segunda-feira, fevereiro 03, 2025

Bahia executou mais de 95% dos recursos da Lei Paulo Gustavo: R$ 292,4 milhões

 Bahia executou mais de 95% dos recursos da Lei Paulo Gustavo: R$ 292,4 milhões

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Secom/Presidência da República gabriela.costa@fsbcomunicacao.com.br 
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CULTURA
 

Bahia executou mais de 95% dos recursos da Lei Paulo Gustavo: R$ 292,4 milhões
 

Com R$ 3,9 bilhões executados nas 27 unidades da Federação e em 5.398 municípios, a lei permitiu o maior investimento no setor cultural da história do Brasil

 

Do total, R$ 2 bilhões estão disponíveis aos estados e R$ 1,8 bilhão para todos os municípios brasileiros

 

O estado e os 417 municípios da Bahia executaram 95,2% dos recursos que receberam do Governo Federal via Lei Paulo Gustavo de Incentivo à Cultura. Foram R$ 292,41 milhões, entre R$ 212,68 milhões para o setor audiovisual e R$ 79,73 milhões para outras áreas, como música, dança, pintura, escultura e artes digitais. Um amplo espectro pensado para contemplar toda a diversidade de manifestações culturais e artísticas do país.
 

No recorte que leva em conta apenas o repasse do Governo Federal para o estado, 99,6% dos recursos transferidos foram executados. Um total de R$ 117,68 milhões para o audiovisual e R$ 41,83 milhões para as outras áreas.
 

Já no recorte por municípios, 90,4% dos recursos transferidos foram aplicados. A maior fatia ficou com a capital, Salvador, com R$ 17,22 milhões para o audiovisual e R$ 6,72 milhões para outras iniciativas (R$ 23,94 milhões no total). Outros municípios de destaque no estado foram Feira de Santana, que executou um total de R$ 5 milhões para produções culturais, e Vitória da Conquista, com R$ 2,63 milhões.
 

"A lei é responsável pelo desenvolvimento econômico, social e artístico ao injetar recursos financeiros nos municípios e estados, gerando emprego, renda e dignidade para o nosso povo", ressalta a ministra da Cultura, Margareth Menezes. "A cultura está diariamente na vida dos brasileiros. Por isso, leis de incentivo, como a Paulo Gustavo, são importantes para contribuir com políticas de fomento cultural, fazendo chegar em todo território nacional, e evidenciar a diversidade da nossa gente e as diferentes formas de se fazer cultura", completa a ministra.
 

“A lei é responsável pelo desenvolvimento econômico, social e artístico ao injetar recursos financeiros nos municípios e estados, gerando emprego, renda e dignidade para o nosso povo.”

MARGARETH MENEZES
Ministra da Cultura
 

NACIONAL — Em todo o país, os estados, o Distrito Federal e os municípios executaram R$ 3,93 bilhões, equivalente a 94,9% dos recursos transferidos. Trata-se do maior valor investido diretamente em cultura na história do país. O alto percentual de execução demonstra a eficácia da política, surgida durante a pandemia e que se tornou instrumento de impulsionamento da atividade cultural.
 

"O sucesso da política se revela não só no montante investido, mas na capilaridade que alcançamos. A Lei chegou a praticamente 100% do território, um feito impressionante em um país tão extenso e diverso. O resultado reforça a importância de políticas culturais que permitem a nacionalização do fomento e fortalecem as expressões culturais de todas as regiões", diz a secretária dos Comitês de Cultura do Ministério da Cultura, Roberta Martins.
 

PARTICIPAÇÃO — Os recursos foram repassados pelo Governo Federal aos estados, municípios e Distrito Federal que fizeram adesão à política. Coube aos entes mapear, com a participação da sociedade civil, demandas da comunidade local e distribuir os recursos por editais de projetos ou premiações, por exemplo.
 

