domingo, maio 08, 2016

Entenda por que Dilma será afastada com chance zero de voltar ao poder

Dilma é usada como massa de manobra por Lula e pelo PT
Carlos Newton


Brasil surreal: Ayres Britto, que é contra o impeachment, pode ser ministro

Britto se opõe ao impeachment, mas quer ser ministro
Carlos Newton
 https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=25162499#editor/target=post;postID=7748698613257862371;onPublishedMenu=allposts;onClosedMenu=allposts;postNum=2;src=link

O Supremo não vai anular o impeachment, nem adianta tentar  

Cardozo simplesmente se esqueceu de alegar “nulidade”
Jorge Béja


A soma de todos os medos significa que não sobrou nada

Charge do Son Salvador, reprodução do Arquivo Google
Carlos Chagas

Ministros têm que possuir afinidade com os cargos que vão exercer

Temer está errando muito na escolha de seus ministros
Pedro do Coutto

Vale a pena ver de novo: PT faz mais um recurso contra o impeachment

Charge do Miguel, reprodução do JC de Pernambuco
Isadora Peron
Estadão 
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
– O recurso é comovente. A gente até fica com pena daqueles deputados que se viram forçados a se abster, ao invés de declararem seus votos, embora todos soubessem que ausência ou abstenção contavam a favor da permanência da presidente Dilma Rousseff. Como dizia Bussunda, Fala sério! (C.N.)


Mantega usou BNDES para pedir doações para o PT, diz Marcelo Odebrecht

Mantega é mais um petista alvejado pela Lava Jato
Michel Filho
O Globo
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Nesta importante matéria, enviada pelo comentarista Moacir Pimentel, não há novidades, apenas confirmações. Mas era justamente isso que faltava para incriminar a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula da Silva. Com essas informações de Marcelo Odebrecht, enfim pode-se declarar definitivamente encerrada a era do PT no Brasil. Justamente por isso, 26 deputados federais estão se preparando para abandonar a legenda moribunda, para se filiar ao novo parttido que está sendo criado pelo ex-governador gaúcho Tarso Genro, que também enriqueceu ilicitamente no poder e não é flor que se cheire, como se dizia antigamente. (C.N.)

Ministros do Supremo chegaram a discutir até prisão preventiva de Cunha

Na sessão, Fachin foi o único a tocar no assunto
Márcio Falcão
Folha

No Brasil, o Índice de Mal-Estar (“Malaise”) chega a seu ponto máximo

Charge do Duke (jornal O Tempo)
Monica de Bolle
Estadão

Mantega e Coutinho usaram BNDES para pedir doações, diz Odebrecht

Cobranças seriam feitas a empresas com projetos fora do país; ambos negam acusação

Equipe de Temer desiste de bancar projeto que daria autonomia ao BC

Medida divide aliados, entre eles
o PSDB, informa a coluna Painel


 Retomada do desenvolvimento sustentável é meio de unir o país




Sob Temer, Lava Jato mira em núcleo do PMDB na Petrobrás

Ricardo Brandt, Fausto Macedo, Julia Affonso e Mateus Coutinho
Força-tarefa da Procuradoria, em Brasília e Curitiba, foca em contratos de plataformas e setor internacional
Em negociação de delação, empresário diz que foi pressionado por Mantega e pelo presidente do BNDES a doar para a campanha da presidente em 2014 e confirma que ministro foi nomeado ao STJ para soltá-lo
istoe.com.br
 
Quão saudável é a interferência da Justiça na vida política nacional?
Para Daniel Vargas, doutor em Direito por Harvard, a solução para a crise estrutural brasileira, que tem raízes em um projeto incompleto de…
brasil.elpais.com|Por André de Oliveira
 
 
"Vamos manter e aprimorar o programa. Até porque, com o desastre econômico que Dilma nos proporciona, é bem provável que aumente o número de famílias necessitadas"
Imagem: Carlos Moura/CB/D.A Press - 22/5/13
correiobraziliense.com.br|Por Correio Braziliense
 
“Pátria educadora” congelou bolsas 7.400 alunos; com verba 25% menor,…
implicante.org
 
Quem garante o pagamento é o Tesouro Nacional do Brasil… Cleide Carvalho e Renato Onofre O Globo O presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, disse…
livreimprensa.com.br
 
Para o senador do PSDB, Ricardo Ferraço, a semana será de "fundamental importância para o país virar essa página";
Ouça a entrevista exclusiva:
 
A presidente pretende usufruir das benesses do poder. E quem paga a conta é você
 
ConJur compartilhou um link.
4 min ·
A provocação que eu pretendo propor neste pequeno texto tem relação com a recente decisão judicial que determinou a suspensão do WhatsApp por 72…
www.conjur.com.br
 
O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB), repercutiu a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki de afastar o…
paraibaja.com.br
 

sábado, maio 07, 2016

SOB A ÉGIDE DO PODER MODERADOR 
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Por Demétrio Magnoli
No Brasil imperial, o imperador exercia privativamente o Poder Moderador, com a assessoria do Conselho de Estado. Graças a ele, o Primeiro Reinado configurou-se como monarquia absoluta. As desordens da Regência conduziram à instauração do parlamentarismo e à restauração do Poder Moderador, que passou a funcionar como "árbitro dos conflitos da elite" (José Murilo de Carvalho), estabilizando o Segundo Reinado. 

A decisão do STF de suspender o mandato de Eduardo Cunha, "uma das mais extraordinárias e corajosas da história político-judiciária do Brasil" (Joaquim Barbosa), ilumina uma crise institucional aguda. É um indício de que o governo transitório de Temer viverá à sombra de um novo Poder Moderador, desta vez exercido coletivamente pelos juízes da corte suprema.

