segunda-feira, março 04, 2024

General desmentiu afirmações de Mauro Cid, que terá de depor novamente

Publicado em 4 de março de 2024 por Tribuna da Internet

Cúpula do Exército acredita que a delação do coronel Cid encerra um capítulo de tensão - TV Pampa

Mauro Cid pensa que já escapou, por causa da delação

Carlos Newton

O clima nas Forças Armadas é de irritação com as investigações a cargo do Polícia Federal. Os processos transcorrem em sigilo e os oficiais envolvidos somente terão conhecimento das acusações quando forem denunciados pelo Ministério Público Federal e houver a abertura de processos pelo ministro relator, Alexandre de Moraes.

A tensão entre integrantes da ativa das Forças Armadas e da Polícia Federal voltou a crescer nas últimas semanas. A cúpula militar tem mostrado grande irritação com os desdobramentos da investigação policial que apura a trama golpista arquitetada por Jair Bolsonaro, ex-membros de seu governo e da caserna.

DESMENTIDO – Já surgiu o primeiro desmentido à delação do tenente-coronel Mauro Cid, ajudante de ordens de Bolsonaro, que se envolveu não somente no golpe, mas também em atividades ilícitas criminais, como falsificação de documentos de vacina e compra e venda de relógios, joias e obras de arte presenteadas à Presidência da República.

Sabe-se que o depoimento do general Estevam Theóphilo derrubou vários pontos da delação premiada de Cid, ex-ajudante de ordens do presidente da República.

A cúpula do Exército se irrita e se revolta com essas controvérsias, porque significa que há oficiais mentindo perante a Polícia Federal e a Justiça.

DESMENTIDOS – Mauro Cid denunciou o general Estevam Theóphilo, que ainda estava na ativa, garantindo que ele apoiava abertamente o golpe militar e teria se reunido com Bolsonaro no Alvorada, para combinar como apoiaria o golpe.

O general, que à época era membro do Alto Comando, desmentiu essas afirmações. Disse que jamais apoiou o golpe e explicou que em dezembro de 2022 foi se encontrar com o presidente Bolsonaro no Palácio Alvorada a pedido do então comandante do Exército, general Freire Gomes.

E agora, quem está mentindo O general de quatro estrelas ou o tenente-coronel, que só tem uma? Para o Exército, é uma desmoralização, não há dúvida.

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P.S. 1 –
 Como se dizia antigamente, o povo quer saber… Afinal, o que disse Freire Gomes, ao depor, quando indagado sobre o encontro do general Estevam Theópholo com o então presidente Jair Bolsonaro? Por que o comandante do Exército mandou um subalterno se encontrar com o presidente da República, num momento tão delicado? Qual foi o motivo dessa estranhíssima ordem?

P.S. 2 – Quanto a Mauro Cid, ele pensa (?) que já escapou da Justiça, protegido por sua delação. Mas acontece que o delator não pode mentir. Se o fizer, a delação vai para o espaço sideral. (C.N.)


Lembrando o que Helio Fernandes escrevia sobre o “entreguista” FHC

Publicado em 4 de março de 2024 por Tribuna da Internet

fhc capa

Charge do Aroeira (Portal O Dia)

Carlos Newton

Atendendo a um pedido de Luiz Fernando Souza, vamos publicar um dos artigos de Helio Fernandes na Tribuna da Imprensa; O texto foi enviado por José Guilherme Schossland e não consta de nossos artigos, porque um dos ataques de hackers que sofremos praticamente destruir nosso arquivo, com importantes textos de Helio Fernandes, Carlos Chagas, Sebastião e Nery e tantos outros.

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FHC – DILAPIDADOR DO PATRIMÔNIO NACIONAL
Helio Fernandes
     5 de julho de 2003

De 1889 até 31 de dezembro de 2002, na relação de todos que ocuparam o Catete e agora o Planalto, FHC se situa como o mais predador, o mais destruidor, o mais espantosamente traidor, o grande doador do nosso patrimônio, o maior privatizador, o extraordinário favorecedor das multinacionais.

