domingo, abril 04, 2021

Deputado pede que PGR e TCU apurem gastos de R$ 2,3 milhões por Bolsonaro durante suas férias


Bolsonaro promoveu aglomerações e gastou milhões em viagens

Mônica Bergamo
Folha

O deputado federal David Miranda (PSOL-RJ) encaminhou à Procuradoria-Geral da República (PGR) e ao Tribunal de Contas da União (TCU) ofícios solicitando investigação e auditoria, respectivamente, dos gastos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante suas férias.

Nesta semana, o governo federal informou que foram gastos R$ 2,3 milhões de recursos públicos nas viagens de férias de Bolsonaro às praias de São Francisco do Sul (SC) e Guarujá (SP) entre os dias 18 de dezembro de 2020 e 5 de janeiro deste ano, em meio ao agravamento da pandemia.

PEDIDO DE INFORMAÇÃO – Os valores foram enviados pelo general Augusto Heleno, ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência), e pelo ministro Onyx Lorenzoni, da Secretaria Geral da Presidência, em resposta ao pedido de informação formulado pelo deputado federal Elias Vaz (PSB-GO).

“Os gastos de recursos públicos acima, num olhar rápido, são meros exemplos da violação de diversos princípios constitucionais, tais como o princípio da economicidade e o da moralidade administrativa”, afirma o parlamentar do PSOL.

Miranda, que qualifica as férias do presidente como “extravagantes”, ainda cita o descompasso entre os gastos do governo federal em relação às desigualdades sociais acentuadas com a crise da Covid-19 e o aumento do desemprego no país.De acordo com o GSI, foram gastos US$ 185 mil, cerca de R$ 1 milhão, com transporte aéreo em aeronaves da FAB para eventos privados do presidente neste período.

PASSAGENS E DIÁRIAS – Além disso, foram calculadas despesas de R$ 202 mil com passagens aéreas e diárias de integrantes da secretaria de segurança e coordenação presidencial. Já a Secretaria-Geral da Presidência informou que foram gastos R$ 1,1 milhão em cartão corporativo de despesas decorrentes das viagens.

O valor inclui a hospedagem das equipes de apoio e segurança das comitivas oficiais, a alimentação dos agentes de segurança aérea que não recebem diárias, despesas aeroportuárias e combustível. Bolsonaro esteve em São Francisco do Sul entre os dias 19 e 23 e se hospedou no Forte Marechal Luz. Durante a estadia, ele pescou na baía da Babitonga, andou de jet ski, participou de evento com apoiadores e provocou aglomeração entre banhistas.

MULTIDÃO – O mesmo aconteceu na viagem à praia do litoral sul de São Paulo, onde ficou dos dias 28 de dezembro a 4 de janeiro deste ano, em uma base militar.O presidente usou o descanso para passear de barco em Praia Grande, cidade vizinha a Guarujá. Em dos dias, ele nadou em direção à praia e, ainda dentro d’água, foi cercado por uma multidão sem máscara aos gritos de “mito”.

A viagem ocorreu no momento em que a pandemia do coronavírus se agravava no país. No dia 31 de dezembro, o Brasil registrou 1.036 óbitos pela Covid-19 e 55.811 casos da doença em 24 horas.

Enquanto isso, a Lista do Fura Fila continua hibernado na Câmara de Vereadores, sem que o distinto público jeremoabense possa tomar conhecimento...

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Até tu Brutus!!!

 

Eleições de 2022: ‘Sérgio Moro não pode ser descartado ainda’, avalia cientista político


Moro continua sendo uma peça, mas está em uma encruzilhada

Sarah Teófilo
Correio Braziliense

Mais um episódio, na última semana, colocou o ex-juiz Sergio Moro no centro do debate sobre o futuro político do personagem central da Lava-Jato, a maior operação no âmbito do combate à corrupção no Brasil. A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a parcialidade do ex-magistrado na condenação do ex-presidente Lula no caso do triplex em Guarujá (SP).

A decisão desgastou ainda mais a imagem construída por Moro durante a força-tarefa. Analistas apontam que, no xadrez político para 2022, ele continua sendo uma peça, mas está em uma encruzilhada.

OPÇÕES – Isso porque, de um lado, tem a opção de pular de cabeça na política e buscar defender seu legado. De outro, pode continuar atuando na iniciativa privada e se manifestar em notas, como tem feito, sempre que alguma decisão atinge a imagem de luta anticorrupção — postura esta que se deteriorou, em especial nos últimos dois anos, seja por decisões judiciais, seja por escolhas pessoais. A primeira delas foi a própria saída da magistratura para atuar em um governo opositor àquele que Moro ajudou a condenar.

