terça-feira, janeiro 13, 2026

Eleições 2026: Lula supera Tarcísio, Michelle e Flávio no 1º turno

 

Eleições 2026: Lula supera Tarcísio, Michelle e Flávio no 1º turno

Por Pedro Augusto Figueiredo / Estadão Conteúdo

13/01/2026 às 07:45

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida pela reeleição no pleito marcado para outubro deste ano, segundo pesquisa elaborada pela plataforma de jornalismo Meio e o Instituto Ideia, divulgada nesta terça-feira, 13. Ele aparece à frente de todos os adversários tanto no primeiro, quanto no segundo turno. A exceção é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que empata com Lula no segundo turno se considerada a margem de erro.

O petista leva vantagem sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e outros governadores de direita como Ratinho Júnior (PSD), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (União Brasil) e Eduardo Leite (PSD).

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas por meio de entrevistas por telefone entre os dias 8 e 12 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06731/2026.

Em um dos cenários de primeiro turno testados, Lula registra 40,2% das intenções de voto contra 32,7% de Tarcísio. Na terceira colocação, aparecem Zema e Caiado com 5,5%, cada. Não souberam responder 11,8% e brancos e nulos somam 3,6%.

Quando o governador é substituído por Flávio Bolsonaro, o petista registra 39,7% contra 26,5% do filho do ex-presidente. Ratinho Júnior tem 7%.

No dia 25 de dezembro, o senador Flávio Bolsonaro leu um carta, assinada por seu pai, onde o ex-presidente confirma que o filho será seu pré-candidato para a disputa pelo Palácio do Planalto em outubro. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirma que disputará a reeleição em São Paulo.

No cenário em que o governador paranaense é substituído por Eduardo Leite, Lula fica com 39,6% e Flávio oscila para 27,6%. O governador gaúcho registra 2,8%, atrás de Caiado (5,5%) e Zema (5,4%).

A Meio/Ideia também testou dois cenários com Michelle. No primeiro, com Ratinho, ela registra 29% contra 40% de Lula. No segundo, com Leite, o resultado é similar: 40,1% das intenções de voto para o petista contra 29,7% para a ex-primeira-dama.

Segundo turno

No segundo turno, Lula tem 44,4% contra 42,1% de Tarcísio. Devido à margem de erro, eles estão tecnicamente empatados. Brancos e nulos somam 7,2% e não souberam 6,4%.

O atual presidente leva vantagem contra todos os demais adversários. Ele supera Michelle (46% a 39%), Ratinho Júnior (46% a 37%), Caiado (46,3% a 36,5%), Zema (46,3% a 36,1%), Flávio (46,2% a 36%), Renan Santos (46,5 a 23,5%), Eduardo Leite (45% a 23%) e Aldo Rebelo (45,2% a 19%).

A pesquisa também questionou os entrevistados em quem eles não votariam de jeito nenhum se a eleição fosse hoje. O mais citado foi Lula (40,8%), seguido de Flávio Bolsonaro (30%), Michelle (26,1%) e Tarcísio (16,2%).

Os demais nomes ficam abaixo de 12,8%, porcentual obtido por Zema. Não souberam 12,2% e 3,1% disseram que não rejeitam ninguém.

Politica Livre

Bolsonaro faz série de pedidos na prisão, de SmartTV a alimentação

 

Bolsonaro faz série de pedidos na prisão, de SmartTV a alimentação

Por João Pedro Abdo / Folhapress

13/01/2026 às 08:00

Atualizado em 13/01/2026 às 10:33

Foto: Reprodução

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Preso desde novembro, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, por tentativa de golpe de Estado. Ele foi condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), em setembro, a pena de 27 anos e três meses.

O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso na corte, determinou que o ex-presidente fique custodiado em uma cela com 12 m². A sala tem paredes brancas, janela, mesa, armários, frigobar, televisão e banheiro privativo.

