domingo, novembro 11, 2018

Bolsonaro não aceita aumento da contribuição dos empregados para o INSS


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Equipe de Bolsonaro é fraca e necessita de reforços
Pedro do Coutto
Em gravação de video colocada nas redes sociais, o presidente eleito Jair Bolsonaro negou o encaminhamento de qualquer projeto que resulte em aumento da contribuição dos empregados para o INSS. No vídeo, que inclusive foi transmitido pelo Jornal Nacional, Bolsonaro expõe sua posição e assim desmente a existência de qualquer iniciativa que proponha o aumento da carga dos trabalhadores.
A matéria deu margem a reportagens de Marcelo Correa e Geralda Doca, em O Globo, e de Lais Negretti, na Folha de São Paulo, edições de ontem, que destacam o desmentido feito de forma frontal pelo futuro presidente da República.
AVANÇANDO O SINAL – Bolsonaro afirma também que não está cogitando de ampliar a exigência para a concessão de aposentadoria de 35 para 40 anos de contribuição. Como se constata, o grupo de trabalho encarregado do assunto avançou o sinal. Confundiu o que pode ser a vontade de seus integrantes com o poder de decisão do presidente da República. E Bolsonaro ainda não definiu que esse projeto seja uma das alternativas para a reforma da Previdência Social.
Faço uma pergunta para que os integrantes do grupo de trabalho respondam: Por que o aumento das contribuições que propuseram não inclui as empresas que empregam a mão de obra ativa do país? Quiseram aumentar a contribuição dos empregados e nada colocaram para a parte dos empregadores. Esta parte é a que mais pesa para a receita do INSS.
AUMENTO ESPÚRIO – Há poucos dias o Estado de São Paulo publicou na quarta ou quinta-feira, não tenho certeza, matéria acompanhada de gráfico mostrando o peso das contribuições para a Previdência Social. Muito bem. Assim, se fosse aumentada a contribuição do empregado de 11% para 22%, que é o que estava no projeto rejeitado por Bolsonaro, resultaria um aumento de receita que não resolveria o déficit, e os empregados passariam a pagar mais do que os empregadores, que recolhem INSS de 20% sobre a folha de salários.
Para Bolsonaro, o projeto vetado levaria um prejuízo a todos os trabalhadores regidos pela CLT, inclusive os das empresas estatais que recolhem também para os fundos de aposentadoria complementar.
É preciso fazer uma auditoria, não se pode reformar a Previdência sem analisar caso a caso, como os prejuízos da pejotização.

General Villas Bôas confessa que exército esteve no limite de intervenção caso Lula fosse solto


“Ali, nós conscientemente trabalhamos sabendo que estávamos no limite. Mas sentimos que a coisa poderia fugir ao nosso controle se eu não me expressasse”, disse

General Villas Bôas. Foto: Marcelo Camargo/EBC/FotosPúblicas
O general Eduardo Villas Bôas declarou, em entrevista à Folha, publicada neste domingo (11), que, apesar de negar a intenção das Forças Armadas em interferir na vida política nacional, confessa que o único episódio em que estiveram no limite “foi aquele tuíte da véspera da votação no Supremo da questão do Lula”, disse.
“Ali, nós conscientemente trabalhamos sabendo que estávamos no limite. Mas sentimos que a coisa poderia fugir ao nosso controle se eu não me expressasse. Porque outras pessoas, militares da reserva e civis identificados conosco, estavam se pronunciando de maneira mais enfática. Me lembro, a gente soltou [o post no Twitter] 20h20, no fim do Jornal Nacional, o William Bonner leu a nossa nota’, contou.
Sobre o caos, o general disse ainda que, apesar das críticas que recebeu, o saldo foi positivo: “Do pessoal de sempre, mas a relação custo-benefício foi positiva. Alguns me acusaram… de os militares estarem interferindo numa área que não lhes dizia respeito. Mas aí temos a preocupação com a estabilidade, porque o agravamento da situação depois cai no nosso colo. É melhor prevenir do que remediar”, encerrou.
Relembre o caso
Na véspera do julgamento do Habeas Corpus preventivo do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em abril deste ano, Villas Bôas, disparou dois tuítes que tiveram grande repercussão.
Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente está pensando no bem do País e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais?

“Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente está pensando no bem do País e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais?”
“Asseguro à Nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à Democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais.”
https://www.revistaforum.com.br/general-villas-boas-confessa-que-exercito-esteve-no-limite-de-intervencao-caso-lula-fosse-solto/?fbclid=IwAR13h9cy1V8P1EoPUh_24O6edbFnrUsd4H31ek9Fbl-8QNfxgyEZtz079Aw

Deputado federal eleito consegue R$ 1,2 milhões em emenda para Joinville

Por Windson Prado.

Encontro entre deputado federal, João Paulo Kleinübing (DEM) e o deputado federal eleito, Rodrigo Coelho (PSB) ocorreu em Brasília/Foto Divulgação
Encontro entre deputado federal, João Paulo Kleinübing (DEM) e o deputado federal eleito, Rodrigo Coelho (PSB) ocorreu em Brasília/Foto Divulgação
Ainda que a posse como deputado federal ocorra somente em 1º de fevereiro do ano que vem, o deputado eleito Rodrigo Coelho (PSB), já está articulando parcerias para obtenção de recursos a Santa Catarina.
Durante encontro com o deputado João Paulo Kleinübing (DEM) em Brasília (DF) o futuro parlamentar conseguiu uma a destinação de uma emenda para infraestrutura no valor de R$ 1,2 milhão. O recurso estará disponível para Joinville no começo do ano.
“Vamos agendar uma reunião com o Executivo, para identificarmos onde o investimento pode ser melhor aplicado na pavimentação de ruas, hoje, a maior demanda dos joinvilenses“,  destaca o parlamentar eleito com 43.314 votos.
https://ocp.news/politica/deputado-federal-eleito-consegue-r-12-milhoes-em-emenda-para-joinville?fbclid=IwAR1poJIXWjMCucrXRJNWNXTCHM4ys7e62pP5j35m6xbIafENGquDAeB2crs 


Nota da redação deste Blog - Enquanto isso para um deputado eleito e reeleito, bem votado em Jeremoabo para arranjar menos de R$  500 mil faz apenas promessas e nada mais. 
Enquanto isso o Hospital Municipal de Jeremoabo ainda convalesce na CTI.
O Hospital de Jeremoabo encontra-se na REGULAÇÃO aguardando o dinheiro chegar.

Dez coisas que você precisa saber sobre o cartão de crédito

Veja quais as principais dúvidas a respeito desta modalidade de crédito, segundo o Banco Central

Por Tribuna
11/11/2018 às 07h00
Na última semana, noticiamos que o Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou a regra que cuidava da redução do limite de crédito de clientes com maior risco de inadimplência, aqueles que atrasam a quitação da fatura ou que pagam somente o valor mínimo. Anteriormente, os bancos precisavam aguardar 30 dias para diminuir o limite, a partir do momento em que comunicassem o cliente sobre a decisão. Agora, essa diminuição pode ser feita sem aviso prévio ao cliente.
Sabemos que o cartão de crédito é uma modalidade de compra amplamente usada pelos brasileiros, mas seu uso deve ter controle, caso contrário, se torna um convite ao endividamento. O perigo é entrar no famigerado “crédito rotativo”, destinado ao financiamento da fatura, que não possui data e parcelas definidas para pagamento e é concedido quando há pagamento inferior ao valor total da fatura, mas superior ao mínimo mensal convencionado. A utilização do rotativo, segundo o Banco Central – que regula e fiscaliza os serviços de pagamentos vinculados a cartão de crédito – sujeita o titular do cartão ao pagamento de juros e demais encargos. Com base no FAQ do Banco Central, a Tribuna levantou as dúvidas mais comuns que as pessoas têm sobre o cartão de crédito.

