domingo, novembro 09, 2025

A falsa guerra ao “narcoterrorismo” e o truque da direita para pedir tutela externa

Publicado em 8 de novembro de 2025 por Tribuna da Internet

Maior parte da sociedade está fora da polarização acentuada, diz pesquisa

Publicado em 8 de novembro de 2025 por Tribuna da Internet

 

Sabatinas ‘de verdade’: OAB-SP quer influenciar indicações ao STF

Publicado em 8 de novembro de 2025 por Tribuna da Internet


Bancada cristã ainda não foi criada, mas já tinha sala com placa na Câmara

Publicado em 8 de novembro de 2025 por Tribuna da Internet

Deputado alega que “erro do pessoal de serviço”

Bela Megale
O Globo

A bancada cristã da Câmara dos Deputados ainda não foi criada, mas chegou a ter uma sala própria na Casa, com placa de identificação (foto). O espaço onde ela foi instalada ficava no corredor da liderança do governo e já foi ocupado pelo PSDB.

O deputado federal Gilberto Nascimento (PSD-SP), presidente da Frente Parlamentar Evangélica e um dos articuladores da criação da bancada cristã disse que “houve uma falha do pessoal” e que a placa foi retirada.

“FALHA DO PESSOAL” – “Ali vai ficar a sala da Frente Parlamentar Evangélica. Não temos sala da bancada cristã, houve uma falha do pessoal. A ideia é que, quando for criada, vamos arrumar um espaço, se necessário. Mas hoje achamos que não há necessidade e vamos ficar com uma sala da Frente Parlamentar Evangélica e outra da Frente Parlamentar Católica”, disse Nascimento.

Ao ser questionado sobre de quem foi o erro, o deputado afirmou que “talvez tenha sido do pessoal de serviço” da Câmara. A iniciativa chegou a ser criticada por algumas lideranças religiosas que se colocam contra a criação da bancada cristã, como o deputado federal Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ).

“A imagem de ter uma sala da bancada cristã antes da aprovação é um escárnio. É a prova de que está tudo combinado. É o retrato do privilégio e da falta de noção sobre respeito à diversidade. Eu votei contra a urgência e votarei contra a criação da bancada no mérito”, disse. Parlamentares fizeram uma comparação com a Comissão dos Povos Originários, que chegou a demorar quase seis meses para ter uma sala.

OUTRO DESTINO – O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), negou que tenha fornecido a sala para a instalação da bancada cristã e disse que o espaço foi destinado à Frente Parlamentar Evangélica.

“Não tem sala para bancada cristã, até porque, ela não está criada. O que ocorreu foi que mudei a Frente Parlamentar Evangélica para uma sala maior e dei a sala que era dela para a Frente Parlamentar Católica”, disse Motta.

ESPAÇO ANTIGO – O presidente da Casa afirmou que não teve conhecimento da instalação de uma placa da bancada cristã no local e disse que, se isso ocorreu, foi um “erro”. Perguntado porque as Frentes Católica e Evangélica terão salas, já que não é praxe que frentes parlamentares tenham esses espaços no Congresso, Motta disse que isso “depende do nível de organização de cada frente” e que o colegiado evangélico já tinha um espaço antes dele ser o presidente da Câmara.

No mês passado, os deputados aprovaram a tramitação em regime de urgência do projeto que cria a bancada cristã. A proposta foi apresentada por integrantes das frentes evangélica e católica e vai instituir uma nova liderança, com direito a voto no colégio de líderes. É o colégio de líderes que define a pauta de votações da Casa e conduz as negociações políticas do plenário. O mérito referente à criação da bancada, no entanto, ainda será analisado.

Acompanhem Gilmar contra Fux no julgamento que pode salvar Bolsonaro


🔥 The new details of the fight at the Supreme Court: Fux humiliated Gilmar! 🔥 - YouTube

Ilustração reproduzida do Arquivo Google

Carlos Newton

Ninguém sabe se teremos um “Duelo de Titãs” (John Sturges) ou um “Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro” (Glauber Rocha), mas é certo que haverá um duelo sensacional no Supremo, quando for a julgamento o novo recurso a ser apresentado pela defesa de Jair Bolsonaro à Segunda Turma, para anular o julgamento anterior que acaba de ser encerrado pela Primeira Turma.