Além de local especial, Bolsonaro pode receber visitas regulares de familiares e da equipe médica. A defesa do ex-presidente vem formulando pedidos para novos benefícios. Relembre o que foi solicitado e o que já foi concedido:

REFEIÇÕES

No dia 25 de novembro, três dias após a prisão preventiva de Bolsonaro, seus advogados solicitaram que o ex-presidente recebesse alimentação especial. Moraes acatou e determinou que a entrega de comida fosse feita por uma pessoa cadastrada e em horário previamente determinado.

VISITAS ILIMITADAS

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que pediu para visitar o marido no dia seguinte à prisão, recebeu de Moraes uma autorização permanente para visitas no dia 18 de dezembro. O direito foi estendido aos filhos Carlos, Flávio, Jair Renan, Laura e à enteada, Letícia Firmo, no dia 2 de janeiro.

Assim, os familiares não dependem mais de autorização judicial a cada visita. Eles devem observar os horários estabelecidos pela PF: terças e quintas-feiras das 9h às 11h. O tempo de permanência é de 30 minutos.

EQUIPE MÉDICA

O ex-presidente estava autorizado a receber atendimento médico desde agosto, quando estava detido em casa. Com a prisão na sede da PF, Moraes determinou que Bolsonaro continuasse recebendo atendimento "em tempo integral" e "em regime de plantão".

PEDIDO DE PRISÃO DOMICILIAR

Antes do trânsito em julgado do caso, a defesa já havia pedido para que Bolsonaro cumprisse pena definitiva em prisão domiciliar. Com a prisão preventiva, Moraes entendeu, em 22 de novembro, que a solicitação ficou prejudicada.

No dia 19 de dezembro, o relator negou um novo pedido de domiciliar, mas autorizou, após perícia, a realização de cirurgia eletiva para retirada de uma hérnia inguinal. Quando recebeu alta hospitalar depois do procedimento, em 1º de janeiro, Bolsonaro teve outro pedido de domiciliar negado.

AR-CONDICIONADO

Segundo os advogados do ex-presidente, um ruído "contínuo e permanente" emitido pelo aparelho de ar-condicionado da cela de Bolsonaro vem causando "perturbação à saúde e integridade do preso". A defesa pediu providências, e a PF informou, na última quarta (7), que só seria possível reduzir o barulho mediante obras, que atrapalhariam o funcionamento da unidade.

LIVROS

Na quinta (8), Bolsonaro pediu para entrar no programa de redução de pena pela leitura. Prevista no artigo 126 da Lei de Execuções penais, a remição por estudo pode ser obtida, no caso do ex-presidente, a partir da leitura de livros presentes em uma lista da Secretaria de Educação do DF. O abatimento dos dias (4 por livro) depende da apresentação de uma resenha sobre a obra.
SMARTTV

A defesa solicitou, na sexta (9), que Bolsonaro tivesse acesso a uma SmartTV. No pedido, os advogados citam o direito à informação como "expressão direta da dignidade da pessoa humana" e afirmam que o aparelho não seria usado para acessar as redes sociais. Moraes deu cinco dias para a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestar a respeito.

ASSISTÊNCIA RELIGIOSA

Também foi solicitada autorização para visitas do bispo Robson Rodovalho e do pastor Thiago Araújo Manzoni. Para a concessão da "assistência religiosa", a defesa cita os encontros que aconteceram "sem que houvesse qualquer registro de incidente" durante a prisão domiciliar do ex-presidente.