No acervo de inconseqüências, incoerências, incompetências, e mais grave de tudo, de imprudências, FHC entra em todos os capítulos. E nessa relação criminosa, (criminoso sem perda da liberdade e sem ser responsabilizado, pois conseguiu foro privilegiado, que nem os generais da ditadura tiveram depois que deixaram o Poder) não constava a CONCESSÃO de 25 milhões de acres da Amazônia, que o governo pretende concretizar.

POR 120 ANOS – Essa CONCESSÃO miserável que vale por 60 anos RENOVÁVEIS por outros 60, poderia ser considerada a mais espantosa. Junto com os juros, as “dívidas”, a corrupção, a REEELEIÇÃO comprada, as DOAÇÕES descabidas, a “entrega” da Vale, a maior mineradora do mundo, os preços “administrados” que elevam brutalmente as tarifas, enquanto o cidadão-contribuinte-eleitor amarga a mais completa miséria, cada vez ganhando menos, a brutal elevação da carga tributária, e mais e mais.

Tudo isso ganharia (ou deveria ganhar?) manchete dos jornalões pré-pagos e comentários favoráveis dos jornalistas amestrados, se não fosse um crime maior de todos: o seqüestro da Petrobras, a sua destruição como empresa nacional, a escravização a grupos multinacionais, a venda de ações, a doação de campos da Petrobras para multinacionais, e a A-U-T-O-R-I-Z-A-Ç-Ã-O inacreditável para que essas multinacionais exportem D-E-S-V-A-I-R-A-D-A-M-E-N-T-E o petróleo nacional.

PODEM EXPORTAR – Quer dizer: ainda não somos auto-suficientes em matéria de petróleo, mas as multinacionais que receberam áreas ANTECIPADAMENTE reconhecidas como produtivas, já podem exportar.

Então, vamos exportar logo tudo, como fizemos com o r-i-q-u-í-s-s-i-m-o manganês do Amapá. Todo ele dizimado e destruído pelos senhores Eliezer Batista (patrão do primeiro filho de FHC) e Azevedo Antunes, (sócio do mesmo Eliezer Batista) com a cumplicidade de muitos presidentes ou “presidentes”.

Entre os presidentes com aspas, muitos generais de plantão, que se diziam protetores e preservadores das nossas riquezas, se rotulavam como NACIONALISTAS, não fizeram outra coisa a não ser se desfazer das nossas maravilhosas riquezas para enriquecer seus maravilhosos patrões.

PETRÓLEO NÃO E NOSSO – Todos esses fatos que atingiram a nossa maior empresa, cabem naturalmente no que tenho definido há muito tempo na frase esclarecedora: O PETRÓLEO NÃO É NOSSO E A PETROBRAS MUITO MENOS.

Entre os presidentes da Petrobras que arruinaram a maior empresa brasileira, temos que começar por Shigeaki Ueki, protegido, nomeado e patrocinado por Sua Excelência o general-presidente Ernesto Geisel.

Depois dele, Joel Rennó, (acolitado e apadrinhado por Orlando Galvão da BR) o apatetado e teleguiado Henri Phillipe Reichstul, e depois dele, o multinacionalíssimo Francisco Gros. Todos nefastos, deviam ser proibidos até mesmo de entrarem no edifício da Petrobras. Ou passar pela calçada.

O NEFASTO FHC – Mas se todos esses são nefastos e até mesmo criminosos, ninguém foi mais nefasto e mais criminoso do que FHC. Este, lá do alto da Presidência da República, engendrou, patrocinou e executou a entrega, mascarada e escondida do patrimônio da maior empresa do Brasil.

FHC começou toda a traição ao colocar o primeiro genro na ANP (Agência Nacional do Petróleo), com o objetivo de destruir a independência da Petrobras. Junto com ele, diversos presidentes foram colocados no 24º andar da Avenida Chile, para ajudar o primeiro genro.

