domingo, agosto 03, 2025

Em seis meses, Trump abalou a democracia e agora desfaz o ‘mito’ americano


CRÉDITO: STEVE SACK_CAGLE CARTOONS

Charge do Steve Sack (Revista piauí)

Jamil Chade
do UOL

Poucas semanas depois de Donald Trump iniciar os ataques contra as instituições americanas, chantagear o mundo e tentar, na força, inaugurar uma nova ordem mundial, um dos maiores especialistas em democracia no mundo, Staffan Lindberg, chefe do V-Dem – um programa da Universidade de Gotemburgo – avisou:

“Se isso continuar assim, os EUA não serão mais considerados como uma democracia em 2026”, disse, numa referência ao informe e mapeamento que sua instituição realiza e que serve de parâmetro no mundo.

MITO EM CRISE – Não era um exagero. O ‘mito’ americano de ser uma experiência democrática que serve de suposto modelo ao mundo está em risco. Em seis meses, o governo Trump proliferou ordens executivas para desmontar o estado de direito, promoveu um ataque deliberado contra a Constituição, prendeu e pediu o impeachment de juízes e deu ordens explícitas para que seus funcionários descumprissem ordens legais.

Dentro da Casa Branca, foram borradas as linhas que separam interesses particulares e públicos, com empresários, parentes e o conglomerado Trump usando os símbolos nacionais para vender telefone, criptomoeda, perfume, bíblias e mais de 150 outros produtos.

O presidente ainda agiu para apagar as fronteiras entre fé e religião, um dos pilares da república. Trouxe para dentro do Salão Oval “tele-evangelistas”, ordenou investigação sobre a suposta perseguição contra cristãos e falou abertamente sobre princípios religiosos como base para políticas públicas.

RACISMO E XENOFOBIA -Em sua ofensiva contra imigrantes, transformou o processo de deportação em um reality show de racismo e xenofobia.

Trump desmontou o Departamento de Educação e institucionalizou a censura, retirou programas sociais dos mais pobres, atacou universidades e enfraqueceu ou inviabilizou os órgãos de controle.

A corrosão da democracia veio ainda na forma de um ataque minuciosamente organizado contra a imprensa, seja pedindo publicamente a demissão de jornalistas como abrindo processos milionários contra meios de comunicação. O objetivo é intimidar e causar um clima de auto-censura entre todos os demais.

RÁDIO E TLEVISÃO -Ao cortar recursos para a NPR e PBS, o sistema público de rádio e televisão, Trump deve ainda levar ao fechamento de 1,5 mil estações pelo país e que dependiam dos programas produzidos pela agência.

O impacto é também no exterior. Os cortes de Trump na ajuda externa e o desmantelamento da US Agency for Global Media significaram o fim do apoio à mídia independente no exterior, provocando a alegria dos regimes autoritários que estão aproveitando a oportunidade para preencher o vazio deixado para trás. Basta ver como a mídia estatal russa elogiou o fechamento da Voice Of America como uma “decisão fantástica”.

Para a entidade Repórteres Sem Fronteira, Trump está ao mesmo tempo “imitando e inspirando regimes autoritários e quase autoritários em todo o mundo”.

ANTIJORNALISMO – “Donald Trump tornou-se uma figura importante em um movimento político global antijornalismo que contribuiu para o recente declínio da liberdade de imprensa em todo o mundo e que atualmente está em plena exibição nos Estados Unidos, apenas seis meses após o início de seu segundo governo”, alertou a organização.

“Desde que assumiu o cargo, há seis meses, Trump tem correspondido a anos de ataques verbais a jornalistas com ações novas e concretas para limitar a liberdade de imprensa. Muitas dessas táticas não são novas – é a mesma cartilha que vimos os predadores da liberdade de imprensa empregarem em todo o mundo. Mas está claro que Trump ampliou esse fenômeno, encorajando e inspirando outros líderes a reprimir sua própria mídia doméstica. O resultado é um desastre para a liberdade de imprensa em nível global”, alertou Clayton Weimers, diretor-executivo da RSF.

Entre acadêmicos e analistas americanos, o mito de que suas instituições eram sólidas o suficiente para conter ofensivas autoritárias se desmanchou nos últimos seis meses. Trump cavalga com a certeza de que não tem limites para suas ações e não descarta nada. Nem mesmo mais um mandato, hoje ilegal.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Trump é exagerado em tudo o que faz. Sempre foi assim e não vai mudar. Acredito que em breve as coisas vão se acomodar, porque ele perceberá que muitas teses suas são inviáveis. É preciso ter muita serenidade para negociar com Trump, todos os países estão discutindo as tarifas e o mundo não parou se girar. É só uma freada de acomodação, como dizem os motoristas de ônibus. (C.N.)


