segunda-feira, fevereiro 04, 2019

Sem palavrões e maiúsculas (não é preciso GRITAR), o blog segue em frente




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Ilustração reproduzida do Humor Inteligente
Carlos Newton
É uma utopia achar que um blog como a “Tribuna da Internet” possa ser editado educadamente, sem palavrões, ofensas e “gritos” (mensagens em letras MAIÚSCULAS). Mas nosso objetivo é justamente este – perseguir utopias. No próximo dia 16 de maio, completaremos 10 anos de funcionamento praticamente ininterrupto, pois só estivemos fora do ar quando sofremos diversos ataques de hackers. Um deles foi tão poderoso, em abril de 2013, que o servidor UOL demorou vários dias até nos reativar. E quando voltamos ao circular, tinham sido apagados do arquivo centenas de milhares de comentários.
Essas dificuldades não nos desanimam. Pelo contrário, servem de incentivo para que continuemos em frente, mantendo na internet algo muito raro – um espaço onde podem ser trocadas ideias livremente, não importa a tendência ideológica, partidária ou filosófica.
PENSAMENTO ÚNICO? – Alguns participantes que estão há menos tempo por aqui reclamam e criticam a “Tribuna da Internet” por acolher opiniões divergentes. Sonham com um blog dirigido e com pensamento único, que é justamente a postura mais antidemocrática que existe. E podemos garantir que isso jamais ocorrerá aqui.
Há também os que se empenham em alfinetar os outros. Ao invés de trocar ideais e opiniões, tentam ridicularizar os comentários que não lhes agradam, o que é também um comportamento deletério, a ser evitado.
Quanto aos palavrões e ofensas, parece que isso está cada vez mais difundido desde que entrou em moda o comportamento do neoguru Olavo de Carvalho, com histerismos, chiliques e tudo o mais. Mas seus admiradores devem procurar outros espaços na internet que aceitem esse baixo nível, porque aqui nada disso será tolerado. ( Nosso grifo).
BALANÇO DO BLOG – Como sempre fazemos, agradecemos aos participantes que colaboram para manter esse espaço livre. Em janeiro, tivemos as seguintes contribuições em nossa conta na Caixa Econômica Federal:
Nota da redação deste Blog - Caro companheiro Carlos Newton,  aqui no Blog dedemontalvao também acontece tudo isso, por  essa razão   que faço minhas as suas palavras.

