quarta-feira, novembro 06, 2024

Quem faz obras importantes tem mais chances de ganhar eleição municipal


Nota: Pelo SUS com financiamento mais justo! - Cebes

Charge do Amâncio (Arquivo Google)

Merval Pereira
O Globo

Esta eleição municipal ficou conhecida como a “das emendas parlamentares”. Mas poderia também ser chamada de “eleição dos fundos”. Nunca ficou tão claro o poder do dinheiro na definição dos resultados finais, especialmente na reeleição da maioria esmagadora dos prefeitos de capitais.

O sistema de reeleição ficou consolidado com a vitória de quase 80% dos incumbentes. Pode ser bom por garantir a permanência de gestores bem avaliados, mas também ser reflexo da máquina estatal, impulsionada pelas verbas públicas.

RENOVAÇÃO – Os prefeitos, de costume, são fundamentais para a eleição do Congresso e, como chamou a atenção o diretor da Quaest, Felipe Nunes, podem impedir que a renovação política se faça a partir das bases.

A supervisão do Tribunal Superior Eleitoral e dos Tribunais Regionais Eleitorais será cada vez mais necessária, para que o abuso do poder político e econômico não distorça os resultados das urnas. Ao mesmo tempo, ficou claro que saber gastar o dinheiro em obras importantes para os moradores é fundamental para obter resultados eleitorais positivos.

A mudança essencial é que os partidos políticos ganharam independência ante o governo central, cujo partido não detém o controle do Congresso.

MENOR INFLUÊNCIA – Nos tempos em que o Executivo controlava a distribuição de verbas e emendas parlamentares, era tradicional que seus partidos, fosse o PSDB, fosse o PT, ganhassem também as eleições, tanto municipais quanto federais.

Mesmo não fazendo maioria absoluta, tinham as maiores bancadas e atraíam deputados e senadores para suas legendas. Hoje, com as emendas parlamentares impositivas e os fundos eleitoral e partidário, a autonomia dos partidos permite que façam seus projetos eleitorais sem depender do governo central.

E o governo central não ousa se meter nas disputas regionais, como mostraram tanto Lula quanto Bolsonaro nas campanhas.

PIOR PARA LULA – Situação mais difícil hoje para Lula, que tem na sua base congressual partidos cujos objetivos de médio prazo não batem com o seu, são de centro-direita ou mesmo de direita.

O PSD foi o partido que mais elegeu prefeitos, mas apenas o quarto que mais recebeu dinheiro por meio das emendas parlamentares. Tem um pé na canoa petista e outro na bolsonarista, com Tarcísio de Freitas. E não quer abrir mão de nada.

O PT foi o que recebeu mais verbas parlamentares, mas elegeu apenas 252 prefeitos em todo o país, ante 887 do PSD. Segundo o Portal do Orçamento, R$ 617,8 milhões foram liberados à bancada petista, que tem 68 deputados. O volume destinado ao PL, maior partido da Câmara, foi de R$ 367 milhões.

FUNDOS ENORMES – O total recebido pelas legendas por meio dos fundos aumentou de R$ 2,5 bilhões em 2018, ano da primeira eleição com as novas regras, para R$ 6 bilhões em 2024, fortuna usada pelas siglas para bancar as campanhas de candidatos a prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

Pelo tamanho das bancadas no Congresso, o PL, que elegeu 99 deputados em 2022, foi a primeira legenda a ter mais de R$ 1 bilhão num único ano, quase 30% a mais do que o segundo colocado, o PT, que deveria ser seu principal adversário se a polarização tivesse prevalecido. O MDB foi a legenda que mais elegeu vereadores, 8.113, enquanto o PT elegeu apenas 3.130, embora tenha se saído melhor que na eleição municipal anterior.

