segunda-feira, fevereiro 04, 2019

No Piaui contratar sem o devido concurso público dá indisponibilidade de bens, já em Jeremoabo tudo pode.


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O Ministério Público do Estado do Piauí ajuizou, no dia 30 de janeiro, ação civil de improbidade administrativa contra o prefeito de Francisco Ayres, Valkir Nunes de Oliveira, acusado de ...

ACM Neto pilota agora o partido mais forte do país, por Raul Monteiro*


Foto: Divulgação/Arquivo

Novo presidente do Senado, Davi Alcolumbre
Há pelo menos um mês o nome de Davi Alcolumbre circulava em meio ao DEM da Bahia como o do virtual presidente do Senado. O jovem senador do Amapá, desconhecido do grande público, era então apontado por democratas baianos como a aposta do articulador político do governo Jair Bolsonaro, deputado federal Onix Lorenzoni (DEM-SC), para presidir a Câmara Alta sob uma expectativa tão otimista quanto a que circundava a reeleição do presidente da Câmara dos Deputados, o também democrata Rodrigo Maia, a qual afinal acabou se confirmando um dia antes de forma muito mais fácil.
Era natural que a sucessão no comando do Congresso passasse ou fosse acompanhada de perto na Bahia pelo simples motivo de que o presidente nacional do DEM é o prefeito de Salvador, ACM Neto. Mais do que isso, principalmente porque Neto sempre soube da importância estratégica da conquista tanto para o seu mandato no comando da capital baiana como para seus projetos políticos futuros, o que inclui a sua própria sucessão, em 2020, mas, especialmente aquele cuja bandeira parece fincada muito mais adiante, por ocasião das eleições majoritárias de 2022.
Até então, no entanto, a prioridade sempre fora a manutenção do comando da Câmara dos Deputados nas mãos amigas de Rodrigo Maia. Sob este guarda-chuva, o prefeito de Salvador já manobrara com absoluta perícia no governo Michel Temer, tirando o máximo de proveito da posição de poder sob o controle do correligionário e, eventualmente, ajudando a constranger o adversário Rui Costa (PT), governador da Bahia, cujo forte, como é sabido, nunca foi a política. Dessa forma, a vitória de Alcolumbre pode ser considerada a verdadeira cereja do bolo para o democrata.
Ela é ainda mais significativa dada a maneira como o DEM se aproximou do novo presidente, emplacando três ministros num processo que não passou pelo controle do comando do partido. Foram escolhas pessoais de Bolsonaro que passaram, no máximo, pelo aval de Lorenzoni, as quais nunca puderam ser apontadas, de fato, como resultado da articulação da agremiação e de seu presidente. Não é o que acontece agora, quando o partido garante duas posições infinitamente mais importantes, exatamente porque independentes do Executivo.
Se com a manutenção do controle da Câmara já se prenunciava que o papel do DEM no plano nacional seria largamente mais importante do que aquele que poderia lhe ser conferido pela indicação de ministros no governo, a eleição no Senado apenas confirma que o partido ascende à posição de legenda mais relevante do país num momento, inclusive, de exclusão do MDB. E não há como não repetir, como registrou a mídia brasiliense ontem, que o sucesso do democratas em Brasília acaba coroando também o triunfo do prefeito de Salvador.
* Artigo do editor Raul Monteiro publicado na edição de hoje da Tribuna.
Raul Monteiro*

'Dora Kramer me assediava', ataca Renan Calheiros depois de artigo



'Dora Kramer me assediava', ataca Renan Calheiros depois de artigo
Foto: Jonas Pereira/Agência Senado
O senador Renan Calheiros (MDB) atacou a colunista da revista Veja, Dora Kramer, após a jornalista o chama-lo de arrogante em um artigo. Em uma postagem no Twitter, o emedebista disse que Kramer o assediava. 

"A Dora Kramer acha que sou arrogante. Não sou. Sou casado e por isso sempre fugi do seu assédio. Ora, seu marido era meu assessor, e preferi encorajar Geddel e Ramez, que chegou a usar um membro mecânico para namorá-la. Não foi presunção. Foi fidelidade", disse Renan.

Após a repercussão da postagem, Renan apagou. Nas redes sociais, jornalistas defenderam Dora Kramer. Colunista do jornal Estado de São Paulo, Vera Magalhães chamou o senador de "cafajeste" e "machista". No artigo publicado na Veja, Kramer atribui a derrota de Renan na disputa pela presidência do Senado à “própria arrogância”.


