segunda-feira, setembro 02, 2019

Proposta de Orçamento para 2020 pode causar apagão na máquina pública


Charge do Amorim (Arquivo Google)
Idiana Tomazelli e 
Adriana Fernandes
Estadão
Apenas sete ministérios e órgãos do governo escaparam de uma tesourada nos recursos na proposta de Orçamento para 2020. Até mesmo áreas consideradas essenciais, como saúde, educação e infraestrutura, tiveram cortes em relação à dotação original de 2019, antes dos sucessivos bloqueios feitos para compensar a frustração nas receitas federais. Em casos mais dramáticos, como no Ministério do Meio Ambiente – que está na berlinda por causa do aumento das queimadas na Amazônia –, a verba estimada para o ano que vem ficou abaixo até mesmo do orçamento contingenciado deste ano. A abrangência dos cortes para o Orçamento de 2020 é resultado da situação de estrangulamento das despesas discricionárias, que incluem os gastos com luz, água, telefone, materiais e outras despesas para o custeio da máquina.
BOLSAS DE PESQUISA – Elas também englobam os investimentos, que devem desabar 29,3% e voltar ao patamar que estavam em 2003 como proporção do Produto Interno Bruto (PIB). As despesas discricionárias foram previstas em R$ 89,1 bilhões no ano que vem, pouco acima dos R$ 84,6 bilhões que estão efetivamente liberados para gastos em 2019 e que são insuficientes para garantir o funcionamento da máquina. Apenas com essa verba e sem desbloqueios no Orçamento deste ano, órgãos correm o risco de parar a partir deste mês. Começará a faltar dinheiro para bolsas de pesquisa e para o pagamento de contas de luz, água e fornecedores. Até o funcionamento dos sistemas que processam as restituições do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) esteve ameaçado por falta de recursos.
Na situação atual, qualquer frustração de receita em 2020 que obrigue o governo a fazer novos bloqueios poderá impor um apagão ainda maior à administração pública. O teto de gastos, mecanismo que limita o avanço das despesas à inflação do ano anterior, foi ampliado em R$ 48,7 bilhões para o Poder Executivo em 2020. Mas só os gastos com Previdência aumentaram R$ 51,8 bilhões, já contabilizando a economia esperada com a aprovação da reforma. Com o rápido avanço de outras despesas obrigatórias, não restou alternativa ao governo se não cortar a verba discricionária dos ministérios. Os órgãos poupados estão entre os que têm os menores orçamentos da Esplanada. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, que neste ano tem alardeado a falta de dinheiro para o pagamento de bolsas de pesquisa, foi um dos poucos a conseguir ampliação em relação à proposta orçamentária de 2019, de 7%. Foram reservados R$ 3,784 bilhões para a pasta. Os mais atingidos pelas reduções são os ministérios do Turismo (-58,3%), Mulher, Família e Direitos Humanos (-41,5%), Minas e Energia (-30,4%) e Infraestrutura (-30,4%). O Ministério do Meio Ambiente, pressionado pelo aumento das queimadas na Amazônia, também teve um corte de 30,4% em relação ao Orçamento de 2019.
CRÍTICAS  – Às vésperas do envio do Orçamento, ministros encaminharam uma enxurrada de ofícios à equipe econômica reclamando da quantidade de recursos prevista e pedindo mais dinheiro. O maior contemplado foi o Ministério da Educação, que tinha um limite inicial de R$ 16 bilhões previsto para 2020, mas conseguiu ampliar sua dotação para R$ 21,2 bilhões. Mesmo assim, o ministro Abraham Weintraub terá um orçamento 9% menor que o destinado à pasta originalmente em 2019, antes dos bloqueios por falta de receitas. Para tentar desafogar alguns gastos em 2020, a equipe econômica trabalha em medidas que possam frear o avanço das despesas obrigatórias e abrir espaço para bancar o custeio da administração. Como antecipou o Estadão/Broadcast, o governo pretende acabar com a multa adicional de 10% sobre o FGTS em demissões sem justa causa. Esse recurso ingressa nos cofres públicos, mas é repassado à administração do fundo, o que consome espaço dentro do teto de gastos. No ano passado, R$ 5,4 bilhões foram pagos pelas empresas por conta da multa adicional.
Outra medida em estudo é o adiamento das progressões dos servidores civis nas carreiras do Executivo federal, que poderia poupar R$ 2 bilhões dos R$ 12 bilhões de aumento previsto nos gastos com pessoal. A despesa com a folha também vai subir porque a equipe econômica incluiu um gasto adicional de R$ 4,7 bilhões para bancar aumentos aos militares – única carreira contemplada com reajustes salariais no Orçamento de 2020. O Congresso, no entanto, ainda pode barrar a medida e, assim, abrir mais espaço para desafogar os ministérios.
MINHA CASA, MINHA VIDA – O governo ainda avalia a suspensão de novas contratações do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Na sexta-feira, 30, durante a apresentação do Orçamento, o secretário especial adjunto de Fazenda, Esteves Colnago, disse apenas que o governo honrará o compromisso com contratos em andamento, sem fazer menção a novas contratações. Outra frente de ação é o remanejamento de algumas despesas, como as relacionadas à qualificação, para que sejam bancadas com os recursos do Sistema S. Essa medida, também antecipada pelo Estadão/Broadcast, já foi confirmada na última sexta-feira.