CRÉDITO: STEVE SACK_CAGLE CARTOONS

Charge do Steve Sack (Revista piauí)

Jamil Chade
do UOL

Poucas semanas depois de Donald Trump iniciar os ataques contra as instituições americanas, chantagear o mundo e tentar, na força, inaugurar uma nova ordem mundial, um dos maiores especialistas em democracia no mundo, Staffan Lindberg, chefe do V-Dem – um programa da Universidade de Gotemburgo – avisou:

“Se isso continuar assim, os EUA não serão mais considerados como uma democracia em 2026”, disse, numa referência ao informe e mapeamento que sua instituição realiza e que serve de parâmetro no mundo.

MITO EM CRISE – Não era um exagero. O ‘mito’ americano de ser uma experiência democrática que serve de suposto modelo ao mundo está em risco. Em seis meses, o governo Trump proliferou ordens executivas para desmontar o estado de direito, promoveu um ataque deliberado contra a Constituição, prendeu e pediu o impeachment de juízes e deu ordens explícitas para que seus funcionários descumprissem ordens legais.

Dentro da Casa Branca, foram borradas as linhas que separam interesses particulares e públicos, com empresários, parentes e o conglomerado Trump usando os símbolos nacionais para vender telefone, criptomoeda, perfume, bíblias e mais de 150 outros produtos.

O presidente ainda agiu para apagar as fronteiras entre fé e religião, um dos pilares da república. Trouxe para dentro do Salão Oval “tele-evangelistas”, ordenou investigação sobre a suposta perseguição contra cristãos e falou abertamente sobre princípios religiosos como base para políticas públicas.

RACISMO E XENOFOBIA -Em sua ofensiva contra imigrantes, transformou o processo de deportação em um reality show de racismo e xenofobia.

Trump desmontou o Departamento de Educação e institucionalizou a censura, retirou programas sociais dos mais pobres, atacou universidades e enfraqueceu ou inviabilizou os órgãos de controle.

A corrosão da democracia veio ainda na forma de um ataque minuciosamente organizado contra a imprensa, seja pedindo publicamente a demissão de jornalistas como abrindo processos milionários contra meios de comunicação. O objetivo é intimidar e causar um clima de auto-censura entre todos os demais.

RÁDIO E TLEVISÃO -Ao cortar recursos para a NPR e PBS, o sistema público de rádio e televisão, Trump deve ainda levar ao fechamento de 1,5 mil estações pelo país e que dependiam dos programas produzidos pela agência.

O impacto é também no exterior. Os cortes de Trump na ajuda externa e o desmantelamento da US Agency for Global Media significaram o fim do apoio à mídia independente no exterior, provocando a alegria dos regimes autoritários que estão aproveitando a oportunidade para preencher o vazio deixado para trás. Basta ver como a mídia estatal russa elogiou o fechamento da Voice Of America como uma “decisão fantástica”.

Para a entidade Repórteres Sem Fronteira, Trump está ao mesmo tempo “imitando e inspirando regimes autoritários e quase autoritários em todo o mundo”.

ANTIJORNALISMO – “Donald Trump tornou-se uma figura importante em um movimento político global antijornalismo que contribuiu para o recente declínio da liberdade de imprensa em todo o mundo e que atualmente está em plena exibição nos Estados Unidos, apenas seis meses após o início de seu segundo governo”, alertou a organização.

“Desde que assumiu o cargo, há seis meses, Trump tem correspondido a anos de ataques verbais a jornalistas com ações novas e concretas para limitar a liberdade de imprensa. Muitas dessas táticas não são novas – é a mesma cartilha que vimos os predadores da liberdade de imprensa empregarem em todo o mundo. Mas está claro que Trump ampliou esse fenômeno, encorajando e inspirando outros líderes a reprimir sua própria mídia doméstica. O resultado é um desastre para a liberdade de imprensa em nível global”, alertou Clayton Weimers, diretor-executivo da RSF.

Entre acadêmicos e analistas americanos, o mito de que suas instituições eram sólidas o suficiente para conter ofensivas autoritárias se desmanchou nos últimos seis meses. Trump cavalga com a certeza de que não tem limites para suas ações e não descarta nada. Nem mesmo mais um mandato, hoje ilegal.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Trump é exagerado em tudo o que faz. Sempre foi assim e não vai mudar. Acredito que em breve as coisas vão se acomodar, porque ele perceberá que muitas teses suas são inviáveis. É preciso ter muita serenidade para negociar com Trump, todos os países estão discutindo as tarifas e o mundo não parou se girar. É só uma freada de acomodação, como dizem os motoristas de ônibus. (C.N.)


