terça-feira, fevereiro 04, 2025

A Escolha Acertada do Prefeito Tista de Deda para a Saúde de Jeremoabo

 

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A Escolha Acertada do Prefeito Tista de Deda para a Saúde de Jeremoabo

O prefeito de Jeremoabo, Tista de Deda, tomou uma decisão estratégica e fundamental ao nomear Risvaldo Varjão Oliveira Júnior como Secretário de Saúde do município. Com um vasto know-how em gestão de saúde e administração hospitalar, este profissional tem plenas condições de reverter o quadro de degradação em que se encontra a saúde municipal e oferecer serviços de qualidade para a população jeremoabense.

A experiência de Risvaldo Varjão Oliveira Júnior é um diferencial inquestionável. Ele já atuou em importantes hospitais de âmbito nacional, inclusive em cargos de direção. Entre essas instituições, destacam-se:

Hospital Martagão Gesteira

O Hospital Martagão Gesteira, localizado em Salvador, é um referencial em pediatria de alta complexidade. Com 220 leitos e um corpo funcional de aproximadamente 1.200 profissionais, o hospital se destaca pelos seguintes pontos:

  • É o único hospital pediátrico de Salvador e da Região Metropolitana;

  • Maior hospital pediátrico do Norte e Nordeste;

  • Um dos mais importantes hospitais filantrópicos do SUS;

  • Referência em ensino e formação de profissionais de saúde no Brasil.

Hospital SEMED - Rede Hapvida

Outra instituição relevante em que Risvaldo atuou foi o Hospital Semed, localizado em Camaçari e parte da Rede Hapvida. Este hospital de baixa e média complexidade desempenha um papel essencial no atendimento das seguintes especialidades:

  • Ortopedia;

  • Oftalmologia;

  • Gastroenterologia;

  • Urologia;

  • Obstetrícia.

A aquisição do Hospital Semed pela Hapvida consolidou a expansão da empresa na Bahia, fortalecendo a rede de saúde do estado.

Além dessas instituições, Risvaldo Varjão Oliveira Júnior possui um vasto histórico profissional, atuando em diversas outras unidades hospitalares e acumulando experiência em diferentes segmentos da gestão de saúde.

Uma Escolha Baseada em Competência

O prefeito Tista de Deda demonstrou discernimento e responsabilidade ao escolher um gestor com tamanha capacidade para comandar a Secretaria de Saúde de Jeremoabo. A população não está interessada apenas em nomes, mas sim em uma saúde pública eficiente, humanizada e responsável, que respeite a dignidade dos cidadãos.

Se um profissional desse calibre, com um histórico sólido e comprovada competência, não for capaz de administrar a saúde do município, quem será? Certamente, a escolha de Risvaldo Varjão Oliveira Júnior representa um passo fundamental para reestruturar e qualificar os serviços de saúde de Jeremoabo, garantindo atendimento de qualidade para todos.

A gestão de Tista de Deda segue comprometida em nomear profissionais técnicos e qualificados, demonstrando que a saúde municipal está em boas mãos.

Entidades assinam carta pela continuidade e ampliação do trabalho da DRDH na Bahia

 



Entidades assinam carta pela continuidade e ampliação do trabalho da DRDH na Bahia


04/02/2025


Entidades da sociedade civil, entre elas a ABI, divulgaram uma Carta pedindo a ampliação e o fortalecimento das ações da Defensoria Regional dos Direitos Humanos na Bahia e em apoio à continuidade do defensor regional de Direitos Humanos no Estado, Gabriel Cesar Santos, que não teve seu mandato renovado.

Leia a Carta:

Os Povos e Comunidades Tradicionais da Bahia foram surpreendidos pela não renovação do mandato do Defensor Regional de Direitos Humanos (DRDH) da Defensoria Pública da União no estado, Dr. Gabriel Cesar Santos, sem qualquer justificativa oficial. A decisão gerou forte indignação entre grupos populares e organizações de Direitos Humanos, que expressam não apenas descontentamento, mas também preocupação com a continuidade da defesa dos direitos desses segmentos. Diante disso, reivindicam não só o retorno do defensor ao mandato de Defensores Regionais de Direitos Humanos da Bahia, reconhecido por seu compromisso histórico com a causa, mas também a ampliação e o fortalecimento das ações da DRDH na Bahia.

