domingo, outubro 12, 2025

Governo faz “pente-fino” e demite infiéis após derrota na Câmara

Publicado em 12 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Os Bons Frutos do Hospital Municipal de Jeremoabo Começam a Florescer

 

                                 Foto Divulgação  whatsApp


Os Bons Frutos do Hospital Municipal de Jeremoabo Começam a Florescer

Os bons frutos do Hospital Municipal de Jeremoabo já começam a florescer sob a administração do prefeito Tista de Deda. Com uma gestão pautada na responsabilidade, no compromisso e no respeito à população, a unidade hospitalar tem passado por uma verdadeira transformação — reflexo do trabalho conjunto entre a equipe médica, paramédica e administrativa.

Antes, as reclamações eram constantes e diárias. Faltavam estrutura, acolhimento e sensibilidade no atendimento. Hoje, o cenário é outro. Os pacientes começam a elogiar o hospital, e o testemunho vem, inclusive, de pessoas que viveram o outro lado da história — como um cidadão que, antes, atuava como segurança do ex-prefeito Deri do Paloma. Seu depoimento é simbólico, pois mostra que a mudança é real e visível a todos, independentemente de posição política.

O Hospital Municipal de Jeremoabo conta atualmente com profissionais competentes e dedicados, que tratam cada paciente com humanidade, ética e dignidade. O ambiente, antes alvo de críticas, agora se destaca pela limpeza exemplar e pela alimentação de qualidade, aspectos essenciais para a recuperação e o bem-estar dos internados.

Mas o prefeito Tista de Deda não se contenta apenas com os avanços já conquistados. Ele afirma que o trabalho está apenas começando e que ainda há muito a ser feito. Entre as próximas metas da administração está a implantação de uma ala obstétrica moderna, que garantirá mais segurança e conforto às gestantes e recém-nascidos. Além disso, o prefeito tem demonstrado empenho em buscar, junto às instâncias superiores, a instalação de uma UTI em Jeremoabo — um sonho antigo da população, que, quando concretizado, representará um salto histórico na qualidade da saúde pública do município.

Essas melhorias não acontecem por acaso. Elas são resultado de uma gestão que respeita o dinheiro público, valoriza os profissionais da saúde e, acima de tudo, coloca o ser humano no centro das decisões.

Jeremoabo começa a sentir os efeitos de uma nova forma de governar: com transparência, sensibilidade e compromisso. O Hospital Municipal, que antes simbolizava descaso, hoje se torna um exemplo de eficiência, respeito e renovação — um verdadeiro motivo de orgulho para todos os jeremoabenses.

Por: Fernando Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Gestão Pública, proprietário do Blog-DedeMontalvao - MATRÍCULA   ABI - C-002025

sábado, outubro 11, 2025

STF tem provas contra Filipe Martins por tentativa de golpe de Estado? Confira

 Foto: Divulgação

Ex-assessor de assuntos internacionais da Presidência durante o governo Jair Bolsonaro Filipe Martins11 de outubro de 2025 | 17:24

STF tem provas contra Filipe Martins por tentativa de golpe de Estado? Confira

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O ex-assessor de assuntos internacionais da Presidência durante o governo Jair Bolsonaro Filipe Martins tem mobilizado as discussões a respeito da ação penal da trama golpista após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes destituir e depois recuar da decisão de afastar os seus advogados da causa. O episódio mobilizou a extrema-direita nas redes sociais, que acusa a Corte de levá-lo a julgamento sem provas.

Apesar do debate virtual, a Procuradoria-Geral da República (PGR) reuniu um arsenal de documentos e depoimentos que implicam Martins na tentativa de golpe de Estado.

Uma das principais provas contra Martins é a sua participação na reunião do dia 7 de dezembro de 2022, quando Bolsonaro reuniu o então ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, e os comandantes das Forças Armadas para apresentar uma minuta de decreto com medidas de exceção. Na avaliação da Polícia Federal (PF), o documento daria sustentação ao golpe.

De acordo com o depoimento do ex-comandante do Exército Freire Gomes à PF, Martins ficou encarregado da leitura do decreto, expondo os seus fundamentos “técnicos”.

O depoimento foi corroborado na delação do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid, que informou à PF que Martins se retirou da reunião com os militares após a leitura do documento. “Filipe Garcia Martins Pereira apresentou e sustentou o projeto de decreto que implementaria medidas excepcionais no país”, resumiu a PGR ao descrever a participação do ex-assessor na trama golpista.

Os registros de entrada e saída de Martins no Palácio da Alvorada entre o pós-segundo turno das eleições de 2022 e a troca de governo em janeiro daquele ano mostram que ele esteve diretamente envolvido nas articulações golpistas conduzidas por Bolsonaro. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar a organização criminosa. Martins é citado pela PGR em ao menos três reuniões cruciais naquele período.