REGIÕES — No quantitativo, a região Sudeste foi a que mais recebeu repasses da Lei Paulo Gustavo: mais de R$ 1,45 bilhão. Aplicados, ao longo do prazo de execução, os recursos ainda renderam mais de R$ 103,81 milhões. Do total (repasses, mais rendimentos), 95,6% já foram executados. A região Nordeste vem em seguida, com R$ 1,16 bilhão recebidos e 96,2% executados. Na sequência aparecem Sul (R$ 523 milhões e 95,1% de execução), Norte (R$ 424 milhões e 89,7% de execução) e Centro-Oeste (R$ 298,3 milhões e 93% de execução).
 

Detalhamento dos recursos aplicados pelos estados, municípios e Distrito Federal, por meio da Lei Paulo Gustavo - Fonte: MinC


 


Clique e acesse todas as informações do Painel de Dados da LPG
 

ESTADOS — As 27 unidades da Federação somadas receberam mais de R$ 2,02 bilhões em recursos da Lei Paulo Gustavo. Acrescidos os rendimentos, o programa disponibilizou R$ 2,18 bilhões — dos quais 97,5% foram executados. Do total, 24 estados e o Distrito Federal executaram mais de 90% dos recursos. Espírito Santo, Paraná e Goiás são os destaques, com utilização integral dos recursos.
 

O Espírito Santo utilizou R$ 43,6 milhões em projetos de audiovisual e outras áreas, em valores que levam em conta o que foi repassado, adicionado aos rendimentos. Sete municípios capixabas ainda reverteram recursos das contas da LPG para o estado, situação que se repetiu em outras unidades da federação. O Paraná também utilizou integralmente os R$ 108 milhões disponíveis, assim como Goiás, que aplicou todos os R$ 72,5 milhões.
 

Também os estados do Piauí, Amazonas, São Paulo e Tocantins consolidaram uma execução de 99,8% dos valores disponíveis (repasses, mais rendimentos). São Paulo foi o estado que mais utilizou recursos: R$ 381,17 milhões. Já o Amazonas executou R$ 54,71 milhões, o Piauí, R$ 45,51 milhões, e o Tocantins, R$ 27,56 milhões. Apenas Mato Grosso (88,8%) e Rondônia (22,4%) executaram menos de 90% dos recursos.
 

MUNICÍPIOS — Ao todo, 5.398 dos 5.570 municípios brasileiros (98,1%) receberam recursos que, somados, chegaram a R$ 1,8 bilhão. Desse total, 81,4% das cidades (4.396) utilizaram mais de 80% dos recursos disponíveis.
 

CAPITAIS — Entre as capitais, 25 das 27 cidades executaram mais de 90% dos recursos. Rio Branco, Curitiba e Vitória são os destaques, com a execução praticamente integral dos recursos disponíveis para projetos audiovisuais e de outras áreas. Rio Branco utilizou totalmente os R$ 4,49 milhões, enquanto Curitiba executou R$ 15,6 milhões e Vitória, R$ 3,45 milhões. Maior cidade do país, São Paulo utilizou 90,8% do total disponível (recursos e rendimentos), o equivalente a R$ 87,46 milhões.
 

SALDO — Após o encerramento do prazo para a execução dos recursos, em 31 de dezembro de 2024, o saldo remanescente teve que ser restituído até 15 de janeiro deste ano. Os entes federativos terão até agosto para concluir o relatório de gestão final e apresentar o documento de prestação de contas.
 

“O investimento permitiu não somente apoiar, mas recuperar e fortalecer um motor econômico e social vital para o Brasil”

HENILTON MENEZES
Secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural do MinC
 

ADESÃO — Em 2023, o Ministério da Cultura trabalhou para que a adesão à Lei fosse a máxima possível e garantiu que 100% dos estados e 98% das cidades se tornassem aptas a receber os recursos. Já em 2024, a pasta atuou para que os entes federados executassem os valores até 31 de dezembro, a data limite.
 

RETORNO — Para o secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural do Ministério da Cultura, Henilton Menezes, os resultados refletem o impacto transformador dos investimentos culturais no Brasil. "O investimento permitiu não somente apoiar, mas recuperar e fortalecer um motor econômico e social vital para o Brasil", afirmou.
 

