quarta-feira, junho 09, 2010

Preço do Viagra cai pela metade a partir de hoje

Fernanda Barbosa
do Agora

Para se manter como um dos líderes no mercado dos medicamentos contra a disfunção erétil, a empresa farmacêutica Pfizer reduz, a partir de hoje, o preço do Viagra pela metade. Os direitos de exclusividade da empresa sobre a pílula azul acabam no dia 20 e os genéricos, mais baratos, poderão ser vendidos nas farmácias do país.

O preço da caixa com duas unidades será, em média, de R$ 30. Hoje, uma caixa com duas pílulas de 50 mg custa R$ 60. Já o Viagra genérico deverá ser vendido a R$ 39, segundo estimativas da ProGenéricos (associação de indústrias de genéricos).

Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora,

Fotos do dia

Ingrid Fernandes, 23 anos, é a nova gata do site The Girl A morena é de Santa Catarina e quer seguir a carreira de modelo no  exterior Funcionários da segurança da estação do Brás da CPTM usam  detectores de metal em passageiros
A capital voltou a registrar temperaturas baixas na madrugada desta  terça-feira, marcando 9,3ºC Idosos resgatados de asilo calndestino na região do Grajaú são  levados a hospital Começou ontem a retirada de lodo do lago do parque da Aclimação

Outro ex-Menudo diz ser homossexual

Depois de Ricky Martin, outro ex-Menudo assumiu ser homossexual. Angelo Garcia, hoje com 34 anos, foi membro da mesma formação (a última do grupo) a qual Martin pertencia. O rapaz assumiu ser gay para a revista "ParagonMen". Garcia afirmou à publicação que sempre deixou aberta sua preferência por homens e que sempre soube que Ricky Martin era gay, mas jamais tornaria isso público sem que o cantor permitisse.

Cantor Chris Brown é barrado na Inglaterra
O governo do Reino Unido negou a Chris Brown um visto de trabalho provocando o cancelamento da turnê do cantor. Segundo a BBC, Brown não conseguiu o visto por ter sido considerado culpado por agressão. Brown agrediu a sua então namorada, a cantora Rihanna, em fevereiro do ano passado. No julgamento, ele se declarou culpado e foi condenado a seis meses de trabalho comunitário e cinco anos de liberdade condicional.
(Folha de S.Paulo)

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PSDB bate pé e racha com Democratas se agrava

Rafael Rodrigues

O PSDB baiano não cedeu às pressões por coligação na chapa proporcional para a Assembleia Legislativa com os partidos DEM e PTN, e a relação entre os aliados se acirra. Os 13 deputados da bancada da oposição enviaram, ontem, uma carta ao pré-candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, solicitando sua intervenção para que o impasse seja resolvido.

De forma velada, os parlamentares ameaçam abandonar a campanha do tucano na Bahia, 4º maior colégio eleitoral do país, estado em que a presidenciável petista Dilma Rousseff está à frente nas pesquisas. “O comprometimento e envolvimento dos agentes políticos partidários e a população são condições indispensáveis ao sucesso do pleito (...) só se constrói uma vitória quando existe um sentimento de grupo”, diz a carta. A direção estadual do DEM preferiu, por hora, não se posicionar diante a postura de sua bancada na AL.

No documento, os signatários alfinetaram ainda a atuação dos deputados do PSDB na Assembleia, que estiveram em boa parte do governo aliados ao governador Jaques Wagner (PT). Eles justificam que a coligação visa “possibilitar a vitória nas eleições de um maior número de deputados estaduais que desde o início da atual legislatura tem demonstrado sua posição coerente e clara de oposição ao PT tanto no âmbito estadual como federal”. Se não houver acordo, os deputados não irão à convenção nacional que vai oficializar a candidatura de Serra, marcada para o dia 12, no Clube Espanhol, em Salvador.