Na mesma proporção em que as verbas foram distribuídas entre os 25 partidos que concorreram, também os resultados foram compartilhados. Mas sem dúvida partidos como PSD, MDB e PL foram os mais vitoriosos. Certamente receberão adesões ou farão federações com outras siglas que terão de cumprir as cláusulas de barreira nas eleições para o Congresso em 2026


Alguém acredita quando Tarcísio de Freitas diz que desistiu do Planalto?

Publicado em 5 de novembro de 2024 por Tribuna da Internet

A aposta de ministros de Lula sobre o futuro de Tarcísio em 2026

Tarcísio vai apoiar Bolsonaro e dá por encerrado o assunto

Basília Rodrigues
d
a CNN

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), reafirmou nesta segunda-feira (4) que vai tentar a reeleição em 2026. Desde o resultado das eleições municipais — com vitória para o grupo político dele em São Paulo — circula a tese de que o caminho é a Presidência da República. Tarcísio, no entanto, nega.

“A única coisa que eu vou concorrer é a reeleição ao governo”, disse à CNN.

PALAVRA MANTIDA – A declaração ocorreu durante a festa de lançamento do novo canal CNN Money, que reuniu políticos e outras autoridades, em São Paulo, na noite desta segunda-feira (4).

“A visão de hoje vai se manter daqui a dois anos”, reiterou sobre sua disposição de não concorrer à presidência. “Eu já venho dizendo isso, mas as pessoas não acreditam. Quero ver quando chegar 2026, e todo mundo ver que eu estava falando (o que era) para valer”, complementou.

Tarcísio disse acreditar que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) conseguirá voltar a ser elegível até 2026. “Os motivos da inelegibilidade são muito frágeis. O meu candidato é ele. Eu estarei com ele (Bolsonaro)”, disse.

EFEITO TRUMP – O governador de São Paulo avalia que os partidos ainda estão se organizando para 2026 e que uma eventual vitória de Donald Trump, nos Estados Unidos, poderia gerar pressão no Brasil sobre a condição de Bolsonaro.

Após o resultado de segundo turno, Tarcísio tem evitado entrevistas de vídeo porque não quer falar sobre o assunto. “A eleição (municipal) já passou. Agora é virar a página”, disse.

O governador de SP ressaltou que, desde as eleições, fez quatro leilões, e ainda neste mês irá inaugurar a rodovia que liga Caraguatatuba a São Sebastião.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – É apenas uma declaração de momento, ainda muito longe do prazo legal, mas Bolsonaro e Lula estão desesperados com a possibilidade de Tarcísio se candidatar ao Planalto, parecem à beira de um ataque de nervos. Como se vê, pode continuar a chatice da polarização entre dois candidatos que competem entre si para ver quem é o mais despreparado. Aquele que vencer, se comprovar que é nesmo o pior, recebe de prêmio a Presidência da República. (C.N.)

Potencial volta de Trump à Casa Branca causa apreensão ao Brasil

Publicado em 6 de novembro de 2024 por Tribuna da Internet

A imagem mostra dois homens se cumprimentando de forma amigável, com um deles colocando a mão no ombro do outro. Ao fundo, há várias outras pessoas, algumas com expressões de interesse. O ambiente parece ser um evento formal, com um fundo azul.

Lula se dá bem com Biden, porque já estão com a validade vencida…

Fernanda Perrin e Patrícia Campos Mello
Folha

Integrantes do governo brasileiro estão apreensivos com um retorno de Donald Trump à Casa Branca e se preparam para o que um interlocutor descreveu como um “maior potencial de conflito”. A lista de preocupações inclui agenda climática, Venezuela, Elon Musk e as articulações internacionais de extrema direita.

Na sexta-feira (1º), o presidente Lula (PT) disse que está torcendo por Kamala Harris e incluiu o republicano no que vê como uma volta do “nazismo e fascismo com outra cara” no mundo. “Como sou amante da democracia, acho a coisa mais sagrada que nós humanos conseguimos construir para bem governar o nosso país, obviamente estou torcendo para Kamala ganhar as eleições”, disse.