Com tudo isso, não conseguiram “privatizar”, “doar”, “entregar” a maior empresa do Brasil. Mas liquidaram com o monopólio, que resguardava, protegia e defendia a grande riqueza do mundo, que também era a nossa.

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PS –
 Não podendo dilacerar a Petrobras, partiram para a sua destruição velada, que não vem de velório, mas na verdade era exatamente isso.

PS 2 – FHC PROMULGOU então a calamitosa Lei 9.478, que revogou a histórica 2.004 de 1953. (Ano da fundação da Petrobras, depois de um dos maiores movimentos cívicos da História brasileira.)

PS 3 – Essa 9.478 ficará (até ser revogada) como o grande golpe no nosso enriquecimento. E no currículo de FHC como a maior TRAIÇÃO do seu retrocesso de 80 anos em 8. O assunto é vastíssimo, claro, continuaremos. Mas é preciso deixar passar o “odor” da podridão. Afinal, a Petrobras fica a apenas 100 metros desta impávida Tribuna da Imprensa. (H.F.)


A descentralização e expansão do Rio ao longo das últimas décadas

Publicado em 4 de março de 2024 por Tribuna da Internet

Ipanema RJ: o que fazer, onde ir e principais pontos turísticos | Westwing

As casas da bucólica Ipanema deram lugar aos edifícios

Pedro do Coutto

Excelente a reportagem de Ricardo Ferreira, O Globo deste domingo, baseado em imagens do colecionador Rafael Cosme , mostrando as diferenças da cidade do Rio de Janeiro ao longo dos últimos 80 anos, destacando inclusive aspectos de Ipanema em períodos anteriores à existência do Maracanã, do Aterro do Flamengo, do Elevado Paulo de Frontin e da Ponte Rio-Niterói.

Ipanema era um bairro cheio de casas que foram sendo substituídas por edifícios. O mesmo processo ocorreu no Leblon. A revolução urbana na Zona Sul e no Centro começou com as obras do desmonte do Morro do Castelo e do Morro de Santo Antônio.

ATERRO DO FLAMENGO – As terras deste último, em frente ao Largo da Carioca, foram utilizadas para a construção do Aterro do Flamengo. Mas, além da comparação poética de Ipanema, Copacabana foi o marco da descentralização do comércio e de serviços, antes concentrado no Centro do Rio.

Vários serviços obrigavam a população a se deslocar de suas áreas de moradia para o Centro da cidade em busca de serviços diversos. Com Copacabana, o comércio passou a se localizar fora do eixo principal e a partir daí o crescimento de uma série de outros bairros passou a ser um impulso irreversível.

É interessante a comparação que se pode fazer a partir de imagens que, se de um lado deixam saudades, de outro apontam também o crescimento de problemas urbanos decorrentes da expansão da própria cidade.

CRESCIMENTO – Em 1950, por exemplo, a população do Rio era de 2,3 milhões de habitantes. Hoje é três vezes maior. As áreas ocupadas por favelas cresceram aceleradamente. No processo de descentralização, a partir da localização comercial dos bairros, além de Copacabana, devemos incluir a Tijuca e o Méier, na Zona Norte.  A população compreendeu que não era apenas o Centro da cidade o seu grande pólo de produção.

Hoje, temos aí uma realidade que impressiona, sobretudo pelos desafios decorrentes da própria expansão quanto da descentralização. Os transportes passaram a se constituir numa etapa a ser vencida, o saneamento também. As paisagens foram mudando. Durante muito tempo, na Baía de Guanabara não constava a imagem da Ponte Rio-Niterói. Hoje, estão lá 13 quilômetros proveniente de uma obra extraordinária.

