sexta-feira, outubro 08, 2010

Líder do movimento ficha limpa assina manifesto

Thomaz Pires

O juiz e presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (Abramppe), Marlon Reis, integrante do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, assinou nesta quinta-feira (7) o abaixo-assinado que pede uma decisão imediata do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a validade da lei para as eleições deste ano. Marlon aplaudiu a iniciativa e disse acreditar que a mobilização popular deverá ganhar adesão e forçar uma decisão da suprema corte.

Clique aqui para assinar o abaixo-assinado pela imediata decisão do STF sobre a Lei da Ficha Limpa

“O Brasil está aguardando uma decisão. Essa iniciativa é uma forma de mostrar aos dez ministros que eles não podem ficar de braços cruzados diante desse impasse”, afirma. Diante da situação de indefinição em torno da Lei da Ficha Limpa, é impossível conhecer a relação final dos eleitos para o Senado, a Câmara dos Deputados e assembléias legislativas.

A tese defendida pelo juiz Marlon é que o Supremo dispõe de instrumentos jurídicos para sacramentar um resultado a partir do empate que houve no julgamento do recurso do ex-candidato ao governo do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC). “O artigo 146 do regimento interno é claro. E estabelece que em caso de empate na votação será proclamada a solução contrária à pretendida ou à proposta. Nesse caso, é a decisão do TSE, que já havia considerada a Lei”, afirma.

O cenário de impasse deixa a eleição em muitos estados com resultado incerto. No Pará, por exemplo, há o risco de se ter de fazer um novo pleito para escolher os senadores, porque dois dos três candidatos mais votados estão neste momento com suas candidaturas sub judice. Também dependem do julgamento do STF as composições finais das bancadas de pelo menos sete estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Santa Catarina, Mato Grosso, Rondônia e Amapá.

PARA SE INFORMAR MAIS, leia:

Uma eleição sem resultado, e não se sabe até quando

Eleição de deputado pode se definir só em dezembro

Supremo decide não decidir sobre ficha limpa

Supremo arquiva recurso de Roriz contra Lei da Ficha Limpa

Os resultados (provisórios) das eleições de 3 de outubro

Ajude a limpar a política

Para limpar a política, é preciso separar o joio do trigo. Ajude a identificar os melhores parlamentares do país! Participe do Prêmio Congresso em Foco 2010!


Fonte: Congressoemfoco

Resultado já! Assine o abaixo-assinado!

Vamos pressionar o STF a definir logo se vale ou não a Lei da Ficha Limpa para as eleições deste ano. O Brasil precisa conhecer o resultado do pleito do último domingo

O STF precisa dizer qual foi o resultado final da eleição! Assine o abaixo-assinado pela definição já da validade da ficha limpa este ano

Clique aqui para assinar o manifesto pela imediata manifestação do Supremo Tribunal Federal!

Numa situação de completo absurdo, o Brasil foi às urnas no último domingo (3) sem saber claramente quais eram as regras das eleições.Após um empate em 5 a 5 no julgamento de recurso do ex-governador Joaquim Roriz, o Supremo Tribunal Federal simplesmente omitiu-se de decidir se a lei, que torna inelegíveis os candidatos que foram condenados por um tribunal colegiado ou que renunciaram de seus mandatos para não serem cassados.

Editorial: STF tem de definir já regra eleitoral

O resultado dessa omissão são eleições com resultado incerto em vários estados. No Pará, há o risco de se ter de fazer um novo pleito para escolher os senadores, porque dois dos três candidatos mais votados estão neste momento com suas candidaturas sub judice. Também dependem do julgamento do STF as composições finais das bancadas de pelo menos sete estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Santa Catarina, Mato Grosso, Rondônia e Amapá.

Se você, como nós, acha absurdo esse limbo para o qual o STF enviou por enquanto as eleições brasileiras, assine o abaixo-assinado e peça ao Supremo que julgue logo a questão. A democracia brasileira não pode continuar convivendo com tal incerteza, com tamanha insegurança.

Clique aqui para assinar o manifesto pela imediata manifestação do Supremo Tribunal Federal!

