quarta-feira, setembro 03, 2025

Suspense! Tesouro dos EUA indaga se os bancos brasileiros já puniram Moraes


TRUMP ANUNCIA SANÇÕES CONTRA MORAES E 'ALIADOS' NO STF - Jônatas Charges - Política DinâmicaMariana Sanches
do UOL

Nesta segunda-feira, previmos a possibilidade de haver novas sanções do governo dos Estados Unidos como aplicação da Lei Magnitsky. No dia seguinte, terça-feira, os bancos brasileiros receberam  uma carta do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos com questionamentos sobre a aplicação da L

O comunicado do Ofac, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, que pertence ao Tesouro americano, pergunta quais ações foram ou estão sendo tomadas pelas instituições para cumprir a sanção aplicada ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

NO JULGAMENTO – O envio da notificação ocorreu no primeiro dia de julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no STF. Moraes foi atingido pela Lei Magnitsky em julho e, por isso, incluído no rol de sancionados da Ofac.

Por meio da decisão, o governo americano determina o congelamento de qualquer bem ou ativo que a pessoa sancionada tenha nos Estados Unidos e proíbe entidades financeiras americanas e empresas de fazerem operações com ela.

A medida incluiria o uso das bandeiras de cartões de crédito, Mastercard e Visa, por exemplo.

PRIMEIRO PASSO – O envio da comunicação pelo Tesouro seria o primeiro passo para averiguar o cumprimento da lei pelas instituições brasileiras. Em seguida, o Departamento do Tesouro poderia, se julgar que houve descumprimento por parte dos bancos, aplicar sanções secundárias, como multas.

Haveria ainda a possibilidade de punir executivos das instituições como pessoas físicas a depender da análise sobre o eventual descumprimento.

Os bancos no Brasil estão sujeitos a cumprir as sanções pelo fato de terem representações nos Estados Unidos.

NO JULGAMENTO – O envio da notificação ocorreu no primeiro dia de julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no STF. Moraes foi atingido pela Lei Magnitsky em julho e, por isso, incluído no rol de sancionados da Ofac.

Por meio da decisão, o governo americano determina o congelamento de qualquer bem ou ativo que a pessoa sancionada tenha nos Estados Unidos e proíbe entidades financeiras americanas e empresas de fazerem operações com ela.

A medida incluiria o uso das bandeiras de cartões de crédito, Mastercard e Visa, por exemplo.

PRIMEIRO PASSO – O envio da comunicação pelo Tesouro seria o primeiro passo para averiguar o cumprimento da lei pelas instituições brasileiras. Em seguida, o Departamento do Tesouro poderia, se julgar que houve descumprimento por parte dos bancos, aplicar sanções secundárias, como multas.

Haveria ainda a possibilidade de punir executivos das instituições como pessoas físicas a depender da análise sobre o eventual descumprimento.

Os bancos no Brasil estão sujeitos a cumprir as sanções pelo fato de terem representações nos Estados Unidos.

A gestão Trump tem se revelado convencida de que o apoio à família Bolsonaro é seu melhor caminho para disputar a liderança do Brasil nas eleições do país em 2026. Os bolsonaristas se aproximaram do grupo de Trump há quase uma década. Em mensagens trocadas com o pai e reveladas em um recente relatório da Polícia Federal, Eduardo admitiu ter trabalhado contra nomes alternativos na direita, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

À coluna, Steve Bannon, o ideólogo do movimento trumpista MAGA (Make America Great Again), diz ver em Eduardo o herdeiro para o movimento bolsonarista. Um senador do Centrão, integrante da comitiva que foi recentemente a Washington negociar tarifas, relatou à coluna ter ouvido a mesma coisa de empresários com acesso à Casa Branca.

DIFÍCIL APOSTAR– O governo Lula está ciente do risco de uma nova escalada na crise da relação bilateral durante o julgamento.

Um embaixador do Brasil com conhecimento das atuais relações entre Brasil e EUA afirmou à coluna que, como negociar com a independência do Judiciário jamais foi uma opção, o país se prepara para mitigar os eventuais danos de uma nova rodada de punições de Washington.

Mas que, dada a imprevisibilidade de Trump, é difícil apostar quais poderiam ser elas.