A beleza de Ipanema acentuou-se por grandes artistas como Tom Jobim e Vinícius de Moraes, além de muitos outros que acrescentam os seus nomes e as passagens de suas artes ao longo do tempo e do espaço. Uma beleza comparar-se à situação urbana de hoje com a que a antecedeu. O fenômeno e as mudanças não são só do Rio de Janeiro. Mas aqui tem-se uma expressão marcante até pela beleza natural. O progresso é assim, mas além das coleções eternizadas nas películas, estão também os problemas que todos têm pela frente.  Assim, caminha o Rio de Janeiro.


. A política como arte e ciência:

 

                                            Foto Divulgação

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Concordo que a política, como arte da organização e administração pública, exige habilidades e conhecimentos específicos. No entanto, considero importante ressaltar que, além da ciência e da técnica, a política também é uma atividade humana, permeada por valores, crenças e emoções. Essa dimensão humana torna a política complexa e multifacetada, desafiando definições simplistas e reducionistas.

2. A participação popular e o debate público:

É lamentável que a participação política se concentre principalmente em períodos eleitorais, muitas vezes marcada por torcidas e paixões exacerbadas. Essa superficialidade impede o debate aprofundado de propostas e projetos, focando em personas e ideologias, em detrimento da análise crítica das políticas públicas e seus impactos na sociedade.

Para superar essa dicotomia, é fundamental incentivar a participação popular além do período eleitoral, através de mecanismos que promovam o diálogo, a deliberação e a construção de consensos. Isso exige o engajamento de todos os setores da sociedade, incluindo os movimentos sociais, as organizações civis e os próprios cidadãos, em um processo contínuo de debate e reivindicação.

3. O papel da educação e da cultura política:

A formação de uma cidadania crítica e atuante depende de uma educação política que transcenda a mera instrução formal. É necessário estimular o desenvolvimento de senso crítico, capacidade de análise e argumentação, e conhecimento dos princípios básicos da democracia e da organização social.

A cultura política também deve ser promovida através de ações que incentivem a participação social, o debate público e a cobrança por políticas públicas eficazes. Isso pode ser feito através de diversas iniciativas, como:

  • Ampliar o acesso à informação e à educação política:
    • Democratizar o acesso à informação de qualidade sobre o funcionamento do Estado, as políticas públicas e os principais debates políticos.
    • Implementar programas de educação política em escolas, universidades e espaços comunitários, com foco na formação de cidadãos críticos e atuantes.
  • Fortalecer os mecanismos de participação social:
    • Ampliar e fortalecer os canais de participação popular nas decisões públicas, como conselhos tutelares, orçamentos participativos e plebiscitos.
    • Incentivar a criação de mecanismos de controle social das políticas públicas, como observatórios sociais e fóruns de debate.
  • Promover a cultura do diálogo e da tolerância:
    • Combater a polarização política e o discurso de ódio, incentivando o diálogo respeitoso e a busca de soluções consensuais para os problemas da sociedade.
    • Valorizar a diversidade de ideias e opiniões, promovendo a tolerância e o respeito mútuo.

4. A responsabilidade individual e a mudança social:

A mudança no cenário político não depende apenas de ações do governo ou de grandes líderes. Cada indivíduo tem o poder e a responsabilidade de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e democrática.

Algumas ações que podem ser tomadas no âmbito individual:

  • Informar-se sobre os principais temas políticos:
    • Acompanhar as notícias e debates políticos de forma crítica e independente, buscando fontes confiáveis e diversas.
    • Buscar informações sobre as propostas e ações dos políticos e partidos, avaliando seus posicionamentos e históricos.

  • Cobrar dos políticos e representantes:
    • Exigir o cumprimento de promessas e o compromisso com o bem-estar da população.
    • Monitorar o trabalho dos políticos e representantes, cobrando transparência e accountability.
  • Exercer o voto de forma consciente:
    • Votar em candidatos com base em suas propostas e qualificações, não apenas em ideologias ou personalismos.
    • Analisar os históricos dos candidatos e partidos, buscando coerência entre seus discursos e ações.