Disputas acirradas pela vagas de candidatos do PSL a prefeito no RJ e em SP provoca rachas na legenda

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Hasselmann enfrenta resistência na executiva estadual de SP
Maiá Menezes e 
Guilherme Caetano
O Globo
A disputa pela vaga de candidato do PSL a prefeito nas duas maiores capitais do país — São Paulo e Rio de Janeiro —, nas eleições de 2020, já escancara rachas no partido de Jair Bolsonaro. No Rio de Janeiro, a legenda está dividida entre os que defendem a candidatura do deputado estadual Rodrigo Amorim e os que preferem o deputado federal Hélio Lopes — conhecido como Hélio Bolsonaro, chancelado pelo próprio presidente, de quem é amigo e confidente. Já em São Paulo, a principal postulante ao cargo é a deputada federal Joice Hasselmann, que enfrenta resistência na executiva estadual.
CRIVO – No último sábado, Bolsonaro afirmou, em almoço com jornalistas, que todos os candidatos do PSL terão que passar pelo seu crivo e defendeu lançar candidaturas próprias em, no máximo, dez capitais. O racha no PSL do Rio foi uma das primeiras crises do partido, com a demissão de Gustavo Bebbiano da Secretaria-Geral da Presidência. Braço direito de Bolsonaro, já era tido como candidato natural do partido no Rio. Mesmo sem o apoio, Bebianno diz a interlocutores que segue no páreo. O senador Flavio Bolsonaro, agora comandante do PSL no Rio, prefere a candidatura de Rodrigo Amorim, que também é ligado ao governador Wilson Witzel (PSC) e se aproximou do prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB). Witzel, no entanto, tem feito críticas ao presidente Jair Bolsonaro.
No último dia 17, Joice Hasselmann abriu a campanha dentro do PSL paulista ao transformar um evento de filiação à legenda em Barueri em uma espécie de ato de pré-lançamento de sua candidatura à prefeitura. O movimento irritou outros pretendentes ao cargo. A primeira manifestação de repúdio partiu do deputado estadual Gil Diniz — conhecido como “Carteiro Reaça”—, vice-presidente estadual do partido, que também tem planos de disputar a prefeitura da capital. “A executiva do PSL do estado de São Paulo informa que o partido não definiu nenhuma candidatura ao cargo de prefeito ou vereador de nenhum município e, no caso de escolha de prefeitos, promoverá assembleias para todos os municípios onde mais de um candidato do partido se apresentar para o pleito”, escreveu numa rede social.
CONTRA-ATAQUE – Na reação à nota, a deputada partiu para o ataque. “O carteiro não é muito bom na equação política. Se fosse, eu diria que ele está decidido a deixar a prefeitura para outro partido. Mas no final, acho que é só amadorismo mesmo. A maioria do partido não dará ouvidos a inexperiência e insensatez. O choro é livre”, afirmou Joice. Chefe de gabinete do deputado estadual Douglas Garcia e líder do Movimento Conservador, Edson Salomão é outro interessado na vaga de candidato do PSL em São Paulo que ataca Joice Hasselmann. “Ela está empurrando a candidatura goela abaixo do partido”, declarou.
Joice também enfrenta resistência de Carla Zambelli, sua colega na Câmara Federal, que na última semanaa criticou no Twitter por ter passado o fim de semana no Espírito Santo, onde também estava o governador João Doria (PSDB). Outro nome que chegou a ser cogitado para disputar a prefeitura de São Paulo pelo PSL foi o do apresentador José Luiz Datena, o preferido do deputado Eduardo Bolsonaro. No entanto, a possível ida do filho do presidente para a embaixada brasileira nos Estados Unidos dificultaria essa articulação. Na tentativa de se viabilizar como candidata, Joice tem contado com um aliado improvável, o senador Major Olímpio, com quem costumava trocar farpas até pouco meses. No entanto, Olímpio está articulando sua saída do PSL. Outro aliado de Joice foi expulso da legenda: o deputado federal Alexandre Frota, que rumou para o PSDB.
DISPUTAS – O cabo de guerra no PSL não se resume à capital. Na cidade de Santos, quem saiu na frente por uma indicação à prefeitura foi Júnior Bozzella. Mas ele já enfrenta a concorrência do juiz aposentado Ivan Sartori, que, mesmo filiado ao PSD, é casado com a presidente da executiva municipal do PSL, Cláudia Sartori. Em Campinas, a deputada estadual Valéria Bolsonaro, parente distante do presidente da República, deve enfrentar a resistência de Eduardo Bolsonaro, que tem demonstrado interesse em apoiar um candidato de outra legenda, o vereador Tenente Santini (PSD). O PSL do Rio Grande do Sul também deve acompanhar uma batalha entre os deputados federais Bibo Nunes e Nereu Crispim, que pretendem disputar a prefeitura de Porto Alegre.