A boa relação pessoal entre Lula e Joe Biden, que deve ir a Manaus e Brasília em novembro para a reunião do G20, não deve se manter entre Lula e Trump.

LADO PRAGMÁTICO – Ao mesmo tempo, membros do governo brasileiro dizem que há boa vontade para trabalhar com quem for e afirmam ver um lado pragmático no republicano.

Mas algumas derrotas já são vistas como prováveis. A primeira é o retrocesso na cooperação ambiental. Quando presidente, Trump retirou os EUA do Acordo de Paris e revogou uma série de regulações ambientais e incentivos à transição energética.

Neste ano, prometeu continuar apoiando os combustíveis fósseis —quarta maior doadora da campanha, a indústria de petróleo e gás deu US$ 14 milhões ao ex-presidente.

KAMALA X TRUMP – O que importa sobre a eleição dos EUA é que o Brasil se prepara para sediar a COP, a conferência do clima da ONU, em Belém, no ano que vem, e contava com a ajuda financeira e política dos EUA para transformar o evento em uma plataforma para novos mecanismos de financiamento para transição energética.

 O Brasil também apostava na cooperação dos EUA para desenvolvimento sustentável —Biden havia prometido repassar US$ 500 milhões ao Fundo Amazônia em cinco anos. No entanto, o grosso do montante ficou travado no Congresso.

Com Trump na Presidência e previsão de domínio republicano ao menos do Senado, diplomatas estimam que será o fim definitivo de qualquer esperança de o dinheiro chegar.

INCERTEZA – No restante dos temas, domina a incerteza. A principal delas é sobre a proximidade entre o republicano e Elon Musk. O bilionário, que recentemente entrou em choque com o ministro Alexandre de Moraes (STF), é um dos principais apoiadores de Trump, e sua influência em um governo dele é dada como certa, seja com um cargo formal ou não.

Já o analista Ian Bremmer, presidente da consultoria de risco Eurasia e colunista da Folha, diz que acredita que o confronto entre o dono do X e autoridades brasileiras deve escalar em um governo do republicano.

Bruna Santos, presidente do Brazil Institute, principal think tank sobre o país em Washington, relembra que já houve articulações no Congresso americano para tentar emplacar a pauta de supostas violações da liberdade de expressão no Brasil. Para ela, isso deve ganhar mais espaço sob Trump.

NOVAS INVESTIDAS – O movimento não teve um impacto maior, como queriam aliados de Jair Bolsonaro —que chegaram a falar em sanções—, diante da falta de apoio do Senado e da Casa Branca, ambos dominados por democratas. Mas, se houver uma inversão de forças, o temor é que essas investidas consigam avançar.

Para Santos, a relação entre os países seria marcada por uma guerra de narrativas “extremamente exaustiva e pouco produtiva”. A declaração recente de Lula sobre a corrida americana não surpreende, em sua visão.

Mas ela ressalta que, da parte do Itamaraty, já houve conversas com pessoas ligadas ao Partido Republicano para indicar que há uma intenção de manter o diálogo sob um governo Trump.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – No final, tudo se acerta, porque os interesses comerciais sempre falam mais alto do que os meramente políticos. (C.N.)


Trump se declara vitorioso e agradece “um novo mandato sem precedentes”

Publicado em 6 de novembro de 2024 por Tribuna da Internet

O republicano Donald Trump discursa em West Palm Beach, na FlóridaJulia Chaib
Folha

Em um discurso após uma série de vitórias em estados-chave que podem consolidá-lo como o próximo presidente dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump disse que vai curar o país, pediu união e destacou o que chamou de “surgimento de uma nova estrela”: o bilionário Elon Musk, um de seus maiores apoiadores da campanha.

Trump falou à nação por aproximadamente 20 minutos em West Palm Beach, na Flórida, estado que antes era um estado-pêndulo e que se consolidou, no atual pleito, como um bastião republicano.

