sexta-feira, abril 06, 2018

Muitos ainda veem Joaquim Barbosa como uma espécie de anjo vingador

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Reprodução do Arquivo Google
João DomingosEstadão







Com a prisão, Lula está fora da política e o PT precisa decidir o que fará na eleição

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Charge do Paixão (Gazeta do Povo)
Carlos Newton
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P.S. – Ainda é cedo para avaliar, mas no quadro atual, dependendo das coligações, tudo indica que Jair Bolsonaro, Ciro Gomes, Alvaro Dias e Joaquim Barbosa estão em melhores condições nesta fase pós-Lula. Pessoalmente, não acredito em outras candidatos supostamente fortes, como Marina Silva e Geraldo Alckmin, porque parecem ser do tipo “cavalo paraguaio”.  (C.N.)


Depois do vendaval no STF, os corruptos presos só têm o caminho da delação

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Charge do Algeli (Folha de S. Paulo)
Pedro do Coutto









Esquerda se une contra prisão de Lula, mas ainda descarta candidatura única

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Charge do Moisés (Arquivo Google)
Angela Boldrini e Daniel CarvalhoFolha







‘Haverá resistência’, avisa o candidato Guilherme Boulos sobre prisão de Lula

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Boulos, do PSOL, promete “resistência pela democracia
Deu na Folha







PEN pede liminar que pode salvar Lula e outros corruptos como Cabral e Geddel

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Kakay aposta no retrocesso para beneficiar clientes
Rafael Moraes Moura, Amanda Pupo e Breno Pires
Estadão
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– É tudo conversa fiada. Quem comanda este circo é o advogado Kakay (Antonio Carlos de Almeida Castro), que usa o nome do PEN para poder recorrer ao Supremo, pois se trata de um tipo de ação especial que os partidos e entidades podem mover. Parece ser um jogo combinado, porque Marco Aurélio falou em medida cautelar e, de repente, aconteceu. Parece coincidência, mas não é. São manobras de bastidores para salva Lula e o resto das gangues, incluindo Sérgio Cabral, Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima. A desfaçatez dessa gente é impressionante. (C.N.)

quinta-feira, abril 05, 2018

Juiz Moro determina a prisão do ex-presidente Lula

(Foto: AFP)
Na decisão, Moro explicou que, embora caiba mais um recurso contra a condenação de Lula, os chamados embargos dos embargos, a medida não poderá rever os 12 anos de pena."Não cabem mais recursos com efeitos suspensivos junto ao Egrégio Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Não houve divergência a ensejar infringentes. Hipotéticos embargos de declaração de embargos de declaração constituem apenas uma patologia protelatória e que deveria ser eliminada do mundo jurídico. De qualquer modo, embargos de declaração não alteram julgados, com o que as condenações não são passíveis de alteração na segunda instância", explicou.
Segundo o portal G1, os detalhes da apresentação devem ser combinados com a defesa diretamente com o Delegado da Polícia Federal Maurício Valeixo, também superintendente da PF no Paraná.
Uma sala foi reservada para Lula na Superintendência da PF, conforme o despacho de Moro. "Esclareça-se que, em razão da dignidade do cargo ocupado, foi previamente preparada uma sala reservada, espécie de Sala de Estado Maior, na própria Superintência da Polícia Federal, para o início do cumprimento da pena, e na qual o ex-Presidente ficará separado dos demais presos, sem qualquer risco para a integridade moral ou física", disse Moro no despacho.
A defesa tentou evitar a prisão com um habeas corpus preventivo no Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo para que a pena fosse cumprida somente após o trânsito em julgado da sentença. Porém, o recurso foi negado nesta quinta-feira (5), por 6 votos a 5, depois de 11 horas de votação dos ministros. 
Julgamento do STF
A cada nova decisão da Justiça em relação à condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva relacionada ao caso do triplex no Guarujá, o líder petista vai se aproximando mais da prisão. A tal ponto que as discussões a respeito do assunto estão cada vez menos focadas na possibilidade da privação de liberdade de Lula e mais em quando ele irá iniciar o cumprimento da pena de 12 anos e 1 mês, determinada pelo Tribunal Federal da 4ª Região (TRF4), em segunda instância, depois que foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro. 
A mais recente decisão que aproxima Lula da prisão foi tomada ontem pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que por um placar de seis votos contra cinco, rejeitou o pedido do ex-presidente para que ele inicie o cumprimento da pena apenas depois que a ação penal contra ele transite em julgado – ou seja, após todos os recursos previstos na legislação brasileira serem negados pela Justiça. 
Com a questão da possibilidade de cumprimento da pena após a condenação em segunda instância como pano de fundo, a maioria do Supremo entendeu que não existe nenhum impedimento para que o TRF4 determine o encarceramento de Lula. Antes disso, a defesa do ex-presidente tem a possibilidade de apresentar um novo recurso (embargo) ao tribunal federal questionando a negativa ao embargo já apresentado. É o embargo do embargo. O prazo para a apresentação deste recurso expira na próxima sexta-feira e depois disso o TRF4 terá prazo de dois dias úteis para responder. 
O voto que desempatou o julgamento contra Lula foi da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra Cármen Lúcia. Mas coube a outra mulher integrante da mais alta Corte do Brasil o papel de fiel da balança na decisão. 
Considerada uma incógnita por ter uma posição pessoal contrária à prisão em segunda instância, mas ainda assim votar pelo entendimento firmado em colegiado (decisões tomadas pelo plenário do STF), a ministra Rosa Weber votou contra o habeas corpus de Lula. Segundo ela, a decisão só surpreende aqueles que não a conhecem.
A ministra afirmou que, mesmo tendo “integrado a corrente minoritária” no plenário da Corte em julgamentos que discutiram execução de pena após segunda instância, passou a adotar no Supremo e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), “a orientação hoje prevalecente de modo a atender não só o dever de equidade que há de nortear a prestação jurisdicional, ou seja, tratar casos semelhantes de modo semelhante”.
Os ministros favoráveis à revisão da regra que prevê o início do cumprimento de penas a partir da segunda instância aproveitaram o julgamento do pedido de Lula para pressionar a ministra Cármen Lúcia a se posicionar a respeito da questão. Um deles, Marco Aurélio Mello chegou a reclamar que a recusa de Cármen teria deixado o Supremo sob pressão.
Além das manifestações de partidários do ex-presidente Lula e de grupos adversários, o Supremo foi surpreendido por anteontem por uma “cobrança” feita pelo comandante do Exército, o general Villas Bôas, que a impunidade, através de uma mensagem publicada no Twitter. O posicionamento dividiu opiniões. 
Durante seu voto, Celso de Mello disse que “nada compensa a ruptura constitucional”. “Há movimentos parecem prenunciar a retomada de todo inadmissível de práticas estranhas e lesivas à ortodoxia constitucional, típicas de um pretorianismo que cumpre repelir (…) Os poderes do estado são essencialmente definidos e limitados pela própria carta política”, afirmou.