DA HUMILHAÇÃO NA POLITICA EXTERNA

Magnífico texto de José Sócrates, ex-primeiro-ministro de Portugal:


A humilhação está por todo o lado. Nas televisões, nos jornais, nas redes sociais. Especialmente nestas, das quais não sabemos ainda como nos podemos defender. A nova violência institucional é a humilhação, como podemos ver sempre que uma informação sobre um processo judicial salta para os jornais sem que o visado tenha a mínima possibilidade de se defender.

A nova moda da sociedade da humilhação é a do insulto gratuito e da acusação não provada. E, no entanto, mesmo nos momentos de maior convulsão social, o exercício diplomático sempre pareceu apartado desta doença fútil da humilhação. Até Trump ganhar as eleições. A partir daí a humilhação parece fazer parte das ferramentas da política externa norte-americana.

A humilhação é uma terrível fonte de violência humana. O seu irmão gêmeo é o ressentimento que cresce em silêncio, que se alimenta secretamente de amargura e de sofrimento mental. Quando explode ouve-se longe. O tratado de Versailles de 1918 gerou a humilhação alemã, depois o ressentimento alemão e finalmente a violência alemã. A humilhação palestina parece um problema insolúvel para o mundo e principalmente para a segurança israelita. Em 1947 havia palestinos na Palestina, agora há palestinos na Palestina, amanhã haverá palestinos na Palestina. A miserável matança de Gaza é uma humilhação para os palestinos — que o Ocidente pagará caro no futuro.

O tarifaço americano para o Brasil é também uma técnica de humilhação. Nenhum interesse comercial, nenhuma razão econômica, só a vontade de exibir o poder. Um poder que não quer atingir o corpo, mas que se dirige à face do oponente. Querer alterar uma decisão judicial através de ameaças de tarifas é um gesto desprezível que exige a rendição da soberania de um à soberania do outro.

Por outro lado, as tarifas impostas à União Europeia são outra forma de humilhação negocial: o ocidente abandona a ideologia do comércio livre e passa a resolver administrativamente os déficits comerciais entre si. Aquela imagem da pobre da presidente da Comissão apertando a mão do presidente americano e aceitando o acordo dos 15% de tarifas é uma vergonha para a Europa. Nada disto é justo e nada disto é razoável. Mas este acordo diz tudo sobre a Europa dos dias de hoje: a submissão voluntária aos caprichos imperiais. Ninguém já nos leva a sério — nem os próprios americanos que detestam espíritos servis.

Mas é preciso dizer uma coisa sobre a humilhação: não há humilhação sem humilhados e só há humilhados quando estes se calam. A intenção da humilhação, a sua vitória, o seu verdadeiro sucesso é obter o silêncio conformado do outro. Um leve pendor da face para baixo é necessário — só então, na mudez, veremos o humilhado. O presidente norte-americano humilhou a Europa, mas não humilhou o Brasil. A humilhação do tarifaço toca no reconhecimento e na dignidade de um povo e o Brasil vai sair bem desta disputa. Trump e a oposição brasileira cometeram um erro de cálculo.

Seja como for, ganhe quem ganhar, deixem-me dizê-lo da forma mais enfática que consigo: a humilhação dos povos é uma promessa de caos e de destruição. A diplomacia e a política externa sempre foram escolas de boas maneiras porque sabem que nada é pior que a humilhação do adversário. Nas relações de força, a magnanimidade sempre foi a caraterística dos fortes e a mesquinhez atributo dos fracos. A humilhação é radical e devastadora — ela toca o mais íntimo das pessoas e dos povos. Não se ganha nada com ela, a não ser um inimigo para a vida. A história da humilhação na política externa nunca trouxe nada de bom ao mundo — só violência. Por agora estamos assim: a Europa aceitou a humilhação, o Brasil enfrentou-a. Nunca me senti tão próximo deste país como agora.


Chuva Revela a Herança do Descaso: A Luta pela Estrada da Malhada Vermelha em Jeremoabo

 


Chuva Revela a Herança do Descaso: A Luta pela Estrada da Malhada Vermelha em Jeremoabo

Um vídeo recente desnudou uma triste realidade em Jeremoabo: a chuva, que deveria ser um bem, se tornou a prova de um trabalho eleitoreiro e mal-executado na gestão anterior. Em vez de utilizar cascalho de qualidade, a obra nas estradas vicinais usou apenas barro, transformando o dinheiro público em recursos jogados fora. Agora, com as chuvas, a estrada que liga Jeremoabo ao povoado Malhada Vermelha se torna intransitável, isolando a população e prejudicando o escoamento da produção.