Uma dessas reuniões ocorreu no dia 9 de dezembro de 2022, quando Bolsonaro se reuniu com Martins e os generais Walter Braga Netto e Marcelo Câmara para fazer ajustes na minuta golpista diante da resistência expressa pelos comandantes do Exército e da Aeronáutica em aderir ao plano golpista. Segundo o procurador-geral da República, Paulo Gonet, os participantes do encontro definiram que seria preciso procurar apoio junto a outros integrantes do Alto Comando do Exército diante da resistência de Freire Gomes.

Um fator adicional que mostra o envolvimento direto de Martins na tentativa de golpe é que seu nome constou no documento apreendido pela PF que continha as delegações de cada um dos membros do “gabinete de crise” que seria instalado após o golpe para “estabelecer diretrizes estratégicas, de segurança e administrativas para o gerenciamento da crise institucional”. O texto dizia que Martins iria ocupar a assessoria de relações institucionais do governo provisório de exceção.

Weslley Galzo / Estadão Conteúdo

Governo exonera aliados de deputados que votaram contra MP do aumento de impostos

Foto: Vinícius Loures / Câmara dos Deputados
Cinco superintendentes regionais de ministérios ligados ao MDB e PSD foram exonerados11 de outubro de 2025 | 16:56

Governo exonera aliados de deputados que votaram contra MP do aumento de impostos

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O governo começou a demitir nesta sexta (10) indicados políticos de deputados que votaram contra a MP (medida provisória) do aumento de impostos, numa primeira ação para retaliar os integrantes da base governista que não têm seguido as orientações do Palácio do Planalto.

Cinco superintendentes regionais de ministérios ligados ao MDB e PSD foram exonerados. Um integrante do Planalto diz que os aliados foram alertados de que essa votação era decisiva, e que aqueles que se posicionassem contra a medida provisória fariam a opção de sair do governo.

As primeiras consequências apareceram no Diário Oficial da União, com a exoneração dos superintendentes do Ministério da Agricultura no Pará, Paraná, Minas Gerais e Maranhão. No Ministério dos Transportes, a superintendente do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) de Roraima perdeu o cargo.

As demissões causaram insatisfação principalmente no PSD, de acordo com deputados ouvidos pela Folha. Um líder da sigla classificou a ação do governo como pouco inteligente e sem sentido, já que a sigla foi a segunda com maior apoio à MP, atrás apenas do PT.

O PSD orientou voto contra a medida provisória, numa ação coordenada pelo presidente do partido, Gilberto Kassab. Já MDB declarou voto a favor. Ambas as bancadas racharam, no entanto. No PSD, foram 20 votos a favor do governo e 18 contra. No MDB, 16 votos governistas e 14 contra.

De acordo com parlamentares, as exonerações também alcançaram estatais, como Correios e Caixa Econômica Federal, com demissões em cargos de assessoria e administração regional. A saída de funcionários comissionados dessas empresas não é publicada no Diário Oficial.

A medida provisória era uma das principais apostas do governo Lula para manter a arrecadação crescendo em 2026 e evitar necessidade de corte de despesas e investimentos no ano eleitoral. Ela tinha impacto previsto de R$ 20 bilhões no Orçamento, e agora o Executivo terá que encontrar outras fontes de receita ou então reduzir seus gastos.

A derrota, por 251 votos a 193, levou o governo a retaliar aliados que foram infiéis, partidos que se dizem na oposição e tinham cargos também foram afetados, a exemplo de indicados do PP e do PL na Caixa, como revelou o Painel.

Aliado do vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes (PL-RJ), Rodrigo de Lemos Lopes foi destituído da vice-presidência de sustentabilidade e cidadania digital, conforme anunciou o banco em comunicado ao mercado nesta sexta-feira. Em seu lugar, assumirá de forma interina Jean Rodrigues Benevides, diretor executivo de sustentabilidade e cidadania digital.

José Trabulo Junior, consultor do presidente do banco, Carlos Vieira, desde 25 de setembro de 2024, foi retirado do cargo também. Ele é aliado do presidente do PP, Ciro Nogueira, como mostrou a Folha. Piauiense, Trabulo integrou ainda o Conselho Fiscal da Caixa Corretora, uma das subsidiárias do banco, e foi diretor da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) no governo Bolsonaro.

Outros alvos, de acordo com integrantes do governo, devem ser pessoas indicadas por políticos do União Brasil e do PP. As duas siglas anunciaram o desembarque do governo e trabalham para fortalecer uma candidatura adversária à do presidente Lula (PT) em 2026.