O deputado estadual Sérgio Passos, único dos três eleitos pelo PSDB que se manteve na legenda, ratificou ontem que o posicionamento do partido continua sendo contrário à aliança com o DEM. “Falar que isso é uma unanimidade é presunção, mas ressalto que 90% acha que a melhor posição é pela não coligação e certamente o presidente do partido acatará o que a maior parte disser”, enfatizou.

Segundo ele, desde o início dos preparativos para a campanha, a agremiação traçou como estratégia “para crescer” sair sozinha nas eleições proporcionais. O presidente do PSDB baiano, Antônio Imabassahy e o deputado federal Jutahy Jr., coordenador da campanha de Serra, se mantiveram incomunicáveis ontem.

Fonte: Tribuna da Bahia

Antonia Pedrosa pode perder mandato

Lilian Machado

A quatro meses da disputa eleitoral, a Bahia poderá ter o primeiro caso de perda de mandato. Trata-se da deputada estadual Antonia Pedrosa (PMDB), que foi denunciada ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) pelo suplente Eudorico Alves (PRP), por abandono de partido, após o prazo legal estabelecido pelo Tribunal. Segundo o ex-companheiro de legenda, que pleiteou o cargo de parlamentar na AL, o processo já está em fase final, o que irá lhe condicionar a ocupar a cadeira da deputada.

De acordo com o interessado na cadeira parlamentar, já foi encerrado o prazo de defesa da deputada. Após sua saída do PRP em 2008, Pedrosa seguiu para o PMDB, do pré-candidato ao governo, Geddel Vieira Lima.

Conforme Alves, a infidelidade partidária foi constatada e resta apenas o veredicto da Corte, que é irrecorrível. Conforme ele, quando Pedrosa foi eleita em 2006, o seu antigo partido ainda apoiava o ex-governador Paulo Souto (DEM), em seguida caminhou ao lado do atual governo.

De acordo com o advogado, Manoel Nunes que faz sua defesa, essa teria sido a forte razão apresentada pela deputada na época para sua desfiliação. “Sua saída não foi imotivada. Com a adesão do PRP à gestão estadual, ela passou a se sentir pressionada, na época, a votar com o governo, sendo discriminada. Para ela, houve um abandono de ideal partidário”, justificou Nunes.

Por fim, Alves ressalta sua confiança para assumir a vaga ainda este mês. O advogado de Pedrosa rebateu as declarações de Alves, que se refere ao processo como em fase de finalização. Conforme o defensor, o processo ainda está em período de instrução probatória, ou seja, com recolhimento de provas, a exemplo de testemunhas e documentos.

Ainda segundo ele, não há previsão de impugnação. “A questão está sub judice. Acreditamos na Justiça e esperamos que o processo seja julgado o quanto antes”, destacou.

Fonte: Tribuna da Bahia

Multidão vai às ruas para pedir mais ética na política

Quarta-feira, 09/06/2010Atualizado às 08:10

Jonathan Campos - Agência de Notícias Gazeta do Povo /

O movimento "O Paraná que Queremos", liderado pela seção pararanaense da OAB, promoveu manifestações em 16 cidades nesta terça-feira (8); veja a galeria de fotos da mobilização no PR e os vídeos da manifestação na Boca Maldita

Pobre durante as eleições é mais chique que banqueiro, diz Lula


Segundo Lula, classes pobres só interessam aos políticos na hora do voto. "Depois das eleições, nunca mais querem falar com pobre", criticou

08/06/2010 | 18:10 | G1/Globo.com

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a dizer nesta terça-feira (8) que os políticos costumam valorizar as classes pobres apenas durante as campanhas eleitorais. Segundo ele, antes das eleições “pobre é mais chique que banqueiro” para os candidatos, mas é logo ignorado pelos futuros dirigentes.