O que ninguém esperava era o espetacular lance do ministro Luiz Fux, que na Primeira Turma deu aquele voto de 429 páginas inocentando Bolsonaro da acusação, sob argumento de que ele desistiu do golpe e viajou para Miami antes de Lula assumir.

ESQUEMA GENIAL – Somente Fux pode dizer se foi tudo bolado por ele ou se é uma estranha coincidência, mas a verdade é que o esquema para inocentar Bolsonaro só existe devido à surpreendente aposentadoria de Luís Roberto Barroso, que está sob ameaça de perder a fortuna que investiu nos EUA, caso Trump o inclua na Lei Magnitsky.

Com a estratégica saída de Barroso, o ministro Fux pôde ocupar a vaga dele na Segunda Turma e vai dar maioria a Bolsonaro, unindo-se aos votos de Nunes Marques e André Mendonça.

Com isso, ficam em minoria Gilmar Mendes e Dias Toffoli), com a responsabilidade de evitar a anulação do acórdão condenando Bolsonaro e outros seis incriminados.  

SUSPENSE TOTAL – No Supremo, o suspense é de matar o Hitchcock, diria o genial compositor Miguel Gustavo. O ministro Gilmar está uma pilha contra Fux e também contra Barroso, e passou a distribuir informações  contra a Tribuna da Internet, garantindo que existe  “jurisprudência” para impedir a manobra de Fux, o que não corresponde à verdade, conforme explicaremos no próximo artigo, nesta segunda-feira, dia 10.

Ninguém sabe como acabará esse imbróglio. No julgamento da Segunda Turma, na forma da lei, da doutrina e dos regulamentos, deveria ser vitoriosa a tese processual de Fux.

Porém, nada impede que Gilmar e o novo presidente Fachin inventem uma solução antijurídica para manter Bolsonaro preso, como fizeram em 2019, para soltar ilegalmente Lula da Silva, e depois em 2021, para possibilitar a candidatura dele, mais ilegalmente ainda.

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P.S. 
 – Gilmar Mendes e Luiz Fux se tornaram inimigos declarados, somente se falam nas sessões quando é inevitável. A partir de agora os julgamentos da Segunda Turma passarão a ser embates entre eles.  Tudo indica que, na briga entre os dois, quem sairá perdendo é a Justiça, que já está andando torta feito papagaio(C.N.)


O que significa o STF condenar Bolsonaro e generais pelo ataque à democracia


STF mantém condenação de Bolsonaro e seis réus

Pedro do Coutto

A decisão unânime da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, que rejeitou os recursos do ex-presidente Jair Bolsonaro e de ex-ministros e generais envolvidos na tentativa de golpe de Estado, marca um divisor de águas na história política recente do Brasil.

O placar de 4 a 0 não sela apenas um processo jurídico, mas consolida um marco institucional, que reafirma os limites constitucionais diante de um projeto de ruptura articulado a partir do próprio Estado.

RESULTADO DAS URNAS – Desde os ataques de 8 de janeiro de 2023, o STF vinha ampliando sua atuação para reconstruir o que ocorreu: não se tratou de ato isolado ou tumulto espontâneo, mas de uma tentativa coordenada de subverter o resultado eleitoral e impor um novo regime político, apoiado no discurso de que as Forças Armadas poderiam intervir para “corrigir” o processo democrático.

A condenação alcança nomes de altíssimo escalão, como Braga Netto, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira, Anderson Torres, Almir Garnier Santos e Alexandre Ramagem. A mensagem institucional é inequívoca: não haverá relativização histórica ou eufemismo jurídico quando o pacto constitucional é atacado diretamente.

Democracias, como já analisado por organismos como a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, sobrevivem apenas quando têm capacidade de responder com clareza a tentativas de ruptura — especialmente quando essas tentativas vêm de dentro de suas próprias estruturas de poder.