25 ex-parlamentares terão processos da Lava Jato enviados à primeira instância


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Com a ação em fase final, o Supremo vai julgar Lúcio e Geddel
Mariana OliveiraTV Globo — Brasília
Reabertos os trabalhos de 2019 na última sexta-feira (1º), o Supremo Tribunal Federal (STF) começa a definir neste mês quais casos serão remetidos para as instâncias inferiores dentre os 25 ex-senadores e ex-deputados investigados na Operação Lava Jato. Como não foram reeleitos, esses ex-parlamentares não terão mais o chamado foro privilegiado, pelo qual só respondiam a processo no STF.
Os ministros devem ouvir a Procuradoria Geral da República antes de definir se os casos seguirão para a Justiça estadual (crimes comuns) ou para a federal (crimes previstos na lei federal), se vão para primeira instância ou se eventualmente devem permanecer no STF por terem relação com políticos que mantêm a prerrogativa de foro. As análises serão feita pelo ministro relator de cada caso.
VÁRIOS INQUÉRITOS – Os não reeleitos investigados em procedimentos no STF são oito ex-senadores e 17 ex-deputados. Alguns desses parlamentares têm contra si mais de um inquérito no Supremo. Isso indica que o volume de processos da Lava Jato no STF deve ser reduzido após a posse, na última sexta-feira (1º), dos integrantes da nova legislatura no Congresso.
O número de investigações a deixar o STF pode aumentar ainda mais porque no ano passado o tribunal limitou o foro privilegiado para os fatos ocorridos durante o mandato e que tenham relação com o cargo.
Há casos de senadores que se elegeram deputados federais, como Aécio Neves (PSDB-MG) e Gleisi Hoffmann (PT-PR). Como se trata de outro cargo, a expectativa é que casos como esses deixem o STF.
MANDATO CONTINUADO – Há dúvida, porém, se deputados e senadores reeleitos para a nova legislatura também terão processos remetidos para outras instâncias na hipótese de o caso ter relação com o mandato anterior. O STF ainda terá que dar uma posição definitiva sobre o foro no chamado “mandato continuado” (reeleição).
Os ex-parlamentares são Benedito de Lira (PP-AL), Alfredo Nascimento (PR-AM), Edison Lobão (MDB-MA), Andre Moura (PSC-SE), Eunício Oliveira (MDB-CE), Anibal Gomes (DEM-CE), Garibaldi Alves Filho (MDB-RN), Arnaldo Faria de Sá (PP-SP), Lindbergh Farias (PT-RJ), Decio Lima (PT-SC), Paulo Bauer (PSDB-SC), José Otávio Germano (PP-RS), Romero Jucá (MDB-RR), Julio Lopes (PP-RJ), Valdir Raupp (MDB-RO), Jutahy Junior (PSDB-BA), Lucio Vieira Lima (MDB-BA), Luiz Fernando Faria (PR-SP), Luiz Sérgio (PT-RJ) , Manoel Junior (MDB-BA), Marco Maia (PT-RS), Milton Monti (PR-SP), Nelson Meurer (PP-PR), Roberto Britto (PP-BA) e Roberto Teixeira (PP-PE).
CASOS ESPECÍFICOS – No Senado, um dos parlamentares investigados que perdeu o foro e terá os processos reanalisados é Romero Jucá, alvo de nove procedimentos. Ele é réu em um caso, está denunciado em duas investigações e é investigado em mais seis inquéritos. Jucá nega envolvimento com corrupção e recebimento de propina.
Na Câmara, entre os deputados investigados no STF que não se reelegeram, está Lúcio Vieira Lima, irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima. O ex-deputado nega ter cometido irregularidades. Mesmo perdendo o foro, ele deve ser julgado pelo Supremo na ação na qual é réu, acusado de organização criminosa e lavagem de dinheiro no caso dos R$ 51 milhões apreendidos em um apartamento em Salvador (BA). O irmão Geddel Vieira Lima ainda está preso em razão da mesma acusação.
O caso dos R$ 51 milhões ficará no STF porque está em fase final. Quando restringiu o foro privilegiado apenas a casos referentes ao mandato, o Supremo decidiu que ações em estágio avançado seriam julgadas pelo próprio tribunal.

Bolsonaro teve febre, passou a tomar antibiótico e alta é adiada, diz o porta-voz


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General Rego Barros anuncia o mais recente boletim médico
Por G1 SP
O presidente Jair Bolsonaro tem febre, passa a tomar antibiótico e alta prevista para quarta-feira (6) é adiada, informou o porta-voz Otávio Rêgo Barros nesta segunda-feira (4), no Hospital Israelita Albert Einstein.
Segundo o documento médico, “o excelentíssimo Presidente da República, Jair Bolsonaro, está internado em Unidade de Cuidados semi-intensivos do Hospital Israelita Albert Einstein. Apresentou, ontem [domingo (3)] à noite, elevação da temperatura (37,3 °C) e alteração de alguns exames laboratoriais.”
ANTIBIÓTICOS – Ainda de acordo com o documento, “foi iniciado antibioticoterapia de amplo espectro e realizados novos exames de imagem. Identificou-se uma coleção líquida ao lado do intestino na região da antiga colostomia. Foi submetido à punção guiada por ultrassonografia e permanece com dreno no local. Está no momento sem dor, afebril, em jejum oral, com sonda nasogástrica e nutrição parenteral exclusiva.”
“Já apresenta movimentos intestinais e teve dois episódios de evacuação. Segue realizando exercícios respiratórios e de fortalecimento muscular no quarto. Por ordem médica, as visitas permanecem restritas”, disse o boletim assinado pelos médicos Antônio Luiz Macedo, cirurgião; Leandro Echenique, cardiologista; e Miguel Cendoroglo, diretor Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein.
SEM AGENDA – Segundo Rêgo Barros, o presidente não tem agenda prevista para os próximos dias e que mudança na previsão de alta, que poderia ocorrer nesta quarta-feira (6), deve ser alterada para a próxima segunda-feira (11).