5. A busca por soluções e alternativas:

É importante reconhecer que os problemas da política jeremoabense são complexos e multifacetados, não havendo soluções mágicas ou receitas prontas. A construção de uma política mais justa e eficaz exige um esforço contínuo de reflexão, debate e ação por parte de toda a sociedade.

Nesse sentido, é fundamental buscar soluções e alternativas que considerem as diferentes perspectivas e interesses presentes

domingo, março 03, 2024

Como política faz milagres, será Antonio Manuel o Vice?


 

Entretanto, a visão de que um eventual reagrupamento dos dissidentes seria um "suicídio" para o prefeito Deri do Paloma parece plausível.

 


A situação em Jeremoabo é complexa e marcada por irregularidades eleitorais, especulações sobre uniões políticas e a negligência das necessidades básicas da população. O futuro da cidade dependerá das decisões dos próximos meses e da capacidade do povo de se mobilizar por seus direitos.

Porém o que não para são os comentários em esquinas e mesas de bar, onde comentarei parte de uma  mensagem recebida agora à noite: 

"Não sei até onde procede este comentário, mas segundo os analistas políticos das esquinas da vida, parece que aos primeiros sinais de que o castelo de areia já começou a ruir, fala-se em um possível reagrupamento entre ofendidos e dissidentes; embora pareça improvável é altamente possível, quando percebido que o poder está acima de qualquer princípio ético e moral, mas nada a estranhar, esquece-se a política e na condição de náufragos, apegam-se ao primeiro fio de cabelo como se fosse a tábua da salvação, isto é fato. Acaso essa premissa se torne verdadeira, pergunto: com que cara os dissidentes retornarão à toca do leão e suas hienas? Só o tempo será capaz de dizer."(sic).

O cenário político em Jeremoabo está bastante agitado com a pre-candidatura do sobrinho do prefeito Deri do Paloma. A descrição dos eventos que estão ocorrendo, como o desrespeito à legislação eleitoral, aglomerações para propaganda eleitoral da eleição passada, festas e passeatas, sugere uma atmosfera intensa e controversa.

Os comentários dos "analistas políticos" nas esquinas e mesas de bar indicam uma possível reação por parte dos ofendidos e dissidentes, apesar de ser considerada improvável por alguns. No entanto, há uma reflexão interessante sobre como o poder político muitas vezes se sobrepõe a princípios éticos e morais, levando os dissidentes a se agarrarem a qualquer oportunidade para voltar ao jogo político, mesmo que isso signifique retornar à esfera de influência do prefeito Deri do Paloma.

Entretanto, a visão de que um eventual reagrupamento dos dissidentes seria um "suicídio" para o prefeito Deri do Paloma parece plausível. Sua aposta em indicar o sobrinho como pré-candidato pode indicar uma estratégia de "tudo ou nada", onde ele está disposto a arriscar tudo para manter seu poder político e influência.

Além disso, a observação sobre o foco do prefeito apenas no poder e dinheiro, ignorando as necessidades básicas da população como saúde, emprego e infraestrutura, é um ponto crítico. Isso levanta questões sobre a verdadeira motivação por trás das ações políticas e se o bem-estar da comunidade está sendo priorizado.

No entanto, é importante lembrar que essa análise é baseada em observações e comentários locais, e a dinâmica política pode ser complexa e fluida. O desfecho dessa situação dependerá de uma série de fatores, incluindo a reação da população e dos atores políticos envolvidos.

O uso de um "paredão" para provocar aglomerações e perturbar o sossego público não apenas representa uma infração ética, social e legal, mas também pode acarretar em sanções previstas pela legislação eleitoral, incluindo multas e até mesmo a inelegibilidade do candidato, dependendo da gravidade da conduta



Colocar PAREDÃO na  rua em lançamento de pre-candidatura não condiz com a postura esperada de um pré-candidato a prefeito. Colocar um "paredão" na rua para provocar aglomeração, perturbar o sossego e realizar festas não apenas desrespeita as normas de convivência e segurança pública, mas também mostra falta de responsabilidade e consideração com a comunidade.