Um exemplo é a cidade do Rio de Janeiro, que contou com R$ 51,52 milhões disponíveis para execução. Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre a Lei Paulo Gustavo no município revelou o impacto significativo da política. Para cada R$ 1 investido pela Lei, o retorno foi de R$ 6,51, o que demonstra a capacidade do setor cultural e da economia criativa para impulsionar a atividade econômica local.
 

A LEI — A Lei Paulo Gustavo viabilizou o maior investimento direto no setor cultural da história do Brasil. Levando-se em consideração o valor disponibilizado, de R$ 3,86 bilhões e os rendimentos no fundo de investimento do Banco do Brasil, R$ 4,14 bilhões foram destinados à cultura. Símbolo de resistência da classe artística, a lei foi aprovada durante a pandemia de Covid-19, que limitou severamente as atividades do setor.
 

É uma homenagem a Paulo Gustavo, artista símbolo da categoria, vitimado pela doença. Em 2023, a recriação do Ministério da Cultura abriu o caminho para a plena execução da Lei. Após um intenso processo de escuta, a pasta editou o decreto regulamentar da Lei, permitindo que estados, municípios e Distrito Federal pleiteassem a verba.

 

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

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Decisão judicial em Paulo Afonso condena Coelba a ressarcir consumidor por cobranças indevidas

 Paulo Afonso - Bahia 03/02/2025

Decisão judicial em Paulo Afonso condena Coelba a ressarcir consumidor por cobranças indevidas

Redação
Justiça decide que Coelba deve reembolsar e indenizar consumidor por falhas na compensação de cr�
Justiça decide que Coelba deve reembolsar e indenizar consumidor por falhas na compensação de cr�

O Tribunal de Justiça de Paulo Afonso decidiu a favor de um consumidor que questionava cobranças indevidas na conta de energia elétrica. A sentença foi proferida pela Juíza Leiga Ingrid Cananéa Duque de Godoy e homologada pelo Juiz de Direito Reginaldo Coelho Cavalcante.

O consumidor alegou que a distribuidora não compensou corretamente os créditos de sua usina de microgeração de energia solar, o que resultou em cobranças excessivas. Além disso, apontou problemas com transformadores obsoletos que causaram sobrecarga na rede elétrica. Apesar de diversas solicitações, a empresa demorou meses para trocar os equipamentos e não reembolsou os valores pagos a mais. A situação se agravou com o corte indevido do fornecimento de energia, restabelecido apenas por meio de liminar.

A Justiça concluiu que a Coelba falhou na prestação do serviço ao não comprovar a compensação dos créditos. Assim, determinou a refaturação das contas, com abatimento dos créditos acumulados, e a devolução em dobro dos valores pagos indevidamente, totalizando R$ 2.659,22, acrescidos de correção e juros. Além disso, a empresa foi condenada a pagar R$ 3.000,00 por danos morais, considerando o tempo e o desgaste do consumidor na tentativa de resolver o problema.

A decisão aplicou a teoria do desvio produtivo, que reconhece o direito do consumidor a uma indenização quando precisa despender tempo e esforço para solucionar falhas na prestação de serviços. O processo foi concluído em 65 dias.

https://www.bobcharles.com.br/internas/read/?id=25636

Piada do Ano! Gusttavo Lima é o candidato mais forte contra Lula

 

Piada do Ano! Gusttavo Lima é o candidato mais forte contra Lula

Quaest: Gusttavo Lima tem menor diferença para Lula no 2º turno | CNN NOVO  DIADeu no SBT News

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria todos os adversários em todos os cenários – no primeiro e no segundo turno – na corrida pela Presidência da República em 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (3).

No primeiro turno, Lula tem vantagem em quatro cenários diferentes. Se a eleição fosse hoje, o petista venceria o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o sertanejo Gusttavo Lima (Sem partido), o ex-coach Pablo Marçal (PRTB), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil).