Investigação indica que a Diretoria de Geotecnia causou rompimento da barragem


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Saliba, diretor de Geotecnia, é o principal foco da investigação
Carlos Newton
Reportagem do jornal O Tempo, de Belo Horizonte, revela que a Polícia Federal em Minas Gerais concluiu, no início da madrugada deste sábado (2), os interrogatórios dos engenheiros presos na operação da última terça-feira, suspeitos de terem cometido irregularidades na fiscalização da barragem Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho.  Os depoimentos possuem alto teor técnico e abordam, principalmente, questões sobre o trabalho de vistoria e relatórios feitos sobre a barragem.
Diz o jornal que integrantes da PF que fazem parte das atividades de investigação passaram a acreditar que a responsabilidade pela tragédia partiu da diretoria de Geotecnia da Vale, além da presidência da empresa, que supervisiona os trabalhos dos diretores.
MAIOR SUSPEITO – Ao citar a diretoria de Geotecnia, os delegados federais estão se referindo ao diretor de Estratégia, Exploração, Novos Negócios e Tecnologia, Juarez Saliba de Avelar, já mencionado antes aqui na “Tribuna da Internet”, com absoluta exclusividade, como um dos responsáveis pela tragédia de Brumadinho.
Recorde-se que, depois da tragédia de Mariana, ocorrida em novembro de 2015, o engenheiro Fábio Schvartsman foi aprovado para presidir a companhia e seu lema ao tomar posse foi “Mariana nunca mais”. Um de seus primeiros atos foi nomear Saliba como assessor especial, encarregado de avaliar o risco de todas as barragens.
Seu trabalho foi tão aplaudido por Schvartsman que rapidamente Saliba acabou se tornando diretor da empresa e lhe foram concedidos amplos poderes.
PUNIÇÃO – Assim, a reportagem de O Tempo confirmou as denúncias que vêm sendo feitas aqui na Tribuna da Internet, com absoluta exclusividade. As investigações se concentram nas atuações do diretor Juarez Saliba de Avelar e do presidente Fábio Schvartsman, que desde a tragédia, no dia 25 de janeiro, vem insistindo na tese de que a barragem do Córrego do Feijão não tinha riscos, porque desde 2015 as atividades estavam inativas, o que não era verdade, pois a Vale mantinha centenas de empregados trabalhando no local, e mais de 300 deles morreram soterrados pela lama.
Por fim, diz o jornal mineiro que a investigação da Polícia Federal ainda não cita nomes de políticos, mas está havendo monitoramento de contratos que foram feitos entre empresas ligadas a parlamentares e a barragem em questão.
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P.S. 
– Conforme afirmamos aqui na TI, a Polícia Federal agiu acertadamente ao prender os engenheiros, que prestaram preciosos depoimentos e direcionaram as investigações. Mas o presidente e o diretor deveriam ter sido presos na mesma ocasião, para evitar que desfizessem provas. Note-se que as imagens feitas pelas câmaras da Vale não foram divulgadas pela Vale, mas por funcionários revoltados com a postura da empresa. A própria Vale é que deveria ter entregue essas imagens à Polícia Federal no mesmo dia da tragédia, para facilitar as investigações, mas não o fez, por motivos óbvios(C.N.)