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Fonte: Congressoemfoco

Marcelo Rezende provoca a Glob

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CONTRATADO PELA RECORD, APRESENTADOR AFIRMA QUE A EMISSORA TEM JORNALISMO LIVRE

Nem estreou na Record e Marcelo Rezende já está se envolvendo em polêmica. Na propaganda em que anuncia sua chegada à emissora, ele faz questão de alfinetar o "Fantástico", da Globo, principal concorrente do "Domingo Espetacular". "Disseram assim: 'Ó, vai para lá, que o 'Domingo Espetacular' toda hora machuca o 'Fantástico'", afirma, referindo-se à audiência da atração, que vem crescendo. "E aí eu digo, então, que vou pegar esse trem por aqui que é bom. Quem quer ser primeiro lugar tem de ter uma coisa fundamental: ser livre", conclui o jornalista. Rezende rompeu seu contrato com a Band para reforçar a equipe do dominical e estreará no dia 17.

Fonte: Agora

Dilma vence em cidades do Bolsa Família

Folha de S.Paulo

Dilma Rousseff (PT) foi a candidata mais votada em 147 das 150 cidades com a maior cobertura do programa Bolsa Família, carro-chefe do governo Lula.

Ela só não foi a campeã de votos nos municípios de Roteiro (AL), Japaratinga (AL) e Melgaço (PA), onde José Serra (PSDB) ganhou. A média de votos de Dilma nessas 150 cidades foi de 78,5%, bastante superior aos 46,9% que obteve no resto do país. Serra teve média de 15,7% (contra 32,6% na votação nacional), e Marina Silva (PV), 5,8% (ante 19,4% no país).

Nas 150 cidades do ranking, mais de 71% das famílias recebem o benefício. Em Junco do Maranhão (MA), que está no topo da lista de cobertura do programa, 91,6% das famílias são contempladas. Lá, Dilma obteve 82% dos votos.

Entre as cidades analisadas, a votação recorde da candidata do PT foi em Carnaubeira da Penha (PE), onde obteve 92%. A cidade tem pouco mais de 12 mil habitantes espalhados em 2.603 domicílios. O grau de cobertura do Bolsa Família é de 77%: 2.004 famílias recebem o benefício. O valor gasto mensalmente pelo governo chega a R$ 216 mil.

Vitória do rival

Em Melgaço (PA), 149ª cidade no ranking, 54% dos eleitores votaram em Serra, uma de suas três vitórias nas 150 cidades analisadas.

O pescador Manoel Queiroz da Costa, 63 anos, morador de Melgaço, desconfiou quando a reportagem o informou sobre a vitória do tucano na cidade.

"A mais forte é aquela mulher, como é mesmo o nome dela?", perguntou. Ajudado por sua esposa, lembrou o nome de Dilma. Ele disse que não recebe o Bolsa Família.

Melgaço teve o dobro de abstenção do resto do país: 36% não foram às urnas no domingo. Nas eleições de 2006, o município teve a maior taxa de abstenção do país: 56,55%. Naquele ano, Lula bateu Geraldo Alckmin, do PSDB.

Já em Roteiro (AL), onde Serra obteve 47% dos votos e também ganhou, ele teve que disputar o apoio dos descontentes com Marina Silva (PV), preferida por 15% do eleitorado. Foi o melhor desempenho dela nas 150 cidades e o pior de Dilma (38%).

Fonte: Agora

Fotos do dia

Guilhermina Guinle exibe o corpão na "Boa Forma" A fofa conta que já sofreu com quilinhos extras Trânsito no trecho oeste do Rodoanel, sentido Raposo Tavares
Congestionamento em túnel na região central de São Paulo Fernandão treina no CT da Barra Funda Goleiro do Irã não alcança a bola no chute preciso de Daniel Alves em amistoso

Leia Notícias do seu time


Nova revisão do INSS dá atrasado de até R$ 16 mil

Ana Magalhães e Carolina Rangel
do Agora

Os segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que tiveram pensão por morte, aposentadoria por invalidez ou auxílio-doença concedidos entre 8 de outubro de 2000 e 17 de agosto de 2009 podem conseguir, no posto, um aumento médio mensal de até R$ 240. Os atrasados --diferenças referentes aos últimos cinco anos-- podem chegar a R$ 16.116,74.

O aumento é garantido apenas para quem pagou, a partir de julho de 1994, menos de 144 meses (12 anos) de contribuição à Previdência Social. Entre 2000 e 2009, o INSS deveria ter descartado as 20% menores contribuições desses segurados. Como não o fez, o valor do benefício ficou menor que o devido.