SEGUNDO TURNO – Lula também venceria todos os adversários em um possível segundo turno. Veja os cenários:

Lula x Gusttavo Lima: Lula (PT) – 41; Gusttavo Lima (Sem partido) – 35; Indecisos – 3; Brancos e Nulos – 21

Lula x Eduardo Bolsonaro: Lula (PT) – 44; Eduardo Bolsonaro (PL) – 34; Indecisos – 3; Brancos e Nulos – 19

Lula x Pablo Marçal: Lula (PT) – 44: Pablo Marçal (PRTB) – 34; Indecisos – 3; Brancos e Nulos – 19

Lula x Tarcísio: Lula (PT) – 43; Tarcísio de Freitas (Republicano) – 34; Indecisos – 4; Brancos e Nulos – 19

Lula x Zema: Lula (PT) – 45; Romeu Zema (Novo) – 28; Indecisos – 4; Brancos e Nulos – 23

Lula x Caiado: Lula (PT) – 45; Ronaldo Caiado (União) – 26; Indecisos – 4; Brancos e Nulos – 25

EMPATE – Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Jair Bolsonaro (PL) empata com Lula – os dois aparecem com 9% das intenções de voto. O ex-presidente não aparece na pesquisa estimulada porque está inelegível.

Questionados em quem votariam para presidente se a eleição fosse hoje, 78% dos entrevistados afirmaram estar indecisos.

A rejeição dos eleitores a Lula é maior que a aprovação. 49% dos entrevistados conhecem o presidente, mas não votariam nele, enquanto 47% votariam no petista em 2026. Outros 4% afirmaram que não conhecem Lula.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Neste levantamento, somente se aproveitam o resultado da pesquisa espontânea (9 a 9) e o dado de que 78% dos eleitores não sabem em quem votar. (C.N.)


Todos sabem que Trump não vale nada, mesmo assim devolveram-lhe o poder

Publicado em 3 de fevereiro de 2025 por Tribuna da Internet

No Globo de Ouro, Meryl Streep disse quem é Trump…

Roberto Nascimento

Em 2017, ao receber o prêmio Globo de Ouro, a atriz americana Meryl Streep comoveu a plateia, ao lamentar que o então presidente Donald Trump, em seu primeiro mandato, tenha zombado de um repórter deficiente físico. De lá para cá, nada mudou. Esse presidente das trevas odeia os negros, os deficientes físicos, assim como odeia os imigrantes da África e da América Latina, brasileiros inclusos, e também os fracos, os humildes, os deserdados das benesses capitalistas.

O todo-poderoso presidente desconhece que um belo dia ele não estará mais aqui. Nesse fatídico dia, o empresário/político Trump não terá tempo para se arrepender, até porque não vai adiantar nada. Pessoas como ele nunca se arrependem do mal que causaram aos outros. Se acham infalíveis e acima de todos.

NO SALÃO OVAL – O que dirão os trumpistas, diante dessa nova manifestação do presidente, em entrevista no Salão Oval, opinando irresponsavelmente sobre o acidente entre um helicóptero militar e uma aeronave comercial, que se chocaram em pleno ar sobre um rio próximo ao aeroporto Ronaldo Reagan em Washington, capital dos EUA, em que 64 pessoas morreram em consequência da explosão.

Pois bem, Trump atribuiu o acidente às políticas de inclusão social dos presidentes Barak Obama e Joe Biden, que empregaram deficientes físicos na Agência de Aviação dos EUA.

Trump tenta colocar a culpa pelo acidente no profissional da torre de controle, sem esperar a conclusão das investigações.

ERRO DO PILOTO – As gravações que vieram a público, demonstram que o controlador avisou ao piloto do helicóptero militar, para se afastar da rota, e perguntou se a aeronave estava em seu campo visual. Portanto, agiu corretamente, conforme os padrões de segurança operacional do tráfego aéreo.

Mas Trump usou essa tragédia para anunciar o fim das políticas de inclusão de deficientes físicos e de negros no mercado de trabalho do serviço público.