“Quarta-feira não será mais o dia de alta de nosso presidente, até porque ele entrou num estágio que está sendo administrado antibióticos por no mínimo sete dias. Então, se tivermos, a partir de hoje, já contarmos um prazo, este prazo não será antes desses sete dias, que é exatamente o tempo de ação do antibiótico para debelar eventual infecção que possa ser gerada”, disse Rêgo Barros.
INFECÇÃO – Ainda de acordo com o porta-voz, “os médicos ontem à noite, ao realizarem os exames, detectaram esse momento febril do presidente, e nos exames laboratoriais um aumento dos leucócitos. Então imediatamente administraram antibióticos de amplo espectro, de forma a atacar todas as possibilidades para eventual infecção.”
Rêgo Barros disse também que “a partir dessa administração, foram acompanhando o estado clínico do presidente, por meio de exames de imagens, foi feito um exame de imagem ontem e hoje igualmente um outro exame de imagem que foi o facilitador para a condução de uma sonda para retirada do líquido que se encontrava naquela região da cavidade abdominal.”
O porta-voz informou que o presidente está de bom humor. “A evolução do presidente é esperada pelos médicos. Ele fez uma continência para mim enquanto fazia esse procedimento, isso já indica o estado de ânimo do presidente. É um homem que está lutando com sua vida para governar o país.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Para que esse açodamento em reassumir, montando escritório no hospital e tudo o mais? “Para nada”, como diriam Miguel de Cervantes e Ascenso Ferreira, “em louca disparada”. Dizer que este está governando é uma insanidade. O presidente precisa de repouso e cuidados médicos. Essa volta precipitada ao poder foi uma tremenda ideia de jerico. (C.N.)

