terça-feira, abril 02, 2024

Moro está a um voto de ser inocentado no Paraná, e cassação será decidida no TSE

 Foto: Pedro França/Divulgação/Agência Senado

Opositores do ex-juiz já consideram a derrota como praticamente certa e se preparam para recorrer à Corte Eleitoral em Brasília02 de abril de 2024 | 13:04

Moro está a um voto de ser inocentado no Paraná, e cassação será decidida no TSE

BRASIL

O ex-juiz Sergio Moro precisa de apenas mais um voto para ser inocentado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), o que afastará provisoriamente o risco de ele perder o mandato de senador.

Advogados, juristas e até mesmo os opositores mais ferrenhos de Moro têm certeza de que, além do relator, Luciano Falavinha Souza, que votou contra a cassação na segunda (1), outros dois juízes do TRE-PR serão favoráveis a permanência de Moro no Senado: Guilherme Frederico Hernandes Denz e Claudia Cristina Cristofani.

Como o colegiado que o julga tem sete integrantes, Moro precisa de apenas mais um voto para formar o placar de 4 a 3 que garantirá a sua vitória.

A derrota de seus opositores, portanto, é dada como praticamente certa.

As ações contra o ex-juiz são movidas pelo PT e pelo PL, que o acusam de abuso de poder econômico.

Eles devem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, caso o resultado negativo para seus pleitos se concretize.

Na corte, a situação é considerada menos favorável a Moro.

Há precedentes, inclusive, de reverão completa de resultados de julgamentos do TRE-PR no TSE.

O advogado Luiz Eduardo Peccinin, que representa o PT contra Moro, advogou, por exemplo, pela cassação do mandato de deputado federal de Deltan Dallagnol.

Perdeu por 6 a 0 no TRE-PR. Recorreu ao TSE, e saiu vitorioso por um placar de 7 a 0 contra o ex-procurador, que perdeu o cargo no ano passado.

Mônica Bergamo, Folhapress

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Polícia Federal assume a derrota e encerra as buscas em Mossoró

Publicado em 2 de abril de 2024 por Tribuna da Internet

Agentes da Força Nacional começam a chegar a Mossoró | Agência Brasil

Agentes da Força Nacional também já deixaram Mossoró

Paulo Cappelli
Metrópoles

O Comando de Operações Táticas (COT) da Polícia Federal encerrou as buscas pelos dois detentos que escaparam do presídio de segurança máxima em Mossoró. A coluna apurou que a unidade de elite da PF deixou o Rio Grande do Norte no último sábado (30/3), após um mês e meio de mobilização.

Na equipe que participou das buscas, havia policiais com treinamento específico para atuar na Caatinga, bioma da região. Dezoito homens do COT estavam em Mossoró desde 16/2, dois dias após a fuga de Deibson Nascimento e Rogério Mendonça, integrantes do Comando Vermelho (CV).

UNIDADE DE ELITE – O grupo já regressou a Brasília, onde fica a base do Comando de Operações Táticas da Polícia Federal. Acionada em casos extremos, a unidade de elite é responsável por intervenções complexas que exijam preparo além do convencional das forças policiais.

Integrantes da PF que participaram das buscas relataram à coluna que a grande quantidade de cavernas da região e a vasta oferta de alimentos naturais, como frutas, dificultam a captura dos fugitivos. Desde 1987, quando o COT foi fundado, nenhum policial do comando foi morto em serviço.

A Força Nacional também deixou as buscas em Mossoró, em alinhamento com o novo planejamento traçado pelo Ministério da Justiça para capturar os fugitivos. Apenas em diárias, o MJ pagou R$ 1,3 milhão aos agentes da Força Nacional pelo período das buscas.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A notícia é decepcionante e cavernosa para o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, que já está com prazo de validade vencido e deveria pedir o boné. Mossoró abriga parte das mais de 200 cavernas do Parque Nacional de Furna Feia, que foram vasculhadas pela Polícia Federal, com apoio da Guarda Nacional. Mas dizer que os dois fugitivos poderiam estar nas cavernas era Piada do Ano. A fuga foi absolutamente profissional, com tudo planejado à perfeição. No entanto, a Polícia Federal, para atender a Lewandowski, teve de vasculhar toda a região, quando os dois chefões do PCC já estavam longe, ridicularizando o presídio de segurança máxima, digo, mínima. (C.N.)