Corregedoria do TJ-BA instaura processo disciplinar para apurar irregularidades em serventia extrajudicial

 Foto: Divulgação

O procedimento tem como objetivo verificar responsabilidades diante de indícios de condutas consideradas graves03 de setembro de 2025 | 10:20

Corregedoria do TJ-BA instaura processo disciplinar para apurar irregularidades em serventia extrajudicial

exclusivas

A Corregedoria-Geral da Justiça do Estado da Bahia instaurou um Procedimento Administrativo Disciplinar para apurar uma série de irregularidades atribuídas a uma serventia extrajudicial. A decisão foi oficializada por meio da Portaria nº CGJ-289/2025-GSEC, assinada pelo corregedor-geral, desembargador Roberto Maynard Frank, nesta terça-feira (2).

O procedimento tem como objetivo verificar responsabilidades diante de indícios de condutas consideradas graves, que vão desde falhas de gestão até práticas que podem configurar afronta a princípios constitucionais e legais. Entre as acusações levantadas estão permissividade na gestão, abandono administrativo e financeiro, utilização de sistemas paralelos de registros, prestação de informações falsas em juízo, desorganização generalizada, descumprimento de prazos legais e até suposta extorsão para acelerar serviços.

Constam ainda denúncias de registros fraudulentos, irregularidades em retificações e desmembramentos de áreas, quebra da ordem cronológica de protocolos para beneficiar particulares, além de violação à Lei de Registros Públicos, à Lei dos Notários e Registradores e à Lei Geral de Proteção de Dados. Diversos dispositivos legais e regimentais foram citados na portaria para fundamentar a abertura da investigação.

Para conduzir o processo, foi designado o juiz assessor especial da Corregedoria, Marcos Adriano Silva Ledo, que terá prazo de 90 dias para apresentar relatório conclusivo. O procedimento tramitará sob sigilo, conforme determinado pelo corregedor.

Política Livre

Advogado de Braga Netto presta solidariedade ao STF ‘pelos ataques que a Corte vêm sofrendo’

 Foto: Reprodução/Arquivo

Walter Braga Netto03 de setembro de 2025 | 12:30

Advogado de Braga Netto presta solidariedade ao STF ‘pelos ataques que a Corte vêm sofrendo’

brasil

O advogado José Luís Mendes de Oliveira Lima, que representa o ex-ministro da Defesa e da Casa Civil Walter Braga Netto, prestou solidariedade ao Supremo Tribunal Federal pelos ataques de bolsonaristas à Suprema Corte e disse que as divergências que apresentará em sua manifestação oral não significam apoio a esses ataques.

A declaração de Lima vai no sentido de desassociar a defesa de Braga Netto dos apoiadores mais radicais do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Em toda oportunidade que tiver como advogado e cidadão, vou prestar solidariedade ao STF e aos seus integrantes que esta Corte vem recebendo. Não tenho a menor dúvida de que a grandeza desta Corte e de vossas excelências já superou estes ataques”, disse, logo no início de sua fala.

Lima lembrou do mensalão e disse que havia uma cobertura “frenética”, mas “em momento algum essa Corte sofreu os ataques recentes”. “Acho inadmissível, como advogado, não tenho como ficar quieto”, afirmou.

Dirigindo-se ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso e principal alvo de ataques de bolsonaristas, afirmou: “O fato de divergir de decisões de vossa excelência não quer dizer, em momento algum, que eu acolho os ataques que foram feitos à vossa excelência. Vossa excelência tem passado, presente e futuro”.

O advogado disse que seu cliente “é inocente”. “Quem diz isso? Não é este advogado, são os autos, as provas produzidas, as testemunhas e os inúmeros documentos juntados nesse processo”, declarou.

Afirmou, ainda, que o general tem “40 anos de serviços prestados, sem qualquer mácula” e que sua condenação, nos termos propostos pela Procuradoria-Geral da República, pode significar que ele ficará preso pelo resto de sua vida.

“Nesta data, no momento em que estou aqui, emoção aumenta porque estou defendendo um homem de 40 anos de serviços prestados, sem qualquer mácula em sua carreira, e se a denúncia for aceita da forma como foi proposta pelo Ministério Público, este homem, que tem 69 anos, passará o resto da sua vida no cárcere”, declarou.

Gabriel Hirabahasi, Lavínia Kaucz e Pepita Ortega/Estadão Conteúdo

Heleno se distanciou de Bolsonaro e não sabia de golpe, diz advogado

 Foto: Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil

O general Augusto Heleno03 de setembro de 2025 | 12:48

Heleno se distanciou de Bolsonaro e não sabia de golpe, diz advogado

brasil

A defesa do general Augusto Heleno, ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), procurou demonstrar, nesta quarta-feira (3), que seu cliente teria se distanciado do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que, ao fim do mandato presidencial, o general mal se reunia com o mandatário. Por esse motivo, nunca conversou com Bolsonaro sobre qualquer tentativa de golpe.