A DRDH desempenha um papel essencial na assistência e assessoria jurídica às Comunidades Quilombolas, Povos Indígenas, Pescadores, Movimentos Sociais do Campo e da Cidade, além de diversos outros grupos populares que dependem da atuação da DPU para garantir seus direitos. No entanto, a atual gestão tem demonstrado um preocupante desalinhamento com a defesa dos Direitos Humanos. A remoção do Dr. Gabriel Cesar não é um caso isolado, mas parte de um contínuo desmonte do sistema de proteção dos Direitos Humanos na DPU, comprometendo o acesso à justiça e a luta por direitos fundamentais.

Em março de 2024, um dos primeiros atos do atual Defensor Público Geral Federal (DPGF) foi a extinção das DRDHs dos estados de Tocantis, Rio Grande do Norte, Acre e Sergipe. Em maio de 2024, o Defensor Erick Boson renunciou ao cargo na DRDH da Bahia, denunciando a grave falta de estrutura humana e material para garantir a defesa efetiva dos grupos vulneráveis atendidos pela DPU. Sua renúncia, amplamente repercutida após divulgação no jornal Folha de S. Paulo, evidenciou o  cenário de precarização da defesa dos Direitos Humanos no país.

Diante da repercussão, o DPGF anunciou a criação de cinco novos ofícios voltados à atuação em Direitos Humanos, incluindo um na Bahia. No entanto, até o momento, essas promessas não se concretizaram, deixando comunidades tradicionais e grupos populares ainda mais desassistidos.

No início de 2025, em meio ao período de festas de fim de ano — um momento emque os movimentos populares naturalmente enfrentam dificuldades de mobilização —, o DPGF surpreendeu ao não renovar o mandato de Dr. Gabriel da DRDH na Bahia, sem apresentar qualquer justificativa para interromper o excelente trabalho que vinha sendo realizado.

Além disso, o novo Defensor designado para a função – DRDH, acumulará a atuação na defesa dos Direitos Humanos com um cargo burocrático dentro da DPU, evidenciando a falta de compromisso da gestão com a efetiva proteção dos grupos vulneráveis no estado. A mensagem transmitida pelo Defensor Público-Geral é clara: a defesa dos Direitos Humanos na Bahia não é prioridade.

Para os Povos Indígenas, Comunidades Quilombolas, Fundo e Fecho de Pasto, Pescadores, Marisqueiras, Povos de Terreiro, Movimentos Sem Terra e Sem Teto, atingidos por barragens, entre tantos outros grupos populares, o trabalho da DRDH não é apenas importante, mas vital. Esses segmentos enfrentam violações constantes de direitos e, na Defensoria Pública da União, encontravam um dos poucos aliados na luta por justiça e dignidade.

A substituição do Dr. Gabriel Cesar, somada à não implementação dos novos ofícios de Direitos Humanos, representam um retrocesso inaceitável, especialmente em um estado com a complexidade social e territorial da Bahia. A desestruturação desse serviço essencial não pode ser ignorada e exige mobilização e enfrentamento por parte da sociedade civil e das instituições comprometidas com a defesa dos Direitos Humanos.

Esses grupos populares enfrentam diariamente a ganância e a violência de latifundiários, grileiros, especuladores imobiliários, pistoleiros e grandes empresas que destroem o meio ambiente, representando as forças do atraso, da desigualdade e da morte na Bahia. Diante desse cenário, a DRDH tem sido um dos poucos escudos de proteção para essas comunidades, garantindo o mínimo de acesso à justiça e defesa de seus direitos fundamentais.

A decisão gestora precarizante da DPU sobre a Bahia, no momento em que as tensões aumentam no estado pela sanha ao nicho da transição energética, com avanço da mineração em territórios protegidos e pressão para criação de parque eólicos e solares sobre os fundos e fechos de pasto, os assassinatos ainda insolúveis de Mãe Bernadete e de seu filho Binho do Quilombo, o assustador aumento de homicídios de indígenas em disputas de terras no sul da Bahia como de Nêga Pataxó, dos jovens Gustavo Conceição, Nawir Brito e Samuel Divino, do Cacique Lucas Kariri, não pode ser considerada um erro de avaliação, ao contrário.