“É importante lembrar que a maioria dos políticos só gosta de pobre em época de eleição. Em época de eleição, pobre vira mais chique do que banqueiro. Em época de eleição, ninguém fala mal de pobre. Depois das eleições, eles nunca mais querem falar com pobre a não ser na próxima eleição”, criticou Lula, em Fortaleza, durante aula inaugural do Projovem Urbano- programa que tem por objetivo investir na formação educacional e profissional jovens.

O presidente pediu empenho aos alunos e lembrou da infância pobre que teve em Pernambuco. “Vocês precisam botar na cabeça que vocês serão o que quiserem. Nenhuma mulher ou homem pode desistir do que querem por causa da adversidade. Quem tiver esse comportamento será um fracasso na sua passagem pela Terra”, afirmou.

Lula disse ainda que vai continuar trabalhando com política no Brasil após o término do mandato, em janeiro de 2010. Segundo o presidente, “vai quebrar a cara” quem pensar que ele vai viver viajando pelo exterior após deixar o governo.

"Eu vou deixar a presidência dia 31 de dezembro. Vocês podem ficar certos de que quem imaginar que vou deixar a política e viajar para o estrangeiro vai quebrar a cara. Quem imaginar que eu vou ficar em casa enchendo o saco da Dona Marisa vai quebrar a cara", afirmou Lula. "Vou continuar fazendo política, vou continuar lutando por esse país", concluiu o presidente.

Fonte: Gazeta do Povo

Roteiro adaptado

Dora kramer


Ao presidente Luiz Inácio da Silva já não basta infringir a lei de maneira explícita nem debochar dos tribunais de forma desabrida. Para tentar ganhar a eleição não hesita e agora simplesmente inventa que é um exemplar cumpridor da lei cercado por adversários infratores.

É bem verdade que o presidente nestes dois mandatos nunca deu um só exemplo de bom comportamento no campo da moral e da ética. Sempre que teve uma chance firmou ao lado do mau combate.

Defendeu o uso do caixa 2, amenizou responsabilidades de todos os notórios em revista, deu cheque branco a quem não deveria, beijou a mão de quem não merecia, afagou quem teve o mandato interrompido condenado por toda a sociedade, contemporiza com todos os ditadores do planeta, seguramente nunca antes neste país um presidente da República cometeu tantas e tão reiteradas infrações à legislação eleitoral.

Ao ponto de ser multado cinco vezes pelo Tribunal Superior Eleitoral. Colegiado este que não nutre especial gosto por punições rigorosas a autoridades de altíssima patente. Tanto é que deixou que o presidente Lula pintasse e bordasse bastante antes de começar a puni-lo.

Assim mesmo foi preciso que Lula praticamente implorasse pelas multas, solapando a autoridade da Justiça com suas zombarias de auditório.

É certo que todos já estamos bastante acostumados com a ausência de modos da parte do presidente, fato visto como positivo por gente que acha que quanto mais sem educação o jeito, quanto mais chulas as expressões, quanto maior o menosprezo às normas de civilidade para alcançar os objetivos pretendidos, tanto mais parecido com o “povo brasileiro” o presidente será.

Qual o ganho que isso rende mesmo à sociedade, qual o avanço concreto que isso traz ao Brasil não ficou esclarecido até hoje. Popularidade? Sim, serve a Lula, ao PT, ao PMDB e aos tantos partidos penduricalhos para ganhar eleição.

Mas o que a nação perde em termos de valores tendo a impostura como prática de um presidente da República não interessa como tema de discussão. Em país democrático com instituições e sociedade saudáveis é uma distorção.

É como se o que se vê e o que acontece não valesse nada, tudo perdesse o efeito só porque o presidente diz ao contrário.

Note-se a declaração de ontem por inteiro: “Cabe ao presidente da República ser o exemplo no cumprimento das leis. Agora, é importante que a gente fique atento (sic), porque estou cheio de adversários que, com a preocupação de querer me enfrentar na campanha, co­­meçam a querer ganhar o jogo no tapetão, e este país vai exercitar a democracia até o fim.”

