quinta-feira, janeiro 02, 2025

População mundial e a pobreza crescem sem que haja qualquer providência

Publicado em 2 de janeiro de 2025 por Tribuna da Internet

Movimento de comércio no Natal de 2019

Movimento normal na Rua 25 de Março, em São Paulo

Deu no Poder360

A população mundial estimada chegará a 8,09 bilhões nesta quarta-feira (1º.jan.2025). Segundo o Escritório de Censos dos Estados Unidos, o aumento será de 71.178.087 pessoas (0,89%) em relação ao mesmo dia de 2024. O órgão indica o nascimento de 4,2 pessoas por segundo e duas mortes no mesmo intervalo de tempo durante janeiro de 2025.

De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), a população mundial atingiu a marca de 8 bilhões em 15 de novembro de 2022.

NOS ESTADOS UNIDOS – O Escritório de Censos norte-americano espera que os Estados Unidos país registre um nascimento a cada 9 segundos e uma morte a cada 9,4 segundos no próximo ano. A imigração líquida ao país deve adicionar uma pessoa à população dos EUA a cada 23,2 segundos.

A ONU estima que o Brasil deve permanecer como o 7º país mais populoso do mundo até pelo menos 2050, com 230 milhões de habitantes no país. Hoje, são 212,6 milhões.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) estima que a população brasileira parará de crescer em 2041, quando o país deve atingir o recorde de 220.425.299 habitantes e, depois, irá desacelerar seu crescimento demográfico.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– O problema do Brasil e do mundo é o aumento da pobreza, que devasta o meio ambiente e prejudica a vida. Os países onde a população diminui são justamente os mais ricos, enquanto a natalidade aumenta nos mais pobres, com crescimento da violência urbana e tudo o mais, perpetuando esse sinistro mundo cão. (C.N.)


Reforma ministerial é prioridade e pode atrapalhar Lula ainda mais

Publicado em 2 de janeiro de 2025 por Tribuna da Internet

Veja as 10 melhores charges do Painel na reforma ministerial - 21/08/2023 -  Painel - Folha

Charge do Cláudio de Oliveira (Folha)

Vera Magalhães
O Globo

Com Lula de volta a Brasília e o projeto de corte de gastos passando raspando por um Congresso que não esconde a má vontade, o almoço de fim de ano do governo deu forte cheiro de fritura no ar. Isso porque o começo de 2025 transformará a reforma ministerial em pauta prioritária em Brasília, com o tempo correndo contra o relógio para contemplar os arranjos feitos para a troca da guarda na Câmara e no Senado e, no mundo ideal, já tentar amarrar os partidos para as eleições de 2026.

Os rumores se intensificaram nos últimos dias, e aqueles cujas pastas são incluídas na bolsa de apostas das trocas se apressam em negar que estejam na lista de cortes do presidente.

CENA REPETIDA – A mesma agonia foi vista no ano passado, quando muitos conseguiram se segurar na base da amizade e do voto de confiança de que fariam os programas de suas pastas deslancharem a contento se recebessem nova chance.

As especulações não poupam, de novo, nem o vice-presidente Geraldo Alckmin. Depois que Ricardo Lewandowski deu um jeito de que viesse a público seu incômodo com a possibilidade de perder o cargo que não queria ocupar, mas que foi convencido por Lula a aceitar, ensaia-se um desenho em que Rodrigo Pacheco deixe o Senado para ocupar o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio no lugar de Alckmin.

RISCO DE CRISE – Em algum momento, a falta de cuidado do entorno de Lula com o vice provocará uma crise real. Depois da experiência traumática do PT com Michel Temer, o partido parece dar pouco valor à lealdade absoluta demonstrada por Alckmin em todos os momentos, desde a campanha.

O descaso faz com que sejam quase permanentes os balões de ensaio sobre nomes de diferentes partidos que poderiam ocupar a vice em 2026. Nesses cenários, traçados por quem tem claro interesse no Jaburu, Alckmin sairia para o governo de São Paulo ou o Senado. Só falta saber se alguém combinou com ele.