Marcelo do Sindicato o homem da garra de ferro

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas
Na minha adolescência em Jeremoabo havia um senhor chamado Messias que era proprietário do cinema, cuja gerente era a nossa conhecida Senhorinha; nessa época uma das atrações era o seriado  intitulado   " o homem da garra de ferro", onde quem sentasse atrás do cidadão OZANO não conseguiria assistir devido a sua torcida.
Observando essa foto de Marcelo lembrei-me dos velhos tempos  da Jeremoabo que não voltam mais.
Brincadeira a parte, quero dizer se o Marcelo ficasse calado talvez até hoje ainda estivesse no Hospital de Jeremoabo aguardando a tal de REGULAÇÃO, que no meu entender é mais uma maneira de protelar o atendimento de quem precisa do SUS.
Acham pouco a famigerada espera pela cirurgia eletiva - ELETIVA PARA QUEM NÃO DISPÕE DE DINHEIRO PARA PAGAR - aparecerem com mais essa REGULAÇÃO.
Anualmente e religiosamente submeto-me a  um   check-up - exame abrangente e minucioso -, sendo que num desses exames acusou uma minuscula pedra na vesícula, que se fosse pelo SUS diriam logo que tratava-se de caso eletivo onde o paciente espera até mais de ano para submeter-se ao ato cirúrgico.
Quando apresentei a ultrassonografia ao médico solicitante, esse indicou-me cirurgia, inconformado apresentei a mais dois profissionais e todos aconselharam cirurgia  alegando que quanto mais tempo passasse a tendencia era agravar, e caso acontecesse alguma crise, se não estivesse perto de uma Pronto-Socorro a dor seria insuportável.
Citei esse  fato para dizer que essa conversa de eletiva e REGULAÇÃO na quase sua totalidade só acontece para paciente dos SUS,que no meu entender trata-se de um dos maiores planos de saúde do Brasil, isso se não tivesse sido desviado e deturpado, porque recursos existem, no entanto, a exemplo do Hospital Municipal de Jeremoabo é fraudado e desviado.

sábado, novembro 10, 2018

Barroso indaga às empresas se Bolsonaro contratou disparos de mensagens


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Barroso é relator das contas da campanha de Bolsonaro
Carolina BrígidoO Globo
O ministro Luís Roberto Barroso, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que o WhatsApp , o Facebook , o Twitter , o Instagram e o Google  respondam, em três dias, se houve contratação de impulsionamento de conteúdo a favor do presidente eleito, Jair Bolsonaro , durante a campanha. A determinação foi feita a pedido da área técnica do tribunal, que analisa as contas de campanha do candidato.
“As Eleições 2018 são o primeiro pleito em que foi autorizada a contratação de impulsionamento de conteúdos na internet. O impulsionamento de conteúdos é considerado gasto eleitoral, sujeito a registro e aos limites fixados na Lei. Justifica-se, portanto, que o procedimento de circularização, que é ordinariamente realizado pela Justiça Eleitoral, alcance também as empresas que comercializam o serviço em questão”, escreveu Barroso.
CONTRATANTES – O ministro determinou que os sites detalhem cada uma das operações, indicando o número do CPF ou CNPJ do contratante do serviço, o nome do contratante, a data da contratação, o tipo do documento fiscal, o número do documento fiscal e o valor do serviço contratado.
A campanha do presidente eleito declarou ter recebido R$ 4,3 milhões e gasto R$ 2,8 milhões durante as eleições. As informações fazem parte da prestação de contas final entregue ao TSE nesta sexta-feira. No documento, a campanha não declarou nenhum gasto para impulsionamento de conteúdo nas redes sociais, assim como com alimentação, energia elétrica, comícios, produção de jingles, pesquisas eleitorais, eventos de promoção de candidatura, telefone, carros de som e tampouco com atividades de militância.
DENÚNCIA DA FOLHA – No mês passado, o jornal “Folha de S. Paulo” informou que empresários impulsionaram disparos por WhatsApp contra o PT. A prática é ilegal, pois é uma forma de doação de campanha por empresas, o que é proibido pela legislação eleitoral. Além disso, o serviço não teria sido declarado. Bolsonaro e seus aliados negam que tenham contratado esse tipo de serviço.
Após a publicação da reportagem, a defesa do candidato do PT, Fernando Haddad, pediu ao TSE a abertura de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral para apurar suposto abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação pela campanha do adversário.