E acrescentou: “Acho que todos nós temos que cumprir a lei, todos nós temos um ritual de campanha permitido e proibido pela legislação. Acho que ninguém quer transgredir a lei. Se houver excesso, claro que cada um de nós tem que ser punido, mas tenho ouvido gente falando demais, fazendo insinuações demais e interpretações demais”.

Começando pelo fim:

1 – Ninguém fala mais que o próprio presidente Lula.

2 – Se as “insinuações” são os avisos da Justiça e do Ministério Público sobre possíveis conse­­­quên­­­cias futuras dos ilícitos cometidos agora, o presidente já parece orientado por advogados a tentar amenizar os seus efeitos.

3 – Não é verdade que a transgressão tenha sido involuntária. Foi proposital como demonstram as repetidas reincidências.

4 – Não há ameaças à democracia.

5 – O fato de os adversários recorrerem à Justiça é instrumento de defesa e não recurso para “ganhar no tapetão”. Inclu­­sive porque ação judicial em si não rende voto.

A menos que Lula esteja preparando o terreno para se fazer de vítima caso a Justiça Eleitoral venha a tomar atitude mais rigorosa em relação à candidatura de Dilma Rousseff. Caso isso aconteça, será para a oposição o pior dos mundos.

Mas que fique bem claro: terá sido em função do golpe baixo de primeiro antecipar a campanha e depois imaginar que a Justiça Eleitoral aceitaria o fato consumado na marra, pois não teria coragem de enfrentar a popularidade de Lula para fazer cumprir lei.

Fonte: Gazeta do Povo

Privilégios descabidos

Carlos Chagas

As festas de São João e a Copa do Mundo, singularmente emboladas, estão servindo para levar deputados ao aeroporto de Brasília com frenética freqüência. Chegam num dia, voltam no outro. Quando chegam, é claro.

Por conta dessa movimentação surge a pergunta: por que Suas Excelências são raríssimamente vistos nas longas filas do check-in, nos balcões das companhias aéreas, e menos ainda nas múltiplas e acanhadas salas de embarque? Nem eles nem suas famílias.

Porque dispõem de uma sala VIP, com todas as mordomias, inclusive a de embarcar primeiro nas aeronaves, conduzidos por gentis funcionárias, depois de aquinhoados com refrigerantes, sanduíches e bolinhos variados. Tudo longe da plebe ignara que cada vez mais viaja de avião. Só falta mesmo exigirem compartimentos separados durante os vôos, já que primeira classe e classe executiva inexistem nos trajetos domésticos.

Convenhamos, não é nada. Não é nada mesmo, comparadas essas benesses com outras bem mais cabeludas, como vultosas verbas de representação, contratação de montes de funcionários para trabalhar nos estados de origem e muita coisa a mais.

Mesmo assim, fica o registro de uma categoria que cada vez se afasta mais da população. Ah, um lembrete que íamos esquecendo: os senadores também possuem sua sala VIP…

Um péssimo início

Ainda vai render esse episódio do dossiê que assessores da campanha de Dilma Rousseff iam preparando contra José Serra e sua filha. Porque se dúvidas inexistem com relação à trapalhada, até gerando as primeiras demissões e afastamentos, mais evidente fica a impressão de que as coisas não vão parar por aí. O outro lado também não brinca em serviço, ainda que trabalhe com mais competência. Permanece na lembrança de todos a acusação de haver partido da turma de Serra a operação que fulminou a candidatura de Roseana Sarney, em 2002. Como nada se provou, fica apenas a frustração da governadora e do clã Sarney, dos quais surripiaram grandes esperanças, à época.

Um fator, no entanto, deve ser registrado. Sabendo ou não de ante-mão o que alguns aloprados preparavam à sua sombra, Dilma não hesitou. Mandou que se afastassem, com honra ou com desonra. Faz lembrar os tempos do único presidente da República que não vacilava ao primeiro sinal de denúncias contra seus auxiliares: Itamar Franco os dispensava em 24 horas, até ministros, para que fossem provar inocência, se pudessem.