Na Previdência, muitas dúvidas ainda sobre capitalização para aposentadorias


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Charge do Bruno Galvão (Arquivo Google)
Pedro do Coutto
Geralda Doca, em O Globo edição de ontem, revela que ainda provoca dúvidas o regime de capitalização para concessão de aposentadorias quanto aos trabalhadores e servidores regidos pela CLT. Assinala a repórter que a equipe do ministro Paulo Guedes não superou as dúvidas quanto a eficácia do sistema capaz de resolver o problema. Os economistas Fábio Gambiagi e Luis Eduardo Moura numa simulação concluíram que para sustentar a capitalização seria necessário uma contribuição de 32% além da contribuição atual. Isso de um lado.
De outro, a controvérsia em torno do fato de a reforma só abranger os contratados a partir de agora, tendo 20 anos de idade, e aí contribuiria durante 35 anos.
RENDA MAIS ALTA – Gambiagi acha possível uma aliquota que não cause uma impossibilidade concreta. Chegaram os dois economistas a uma conclusão de que apenas poderiam ingressar na capitalização os celetistas com renda mais alta, a fim de possibilitar um desconto em torno de 30%. Com isso, o trabalho de concluir um projeto capaz de ser viável exigirá, portanto, novas etapas para sua elaboração, o que sem dúvida alguma, penso eu, terá que ingressar num sistema que se torne viável e possa ser aprovado pelo Congresso.
A equipe econômica admite a possibilidade da participação de recursos do FGTS entre 4 e 5% para incorporação dos recursos capazes de garantir a própria capitalização de cada trabalhador. Nesse caso, os recursos do FGTS deixariam de se destinar ao financiamento do programa voltado para o financiamento da casa própria. As dúvidas persistem, como se observa.
NADA MUDA – No caso do FGTS ,a destinação de recursos financeiros pAra a conta dos que vão se aposentar depois de aprovado o projeto apenas substitui o objetivo por outro.
E tem que se considerar que a capitalização não poderá incluir os grupos de renda menor. Pois estes não possuem sobra para efetuar o desconto, criando assim um impasse material inevitável.
O fato concreto é que até hoje, depois de muitos estudos, a equipe de Paulo Guedes não conseguiu alcançar um consenso na base da introdução de um sistema previdenciário por outro. Inclusive a ideia dominante e se baseia na hipótese de as empresas empregadoras terem o percentual destinado ao INSS reduzido de 20 para somente 8,5%, o que inviabilizaria definitivamente a Previdência Social.

Novo presidente do Senado é investigado em dois inquéritos pelo Supremo


O presidente do Senado, 01/02/2019 Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo
Davi Alcolumbre pretende prestar bons serviços ao governo
André de Souza 
O Globo
O novo presidente do Senado,  Davi Alcolumbre (DEM-AP), eleito no sábado em sessão tumultuada, é investigado em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal, que investigam possíveis crimes ocorridos durante a campanha eleitoral de 2014, quando ele se elegeu senador. A investigação sobre o caso na Justiça Eleitoral já foi arquivada, mas segue em andamento no STF. O senador nega qualquer irregularidade. À Justiça Eleitoral, ele defendeu a legalidade dos gastos e destacou que suas contas foram aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Amapá.
São dois inquéritos. O mais antigo e mais amplo foi aberto em 2016. Segundo a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, Alcolumbre é investigado em razão da “utilização de notas fiscais frias inidôneas para a prestação de contas, ausência de comprovantes bancários, contratação de serviços com data posterior à data das eleições, entre outras”. Também segundo Dodge, há cheques que, embora emitidos a empresas que teriam prestado serviços ao candidato, foram endossados pelo contador da campanha ou sacados em espécie na boca do caixa.