TCM pune prefeito que pagou por homenagem


7 de novembro de 2018
O prefeito do município de Lagoa Real, Pedro Cardoso Castro, terá que pagar uma multa no valor de R$ 2 mil – imposta pelo Tribunal de Contas dos Municípios – porque pagou ao “Instituto Tiradentes” R$578,00 para ser homenageado com diploma e medalha, como sendo um dos “Cem melhores prefeitos do Brasil. O “instituto”, de acordo com reportagem da Rede Globo apresentada no programa “Fantástico”, em agosto último, prestou a mesma homenagem a um jumento. Pedro Cardoso Castro, logo após a veiculação da reportagem tomou a iniciativa de devolver aos cofres do município o dinheiro pago pela “honraria” e também R$1 mil que recebeu a título de diárias para transporte e hospedagem.
Apesar da iniciativa de devolver o dinheiro, o conselheiro substituto Antônio Emanuel de Souza, na sessão desta quarta-feira (07/11) do tribunal, ao apresentar parecer sobre o Termo de Ocorrência instaurado para apurar os gastos com a fraude, recomendou a aplicação da multa de R$2 mil, para que o prefeito tenha mais cuidado e se abstenha de gastar dinheiro público com supostas homenagens que em nada contribuem para o município. A argumentação do prefeito de que agiu de “ boa-fé” e de que, para ele, até então o tal Instituto Tiradentes era tido como entidade “séria e ilibada”, não sensibilizou nenhum dos conselheiros do TCM.
Cabe recurso da decisão.
TCM-BA

PSL quer candidatos a prefeito e vereador em todos os municípios baianos em 2020


PSL quer candidatos a prefeito e vereador em todos os municípios baianos em 2020
Foto: Divulgação / PSL
De olho nas eleições de 2020, nas quais o PSL pretende lançar candidatos a prefeito e vereador em todos os municípios baianos, a deputada federal eleita Dayane Pimentel (PSL), presidente da sigla no estado, discutiu novas ações para o crescimento da legenda durante encontro com o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar. 

O plano do partido é se apresentar em 2020 como opção para a polarização entre PT e DEM no estado. Na estratégia, o partido de Jair Bolsonaro (PSL) estuda uma candidatura da futura parlamentar à prefeitura de Feira de Santana (lembre aqui). 

“Terei grande satisfação em dialogar com quem queira contribuir, desde que entendam que a harmonia e o respeito a hierarquia são imprescindíveis, pois não colocaremos nossa credibilidade em risco para favorecer o ego de ninguém”, discursou a dirigente estadual do PSL-BA ao falar sobre o diálogo de alianças. 

O presidente nacional do PSL também defendeu a manutenção da professora Dayane Pimentel na direção da silga no estado. “Na Bahia, o PSL vai continuar com a deputada eleita, professora Dayane Pimentel, que vai, com toda certeza, alargar ainda mais o espaço do partido no estado e possibilitar candidaturas competitivas para prefeitos e vereadores", argumentou Bivar.
Bahia Notícias