Depois, pediu exoneração do cargo de ministro da Justiça, acusando o presidente Jair Bolsonaro de interferência política na Polícia Federal, o que o fez ganhar inimigos e críticos no bolsonarismo. Por fim, foi contratado como diretor de investigações de uma empresa de consultoria americana que representa a Odebrecht, um dos alvos da Lava-Jato.

Assim, Moro, outrora defendido por vários personagens na política que queriam vender a imagem de anticorrupção, hoje tem uma rede de apoio reduzida, como explica o cientista político Marco Antônio Carvalho Teixeira, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo.

ACENO – O ex-juiz não é aceito por partidos de esquerda, de centro nem em muitos de direita. “Acho que só o Podemos continua sendo um partido que sinaliza para o Moro, mas não sei se com a mesma convicção. Ele continua popular, isso é inegável, aparece bem em todas as pesquisas, mas não tão bem quanto antes”, afirma.

Segundo o professor, se a imagem de Moro já estava esgotada no âmbito político, a nova decisão do Supremo ajudou a drená-la mais, mas, desta vez, no âmbito do prestígio na sociedade. Tudo isso mostra que o ex-juiz teria dificuldade de se movimentar, caso decidisse lançar candidatura para presidente ou vice-presidente em 2022. “Antes de ele ir para o governo, era recebido em qualquer lugar. Hoje, experimenta um processo de isolamento”, diz Teixeira.

HABILIDADE POLÍTICA – O analista Melillo Dinis, do portal Inteligência Política, vê o ex-ministro numa encruzilhada, mas afirma que o melhor seria ele continuar fora da política. “A maior contribuição ao legado dele é ficar quieto. Só vai piorar a situação”, opina, dizendo que Moro não tem habilidade na política, tampouco no Executivo.

Ricardo Ismael, cientista político da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), não acredita que sair candidato seja uma boa estratégia para Moro defender o seu legado, visto que, conforme ressalta, o embate, agora, é jurídico.

O especialista ressalta que o ex-juiz está desgastado e sofre ataques de várias frentes políticas distintas, o que dificulta a aceitação dele em alguma chapa, ainda que como vice-presidente. “Moro não pode ser descartado ainda, mas as condições políticas para ele, hoje, são muito difíceis para viabilizar uma candidatura”, avalia.

APOIO –  De acordo com ele, caso a decisão da Segunda Turma seja mantida no plenário da Corte, deve ser o fim político de Moro; se não for confirmada, ele terá de buscar apoios e analisar os prós e contras de uma candidatura. Essa questão poderá ser revisitada pelo plenário no próximo mês, quando os magistrados vão avaliar a decisão do ministro Edson Fachin de anular as determinações da 13ª Vara Federal de Curitiba contra Lula. Isso porque, na ocasião, Fachin pediu o arquivamento da suspeição de Moro — dois dias antes do entendimento da Segunda Turma.

Na opinião de Ismael, no caso de não confirmação, Moro estará em uma encruzilhada: decidir sobre entrar ou não na política no próximo pleito. “Não dá para imaginar um candidato sob suspeição. Mesmo sem suspeição, já existe um desgaste de sua imagem. Isso terá de ser avaliado e pesado por ele lá na frente”, diz. O cientista político não vê o Legislativo como uma boa opção ao ex-juiz. “Ele teve muita visibilidade na Lava-Jato, mas, como deputado, será apenas um entre 513”, explica.

Terceira via pode vencer Lula e Bolsonaro, mas está longe, muito longe, de se tornar viável

Publicado em 4 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Dos seis, cinco precisam desistir para o centro sair vitorioso

Carlos Newton

Não costumo fazer análises políticas com base em pesquisas de opinião, por se tratar apenas de amostragens, cuja precisão sempre é questionável. Porém, me interessei por um recente levantamento do Instituto Ideia, encomendado pela revista Exame, porque dá destaque a um quesito sempre decisivo – a rejeição.

A pesquisa indica que Jair Bolsonaro (sem partido) e Lula da Silva (PT) são os candidatos com mais chances de irem para um segundo turno na eleição de 2022. Até aí morreu o Neves, como se dizia antigamente, pois a polarização é mais do que óbvia. O problema é que Bolsonaro e Lula (não necessariamente nessa ordem) lideram também em rejeição, por que são do tipo “ame-o ou deixe-o”.

