quarta-feira, outubro 08, 2025

Jeremoabo e a Governança: A Aposta em Novos Tempos de Transparência e Eficiência


O conceito de Governança Municipal refere-se ao conjunto de processos que gerenciam os recursos e serviços de uma cidade, visando eficiência, transparência e prática social. É a área vital da gestão pública, responsável por afetar diretamente o cotidiano dos cidadãos.

A boa governança enfatiza uma administração acessível, participativa e transparente, essencial para promover o bem-estar dos munícipes e garantir a sustentabilidade econômica, social e ambiental do município.

Ferramentas como o Índice de Governança Municipal (IGM) são utilizadas para medir a qualidade desses processos, identificando pontos fortes e fracos e incentivando a melhoria contínua da gestão. A transparência é alcançada, por exemplo, ao garantir que o site municipal esteja em conformidade com as normativas do Ministério Público, oferecendo:

  • Portal da Transparência de fácil acesso e dinâmico.

  • Canal de Comunicação e Ouvidoria eficiente.

  • Diário Oficial Eletrônico para acesso a atas e ofícios.

Em Jeremoabo, após diversas gestões, o prefeito Tista de Deda demonstra ter incorporado essa filosofia de Governança Municipal como rumo. O foco em soluções inovadoras e eficazes, como as obras na saúde e educação, é um reflexo desse novo olhar, buscando modernidade e agilidade para o cidadão.


Fonte de pesquisa: https://www.plenussistemas.com.br/

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Banco do Brasil lança ‘Pix por imagem’ com IA; veja como funciona

 Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil/Arquivo

Limite diário para operações pelo aplicativo de mensagens é de R$ 30008 de outubro de 2025 | 17:20

Banco do Brasil lança ‘Pix por imagem’ com IA; veja como funciona

economia

Agora é possível fazer ou receber um Pix apenas com uma foto enviada pelo WhatsApp. O Banco do Brasil anunciou nesta terça-feira (7) que passou a oferecer a modalidade em sua assistente virtual, no número (61) 4004-0001.

A tecnologia usa IA (inteligência artificial) para reconhecer dados escritos à mão ou impressos, como chave Pix e valor da transferência.

A função, disponível desde mês passado, promete tornar o processo de transferência mais simples em situações práticas do dia a dia —por exemplo, quando a pessoa não consegue acessar o aplicativo do banco naquele momento.

Ela também serve para quando alguém ou algum estabelecimento entrega a chave Pix anotada em um papel, com números e letras difíceis de digitar manualmente, em vez do Pix QR Code.

Segundo o banco, o limite diário para operações pelo aplicativo de mensagens é de R$ 300. O pagamento é concluído na própria conversa.

Depois da mensagem “Recebi sua imagem! Estou analisando, só um instante”, a assistente virtual identifica o contexto da interação e apresenta as informações para confirmar a transação.

COMO PAGAR UM PIX POR IMAGEM NO BANCO DO BRASIL?

  1. Envie a foto com a chave e, se houver, o valor do Pix, para o WhatsApp do número (61) 4004-0001
  2. Confira se os dados estão corretos e clique em “Continuar”
  3. No celular, insira a senha de seis dígitos do cartão e confirme a transação

Se tudo der certo, a assistente virtual deverá enviar a mensagem “Seu Pix foi enviado!”, junto com um emoji, uma figurinha e um comprovante de pagamento.

Gabriela Cecchin, Folhapress

E se a ciência conseguir provar que a vida continua após a morte?

Publicado em 8 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

O Processo de Mudanças do Espiritismo, por Reinaldo Di Lucia – Portal  Espiritismo com Kardec – ECK

Imagem de Gerd Altmann (Pixabay)

Juliano Spyer
Folha

A ideia exposta no filme “Blade Runner”, de robôs com consciência, parece que se aproxima da realidade. No Vale do Silício, o tema já é tratado como uma religião pelo movimento conhecido como transumanismo. É um bom momento para discutir a relação entre espiritualidade e ciência.

O Brasil, especialmente o mundo popular, é profundamente religioso. Ainda assim, mesmo leitores desta coluna que acreditam em Deus podem estranhar a ideia de misturar fé e ciência. Mas por que não?

PESQUISAR  – Se você acredita na existência de Deus e que a consciência é mais que o resultado de combinações aleatórias que produziram a vida, por que não pesquisar sobre isso?

Responder a essa pergunta se tornou a missão do psiquiatra brasileiro Alexander Moreira-Almeida (UFJF), fundador do Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde (Nupes). Seu trabalho, que investiga a relação entre espiritualidade e saúde mental, tem ganhado reconhecimento internacional.

Neste ano, ele recebeu o Prêmio Oskar Pfister, concedido anualmente pela American Association of Psychiatry (APA) a pesquisadores que estudam temas na intersecção entre ciência e religião. O neurologista Oliver Sacks, o historiador Peter Gay e o filósofo Paul Ricoeur estão entre os agraciados de edições anteriores.

SUCESSO MUNDIAL – A força do trabalho de Alexander está no fato de ele produzir ciência dentro da universidade, com metodologia médica e atuação internacional. Ele foi coordenador da seção de saúde mental e espiritualidade da Associação Mundial de Psiquiatria e também se dedica à divulgação científica, publicando conteúdo acessível ao público não especializado.

No livro “Ciência da Vida após a Morte” (Springer, 2022), feito com dois coautores, ele alerta para a influência de uma ideologia dominante —o fisicalismo materialista— que considera a espiritualidade uma fantasia humana, embora a ciência jamais tenha provado que a consciência morre junto com o corpo físico.

