segunda-feira, setembro 02, 2019

Disputas acirradas pela vagas de candidatos do PSL a prefeito no RJ e em SP provoca rachas na legenda

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Hasselmann enfrenta resistência na executiva estadual de SP
Maiá Menezes e 
Guilherme Caetano
O Globo
A disputa pela vaga de candidato do PSL a prefeito nas duas maiores capitais do país — São Paulo e Rio de Janeiro —, nas eleições de 2020, já escancara rachas no partido de Jair Bolsonaro. No Rio de Janeiro, a legenda está dividida entre os que defendem a candidatura do deputado estadual Rodrigo Amorim e os que preferem o deputado federal Hélio Lopes — conhecido como Hélio Bolsonaro, chancelado pelo próprio presidente, de quem é amigo e confidente. Já em São Paulo, a principal postulante ao cargo é a deputada federal Joice Hasselmann, que enfrenta resistência na executiva estadual.
CRIVO – No último sábado, Bolsonaro afirmou, em almoço com jornalistas, que todos os candidatos do PSL terão que passar pelo seu crivo e defendeu lançar candidaturas próprias em, no máximo, dez capitais. O racha no PSL do Rio foi uma das primeiras crises do partido, com a demissão de Gustavo Bebbiano da Secretaria-Geral da Presidência. Braço direito de Bolsonaro, já era tido como candidato natural do partido no Rio. Mesmo sem o apoio, Bebianno diz a interlocutores que segue no páreo. O senador Flavio Bolsonaro, agora comandante do PSL no Rio, prefere a candidatura de Rodrigo Amorim, que também é ligado ao governador Wilson Witzel (PSC) e se aproximou do prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB). Witzel, no entanto, tem feito críticas ao presidente Jair Bolsonaro.
No último dia 17, Joice Hasselmann abriu a campanha dentro do PSL paulista ao transformar um evento de filiação à legenda em Barueri em uma espécie de ato de pré-lançamento de sua candidatura à prefeitura. O movimento irritou outros pretendentes ao cargo. A primeira manifestação de repúdio partiu do deputado estadual Gil Diniz — conhecido como “Carteiro Reaça”—, vice-presidente estadual do partido, que também tem planos de disputar a prefeitura da capital. “A executiva do PSL do estado de São Paulo informa que o partido não definiu nenhuma candidatura ao cargo de prefeito ou vereador de nenhum município e, no caso de escolha de prefeitos, promoverá assembleias para todos os municípios onde mais de um candidato do partido se apresentar para o pleito”, escreveu numa rede social.
CONTRA-ATAQUE – Na reação à nota, a deputada partiu para o ataque. “O carteiro não é muito bom na equação política. Se fosse, eu diria que ele está decidido a deixar a prefeitura para outro partido. Mas no final, acho que é só amadorismo mesmo. A maioria do partido não dará ouvidos a inexperiência e insensatez. O choro é livre”, afirmou Joice. Chefe de gabinete do deputado estadual Douglas Garcia e líder do Movimento Conservador, Edson Salomão é outro interessado na vaga de candidato do PSL em São Paulo que ataca Joice Hasselmann. “Ela está empurrando a candidatura goela abaixo do partido”, declarou.
Joice também enfrenta resistência de Carla Zambelli, sua colega na Câmara Federal, que na última semanaa criticou no Twitter por ter passado o fim de semana no Espírito Santo, onde também estava o governador João Doria (PSDB). Outro nome que chegou a ser cogitado para disputar a prefeitura de São Paulo pelo PSL foi o do apresentador José Luiz Datena, o preferido do deputado Eduardo Bolsonaro. No entanto, a possível ida do filho do presidente para a embaixada brasileira nos Estados Unidos dificultaria essa articulação. Na tentativa de se viabilizar como candidata, Joice tem contado com um aliado improvável, o senador Major Olímpio, com quem costumava trocar farpas até pouco meses. No entanto, Olímpio está articulando sua saída do PSL. Outro aliado de Joice foi expulso da legenda: o deputado federal Alexandre Frota, que rumou para o PSDB.
DISPUTAS – O cabo de guerra no PSL não se resume à capital. Na cidade de Santos, quem saiu na frente por uma indicação à prefeitura foi Júnior Bozzella. Mas ele já enfrenta a concorrência do juiz aposentado Ivan Sartori, que, mesmo filiado ao PSD, é casado com a presidente da executiva municipal do PSL, Cláudia Sartori. Em Campinas, a deputada estadual Valéria Bolsonaro, parente distante do presidente da República, deve enfrentar a resistência de Eduardo Bolsonaro, que tem demonstrado interesse em apoiar um candidato de outra legenda, o vereador Tenente Santini (PSD). O PSL do Rio Grande do Sul também deve acompanhar uma batalha entre os deputados federais Bibo Nunes e Nereu Crispim, que pretendem disputar a prefeitura de Porto Alegre.