NOTAS FRIAS – O segundo inquérito é mais recente, de 2018, e diz respeito à apresentação de notas fiscais frias na prestação de contas da eleição de 2014. Como são assuntos conexos, os dois inquéritos estão correndo em conjunto no STF, por decisão do juiz instrutor Fernando Brandini Barbagalo, que trabalha no gabinete da ministra Rosa Weber, relatora dos processos.
No pedido de abertura do segundo inquérito, Dodge reconheceu que o processo não foi adiante na Justiça Eleitoral, mas destacou que isso não impede que o caso possa ser investigado em outras instâncias. A Justiça Eleitoral concluiu que o senador não teve ciência prévia de que as notas fiscais eram falsas. Também entendeu que não houve prova da participação dele na falsificação. Raquel Dodge discordou: “Ressai improvável o alegado desconhecimento e, efetivamente, a não participação do parlamentar. Para a segurança necessária para eventual oferecimento de ação penal, no entanto, o aprofundamento da apuração é medida necessária.”
ESTÁ CONFIANTE – A assessoria do presidente do Senado afirmou, por meio de nota, que as investigações vão provar que ele não teve envolvimento nas acusações. “Os dois inquéritos estão relacionados à prestação de contas da campanha de Davi Alcolumbre ao Senado em 2014. A prestação de contas foi aprovada pelo TRE do Amapá. O senador Davi Alcolumbre confia que, ao final das apurações, ficará provado que ele não teve envolvimento algum com as acusações que lhe são feitas”, diz a nota.
Em 2013, Alcolumbre, então deputado federal, também foi investigado por supostas ligações com o doleiro Fayed Trabouli, no escândalo sobre desvios de dinheiro de fundos de pensão de prefeituras e governos estaduais. Os indícios sobre o suposto envolvimento de parlamentares com o grupo de Fayed foram obtidos de forma incidental, em gravações telefônicas, durante as investigações da Operação Miquéias. O doleiro é suspeito de desviar R$ 50 milhões.
ALGUMAS CONVERSAS – Quando as informações sobre os supostos vínculos de Alcolumbre com o doleiro vieram à tona, ele confirmou, ao Globo, que manteve algumas conversas com Fayed.  Os dois tinham sido apresentados um ao outro no cafezinho da Câmara. O senador negou, no entanto, que tratou com ele de assuntos financeiros.
— Falamos sobre política e economia. Falei das forças políticas do meu estado. Ele me perguntou se Sarney era bom para o Amapá porque ele não é de lá — disse Alcolumbre, na época.
As investigações da Operação Miquéias foram barradas no Supremo Tribunal Federal (STF). O relator do caso, o ministro Marco Aurélio Mello decidiu anular interceptações telefônicas feitas pela Polícia Federal no período.
TRAJETÓRIA – Com 41 anos de idade, Alcolumbre é um dos mais jovens senadores em atividade. O senador iniciou carreira polítida em 2000, quando se elegeu vereador de Macapá. Dois anos depois, se elegeu deputado federal. Após completar três mandatos na Câmara, se elegeu senador.
Nas eleições para o Senado em 2014, Alcolumbre também provocou surpresa ao derrotar o ex-senador Gilvan Borges. Um dos caciques do então PMDB, Borges contava à época com o apoio de ninguém menos que o ex-presidente José Sarney, um dos políticos mais influentes do país.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Alcolumbre vem do mesmo barro da grande maioria dos políticos. Não é melhor nem pior do que seus pares. Em termos nacionais, ainda não é ninguém. Agora vamos conferir se vai conseguir segurar a onda na Mesa do Senado, onde pretende prestar serviços ao governo, o que não significa que estará defendendo os interesses nacionais, pois uma coisa ainda independe da outra, num país bipolar como o Brasil(C.N.)