Os cálculos consideram um reajuste médio de 8%, segundo o consultor previdenciário Marco Anflor, do site Assessor Previdenciário. De acordo com Anflor, os valores podem variar para cima ou para baixo, dependendo das contribuições de cada segurado.

Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora nesta sexta,

TJ mantém condenação de ex-prefeito de Cafelândia

Agência Estado

O Tribunal de Justiça (TJ), de São Paulo, manteve, ontem, por unanimidade, sentença que condenou o ex-prefeito do município de Cafelândia, Luis Otavio Conceição de Carvalho, por improbidade administrativa. Luis Otavio é acusado de contratar funcionários sem concurso público, além de pagar comissões ilegais.

Na sentença, o juiz Adriano Rodrigo Ponce de Oliveira condenou o ex-prefeito a pagar multa, que irá para o município de Cafelândia, no valor equivalente a 20% do prejuízo sofrido pelo erário municipal. Seus direitos políticos foram suspensos por cinco anos. O objetivo da ação no TJ era provar que não houve má-fé, mas inexperiência de Luis Otavio.

Em seu voto, o relator, desembargador Edson Ferreira, alegou que o ex-prefeito agiu de forma consciente ao nomear para cargos de assistente de gabinete pessoas que exerciam funções comuns, como motoristas, que, em função do cargo, recebiam benefícios indevidos em seus salários.
Fonte: A Tarde

Comentários:

Onde a coisa FUNCIONA Ë ASSIM...Agora nós de Jeremoabo-Bahia, que não estamos acostumados com issso, estranhamos.

quinta-feira, outubro 07, 2010

Bispo Edir Macedo defende Dilma, Folha calunia bispo Edir Macedo

O bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, corajosamente, escreveu que era mentira que Dilma tivesse declarado que “nem mesmo Cristo querendo, me tira essa vitória”. Ele pesquisou, conferiu vídeos, ouviu gravações e concluiu que era apenas um spam difundido pela Internet. O bispo da IURD alertou sobre os boatos mentirosos que circulam pela Internet, tentando prejudicar a candidata Dilma.


No dia seguinte
foi surpreendido com manchete caluniosa da Folha de S. Paulo. A manchete do jornalão afirma: “Edir Macedo defende Dilma sobre aborto”.

Edir Macedo protestou. “O jornal não leu o que foi escrito, ou leu e calculou cada palavra de seu título. Isso se chama mau jornalismo. Manipulação. Injúria. Postura bem comum de mentiras que o Grupo Folha tem publicado, nos últimos tempos, contra mim e contra a IURD”.

Edir Macedo afirmou: “O fato é que sequer citei a questão do aborto em meu texto publicado neste blog. Não há uma palavra sobre isso nas 35 linhas escritas. Peço que analisem o que foi escrito(...) tudo o que escrevemos foi que era mentirosa a informação de que Dilma Rousseff teria dito “nem Jesus Cristo lhe tiraria a vitória nestas eleições”, entre outros boatos.

LEIA ABAIXO O QUE DISSE O BISPO EDIR MACEDO:

“O que me causou consternação foi o fato de usarem o nome do Senhor Jesus nesse joguete e de que muitos cristãos estavam caindo nesta cilada”.

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“A postura da Folha é mais uma manifestação de jogo político baixo e a tentativa de se atingir uma candidata às vésperas de uma eleição”.

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“Se o Grupo Folha não tem coragem de admitir que apoia um candidato, ao menos tem como obrigação não vilipendiar a fé de milhões de pessoas com mentiras e induções”.

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“Nada mais sórdido que a distorção da verdade”.

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“Quem pensa que está prestando algum serviço ao Reino de Deus, espalhando uma informação sem ter certeza de sua veracidade, na verdade, está fazendo o jogo do diabo”.

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“O Senhor Jesus não precisa de advogados, nem de assessores de comunicação que saiam em “defesa” de Seu Nome. Ele precisa de verdadeiros cristãos, que entendam, vivam e preguem a Verdade”.

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“Devemos observar que pessoas mal intencionadas têm procurado confundir muitos cidadãos com mentiras mal elaboradas, a fim de atrapalhar o trabalho sério de alguns candidatos. Pense nisto”.