É o tipo de cogitação que, se passa de fato pela cabeça de Lula, mostra que a reforma ministerial pode ser causa de mais crise, e não solução para os problemas concretos do governo.

MUITOS PROBLEMAS – Além da já detectada falha de comunicação — que, diga-se, não se deve exclusivamente ao ministro Paulo Pimenta e muitas vezes começa no próprio Alvorada —, há problemas concretos na Saúde, a mais importante pasta da Esplanada, e no Trabalho, para ficar só em duas áreas.

O risco é que, se houver a substituição de Nísia Trindade, as razões podem ser as erradas, e o resultado pior. Ninguém de boa-fé discute a respeitabilidade da ministra, mas seria tapar o sol com a peneira desconsiderar os graves problemas de gestão que, após dois anos, remanescem na pasta de maior Orçamento do país.

 A campanha para derrubá-la atende antes a interesses fisiológicos do Congresso, viciado na dopamina das emendas, do que a uma preocupação legítima com o andamento dos programas e da rede de saúde.

MARINHO TRANQUILO – No caso de Luiz Marinho, nenhuma prévia da reforma feita por quem acompanha o raciocínio de Lula o inclui nas listas de quem pode ir para a casa.

Isso mostra que, por mais que o governo detecte a dificuldade de compreender como funciona o novo mundo do trabalho, não está interessado em virar esse jogo.

A lógica que preside a reforma em início de gestação é dar ainda mais espaço a partidos como União Brasil, PSD, Republicanos e MDB, que já frequentam a base aliada.

SEM COMPROMISSO? – Resta a pergunta: o upgrade que essas siglas podem ter será acompanhado de um termo de compromisso de apoio a Lula daqui a dois anos?

Nada indica que sim. Pelo contrário: esses partidos usarão a visibilidade e a caneta ofertadas pelo petista para fazer política em suas bases e negociar a valores ainda mais altos seu apoio a um dos lados da polarização em 2026.

Se a maior crise de Lula hoje é de confiança, e aqui não se trata apenas do famigerado mercado, mas também do eleitorado em geral, como mostram as pesquisas, essa lógica de reforma ministerial não deverá ajudar em nada. Com boa chance de ainda atrapalhar.

A União dos Cidadãos de Boa Vontade em Defesa de Jeremoabo



A União dos Cidadãos de Boa Vontade em Defesa de Jeremoabo

Em Jeremoabo, um movimento de cidadãos de boa vontade está ganhando força para auxiliar o novo prefeito recém-empossado. O objetivo é documentar e expor a verdadeira dimensão do vandalismo e da depredação praticados pela gestão anterior contra o patrimônio público e o erário. Um dos exemplos mais alarmantes é a situação dos veículos do município, que foram entregues à nova administração em estado de completa deterioração, fruto de negligência e irresponsabilidade.

A Responsabilidade dos Vereadores

Os vereadores, que tomaram posse recentemente e juraram cumprir a Constituição e as leis do município, enfrentam agora sua primeira grande prova. É essencial que eles demonstrem compromisso com o povo que os elegeu, iniciando sua jornada de fiscalização com firmeza e transparência. Cabe a eles apurar os fatos, identificar os responsáveis e denunciar os atos de barbárie que ferem não apenas o patrimônio público, mas também a confiança da população.

A Omissão Não Pode Prevalecer

A gestão anterior deixou um rastro de omissão e improbidade que não pode contaminar os recém-empossados. O povo de Jeremoabo exige respostas concretas e rápidas. Cada centavo desviado ou desperdiçado é fruto do trabalho árduo dos cidadãos, que esperam que seus impostos sejam utilizados para o bem comum e não jogados fora pela negligência e pela corrupção.

Um Chamado à Ação

Este é o momento de união e ação. A sociedade civil está mostrando que não tolerará mais descaso. É fundamental que os vereadores e a nova administração trabalhem juntos para restaurar a ordem, recuperar o que foi perdido e, principalmente, garantir que situações como essa não se repitam. A responsabilidade é grande, mas a oportunidade de mudar o rumo da história de Jeremoabo também é imensa.