Essa é mais uma "herança maldita" que o prefeito Tista de Deda precisa enfrentar. No entanto, o seu compromisso com a Malhada Vermelha não é de hoje. Mesmo antes de ser eleito, o prefeito já vinha batalhando ativamente na busca por recursos para asfaltar essa importante via.

A situação demonstra a diferença entre uma obra que visa apenas a propaganda política e um projeto que busca, de fato, dar dignidade e infraestrutura de qualidade aos moradores. A nova gestão tem o desafio de reerguer a estrada e garantir que o povoado não seja mais refém do descaso.


Você acredita que a fiscalização da população sobre a qualidade das obras públicas pode ser um fator decisivo para evitar que situações como essa se repitam?

A História e o Potencial Turístico de Jeremoabo: Em Busca do Tesouro Perdido

 


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A História e o Potencial Turístico de Jeremoabo: Em Busca do Tesouro Perdido

A gestão municipal de Jeremoabo, liderada pelo prefeito Tista de Deda, está empenhada na busca de um verdadeiro tesouro: a rica história e as belezas naturais do município, muitas vezes desconhecidas até pelos próprios jeremoabenses. A cidade possui uma riqueza natural adormecida, um potencial inexplorado que pode ser o pontapé inicial para o turismo, gerando emprego, desenvolvimento e fortalecendo a economia local.

Jeremoabo é repleta de marcos históricos e recursos naturais que contam a história da região. Revitalizar esses pontos e dar a eles o devido reconhecimento é fundamental. A expectativa é que o Secretário do Meio Ambiente deixe sua marca na administração, resgatando um dos maiores pilares da cultura de Jeremoabo: o Casarão do Coronel João Sá.

Hoje, infelizmente, essa estrutura histórica se encontra em ruínas. A restauração do casarão não é apenas uma questão de preservar um imóvel, mas de reacender uma luz que faz parte da história econômica e política de Jeremoabo. O apelo é para que não apenas o prefeito, mas todos os jeremoabenses se unam para não deixar que essa luz se apague. Preservar o patrimônio histórico e valorizar as riquezas naturais são passos cruciais para um futuro próspero e para o desenvolvimento de um turismo sustentável no município.


Você acredita que a preservação do patrimônio histórico, como o Casarão do Coronel João Sá, é um elemento-chave para atrair turistas?


Fotos enviadas pelo Secretáro do Meio Ambiente

Jeremoabo Brilha com Nova Iluminação e Desenvolvimento

Jeremoabo Brilha com Nova Iluminação e Desenvolvimento

A gestão do prefeito Tista de Deda está dando um novo salto de desenvolvimento em Jeremoabo. O município irá começar a trocar todos os braços e lâmpadas da iluminação pública por tecnologia LED. Essa iniciativa não apenas irá embelezar a cidade, mas também trará uma significativa economia, representando um passo importante em direção à racionalização e modernização.

Além da iluminação, a gestão municipal atarvés do prefeito Tista de Deda está universalizando o programa Luz para Todos, levando energia a praticamente todos os lares do município. Atualmente, os engenheiros da prefeitura já estão fazendo o levantamento e os projetos para os bairros, garantindo que o acesso à energia elétrica seja um direito de todos.

As mudanças já estão sendo implementadas, mas muito mais está por vir. A Prefeitura de Jeremoabo mostra um compromisso firme com o progresso e o bem-estar da população, prometendo um futuro mais brilhante para a cidade.

VÍDEO: 'Imagine se tivesse sido eu que tivesse feito qualquer uma dessas loucuras'

Por JB INTERNACIONAL
redacao@jb.com.br

Publicado em 02/08/2025 às 14:30

Alterado em 02/08/2025 às 14:30





https://x.com/pensandoaltorc/status/1951398097772277843?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1951398097772277843%7Ctwgr%5Eb045a02ebe4d97b6a0c7454e688902ee32a9b6e9%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.jb.com.br%2Ffotos-e-videos%2F2025%2F08%2F1056401-video-imagine-se-tivesse-sido-eu-que-tivesse-feito-qualquer-uma-dessas-loucuras.html 

Truculência de Trump sugere o terror que seria com o golpe

 

Golpistas bolsonaristas invadiram a praça e sedes dos Três Poderes (arquivo) Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil


Truculência de Trump sugere o terror que seria com o golpe

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Publicado em 03/08/2025 às 07:54