Ministro do Turismo criou candidatos laranjas para desviar recursos na eleição


O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG)
Ministro Marcelo Álvaro Antônio agora vai ter de se explicar
Ranier Bragon e Camila MattosoFolha
O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL), deputado federal mais votado em Minas, patrocinou um esquema de candidaturas laranjas no estado que direcionou verbas públicas de campanha para empresas ligadas ao seu gabinete na Câmara. Após indicação do PSL de Minas, presidido à época pelo próprio Álvaro Antônio, o comando nacional do partido do presidente Jair Bolsonaro repassou R$ 279 mil a quatro candidatas. O valor representa o percentual mínimo exigido pela Justiça Eleitoral (30%) para destinação do fundo eleitoral a mulheres candidatas.
Apesar de figurar entre os 20 candidatos do PSL no país que mais receberam dinheiro público, essas quatro mulheres tiveram desempenho insignificante. Juntas, receberam pouco mais de 2.000 votos, em um indicativo de candidaturas de fachada, em que há simulação de alguns atos reais de campanha, mas não empenho efetivo na busca de votos.
QUATRO EMPRESAS – A Folha visitou as cidades de Ipatinga, Governador Valadares, Timóteo e Coronel Fabriciano, na região do Vale do Rio Doce, leste de Minas Gerais, e investigou as informações prestadas por elas à Justiça Eleitoral.
Dos R$ 279 mil repassados pelo PSL, ao menos R$ 85 mil foram parar oficialmente na conta de quatro empresas que são de assessores, parentes ou sócios de assessores do hoje ministro de Bolsonaro.
Esse é o caso, por exemplo, de Lilian Bernardino, candidata a deputada estadual em Governador Valadares. Ela é próxima a Haissander Souza de Paula, que foi assessor do gabinete parlamentar de Álvaro Antônio de dezembro de 2017 ao início deste ano, quando o deputado assumiu o Ministério do Turismo. Haissander hoje é secretário parlamentar do suplente de Álvaro Antônio na Câmara, Gustavo Mitre, do PHS.
196 VOTOS – Lilian recebeu da direção do PSL R$ 65 mil de recursos públicos, declarou ter gasto todo esse valor e obteve apenas 196 votos. No mesmo dia ou poucos dias depois de ter recebido as verbas, ela repassou boa parte para quatro empresas que têm ligações com o ministro do Turismo.
Um total de R$ 14,9 mil foi para duas empresas de comunicação de um irmão de Roberto Silva Soares, conhecido como Robertinho Soares, que foi assessor do gabinete de Álvaro Antônio e coordenou sua campanha no vale do Rio Doce. Outros R$ 10 mil foram direcionados para uma gráfica de uma sócia do irmão de Robertinho.
Houve também pagamento de R$ 11 mil à empresa de Mateus Von Rondon Martins, de Belo Horizonte, responsável pela divulgação do mandato de Álvaro Antônio e hoje assessor especial do Ministério do Turismo.
NUNCA VIU… – Lilian declarou gasto de R$ 2.500 com o secretário do PSL em Ipatinga, Edmilson Luiz Alves, que, segundo o que informou a candidata à Justiça Eleitoral, fez atividades de militância e mobilização de rua para a campanha. Mas Edmilson, que coordenou o comitê de campanha do PSL na região, disse à Folha nunca ter visto a candidata.
“Em Valadares eu não acompanhei ninguém”, afirmou, dizendo que jamais assinou recibo eleitoral de serviços para Lilian. “Não, não conheço essa Lilian não. Nem o telefone dela eu tenho.”
Um dia após a Folha procurar ouvir os envolvidos, Edmilson ligou de novo dizendo ter se lembrado do trabalho. Segundo ele, sua tarefa consistiu em intermediar a contratação para Lilian de uma empresa de disparo de mensagens de WhatsApp.
SEM EXPLICAÇÃO – Ele não soube explicar por que o nome dele, e não da suposta empresa, aparece na prestação. Também se comprometeu a passar o nome e o contato dessa empresa, mas não fez isso até a conclusão desta reportagem. A Folha procurou Lilian por telefone e em endereços de Valadares em que teria morado, mas não conseguiu contato.
Outra candidata campeã de dinheiro do PSL, mas lanterna de votos, é Mila Fernandes. Teve 334 votos a deputada federal. Ela disse à Justiça ter gasto os R$ 72 mil que recebeu. Entre outros fornecedores, R$ 4.900 para Mateus Von Rondon.
O hoje assessor especial do Turismo declarou serviços eleitorais a apenas essas quatro candidatas do PSL, além de outro postulante de Minas Gerais.
SE ESQUIVANDO – Por telefone, Mila disse à Folha que fez campanha, mas encerrou a ligação após ser questionada sobre quais atos eleitorais havia realizado. Por mensagem de texto, afirmou que só daria entrevista pessoalmente. A Folha se dispôs a ir onde ela indicasse, mas ela não respondeu mais.
A reportagem visitou as cidades de Timóteo e Coronel Fabriciano no dia seguinte em pelo menos três endereços que poderiam ser dela, mas não a encontrou.
A terceira candidata é Débora Gomes, a mais bem sucedida das quatro, tendo obtido 885 votos para deputada estadual. Ela recebeu a Folha na garagem de casa, em uma rua do centro de Ipatinga. Afirmou que fez campanha com foco em familiares e amigos e que imprimiu e mandou distribuir material. Mas que não teve tempo para se dedicar às eleições porque é enfermeira particular e tem pacientes que não poderia abandonar.
MESMAS EMPRESAS – Na garagem é visível um adesivo desbotado dela ao lado da foto de Bolsonaro. Débora também declarou ter feito seus principais gastos em firmas vinculadas ao hoje ministro —R$ 30 mil nas empresas do irmão de Robertinho, R$ 10 mil na da sócia deste e R$ 7.600 para Mateus Von Rondon.
Débora disse que conheceu Von Rondon durante a campanha, negou que Álvaro Antônio ou assessores tenham direcionado seus gastos, mas não soube dizer qual serviço o assessor especial do ministro fez.
A quarta candidata é Naftali Tamar, que disputou uma cadeira na Câmara. Recebeu R$ 70 mil e teve 669 votos. Ela declarou gasto de R$ 9.000 com Von Rondon. A Folha não conseguiu localizá-la.
OUTRA CANDIDATA – Além das quatro, uma quinta candidata do PSL de Minas, Cleuzenir Souza, recebeu do partido R$ 60 mil de recursos públicos e obteve 2.097 votos. Ela não declarou gastos com nenhuma empresa vinculada ao ministro e, durante a campanha, registrou um boletim de ocorrência em que acusa dois assessores de Álvaro Antônio de cobrar dela a devolução de metade do valor —conforme noticiado em dezembro pela coluna Mônica Bergamo, na Folha.
Esses dois assessores teriam exigido isso como pagamento de material de campanha do partido que, segundo ela, não teria custado nem R$ 5.000. A Folha a procurou em Governador Valadares, onde ela morava, mas familiares afirmaram que ela se mudou para Portugal logo após as eleições.
Marcelo Álvaro Antônio trocou o PR pelo PSL no início de 2018, seguindo Bolsonaro, de quem foi o coordenador de campanha em Minas.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – É normal haver candidatos sem votos, não há ilegalidade. A contratação das empresas sem haver prestação de serviços é que foi irregular(C.N.)