Trata-se de uma declaração racista e na linha da limpeza étnica, porque, para piorar, Trump afirmou que os brancos são excluídos dos empregos em prol dos negros e deficientes físicos.

LÍRIOS DO CAMPO – Sobre essas primeiras ações do presidente Trump, é importante citar trehos do livro: “Por Dentro do III Reich”, de Albert Speer.

”O líder maquiavélico possuí intuição teatral, adota um comportamento público segundo as mais diversas situações, porém, age negligentemente diante de seis servidores e colaboradores”. E concluiu:

“Os homens poderosos são como os lírios do campo; um dia fortes e bonitos, no outro dia murchos e sem vida. Como são efêmeros os dias do Poder, propensos a chuvas e trovoadas… Ingênuo é aquele que acredita na perpetuação do mando, exercendo os poderes do Estado com prepotência, principalmente diante dos mais humildes e fracos.


Líder do PL dá início à articulação para aprovar a anistia neste ano


Sóstenes Cavalcante comenta saída de Pazuello do MS

Sóstenes enxerga longe e acredita na aprovação da anistia

Basília Rodrigues
CNN

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, afirmou à CNN que dará início, nesta segunda-feira (3), às conversas com o novo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para votar o projeto de lei que estabelece anistia para os condenados pelo 8 de Janeiro. Segundo ele, a estratégia é pautar o texto somente quando houver a certeza de aprovação.

“Vamos começar a dialogar com os demais líderes, quando a gente tiver os votos, não abrirei mão de incluí-lo na pauta de votação”, afirmou.

DEPOIS DA MISSA – A primeira reunião de líderes com Motta será no fim desta tarde, na Câmara. Antes, estarão todos reunidos em uma missa religiosa para marcar o início do ano legislativo.

Neste fim de semana, Motta afirmou em entrevista a jornalistas da Paraíba, seu estado de origem, que o andamento do projeto da Anistia deve ser decidido em reuniões dos líderes partidários nos próximos dias.

“Este é o tema que mais divide a Casa hoje. Você tem o PL defendendo que se vote a anistia para os presos do episódio 8 de Janeiro, e você tem a esquerda, o PT, principalmente, defendendo que esse tema não seja votado na Casa. Como eu disse aqui, a pauta é decidida pelo presidente, com participação dos líderes. Com certeza, este será um tema levado para essas reuniões nos próximos dias”, disse o novo comandante da Câmara.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– A cadeira de presidente da Câmara ainda nem esquentou, mas já começou a pressão sobre Hugo Motta para apoiar o projeto que anistia os vândalos do 8 de Janeiro e, de passagem, pode beneficiará Jair Bolsonaro e trazê-lo de volta à política eleitoral. Será um assunto permanente no noticiário político. (C.N.)


A importância de crianças e adolescentes estudarem

 A importância de crianças e adolescentes estudarem


A educação é um direito fundamental para o desenvolvimento do ser humano em qualquer sociedade. No Brasil, através da Constituição Federal de 1988, essa é uma garantia social universal. Logo, o Estado é obrigado a levar o acesso ao ensino básico a todas as crianças e adolescentes. 


Esse pilar se torna essencial na construção de um país mais justo, igualitário e capaz de oferecer oportunidades iguais às pessoas. A garantia deve atender a todos, independentemente da classe social, etnia ou localização geográfica. Com isso, a escola se torna um espaço essencial para o pleno desenvolvimento dos indivíduos.


Nela, crianças e adolescentes, que estão em fase de formação tanto cognitiva quanto social, vivenciam o aprendizado nas diversas áreas. O intuito é levar a esse público um conhecimento capaz de transformar a realidade do jovem, o seu contexto e seu futuro. 


O direito à educação na Constituição Federal


A Carta Magna Brasileira de 1988, em seu artigo 205, estabelece a educação como direito de todos. Além disso, é dever do Estado e da família ofertar maneiras para se chegar a esse nível, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. 


De acordo com a Lei nº 8.069/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA), o compromisso da formação é garantido. No artigo 53, é descrito que "a criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho".