Água e conselho, só se dá a quem pede

Resultado de imagem para quem se vende é canalha





Durante todo tempo que critiquei o governo Deri, foi porque não concordava com as irregularidades praticadas pelo mesmo, porém, mesmo havendo inúmeras denúncias e representações contra o aludido,  nunca chamei o gestor de desonesto, pois enquanto uma Sentença não for transitada em julgado não poderemos condenar ninguém, isso enquanto a nossa Constituição estiver vigorando.

Acontece que os puxa-sacos, aqueles que além de puxa-saco puxa o tapete também, querendo julgar os demais espelhando nos seus atos mesquinhos e rasteiros no seu modo de agir, andam dizendo, e indiretamente acusando  o prefeito Deri do Paloma, que o mesmo está exercendo o papel de canalha e de desonesto; ´pois comprou o silêncio desse Blog para que o mesmo permanecesse calado, não denunciasse nada.
Repito, a pessoa que compra outra para não denunciar improbidades é mais canalha e desonesta do que quem se vende.
Convivi com o senhor Deri do Paloma por mais de dez anos, sempre mantivemos um relacionamento, cordial e respeitoso, continuo acreditando que o mesmo não se dá ao papel de querer comprar a personalidade nem consciência de ninguém, aliás, honra e dignidade não se vende. 

Deltan captava recursos de empresários para Instituto Mude - Agência Pública

Agência Pública é a nova parceria do The Intercept Brasil na #VazaJato: Deltan Dallagnol negociou com empresária ligada a Eike Batista e ao banqueiro André Esteves, fundador do BTG Pactual – dois alvos da força-tarefa.