A segunda parte da obra apresenta evidências empíricas que sugerem a possibilidade de sobrevivência dessa consciência. Entre os estudos analisados estão pesquisas sobre mediunidade, experiências de quase-morte e reencarnação.

DEBATE NA FOLHA – Curioso? Na próxima semana você poderá fazer perguntas diretamente a Alexander. Ele participará de um debate com o diretor de Redação desta Folha, o jornalista Sérgio Dávila, e com a psicóloga Marta Helena de Freitas, professora da Universidade Católica de Brasília e presidente da International Association for the Psychology of Religion (IAPR).

O evento faz parte da série Conversas Difíceis, da qual sou curador. Será na segunda-feira (13), às 19h, no espaço Cívico (rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 445 – Pinheiros, SP). A entrada é gratuita, mas as vagas são limitadas. Haverá transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do Instituto Humanitas360.

O que mudaria se a ciência admitisse —e eventualmente comprovasse— que a vida não termina com o corpo? Como isso afetaria nossa visão de mundo e o modo como escolhemos viver e morrer? Apareça. Leve sua curiosidade.

Caiado diz que um nome só da direita não resiste ao governo Lula


O Veredito de R$ 18 Milhões: Responsabilidade e Fiscalização na Câmara de Jeremoabo

A recente aprovação, pela Câmara de Vereadores de Jeremoabo, do empréstimo de R$ 18 milhões para melhorias no município é um ato que transfere poder e, crucialmente, responsabilidade para os representantes eleitos. A decisão, tomada após o povo conferir um mandato legítimo a cada vereador, cabe inteiramente ao Legislativo, que, em tese, possui acesso às informações técnicas e financeiras necessárias para avaliar um endividamento dessa magnitude.

O princípio que deve guiar a aprovação de R$ 18 milhões é o da responsabilidade e do estudo aprofundado. Partimos do pressuposto de que as comissões e os vereadores analisaram as condições de pagamento e a capacidade do município de absorver essa dívida, vinculando-a estritamente a projetos de interesse coletivo, como infraestrutura, saneamento e urbanização.

O Ônus da Decisão e a Necessidade de Fiscalização

Toda decisão política de grande impacto carrega riscos. O empréstimo pode se tornar o motor de progresso, transformando Jeremoabo em um canteiro de obras, ou, em caso de má gestão, um fardo que comprometerá orçamentos futuros.

Por isso, a maior responsabilidade recai sobre aqueles que levantaram a mão para aprovar o projeto. O papel do vereador não se encerra na autorização; ele se intensifica na fiscalização rigorosa. Os parlamentares devem garantir a transparência de cada gasto, acompanhar as licitações e exigir que o recurso seja aplicado em benefício real do povo.

A população, que confiou seu voto, deve agora manter-se vigilante, cobrando relatórios e exigindo resultados concretos. Empréstimo é compromisso, e o uso de recursos públicos exige consciência, honestidade e fiscalização permanente.

Relator pede arquivamento de processo contra Eduardo Bolsonaro no Conselho de Ética.

 Foto: Divulgação/Arquivo

O deputado Delegado Marcelo Freitas (União Brasil-MG), no plenário da Câmara dos Deputados08 de outubro de 2025 | 15:48

Relator pede arquivamento de processo contra Eduardo Bolsonaro no Conselho de Ética

brasil

O relator da representação movida contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP) no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados defendeu nesta quarta-feira (8) o arquivamento do caso.

Logo após a leitura do voto, parlamentares pediram vista (mais tempo para análise) do processo, adiando o desfecho. A posição do relator, pelo arquivamento, ainda precisará ser analisada pelo colegiado.

A representação que pede a perda do mandato de Eduardo foi apresentada pelo PT, pelo senador Humberto Costa (PT-PE) e pelo deputado Paulão (PT-AL).

Os petistas sustentam, entre outras coisas, que Eduardo fez ataques reiterados a instituições, especialmente ao STF; incitou contra o processo eleitoral ao afirma que “sem anistia para Jair Bolsonaro não haverá eleição em 2026”; e atuou junto a autoridades estrangeiras para constranger instituições brasileiras.

Relator do caso, o deputado federal Marcelo Freitas (União Brasil-MG) disse que Eduardo expôs visões críticas, em um “exercício da liberdade de expressão e opinião política em contexto de debates internacionais”.

“Isso não constitui infração ética, mas exercício legítimo de mandato, como reconhecem as democracias”, afirmou.

Eduardo está nos EUA desde março, de onde comanda uma campanha por sanções para livrar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da prisão.

Freitas tem proximidade com as pautas bolsonaristas. Na semana passada, o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), pediu ao presidente do conselho, Fabio Schiochet (União Brasil-SC), que fosse escolhido um novo relator, argumentando que Freitas é próximo de Eduardo e apoia Bolsonaro.

Schiochet, porém, manteve o relator, alegando que confia na imparcialidade de Freitas. A escolha do parlamentar de Minas foi feita pelo presidente do conselho entre três opções de nomes sorteados —Duda Salabert (PDT-MG) e Paulo Lemos (PSOL-AP) foram os outros incluídos na lista.

Se a maioria no Conselho de Ética for contrária ao parecer pelo arquivamento, escolhe-se então um novo relator.

O processo contra Eduardo foi instaurado em 23 de setembro, quando começou a contar o prazo de até 90 dias úteis para que o colegiado se manifeste sobre a cassação.

Para que o deputado perca o mandato, são necessários ao menos 257 votos de 513 do plenário, maioria absoluta da Casa.

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