Qual o papel da Escola?


Enquanto instituição, ajuda na formação acadêmica, moral, ética e social dos alunos, preparando-os para os desafios da vida adulta. Portanto, a educação formal vai muito além de conteúdos que são apresentados em aula. Ela se torna o principal meio pelo qual os indivíduos adquirem as habilidades e competências necessárias para inserção ativamente no mercado de trabalho e na sociedade.


Na escola é democratizado o conhecimento, pois, ela reduz as desigualdades sociais, ao proporcionar o ensino comum a todos. Então, o acesso à educação de qualidade é uma ferramenta poderosa de mobilidade social. Já que permite às crianças e adolescentes, de diferentes origens, terem a chance de melhorar suas condições de vida e contribuir para o bem-estar coletivo.


Impactos sociais da educação escolar


A educação básica oferece a crianças e adolescentes o conhecimento necessário para o exercício pleno de sua cidadania. Por isso, ao ir à escola os jovens têm acesso à informação, aprendizado e a experiências de socialização. Logo, se preparam para sua formação, pois aprendem sobre situações diversas e promovem o desenvolvimento de habilidades sociais, como a convivência em grupo, o respeito às diferenças e a construção de valores éticos fundamentais.


A educação pode transformar a realidade social


A educação ajuda no combate a violência e exclusão social. No Brasil, alguns jovens sem acesso à escola correm riscos de se envolverem em atividades ilícitas ou serem vítimas de exploração. Portanto, a escola funciona também como um espaço seguro, onde os alunos podem desenvolver suas potencialidades para usar no futuro e tentar mudar o ciclo de pobreza e marginalização, presente no país.


O desafio do acesso à educação


Apesar de ser garantia constitucional, a educação no Brasil ainda enfrenta desafios significativos, em relação ao acesso de qualidade para todas as crianças e adolescentes. Diante disso, deve-se destacar que a desigualdade educacional persiste, com regiões mais pobres e rurais enfrentando muito mais dificuldades.


O simples fato de garantir escolas adequadas ou manter a infraestrutura mínima escolar, com professores qualificados já são problemas a serem encarados no país. Além disso, a falta de recursos e investimentos no setor educacional ainda é um obstáculo real para o cumprimento pleno do direito à educação, conforme previsto na Constituição e no ECA.


O que isso ocasiona?


A evasão escolar, principalmente. Este também é um problema grave, especialmente no ensino médio, pois muitos jovens, por questões econômicas ou familiares, deixam de estudar. Logo, a necessidade de trabalhar e ajudar no sustento familiar faz a pessoa ter que escolher entre resolver o desafio momentâneo ou buscar se especializar para a solução futura. 


Considerações finais


Portanto, a escola auxilia na formação de crianças e adolescentes, sendo um canal essencial para a construção da cidadania. Além disso, o desenvolvimento pessoal e a promoção de uma sociedade mais igualitária são condições que a educação leva ao cidadão. Por isso, o direito à educação precisa ser garantido a todos, sem distinções, para assegurar que cada indivíduo tenha a oportunidade de alcançar seu pleno potencial. 


Parafraseando uma publicação do site VLV Advogados, por exemplo, estudar passa a ser uma condição social e também jurídica. Desse modo, o Estado precisa cumprir com sua obrigação de garantir educação de qualidade e acesso universal, sem discriminação. Entretanto, a necessidade de educar a todos não pode ser vista apenas como um dever para ficar na legalidade, mas também como uma ferramenta essencial no fortalecimento da democracia e da justiça social. 


Para isso, deve-se levar em conta políticas públicas voltadas à educação com mais eficácia. Além de investimentos contínuos em infraestrutura, capacitação de professores e inclusão de todos os jovens no sistema educacional. Tudo isso para deixar claro, a formação escolar é mais do que uma simples fase na vida de uma pessoa. Ela transforma esse ser e se torna a chave para a construção de um futuro mais próspero, justo e digno a todos.