A sentença do STF é "extraordinária" num sentido preciso, talvez vislumbrado por Barbosa: representa uma nítida violação das prerrogativas do Congresso e, portanto, da regra de ouro da separação de Poderes. Mas o adjetivo "corajosa" serve apenas como ornamento retórico de um ato judicial politicamente motivado, que se destina a arbitrar os "conflitos da elite".

Só os eleitos podem dispor do mandato dos eleitos –eis o princípio democrático que a corte suprema decidiu ignorar. O Congresso, mas não o STF, pode deliberar impeachment da presidente– e, ainda, o de um juiz do próprio STF. Mesmo o afastamento provisório de Dilma depende de duas deliberações parlamentares sucessivas. (Coisa diferente é a impugnação judicial da chapa eleita, que não se confunde com cassação de mandato.)
"A decisão do STF ilumina uma crise institucional aguda"

Em nome do mesmo princípio, a Constituição atribui exclusivamente ao Congresso a prerrogativa de cassar mandatos parlamentares. Até a mera confirmação da prisão em flagrante de um parlamentar exige autorização de sua Casa, isto é, da Câmara ou do Senado. 

Para circundar a letra constitucional, o STF recorreu ao subterfúgio da suspensão temporária do mandato de Cunha, fundamentada em interpretação ousada, ultraliberal, do Código de Processo Penal. Assim, alçando-se acima das fronteiras legais, o STF decretou uma excepcionalidade, que forma um embrião de jurisprudência. Depois de Cunha, será a vez de Renan?

Tempos anormais. A Câmara não reagirá à usurpação de poder pois sofre os efeitos devastadores da desmoralização do Poder Legislativo infligida ao longo do reinado lulopetista. Nesses 13 anos marcados pelo mensalão e pelo petrolão, a maioria parlamentar associou-se ao Executivo em pactos de natureza mafiosa. Os mandatos populares converteram-se em passaportes para a delinquência política e a criminalidade comum. 

"Quando dizem que nossas instituições são fortes, isso cheira a piada", atirou o efêmero ministro da Justiça Eugênio Aragão, empossado com a missão impossível de implodir o que ainda resta de institucionalidade. Nesse diagnóstico (e só nisso!), ele tem razão: é sobre uma paisagem de ruínas que se ergue o novo Poder Moderador.
Terá sido este o papel desempenhado pelo Supremo?

O STF conta com o apoio de uma opinião pública farta do personagem nefasto que seus pares protegem –e, ainda, com o elogio de um PT preso à lógica de sua própria narrativa embusteira sobre o impeachment. Mas, sobretudo, ampara-se nos interesses do governo adventício, a quem presta um serviço estratégico.

Temer monta um extenso arco governista, congregando o PMDB, os sócios menores do lulopetismo e a oposição. Ele terá esmagadora maioria parlamentar, mais que suficiente para cassar Cunha. Mas, agindo preventivamente, o STF soluciona o impasse, libertando-o do imperativo de mobilizar essa maioria num rumo capaz de produzir insanáveis fissuras entre as máfias políticas pacificadas, entregues à orgia da redivisão de feudos na administração pública. Sob aplausos gerais, o "árbitro dos conflitos da elite" anestesia a sociedade, postergando as rupturas inevitáveis. 
http://naufrago-da-utopia.blogspot.com.br/



Janot também denuncia ao Supremo o casal 20 do PT – Gleisi e Bernardo



Bernardo e Gleisi entram na lista dos corruptos do PT
Carolina Brígido
O Globo
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
A essa altura dos acontecimento, só nos resta lembrar o genial Mussum e grupo Os Originais do Samba, cantando “Reunião de Bacana”. Porque, se gritar pega ladrão, não fica um, meu irmão. (C.N.)

Sabem os "blogueiros progressistas"???
Vejam o que está por trás:

Você provavelmente já deparou com esses blogs por aí. Chegou a hora de…
spotniks.com|Por Spotniks

Chefe de gabinete de Dilma já busca vaga em secretaria baiana para ter foro privilegiado


As bombas de Dilma elevarão em R$ 10 bilhões as despesas do governo

Defensor de Dilma no impeachment, o advogado-geral da União também ocupa vaga no conselho do BNDES

Segundo publicação, os pertences do chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseff estavam em aeronave de médio porte http://goo.gl/4HV6tp


FOI NOTICIA ESSA SEMANA

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (3) a tramitação em regime de urgência de dois projetos com impacto nos cofres…
pensabrasil.com

Para o ministro do Supremo, o caso de Eduardo Cunha, agora, é problema da Câmara dos Deputados

Imagem: Minervino Junior/CB/D.A Press
correiobraziliense.com.br|Por Correio Braziliense

Exclusivo: dos 81 senadores, 24 são acusados ou suspeitos de práticas criminosas. Renan Calheiro e Ivo Cassol, condenado à prisão, lideram o grupo dos enrolados no Supremo. PMDB, PP e PT são as bancadas com mais investigados




REVEJA: a lista dos envolvidos já citados no roubo bilionário investigado pela operação Lava Jato
folhacentrosul.com.br

Caso ocorram bloqueios de ruas e ocupações após o afastamento de Dilma, o vice-presidente acionará as forças de segurança e o Judiciário. Confira na coluna de Ricardo Boechat



Presidente reconhece que perderia até do companheiro Compositor
veja.abril.com.br


Ex-tesoureiro do PT agora é acusado de lavagem de dinheiro no emblemático empréstimo de R$ 12 milhões do Banco Schahin a um amigo do ex-presidente Lula (via Fausto Macedo) ‪#‎Estadao‬


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