Alterado em 03/08/2025 às 07:54


Caro (a) leitor (a), você já parou para imaginar, face à truculência de Donald Trump nas tarifas e sanções contra o Brasil, instigada pelas versões distorcidas de “perseguição política” ao ex-presidente Jair Bolsonaro, sibiladas pelo filho 03, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), e o neto do general João Batista de Figueiredo, o cenário de terror e a carnificina que teriam se instaurado no Brasil no final de 2022, se o golpe tentado por Bolsonaro, derrotado por Lula nas urnas, não tivesse tido o repúdio da alta cúpula das Forças Armadas e a pressão contrária do governo americano, então chefiado pelo democrata Joe Biden? Nascido em 31 de janeiro de 1950, adulto desde 1968, quando senti os efeitos do AI-5, e vivendo a censura como jornalista, de 1972 a 1985, nos governos dos generais Médici, Geisel e Figueiredo, posso dizer, com alívio: ainda bem que prevaleceu o Estado Democrático de Direito e o Brasil não voltou à ditadura.

Os planos que estão sendo examinados pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal não deixam margem a dúvidas. Além das várias minutas do golpe (Estado de Sítio, Estado de Defesa, ou Garantia da Lei e da Ordem - GLO), todas com Bolsonaro mantido no Poder sob a tutela das Forças Armadas, havia, pelo menos, dois planos confessos de sequestro e morte de ministros do STF (à frente Alexandre de Moraes) e do presidente Lula e do vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin. O quebra-quebra em Brasília, na noite de 12 de dezembro de 2022, quando o Plano Punhal Verde Amarelo foi abortado após a diplomação de Lula e Alckmin pelo então presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes. E na véspera do Natal, a Polícia Federal descobriu uma bomba num caminhão tanque de querosene de aviação que explodiria o aeroporto de Brasília. Fora isso, o que fariam as tropas de CACs altamente armadas e lideradas por Eduardo Bolsonaro... Uma guerra civil.

Donald Trump, derrotado por Joe Biden em novembro de 2020, não se conformou com a perda da reeleição (como Bolsonaro) e tentou a recontagem dos votos. Todas as tentativas foram negadas pelos tribunais estaduais. No dia 6 de janeiro de 2021, ainda na presidência, quando Joe Biden e a vice Kamala Harris iam ser diplomados no Congresso, sob a presidência do vice Mike Pence, também presidente do Senado, Trump instigou seus radicais apoiadores os “prouds boys” (aqui a versão seria os “kids pretos”) a invadir o Capitólio e “enforcar” o vice Pence, para impedir o rito da eleição. Quatro pessoas morreram no tumulto da invasão. Trump foi processado, mas a morosidade da Justiça americana, com vários recursos dos seus advogados, fez com que o veredito não saísse antes da eleição. Ao vencer Kamala Harris, como presidente eleito, Trump não poderia mais ser processado. Daí o apoio a Bolsonaro, por lhe ser vendida a versão de perseguição e caça às bruxas pelo filho 03 e o economista Paulo Figueiredo, neto do último ditador do regime militar.

Mas as retaliações comerciais de Trump contra o Brasil – um dos poucos países que garante superávits comerciais aos Estados Unidos –, extrapolam os interesses de dar força a um candidato da direita nas eleições de 2026, de preferência o próprio ex-presidente, considerado inelegível em 2023, pelo TSE, por abuso do poder, até 2030. Trump mira no Brasil para frear a influência chinesa entre as nações emergentes. Sobretudo na América Latina, África e Sudeste Asiático. Um dos objetivos é impedir que prossigam os planos da China de ferrovia bioceânica (ligando o futuro porto de Ilhéus, no sul da Bahia, no oceano Atlântico, até o porto de Chancay, no oceano Pacífico, já em operação, no Peru, financiado pela China, país que importa 30% de nossas vendas, com altas cargas de petróleo, minério de ferro e grãos. A ferrovia, de mais de 3,5 mil quilômetros, cortaria a Bahia, Minas Gerais, o Centro-Oeste e chegaria à parte amazônica do Peru, após cruzar Rondônia e Acre. O mais complexo seriam os túneis para atravessar os Andes.

Mas as produções de minério (terras raras) e de grãos do oeste da Bahia, Minas, Goiás, Mato Grosso e MS chegariam aos portos chineses até duas semanas mais cedo, comparado aos trajetos atuais das zonas produtoras até os portos do Sul (PR e SC) e Sudeste (SP, RJ, ES e BA). E evitaria a travessia do Canal do Panamá por navio. Trump, que pretendia controlar a travessia do canal, ficaria a ver menos navios. Para tirar mais força do Brasil, Trump mira suas baterias no Brics, onde ainda pontificam China, Índia e Rússia.