NENHUM DOS DOIS – Os entrevistadores perguntaram se Bolsonaro merece ser reeleito e 48% consideraram que o atual presidente não faz jus a um segundo mandato. Quanto a Lula, os dois estão num empate técnico, porque 46% também não querem a volta do candidato petista.

A alta rejeição é confirmada em outro quesito. Para 38% dos eleitores, nem o petista nem o atual presidente devem subir novamente a rampa do Palácio do Planalto. E somente 33% optariam por um dos dois na disputa.

O levantamento foi feito entre os dias 10 e 11 de março, com margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Assim, é possível acreditar que a rejeição a Bolsonaro tenha aumentando depois da lambança no caso da defesa do ministro da Defesa e dos comandantes das três Armas.

HÁ CONSENSO – Nesse ponto, aliás, todas as pesquisam concordam – Bolsonaro e Lula lideram no favoritismo e na rejeição. Essa circunstância, diria o genial pensador espanhol Ortega Y Gasset, ilumina a viabilidade de uma terceira via, que começou a se esboçar no manifest0 assinado por seis pré-candidatos de centro, centro-direita e centro-esquerda – João Dória e Eduardo Leite (PSDB), João Amoêdo (Novo), Luiz Henrique Mandetta (DEM), Ciro Gomes (PDT) e Luciano Huck (sem partido).

Outra circunstância é a provável candidatura de Guilherme Boulos pelo PSOL, Se for confirmada, subtrairá muitos votos de Lula e também de Bolsonaro, que ainda tem forte apoio das classes mais carentes, devido ao auxílio emergencial.  

MANO A MANO – Se o Supremo confirmar a elegibilidade de Lula, anulando a condenação no sítio de Atibaia, vai ser uma eleição realmente espetacular. Se não houver união de centro, centro-direita e centro-esquerda, sem a menor dúvida Lula e Bolsonaro passarão ao segundo turno, para decidir no mano a mano.

Respeito a opinião nos outros, mas faço um desabafo. Será um sacrifício imenso aturar novamente no poder os extremistas Bolsonaro e Lula, que são faces de uma mesma moeda, velha e desgastada, que insiste em continuar em circulação, embora valha tanta quanto um nota de três dólares.

A terceira via é viável, mas ainda está longe, muito longe, de mostrar ser possível. E la nave va, cada vez mais fellinianamente.  

Contradições do presidente Bolsonaro e suas ações contra a vacinação derrubam o país


Charge do Iotti (Arquivo do Google)

Pedro do Coutto

Em artigo publicado ontem no O Globo, a divulgadora científica Natália Pasternak afirmou que a omissão do presidente Jair Bolsonaro e suas ações contra a vacinação na realidade estão derrubando o país a partir de suas palavras de que a Covid-19 era apenas uma gripezinha, algo assim sem maior importância e risco.

A realidade revelou à população que o presidente da República se tornou um adversário da vacinação e também de outras medidas indispensáveis para conter a contaminação. A contaminação, digo eu, está atingindo uma velocidade de mais de 80 mil pessoas por dia. As mortes estão na ordem de 3 mil pessoas em 24 horas.

DESCONTROLE – O ministro Marcelo Queiroga não está conseguindo pisar no freio para conter o ciclo da infecção, deve entregar o ministério, inclusive porque não demonstra aptidão para um combate desta ordem. 

Natália Pasternak compara a inação do governo à noite do último baile da monarquia na Ilha Fiscal. Era o fim do império.Sobre isso – acrescento – o historiador Hélio Silva tem um belo título: “1889: a República não esperou o amanhecer”.  Natália Pasternak disse ainda que enquanto as mortes ocorrem, o presidente Jair Bolsonaro passeia de jet-ski, trata a pandemia com descaso e conclui que os que tinham medo eram maricas brasileiros.

GOLPE – Na Folha de São Paulo de ontem, Demétrio Magnoli publica artigo sustentando que mesmo com a substituição do ministro da Defesa e dos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, o presidente Jair Bolsonaro perdeu qualquer perspectiva de desfechar um golpe contra a democracia como vinha ensaiando, principalmente a partir do momento em que participou da manifestação em frente ao Comando Militar da Esplanada dos Ministérios, na verdade incentivando os ataques ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso.  