Elites em festa

Os neoliberais abriram champagne, ontem, diante da manchete do jornal O Globo, dando conta de que o governo da Alemanha vai demitir 14 mil funcionários públicos e cortar gastos, inclusive militares, em função da necessidade de prevenir a nova crise econômica.

É o que pretendem para o Brasil, sob a alegação de a máquina pública estar inchada, mas, na verdade, interessados em atingir o governo Lula. Gostariam de demissões em massa, assim como da supressão de investimentos públicos e a revogação dos poucos direitos trabalhistas salvados dos tempos do sociólogo. São essas as “reformas” que apregoam. Também insistem em mais privatizações e redução da carga fiscal (deles).

O problema, para certas elites, é que nenhum dos candidatos presidenciais, a começar por José Serra, dá a impressão de querer adotar o modelo econômico antes praticado no Brasil. Nem ele nem Dilma Rousseff, Marina Silva ou Plínio de Arruda Sampaio. Muito pelo contrário, estão bem longe do falido neoliberalismo os quatro pretendentes de verdade, apesar de só dois disporem de condições de vitória.

Todos têm consciência da crueldade e da ineficácia de fórmulas como a que a Alemanha começa a adotar, também imposta à Grécia e à Hungria. Basta atentar para as reações. Mandar a conta para a população significa despertá-la para protestos e mudanças inusitadas, além de constituir-se em injustiça flagrante. Se alguém deve pagar pela crise são seus artífices, as elites. Demitir funcionários e reduzir investimentos públicos, penalizando as massas, não está na pauta do nosso futuro. Ou está?

Pascal e Descartes

Pascal e Descartes não se davam. Aliás, eram adversários, quase desafetos. Debatiam e discutiam sobre tudo, da física à filosofia. Certa vez, naquelas primeiras décadas do século XVII, discordaram sobre a existência do vácuo, que Pascal pregava com razão, em seus estudos sobre a pressão atmosférica. A frase de efeito, porém, coube a Descartes: “o vácuo só existe na cabeça do Pascal…”

Por que se conta essa historinha? Porque a Justiça Eleitoral encontra-se a um passo de dirimir a dúvida sobre a vigência da nova lei da ficha-limpa, que o país inteiro quer ver aplicada nas eleições de outubro. Será registrado um vácuo na sala de sessões do Tribunal Superior Eleitoral, por conta da prevalência da ordem jurídica sobre a voz rouca das ruas?

Fonte: Tribuna da Imprensa

PMDB busca acordo para controlar traições

Agência Estado

O fim da regra da verticalização, que obrigava os partidos a reproduzir o modelo da aliança nacional em todo o País, minou a força das direções partidárias, que não conseguem impor a fidelidade aos Estados. Diante das dificuldades para fechar o apoio dos diretórios estaduais à chapa presidencial, os partidos tentam driblar a falta de comando criando um regulamento para as traições.

Que o diga o PMDB do deputado Michel Temer (SP). O partido não é o único que amarga rebeliões em regionais que disputam o poder local com o PT da presidenciável Dilma Rousseff. Também há problemas no PDT, PP e PTB. Mas, na condição de maior partido da base governista com estrutura em todo o Brasil, o PMDB saiu na frente. É o primeiro a deflagrar uma operação política para conter dissidentes que recusam apoio à chapa presidencial encabeçada pela petista, mesmo com Temer no posto de vice.

"Iniciei um trabalho de consulta aos diretórios estaduais para saber da possibilidade de promovermos uma convenção nacional, no dia 12, em que todos compareçam", diz o deputado Eliseu Padilha, representante de uma regional problema: o PMDB do Rio Grande do Sul, que vive às turras com o PT e não quer ouvir falar da candidatura Dilma.