“Banco Central independente” será a tacada decisiva do mercado financeiro


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Charge do Kayser (Arquivo Goolge)
Andre AraujoSite GGN
Fui testemunha presencial da fundação do Banco Central em 1966 por iniciativa de Roberto Campos. Eu era então funcionário do Banco do Brasil e quase todos meus colegas foram para o BC. Só não fui porque já tinha outro projeto em andamento. Conheci e fui amigo da turma pioneira do BC de Denio Nogueira, a primeira leva de funcionários veio toda do Banco do Brasil.
Esse “mantra” de Banco Central independente vem da mesma vala comum dos economistas neoliberais “de cartilha”, que não têm o mínimo conhecimento histórico do tema. Nunca existiu um Banco Central politicamente independente do Estado, no mundo real a história é outra.
E O FED? – Qual Estado digno desse nome abre mão do poder de comandar a economia? Ah, dirão os Tecos da vida, nos EUA o FED é independente da Casa Branca.
Errado. No meu pesado (quase um quilo) livro de 900 páginas “Moeda E Prosperidade”, Editora Top Books, trato em longos capítulos dos episódios da demissão “na marra” de dois chairmen do Fed, Eugene Mayer em 1933 por Franklin Roosevelt e, em 1952, Thomas Mc Abe pelo presidente Dwight Eisenhower. Ambos não eram afinados com a política econômica do Presidente dos EUA.
Sou amigo da neta de Eugene Meyer, Lally Weymouth, editora senior do jornal The Washington Post. Meyer foi depois o primeiro presidente do Banco Mundial, Roosevelt o demitiu porque ele não queria emitir moeda em grande escala para o New Deal, programa para enfrentar a Grande Depressão e o desemprego de 25%. Conheço os bastidores complexos dessa estória. Meyer era poderoso mas Roosevelt mandou ele desocupar a cadeira em uma hora e foi obedecido, ou seria possível Meyer enfrentar o popular presidente dos Estados Unidos?
É LENDA – Mas como assim, o Fed não é independente? É lenda! O poder polÍtico do presidente dos EUA vale 100, o do chaiman do Fed vale 1 ou será que tem alguma lógica um burocrata sem nenhum voto desafiar um Presidente da Nação com milhões de votos? Isso não existe! O poder politico simplesmente não pode ser afrontado por um burocrata sem votos.
O Presidente dos Estados Unidos pede para o chairman do Fed renunciar, o sujeito vai encarar? Vai ficar isolado do Governo? Claro que não. Então essa lenda é teórica, para coxinhas da CBN, na vida política real não existe.
Nos EUA o mandato do chiarman do Fed é duplo, assegurar estabilidade monetária e pleno emprego. Aqui querem a independência só com estabilidade monetária, o que é muito fácil, basta jogar a economia numa recessão, com alto desemprego, ninguém tem dinheiro, a inflação acaba.
ATRELAMENTO – Na hoje longa história do Banco Central do Brasil há dois períodos: de 1966 a 1994 o BC esteve a serviço do desenvolvimento econômico do Brasil, de 1994 até hoje está a serviço do mercado financeiro. Hoje basicamente, do Banco Itaú, que arrendou o Banco Central como satélite do conglomerado.
É bem verdade que nos governos do PT o Banco Bradesco tinha poder superior ao Itaú na regência do BC, são coisas da política e da simpatia.
Quando se fala hoje em independência do Banco Central está se falando exatamente do quê? Todos os dirigentes do Banco Central, a partir de 1994, vêm do mercado financeiro ou da universidade e depois vão para o mercado financeiro com o cacife de ter sido diretor do BC. A partir daí viraram multimilionários ou bilionàrios, manipulando a conexão Banco Central.
EXEMPLOS – Estão ai Arminio Fraga que vendeu sua Gavea Investimentos para a J.P. Morgan (dizem por US$ 700 milhões), Gustavo Franco que vendeu sua Rio Bravo para chineses (dizem por US$ 200 milhões), Luis Fernando Figueiredo criou sua Maua Investimentos. Todos ficaram podres de ricos e formam a “curriola” do Banco Central, que domina o BC intelectualmente e pelas suas conexões na mídia e no mercado financeiro internacional, lembrando que no caso americano do FED os sete diretores com mandatos de sete anos não tem conexão com o mercado financeiro, são economistas acadêmicos sem empregos em bancos.
Não precisa de lei, é regra escrita porque é inconcebível quem tem poder sobre a moeda ser antes ou depois beneficiario dessa posição para enriquecer.
PERGUNTEM A TRUMP – Que independência mais querem? São donos na prática do BC, mas querem ser donos de papel passado, com escritura e a obtusa, ignorante, idiota mídia econômica compra essa trapaça e vende ao público como uma grande vantagem para o país. É uma grande tacada, a independência de papel passado significa entregar o Banco Central às raposas e águias do mercado financeiro. O que ganha o país com isso?
Nenhum estado que se preze abre mão de poder e muito menos poder sobre sua moeda. Aos direitistas, perguntem ao Presidente Trump o que ele acha de Banco Central independente. Cuidado para não receberem um pontapé bem dado.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Enviado por Mário Assis Causanilhas, este artigo é da maior importância. Enquanto o governo brasileiro estiver refém do mercado financeiro (leia-se: dos banqueiros) este país jamais irá para a frente. Citar Roberto Campos para defender o “BC independente” é uma tremenda heresia dos neoliberais da atualidade. Inventaram que Roberto Campos criou o “BC independente” e ele depois se tornou submisso ao governo. Como diria o intelectual Lula da Silva, isso é “menas” verdade. Espera-se que os generais que assessoram Bolsonaro não caiam nessa esparrela. (C.N)

Servidores do Hospital Municipal de Jeremoabo alertam para quem de direito, que a escravidão no Brasil já foi abolida .

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Saiba como funciona a Lei das três fontes na apuração jornalística

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 Quando lei das três fontes descrevem pontos semelhantes diante do mesmo fato apurado, esta versão é tomada como verdadeira. É importante proporcionar ao leitor, conteúdo que seja suficiente para que ele crie uma opinião pessoal." (https://academiadojornalista.com.br).
É baseado nesse ensinamento que publicamos matérias neste Blog mesmo não estando no local para presenciar o fato ocorrido, é para isso que existe a internet e os informantes.
A denúncia acima recebi de servidores do Hospital Municipal de Jeremoabo, que achando-se prejudicados e lesados resolveram denunciar através da imprensa; porém, os responsáveis pelo que supostamente está acontecendo, tem todo o direito de contestar, e explicar a inconsequente disparidade.

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