sábado, setembro 18, 2010

Paulo Henrique Amorim republica reportagem “Ilha do Urubu, o paraíso perdido” da revista Carta Capital

O deputado Emiliano José (PT-BA) subiu à tribuna da Câmara dos Deputados, em Brasília, para tornar pública a descoberta do último legado do carlismo ao povo e ao estado da Bahia. Derrotado nas eleições estaduais de outubro de 2006, em primeiro turno, por Jaques Wagner (PT), o ex-governador Paulo Souto apressou-se em tomar medidas administrativas, fazer ajustes orçamentários e, a pouco mais de um mês de deixar o cargo, abrir mão de um pequeno e ultravalioso paraíso ambiental público, no sul do estado, em favor de uma ação imobiliária nebulosa iniciada por um ainda mais estranho processo de doação.A Ilha do Urubu é recanto de beleza natural praticamente intocada na região de Trancoso, próximo a Porto Seguro, no chamado Quadrilátero do Descobrimento, no sul da Bahia. A ocupação do lugar é disputada, há pelo menos três décadas, pela família Martins, de pequenos comerciantes e pescadores. Ainda assim, em 20 de novembro de 2006, depois de derrotado nas eleições, Paulo Souto decidiu doá-la a apenas cinco dos Martins: Maria Antônia, Benedita Antônia, Ivete Antônia, Joel Antônio e Angelina.De acordo com a lei, o quinteto só poderia vender o imóvel depois de cinco anos de uso, mas a ilha acabou vendida quatro meses mais tarde pela bagatela de 1 milhão de reais, para o empresário espanhol, naturalizado brasileiro, Gregório Marin Preciado. Um ano depois, o paraíso baiano foi passado adiante por 12 milhões de reais para o empresário belga Philippe Meeus, especulador imobiliário proprietário de um resort na Praia da Ferradura, em Búzios (RJ).Estranhamente, um mês antes de Paulo Souto doar a Ilha do Urubu, a parte de família Martins beneficiária da ação do governador andava às turras com o futuro primeiro comprador da área, Gregório Preciado. Isso porque Preciado alega ter uma escritura de proprietário da ilha. Chegou, inclusive, a apresentar o documento como garantia para obter um empréstimo de 55 milhões de reais no Banco do Brasil. Escalado para apresentar aos Martins um mandado judicial de reintegração de posse impetrado por Preciado, o oficial de Justiça Dílson José Ferreira de Azevedo testemunhou atos de violência perpetrados por capangas do empresário.Ao chegar à ilha, em 26 de outubro de 2006, Azeredo encontrou apenas um casal de velhos à sombra de uma árvore. Eram Maria Antônia e Joel Antônio Martins. Os dois foram oficiados, sem nenhum problema ou confusão, mas logo a paz do lugar acabou perturbada pela intervenção de empregados de Preciado. Assim escreveu o oficial de Justiça à Vara Cível e Comercial da Comarca de Porto Seguro: “Prepostos dos autores (além de Preciado, a mulher dele, Vicência Marin) procederam a derrubada e queima do barraco ali existente”. Dois meses depois, Maria e Joel venderiam a mesma terra a quem lhes havia derrubado e incendiado a casa.Preciado, ex-arrecadador de campanha do governador José Serra, de São Paulo, também foi casado com uma prima do tucano. Em 2002, o Ministério Público Federal entrou com uma ação de improbidade administrativa contra dezoito pessoas e empresas ligadas ao ex-diretor do Banco do Brasil Ricardo Sérgio de Oliveira, outro arrecadador de campanha do PSDB, inclusive de Serra. Entre os implicados estava Gregório Preciado, apontado como sócio do governador em duas empresas, Gremafer Comercial e Aceto Vidros e Cristais.De acordo com o processo aberto na Justiça Federal da Brasília, Gregório Preciado se beneficiou de dois contratos irregulares, em 1995 e 1998, num total de 73,7 milhões de reais, durante o processo de privatização de empresas públicas do governo Fernando Henrique Cardoso. Mas o pulo do gato da vida de Preciado foi dado mesmo em 1996, quando ele se associou à Iberdrola, gigante espanhola do ramo energético, por meio do consórcio Guaraniana, montado por Ricardo Sérgio com a ajuda dos fundos de pensão da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil. Entre 1997 e 2007, o grupo representado pelo arrecadador de campanha tucano arrematou as empresas de energia elétrica da Bahia (Coelba), Pernambuco (Celpe) e Rio Grande do Norte (Cosern).De acordo com levantamento feito pelo deputado Emiliano José, combatente histórico do carlismo na Bahia, a doação da Ilha do Urubu foi apenas uma das diversas ações de Paulo Souto voltadas, no fim do mandato, para complicar a gestão do sucessor, Jaques Wagner.A HISTÓRIA COMPLETA DA MÁFIA DE SERRA ESTÁ NO SITE CONVERSA AFIADA
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Puxadores de voto ajudarão a definir bancadas baianas