Um pré-candidato a prefeito deve ser um exemplo de liderança e compromisso com o bem-estar da população, promovendo ações que contribuam para a harmonia e o desenvolvimento da cidade. Esse tipo de comportamento irresponsável e inadequado pode prejudicar a reputação do candidato e afetar sua credibilidade perante os eleitores.

É fundamental que os pré-candidatos e candidatos a cargos públicos ajam de forma ética e respeitosa, demonstrando comprometimento com os valores democráticos e o interesse coletivo. Qualquer ato que viole as leis ou comprometa a segurança e a ordem pública deve ser rejeitado e repudiado pela sociedade.

Além de ser uma conduta socialmente inadequada, o uso de um "paredão" para provocar aglomerações e realizar festas nas ruas também é proibido pela legislação eleitoral. A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97) estabelece uma série de normas e restrições durante o período eleitoral, visando garantir a igualdade de oportunidades entre os candidatos, a lisura do processo eleitoral e o respeito aos direitos dos cidadãos.

Entre as proibições previstas na legislação eleitoral estão a utilização de equipamentos sonoros em veículos ou em locais fixos para divulgação de propaganda eleitoral, a realização de comícios ou eventos similares que perturbem o sossego público, bem como a promoção de eventos que possam gerar aglomerações em desrespeito às normas sanitárias ou de segurança.

Portanto, o uso de um "paredão" para provocar aglomerações e perturbar o sossego público não apenas representa uma infração ética, social e legal, mas também pode acarretar em sanções previstas pela legislação eleitoral, incluindo multas e até mesmo a inelegibilidade do candidato, dependendo da gravidade da conduta. É fundamental que os candidatos e pré-candidatos estejam cientes das normas eleitorais e ajam de acordo com os princípios democráticos e as leis vigentes.

Ascensão do 11 e a maldição dos Capuchinhos.

"Nem a melhor faculdade do mundo é capaz de ensinar a expertise do tempo e seus ensinamentos no dia a dia de cada um de nós, pois são aprendizados que somente o Professor Tempo é capaz de nos ensinar, e para que entendamos esta realidade, basta termos a consciência de que inteligência é o somatório de todos os nossos conhecimentos adquiridos ao longo do tempo. Infelizmente, essa percepção é seletiva, isto é, não é absorvida pelos ignorantes arrogantes, bem como, por aqueles que vêem no "poder eletivo" um bem de herança que pode ser transmitido aos seus familiares repetidas vezes, triste engano, já que o poder eletivo é uma concessão temporária que pode mudar de mãos a cada 4 anos e não se estendendo além de 8 anos. Este é um conceito matemático que os idiotas ignoram, tendo como origem o círculo vicioso em que vivem, sempre ouvindo as mesmas pessoas e acreditando estar ouvindo a voz do povo, fato que é agravado pela incapacidade do seu Chefe em coordenar a gestão da qual é responsável, distanciando-se totalmente dos bons conceitos de Gestão e Liderança em um ambiente complexo como é o "ente público", que por menor que seja, pode ser comparado a uma grande empresa. O caos que ora está implantado no grupo do 11 em Jeremoabo, apenas reflete inaptidão do comandante para gerir os problemas internos do grupo, fato que se estrutura no descaso promovido com a própria administração, já que o grupo se esfacela por ambição ao PODER, mas a total prejuízo de quem busca seus direitos, enquanto cidadão desta terra. Cometemos o grave erro de vê-lo eleito por 2 vezes, mas não mais passaremos por esse mesmo engodo, seja pelo próprio ou por seus dissidentes, conscientes de que JEREMOABO precisa ser resiliente para se reerguer das cinzas que sobrarem. "

Nota da redação deste Blog -  Para reforçar o entendimento do leitor, reproduzirei a mensagem acima, modificando alguns termos, porém o conteúdo continuará o mesmo.