Outro tiro pela culatra
No começo da semana, antes de o governo Trump anunciar a aplicação da lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, e fazer a ampla maioria do Supremo Tribunal Federal se unir contra a interferência americana na soberania nacional, e da Suprema Corte em particular, o ministro Gilmar Mendes, decano do STF, se encontrou com políticos do PL na casa do ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que intermediou a reunião. Estavam presentes o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), o senador Rogério Marinho (PL-RN), líderes do PL na Câmara e no Senado e o presidente do partido de Jair Bolsonaro, Valdemar Costa Neto, entre outros políticos da legenda.

A principal sugestão dos políticos do PL teria sido a de o STF remeter o processo contra Bolsonaro à primeira instância. Gilmar Mendes rejeitou esta e qualquer possibilidade de o STF reverter o curso do processo contra o ex-presidente. O tom da conversa não foi amistoso. E o clima azedou de vez após o presidente Donald Trump ceder às pressões do filho 03, e de Paulo Figueiredo, vendendo a fantasia de “caça às bruxas” ao Departamento de Estado.

Quinta-feira à noite, o presidente Lula e seis ministros do STF - Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Edson Fachin - jantaram no Palácio da Alvorada. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, ex-ministro do Supremo, o advogado geral da União, Jorge Messias e o procurador geral da República, Paulo Gonet, estavam presentes. O assunto dominante foi a situação de Moras e do STF após a lei Magnitsky e como o governo brasileiro pode reagir em defesa do ministro e do STF.

Ficou clara reação na sessão solene de retomada dos trabalhos do Supremo, dia 1º de agosto. O presidente Luís Roberto Barroso, em defesa da soberania e do Estado Democrático de Direito, historiou, didaticamente, a cronologia dos golpes militares desde a Independência, e focou a ditadura militar. O decano Gilmar Mendes fez acusações a Eduardo Bolsonaro, classificando suas ações nos EUA como “crime de lesa-pátria”. Por fim, houve o repúdio de Alexandre de Moraes a manobras “traiçoeiras” dos acusados e a resistência à chantagem das tarifas, tiro de pressionar o STF via governo Trump que saiu pela culatra. 

Moraes disse em duro discurso que “ainda neste semestre julgaremos todos os responsáveis, absolvendo aqueles onde não houver prova de responsabilidade; condenando aqueles onde houver prova. Mas julgando e exercendo a nossa função jurisdicional. E não nos acovardando diante de ameaças, seja daqui [do Brasil] ou de qualquer outro lugar”. A aplicação da lei Magnitsky contra Moraes não influenciará os rumos do julgamento do processo de Bolsonaro. Todo o esforço de interferir no processo deixou o PL mais distante de conversas produtivas com o Supremo e aproximou ainda mais o governo do STF.

STF muda rateio dos votos na perda de mandato
A partir do retorno efetivo dos trabalhos do Legislativo, na terça-feira, 5 de agosto, a oposição, liderada pelo PL, pretendia pressionar pela aprovação do processo de anistia para os acusados nas tentativas golpistas, visando, claro, livrar Jair Bolsonaro do julgamento do STF. Mas alguns fatos mudaram a posição da presidência das duas casas do Congresso desde a interferência do governo Trump em assuntos da soberania nacional, com pressões até de retaliações sobre o presidente do Senado e do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB).

Na primeira semana do recesso (iniciado dia 18, quando, no início do dia, Moraes determinou a aplicação de tornozeleira eletrônica a Bolsonaro, gerando a retaliação do governo Trump contra oito dos 11 ministros do Supremo), Hugo Motta proibiu a manobra do PL de manter em atuação das comissões de Constituição e Justiça e de Relações Exteriores, ambas comandadas pelo PL. O objetivo claro era fazer um movimento pela anistia.

Mas, durante o recesso, o Supremo analisou (processo em aberto) a constitucionalidade de uma lei que estabelecia que apenas partidos e candidatos que tivessem uma votação mínima poderiam participar da distribuição das sobras. A Corte julgou que a norma é inconstitucional e definiu que todos os partidos e candidatos devem ter direito a participar da distribuição das sobras. Assim, candidatos de partidos abaixo do quociente, mas que obtiveram mais votos que os demais, poderão se beneficiar dessas cadeiras restantes. Inicialmente, o Supremo havia decidido que a nova regra só valeria a partir das eleições de 2024. Com a apresentação de recursos, a maioria dos ministros mudou de posição e decidiu que a regra valeria já para o pleito de 2022.