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“Nestes dias que antecedem as eleições, devemos observar se a plataforma dos candidatos em quem pretendemos votar, não pode vir a prejudicar a Igreja. Use seu voto de forma consciente e responsável”.
# posted by Oldack Miranda/Bahia de Fato

Editorial: STF tem de definir já regra eleitoral

Em vários estados, é impossível saber quem se elegeu para o Legislativo porque persiste a dúvida sobre a aplicação da Lei da Ficha LImpa. O Supremo, responsável pelo impasse, precisa resolvê-lo. Resultados eleitorais já!

Elza Fiuza/ABR
Os eleitores foram às urnas e não sabem o resultado da eleição. É mais do que hora do STF tomar a decisão que lhe cabe sobre a Lei da Ficha Limpa

Absurdo dos absurdos. O Brasil continua sem saber se a Lei da Ficha Limpa estava valendo ou não no domingo, quando 111 milhões de eleitores foram às urnas. Sem isso, é impossível conhecer a relação final dos eleitos para o Senado, a Câmara dos Deputados e assembléias legislativas. O Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pelo impasse, precisa resolvê-lo.

Resultados eleitorais já!

Dias após as eleições, não se sabe ainda quais os senadores eleitos em quatro estados brasileiros. Em um deles (Pará), há risco de se realizar um novo pleito para o Senado porque a eventual anulação dos votos recebidos por dois dos três senadores mais votados tornará inválida a preferência manifestada nas urnas pela maioria dos eleitores.

Também há dúvidas sobre a composição final da Câmara em relação às bancadas de pelo menos sete estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Santa Catarina, Mato Grosso, Rondônia e Amapá.

O problema se repete em várias assembleias legislativas.

Em todos esses casos, o impasse se deve à incapacidade demonstrada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para definir se a Lei Complementar 135/2010, conhecida como Lei da Ficha Limpa (veja a integra) vale ou não para as eleições deste ano.

O Supremo teve a chance de resolver a questão em julgamento iniciado em 22 de setembro e suspenso, sem decisão, na madrugada do último dia 24. Sem decisão porque os dez ministros se dividiram de forma espetacular no exame do assunto. Metade se manifestou pela aplicação imediata da Lei da Ficha Limpa, dando amparo à orientação amplamente majoritária no Tribunal Superior Eleitoral (TSE); metade, contra a sua aplicação nestas eleições.

O presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, poderia ter adotado três caminhos:

- usar a sua prerrogativa de presidente e desempatar a questão repetindo o seu voto, contrário à exigência de bons antecedentes nas eleições de 2010;

- anunciar que o STF não havia reunido maioria suficiente para derrubar a decisão do TSE, favorável à aplicação da Lei da Ficha Limpa nestas eleições, possibilitando que ela continuasse a prevalecer;

- não decidir nada.

Por incrível que pareça, optou pela terceira alternativa.

O processo que gerou o julgamento foi extinto em razão da renúncia do candidato autor do recurso, o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, que colocou a mulher Weslian em seu lugar, para disputar o governo do DF. Desde então, rigorosamente, não se sabe o que o STF pretende fazer. Uma hipótese, que vários ministros chegaram a defender em plenário, é o STF aguardar a nomeação do 11º ministro do Supremo, para assumir cadeira hoje vaga.

Nessa hipótese, teremos não um ministro, mas um super-homem, pronto para decidir sozinho o que dez ministros foram incapazes de resolver. Tal saída, se prevalecer, retardará ainda mais a definição final dos resultados eleitorais e deixará gravada na história a monumental omissão da mais importante corte judicial do país.

O país não pode mais esperar. Está em jogo não apenas a composição final do Poder Legislativo federal e estadual, mas a segurança jurídica e a capacidade da população ter confiança no Poder Judiciário.

Nunca o STF deixou de confirmar uma decisão do TSE, no qual atuam três ministros do Supremo. Se o presidente Cezar Peluso quer abrir um precedente, colocando-se contra a manifesta preferência da grande maioria da população brasileira e dos operadores do Direito no país, que o faça. Mas não renuncie ao papel de decidir e fazer justiça.

Por isso, o Congresso em Foco convida você a dar a clamar pelo imediato esclarecimento, pelo STF, das dúvidas constitucionais existentes a respeito da Lei da Ficha Limpa, de modo a criar condições para o anúncio final e oficial dos resultados das eleições legislativas!

RESULTADO JÁ!


PARA SE INFORMAR MAIS, leia:

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Os resultados (provisórios) das eleições de 3 de outubro

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Para limpar a política, é preciso separar o joio do trigo. Ajude a identificar os melhores parlamentares do país! Participe do Prêmio Congresso em Foco 2010!