Léo Pinheiro confirma que Lula agia como se fosse dono do sítio de Atibaia


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Pinheiro contou em detalhes como foi a reforma do sítio
Ricardo Brandt, Fausto Macedo, Julia Affonso e Paulo Roberto NettoEstadão
O empresário Léo Pinheiro, da OAS, declarou nesta sexta-feira, 9, à juíza Gabriela Hardt que o ex-presidente Lula se comportava como o proprietário do sítio de Atibaia e como real beneficiário das obras que a empreiteira realizou no imóvel localizado no interior de São Paulo. Leó Pinheiro detonou Lula em longo relato na ação penal em que o petista é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Segundo o empresário, foi Lula quem o chamou para conversarem sobre as obras do sítio, mas nunca o ex-presidente teria demonstrado preocupação em saber detalhes dos valores empenhados. Ele estima que a empreiteira desembolsou entre R$ 350 mil e R$ 450 mil nas obras de melhorias da área – apenas a cozinha ficou em R$ 170 mil.
É DELATOR – Léo Pinheiro também é acusado nesta ação do sítio. Preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, ele está colaborando com as investigações.
No fim do depoimento, a defesa fez três perguntas a Léo Pinheiro. Na primeira, a advogada do ex-presidente da OAS quis saber. “Em algum momento, o ex-presidente Lula te questionou acerca de valores dessas obras realizadas no sítio, em algum momento ele perguntou como deveria ser ressarcidas essas despesas gastas?”
“Não, nunca”, respondeu o executivo.
“As atitudes que o ex-presidente Lula tomou frente ao sítio, me refiro às obras especificamente que a OAS fez no sítio, deixaram dúvida ao sr. de que ele era o real proprietário do sítio?”, perguntou a defesa.
“Nenhuma dúvida”, afirmou Léo Pinheiro.
“Deixaram dúvida de que ele seria o real beneficiário dessas obras?”, questionou o advogado.
“Nenhuma dúvida”, disse o ex-presidente da OAS.
O RELATO – O executivo relatou à juíza Gabriela Hardt que, em fevereiro de 2014, foi ‘convocado pelo ex-presidente Lula para um encontro no Instituto Lula’. No local, contou, o petista ‘explicou que queria fazer uma reforma, não era uma reforma grande, num sítio em Atibaia’.
“Era numa sala e numa cozinha e também tinha problema num lago que estava dando infiltração, se eu podia mandar alguém, uma equipe para dar uma olhada. Eu disse: ‘presidente, eu gostaria de ir pessoalmente, o sr marca o dia que eu vou estar presente’. Ele marcou no sábado seguinte”, disse.
Léo Pinheiro narrou que foi ao sítio com Paulo Gordilho, então diretor da OAS Empreendimentos, porque o dirigente ‘já tinha conhecimento dos serviços que nós vínhamos fazendo no triplex do Guarujá’.
TRAJETO COMBINADO – “Eu preferi que Paulo também continuasse para que essa coisa não ficasse muito divulgada dentro da organização. Eu fui com Paulo num dia de sábado, o presidente combinou comigo de eu ficar aguardando após o pedágio da Fernão Dias, que eu não sabia onde ficava, era difícil de chegar”, afirmou.
“Isso ocorreu, eu fiquei esperando. Fui seguindo o carro dele, estivemos no sítio. Ele e a Dona Marisa me mostraram, a mim e a Paulo, os serviços que eles gostariam de fazer na sala e atingiria a cozinha, porque tinha uma parede que tinha que desmanchar. Nós dissemos: ‘presidente, deixa a gente fazer um projeto e mostrar ao sr’. Fomos ver o lago que estava tendo uma infiltração. Demoramos um pouco para tentar entender como é que estava acontecendo aquilo. Eu disse: ‘olha, o lago, a gente vai ter que esvaziar’.”
NOVO ENCONTRO – De acordo com o ex-presidente da OAS, Lula marcou um novo encontro em sua casa, em São Bernardo do Campo, também em um sábado, cerca de ‘2 ou 3 semanas depois’.
“Estava ele e dona Marisa. Eu fui com Paulo e mostramos a ele como é que seria a reforma da sede do sítio”, disse.
“O presidente combinou comigo o seguinte: ‘olha, tudo bem, pode iniciar o serviço. Eu só lhe pediria, Léo, que não, que as pessoas não se apresentassem na cidade de Atibaia, questão de sigilo, que as pessoas não tivessem uniforme, essas coisas, da OAS, que não tivesse nenhuma identificação.”
O ex-presidente da empreiteira relatou que combinou com Paulo Gordilho ‘que, se possível, trouxesse pessoas que não fossem de São Paulo’.
TURMA BAIANA – “Vieram de Salvador pessoas da confiança dele para que pudesse fazer. Essas pessoas foram um encarregado, se não me falha a memória, três ou quatro operários. Ele determinou que qualquer coisa se conversasse com o caseiro, acho que é Maradona o nome, que teria lugar para essas pessoas dormirem. E assim foi feito. Isso foi feito durante o mês de março até talvez julho ou agosto de 2014”, contou.
Gabriel Hardt quis saber se o empresário Fernando Bittar, em nome de quem a propriedade está formalmente registrada, estava na primeira visita ao sítio. Léo Pinheiro disse que se ‘recorda bem’ de Fábio, um dos filhos de Lula.
“E eu acho que me apresentaram o Fernando, eu não tenho certeza, mas me parece que sim”, respondeu. “Eu só conversei com o presidente (sobre a reforma).”
SEM NOTA – Segundo Léo Pinheiro, o ex-presidente o orientou que não fizesse ‘nada em nome da OAS’.
“Não pôde ser feito nada em nome da OAS. As compras eram feitas na cidade de Atibaia pelo encarregado que estava lá. Ele recebia um dinheiro que a empresa disponibilizava para ele. Ele fazia as compras, ao que me consta, parece até em nome dele, porque era recibo, não era nota fiscal”, disse.