A troca do único Defensor em direitos humanos, além de dificultar o acompanhamento dos graves conflitos em andamento, só quer dizer à sociedade baiana que a defesa de comunidades e territórios no estado não é o que pretende o topo decisório da DPU.

A fragilização deliberada do DRDH na Bahia levanta uma questão inquietante: a quem realmente serve a atual gestão da DPU? Ao retirar um defensor historicamente comprometido com os Direitos Humanos e negligenciar a criação de novos ofícios, a administração demonstra não apenas falta de sensibilidade, mas também um profundo desinteresse pelas lutas e demandas dos grupos mais vulneráveis que deveriam estar no centro de sua atuação.

Os representantes dos Povos e Comunidades Tradicionais, Movimentos Sociais, Organizações de Direitos Humanos e parlamentares comprometidos com a luta do povo da Bahia, abaixo assinados, exigem não apenas o retorno imediato do Dr. Gabriel Cesar Santos ao mandato de DRDH — uma reivindicação inegociável —, mas também a ampliação dos ofícios de Direitos Humanos da DPU no estado.

A criação de novas estruturas é essencial para garantir recursos humanos e materiais adequados aos defensores, fortalecendo a atuação em prol dos grupos vulneráveis e evitando que renúncias, como a do Dr. Erick Boson, voltem a ocorrer devido à falta de condições mínimas para o exercício da defesa dos Direitos Humanos. O desmonte desse trabalho não será tolerado, e a sociedade civil seguirá mobilizada para exigir respeito e compromisso com a justiça social na Bahia.

Assinam 189 entidades, pessoas e parlamentares

Corruptocracia: O regime político brasileiro (Atena Editora)

file:///C:/Users/jdmon/Downloads/Corruptocracia_O_regime_politico_brasile.pdf 

Trump 2 é mais “Deus, pátria e família” do que comércio e dólar

Publicado em 3 de fevereiro de 2025 por Tribuna da Internet

Donal Trump coloca o mundo entre a espada e a parede

Um homem devasso como Trump pode ser conservador?

Vinicius Torres Freire
Folha

Donald Trump vai criar imposto de importação extra sobre produtos de Canadá e México, a partir de sábado, como prometeu? “Talvez sim, talvez não”, disse o presidente americano nesta quinta (30). O motivo da punição imperial seriam imigrantes e fentanil. Nada a ver estritamente com relações comerciais.

Trump ainda pode arruinar o que resta de ordem econômica mundial e dar tiros na própria testa dos EUA. Mas sua prioridade até agora tem sido a produção e exportação de ignorância escandalosa e apelos aos sentimentos mais baixos dos americanos e de hordas extremistas pelo mundo, como aqui no Brasil.

DIREITOS DE MINORIAS – Trump não perde oportunidade de atacar planos de preservação ou de reparação de direitos de minorias violentadas de alguma maneira. Além de inflação, esse foi um tema principal da campanha.

Mesmo antes de Trump 2, nos EUA havia reação contra essas ideias e políticas, não apenas na grande empresa (há montante de críticas até na esquerda, obviamente em outros termos). Até onde vai esse programa ideológico e quais consequências práticas? Seria apenas diversão inicial, até por fazer mais efeito, sem muito trabalho?

Trump vai destroçar agências de governo também por meio da caça a gente dada a progressismos? Em dois dias, agrediu a Agência Federal de Aviação e o Banco Central. Quando o império começa a solapar até suas burocracias funcionais e essenciais, a coisa parece mais perigosa.

POLÍCIA POLÍTICA – Uma das políticas mais visíveis e incisivas de Trump têm sido o programa de incentivo à ignorância e de aterrorizar imigrantes pobres e funcionários públicos, neste caso com objetivo de erradicar princípios republicanos.