VITÓRIA POLÍTICA – “É hora de deixar as divisões para trás. É hora da união”, disse ele ao celebrar o que chamou de “vitória política” sem precedentes, mesmo antes da divulgação do resultado oficial. “Nós alcançamos a coisa política mais incrível, uma vitória política que nosso país nunca viu antes.”

O republicano afirmou que os resultados lhe deram um “grande sentimento de amor” e que a nação lhe deu “um mandato poderoso”. Afirmando ter conquistado a maior parte do voto popular, além de ter vencido no Colégio Eleitoral, Trump disse que os resultados significaram “uma nova era de ouro” para os EUA.

“Nós retomamos o controle do Senado. O número de vitórias no Senado foi memorável”, disse ele. “Vocês terão ótimos senadores. E parece que vamos manter o controle da Câmara dos Representantes”, afirmou.

SEM CITAR KAMALA – Em nenhum momento do discurso Trump mencionou Kamala Harris, sua adversária na corrida eleitoral. Convidado a discursar brevemente, o vice na chapa de Trump, J.D. Vance, agradeceu o líder pela confiança e disse que sua vitória, tratada no discurso como certa, foi a “maior reviravolta política da história dos EUA”. Em resposta, Trump brincou dizendo que Vance havia sido “uma boa escolha”.

Além de Donald Trump e de seu vice, também estavam no palco Eric Trump e Donald Trump Jr. filhos do republicano, Melania Trump, a esposa do empresário, Dana White, o CEO do UFC, entre outros. Quase todos brancos —a exceção era Usha Vance, a esposa de V.D. Vance, cujos pais são da Índia.

O republicano ainda afirmou que a eleição representa “o maior movimento político de todos os tempos”. “Fizemos história essa noite”, disse.

APOIO DE MUSK – Ele mencionou os “trabalhadores americanos que se esforçaram para votar”. E agradeceu ao empresário Elon Musk, chamado por ele de “nova estrela”.

O clima no evento na Flórida foi se tornando de comemoração e euforia à medida que os resultados começaram a ser divulgados.

Apoiadores comemoraram a arrancada de Trump nos estados da Pensilvânia e da Carolina do Norte em meio a petiscos e chocolates oferecidos pela campanha.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Daqui para frente, é tudo festa dos republicanos. Entre os democratas, clima de velório, Kamala deixou a sede da campanha sem discursar, desanimada com os primeiros resultados(C.N.)

terça-feira, novembro 05, 2024

Pacheco defende corte de gastos, mas diz que valorizar servidores públicos também é importante

 Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)05 de novembro de 2024 | 13:54

Pacheco defende corte de gastos, mas diz que valorizar servidores públicos também é importante

brasil

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu nesta terça-feira, 5, a discussão sobre medidas de corte de gastos, mas manteve sua posição a favor de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que concede reajustes salariais a servidores públicos do topo da carreira por tempo de serviço, o que teria um impacto bilionário nas contas públicas.

Pacheco demonstrou apoio à discussão que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem encampado para cortar gastos públicos, mas insistiu na proposta que ficou conhecida como PEC do Quinquênio, que dá aumentos salariais a cada cinco anos para esses servidores.

“O governo está discutindo a questão de corte de gastos, sobre quais seriam as iniciativas. Estamos aguardando essas diretrizes Sou um defensor de uma política eficiente nesse ponto de limitar gastos, considero muito importante, não só do ponto de vista fiscal, mas ético. Com relação aos supersalários, é evidente que precisam ser combatidos e extintos, o que não significa que precisamos desestruturar carreiras”, disse Pacheco na saída do 2º Simpósio da Liberdade Econômica, que ocorre em Brasília.

Pacheco citou uma série de carreiras do serviço público, como juízes, procuradores e promotores do Ministério Público, auditores fiscais, delegados da Polícia Federal, policiais civis e militares, no rol de trabalhadores que merecem esse tipo de benefício.