A grande diferença entre Brasil e EUA é a nossa Justiça seletiva e apodrecida


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Tiras do Armandinho (criação: Alexandre Beck)
Carlos Newton
O comentarista José Roberto Silveira nos remete um texto que faz muito sucesso na internet. É um artigo de Raphael Guimarães Andrade, ex-secretário estadual de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, egresso das fileiras do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).  Já publicamos este artigo aqui na “Tribuna da Internet”, no ano passado, quando nos foi enviado pelo comentarista José Antonio Perez, mas o texto é tão oportuno e atual que vale a pena ler de novo;
 ###A JUSTIÇA CARCOMIDA É O PIOR CÂNCER DE UMA SOCIEDADERaphael Guimarães Andrade
Em 1971, ganhei uma bolsa para estudar no USA. Foi um seminário sobre desenvolvimento econômico na Harvard University. Em um encontro com um professor, eu propus uma simples pergunta a ele. Qual o principal fator – citando apenas um – para explicar a diferença do desenvolvimento americano e brasileiro ao longo de 500 anos de descobrimento de ambos os países?
O então mestre sentenciou sem titubear: a Justiça. Explicou ele em poucas palavras: A sociedade só existe e se desenvolve fundamentada em suas leis e sua igualitária execução. A Justiça é o solo onde se edifica uma nação e sua cidadania. Se pétrea, permitirá o soerguimento de grandes nações. Se pantanosa, nada de grande poderá ser construído.
Passados quase 50 anos deste aprendizado, a explicação continua cristalina e sólida como um diamante. Sem lei e Justiça, não haverá uma grande nação. Do pântano florescerão os “direitos adquiridos”, a impunidade para os poderosos. Daí se multiplicarão as ervas daninhas da corrupção, que por sua vez sugarão a seiva vital que deveria alimentar todas as folhas que compõem a sociedade.
DESIGUALDADE – Como resultado se abrirá o abismo da desigualdade. Este abismo gerará violência e tensão social. Neste ambiente de pura selvageria, os mais fortes esmagarão os mais fracos. O resultado final: o pântano se tornará praticamente inabitável. As riquezas fugirão sob as barbas gosmentas da Justiça paquiderme para outras nações. Os mais capazes renunciarão à cidadania em busca de terras onde a Justiça garanta o mínimo desejado: que a lei seja igual para todos.
Este é o fato presente e a verdade inegável do pântano chamado Brasil. Minha geração foi se esgotando na idiota discussão entre esquerda e direita. E ainda continua imbecilizada na disputa entre “nós e eles”, criada pelo inculto Lula e o séquito lulista. Não enxergaram um palmo na frente do nariz da essência da democracia. Foram comprados com pixulecos, carros, sítios e apartamentos.
Não sei quantos jovens lerão este texto e terão capacidade de interpretar e aprofundar a discussão. Aos meus quase 70 anos, faço o que está ao meu pequeno alcance.

Um bom exemplo que deveria ser seguido em Jeremoabo


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