Ao final do levantamento, ele levará a Temer as alternativas sugeridas por cada Estado para contornar o problema. Nas conversas preliminares, o presidente do PMDB já avisou aos líderes regionais que respeitará todas as decisões estaduais. Fez apenas um apelo: que não façam propaganda nos espaços institucionais do partido contra Dilma e o vice que preside o partido.

Como o objetivo maior é reduzir o impacto das traições, o alvo da operação é o palanque eletrônico. Em resumo, trair nos comícios, pode; no programa eleitoral no rádio e na TV, não pode. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: A Tarde

terça-feira, junho 08, 2010

Parlamento Sem Compromisso Social


Por : Julio César Cardoso Bacharel

Infelizmente, o Congresso Nacional tem atuado muitas vezes como sendo uma Casa de interesses políticos partidários não sociais. Os interesses e as necessidades sociais, por questões menores de picuinhas políticas e de birras entre partidos, são frequentemente escanteados, preteridos, postergados ou são tratados em nível de contexto secundário. Parece até que o Parlamento nacional não tem compromisso com o eleitor, com a sociedade, com o Brasil. Os reclamos da sociedade não são tomados com a seriedade devida por grande parte de nossos agentes legislativos. E isso se verifica em todas as legislaturas, seja de que partido for o governo federal vigente. Obstruem-se pautas, votações etc. como se os nossos parlamentares fossem os senhores reis do poder, causando sensíveis prejuízos à Nação. As oposições partidárias e o confronto de ideias fazem parte do jogo democrático.

Mas as vinganças internas entre oposição e base partidária do governo e vice-versa não podem de forma alguma prejudicar o andamento e aprovação de propostas que venham atender às necessidades da coletividade social. À sociedade não interessa saber se foi o partido A, B, ou C que idealizou uma boa proposta de interesse social. O que nos interessa é aprovação dessa proposta para o bem da coletividade.

A propósito do projeto de lei 1481/2007, de autoria do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), que busca democratizar o acesso ao sistema de Banda Larga, hoje monopolizado e de custo caro para muitos brasileiros, se for verdade que existe "boicote" de parlamentares do PSDB, DEM e PPS, para não aprovação do projeto, como argumenta o deputado federal José Guimarães (PT-CE), fica bem evidenciado o modo condenável de desforras políticas interpartidárias que, infelizmente, são praticadas por todos os partidos, de forma pueril.

Julio César Cardoso Bacharel em Direito e servidor federal aposentado Reg.394.437 Tel.47-33634184 Balneário Camboriú-SC

Fonte: Jornal Grito do Cidadão

XEQUE À ONU


Por : Celso Lungaretti


Tanta gente destaca as semelhanças entre a Alemanha nazista e Israel que nem vou me dar ao trabalho de relacionar os pontos comuns. Saltam aos olhos.

Só acrescentarei um, que até agora tem passado despercebido.

A impotência da Liga das Nações em conter Adolf Hitler levou à sua dissolução.

Se a Organização das Nações Unidas, que a sucedeu, continuar sendo incapaz de enquadrar Israel, também não terá nenhuma razão para continuar existindo.

Que seja dissolvida, pois, evitando dispêndios cuja única contrapartida, nas situações agudas, tem sido a produção de retórica inócua.

Pois o que acaba de acontecer, por mais que a propaganda israelense tente embaralhar e maquilar os fatos, não passou de um ataque pirata, em águas internacionais, contra embarcações que cumpriam uma missão humanitária.

Houve pessoas assassinadas e houve pessoas sequestradas; uma ofensa gravíssima a nações livres e a seus cidadãos.

Isto não pode ser aceito passivamente, de forma nenhuma.

Assim como não poderiam ter ficado sem resposta enérgica os horrores denunciados no Relatório Goldstone.