Na quarta (8), dia de votação da medida provisória, PP e União Brasil puniram Celso Sabino (União Brasil) e André Fufuca (PP) pela decisão de permanecer nos ministérios do Turismo e do Esporte. Eles foram afastados de cargos de direção, e Sabino enfrentará um processo de expulsão da sigla.

Apesar desse movimento, políticos do União Brasil e do PP mantêm controle de estatais como a Caixa Econômica Federal, a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), a Telebras e diretorias dos Correios, além de diversas indicações em cargos regionais dos ministérios.

A estratégia do governo Lula é contar com parte do centrão em sua campanha de 2026, assim como ocorreu há quatro anos. A demissão dos infiéis, segundo governistas, é o primeiro passo para essa limpa e para fortalecer quem de fato estará ao lado do petista na eleição presidencial.

Raphael Di Cunto / Folhapress 

Em vídeo, Tarcísio reage a Haddad e acusa o PT de mentiras e manipulação

Publicado em 11 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Governador diz que ‘paciência tem limite’

Bruno Ribeiro
Folha

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) fez seu mais duro ataque direto ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), ao se defender de críticas após ser apontado como um dos principais articuladores da derrubada da MP (medida provisória) que aumentava impostos.

Em vídeo nas redes sociais, além de acusar o PT de praticar ofensas e mentiras, ele disse: “Tenha vergonha, Haddad, respeite os brasileiros.” A assessoria do ministro informou que ele não iria comentar. O ministro havia dito que o governador defendeu a derrubada da medida para “proteger a Faria Lima”.

GRAVAÇÃO – O vídeo foi gravado durante visita do governador à fábrica da Toyota, em Porto Feliz, no interior do estado, na manhã da última quinta-feira (9), pouco após a declaração do ministro. O governador havia ido vistoriar a fábrica, danificada por uma tempestade no mês passado. Tarcísio fez o registro com a equipe de redes sociais que o acompanha diariamente.

Na véspera, Tarcísio negou à Folha que tivesse articulado a derrubada da MP. Contudo, à noite, quando o governo foi derrotado, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcanti (PL-RJ), agradeceu o empenho dele e de outros governadores pelo resultado.

A seus auxiliares, segundo a reportagem apurou, Tarcísio repetiu que não telefonou a lideranças partidárias pedindo a derrubada da MP. O líder do PL teria conversado com ele e dito a Tarcísio que se empolgou no momento da vitória, de acordo com a versão que circula no Palácio dos Bandeirantes — a reportagem não conseguiu falar com Sóstenes.

DESCULPAS –  A gravação de Tarcísio, que começa com ele dizendo que “paciência tem limite”, foi feita um dia depois de ele publicar um vídeo pedindo desculpas à população por causa de uma fala feita por ele durante uma entrevista coletiva que repercutiu mal e foi explorada nas redes sociais pela esquerda.

Na ocasião, ele disse que passaria a se preocupar com a crise da contaminação de bebidas alcoólicas por metanol quando ela atingisse também a Coca-Cola, sua bebida preferida. Segundo a Folha apurou, desde a semana passada o governador havia subido o tom das críticas ao PT no que seria uma reação pela forma como o tema das bebidas foi abordado.

Em uma entrevista coletiva no começo da crise, ele disse que não havia indícios de participação do “crime organizado” na adulteração de bebidas. Mas o Ministério da Justiça informou que investigava indícios de que o metanol que foi parar no álcool consumido pela população pudesse ter sido importado pelo PCC (Primeiro Comando da Capital).

ATRITOS –  A interlocutores, em conversas recentes, ele relembrou atritos recentes e informações desencontradas no episódio das desapropriações da favela do Moinho, no centro da capital, quando petistas fizeram uma série de críticas à condução do caso pelo governo paulista.

“Há meses a gente vem sendo alvo de uma ampla campanha de desconstrução de imagem e reputação por parte do PT. Ofensas, mentiras nas redes sociais — tudo certo, nada diferente do que a gente sempre viu no PT”, disse no vídeo.

“A estratégia do PT sempre foi essa: vender o mundo perfeito na publicidade, gastando seu dinheiro para isso, e espalhar também o medo e o ódio contra quem pensa diferente deles”, complementou.

IMPACIÊNCIA – Tarcísio tem demonstrado mais impaciência ao reafirmar que seu plano é tentar a reeleição em São Paulo no ano que vem, embora siga sendo considerado o principal nome da oposição para concorrer à Presidência contra Lula (PT). Horas antes de gravar o vídeo, uma nova pesquisa Quest/Genial apontou que a aprovação do petista segue em tendência de alta iniciada em julho e que o petista venceria ele e os demais potenciais adversários no segundo turno.