“Quando o presidente Bolsonaro se aproxima dos partidos do Centrão e tem sua filiação ao PL, inicia-se sim um afastamento da cúpula do poder”, disse o advogado Matheus Milanez, que representa Heleno, em sustentação oral durante o julgamento do caso.

Nesta quarta, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) dá continuidade ao julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados por uma trama golpista com o intento de reverter o resultado das eleições de 2022.

Felipe Pontes/Agência Brasil

Defesa diz que Bolsonaro ‘foi tragado’ para 8/1, ataca delação de Cid e refuta plano de assassinato

 Foto: Rosinei Coutinho/STF

Celso Vilardi03 de setembro de 2025 | 11:20

Defesa diz que Bolsonaro ‘foi tragado’ para 8/1, ataca delação de Cid e refuta plano de assassinato

brasil

A defesa de Jair Bolsonaro (PL) afirmou ao STF (Supremo Tribunal Federal) que a denúncia contra o ex-presidente não tem nenhuma prova que o vincule ao plano de assassinato de autoridades ou aos ataques do 8 de Janeiro.

A declaração foi dada pelo advogado Celso Vilardi no início de sua sustentação oral no segundo dia do julgamento sobre a trama golpista na Primeira Turma do STF.

“O presidente não atentou contra o Estado democrático de Direito”, disse Vilardi. “Não há uma única prova que vincule o presidente ao Punhal Verde e Amarelo, Operação Luneta e 8 de Janeiro. Nem o delator, que eu sustento que mentiu contra o presidente da República, nem ele chegou a dizer de participação de Punhal, Luneta, Copa e 8 de Janeiro. Não há uma única prova.”

O advogado de Bolsonaro disse que a investigação da Polícia Federal começou com a apreensão do celular do tenente-coronel Mauro Cid e a identificação de uma minuta golpista em seu telefone.

“Esse é o epicentro, a pedra de toque do processo. A minuta e a colaboração [de Cid]. O que acontece é que, depois, a verdade é que é uma sucessão inacreditável de fatos”, disse.

Na visão de Vilardi, a PF encontrou no decorrer da investigação diversos outros documentos que tratavam sobre questões antidemocráticas —como o plano Punhal Verde e Amarelo, que trata do assassinato de autoridades, e o Desenho Operacional Luneta, que indicava o passo a passo de um golpe de Estado.

O advogado diz que a investigação, sem provas, acabou vinculando Bolsonaro à profusão de documentos e os ataques do 8 de Janeiro, que chamou de “trágico episódio”. “E o presidente, a quem eu estou representando, foi tragado para estes fatos”, completou.

Em outra frente de defesa, Vilardi afirmou questionou a legitimidade da delação de Mauro Cid. “Um colega disse que esta delação é uma jabuticaba. Não é uma jabuticaba. É muito mais grave”, disse.

“A delação, da forma como está sendo proposto é algo que não existe nem aqui nem em nenhum lugar do mundo. O que se busca é reconhecer uma parcial validade da delação e ainda assim fazer um aproveitamento dela diminuindo a pena. Não é uma parte da pena em função de ter uma parte de omissões e contradições. Omissões e contradições anulam a delação.”

O advogado disse que Cid mentiu “enésimas vezes” e que “esse homem não é confiável”. Vilardi destacou ainda que parte da acusação da PGR está baseada exclusivamente na delação do militar, como a denúncia de que Bolsonaro fez mudanças nas minutas golpistas.

Bolsonaro é acusado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de ter cometido cinco crimes: tentativa de golpe de Estado, de abolição do Estado democrático de Direito, associação criminosa, dano qualificado do patrimônio público e deterioração do patrimônio tombado.

Ele decidiu não ir ao Supremo para acompanhar o julgamento que pode levá-lo à prisão sob regime fechado. Bolsonaro assiste à sessão da Primeira Turma do STF em sua casa em Brasília, onde cumpre prisão domiciliar desde 4 de agosto.

A sustentação oral da defesa do ex-presidente é dividida em duas partes. Na primeira, Vilardi trata dos principais pontos considerados controversos na denúncia da PGR, como a alegada falta de provas e de voluntariedade de Mauro Cid em seu acordo de delação premiada.

A segunda parte será conduzida pelo advogado Paulo Cunha Bueno, defensor que está com Bolsonaro desde o início das investigações. Ele vai tratar sobre aspectos penais que deveriam ensejar a absolvição do ex-presidente, como o argumento de que os atos narrados pela PGR não configuram execução de crime

Bolsonaro é acusado de ser o líder de uma organização criminosa que tentou dar um golpe de Estado no fim de 2022, depois de sua derrota nas urnas para o presidente Lula (PT).