João de Jesus, radialista e assessor de imprensa, além de jornalista, recém graduado pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. INSTAGRAM: @portaljesusmaccomunicao - https://www.instagram.com/portaljesusmaccomunicacao/ 

Com informações de publicações em diversos sites, como https://vlvadvogados.com/ 


Prefeito de Jeremoabo nomeia novo secretário de Saúde que já foi suspeito de fraude em licitações

Foto: Divulgação

Risvaldo Varjão Oliveira Júnior03 de fevereiro de 2025 | 10:44

Prefeito de Jeremoabo nomeia novo secretário de Saúde que já foi suspeito de fraude em licitações

exclusivas

Nomeado pelo prefeito de Jeremoabo Tista de Deda (PSD) para ser o novo secretário municipal de Saúde, Risvaldo Varjão Oliveira Júnior tem em seu currículo denúncias por fraudes em licitações em 2017.

A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) à época, que apontou suspeitas de fraudes em licitações, corrupção e dado ao erário em contratos entre o Hospital Municipal e a Cooperativa Feirense de Saúde (CoofSaúde). Dez pessoas foram indicadas como suspeitas, entre elas, o novo secretário do município. A representação do MPF foi feita com base em auditoria efetuada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Fornecedora da mão de obra, a CoofSaúde teria recebido, entre 2007 e 2018, quase um R$ 1 bilhão de contratos firmados com diversos municípios baianos. Durante a fiscalização, realizada pela Controladoria Geral da União (CGU) em Feira de Santana, foram identificadas irregularidades nos processos de contratação da empresa, como a ausência de projeto básico ou termo de referência, vícios nas cotações de preços para definição do orçamento de referência, cláusulas restritivas no edital e irregularidades na própria condução dos certames, com favorecimento para a Cooperativa investigada. Foi constatada, ainda, a falta de controle sobre os pagamentos realizados, o que permitiu a ocorrência de superfaturamento.

Risvaldo Varjão Oliveira Júnior já tinha exercido o cargo de secretário de Saúde em outra oportunidade, entre novembro de 2010 a dezembro de 2012, na gestão do prefeito João Batista Melo de Carvalho. Ele também tem passagem pela gestão da prefeita Anabel de Sá Lima de Carvalho, em 2013.

Em nota à imprensa, a Prefeitura informou que o novo secretário municipal de Saúde foi absolvido das acusações.

PoliticaLivre

Nota da redação deste Blog - A Absolvição de um Secretário de Saúde e o Direito de Exercer Cargo Público

A nomeação de gestores para cargos públicos é frequentemente alvo de polêmicas e questionamentos, principalmente quando envolvem pessoas que já foram acusadas judicialmente. No entanto, ser acusado de um crime e posteriormente absolvido não constitui impedimento legal para exercer funções públicas.

Se houvesse qualquer impedimento pelo simples fato de haver processos judiciais em andamento, muitos secretários da gestão do ex-prefeito Deri do Paloma, que ainda respondem por improbidade administrativa, jamais teriam ocupado seus cargos. No entanto, exerceram suas funções sem qualquer impedimento, e nenhuma denúncia foi feita a respeito de suas nomeações na época. Isso demonstra que, até que haja condenação com trânsito em julgado, não há ilegalidade em nomeações para funções públicas.

No cenário político nacional, a própria nomeação de ministros e secretários segue essa mesma lógica. Se responder a processos judiciais impedisse a ocupação de cargos públicos, o presidente Lula e diversos ministros de diferentes partidos também estariam impedidos de assumir seus postos. No entanto, o ordenamento jurídico brasileiro segue o princípio da presunção de inocência, garantindo que apenas após condenação definitiva há impedimentos legais para ocupação de cargos.

É fundamental que as discussões sobre gestão pública se baseiem na legalidade e não apenas em disputas políticas ou em narrativas que busquem desqualificar nomeações sem fundamentos legais. O debate deve ser centrado na competência técnica e na capacidade de gestão dos nomeados, assegurando sempre o respeito às instituições e à justiça.

 



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