PONTO SENSÍVEL – Com os recursos praticamente esgotados, o centro de gravidade do processo se desloca para um ponto sensível: o cumprimento das penas. A presença de generais e ex-ministros em unidades militares poderia criar um ambiente de tensão interna, enquanto manter prisões domiciliares para todos seria interpretado como privilégio indevido. A possibilidade de envio de parte dos condenados para a Penitenciária da Papuda, entretanto, abre um dilema mais profundo: como as Forças Armadas irão elaborar publicamente o fato de que quadros de sua cúpula violaram o juramento constitucional?

O impacto simbólico dessa etapa pode ser maior do que o próprio julgamento, porque obriga a instituição a decidir entre a autopreservação corporativa e o compromisso democrático que afirma defender.

Entre os condenados, o caso de Mauro Cid é particularmente revelador. Condenado a pena menor, ele abriu uma trilha documental e testemunhal que detalhou a engrenagem do golpe no nível operacional. Seu papel demonstra algo essencial: a democracia não se defende apenas com posicionamentos políticos, mas com investigação rigorosa, provas verificáveis e devido processo legal. Não foi narrativa contra narrativa — foi fato contra intento de fraude histórica.

BASE MOBILIZADA – A condenação, porém, não encerra a disputa política. O bolsonarismo ainda possui base mobilizada, discurso afetivo e canais de comunicação que mantêm viva a hipótese de deslegitimação das instituições. A democracia brasileira, nesse sentido, segue em teste contínuo. Mas o julgamento estabeleceu um limite: a ruptura não será normalizada.

O próximo passo será decisivo. Se o país conseguir atravessar a fase de cumprimento das penas sem humilhações institucionais, sem bravatas de revanche e sem concessões que reescrevam o passado, poderá finalmente consolidar algo que lhe faltou desde 1988: a certeza de que a Constituição não é apenas uma referência moral, mas uma fronteira inegociável. O julgamento foi o momento da sentença. Agora começa o período mais difícil — o da maturidade democrática.

sábado, novembro 08, 2025

Nota de Pesar

 


É com profundo sentimento que recebo a triste notícia do falecimento de minha parente Antônia Nolasco (Tuita). Mulher de personalidade firme e coração generoso, Tuita foi uma verdadeira guerreira que, ao lado de seu saudoso esposo, dedicou parte de sua vida ao bem de Jeremoabo e de seu povo.

Sua residência, no bairro dos Barris, em Salvador, sempre foi reconhecida pela hospitalidade — parecia mais um verdadeiro hotel, tamanha a quantidade de conterrâneos que ali encontravam abrigo, apoio e acolhimento quando precisavam se deslocar à capital para tratamento de saúde ou para resolver questões pessoais.

Jeremoabo perde uma filha ilustre, solidária e comprometida com o próximo. Que Deus a receba em Sua infinita misericórdia e conceda à família e amigos o consolo necessário neste momento de dor.

Descanse em paz, Tuita. Sua bondade e exemplo permanecerão vivos na memória de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la.

sexta-feira, novembro 07, 2025

Maestro Neemias Couto prepara grande Concerto Gospel de Natal em Salvador


Evento vai reunir coral, orquestra e músicos de diversas denominações em celebração ao nascimento de Cristo


O Natal em Salvador será celebrado com uma grande noite de música e adoração. O maestro Neemias Couto está à frente da organização do Concerto Gospel de Natal, que reunirá o Coral Evangélico de Salvador e a Orquestra Gospel da Bahia em uma apresentação especial dedicada ao nascimento de Cristo.


O espetáculo contará com dezenas de vozes e instrumentistas, unindo músicos de diferentes igrejas e ministérios. A proposta é promover integração entre talentos da música cristã e fortalecer a expressão de fé por meio da arte.


Além do concerto, a iniciativa também abre espaço para novos participantes. Cantores e músicos interessados podem se inscrever para integrar o coral que será formado especialmente para a ocasião, ampliando a participação e valorizando artistas da cena gospel local.


De acordo com a organização, o evento busca não apenas celebrar a mensagem natalina, mas também destacar a importância da música cristã na formação cultural e espiritual do público.


Inscrições e informações: WhatsApp (71) 99251-0879


Crédito da foto/ redes sociais- Neemias Couto





Pauta enviada pelo jornalista Fábio Almeida


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