Fonte: Congressoemfoco

Saiba quem são os 1.200 candidatos sub júdice

Congresso em Foco publica a lista completa com todos os candidatos que estão com a candidatura indeferida, seja com base na Lei da Ficha seja por outros problemas. As decisões da Justiça a respeito deles podem alterar o resultado final das eleições

José Cruz/ABr
Eleitores votaram em 1.200 candidatos em todo o Brasil que estavam com registro indeferido pela Justiça Eleitoral

Mário Coelho

A quantidade de candidatos sub júdice, que concorreram com registro indeferido no último domingo (3), pode alterar a composição das assembleias legislativas e da Câmara dos Deputados, além do Senado. Na última segunda-feira (4), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou a lista de votação de cada um dos 1.200 políticos que ainda aguardam decisão final sobre suas candidaturas. A maior parte teve o registro negado por falta de documentação e de quitação eleitoral. Barrados pela Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10) somam 165. Como concorreram sub júdice, os votos só foram divulgados após a totalização da votação nos estados.

No total, esses candidatos somam mais de 11,5 milhões de votos. Com essa quantidade, eles têm o poder de modificar as bancadas estaduais e federais. Até mesmo porque ainda não se sabe o destino dos votos. O TSE não decidiu se eles serão considerados nulos e desconsiderados ou se serão repassados ao partido ou coligação, caso a decisão final seja por negar o registro, A decisão de divulgar esses votos foi tomada em plenário na sessão administrativa da última sexta-feira (1). Na ocasião, os ministros entenderam que a divulgação deveria ser feita somente após a totalização final dos votos.

Veja as listas com todos os candidatos sub júdice e sua votação:

Clique aqui para baixar as listas de todos os estados

Primeira lista de candidatos do Acre

Segunda lista de candidatos do Acre

Lista dos candidatos de Alagoas

Lista dos candidatos do Amazonas

Lista dos candidatos do Amapá

Lista dos candidatos da Bahia

Lista dos candidatos do Ceará

Lista dos candidatos do Distrito Federal

Lista dos candidatos do Espírito Santo

Lista dos candidatos de Goiás

Lista dos candidatos do Maranhão

Lista dos candidatos de Minas Gerais

Lista dos candidatos do Mato Grosso do Sul

Lista dos candidatos do Mato Grosso

Lista dos candidatos do Pará

Lista dos candidatos da Paraíba

Lista dos candidatos de Pernambuco

Lista dos candidatos do Piauí

Lista dos candidatos do Paraná

Lista dos candidatos do Rio de Janeiro

Lista dos candidatos do Rio Grande do Norte

Lista dos candidatos de Rondônia

Lista dos candidatos de Roraima

Lista dos candidatos do Rio Grande do Sul

Lista dos candidatos de Santa Catarina

Lista dos candidatos de Sergipe

Lista dos candidatos de São Paulo

Lista dos candidatos do Tocantins


Veja ainda:

Uma eleição sem resultado, e não se sabe até quando

Os resultados disponíveis das eleições de 3 de outubro
Fonte: Congressoemfoco

TSE: 24 milhões de eleitores deixaram de votar

Edson Sardinha

O índice de eleitores que deixaram de votar cresceu nestas eleições, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em todo o país, 24,61 milhões (18,12%) de eleitores deixaram de comparecer às urnas no último domingo (3). Quem não votou nem justificou a ausência tem prazo de 60 dias, a contar do dia 3, para se apresentar à Justiça eleitoral, sob pena ficar impedido, por exemplo, de se inscrever em concursos públicos ou tirar o passaporte, além de pagar multa.

Leia ainda: Tudo sobre as eleições do último domingo

Em 2006, a abstenção foi de 16,75%. Quatro anos antes, quando o presidente Lula se elegeu pela primeira vez, o índice dos que não compareceram às urnas ficou em 17,74%. Também cresceu o percentual de votos em branco. Foram registrados 3,47 milhões de votos em branco (3,13%) no domingo. Na eleição geral passada, 2,73% votaram em branco. Em 2002, o índice foi de 3,03%.

Por outro lado, diminuiu a contagem dos votos nulos, confirmando tendência de queda das duas eleições anteriores. No domingo, foram 6,12 milhões (5,51%) de votos nulos. Há oito anos, esse índice foi de 7,35%, e em 2006, de 5,68%.