Evandro Matos
O pleito se aproxima e crescem as especulações e apostas sobre os nomes que deverão ser eleitos no dia 3 de outubro. Para a Câmara Federal, os governistas devem eleger a maior bancada, enquanto a oposição (DEM), que disputa a sua primeira eleição estadual sem a presença do ex-senador Antonio Carlos Magalhães, morto em 2007, deve encolher. De acordo com as previsões dos partidos e análises de especialistas, enquanto os governistas devem eleger entre 24 a 25 dos 39 deputados federais da Bahia, a oposição deve eleger apenas de 14 a 15 parlamentares.
Pela coligação governista, que disputa com um chapão formado pelos partidos PT/PP/PDT/PCdoB/PRB/PSB/PHS/PSL, a estimativa é eleger entre 24 a 25 deputados federais.
Quatro nomes despontam como os principais puxadores de votos: João Leão (PP), Rui Costa, Nelson Pelegrino e Valmir Assunção (PT), todos considerados que terão votação superior a 200 mil votos, além de Felix Mendonça Júnior (PDT), que se não atingir essa marca ficará perto. Além destes, os prováveis eleitos são Sergio Carneiro, Waldenor Pereira, Afonso Florence, Amauri Teixeira, Josias Gomes, Geraldo Simões, Zezeu Ribeiro e Luiz Alberto ou Emiliano José (PT), Mário Negromonte, Roberto Brito e Luiz Argolo (PP), Marcos Medrado, Oziel Oliveira e José Carlos Araújo (PDT), Daniel Almeida e Edson Pimenta (PCdoB), Marcio Marinho e Popó (PRB), Domingos Leonelli (PSB) e Uldorico Pinto (PHS).
Pela coligação PMDB/PR/PTB/PSC/PPS/PRP/PSDC/PTC/PTN/PMN, que tem o ex-ministro Geddel Vieira Lima como candidato ao governo, a estimativa é que sejam eleitos entre 7 e 10 deputados federais. Na condição de presidente do PMDB e por ter herdado os votos do irmão Geddel, Lúcio Vieira Lima deve ser o grande puxador de votos da coligação. Pelas projeções para a Câmara Federal, estariam eleitos ainda Marcelo Guimarães Filho, Arthur Maia e Colbert Martins Filho (PMDB), José Rocha, João Bacelar e Mauricio Trindade (PR), Antônio Brito e Jonival Lucas (PTB).
Alguns nomes tradicionais do PMDB, embora tenham chances, podem ter dificuldades para renovar os seus mandatos nesta eleição. Um deles é Severiano Alves. Raimundo Veloso também estaria na zona de risco.
Tucanos projetam eleger três
Segundo o líder da bancada do PSDB na Câmara Federal, João Almeida, o seu partido deverá eleger pelo menos três deputados federais: Jutahy Júnior, Antônio Imbassahy e ele próprio. “Dependerá muito da votação que Imbassahy terá em Salvador, porque eu e Jutahy já sabemos o que temos, por sermos candidatos a deputado federal há muito tempo”, estimou.
“Se ele (Imbassahy) tiver entre 50 a 60 mil votos na capital, emplacamos três”, projetou Almeida, que está no quinto mandato. Questionado sobre a sua reeleição, que já foi considerada difícil em outros momentos, o tucano atribui a boatos. “Na boca dos outros, sempre foi assim. A minha eleição não está nem ruim nem boa, eu estou eleito”, disse, otimista, citando nomes que foram dados como favoritos em eleições anteriores e que caíram após a apuração.
Além de ser guindado à condição de líder do PSDB, que lhe trouxe mais visibilidade, Almeida também ganhou o apoio do ex-prefeito de Guanambi, Nilo Coelho, o que lhe renderá bons votos na região Sudoeste. Nos partidos menores, o PV é o que tem mais condições de eleger representantes para a Câmara Federal. Alem de Edgar Mão Branca, os verdes podem eleger ainda Rose Bassuma, lançada para ocupar o espaço do seu esposo, o deputado Luiz Bassuma, que disputa o governo. Sem Edson Duarte, que disputa o Senado, a depender do voto de legenda, o partido espera eleger ainda Juliano Matos, ex-secretário estadual do Meio Ambiente. (EM).
DEM diminuirá a bancada
Já o Democratas, que na eleição passada elegeu 13 deputados federais baianos, agora, devem reduzir drasticamente a sua bancada. O deputado ACM Neto, que disputa a reeleição, é tido como o grande puxador de votos da legenda.
Após ser o mais votado na Bahia em 2006, agora, por ter disputado a eleição municipal de 2008, Neto aumentou o seu reccal na capital baiana e continua com boa penetração nos grandes centros e pequenos grotões do interior. Pelas projeções, os outros prováveis eleitos são Fábio Souto, Paulo Magalhães, Jorge Khoury e Luiz Carreira. Fernando Torres e José Nunes, que deixaram a Assembleia Legislativa. Cláudio Cajado, que disputa a reeleição, também tem chances.
Fonte: Tribuna da Bahia

