segunda-feira, setembro 02, 2019

Bolsonaro confirma indicação de nomes solicitados por parlamentares no Cade e na Anvisa

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Charge do Edra (Arquivo Google)
Lorenna Rodrigues
Estadão
O presidente Jair Bolsonaro admitiu que atendeu a pedidos de parlamentares ao fazer indicações para vagas em órgãos como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em almoço com jornalistas, no sábado, Bolsonaro disse que precisa ceder a deputados e senadores para “conseguir governar”, mas disse manter sob sua responsabilidade a maioria das indicações. “Essas agências têm superpoderes”, completou. Bolsonaro afirmou que tem recebido solicitações para cargos em todo o poder público.
NEGOCIAÇÕES – Pedidos para nomeações em hospitais teriam chegado a ele por meio do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “Falei para o Mandetta, se aceitar, colocar na porta uma placa escrito: ‘o diretor desse hospital foi indicado pelo deputado fulano’. Ninguém quis”, disse. Há dez dias, o Estado mostrou que as indicações de novos nomes para o Cade por Bolsonaro atendia a senadores, em um momento em que o Palácio do Planalto negocia a aprovação do nome do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente, para a embaixada do Brasil nos Estados Unidos. Na ocasião, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) afirmou que as indicações ao conselho ou a qualquer outra agência reguladora “são prerrogativa exclusiva do Executivo”. “Todos os nomes indicados serão devidamente sabatinados no Senado, onde os indicados poderão provar suas capacidades.”
Em junho, Bolsonaro reclamou que a Câmara tentava transformá-lo numa “rainha da Inglaterra” ­- que reina, mas não governa – ao aprovar projeto de lei que mudava a forma de indicação para agências reguladoras. A proposta previa que os nomes fossem escolhidos a partir de lista tríplice. O trecho foi posteriormente vetado pelo presidente. “Fui informado agora que foi aprovado na Câmara um projeto que faz com que a indicação dos integrantes das agências passe a ser privativa do Parlamento. Eu não posso mais indicar”, criticou Bolsonaro na ocasião. O projeto, porém, não retirava a prerrogativa do presidente de indicar, mas previa que o nome fosse escolhido de uma lista pré-selecionada por uma comissão e seguisse critérios objetivos, como experiência na área e especializações.