Com isso, deixou claro que pretendia livrar-se de ambos, o que se tornou impossível, principalmente agora. Isso porque os novos comandantes não possuem a menor condição de romper com as correntes representadas e represadas por seus antecessores.  

A minha opinião decorre de uma análise sobre o conteúdo do artigo de Demétrio Magnoli. Disse ele: “O vírus da anarquia militar está neutralizado pelos pronunciamentos dos generais Azevedo e Silva e Edson Pujol, principalmente porque a questão institucional inclui a disciplina e o respeito à democracia”.  O governo, acrescento, ficou extremamente desestabilizado com o perigoso caminho que planejou para o Brasil, absolutamente rejeitado pelos brasileiros e brasileiras.

VETOS ABSURDOS –  O presidente Bolsonaro, reportagem de Gabriel Shinohara, O Globo, vetou dispositivos da nova Lei de Licitações. Um dos trechos vetados estabelecia a obrigatoriedade do poder público divulgar os editais de licitações na imprensa oficial e em jornais de grande circulação. Bolsonaro, para mim, traduziu demandas de empresas e administradores públicos interessados em que o assunto mergulhe nas sombras.

Existe inclusive uma questão. Coloco para conhecimento pleno dos leitores. As manobras das quais saem as comissões de empresários pagando administradores, não se encontram nos termos originais das concorrências. Se for por aí, ninguém descobre não. Querendo descobrir é só fiscalizar os famosos termos aditivos que incidem sobre os preços das obras. Esses termos aditivos valem muitos bilhões de reais.  

LEILÕES – Amanda Pupo e Adriana Fernandes, o Estado de São Paulo, em reportagem publicada com grande destaque, revela que entre os dias 7 e 9 deste mês o governo vai colocar em prática leilões de aeroportos, de portos e ferrovias, com a expectativa de arrecadar R$ 10 bilhões.  

O país está com a sua imagem arranhada pela condução da política na atual fase da vida brasileira. Parece que a questão não é de imagem, mas sim de projetos e obras que possam melhorar as condições da infraestrutura nacional. Vinte e dois aeroportos operados pela Infraero, cinco terminais portuários e o primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, na Bahia. 


NEPOTISMO TAMBÉM É CORRUPÇÃO!!!

Por Marcelo do Sindicato

NEPOTIMOS É UMA PRÁTICA ILEGAL E CRIMINOSA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA E INDERETA DA UNIÃO, ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E DOS MUNICÍPIOS.
CONFIGURA-SE NEPOTISMO A GROSSO MODO, QUANDO UM AGENTE POLITICO OU ADMIMINISTRATIVO ENTREGA DE MÃO BEIJADA UM OU MAIS CARGOS PÚBLICOS A SEUS FAMILIARES, PELA SIMPLES RAZÃO DE SEREM PARENTES, COM O USO DO PODER OU O TRÁFICO DE INFLUÊNCIA.
PELO FATO DA JUSTIÇA BRASILEIRA PROIBIR O NEPOTISMO NOS ÓRGÃOS PÚBLICO, PODES-SE DIZER QUE A SUA PRATICA É UMA FORMA DE CORRUPÇÃO E, DIZ MUITO SOBRE O CARATER DE QUEM O PROMOVE, ASSIM COMO DO PRÓPRIO BENEFICIÁRIO. NOSSO DIREITO POSITOVO PROFLIGA ESSE MODUS OPERANDI, QUE UTRAJA O ORDENAMENTO JURÍDICO E CONSCIÊNCIA JURIDICA SENDO POR ISSO MUNDIALMENTE REPUDIADO.
SEM QUERER EXGERAR, AQUI QUERO COMPARAR O PREFEITO DE JEREOABO/BA (DERI DO PALOMA) AO IMPERADOR (NAPOLIÃO BONAPARTR) IMPERADOR DA FRANÇA ENTRE OS ANOS DE : 1804 E 1814.
NAPOLIÃO BONAPARTE FOI O PRIMEIRO NEPOTISTA DO MUNDO : EM 1809, TRÊS DE SEUS IRMÃOS TORNARAM-SE REIS DE PAÍSES OCUPADOS POR SEU EXÉRCITO, CONDUTA ADMINISTRATIVA EQUIPARADA AO GOVERNO DO PREFEITO (DERI DO PALOMA) QUE, ESCANDALOSAMENTE NOMEOU TODO O PESSOAL DE SUA CASA PARA ACUPAR AS MAIS IMPORTAMTES SECRETARIAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL, EM TOTAL DESCOMPRIMENTE AO QUE DERTEMINA A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988, MAIS PRECISAMENTE EM SEU ARTG. 37 QUE DIZ : - "a administração pública direta e indireta de qualquer um dos poderes da União, dos Estados, Distrito Federal e Municípios obedecerá aos princípios da legalidade impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência".
O IMPERADOR DE JEREMOABO NÃO TEM OBEDECIDO NENHUM DESSES PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS E MUITO MENOS A SUMÚLA 13 DO STF ( Supremo Tribunal Federal) E AO ARREPIO DE LEI, TEM PRATICADO O MAIOR ESCÂNDALO
DE NEPOTISMO DA HISTÓRIA POLÍTICA DE JEREMOABO/BA E, O PIOR SEM NENHUM RECEIO DE POSSÍVEIS PUNIÇÕES JURIDICAS E MUITO MENOS DA POBRE SOCIEDADE QUE, ESTÁ ASSISTINDO DE PÉ ESSE DESMONTE ADMINISTRATIVO ORA VIVIDO NO MUNDO MODERNO DE HOJE.
OU ESSE REIZINHO INCOMUM É BARRADO OU ENTÃO NÃO SOBRARÁ PEDRA SOBRE PEDRA DE NADA.