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil está no "fundo do poço" por causa de economistas, e não por sua causa. Eu não manjo nada de economia. Nada. Zero", disse. "Quem manjava, a tal de Dilma Rousseff, arrebentou o Brasil", afirmou, citando a ex-presidente.
BLOGDACIDADANIA.COM.BR

DECISÃO: Professora universitária garante direito à licença para acompanhar cônjuge transferido para outra localidade


30/08/19 19:13
DECISÃO: Professora universitária garante direito à licença para acompanhar cônjuge transferido para outra localidade
A Segunda Turma do Tribunal Regional Federal 1ª Região (TRF1) negou provimento à apelação da União contra a sentença, do Juízo Federal da 1ª Vara da Seção Judiciária do Amazonas, que deferiu o pedido de uma professora para concessão de licença para acompanhamento de seu cônjuge, com lotação provisória, em razão de transferência ex officio de seu esposo, funcionário do Banco do Estado do Amazonas, para a cidade de Itacoatiara/AM.
Na hipótese, a servidora é professora universitária do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM), lotada na cidade de Maué. A requerente é casada com um empregado público promovido a gerente de relacionamento do Banco do Amazonas (Basa) e que foi deslocado para o município de Itacoatiara, também no estado do Amazonas.
O relator, juiz federal convocado César Cintra Jatahy Fonseca, destacou que, tendo sido o cônjuge da parte autora movimentado da instituição pública à qual presta serviços, a servidora preenche os requisitos previstos no art. 84, § 2º, da Lei nº 8.112/90, havendo, inclusive, a possibilidade de ela exercer funções compatíveis com seu cargo em outra localidade.
Ressaltou o magistrado, em seu voto, “o amparo e a proteção constitutional que são conferidos à preservação da unidade familiar e o fato de a ruptura ter ocorrido em razão do deslocamento de um dos cônjuges, no interesse da Administração, de forma a contemplar o caráter fortuito e não planejado da situação, conforme ocorre no presente caso”.
A decisão foi unânime.
Processo nº: 0012348-68.2012.4.01.3200/AM
Data do julgamento: 10/07/2019 
Data da publicação: 23/07/2019
JS
Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Regional Federal da 1ª Região

Após nova cirurgia, Bolsonaro garante que falará da Amazônia na ONU “nem que seja de cadeira de rodas”


Bolsonaro passará por uma cirurgia para corrigir uma hérnia
Guilherme Mazui
G1
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira, dia 2, que participará da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) “nem que seja de cadeira de rodas”. O presidente disse que pretende falar no evento sobre a Floresta Amazônica. Bolsonaro passará por uma cirurgia no próximo domingo, dia 8, para corrigir uma hérnia (saliência do tecido) que surgiu no local onde ele fez três intervenções em decorrência da facada sofrida durante a campanha eleitoral do ano passado. Os médicos estimam que ele deve ficar 10 dias de repouso. A Assembleia-Geral da ONU está marcada para começar no dia 20 de setembro, em Nova York.
“Eu vou comparecer à ONU nem que seja de cadeira de rodas, de maca, vou comparecer. Porque eu quero falar sobre a Amazônia. Mostrar para o mundo com bastante conhecimento, com patriotismo, falar sobre essa área ignorada por tantos governos que me antecederam”, afirmou Bolsonaro na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada. O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, afirmou na última semana que a Amazônia deverá ser um dos temas abordados na Assembleia-Geral. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) o mês de agosto teve o maior número de focos de queimada dos últimos nove anos.
CRISE – O alastramento do fogo e as imagens da destruição da floresta geraram uma crise para o governo Bolsonaro, que recebeu críticas dentro e fora do Brasil com relação a sua política ambiental. Uma das principais vozes contra a postura do governo foi a do presidente da França, Emmanuel Macron. Ele chegou a afirmar que Bolsonaro mentiu sobre compromissos com a preservação da floresta e com o acordo do clima de Paris. Em resposta a Macron, Bolsonaro sugeriu que o líder francês tem interesses econômicos na Amazônia e que as potências mundiais ameaçam a soberania do Brasil na região.

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