
Charge reproduzida do Arquivo Google
José Vidal
Todos sabem que o maior problema do mundo é o aumento desordenado do número de habitantes, especialmente nas nações subdesenvolvidas, por falta de planejamento familiar. Ainda hoje tenho de ouvir que métodos contraceptivos são procedimentos que desrespeitam dogmas de alguma religião.
Desde os anos 70, quando ainda era muito jovem, entendi que o mundo não iria se dar bem com o número de filhos que as famílias costumavam ter. Hoje a taxa de natalidade diminuiu bastante, mas nas classes mais necessitadas ainda é alta. Idem nos países carentes, especialmente na África, Ásia e Oceania.
QUESTÃO RACIONAL – Ao me criticar pelo comentário que fiz sobre uma entrevista de um ator, Juliano Cazarré, que já tinha cinco filhos e não usava métodos contraceptivos devido à sua religião, um amigo desafiou-me a expor essas ideias em redes sociais ou qualquer outro meio de comunicação, por isso as coloco, pois não fujo das coisas que considero racionais.
Métodos contraceptivos existem aos montes, inclusive a pílula do dia seguinte, vasectomia, laqueadura, dispositivo intra- uterino, pílulas, adesivos etc.
É hipocrisia não admitir que com a população atual aumentando, qualquer paliativo é apenas um band-aid para um grande ferimento.
COLAPSO À VISTA – Hoje, se toda a população mundial já tivesse o padrão de países desenvolvidos, entraríamos em colapso. O mundo não aguentaria (ainda assim, como estamos, o mundo não aguentará por muito tempo).
Eu aplaudiria qualquer governo que incentivasse o planejamento familiar, através de distribuição gratuita dos métodos citados acima, mas parece que isso é uma utopia.
Por isso sugiro para programas como Auxílio Brasil ou Bolsa Família deveriam ter a contrapartida do beneficiário evitar o aumento familiar, ao invés de se pagar R$ 150 mensais a cada filho que nasça.