitária – Butantã – São Paulo – SP

11 de abril, 17h30, Rio de Janeiro  

ENCERRAMENTO

Jornalismo Comunitário: Desafios, Ameaças e Oportunidades

Letícia Pinheiro, do Coletivo Fala Acari.

Fábio Leon, do Fórum Grita Baixada.

Thais Cavalcante, do Complexo da Maré. Contribuiu para os jornais Voz das ComunidadesMaré de Notícias e O Cidadão.

Claudio Sales – Rádio Pop Goiaba, de Niterói.

Michel Silva – Fala Roça, da Rocinha.

Emerson Menezes, Rádio Se Liga Salgueiro, Morro do Salgueiro.

Mediação: Xico Teixeira, jornalista e conselheiro da ABI

Homenageada – Claudia Santiago, diretora/presidente do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC)

Local: Auditório Belisário de Souza, 7º andar da sede da ABI – Rua Araújo Porto Alegre, 71 – Centro, Rio de Janeiro – RJ.

 

Fiscalização aponta irregularidades em queijarias e pocilgas de SE

 em 3 abr, 2025 10:16 

Fiscalização aponta irregularidades em queijarias e pocilgas de SE (Foto: FPI/SE)

A 8ª Etapa da Fiscalização Preventiva Integrada da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco em Sergipe (FPI/SE) identificou irregularidades em queijarias e pocilgas [local onde os porcos são criados] nos municípios de Gararu e outras regiões do estado.

Os problemas incluem degradação do solo e contaminação das águas, afetando afluentes do São Francisco e lençóis freáticos.

Segundo a coordenadora da equipe de Produtos de Origem Animal (POA) da FPI/SE, Salete Dezen, a proximidade entre criatórios de suínos e queijarias tem agravado o impacto ambiental. Os dejetos dos animais são lançados no solo sem tratamento, com risco de poluição hídrica, principalmente em períodos chuvosos.

Queijarias e pocilgas irregulares são encontradas com criatórios de suínos que ocasionam o lançamento de dejetos prontos a contaminarem todo o lençol freático, o que tende a gerar grandes preocupações. Como nenhum dos criatórios têm licenciamento ambiental e normalmente ficam próximos aos mananciais ou em locais propícios ao transbordamento de dejetos em períodos chuvosos, alcançando áreas bem mais distantes, podemos apontar a possibilidade de uma poluição ambiental muito grande nessas áreas de produção e criação”, declarou.

Diante das constatações, os órgãos ambientais estão determinando a paralisação imediata dessas atividades em áreas consideradas de alto risco, a fim de mitigar os danos ambientais.

Projeto Laticínio Legal

O projeto Laticínio Legal busca promover a regularização ambiental, sanitária e fundiária dos empreendimentos do setor de laticínios, enfrentando o alto índice de irregularidades na cadeia produtiva. Coordenado pelo Ministério Público de Sergipe em parceria com diversos órgãos, a iniciativa prevê fiscalizações integradas, proposição de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) e apoio técnico para adequação às normas vigentes.

Além de avaliar a estrutura municipal de vigilância sanitária e incentivar boas práticas, o projeto oferece suporte jurídico e acesso a linhas de crédito para facilitar a regularização dos produtores. O impacto da ação será medido por indicadores como número de fiscalizações realizadas, TACs firmados e empreendimentos regularizados, garantindo mais segurança e qualidade na produção e comercialização de produtos lácteos no estado. Os empreendimentos regulares serão premiados com o selo Laticínio Legal em audiência pública que será realizada na próxima segunda-feira, 07, na sede do Senac em Nossa Senhora da Glória.

Equipe Produtos de Origem Animal

A equipe POA da FPI/SE realiza a verificação de irregularidades no uso de produtos de origem animal, constatação de crimes contra o meio ambiente, contra o consumidor e contra a saúde pública, fiscalização da regularidade e procedência de produtos de origem animal, como carnes e laticínios, além de fiscalizar a estrutura dos mercados municipais. Além dessa equipe, o programa ainda compreende as seguintes equipes: Agrotóxicos; Aquática e Mineração; Fauna; Flora; Gestão, Educação Ambiental e Patrimônio Cultural; Comunidades Tradicionais, Espeleologia e Arqueologia; e Saneamento.

por João Paulo Schneider
com informações do FPI/SE

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A Devolução do Dinheiro das Enchentes: O Retrato de uma Má Gestão

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A Devolução do Dinheiro das Enchentes: O Retrato de uma Má Gestão

A recente devolução de recursos destinados às vítimas das enchentes em Jeremoabo, conforme informado pelo radialista Júnior de Santinha, é um reflexo do descaso e da incompetência administrativa que há anos assolam o município. Esse tipo de situação só acontece onde a população insiste em votar com a emoção, ao invés da razão, perpetuando gestões amadoras e desastrosas.

Não há justificativa plausível para que um dinheiro, enviado para atender cidadãos em um momento de calamidade, seja devolvido. Isso denota total falta de planejamento, organização e compromisso com a população mais vulnerável. Um erro dessa magnitude evidencia a incapacidade administrativa e o despreparo de quem deveria estar gerindo os recursos públicos com eficiência e responsabilidade.

Jeremoabo já sofreu demais com administrações pautadas em interesses políticos e pessoais, em vez de uma gestão séria e comprometida com o bem-estar da população. O município não pode mais suportar prefeitos que governam de forma improvisada, sem conhecimento técnico, sem planejamento e, pior, sem compromisso com o desenvolvimento local.

É urgente que os eleitores compreendam a necessidade de escolher gestores preparados, com experiência em administração pública, que saibam como captar, gerenciar e aplicar corretamente os recursos destinados ao município. O futuro de Jeremoabo depende de escolhas racionais e responsáveis, para que situações lamentáveis como essa não se repitam.

A cidade precisa de um líder que não apenas saiba discursar ou dançar em palanques, mas que tenha competência para gerir com eficiência, transformar a realidade do povo e garantir que cada centavo vindo para o município seja utilizado em prol da população. O tempo de amadorismo precisa ficar no passado, e a escolha consciente dos eleitores será determinante para um futuro melhor para Jeremoabo.

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