Os números oficiais da eleição presidencial foram divulgados ontem (terça, 5) pelo TSE.

Veja a votação final dos candidatos à Presidência:

Dilma Rousseff (PT) - 47.651.434 votos - 46,91% dos votos
José Serra (PSDB) - 33.132.283 - 32,61%
Marina Silva (PV) - 19.636.359 - 19,33%
Plínio de Arruda Sampaio (Psol) - 886.816 - 0,87%
José Maria Eymael (PSDC) - 89.350 - 0,09%
Zé Maria de Almeida (PSTU) - 84.609 - 0,08%
Levy Fidélix (PRTB) 57.960 - 0,06%
Ivan Pinheiro (PCB) 39.136 - 0,04%
Ruy Costa Pimenta (PCO) 12.206 - 0,01%
Válidos 101.590.153 (91,36%)
Brancos 3.479.340 (3,13%)
Nulos 6.124.254 (5,51%)

A propaganda eleitoral gratuita dos dois candidatos à presidência da República que concorrem ao segundo turno começa nesta sexta-feira (8). Serra e Dilma terão dez minutos cada para a veiculação na TV do programa eleitoral em bloco no período da tarde (13h) e outros dez à noite (20h30). No rádio, os programas irão ao ar às 7h da manhã e às 12h. As regras para a propaganda dos presidenciáveis no segundo turno foram aprovadas ontem à noite pelo TSE.
Fonte: Congessoemfoco

Daniel Castellano / Gazeta do Povo

Daniel Castellano / Gazeta do Povo / “Se fôssemos sozinhos, teríamos feito de oito a dez deputados. Com a coligação, ficamos com seis “Se fôssemos sozinhos, teríamos feito de oito a dez deputados. Com a coligação, ficamos com seis", Elton Welter, deputado estadual (PT)
Legislativo

Políticos bons de voto, mas não eleitos, pedem mudança na lei

Modelo eleitoral brasileiro nem sempre dá mandato aos mais votados. Mas especialista diz que o sistema fortalece os partidos

07/10/2010 | 00:08 | Rogerio Waldrigues Galindo

O sistema de eleições proporcionais do Brasil nem sempre coloca como eleitos os candidatos mais votados para deputado estadual e federal. E todos os anos os concorrentes que obtiveram muitos votos, mas não conseguiram o mandato, chiam e pedem mudanças no sistema eleitoral. Neste ano, no Paraná, não foi diferente. Já há derrotados falando na necessidade de reforma política para eliminar esse problema.

“Esse é um dos pontos que pode ser discutido numa reforma política”, afirma o deputado estadual Luiz Nishimori (PSDB), que tentou uma vaga na Câmara dos Deputa­­­dos neste ano. Nishimori, que fez mais de 70 mil votos, ficou entre os 30 mais votados para deputado federal no Paraná. O estado tem 30 vagas na Câmara, mas ele ficou de fora. O último a entrar foi Leopoldo Meyer (PSB), que fez 38 mil votos.

De fora

Mesmo ficando entre os 54 mais votados para deputado estadual ou entre os 30 para federal, os candidatos abaixo vão ficar sem mandato. Veja:

Deputados estaduais

Ficaram de fora

Wilson Quinteiro (PSB) – 43,7 mil votos

Elton Welter (PT) – 41,9 mil votos

Gilberto Martin (PMDB) – 40,5 mil votos

Luiz Carlos Martins (PDT) – 37,7 mil votos

Beti Pavin (PMDB) – 37,3 mil votos

Último eleito

Rasca Rodrigues (PV) – 18,8 mil votos

Deputados federais

Ficaram de fora

Oldilio Balbinotti (PMDB) – 84,5 mil votos

Marcelo Almeida (PMDB) – 82,5 mil votos

Luiz Carlos Setim (DEM) – 77,6 mil votos

Luiz Nishimori (PSDB) – 70 mil votos

Último eleito

Leopoldo Meyer (PSB) – 38,6 mil votos

Fonte: TSE

A polêmica surge porque as vagas, no sistema brasileiro, são decididas de acordo com o número de votos de cada partido ou coligação. Portanto, às vezes uma coligação com muitos votos consegue incluir como eleito um candidato pouco votado.