O povo quer o novo, mas o Congresso parece que ainda prefere o velho


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Derrotado pelas urnas, Eunício Oliveira se comporta  mal 
Merval PereiraO Globo
O cientista politico Antonio Gramsci, fundador do Partido Comunista Italiano, cunhou uma frase que pode bem definir o momento que estamos vivendo: “O velho resiste em morrer, e o novo não consegue nascer”. Gramsci se referia a outros tempos, mas os que estamos vivendo aqui no Brasil hoje tem as mesmas características. Pode ser que o novo que apareceu não seja a melhor solução, mas é o que temos no momento.
O povo, através do voto, fez uma limpa quase geral na classe politica tradicional, e sobreviveram apenas uns poucos caciques, que manobravam o cenário político nos últimos 25 anos em benefício próprio e dos seus próximos. Mas parece que não entenderam o recado das urnas.
EUNÍCIO DESFORRA – Um dos que não sobreviveram foi o ainda presidente do Senado, Eunício de Oliveira, que aproveitou para ir à forra, com o dinheiro público. Botou para votar, do nada, o aumento do Judiciário que estava congelado depois de aprovado na Câmara, por questões de economia.
Não há dúvida de que os juízes merecem ganhar bem, assim como toda carreira do sistema judicial tem que ser bem remunerada. Mas, como disse o presidente eleito, não era o momento. Um Senado já superado pelas urnas, com a maioria de votos de senadores não reeleitos pelo povo, resolveu fazer uma benesse ao Supremo Tribunal Federal, que tem efeito cascata.
O presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, agradeceu a decisão do Senado, cujos ocupantes receberam telefonemas de ministros e juízes para aprovarem o aumento, um lobby legítimo mas temerário no momento em que diversos senadores têm processos correndo na última instância do Judiciário.
SERIA REPUBLICANO – O argumento dos ministros é correto, pois os salários estão defasados mesmo. E argumentam que o auxilio moradia será extinto, compensando o choque do aumento no orçamento. Bom argumento, mas seria mais republicano, digamos assim, que o Conselho Nacional de Justiça acabasse primeiro com as distorções desse auxílio, que na maior parte das vezes é usado como uma compensação salarial justamente para repor a defasagem.
Se dessem o exemplo, cortando vantagens que são estranhas ao cidadão comum, não poderiam ser acusados de pensarem apenas em seus interesses. Também os senadores usaram o caso para mandar um recado ao presidente eleito Jair Bolsonaro, que fez um apelo para que o aumento não fosse dado nesse momento.
Quando o superministro da Economia Paulo Guedes disse que o Congresso precisaria de “ uma prensa” para aprovar as reformas, inclusive a da Previdência, ainda no governo Temer, o ainda presidente do Senado deu uma risada e comentou: “Ele não sabe como a coisa funciona”. E tratou de demonstrar, na prática, como a banda toca.
SURPRESAS – É uma banda antiquada, que já saiu de moda, mas ainda tem o controle da programação e insiste em não sair do palco, mesmo com os convidados não gostando, não dançando, e vaiando.  Outras surpresas virão devido a uma incongruência de nosso calendário eleitoral.