Na campanha de 2022, quando concorreu ao governo contra Haddad, Tarcísio havia feito críticas ao rival, a quem chamou de “pior prefeito da história de São Paulo”. Após a posse, contudo, a relação por um período foi de cordialidade, e eles chegaram a trabalhar juntos pela reforma tributária.

À noite, perfil do PT nas redes sociais divulgaram um vídeo em que, sem citar Tarcísio, Haddad diz que a MP “buscava garantir investimentos em saúde, educação e previdência, cobrando uma contribuição justa dos super-ricos” e que a oposição defendeu “bilionários, bancos e bets” –atacar o grupo é parte da estratégia de comunicação do partido.

Lula e Trump: a importância do diálogo que reposiciona o Brasil

Publicado em 11 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Lula esvazia narrativa de exclusividade da direita radical

Marcelo Copelli
Revista Fórum

O recente diálogo entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, realizado nesta semana, ultrapassa o campo da diplomacia formal. Trata-se de uma iniciativa política marcada por movimentos estratégicos e senso de realidade, que recoloca o Brasil no centro das discussões internacionais e evidencia, ao mesmo tempo, a solidão crescente da extrema direita — tanto em Brasília quanto em Washington.

Mais do que uma simples troca de palavras entre dois chefes de Estado, o encontro mostrou que, na política internacional contemporânea, ideologias rígidas cedem espaço a acordos instrumentais e interesses concretos.

PARCEIRO ESTRATÉGICO – O tom cordial surpreendeu analistas acostumados a vê-los em polos opostos: o presidente dos Estados Unidos, sob pressão por resultados econômicos domésticos e tensões comerciais com a China, identificou no Brasil um parceiro estratégico; Lula, por sua vez, interpretou o momento como uma oportunidade de ampliar o canal de diálogo com Washington sem renunciar à defesa da soberania nacional.

Segundo fontes do Departamento de Estado e da chancelaria brasileira, a pauta incluiu temas como energia, biocombustíveis e reindustrialização, além de uma sinalização sobre a possível revisão de tarifas que afetam produtos brasileiros, como café e aço. Esses tópicos demonstram que o contato não se limitou à retórica: desde o início, houve tentativa de convergir interesses econômicos com impacto direto sobre setores exportadores e cadeias produtivas nacionais.

Politicamente, o efeito imediato é claro. Ao estabelecer um canal direto com Washington, Lula esvazia a narrativa de exclusividade que parte da direita radical buscava manter em torno das relações com os Estados Unidos. Figuras que se apresentavam como pontes privilegiadas — como o deputado Eduardo Bolsonaro — veem seu protagonismo reduzido: a centralidade passa a ser institucional e presidencial, e não mais dependente de canais informais.

PERDA DE LEGITIMIDADE – O bolsonarismo, embora ainda detenha influência em setores do eleitorado e do Congresso, perde, com este episódio, parte de sua legitimidade no plano externo. Convém distinguir ato político de resultado concreto.

A conversão do entendimento diplomático em medidas práticas — como redução tarifária, acordos de cooperação setorial e mecanismos de acompanhamento técnico — dependerá de negociações prolongadas. Nos Estados Unidos, tais decisões enfrentam o crivo do Congresso e a resistência de setores industriais; no Brasil, o desafio será transformar o capital diplomático do diálogo em ganhos tangíveis para a economia.

Para fortalecer a análise pública, será fundamental observar indicadores objetivos: comunicados oficiais com prazos e metas, deliberações sobre tarifas, reações dos mercados e associações setoriais, além de sondagens que avaliem o impacto político interno dessa iniciativa.

TENDÊNCIA GLOBAL – Anne Applebaum, colunista da revista norte-americana The Atlantic, observou que “o novo realismo de Lula ecoa uma tendência global: líderes que compreendem que o poder hoje está na habilidade de conversar com adversários, e não apenas com aliados”. É uma leitura que traduz com precisão o espírito dessa movimentação diplomática — um aceno à política da convergência, mais do que à diplomacia da confrontação.

A aproximação entre Lula e Trump representa um reposicionamento estratégico do Brasil: sinaliza capacidade de interlocução ampla e pragmática, enfraquece o apelo de discursos personalistas e devolve ao país um papel relevante no diálogo global.

Lula, ao reabrir uma via direta com o presidente dos Estados Unidos, envia uma mensagem ao mundo e ao Brasil: o país está de volta à mesa onde se decide o futuro — e, desta vez, sem depender dos extremos que tentaram sequestrar a sua voz.


Indefinição de Bolsonaro trava alianças e fortalece Lula nos estados

Publicado em 11 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet


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