Na quarta-feira, a Mesa da Câmara decidiu que dois deputados do PL do Amapá (entre os seis que perderam o man,dato), por irregularidades na eleição, terão as duas vagas repartidas para partidos diferentes, o que encolheu em dois votos a bancada do PL, ainda majoritária, isolada na Câmara. Quinta-feira, o presidente Waldemar Costa Neto expulsou da legenda o deputado Antônio Carlos Rodrigues (PL-SP) por criticar Trump e defender Moraes. Menos um voto do PL. A fusão entre o União e o PP tende a formar a maior bancada. Também fica mais difícil tentar o “impeachment” de Moraes no Senado.

Mas o que assusta o PL é o desfecho do caso da deputada Carla Zambelli, presa na Itália. Eleita em 2022 com 946.244 votos, contra 741.701 de Eduardo Bolsonaro (o campeão em 2022 foi Guilherme Boulos, com 1 milhão), ambos facilitaram a eleição de mais um deputado cada do PL. Os dois menos votados eleitos pelo rateio do coeficiente eleitoral foram o palhaço Tiririca e o delegado Paulo Bilynskyj. Perdendo cinco ou mais cadeiras em SP, o PL perderia parte da sua musculatura. E da capacidade de emplacar um projeto de anistia.

A profecia do Dr. Ulysses
Ulysses Guimarães dizia aos que criticavam a qualidade dos quadros da Câmara dos Deputados com um ar resignado: “espere a próxima safra”. Pois o saudoso Dr. Ulysses tinha razão. Só que a qualidade da atual safra, que é muito ruim, piora bastante com a perda do mandato do deputado Augusto Puppio (MDB-AP), um dos seis deputados federais do Amapá afastados pela justiça eleitoral. Cirurgião plástico famoso, o Dr. Puppio realiza cirurgias em crianças de lábio palatal (o popular lábio leporino) graciosamente no Brasil e no mundo. Dominando quatro idiomas, será uma perda sentida na Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados. É um dos seus melhores membros, com discussões de alto nível para o interesse da sociedade. Num Congresso capenga, e cada vez mais dominado por capangas, fará muita falta.

https://www.jb.com.br/colunistas/coisas-da-politica/2025/08/1056407-truculencia-de-trump-sugere-o-terror-que-seria-com-o-golpe.html

Apoio da população a Lula após tarifaço vai aparecer em números, diz ministro

 Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/Arquivo

Ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macedo02 de agosto de 2025 | 18:55

Apoio da população a Lula após tarifaço vai aparecer em números, diz ministro

brasil

O ganho de popularidade do presidente Lula (PT) pela postura na crise do tarifaço imposto pelo americano Donald Trump “com certeza” vai se refletir em números, afirma o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macedo, que elogia o comportamento do petista no embate com os Estados Unidos.

Macêdo esteve neste sábado (2) no 17º Encontro Nacional do PT, em Brasília. O ministro não quis comentar o resultado da pesquisa Datafolha que mostrou que a avaliação do presidente se manteve estável, com o governo reprovado por 40% e aprovado por 29%. “Eu acho que pesquisa é para medir a temperatura e elaborar estratégias de correção de rumo”, afirma.

O ministro diz estar “em contato com o povo” e que a “a população compreendeu bem a postura do Brasil e apoiou a postura do presidente Lula”. “E isso com certeza vai aparecer em números”, ressalta.

Ele também elogiou o petista na negociação com os Estados Unidos, ao usar a diplomacia e manter uma postura de defesa da soberania nacional. “O comportamento do Lula foi de um estadista. Abriu o país para o diálogo, mas se posicionou com soberania. Soberania não se negocia”, afirma.

Para Macêdo, o país agora inicia um novo ciclo, ao continuar a negociação com os Estados Unidos e consolidar novos mercados. “Acho que há esses dois caminhos, o caminho da negociação com os Estados Unidos, respeitando e exigindo respeito, e também de diálogo com os outros mercados internacionais.”

Politica Livre

Datafolha: 71% veem Lula candidato à reeleição; Alckmin cresce como plano B

 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo

Geraldo Alckmin (PSB), vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços03 de agosto de 2025 | 07:13

Datafolha: 71% veem Lula candidato à reeleição; Alckmin cresce como plano B

brasil

A candidatura de Lula à reeleição em 2026 é vista como certa por 71% dos eleitores, embora 54% deles digam que o petista faria melhor se desistisse da empreitada. Como plano B, o vice Geraldo Alckmin (PSB) avançou e ameaça o posto de preferido do ministro Fernando Haddad (PT).

Os achados da mais recente pesquisa do Datafolha ajudam a desenhar um pouco as linhas entre realidade e desejo na cabeça do eleitorado. Desde que a aprovação do governo entrou em plena vazante no começo do ano, Lula assumiu crescentemente o figurino de candidato que sempre foi.