O novo Congresso só toma posse em fevereiro, e os que foram, na maioria, cassados pelo voto popular, continuam com a caneta na mão até janeiro. O futuro presidente governará quase um mês com um Congresso com prazo de validade prestes a expirar, e com o orçamento feito por um governo que está de saída.
Há maneiras de amenizar a situação, mas a falta de coerência é evidente. Vários projetos, que não tiveram o apoio da sociedade, voltam à pauta nos derradeiros instantes, para pagar dividas ou, sobretudo, para tentar salvar a pele dos que perderam o foro privilegiado com o fim do mandato.
MISCELÂNEA – Há de tudo um pouco: proposta para reduzir os efeitos das delações  premiadas, para acabar com a prisão em segunda instância, para reduzir o poder de fogo dos que hoje combatem a corrupção com formidável êxito. E amanhã estarão mais que nunca no poder, com a chegada do Juiz Sergio Moro como também superministro da Justiça e Segurança Pública.
Não será fácil para o novo governo aprovar reformas que são impopulares, ou reforçar a legislação de combate ao crime organizado e à corrupção. Mas não será também com “prensas” ou “tratoramento” que os congressistas se curvarão.
VIRAR A PÁGINA – Sempre será preciso negociar com o Congresso e com as corporações. Tentar pressionar com milícias digitais se tornará uma maneira antidemocrática de persuasão. Pode até ser que o novo que tenta nascer não seja tão novo assim, e repita os velhos hábitos. Mas é preciso virar a página e recomeçar em novas bases esse jogo político.
O cidadão já deu seu recado. Se os políticos fizerem ouvidos moucos, teremos crise em cima de crise e só aprofundaremos nossos problemas.

CNJ deve aprovar reajuste automático dos juízes estaduais ligado a aumento do STF



Do total de 15 integrantes do CNJ, oito já votaram a favor do aumento automático
coluna de Mônica Bergamo deste sábado (10) informa que a determinação de que todos os juízes estaduais do Brasil tenham seus salários reajustados automaticamente depois de aumento dado aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) deve ser confirmada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A Constituição prevê que a correção dos valores da remuneração dos magistrados estaduais só passe a valer depois de ser autorizada por leis locais. O CNJ, no entanto, derrubou a exigência em 2015.Com o argumento de que os governos e assembleias locais muitas vezes não autorizavam os aumentos, o conselho apoiou, por meio de liminar, reivindicação da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) para que os reajustes fossem automáticos.
Depois disso, a proposta entrou em discussão mais de 40 vezes no plenário do CNJ —mas o julgamento nunca foi concluído. Um novo pedido para que o processo entre em pauta foi feito no dia 1º de outubro.
Do total de 15 integrantes do CNJ, oito já votaram a favor do aumento automático.
Depois que o Senado autorizou, na quarta (7), um aumento de mais de 16% para os ministros do STF, que deve ser estendido a todos os juízes do país, a questão voltou a ser discutida.











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