Nota da redação desse Blog - Ontem um leitor anônimo chamou o " Odorico Paraguaçu" de Jeremoabo de" DERI O IMPERADOR DO SERTÃO NORDESTINO", hoje o cidadão Marcelo do Sindicato de forma explícita compara suas aberrações a NAPOLIÃO BONAPARTE, já nós acreditamos que o mesmo deve estar sofrendo de alguma patologia psicológica, talvez por necessidade de valorização ou então, devido algum trauma contra os vereadores ou mesmo contra a Justiça.
Não acredito que uma pessoa normal proceda de tal maneira, constantemente infringindo a Lei, tentando demonstrar para a população que está acima da Lei e da Justiça, desmoralizando os vereadores, dando prejuízo ao Município.
Os vereadores de Jeremoabo se quiserem merecer o respeito e a credibilidade do povo, só tem um caminho, ou se desloca até Salvador e procura a Chefia do Ministério Público, o Escritório da CGU Estadual, o Representante do TCU em Salvador, o Corregedor do Tribunal de Justiça, ou estão fiquem em casa recebendo seu salário todo final de mês, sem precisar comparecer as sessões nem prestar satisfação ao eleitor.
Não tem cabimento todo dia os Jornais publicarem a Justiça colocando políticos improbos no seu devido lugar, e em Jeremoabo, ser improbo é status, é falso sinal de sabedoria e de poder.
Para que os senhores entendam como a impunidade em Jeremoabo impera, e como o dinheiro do povo está sendo saqueado em plena luz do dia, transcrevo alguns casos de denúncias de Nepotismo que até a presente data não passaram de multas e representações ao Ministério público, só isso e nada mais:

PROCESSO: 08579E20 1 ( DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS (PREFEITO) E LUIZ CARLOS BARTILOTTI LIMA (VICE-PREFEITO))ASSUNTO: IRREGULARIDADES NA PRÁTICA DE NEPOTISMO.EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA: 2019
PROCESSO: 12280E18 1 (DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS)ASSUNTO: SUPOSTA PRÁTICA DE NEPOTISMOEXERCÍCIO DE REFERÊNCIA: 2018
PROCESSO: 12683E18 1 (DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS - PREFEITO JOÃO BATISTA SANTOS ANDRADE - SECRETARIO INFRA ESTRUTURA)ASSUNTO: SUPOSTA PRÁTICA DE NEPOTISMOEXERCÍCIO DE REFERÊNCIA: 2018
PROCESSO: 13100E18 1 (DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS E LUIZ CARLOS BARTILOTTI LIMA)ASSUNTO: 1SUPOSTA PRÁTICA DE NEPOTISMOEXERCÍCIO DE REFERÊNCIA: 2018
PROCESSO: 20003E19 1 (DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS)ASSUNTO: DESCUMPRIMENTO DAS DETERMINAÇÕES CONTIDAS NO PROCESSO Nº 12683E18EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA: 2019


COncluindo:Ou os vereadores de Jeremoabo criam coragem e irão solicitar providências fora do município, ou então iremos conviver com um novo nero que será  rencrnado em jeremoabo.






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