Acusadores de Moro não souberam fazer as contas e põem a culpa no relator

Publicado em 2 de abril de 2024 por Tribuna da Internet

Advogado do PT cobra maturidade de Dallagnol após discurso - Congresso em Foco

Conta do advogado do PT é 90% maior do que a do juiz

Catarina Scortecci
Folha

Primeiro magistrado a se manifestar no julgamento que pode cassar o senador Sergio Moro (União Brasil-PR), o desembargador Luciano Carrasco Falavinha, do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Paraná, votou pela improcedência do pedido nesta segunda-feira (1º). A sessão foi encerrada na sequência, e o julgamento será retomado na quarta-feira (3).

Os advogados do PT e do PL, partidos que apresentaram as ações contra Moro, criticaram o posicionamento de Falavinha, relator do caso. Para ele, não houve gastos excessivos na pré-campanha de Moro e abuso de poder econômico, como alegam as siglas autoras das ações.

DESCULPAS DO MORO – “Foi um voto que, para nós, é bastante equivocado em várias premissas. Eu acho que acaba aceitando muitas desculpas do Moro para apagar o caminhão de dinheiro que injetou na sua pré-campanha”, afirmou à Folha Luiz Eduardo Peccinin, advogado do PT.

“O voto do relator foi bastante complacente num ponto muito delicado, onde ele desconsiderou os gastos de uma campanha presidencial, como se fossem gastos que pudessem ser não computados por um abuso de poder econômico”, disse Bruno Cristaldi, advogado do PL.

“Isso abre um precedente perigosíssimo de pessoas se candidatarem para um cargo com teto de campanha muito maior, sabendo que podem fazer um gasto que não vai ser computado por uma campanha seguinte”, afirmou ele em entrevista à imprensa após a sessão.

FAZER AS CONTAS – Gustavo Guedes, advogado do Moro, por sua vez, disse que o voto de Falavinha está alinhado ao que sustenta a defesa. “Ele [voto do relator] vem em linha com a defesa, no sentido de que todos os gastos deveriam ser individualizados e analisados um a um. O que os partidos autores tentaram fazer foi juntar, unificar todos esses gastos para torná-los muito maiores”, disse. “A gente espera que esse voto do relator se mantenha na sequência da votação. A expectativa é que termine na quarta-feira.”

As representações do PT e PL, que tramitam em conjunto, apontam que o parlamentar teria feito gastos excessivos no período da pré-campanha eleitoral ligada ao pleito de 2022, o que a defesa do senador nega.

Para as autoras, a campanha de Moro ao Senado se beneficiou da pré-campanha à Presidência da República, quando o ex-juiz da Operação Lava Jato estava no Podemos.

RELATOR DISCORDA – O desembargador Falavinha disse discordar desses argumentos, assim como do Ministério Público, que tinha apresentado parecer pela cassação. “Não há gravidade nos atos e nas despesas que ficaram demonstradas na pré-campanha, nada há que tivesse causado desequilíbrio ou vantagem aos investigados”, disse.

“Entender que esses valores seriam abuso de poder é hipérbole que o direito não contempla.”

Uma das controvérsias ao longo do processo é a definição sobre quais despesas seriam ou não de pré-campanha. No cálculo feito pelo Ministério Público, elas chegam, no mínimo, a pouco mais de R$ 2 milhões – ainda inferior às somas feitas por PL e PT. Já a defesa de Moro falou em gastos de R$ 141 mil.