“Há uma série de carreiras que precisam ter estruturação. Corte de gastos não pode significar que essas carreiras sejam aviltadas e que a iniciativa privada seja muito mais estimulante que a carreira pública. É essa conciliação que precisamos estabelecer, sem populismo e demagogia. Corte de gastos é importante e acabar com supersalários é importante, mas valorizar servidor público também é. Precisamos desse equilíbrio”, declarou.

O presidente do Senado disse que, “quando vierem do Executivo as medidas (de corte de gastos), terão toda atenção no Congresso”.

O governo discute uma série de medidas, que devem ser apresentadas nesta semana, para revisar gastos públicos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, cancelou uma viagem que faria à Europa nesta semana justamente para fechar esse pacote junto de Lula, da ministra do Planejamento, Simone Tebet, e outros ministros de pastas correlatas e afetadas pelas medidas.

Gabriel Hirabahasi / Estadão ConteúdoPolticaLivre

‘Temos as eleições mais justas, livres e seguras’, diz vice de Kamala

 Foto: Reuters/Folhapress

Eleições nos Estados Unidos05 de novembro de 2024 | 19:00

‘Temos as eleições mais justas, livres e seguras’, diz vice de Kamala

mundo

O candidato à Vice-Presidência dos Estados Unidos na chapa de Kamala Harris, Tim Walz, afirmou a eleitores da Pensilvânia, nesta terça-feira (5), que o sistema de votação americano é justo e seguro.

“Tenham em mente que nós temos as eleições mais justas, livres e seguras. Nós temos uma imprensa livre que monitora as eleições para garantir que as coisas estão indo bem. Então mantenham a calma, continuem, esperem até o fim. Até lá, quanto sentirem essa sensação de ansiedade, (…) o antídoto mais certo é a ação”, afirmou Walz, que também é governador de Minnesota.

No momento da declaração, ele incentivava os americanos a ir às urnas, afirmando que as eleições podem ser decididas por “um voto ou dois votos por distrito”. “Que tal, Pensilvânia, vencer isso pelos EUA?”, afirmou.

Como um estado-pêndulo, a Pensilvânia ganhou protagonismo nessas eleições, que podem ser as mais acirradas da história americana, de acordo com os últimos levantamentos.

FolhapressPoliticaLivre

Impunidade em Jeremoabo: A Falta de Fiscalização Compromete o Direito dos Pedestres

A situação descrita em Jeremoabo, onde a legislação existe, mas não é respeitada, reflete uma realidade comum em diversas cidades brasileiras, inclusive em Salvador, onde o Ministério Público da Bahia (MP-BA) tem atuado para coibir a ocupação indevida de vias públicas por estabelecimentos comerciais. Essa prática prejudica diretamente os pedestres, que veem seu direito de circulação limitado por mesas, cadeiras, toldos e outras estruturas instaladas em calçadas e ruas.

O MP-BA enviou uma recomendação à prefeitura de Salvador para que sejam fiscalizados os bares e restaurantes que não cumprem as normas de ocupação do espaço público, inclusive com a possibilidade de suspender alvarás se as irregularidades não forem resolvidas em até 60 dias. Essa ação visa resguardar o direito dos pedestres e restaurar o uso adequado dos espaços urbanos.

Em Jeremoabo, a falta de fiscalização e a aparente apatia das autoridades podem indicar uma postura permissiva em relação ao descumprimento das leis, o que deixa os pedestres desprotegidos e vulneráveis. Ao contrário de Salvador, onde o MP-BA busca medidas corretivas, a ausência de ações locais efetivas em Jeremoabo contribui para a sensação de impunidade e de desordem urbana. O impacto disso é significativo, pois o pedestre, que é o elo mais frágil no trânsito urbano, acaba sendo o principal prejudicado.

Uma fiscalização ativa e o cumprimento das normas são fundamentais para garantir que as cidades sejam lugares organizados, seguros e acessíveis para todos. A atuação do MP-BA em Salvador demonstra como a intervenção de órgãos de controle pode ser essencial para assegurar o direito à mobilidade e à segurança de pedestres.

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