Nomeia negacionistas da razão, ignorantes e lunáticos para vários postos de seu ministério, além de acólitos que anunciam perseguição de servidores e cidadãos recalcitrantes, como se fossem polícia política.

Promove a influência de Elon Musk, que financia ou apoia de outra maneira a extrema direita pelo mundo e promete montar comitês de difamação de políticos que contestem a propaganda disso que se quer um novo regime ou o começo de uma “nova era”. Quem sabe conte com a ajuda de gangues armadas. Não libertou os terroristas do Capitólio?

CULPA DIVERSIDADE – Houve um acidente horrível de avião. Trump diz que a “diversidade” fez Agência Federal de Aviação contratar pessoas com “deficiências intelectuais e psiquiátricas graves”, entre outros delírios.

Ao lado dele, secretários [ministros] repetiam Trump e diziam que fariam uma limpa em seus departamentos. “Se o Fed tivesse gastado menos tempo em DEI [Diversidade, Equidade e Inclusão], em energia ‘verde’ e na falsa mudança climática, a inflação jamais teria sido um problema”, escreveu Trump em post na sua rede social, na quarta, depois que o BC dos EUA manteve a taxa básica de juros.

IDEOLOGIA DE GÊNERO – Na quarta-feira, memorando do Departamento de Administração de Pessoal, reforçou a diretriz do decreto do dia 20, do dia da posse: é preciso eliminar a “ideologia de gênero” em exigências de qualificação para empregos públicos, em contratos do governo e em contas sociais (só existem dois sexos, homem e mulher. Dizer o contrário é contra o “sistema americano”).

Em um dos discursos do dia da posse, revisou seu ranking de “palavras mais bonitas”. Mas Deus, religião e amor viriam antes de “tarifa”.

É diversionismo? Ou o começo de um plano fundamentalista profundo?

México e Canadá anunciam acordo com Trump para suspender tarifas por um mês


Presidenta do México anuncia que EUA suspenderam tarifas por um mês – Mundo – CartaCapital

Sem condições, presidente mexicana atende ordem de Trump

Isabela Bolzani
do g1

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, anunciou nesta segunda-feira (3) que fez um acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para pausar as tarifas anunciadas por ele durante um mês.

As tarifas dos EUA sobre o Canadá também foram suspensas por pelo menos 30 dias, disse Justin Trudeau. Segundo o premiê, acordo foi aceito por Trump após Canadá prometer mais cooperação na segurança da fronteira, em movimento parecido ao acordo feito com o México mais cedo

FICOU ACERTADO – O México reforçará imediatamente a fronteira norte com 10 mil membros da Guarda Nacional para impedir o tráfico de drogas do México para os Estados Unidos, particularmente fentanil.

Os Estados Unidos estão comprometidos em trabalhar para impedir o tráfico de armas de alta potência para o México.

As equipes dos dois países começarão a trabalhar em duas frentes: segurança e comércio. E as tarifas comerciais entre os dois países estão suspensas por um mês a partir de agora.

DIZ TRUMP – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, dia 3, ter conversado com a presidente do México, Claudia Sheinbaum, e disse gostar dela. “Temos boa relação”, afirmou.

Trump ressaltou que pretende se envolver nas negociações com os mexicanos, que serão lideradas pelos secretários de Tesouro, Scott Bessent; Comércio, Howard Lutnick; e Estado, Marco Rubio.

Ainda sobre a América Latina, Trump informou que negocia um acordo com o Canal do Panamá que, segundo ele, foi de maneira “tola” dado aos panamenhos. “O Panamá viola o acordo”, acusou ele, dizendo que o canal não foi concedido à China…

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Como se vê, o estilo trator de Trump funciona bem com nações fracas, como Colômbia, México e Panamá, mas deu curto-circuito em relação ao Canadá. Ao se ver ilhado, o premier canadense Justin Trudeau acabou fazendo acordo idêntico ao México. É o poder da boçalidade que se consagra na política externa. Uma lástima(C.N.)