O povo está atento, e a esperança é que a justiça prevaleça. Que este início de gestão seja marcado pela transparência, pela ética e pela reconstrução de um município que merece respeito e dedicação.

Carter foi um grande presidente, que se preocupava com o Brasil

Publicado em 1 de janeiro de 2025 por Tribuna da Internet

Ex-presidente americano Jimmy Carter morre aos 100 anos, diz imprensa

Jimmy Carter nunca aceitou a ditadura militar no Brasil

Elio Gaspari
O Globo/Folha

Faltando poucas semanas para o retorno de Donald Trump à Casa Branca, lá se foi Jimmy Carter. Tinha 100 anos e governou os Estados Unidos de 1977 a 1981. Batido por Ronald Reagan, teve um só mandato. Assumiu empunhando a bandeira da democracia e dos direitos humanos, mas foi moído por uma inflação de 9,9% e por suas virtudes de homem simples.

O balanço de sua presidência acompanhou os necrológios que lhe deram os créditos negados na eleição de 1980. O Brasil deveu a Carter o corte do cordão umbilical que ligava a ditadura ao beneplácito de Washington.

DISSE NIXON – Em 1971, quando o general Emílio Médici visitou Washington, o presidente Richard Nixon disse: “Nós sabemos que, para onde for o Brasil, para lá irá o resto da América Latina”. Dois anos depois, os militares governavam o Uruguai e o Chile. Em 1976, foi a vez da Argentina.

Carter governou o pequeno estado da Geórgia e sua experiência nacional era nula. Em março de 1976, numa palestra no Council of Foreign Relations, associou seu futuro político à defesa dos direitos humanos, mas ninguém prestou atenção. Meses depois, deu nome a um dos bois:

“O Brasil não tem um governo democrático. É uma ditadura militar. Em muitos aspectos, é altamente repressiva para os presos políticos. Nosso governo deve corresponder ao caráter e aos princípios morais do povo americano, e nossa política externa não pode contorná-los em troca de vantagens temporárias”.

PAPO DE CANDIDATO – A charanga da ditadura orientou-se pela sabedoria convencional. Aquilo era conversa de candidato. Ele se elegeu, botou na área de direitos humanos do Departamento de Estado a enfermeira Patricia Derian, militante histórica da luta dos negros americanos e como alto funcionário de delegação na ONU, o professor Brady Tyson. Nos anos 60, ele havia sido convidado a deixar o Brasil.

Se isso fosse pouco, Carter, que se dizia engenheiro nuclear (coisa que nunca foi), opunha-se a um acordo assinado pelo Brasil com a Alemanha. Se ele fosse em frente, seriam construídas centrais nucleares e também uma usina de reprocessamento de urânio.

Carter desossou o Acordo Nuclear e, em 1977, mandou ao Brasil sua mulher, Rosalynn. Passando pelo Recife, ela entrevistou-se, ao vivo e a cores, com dois missionários americanos que viviam com os pobres da cidade e haviam sido presos.

RECEPÇÃO FRIA – Em março de 1978, foi a vez de Carter vir ao Brasil. Teve uma recepção cordial, porém fria. Como ele queria ouvir pessoas da sociedade civil, marcou-se um encontro, no Rio, depois de encerrada a parte oficial da visita. Carter encontrou-se, entre outros, com o presidente da OAB, Raymundo Faoro, com o diretor de O Estado de S. Paulo, Julio de Mesquita Neto, e com o cardeal d. Paulo Evaristo Arns.

A coreografia da conversa prenunciava uma estudada irrelevância: todos de pé. O esquema falhou. Carter convidou d. Paulo para acompanhá-lo ao aeroporto e, sentados, conversaram por boa meia hora.