A trajetória de cada um de nós é marcada por uma jornada única, moldada pelas experiências e aprendizados que o tempo nos oferece. Nenhuma instituição educacional, por mais renomada que seja, pode igualar-se à sabedoria adquirida ao longo dos anos, pois essa é uma maestria que somente o Professor Tempo pode nos conceder. A verdadeira inteligência é o resultado da soma de todos os conhecimentos acumulados ao longo da vida.

Infelizmente, essa percepção é muitas vezes negligenciada, especialmente por indivíduos arrogantes e ignorantes. Há aqueles que encaram o "poder eletivo" como uma herança a ser transmitida repetidamente aos seus familiares, mas estão enganados. O poder político é uma concessão temporária, sujeita a mudanças a cada ciclo eleitoral, não se estendendo além de um número limitado de mandatos.

Essa falta de compreensão é alimentada pelo círculo vicioso em que vivem, onde as mesmas vozes são ouvidas repetidamente, acreditando-se estar refletindo a vontade do povo. No entanto, a realidade é que essa falta de visão é agravada pela incapacidade dos líderes em coordenar uma gestão eficaz. Em um contexto tão complexo como o "ente público", que pode ser comparado a uma grande empresa, essa inaptidão para a liderança e gestão resulta em caos e desordem.

O atual cenário caótico no grupo do 11 em Jeremoabo é apenas um reflexo da incapacidade do líder em gerenciar os problemas internos. O descaso com a administração própria do grupo apenas contribui para sua desintegração, prejudicando aqueles que buscam seus direitos como cidadãos.

Desempenho da economia favorece governo Lula e terá reflexos nas eleições municipais

Publicado em 3 de março de 2024 por Tribuna da Internet

Crescimento representa movimento da economia de R$ 10,9 trilhões

Pedro do Coutto

O desempenho da economia brasileira em 2023 provavelmente surtirá reflexos favoráveis ao governo nas eleições municipais deste ano. Por mais que as disputas nos municípios se caracterizam pelo seu componente comunitário, na realidade não há como deixar de ligar um resultado a outro.

O Produto Interno Bruto teve um crescimento de 2,9%, fazendo com que o Brasil voltasse ao grupo das dez maiores economias globais, de acordo com o levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating. Considerando o PIB em valores ainda preliminares, a economia brasileira somou US$ 2,1 trilhões. É a nona maior do planeta.

REFLEXOS – São aspectos que refletem no universo político de modo geral. Até porque o resultado dá margem a uma maior firmeza ao governo Lula da Silva, apesar de os investimentos no segundo semestre do ano passado terem sido menores do que os previstos. O desafio que o governo tem pela frente é traduzir em benefícios sociais o crescimento da economia.

Ela tem que influir na distribuição de renda, pois a renda per capita pode ser elevada, mas a distribuição de renda não apresenta o mesmo avanço. Nesse caso, se observa uma concentração de renda cada vez maior, um desafio para gerações. Seja como for, devemos comemorar o crescimento do PIB, pois seria pior se o mesmo não se expandisse.

ARGUMENTO – Além disso, o panorama com o depoimento do general Freire Gomes tornou-se um argumento importante para o governo, uma vez que deixou caracterizada a investida golpista pelo bolsonarismo, como os fatos demonstram. Inclusive através da invasão da Praça dos Três Poderes e as depredações ocorridas em Brasília. Assim o governo passou a acumular pontos positivos logo no primeiro ano de seu mandato.

A Folha de S. Paulo e o Estado de S. Paulo também publicaram com destaque o resultado positivo do PIB brasileiro, que não deixa de ser um aspecto benéfico nas eleições municipais neste ano, sobretudo a começar pela disputa em São Paulo, centro nervoso do país, e no qual vai se travar uma batalha dura entre a corrente bolsonaristas e a lulista. O quadro precisa ficar mais definido para fornecer uma visão mais completa. De qualquer forma, os números do PIB acrescentam pontos ao governo.

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