Politica Livre

Ensinar as plantas a se protegerem: o futuro da proteção vegetal inovadora


Viviane Passerini - Grupo Texto 


Por Mariana Yama, engenheira agrônoma pela Universidade Estadual Paulista, especialista em fisiologia vegetal, nutrição e desenvolvimento de plantas pela Universidade de São Paulo (USP) e gerente de biocontrole da UPL Brasil
 
Produzir mais com menos impacto ambiental tornou-se um dos dogmas da agricultura moderna. Os produtores rurais buscam cada vez mais novas formas de fortalecer a defesa das plantas, mantendo o equilíbrio entre produtividade e sustentabilidade. Na UPL, gostamos de chamar esse processo de “reimaginar a sustentabilidade”. Nesse cenário, a combinação entre ciência e tecnologia assume papel de protagonista, desenvolvendo soluções que ajudam as plantas a expressarem todo o seu potencial produtivo, mesmo sob condições adversas.
 
Entre as inovações mais recentes, destaca-se uma tecnologia capaz de ativar o sistema imunológico natural das plantas, tornando-as mais preparadas para reagir ao ataque de patógenos e a outros tipos de estresse. Essa tecnologia é conhecida como “indutora de defesa”.
No mercado existem variados ativos que ativam o sistema de resistência das plantas, sendo o sistema de resistência adquirido, ativado após o contato com a doença, e o sistema de resistência induzido, ativado por microrganismos benéficos. Porém, antes que seja desencadeada a resposta de algum dos sistemas de resistência, existe uma primeira camada de defesa, onde há uma rede de receptores que são ativados a partir do reconhecimento de padrões moleculares, que são responsáveis pelo balanço das ativações entre os sistemas.
 
Esse processo, conhecido como ativação basal do sistema imunológico, cria uma espécie de memória imunológica, pelo qual a planta “aprende” com o estímulo e responde de forma mais veloz e eficaz quando exposta novamente a uma condição de estresse. Essa ativação não interfere negativamente no metabolismo nem compromete o rendimento final, refletindo-se em melhor desempenho produtivo. É assim que funciona Luminus, recém-lançado pela UPL Brasil, após parceria com a Elemental Enzymes.
 
Esse desenvolvimento está alinhado com as necessidades atuais do campo, especialmente diante das mudanças climáticas cada vez mais intensas observadas a cada safra, do aumento da pressão de doenças foliares e da busca constante do produtor por maior eficiência operacional. Nesse contexto, é fundamental contar com soluções biológicas cada vez mais eficazes. A tecnologia de Luminus se destaca por promover plantas mais responsivas ao ataque de doenças foliares, principalmente no controle de manchas-foliares, como Septoria e Cercospora na soja, além de mancha-branca e ferrugem no milho. Tudo isso aliado à facilidade operacional, compatibilidade com outros insumos químicos, baixa dosagem e segurança nos resultados.
 
Isso não é tudo: o produto é totalmente biológico, não deixa resíduos tóxicos e é altamente biodegradável – consequentemente, seguro tanto para o meio ambiente quanto para plantas, animais e humanos.
 
Dessa forma, a UPL reforça mais uma vez o compromisso com a inovação, inaugurando a mais nova geração de biológicos, uma molécula bioquímica de alta estabilidade, sem organismos vivos, que oferecem ação rápida e precisa. Luminus é tão inovador que, para ele, foi criada uma categoria nova no Fungicide Resistance Action Committee (FRAC) Global 2025, comitê internacional responsável por classificar os modos de ação de ingredientes ativos e há expectativa de que o FRAC-BR também atualize em breve.
 
Historicamente, a UPL tem sido pioneira em fungicidas. Há uma década, a UPL criou os chamados multissítios, com Unizeb Gold, sendo líder nessa categoria desde então. Com Luminus, damos 






sequência a essa história de pioneirismo e compromisso com a agricultura, posicionando um produto com base de um exclusivo peptídeo foliar, inovação que está à frente do que predomina no mercado atualmente. Mais do que controlar doenças (como manchas foliares em soja e milho), queremos estimular o equilíbrio fisiológico. Em outras palavras, o objetivo é traduzir essa linguagem técnica em alta produtividade, alta qualidade e menor impacto ambiental.