Na Assembleia Legislativa do Paraná, acontece a mesma coisa. Neste ano, por exemplo, o candidato menos votado a entrar foi o secretário estadual do Meio Ambiente no governo de Roberto Requião, Rasca Rodrigues. Candidato pelo PV, ele fez 18,8 mil votos. Houve, porém, candidatos com mais de 40 mil votos que ficaram de fora. Isso porque o PV teve muitos votos de legenda, o que acabou facilitando a vida de seus dois deputados eleitos.

“Eu sempre me pronunciei a favor do voto distrital misto”, afirma o deputado estadual Elton Welter (PT), derrotado na campanha para a reeleição com 41 mil votos. O candidato admite, porém, que no caso do PT paranaense, o mais importante foi a decisão do próprio partido de se coligar com outras legendas fortes, como PDT e PMDB. “Se fôssemos sozinhos, teríamos feito de oito a dez deputados. Com a coligação, ficamos com seis”, diz. “Eu, por exemplo, tinha sido eleito com 27 mil votos em 2006. Agora, fiz quase 42 mil e fiquei fora.”

A expectativa de quem fica nesta situação acaba sendo ocupar uma suplência com a saída de um titular. É o caso do deputado federal Luiz Carlos Setim (DEM), que não conseguiu a reeleição e ficou na primeira suplência. Setim também cogita a possibilidade de uma mudança para o voto distrital misto, que elegeria deputados por distritos fixos, comparando votos de cada candidato com o de seus concorrentes, além de eleger outra parte dos deputados pelo partido.

Para o professor de Ciência Política Emerson Cervi, da Uni­­versidade Federal do Paraná, a reclamação dos deputados não procede. Primeiro, porque todos conhecem a regra do jogo antes de se candidatar. Depois, porque o voto proporcional, apesar de ser criticado, tem suas vantagens. “É o melhor jeito de evitar uma relação muito personalista entre eleitor e eleito. O político tem de trabalhar para fortalecer o partido, não só a sua candidatura”, afirma.

Fonte: Gazeta do Povo

Comissão da CNBB defende Dilma e desautoriza bispo de Guarulhos

A Comissão Brasileira Justiça e Paz, órgão da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), divulgou nota defendendo Dilma Rousseff. Segundo o secretário-executivo da Comissão Justiça e Paz, Daniel Veitel, Dilma foi a única candidata que se declarou claramente a favor da vida. “O José Serra não tem uma posição clara”, disse ele.

A nota afirma que a Comissão Justiça e Paz está "preocupada com o momento político na sua relação com a religião” porque “muitos grupos, em nome da fé cristã, têm criado dificuldades para o voto livre e consciente".

A manifestação deve endereço certo: o bispo de Guarulhos (SP), d. Luiz Gonzaga Bergonzini, que tem pregado o voto contrário à candidata petista Dilma Rousseff durante as missas. Veitel lembrou que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) não impôs vetos a nenhuma candidatura. No entanto, há padres e pastores induzindo os fiéis ao erro.

"Constrangem nossa consciência cidadã, como cristãos, atos, gestos e discursos que ferem a maturidade da democracia, desrespeitam o direito de livre decisão, confundindo os cristãos e comprometendo a comunhão eclesial", afirma a nota da Comissão Justiça e Paz.
# posted by Oldack Miranda/Bahia de Fato

Padre critica aborto e prega voto contra o PT na TV

Adriana Ferraz e Rejane Tamoto
do Agora

Mais um religioso da Igreja Católica pediu voto contra o PT na eleição presidencial. Anteontem, em sermão transmitido ao vivo pela TV Canção Nova, o padre José Augusto criticou o partido e disse que cristãos não podem compactuar com "pessoas que querem matar crianças que estão na barriga de uma mãe".

No primeiro turno, dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos, já havia se manifestado contra a candidata Dilma Rousseff. Ele gravou um vídeo e escreveu uma carta pedindo aos católicos que não votassem na petista. A campanha do bispo continua no segundo turno.

No sermão na TV, Augusto disse que estava "muito agitado" com o processo eleitoral. "Por quê? Porque os rumos da nação estão prestes a mudar, e pode ser para o lado pior se o PT ganhar. Tô falando com clareza. Podem me matar, podem me prender, podem me processar, podem fazer o que quiser. Não posso me calar diante de um partido que apoia o aborto. Eu sou a favor da vida", afirmou.

Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora nesta quinta

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