Será que esse é o Jeremoabo que vocês querem e merecem?



Essas fotos são do Posto de Saúde de Jeremoabo que o Governador inaugurou, uma vergonha, uma falta de respeito para com a população.
Esse sanitário não serve para animais, pior para uso de humanos, é um atentado a saúde pública, já deveria está interditado pela vigilância sanitária.

Ministro do TSE confirma que Lula já é “ficha-suja” e se tornou inelegível

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Tarcísio Vieira diz que a lei é clara e exclui Lula
Gian AmatoO Globo






Após decisão do STF, Lula admite a aliados que está fora das eleições

Supremo negou habeas corpus a ex-presidente e ele já pode ser preso
Pouco depois do voto decisivo da ministra Rosa Weber o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou, resignado, com um grupo restrito de pessoas que acompanhavam com ele o julgamento de seu pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), que "não iam dar o golpe para me deixarem ser candidato".
A frase foi interpretada por dirigentes e lideranças petistas como uma admissão de que está fora da disputa eleitoral, embora o PT publicamente insista em manter o discurso sobre a manutenção da candidatura de Lula à Presidência, mesmo que o ex-presidente vá para a cadeia. "Isso foi para tentar tirar o Lula da eleição, mas podemos registrar a candidatura dele, mesmo preso. Acredito que Lula vai ficar pouco tempo na prisão", afirmou o deputado estadual José Américo Dias (PT).
Enquanto isso, petistas começaram a postar nas redes sociais a hashtag #LulaValeALuta. O objetivo é evitar que o desânimo com a derrota no STF contamine a militância e o eleitorado do petista
O abatimento tomou conta das cerca de 500 pessoas que lotavam o salão principal do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC logo depois do voto de Rosa. Antes, a cada intervalo, os apoiadores de Lula dançavam, faziam batucadas ou se manifestavam em defesa do petista. Depois, ficaram em silêncio durante vários minutos, até que a organização tocou nos alto-falantes a música tema das caravanas de Lula. Muitos foram embora.
Segundo relatos, o clima também ficou pesado no segundo andar do sindicato, onde o petista passou o dia ao lado de apoiadores. Entre eles, estavam a presidente cassada, Dilma Rousseff, os governadores Wellington Dias (PI), Tião Vianna (AC) e Fernando Pimentel (MG), além do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad
Conforme pessoas que estavam no segundo andar, o clima descontraído estimulado pelo próprio Lula durante todo o dia foi substituído pela tensão à medida em que Rosa proferia seu intrincado voto. 
Até então, Lula tentava demonstrar tranquilidade. Posou para fotos, recebeu ex-colegas da direção do sindicato na década de 1970, contou histórias sobre as greves de 1978, 1979 e 1980, elogiou o golaço de Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, e demonstrou otimismo ao dizer que o Corinthians vai vencer o Palmeiras por 2 a 0 na final do Campeonato Paulista. 
O petista passou a maior parte do tempo em uma sala reservada, sem TV, ao lado de Dilma e aliados mais próximos. Ele era informado sobre o andamento do julgamento por assessores. Nos poucos momentos em que esteve na frente do aparelho de TV, não prestou atenção. "Não vou acompanhar isso aí", disse. 
A direção nacional do PT se reúne na manhã desta quinta-feira, 5, para traçar as estratégias daqui para a frente. À tarde, a cúpula do partido em São Paulo também deve se encontrar para definir uma manifestação na cidade. A ideia é denunciar supostas arbitrariedades no processo que condenou Lula e mostrar que o ex-presidente sofreu um julgamento político. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Governo do Estado de Sergipe - Secretaria de Estado da Segurança Pública - Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe - CBM/SE
Concurso Público - Soldado BM - 3ª Classe (Combatente) - Edital Nº 02/2018
Inscrições: dia 09/04/2018 até às 23h59min do dia 08/05/2018
Isenção do pagamento do valor da inscrição: dia 09/04/2018 até às 23h59min do dia 12/04/2018
Emissão da 2ª via do Boleto: dia 09/04/2018 até às 23h59min do dia 09/05/2018

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