Obrigada,

Viviane Passerini

Texto Comunicação Corporativa

viviane@grupotexto.com.br

(+55) 11 93221-0828

grupotexto.com.br

Reforma tributária muda o jogo em 2026 e exige decisões imediatas das empresas

 Reforma tributária: 2026 vira ano decisivo para empresas ajustarem caixa, preços e contratos

Novo modelo de créditos e o split payment antecipam riscos estruturais e exigem decisões estratégicas antes da entrada plena do IBS e da CBS

A transição da reforma tributária começa a impor, já em 2026, decisões estratégicas que vão muito além da mudança de alíquotas. Com o avanço do novo modelo de créditos e a perspectiva do split payment, empresas e prestadores de serviços precisam rever formação de preços, fluxo de caixa e contratos para evitar perdas permanentes quando o novo sistema estiver plenamente em vigor.

Para o tributarista Marcelo Costa Censoni Filho, sócio do Censoni Advogados Associados e CEO do Censoni Tecnologia Fiscal e Tributária, 2026 não deve ser tratado como um simples período de adaptação técnica, mas como um ano-chave de planejamento e escolhas estruturais. “É o momento de fechar o passado e desenhar o futuro. Quem falhar em qualquer uma dessas frentes pode entrar na reforma em desvantagem permanente”, afirma.

Segundo Censoni, a primeira prioridade é a recuperação de tributos pagos a maior nos últimos cinco anos, incluindo créditos de PIS, Cofins, ICMS, ISS, IPI e contribuições previdenciárias que muitas empresas deixaram de aproveitar. “A reforma não corrige o passado. Se esses valores não forem identificados e recuperados em 2026, ocorre a prescrição e a perda de caixa se torna definitiva”, alerta.

A segunda frente, muitas vezes negligenciada, é a projeção personalizada de cenários futuros. “A reforma não impacta todos da mesma forma. O efeito depende do setor, do regime tributário, da estrutura de custos, da cadeia de fornecedores e do perfil de clientes. Sem simulações específicas, o empresário toma decisões no escuro”, explica. Em alguns casos, a análise pode indicar que o modelo atual do negócio se torna economicamente inviável no novo sistema de IBS e CBS, exigindo mudanças antecipadas.

Decisões de agora podem comprometer o futuro

Na avaliação de Censoni, erros cometidos em 2026 podem gerar impactos irreversíveis. Entre eles, projetar o futuro sem antes recuperar créditos, manter regimes tributários por inércia, assinar contratos de longo prazo sem testar o efeito do IBS e da CBS, precificar sem recalcular o custo tributário futuro e investir ou expandir sem validar a viabilidade no novo sistema.

“O risco é estrutural. Contratos podem nascer deficitários, preços podem ficar travados e investimentos podem ser mal dimensionados. A ausência de ações tributárias assertivas em 2026 compromete margem, competitividade e caixa”, resume.

Na mesma linha, Luís Garcia, sócio do Tax Group, administrador de empresas pela FGVe e advogado tributarista pela USP/SP, destaca que o empresário precisa usar 2026 como um ano de simulações e correções estratégicas. Para ele, decisões tomadas agora definem quem entra fortalecido na reforma e quem será surpreendido mais adiante. “O planejamento deixou de ser opcional. Ele passa a ser condição para atravessar a transição com segurança”, afirma.

A mensagem é direta: 2026 é o ano em que as empresas precisam responder a duas perguntas essenciais — quanto deixaram com o Fisco no passado e se o negócio segue viável no futuro. “Quem fizer esse diagnóstico agora transforma a reforma tributária em oportunidade. Quem adiar, pode pagar um preço alto depois”, conclui Garcia.

Fontes:

Luís Garcia, sócio do Tax Group, Administrador de Empresas pela FGVe, advogado Tributarista pela USP/SP.

Marcelo Costa Censoni Filho, sócio do Censoni Advogados Associados, especialista em Direito Tributário e CEO do Censoni Tecnologia Fiscal e Tributária.

 

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