OUTRO RESULTADO – Ao longo de seu voto, Falavinha trouxe a soma de cerca de R$ 224 mil para atos de pré-campanha de Moro para o cargo de senador. Assim como argumenta a defesa do ex-juiz, o relator entendeu, por exemplo, que apenas as despesas realizadas no Paraná deveriam ser consideradas.

Ele avaliou ainda que diferentes gastos não poderiam ser incluídos, como despesas que acabaram não sendo efetivamente pagas ou serviços de segurança.

O relator disse ainda que, para comprovar tese das siglas autoras, de que os gastos de pré-campanha devam ser todos somados, seria preciso atestar, entre outros itens, que Moro tivesse a intenção deliberada e declarada, desde o início, de ser candidato a senador no Paraná. “Candidatura não nasce da noite para o dia. São construídas no dia a dia, dentro dos partidos”, argumentou.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Em tradução simultânea, os acusadores de Sérgio Moro faltaram às aulas de Aritmética e não souberam fazer as contas direito. O desembargador refez os cálculos e chegou a um resultado inferior em quase 90%, uma diferença abissal, e não adiante colocar a culpa no juiz, que tem contadores especializados à sua disposição. O resto é folclore, como diz Sebastião Nery. (C.N.)

Tista de Deda: Um Líder, um Grupo, uma Força Imbatível.


O jornalista Junior de Santinha, em sua análise perspicaz, desvenda a força do grupo liderado pelo pré-candidato Tista de Deda. Um grupo coeso e firme, construído ao longo do tempo, com alicerces sólidos de confiança e lealdade.

Um time insubstituível?

A substituição de membros, quando necessário, não causa abalos na estrutura do grupo. A coesão é tamanha que a "solução de continuidade" é inexistente. Essa característica singular demonstra a força e a maturidade política do grupo de Tista de Deda.

Inelegibilidade? Fake News!

As "aves agourentas" que propagam a inelegibilidade de Tista de Deda demonstram desconhecimento da realidade jurídica. O processo em questão está prescrito, e não há impedimentos legais para sua candidatura.

Tista de Deda: Candidatura Forte e Consolidada

Com base em fatos concretos e análise profunda, podemos concluir que Tista de Deda se apresenta como um candidato forte e consolidado. Seu grupo coeso, sua trajetória política e a inexistência de impedimentos legais o colocam em posição de destaque no cenário político.

Argumentos Relevantes:

  • Coesão e firmeza do grupo, mesmo com substituições.
  • Inexistência de "solução de continuidade" na dinâmica do grupo.
  • Prescrição do processo que gerou boatos de inelegibilidade.
  • Ausência de impedimentos legais para a candidatura.
  • Trajetória política de Tista de Deda e sua liderança consolidada.

Conclusão:

Tista de Deda é um nome forte na disputa eleitoral. Seu grupo coeso, sua experiência política e a inexistência de impedimentos legais o colocam como um candidato com grande potencial de sucesso.


Tista de Deda: Um Grupo Coeso e Inabalável


Bolsonaro volta a mostrar desespero sobre prisão e diz que vai 'atirar para matar' caso seja detido

 


Ex-presidente repete que irá reagir com violência extrema, caso seja preso

Por INFORME JB com JB Polícia
redacao@jb.com.br

Publicado em 02/04/2024 às 09:40

Alterado em 02/04/2024 às 09:42

Bolsonaro prossegue desafiando Alexandre de Moraes reprodução do Instagram

Jair Bolsonaro voltou a repetir que irá reagir com violência extrema caso seja detido, repetindo o que já disse a um ministro do Supremo, no primeiro fim de semana de agosto, numa conversa no Palácio da Alvorada: “Eu atiro para matar, mas ninguém me leva preso. Prefiro morrer”, afirmou Bolsonaro na época.

Desta vez, de acordo com o jornalista Guilherme Amado em sua coluna no Metrópoles, o gesto se repete com mais intensidade. “Agora, Bolsonaro voltou a falar em ‘atirar para matar', numa conversa recente com um deputado de seu partido”. (com Brasil 247)

 

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