Anos depois, quando Carter e Geisel haviam deixado os governos, ele voltou ao Brasil. Tentou marcar um encontro e não conseguiu. Ligou para Teresópolis, onde vivia o ex-presidente, e ele não atendeu. Era o troco devido por ter mandado a mulher para sabatiná-lo.


Medina Osório, jurista e ex-ministro, é homenageado por sua obra jurídica

Publicado em 1 de janeiro de 2025 por Tribuna da Internet

Medina Osório Advogados - Catálogo Migalhas

Medina criou a disciplina de Direito Administrativo Sancionador

Carlos Newton

Muito justa a homenagem ao jurista Fábio Medina Osório, que em 23 de dezembro tomou posse na Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro (ACLERJ), assumindo a cadeira nº 5, cujo patrono é Manuel Antônio de Almeida, autor do clássico “Memórias de um Sargento de Milícias”.

A solenidade marcou não apenas um reconhecimento à trajetória de um dos maiores juristas do país, mas também a consolidação de um legado que une cultura, conhecimento jurídico e dedicação ao interesse público.

TRABALHO INOVADOR – Medina Osório é conhecido por seu trabalho inovador na introdução da chamada “compliance” no país, para que empresários e administradores públicos possam desfrutar do conjunto de regras, políticas e boas práticas em todo tipo de licitações e concorrência, evitando que sejam desclassificados ou punidos por alguma impropriedade ou lacuna.

É considerado também um dos maiores especialistas em Improbidade Administrativa, tendo defendido a tese que saiu vitoriosa no Congresso, que evita punição a administrador público que tenha agido sem dolo, ao cometer algum erro inadvertidamente.

O jurista gaúcho, que já tinha escritórios em Porto Alegre e no Rio de Janeiro, decidiu permanecer em Brasília e abriu uma das maiores bancas de advocacia da capital, onde retomou também sua rotina de palestras e participação em eventos e seminários no Brasil e no exterior.

DIREITO SANCIONADOR – Assim, a eleição de Medina Osório para a Academia de Letras reconhece que se trata de um intelectual de rara erudição e pioneiro em seu campo, reconhecido como a maior autoridade nacional em Direito Administrativo Sancionador, disciplina que ele introduziu no Brasil no início dos anos 2000.

Uma de suas principais obras, “Direito Administrativo Sancionador”, publicada em 2000, foi a primeira a sistematizar os princípios e fundamentos desse ramo do Direito Público no país, que hoje é essencial para compreender e enfrentar temas complexos como a regulação econômica, a responsabilização empresarial e a governança pública.


Que os homens de boa vontade unam-se pelo Brasil no ano inteiro

Publicado em 1 de janeiro de 2025 por Tribuna da Internet

Minha charge publicada hoje, na GAzeta de Alagoas. Quem puder, me segue,  curte, compartilha. adnaelcaricaturas #adnael #caricatura #caricaturista  #cartoon #cartum #anonovo

Charge do Adnael (Gazeta de Alagoas)

Vicente Limongi Netto

Seria tão bom que as alegrias e emoções da virada do ano durassem o ano novo inteiro. Brasileiros de todas as classes sociais, irmanados, vibrando, cantando, beijando, abraçando, brindando o raiar de 2025. Rostos felizes e esperançosos, nas ruas, nas praias, nos apartamentos e casas, saudando o amor. 

Nos rostos e corações de milhões de brasileiros, a chama de bons ventos e alto astral deixando para trás o ano velho. Promessas, juras, desejos, encantando a alma de adultos e crianças. Bom que o mar leve oferendas de saúde e paz. Melhor ainda que a vida melhore para todos. Não custa torcer e orar.

COMIDA NA MESA – Em 2024, as doações ao Sesc Mesa Brasil alcançaram 361 instituições no Distrito Federal, garantindo alimentação para 110 mil pessoas, entre elas, 48 mil crianças.

O Sesc Mesa Brasil é um programa nacional de segurança alimentar e nutricional de combate a fome e ao desperdício. A iniciativa, segundo a Fecomércio do Distrito Federal, é reconhecida pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), como a maior rede privada de banco de alimentos da América Latina.