Kassab afirma que não deixará Tarcísio cometer o mesmo erro de Doria

Publicado em 3 de fevereiro de 2025 por Tribuna da Internet

Tarcísio de Freitas: a trajetória do novo governador de São Paulo

Kassab prefere que Tarcísio seja reeleito governador

Gustavo Zucchi
Metrópoles

Presidente do PSD e secretário da gestão Tarcísio de Freitas em São Paulo, Gilberto Kassab tem dito a aliados não apoiará uma possível candidatura do governador paulista à Presidência da República nas eleições de 2026.

Segundo interlocutores de Kassab, o presidente nacional do PSD e secretário de Relações Institucionais do governo de São Paulo promete “não deixar” Tarcísio cometer o mesmo erro do ex-governador paulista João Doria.

APRESSADO DEMAIS – O “erro” de Doria teria sido abrir mão da reeleição ao governo de São Paulo para disputar o Palácio do Planalto em 2022. No fim, o então tucano acabou sendo preterido pelo PSDB, que apoiou Simone Tebet (MDB) à Presidência, e não tentou reeleição.

Como a coluna já noticiou, caciques do PL, partido de Jair Bolsonaro, acreditam que, caso o ex-presidente continue inelegível em 2026, ele deverá convidar Tarcísio para encabeçar uma chapa de direita nas eleições ao Planalto.

Aliados de Kassab afirmam que, atualmente, o mais provável é que o PSD apoie o nome do governador do Paraná, Ratinho Júnior, que não pode concorrer à reeleição no estado. Ratinho disputaria o Planalto com o apoio de Tarcísio.

E BOLSONARO? – Por sua vez, o ex-presidente Jair Bolsonaro disse, em entrevista à coluna, que dois de seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), podem ser indicados por ele para disputar a Presidência em 2026.

Já o sonho de Gilberto Kassab seria candidatar-se a vice-governador de Tarcísio de Freitas em 2026.

O plano do cacique do PSD mira uma possível candidatura do governador à Presidência da República em 2030 e a de Kassab ao governo de São Paulo.

OAB desafia o Supremo e exige restabelecimento da sustentação oral


 (crédito: Fellipe Sampaio/SCO/STF)

Simonetti colocou os ministros do STF no seu devido lugar

Rayssa Motta
Estadão

Diante dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), na cerimônia de abertura do Ano Judiciário, o criminalista Beto Simonetti, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), criticou os julgamentos virtuais, que aceitam apenas sustentações orais gravadas. “Respeitando quem pensa o contrário, vídeo gravado não é sustentação oral”, disparou o dirigente da OAB.

Na semana passada, o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF, rejeitou um pedido da OAB para reconsiderar a regulamentação dos julgamentos na modalidade virtual.

DESAGRADO GERAL – O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que administra o Poder Judiciário, e também é dirigido por Barroso, aprovou diretrizes nacionais sobre o tema que desagradaram os advogados.

Ao negar o apelo da OAB, Barroso justificou que, no “atual cenário de judicialização exacerbada”, é “materialmente impossível dar conta” da fila de processos apenas com os julgamentos em tempo real.

O presidente da OAB aproveitou o espaço na cerimônia, que reuniu as mais altas autoridades de Brasília, para protestar.

DEMOCRACIA EM RISCO – Beto Simonetti afirmou que silenciar a advocacia enfraquece a própria democracia. “A depender do seu uso e de sua regulamentação, a tecnologia pode ampliar a injustiça e violar a ampla defesa, o contraditório e o devido processo legal”, criticou.

Os julgamentos virtuais são assíncronos, ou seja, ao contrário das sessões presenciais e por videoconferência, eles não ocorrem em tempo real. Também não há debate entre os magistrados.

A sessão fica aberta para receber os votos ao longo de uma semana e cada juiz registra seu posicionamento no sistema digital quando achar mais conveniente.

SEM CONTRADITÓRIO – Advogados reclamam que a defesa fica limitada no plenário virtual e que, em algumas modalidades de processos, como ações criminais, o prejuízo é maior. As sustentações orais – momento em que a defesa expõe seus argumentos – são gravadas e enviadas em arquivo de vídeo, ou seja, os advogados não têm a chance de fazer a argumentação diante dos julgadores.

