A presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu as condições de governar o Brasil. É com pesar que esta Folha chega a essa conclusão. Enquanto Dilma permanecer no cargo, a nação seguirá paralisada.
Embora existam motivos para o impedimento, até porque a legislação
estabelece farta gama de opções, nenhum deles é irrefutável. O
impeachment tenderá a deixar um rastro de ressentimento. Já a renúncia
traduziria a consciência de que condições alheias à sua vontade a
impedem de se desincumbir da missão.
A mesma consciência espera-se do seu vice, Michel Temer (PMDB), que tampouco dispõe de suficiente apoio na sociedade.
A
bancada da bactéria, formada por deputados que tramam fugir da votação
do impeachment alegando problemas de saúde, agora tem um novo nome:
bancada da Folha de S. Paulo.
No
artigo de hoje, falo de um importante mecanismo da nossa democracia,
para garantir o cumprimento das leis, a estabilidade democrática e o
equilíbrio entre os poderes: o processo por crime de responsabilidade,
que é diferente do processo por crime comum, e que pode levar ao
impedimento.
Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura
sobre
Reinaldo Azevedo, jornalista, escreve este blog desde
2006. É autor dos livros “Contra o Consenso” (Barracuda), “O País dos
Petralhas I e II”, “Máximas de Um País Mínimo — os três pela Editora
Record — e “Objeções de um Rottweiler Amoroso” (Três Estrelas).
Perguntas que não querem calar: até quando as instituições
permitirão que Dilma cometa novos crimes para se livrar de um crime? Até
quando as instituições permitirão que ela use o cargo de presidente da
República para insuflar a guerra de todos contra a todos? Até quando as
instituições assistirão à chefe máxima da nação a denunciar crimes que
não existem apenas para se segurar no poder? Leia mais
O kirchnerista Ricardo Jaime, que comandou a pasta de Transportes na
Argentina entre 2003 e 2009, foi preso sob acusação de corrupção neste
sábado, em Córdoba, na Argentina. O juiz Julián Ercolini determinou a
reclusão do funcionário, que passou pelos governos de Néstor
Kirchner(2003-2007) e Cristina Kirchner (2007-2015), e de seu assessor
Manuel Vázquez por superfaturamento na compra de trens usados da Espanha
e de Portugal, em um negócio de 100 milhões de euros (R$ 404 milhões).
Leia mais
Enquanto congressistas mergulham nas discussões políticas sobre o
possível impeachment ou não da presidente Dilma Rousseff, uma proposta
para lá de embaraçosa tramita na Câmara dos Deputados e corre o risco de
ser aprovada já na próxima semana. O Partido dos Trabalhadores fere
suas próprias bandeiras que eram a 'defesa do funcionalismo' e a
"não-privatização de estatais". Leia mais
Na manhã desta sexta-feira, 1ª de abril, a Polícia Federal deu
início à 27ª fase da Lava Jato. Chamada de Operação Carbono 14, a etapa
colocou a imprensa sob a mira das investigações. O empresário Ronan
Maria Pinto, dono do Diário do Grande ABC, foi preso. Além dele, o
diretor do site Opera Mundi e colunista do Brasil 247, Breno Altman, foi
conduzido coercitivamente a prestar depoimento. A ação deslocou 50
policiais federais, que conduziram 12 ordens judiciais. Quem recebeu a
visita da PF neste Dia da Mentira desejou que fosse uma brincadeira em
comemoração à data, mas a operação é real. Leia mais
por Marcelo Rocha - revista istoé - 02/04/2016 - 09:02:15
Na quarta-feira 30, em audiência realizada na Comissão Especial da
Câmara dos Deputados que analisa o pedido de impeachment contra a
presidente Dilma Rousseff, a advogada Janaína Paschoal protagonizou uma
verdadeira aula de Direito. Leia mais
PP, PTN e PR estão entre as legendas que mais se
beneficiaram com o troca-troca partidário e estão na mira do governo
para tentar barrar o impeachment de Dilma
Trinta e oito políticos baianos são mencionados nas planilhas apreendidas pela Operação Lava Jato, da Polícia...
atarde.uol.com.br|Por Portal A TARDE
O
empresário Ronan Maria Pinto, dono do Diário do Grande ABC, e o
ex-secretário-geral do PT Silvio Pereira foram presos; o ex-tesoureiro
do PT Delúbio Soares foi levado a depor
No último dia 11 de março publiquei no blogue *Náufrago da Utopia*:
.
*"**Como sou um homem generoso, vou dar à presidente uma dica de como ela
ainda pode poupar-se de transpor a porta do fundo como cão escorraçado,
mas, pelo contrário, sair atirando, não só para deixar uma última marca no
bastião inimigo, como também, e principalmente, para prestar um serviço
inestimável ao povo brasileiro, comparável ao suicídio e carta com que
Vargas evitou que seu governo fosse herdado pelos ratos da época. *
*Dilma, convoque a imprensa para um pronunciamento decisivo e comunique ao
País e ao mu... mais »
Osso duro de roer, Mario Vitor Rodrigues
Assumo, sequer tentei, mas não é de hoje que me conheço e posso
garantir, teria sido impossível disfarçar meu constrangimento com o
artigo escrito por Wagner Moura, publicado na Folha de São Paulo
quarta-feira passada. (...)
Leia a íntegra no blog: http://goo.gl/fmBPEv ...Ver mais
ENTREVISTA
| "A democracia tem muito de conturbado, de sujo mesmo. Funciona assim.
O que impressiona é que no Brasil a resistência à baixaria seja tão
reduzida. É legítimo discordar da presidente, achar que ela é péssima.
Mas cadê o crime de responsabilidade?", questiona o escritor Mario
Sérgio Conti.
Impeachment
tem ao menos 261 votos na Câmara; contrários chegam a 117, por Gabriela
Caesar e Valmar Hupsel Filho, O Estado de S.Paulo
A menos de
duas semanas da data estimada para a votação do processo de impeachment
da presidente Dilma Rousseff no plenário da Câmara, 261 deputados
afirmaram ao Estado que votariam a favor da abertura do procedimento e
117 se posicionaram contra. Nove não quiseram se manifestar, 55 disseram
estar indecisos ou preferiam esperar a orientação p... Ver mais
Entre
Collor e Dilma, ele eleito com 53% dos votos e ela, com quase 52%, 24
anos se passaram, e muita água correu debaixo da ponte. Mesmo assim, há
razões para revisitar o passado para melhor entender o presente.