Congresso confrontará Bolsonaro nos vetos à Lei de Abuso de Autoridade


Para Barros, Congresso tenta evitar o máximo de vetos
Naira Trindade
O Globo
Apesar da declaração do presidente Jair Bolsonaro de que pretende vetar nove pontos do projeto de abuso de autoridade , aprovado na Câmara dos Deputados em agosto, líderes do Congresso afirmam que vão intensificar os trabalhos esta semana para tentar reverter esses vetos e, assim, evitar que sejam derrubados quando passarem pela chancela do Congresso. O relator da proposta na Câmara, deputado federal Ricardo Barros, disse ao O Globo que pelo menos quatro pontos não deveriam ser retirados da legislação: a condenação por negar ao interessado, seu defensor ou advogado acesso aos autos de investigação; a possibilidade de perda do cargo, mandato ou função pública a partir da condenação (em caso de reincidência); a condenação por obtenção de prova por meio manifestamente ilícito; e decretar prisão ou deixar de conceder liberdade em manifesta desconformidade com a lei.
Bolsonaro falou sobre os vetos no último sábado, em almoço com jornalistas, no Quartel-General do Exército, em Brasília. “Isso já está definido. Vamos vetar nove dos dez pedidos”,  afirmou o presidente. Líderes no Congresso dizem ter costurado um acordo com o governo para que seja vetado apenas o artigo 17, que prevê pena de seis meses a dois anos de prisão para o policial que utilizar algemas nas situações em que não houver resistência à prisão, ameaça de fuga ou risco à integridade do preso. Segundo Barros, o acerto contava com o aval do líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO). Na última semana, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, decidiu sugerir ao presidente a exclusão de nove dispositivos do projeto. Na lista estão os artigos que proíbem prisões em “desconformidade com a lei”, flagrante preparado e uso de algemas quando o preso não oferece resistência à ação policial.
LIMITAÇÃO – Na avaliação do ministério, a detenção de 1 a 4 anos para magistrado que decretar prisão “em manifesta desconformidade com as hipóteses legais” limita a liberdade do juiz de decidir. Após o pedido de Moro, Vitor Hugo também enviou a Bolsonaro outra relação com 10 artigos que poderiam ser vetados por entender que atentam contra a atuação das polícias e a autonomia e independência dos juízes, promotores e procuradores. Pelo menos seis artigos da lista de Vitor Hugo se repetem na de Moro. Entre eles, condenação a partir da prisão em “manifesta desconformidade com as hipóteses legais”.
Para Barros, o Congresso está empenhado agora em trabalhar para evitar o máximo de vetos. Ele disse que o líder do PP na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PB), ficou responsável pelas articulações junto ao Planalto. “Vamos ver o que pode ter acordo, mas se não houver, eventualmente haverá uma derrubada dos vetos. Mas isso ainda vai depender de uma orientação de todas as bancadas e é um outro momento do jogo. Nosso momento agora é para ele evitar vetar o máximo de coisas possíveis”,  afirmou Barros. O Congresso mostrou sua força ao derrubar o veto do presidente a penas mais rígidas para quem propaga fake news. Foram 326 votos favoráveis na Câmara e mais 48 no Senado. O governo só conseguiu apoio de 84 deputados e seis senadores.
“ABUSO” – Barros diz ainda que o presidente sabe a importância do projeto de abuso de autoridade, sugerindo como exemplo de “abuso” a investigação sobre a movimentação financeira contra o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) no Conselho de Controle das Atividades Financeiras (Coaf). “O presidente sabe exatamente do que se trata o assunto, inclusive por questões pessoais. Ele mesmo já passou esse problema de abuso com os vazamentos de Flávio Bolsonaro, que foram seletivos. Ele sabe o que está fazendo e nós no Congresso também sabemos o que estamos fazendo”, disse.

Dando satisfação aos leitores que merecem todo meu respeito

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Não recebi, intimidação, não tenho medo, apenas dei um até breve a todos vocês porque estou resolvendo problemas pessoais inadiáveis, estou sem condições de trabalhar.
Se Deus permitir ainda retornarei.

" Dizem que a democracia é o melhor dos regimes políticos, "..

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Foto Divulgação do Google



Dedé, entendo perfeitamente que ao você silenciar o Blog Dedemonralvao, o município de JEREMOABO perde muito com isto, inclusive, o pouco de nobreza que ainda resta em pequena parte desta nossa sociedade, já que a maioria é omissa, negligente, submissa e subserviente, quando diante dos nefastos governantes aqui eleitos, os quais fazem valer a máxima que diz: quando os bons se omitem, prosperam os maus.
É sabido por você da minha luta para implantar uma terceira via, um ano caminhada já passou, mas apenas duas vozes se levantaram em favor dessa bandeira, que foram: a professora Sara e o amigo Espedito Lima, o restante tem sempre uma condicionante, um mas...

Tenho certeza que Jeremoabo só tem a perder, até porque o seu trabalho não se vincula à quaisquer vantagens financeiras, você faz por gostar de escrever e tentar abrir essas mentes de pensar egocêntricos. Será mais um retrocesso na já fraca linha do conhecimento em nosso município, mas, infelizmente, sou forçado a concordar com você, Jeremoabo é uma causa perdida, seja pelo que aí está, seja por possível mudança que possa vir.
Seja qual for a nossa situação política para 2021, vamos estar entre a prisão e a escravidão, nada melhor do isso será possível vislumbrar para esses dias negros que nos aguardam.
Dizem que a democracia é o melhor dos regimes políticos, pois prevalece a vontade da sociedade por sua maioria, mas quando essa maioria não é capaz de agir com o devido discernimento, a liberdade de escolha nos conduz ao fundo do poço, principalmente quando o mandatário compreende que mantendo esse povo submisso através de migalhas doadas na dose certa, contribui para mante-los cativos e obedientes, mesmo quando mantidos à base do chicote e do grito.
Frente a está realidade, passo a fazer minhas as suas palavras, abandonando esta nave em que tenho sido piloto, co-piloto, tripulante e passageiro, isto mostra que quem está apanhando está satisfeito e gostando, consequentemente, não quer mudanças nem busca melhorias.