Água e conselho, só se dá a quem pede

Resultado de imagem para quem se vende é canalha





Durante todo tempo que critiquei o governo Deri, foi porque não concordava com as irregularidades praticadas pelo mesmo, porém, mesmo havendo inúmeras denúncias e representações contra o aludido,  nunca chamei o gestor de desonesto, pois enquanto uma Sentença não for transitada em julgado não poderemos condenar ninguém, isso enquanto a nossa Constituição estiver vigorando.

Acontece que os puxa-sacos, aqueles que além de puxa-saco puxa o tapete também, querendo julgar os demais espelhando nos seus atos mesquinhos e rasteiros no seu modo de agir, andam dizendo, e indiretamente acusando  o prefeito Deri do Paloma, que o mesmo está exercendo o papel de canalha e de desonesto; ´pois comprou o silêncio desse Blog para que o mesmo permanecesse calado, não denunciasse nada.
Repito, a pessoa que compra outra para não denunciar improbidades é mais canalha e desonesta do que quem se vende.
Convivi com o senhor Deri do Paloma por mais de dez anos, sempre mantivemos um relacionamento, cordial e respeitoso, continuo acreditando que o mesmo não se dá ao papel de querer comprar a personalidade nem consciência de ninguém, aliás, honra e dignidade não se vende. 

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DECISÃO: Professora universitária garante direito à licença para acompanhar cônjuge transferido para outra localidade


30/08/19 19:13
DECISÃO: Professora universitária garante direito à licença para acompanhar cônjuge transferido para outra localidade
A Segunda Turma do Tribunal Regional Federal 1ª Região (TRF1) negou provimento à apelação da União contra a sentença, do Juízo Federal da 1ª Vara da Seção Judiciária do Amazonas, que deferiu o pedido de uma professora para concessão de licença para acompanhamento de seu cônjuge, com lotação provisória, em razão de transferência ex officio de seu esposo, funcionário do Banco do Estado do Amazonas, para a cidade de Itacoatiara/AM.
Na hipótese, a servidora é professora universitária do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM), lotada na cidade de Maué. A requerente é casada com um empregado público promovido a gerente de relacionamento do Banco do Amazonas (Basa) e que foi deslocado para o município de Itacoatiara, também no estado do Amazonas.
O relator, juiz federal convocado César Cintra Jatahy Fonseca, destacou que, tendo sido o cônjuge da parte autora movimentado da instituição pública à qual presta serviços, a servidora preenche os requisitos previstos no art. 84, § 2º, da Lei nº 8.112/90, havendo, inclusive, a possibilidade de ela exercer funções compatíveis com seu cargo em outra localidade.
Ressaltou o magistrado, em seu voto, “o amparo e a proteção constitutional que são conferidos à preservação da unidade familiar e o fato de a ruptura ter ocorrido em razão do deslocamento de um dos cônjuges, no interesse da Administração, de forma a contemplar o caráter fortuito e não planejado da situação, conforme ocorre no presente caso”.
A decisão foi unânime.
Processo nº: 0012348-68.2012.4.01.3200/AM
Data do julgamento: 10/07/2019 
Data da publicação: 23/07/2019
JS
Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Regional Federal da 1ª Região