Disse recentemente que, se tiver saúde, disputará sua oitava eleição ao Planalto. A comunicação do governo passou a ser mais popularesca e, se não houve melhorias expressivas na avaliação do trabalho do presidente, a população ficou mais certa de suas intenções.

Em abril, 62% diziam que Lula seria candidato, número que pulou para 66% no mês passado e 71%, agora. Todos os saltos são no limite ou acima da margem de erro de dois pontos para mais ou menos do levantamento.

Ao mesmo tempo, aqueles que não veem Lula buscando a reeleição deslizaram no período, de 34% para 28% e, agora, 23%. Isso não significa apoio à empreitada, ao contrário: 54% acham que o presidente devia pendurar as chuteiras, ante 57% na rodada de junho, enquanto 44% apoiam a ideia, oscilando dos 41% de junho.

Lula não dá sinais de desistir, ao contrário. Se o fizesse, uma novidade surgiu em relação ao levantamento passado: o crescimento do nome de seu vice como nome apontado pelo eleitorado como aquele que deveria ser apoiado pelo petista.

Ele subiu de 18% para 26% de citações do início de junho para os dias 29 e 30 de julho, datas da atual pesquisa. Encosta assim em Haddad, titular da Fazenda, que caiu de 37% para 29%.

Alckmin teve protagonismo recente na disputa do Brasil com Donald Trump, que aplicou um tarifaço às importações brasileiras aos Estados Unidos e o associou a uma punição pelo que chama de perseguição judicial ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu aliado ideológico.

O vice, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, já vinha negociando com os americanos desde o começo da gestão Trump. Conseguiu falar com autoridades americanas e não evitou o tarifaço, que veio desidratado para setores em que as taxas prejudicariam mais as empresas do país de Trump.

Seja como for, Alckmin teve a dita boa mídia no episódio. Como Lula não logrou melhorar sua avaliação apesar do percebido sucesso político na crise até aqui, talvez o chamado presente de Trump tenha sido aninhado na mesa do vice —seja no anexo do Planalto ou no ministério que ele frequenta.

Já Haddad lida com crises com o Congresso e com a situação fiscal complexa, e ainda teve no seu colo a crise acerca do aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Mais abaixo ficam a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB, 13%), e os titulares de pastas no Planalto Rui Costa (PT, 5%) e Gleisi Hoffmann (PT, 3%).

Do outro lado da trincheira da polarização está o grupo de Bolsonaro, inelegível até 2030 por decisão da Justiça Eleitoral e provavelmente futuro condenado pela trama golpista. Segundo o Datafolha, 30% dos eleitores dizem que ele deve manter a candidatura, o que pode fazer mesmo sabendo da inevitável impugnação depois dos registros formais, em agosto do ano que vem.

Já 67% afirmam que ele deveria largar o osso já e passar o trabalho para alguém de seu grupo político. Aí, os nomes mais fortes a serem apoiados citados são o da sua mulher, Michelle (PL), e o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 23% e 21%, respectivamente.

Abaixo vêm empatados os filhos Eduardo (PL-SP, 11%) e Flávio (PL-RJ, 9%), com o governador paranaense, Ratinho Jr. (PSD) entre eles com 10%. Num pelotão final estão outros dois chefes estaduais, Ronaldo Caiado (União Brasil-GO, 6%) e Romeu Zema (Novo-MG, 5%).

Foram ouvidas nesse levantamento 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em 130 municípios brasileiros.

Igor Gielow, Folhapress

Estamos enfrentando o império americano, ataque ao STF e democracia, diz José Dirceu

 Foto: Reprodução/Instagram/Arquivo

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu02 de agosto de 2025 | 20:04

Estamos enfrentando o império americano, ataque ao STF e democracia, diz José Dirceu

brasil

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu disse há pouco que o Brasil está enfrentando o “império” dos Estados Unidos em relação ao tarifaço contra produtos brasileiros.

“Nós estamos enfrentando o império norte-americano, nós estamos enfrentando um ataque ao Supremo Tribunal Federal e à nossa democracia, que visa a dar anistia e inocentar os golpistas”, disse o ministro, no 17º Encontro Nacional do PT, em Brasília.

Por isso, ele defendeu que o partido não poderia firmar posição contra o arcabouço fiscal, criado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que retomou programas sociais. O PT rejeitou uma emenda contrária à regra.

Dirceu acrescentou que o governo Lula tem três eixos centrais: a reindustrialização, por meio do Nova Indústria Brasil; os investimentos em infraestrutura via PAC; e a transição energética.

Cícero Cotrim, Estadão Conteúdo

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