O Sesc Mesa Brasil começou em 1994, no Sesc de São Paulo. Chegou a Brasília em 2003 e já distribuiu mais de 18 mil toneladas de alimentos

Dino foi enganado com R$ 2,5 bilhões de “emendas disfarçadas”

Publicado em 2 de janeiro de 2025 por Tribuna da Internet

Dino libera R$ 370 milhões em emendas parlamentares para saúde

O próprio Planalto conseguiu enganar o ministro Dino

Rafael Moraes Moura
O Globo

O Partido Novo acionou nesta segunda-feira (30) o Tribunal de Contas da União (TCU) para investigar a distribuição de R$ 2,5 bilhões de “emendas disfarçadas” a poucos dias do prazo limite para o empenho de recursos do Orçamento de 2024.

Conforme revelou o blog, a Secretaria de Relações Institucionais, comandada pelo ministro Alexandre Padilha, passou a utilizar uma dotação exclusiva do Ministério da Saúde para liberar verbas aos parlamentares sem que seja necessário identificá-los e nem dizer para quais municípios estão enviando o dinheiro.

“Os danos gerados pelo uso do artifício são irreversíveis. Em outras palavras, caso não seja estancado o problema, o dano gerado será potencializado, o que não poderá ser revertido por eventual decisão de mérito favorável”, alertou o Novo.

EMENDAS DISFARÇADAS – Para a legenda, as “emendas disfarçadas” estão sendo utilizadas como instrumento “para agraciar parlamentares que não mais dispõem de parcela significativa das emendas de comissão”, um dos focos de atrito entre o Congresso e o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Um conjunto de mensagens a que a equipe da coluna teve acesso mostra que, desde a quinta-feira 19, assessores de Padilha e líderes do governo na Câmara e no Senado estavam enviando a deputados e senadores orientações sobre como solicitar os recursos, para enganar Dino, alegando necessidade de custeio para a rede primária e especializada de atenção à Saúde.

A verba foi remanejada internamente no Ministério da Saúde e liberada no último dia 12, mas quem estava decidindo quem iria recebê-la era a SRI de Padilha, a partir dos pedidos entregues às lideranças do governo na Câmara e no Senado.

PASSO A PASSO – “Pessoal, segue um texto que a SRI fez para orientar os procedimentos”, diz a primeira de uma série de mensagens enviadas aos parlamentares. O material traz um passo a passo detalhado, ensinando como protocolar os pedidos no Ministério da Saúde. Contém, ainda, uma planilha com um manual de justificativas a serem usadas para conseguir a liberação dos recursos.

Os pedidos, porém, não são feitos pelos próprios parlamentares, mas pelas prefeituras escolhidas por eles. No final, quando o recurso for enviado, só o que se saberá é quais cidades pediram o dinheiro, mas não qual parlamentar está sendo atendido.

Na prática, o mecanismo de envio dos recursos é o mesmo das emendas Pix e do orçamento secreto, em que o dinheiro é enviado por um caixa central para os municípios indicados por deputados e senadores.

A MESMA JOGADA – A burla às exigências do Supremo de transparência, rastreabilidade e controle é a mesma. A diferença é que dessa forma o controle dos recursos fica na mão da Palácio do Planalto e não do Congresso.

“Infelizmente não é surpresa que o governo Lula recorra a artifícios obscuros para distribuir recursos públicos sem qualquer transparência, perpetuando a velha política do toma lá, dá cá. Esse tipo de prática está no DNA de todos os governos petistas”, afirma a líder do Novo na Câmara, deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

“É inadmissível que a saúde, uma prioridade absoluta para a população, seja transformada em moeda de troca política. Esse absurdo é alvo da nossa denúncia ao TCU, porque práticas assim não podem ser toleradas.”

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Em matéria de emendas parlamentares, a criatividade dos deputados brasileiros é realmente espantosa. Deveriam ganhar o Oscar de Efeitos Especiais. (C.N.)

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