“A oralidade é a marca dos sistemas de Justiça garantias. O direito à palavra é instrumento indispensável ao exercício da defesa plena. A palavra dita é complementar ao escrito”, disse Simonetti.

DEVIDO PROCESSO – Disse Beto Simonetti sobre julgamentos virtuais: “A depender do seu uso e de sua regulamentação, a tecnologia pode ampliar a injustiça e violar a ampla defesa, o contraditório e o devido processo legal”.

O presidente da OAB prometeu buscar “todos os meios legais para assegurar que a advocacia continue exercendo seu papel sem restrições”.

Ao longo dos últimos três anos, Simonetti procurou STF e o CNJ para tentar costurar um acordo em torno do tema, sem sucesso. A OAB decidiu levar ao Congresso uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para proibir expressamente a limitação das sustentações orais e para anular julgamentos se a prerrogativa for desrespeitada.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A OAB está coberta de razão. A falsa modernidade do Supremo está destruindo o chamado devido processo legal, sem o qual não existe Direito nem muito menos Justiça. Mas o Supremo, do alto de sua empáfia, não sabe mais o que significa a palavra contraditório(C.N.)

Acredite se quiser! Eleição de 2026 será mesmo entre Lula e Bolsonaro

Publicado em 4 de fevereiro de 2025 por Tribuna da Internet

Charge do JCaesar | VEJA

Charge do JCaesar | VEJA

Carlos Newton

Por incrível que pareça, as correntes políticas da polarização insistem em canalizar entre Lula da Silva e Jair Bolsonaro a disputa da eleição de 2026.  A repetição do confronto somente será evitada caso algum dos contendores tenha problemas de saúde, com agravamento de suas comorbidades, como se diz atualmente.

Lula vai estar com 81 anos nesta campanha eleitoral, na condição de mais idoso governante de país democrático, já com data de validade vencida e graves problemas de saúde. Se Lula não for candidato, o PT perde e se extingue, por decomposição espontânea, e Lula quer evitar esse vexame.

BOLSONARO – O principal adversário é Bolsonaro, dez anos mais novo e que chegará à eleição com 71 anos. Mas também está com a validade vencida, devido aos graves problemas de saúde.

A facada de Adélio Bispo, em 2018, não conseguiu matá-lo, mas roubou sua higidez. A tela implantada no abdômen salvou a vida de Bolsonaro, mas já houve várias recidivas, parece ser um problema que terá pelo resto da vida.

Enriquecido pelos R$ 72 milhões que os admiradores depositaram em sua conta por Fix, calcula-se que a fortuna de Bolsonaro já atinja 140 milhões, incluindo o patrimônio imobiliário. Mesmo assim, ele não desiste da política.

LULA FAVORITO – Pesquisa eleitoral realizada pela Genial/Quaest mostra que o cantor Gusttavo Lima surge como o nome mais competitivo contra o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em um cenário que reúne diversos outros nomes da direita.

A pesquisa incluiu nomes como o do presidente Lula (PT), o de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e atualmente inelegível, e de governadores de destaque como Tarcísio de Freitas (SP), Romeu Zema (MG), e Ronaldo Caiado (GO), além de outras figuras do cenário político, como Pablo Marçal e Fernando Haddad, atual ministro da Economia.

A pesquisa parece ser Piada do Ano, porque o povo brasileiro é gozador, sacaneia até pesquisa eleitoral. Tudo indica que o candidato mais forte contra Lula é mesmo Bolsonaro.

FALTA A ANISTIA – Para concorrer à eleição, Bolsonaro precisa que o Congresso aprove a anistia, com benefício estendido a políticos de oposição punidos pela Justiça Eleitoral.

Com apoio de Lula e do PT, essa aprovação fica garantida, e Lula tem convicção absoluta que pode sair vitorioso com maior facilidade se Bolsonaro concorrer.

Assim, se Lula mandar o PT votar a anistia, dizendo que não tem medo de perder para Bolsonaro e quer enfrentá-lo, o projeto terá aceitação mais que garantida no Congresso.

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P.S. –
 Detalhe importante: as Forças Armadas torcem desesperadamente para que a anistia seja aprovada. Mas isso é assunto para outro artigo. (C.N.)

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