Nota da redação deste Blog - Companheiro José Mário, qualquer agradecimento que eu diga será pouco.
Obrigado

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Camamu: Prefeito eleito priorizará estradas e saúde; reeleição não é descartada

Segunda, 02 de Setembro de 2019 - 07:40


por Cláudia Cardozo, de Camamu / Francis Juliano
Camamu: Prefeito eleito priorizará estradas e saúde; reeleição não é descartada
Foto: Reprodução / Facebook
O prefeito eleito na eleição suplementar de Camamu, no Baixo Sul baiano, (ver aqui) Enoc Souza Silva (Patriota) disse que dará prioridade a ações na recuperação de estradas locais e na saúde. Segundo o gestor, o município, que tem 70% do território na zona rural, carece de medidas como reforma das estradas vicinais que servem tanto à economia, principalmente aos pequenos produtores, assim como à educação e à saúde. "Se não tem estrada, não entra médico, nosso alunos ficam com dificuldade de sair. Hoje, temos vários desafios, mas os principais são saúde e estrada", disse em entrevista ao Bahia Notícias.

Enoc declarou que vai viver "um dia de cada vez", mas não descarta nova candidatura nas eleições municipais de 2020 em que pode de novo pleitear o Executivo da cidade. "Se eu puder ir para a reeleição, vou sim. Porque é um mandato bem mais confortável, e de quatro anos, mas a minha preocupação é continuar trabalhando, cascalhando as estradas, cuidando do povo, pagando certinho em uma linha de governar pra todos", discursou.

O prefeito disse que não está nos planos mudar de partido. No entanto, afirma que não tem problema em migrar para outra sigla caso as circunstâncias mudem. "Não tenho problema nenhum em ir para qualquer partido. Sou do Patriota, graças a Deus não tenho problema, é um partido da base do governo, mas nosso foco não é partido", completou.

Bahia Notícias

Superintendente da PF no Rio é exonerado, ainda sem ter substituto

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Para blindar o filho, Bolsonaro cria uma crise na PF
Deu em O Tempo
(Estadão Conteúdo)
Personagem da crise envolvendo o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sergio Moro, o superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Ricardo Saadi, foi exonerado nesta sexta-feira, 30. Sua saída do cargo foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), em portaria assinada pelo secretário-executivo da pasta, Luiz Pontel.
A troca do superintendente do Rio foi antecipada por Bolsonaro, em entrevista a jornalistas, no dia 15, quando alegou “questão de produtividade”.
DESMENTIDO – A declaração surpreendeu a cúpula da PF que, horas depois, em nota, contradisse o presidente ao afirmar que a substituição já estava planejada e não tinha “qualquer relação com desempenho”.
Na ocasião, a PF informou que o delegado Carlos Henrique Oliveira Sousa, atual chefe do órgão em Pernambuco, será indicado como substituto de Saadi no Rio. A nomeação de Sousa, porém, não foi efetivada ainda.
A PF também não informa qual será o destino de Saadi. Ele negociava uma mudança para Brasília, onde fica a sede da corporação. 
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Em tradução simultânea, Bolsonaro culpa o ex-superintendente pelo problemas do filho Flávio e e do assessor Queiroz, finge que “manda” na Polícia Federal, uma instituição que honra este país, e ficamos combinados assim. (C.N.)

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