Assim como não poderia estar sendo permitido que um país com liderança tão insensata e truculenta desenvolva um projeto nuclear sem controle internacional de nenhuma espécie.

Respaldado no poder econômico e de mídia de judeus do mundo inteiro, Israel aplica, há décadas, a lei do mais forte.

A ONU terá de agir da mesma maneira, se quiser ser respeitada: fazendo valer a força maior de que teoricamente dispõe.

Para começar, exigindo o imediato levantamento do bloqueio israelense a Gaza.

Depois, impondo a rigorosa apuração desse episódio de pirataria em alto mar, seguida da não menos rigorosa punição dos responsáveis.

E passando a colocar em mesmíssimo plano, na discussão de sanções contra projetos nucleares clandestinos, os casos do Irã e de Israel.

Ou o que vale para um vale para o outro, ou é melhor deixarmos de palhaçada. Da forma parcial como está equacionando o problema, a ONU perde toda autoridade moral.

Israel colocou a sucessora da Liga das Nações em xeque; cabe-lhe decidir se é mate ou ainda tem fibra para virar o jogo.

Só existe uma certeza: se não sair da posição defensiva, sua derrota será inevitável.

E o mundo virará terra de ninguém, com a prevalência da força sobre a razão, como Israel tudo faz para que aconteça.

* Jornalista e escritor, mantém os blogues http://naufrago-da-utopia.blogspot.com/
http://celsolungaretti-orebate.blogspot.com/

Servidores da justiça baiana decidem manter greve por tempo indeterminado

Mariana Paiva | A TARDE*

Os servidores do judiciário baiano decidiram em assembleia realizada na manhã desta terça-feira, 8, a permanência da greve por tempo indeterminado. A categoria, em greve desde 7 de maio, discutiu os rumos do movimento e uma nova reunião foi marcada para o dia 17 deste mês. De acordo com a presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado da Bahia (Sinpojud), Maria José Santos da Silva, a categoria exige que seja retirado da assembleia o projeto que incorpora o adicional de funções, que complementa os salários.

Além disso, a categoria reclama de não participar das decisões do Tribunal sobre as medidas que serão tomadas para adequar a folha de pagamento à Lei de Responsabilidade Fiscal e pede a revogação do decreto 152/2010, que corta a Gratificação Especial de Eficiência (GEE) dos salários mais baixos, além da extinção dos cargos do Reda. Eles também são contra o corte da gratificação dos funcionários.

Durante a greve, são realizados apenas serviços considerados essenciais, como emissão de guia de sepultamento, alvará de soltura, habeas corpus, liminar para casos de saúde e de ligação de água e luz.

Nesta segunda, sindicalistas tiveram uma audiência com a presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, a desembargadora Telma Britto. A desembargadora não quer comentar sobre a greve, mas disse, por meio da assessoria de imprensa do Tribunal, que aguarda que os funcionários retornem ao trabalho. De acordo com a assessoria, os grevistas apresentaram cinco propostas para a desembargadora, sendo que uma foi o pedido para que o ponto dos dias não trabalhados não seja cortado. Segundo a assessoria, a desembargadora disse que não pode atender a esse pedido porque é uma decisão do Plenário.


*Com redação de Paula Pitta | A TARDE ON Line

Contran prorroga prazo para uso de cadeirinha em carros

Agência Estado

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determinou hoje a prorrogação do prazo para a obrigatoriedade do uso de cadeirinha para crianças com menos de 10 anos nos veículos.

Segundo a assessoria do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), os diretores dos órgãos estão reunidos para definir qual será o novo prazo. A determinação da prorrogação se deu, segundo a assessoria, após a constatação da falta do produto no mercado.

A lei das novas regras para transporte de crianças entraria em vigor amanhã em todo o País. Pela lei, crianças com menos de 10 anos devem ser transportadas no banco de trás e com um dispositivo de segurança que varia de acordo com a idade.
Fonte: A Tarde

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