Wagner abre vantagem de 37 pontos

Fernanda Chagas
O governador Jaques Wagner (PT), de acordo com pesquisa Datafolha divulgada ontem, aumentou a vantagem em relação a seus adversários e seria reeleito governador da Bahia no primeiro turno, com 53% das intenções de votos, superando até mesmo a marca de 51% alcançada pela “companheira” Dilma Rousseff, candidata à Presidência pelo PT. A vantagem de Wagner, que era de 30 pontos percentuais na semana passada, passou agora para 37 pontos.
Enquanto isso, Paulo Souto (DEM) se mantém como segundo colocado oscilando de 18% para 16%. Geddel Vieira Lima (PMDB), por sua vez, variou de 14% para 11%. No início da campanha eleitoral, em julho, a diferença de Wagner para Souto era de 21 pontos (44% contra 23%).
A intenção de voto em Wagner cresceu também na pesquisa espontânea (aquela na qual o eleitor fala em quem pretende votar antes de ver um cartão com os nomes): passou de 31% na semana passada para 38%. Souto tem 7%, e Geddel, 6%. O Datafolha entrevistou 1,080 mil eleitores, de 43 municípios baianos, nos dias 13, 14 e 15 de setembro.
Entre os demais candidatos, apenas Luiz Bassuma (PV) e Marcos Mendes (PSOL) pontuaram, mas não ultrapassaram a margem do 1%. Brancos e nulos somaram 5% e indecisos, 12%. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Contudo, mesmo diante dos altos índices de aprovação registrados nas últimas pesquisas, o governador voltou a reiterar que a eleição não está ganha. “É claro que a notícia é boa, anima a militância. Mas, embora eu acredite que as pesquisas correspondem ao reconhecimento da população com o que tem sido feito, repito: eleição só se ganha na noite do dia 3 de outubro”.
A margem de erro da análise é de três pontos percentuais para mais ou menos. O Datafolha ouviu 1.100 eleitores em 43 cidades do Estado na segunda e terça-feira desta semana. Ainda estão indecisos em relação ao candidato ao governo 12% dos eleitores baianos. Declararam que vão anular ou votar em branco outros 5%. Bassuma (PV) e Marcos Mendes (PSOL) têm 1% cada um das intenções de voto. Sandro Santa Barbara (PCB) e Professor Carlos (PSTU) não atingiram 1%. A pesquisa foi registrada no TRE-BA com o número 38.837/2010.
Fonte: Tribuna da Bahia