A denúncia afirma que o grupo comandado pelo ex-presidente pôs em prática sua estratégia contra a democracia em julho de 2021, quando promoveu uma live nas redes sociais para atacar as urnas eletrônicas.

Nos meses seguintes à live, a PGR diz que Bolsonaro exortou à desobediência de decisões judiciais, espalhou informações falsas sobre as eleições, atacou ministros do STF e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e incitou as Forças Armadas contra seus adversários.

“O que parecia, à época, um lance eleitoreiro, em si mesmo ilícito e causador de sanções eleitorais, mostrou-se, a partir da trama desvendada no inquérito policial, um passo a mais de execução do plano de solapar o resultado previsto e temido do sufrágio a acontecer logo adiante”, diz Gonet na denúncia.

Depois da derrota nas eleições presidenciais, a acusação sustenta que o ex-presidente tentou reverter o resultado eleitoral em busca por indícios de fraude nas eleições. O relatório de fiscalização das Forças Armadas, porém, não encontrou suspeitas.

O Partido Liberal até tentou anular os votos depositados nas urnas eletrônicas de versão anterior a 2020, sob a falsa justificativa de que havia mau funcionamento. A sigla acabou multada por inépcia da denúncia e falta de indícios de irregularidades.

Sem conseguir sucesso na Justiça Eleitoral, Bolsonaro passou a se reunir com chefes das Forças Armadas para discutir alternativas para reverter o resultado eleitoral, segundo a denúncia.

Em depoimento ao STF, o ex-presidente confirmou que se reuniu com os comandantes militares para estudar “possibilidades outras dentro da Constituição, ou seja, jamais saindo das quatro linhas”.

“Em poucas reuniões, abandonamos qualquer possibilidade de uma ação constitucional”, disse Bolsonaro. “Abandonamos e enfrentamos o ocaso do nosso governo”.

Cézar Feitoza, Ana Pompeu e José Marques/Folhapress

Lula se reúne com ministros do União Brasil e Alcolumbre após partido anunciar desembarque

 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo

Governo diz que almoço faz parte da série de encontros com representantes de partidos da base03 de setembro de 2025 | 13:13

Lula se reúne com ministros do União Brasil e Alcolumbre após partido anunciar desembarque

brasil

O presidente Lula (PT) marcou um almoço com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e ministros de seu governo filiados ao União Brasil um dia após o partido orientar a saída daqueles que tiverem mandatos.

Devem comparecer ao almoço os ministros Celso Sabino (Turismo), Waldez Góes (Desenvolvimento Regional) e Frederico Siqueira Filho (Comunicações). Os dois últimos foram indicados por Alcolumbre.

Na terça (2), a cúpula da federação entre União Brasil e PP (Progressistas) anunciou que políticos com mandato que ocupam cargos na Esplanada deveriam sair do governo até o dia 30 de setembro, sob pena de serem expulsos.

Com isso, André Fufuca (Esporte) e Celso Sabino (Turismo), deputados federais licenciados pelo PP e pelo União Brasil, respectivamente, deveriam deixar os cargos.

A ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) também estará no encontro desta quarta. Na véspera, após o anúncio da federação, a responsável pela articulação política do governo cobrou que todos que tiverem indicado aliados para cargos na gestão federal, independentemente de terem mandato ou não, devem ter compromisso com Lula e votar com o Planalto em projetos prioritários.

“Quem permanecer deve ter compromisso com o presidente Lula e com as pautas principais que este governo defende, como justiça tributária, a democracia e o estado de direito, nossa soberania. Precisam trabalhar conosco para aprovação das pautas do governo no Congresso Nacional. Isso vale para quem tem mandato e para quem não tem mandato, inclusive para aqueles que indicam pessoas para posições no governo, seja na administração direta, indireta ou regionais”, afirmou.

De acordo com o Planalto, a reunião desta terça não tem ligação com o anúncio de terça e seria uma continuidade das reuniões que o presidente da República fez até o momento com os partidos, como ocorreu com o PSD, Republicanos, MDB e PT.

Conforme mostrou a Folha, Lula minimizou a aliados o impacto do desembarque dos ministros de seu governo e voltou a afirmar que vai ganhar as eleições presidenciais em 2026. Apesar disso, interlocutores do petista reconheceram que esse movimento poderá trazer dificuldades ao Planalto nas votações no Congresso.

Mariana Brasil, Folhapress

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