Após nova cirurgia, Bolsonaro garante que falará da Amazônia na ONU “nem que seja de cadeira de rodas”


Bolsonaro passará por uma cirurgia para corrigir uma hérnia
Guilherme Mazui
G1
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira, dia 2, que participará da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) “nem que seja de cadeira de rodas”. O presidente disse que pretende falar no evento sobre a Floresta Amazônica. Bolsonaro passará por uma cirurgia no próximo domingo, dia 8, para corrigir uma hérnia (saliência do tecido) que surgiu no local onde ele fez três intervenções em decorrência da facada sofrida durante a campanha eleitoral do ano passado. Os médicos estimam que ele deve ficar 10 dias de repouso. A Assembleia-Geral da ONU está marcada para começar no dia 20 de setembro, em Nova York.
“Eu vou comparecer à ONU nem que seja de cadeira de rodas, de maca, vou comparecer. Porque eu quero falar sobre a Amazônia. Mostrar para o mundo com bastante conhecimento, com patriotismo, falar sobre essa área ignorada por tantos governos que me antecederam”, afirmou Bolsonaro na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada. O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, afirmou na última semana que a Amazônia deverá ser um dos temas abordados na Assembleia-Geral. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) o mês de agosto teve o maior número de focos de queimada dos últimos nove anos.
CRISE – O alastramento do fogo e as imagens da destruição da floresta geraram uma crise para o governo Bolsonaro, que recebeu críticas dentro e fora do Brasil com relação a sua política ambiental. Uma das principais vozes contra a postura do governo foi a do presidente da França, Emmanuel Macron. Ele chegou a afirmar que Bolsonaro mentiu sobre compromissos com a preservação da floresta e com o acordo do clima de Paris. Em resposta a Macron, Bolsonaro sugeriu que o líder francês tem interesses econômicos na Amazônia e que as potências mundiais ameaçam a soberania do Brasil na região.

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Bolsonaro confirma indicação de nomes solicitados por parlamentares no Cade e na Anvisa

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Charge do Edra (Arquivo Google)
Lorenna Rodrigues
Estadão
O presidente Jair Bolsonaro admitiu que atendeu a pedidos de parlamentares ao fazer indicações para vagas em órgãos como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em almoço com jornalistas, no sábado, Bolsonaro disse que precisa ceder a deputados e senadores para “conseguir governar”, mas disse manter sob sua responsabilidade a maioria das indicações. “Essas agências têm superpoderes”, completou. Bolsonaro afirmou que tem recebido solicitações para cargos em todo o poder público.
NEGOCIAÇÕES – Pedidos para nomeações em hospitais teriam chegado a ele por meio do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “Falei para o Mandetta, se aceitar, colocar na porta uma placa escrito: ‘o diretor desse hospital foi indicado pelo deputado fulano’. Ninguém quis”, disse. Há dez dias, o Estado mostrou que as indicações de novos nomes para o Cade por Bolsonaro atendia a senadores, em um momento em que o Palácio do Planalto negocia a aprovação do nome do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente, para a embaixada do Brasil nos Estados Unidos. Na ocasião, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) afirmou que as indicações ao conselho ou a qualquer outra agência reguladora “são prerrogativa exclusiva do Executivo”. “Todos os nomes indicados serão devidamente sabatinados no Senado, onde os indicados poderão provar suas capacidades.”
Em junho, Bolsonaro reclamou que a Câmara tentava transformá-lo numa “rainha da Inglaterra” ­- que reina, mas não governa – ao aprovar projeto de lei que mudava a forma de indicação para agências reguladoras. A proposta previa que os nomes fossem escolhidos a partir de lista tríplice. O trecho foi posteriormente vetado pelo presidente. “Fui informado agora que foi aprovado na Câmara um projeto que faz com que a indicação dos integrantes das agências passe a ser privativa do Parlamento. Eu não posso mais indicar”, criticou Bolsonaro na ocasião. O projeto, porém, não retirava a prerrogativa do presidente de indicar, mas previa que o nome fosse escolhido de uma lista pré-selecionada por uma comissão e seguisse critérios objetivos, como experiência na área e especializações.

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