É preciso investigar

Carlos Chagas
Erenice Guerra foi demitida, apesar de ter assinado o pedido de exoneração levado por Gilberto Carvalho e Franklin Martins, mas agora é que deveriam começar as investigações. Em primeiro lugar, torna-se necessário saber quando seus dezessete parentes entraram para o serviço público: só depois dela haver assumido a chefia da Casa Civil ou antes, quando era assessora de Dilma Rousseff? Quem sabe até quando exercia a consultoria jurídica no ministério de Minas e Energia? Nesse caso, a antes ministra e hoje candidata presidencial sabia do furor da amiga em nomear marido, filhos, irmãs e irmãos, sobrinhos e papagaios para a máquina estatal? É preciso investigar, também, se a família Guerra trabalhava ou simplesmente valia-se da força da patriarca para faltar ao trabalho e auferir vencimentos.
Em seguida deve-se passar do geral para o particular: quantas operações foram desenvolvidas pela empresa de seus filhos, traficando a influência da mãezona e obtendo de empresas públicas e da administração direta vultosos contratos com empresas privadas? Estas, beneficiadas, é preciso identificar. Contribuíram com que valores no ítem “cláusula de sucesso” para o bolso da família? Foram muitas ou poucas vezes que dirigentes de empresas privadas eram levados à presença de Erenice, só para saberem quem realmente geria os negócios?
Estamos diante de um poço aparentemente sem fundo, tornando-se impossível vedá-lo só porque foi descoberto, como em tantos outros episódios anteriores. E não se diga que tudo aconteceu apenas no governo Lula, porque buraco ainda maior foi aberto e tapado no governo Fernando Henrique, com as privatizações.
INFLAÇÃO DESMEDIDA
Tomara que os jornais tenham acrescentado um zero a mais nas contas referentes às trapalhadas de um filho de Erenice Guerra, agenciando empréstimos do BNDES para empresas dispostas a pagar-lhe propina. Ou será que os tempos passaram em tão vertiginosa corrida, fazendo a economia perder a noção de valores? Existe mesmo uma empresa, em Campinas, pleiteando dois bilhões do banco empenhado em promover o desenvolvimento? Teria o lobista-lambão exigido a estratosférica comissão de 450 milhões de reais?
AS CAUSAS PRIMEIRAS
Pergunta-se porque tantas lambanças iguais às praticadas por Erenice Guerra sucedem-se no governo e arredores. Será por conta do grande coração do Lula, para quem auxiliares seus jamais cometem equívocos? Pela determinação do primeiro-companheiro de abrir as asas e abrigar honestos e desonestos?
Há quem suponha causas mais imediatas. Terá sido pela avidez do PT, tantos anos exposto ao sol e ao sereno e, de repente, guindado aos controles do poder? Caíram em tentação, os companheiros, conhecedores de atos anteriores praticados por outros partidos e grupos, no passado igualmente envolvidos em tráfico de influência, formação de quadrilha, extorsão e sucedâneos?
Ou tudo acontece pelo simples fato de a política existir, desde tempos imemoriais?
A GRANDE DECISÃO
Anuncia-se para quarta-feira a sessão do Supremo Tribunal Federal que julgará recurso do ex-governador Joaquim Roriz para escapar da lei ficha-limpa. A decisão, se tomada nesse dia, definirá a sorte de quantos candidatos tem tido negado seu registro, condenados anteriormente por crimes diversos. Ou por haverem renunciado a mandatos para evitar a cassação.
Além de perigoso, parece inócuo especular sobre sentenças judiciais antes de exaradas, mas a informação é de que os dez atuais ministros da mais alta corte nacional de justiça estariam divididos: cinco pela imediata aplicação da lei, cinco sustentando sua validade apenas para as próximas eleições, não as atuais.
Convém aguardar.
Fonte: Tribuna da Imprensa

A farsa do horário de verão

Carlos Chagas
Repete-se, uma vez mais, a oitava no governo Lula, a farsa do horário de verão, anunciado esta semana para começar a 17 de outubro. A moda vem de muito antes, primeiro intermitente, depois absoluta. Os relógios deverão ser adiantados por uma hora, visando economizar 5% de energia até o final de fevereiro.
Quer dizer, o governo surripiará uma hora de sono da população. Da população? Nem tanto, porque os estados do Nordeste e do Norte insurgiram-se contra a determinação e já não aceitam o horário de verão. Contestam a autoridade central em defesa de seus cidadãos. No Sul, Sudeste e Centro-Oeste, porém, o esbulho tem data marcada.
O cidadão que sai cedo para trabalhar, acordando às seis da manhã, ou antes, precisará acender a luz para escovar os dentes e tomar café. Vai-se parte da economia dos 5% de energia, ainda que quando chegar em casa depois do serviço, o sol ainda brilhe. Bom para quem mora à beira do mar, que se não estiver muito cansado ainda poderá arriscar alguns mergulhos. Mas péssimo até para a unidade nacional, porque se um indigitado bóia-fria morador na Bahia colhe café em Minas, sairá de casa às seis da manhã quando já são sete na roça. Ou chega atrasado ou acorda às cinco. Na hora de voltar é pior: deixa o trabalho às cinco da tarde mas já são seis em sua casa, correndo o risco de a mulher acusá-lo de ficar uma hora bebendo cachaça em vez de vir logo jantar.
O estrago que o horário de verão causa no relógio biológico dos habitantes das regiões mais populosas do país levará semanas, até mais de um mês, para ser absorvido. E quando as coisas estiverem normalizadas, repete-se a confusão com o atraso obrigatório de outra hora, no relógio mecânico.
Logo que empossado, o presidente Lula não teve forças ou não quis acabar com a farsa do horário de verão, dizem até que influenciado pela sua então ministra de Minas e Energia, partidária dessa economia que, com todo o respeito, tem sido a base da porcaria. Mas bem que poderia, o primeiro-companheiro, dar um basta à aberração no último ano de seu governo. Interromper essa prática subdesenvolvida e insistir para que Dilma Rousseff mantenha como uma de suas metas principais a geração de mais energia em todo o país. Mais investimentos em hidrelétricas, por exemplo.
A NATUREZA DAS COISAS
Contra a natureza das coisas ninguém investe impunemente, já dizia Napoleão. As informações são de que, quarta-feira, até o presidente Lula irritou-se com a nota oficial expedida pela chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, rebatendo acusações de tráfico de influência com adjetivos desairosos contra José Serra.
Mais do que protestar diante de tais exageros, o primeiro-companheiro mandou recomendar à indigitada ministra que evitasse comparecer a cerimônias públicas onde ele estivesse presente. Portanto, encontrava-se, dona Erenice, prisioneira em seu próprio gabinete, sem a mínima condição de exercer as funções de coordenadora da administração federal. Perdera até mesmo o apoio de sua madrinha, Dilma Rousseff.
Ficou famosa a indagação do rei Juan Carlos, da Espanha, ao presidente Hugo Chavez, da Venezuela: “por que não te calas?” Pois o país inteiro estava naturalmente perguntando a Erenice Guerra: “por que não vais logo embora?” E só com o flagrante agravamento das denúncias é que ela enfim se demitiu (ou melhor, foi demitida).
NÃO COLOU
Não deixam dúvida os números anunciados ontem pela Datafolha a respeito da sucessão presidencial: não pegaram em Dilma Rousseff as denúncias de quebra do sigilo fiscal de tucanos, promovida por alguns petistas aloprados. A candidata até cresceu um ponto percentual, com 51% contra 27% de José Serra. Aguarda-se a próxima pesquisa, quando as trapalhadas de Erenice Guerra poderão pesar nas respostas dos consultados. Agora, convém aguardar o Ibope, a Sensus e a Vox Populi.
HISTÓRIA OPORTUNA
A história é velha mas merece ser recontada. Durante a expansão árabe, lá pelos anos setecentos, o general Ibn-El-Abbas ocupou o Egito. Chegando ás portas de Alexandria, então a maior capital do mundo, extasiou-se com a riqueza de sua biblioteca. Dizem que até originais de Homero estavam, em suas prateleiras, se é que Homero existiu. Como suas ordens eram de conquistar pelo fogo e a espada as regiões dominadas, o general hesitou e mandou uma correio a Bagdá para consultar o Califa. O que fazer com aquele patrimônio fantástico?
O Califa respondeu que se todos aqueles escritos concordavam com o Alcorão, eram inúteis e deveriam ser destruídos. E se discordavam, eram perniciosos e precisavam ser queimados.
Diz a lenda que durante muitas semanas as centenas de termas de Alexandria deixaram de ser alimentadas a lenha, passando a ser utilizados os papiros de toda a cultura universal reunidos até a conquista. Agora que um energúmeno prometeu queimar o Alcorão, ainda que tivesse voltado atrás, a gente fica pensando se o fogo tem sido mesmo amigo da Humanidade…
Fonte: Tribuna da Imprensa

500 mil podem ter nova aposentadoria

Ana Magalhãesdo Agora
Meio milhão de aposentados no país trabalham e contribuem para Previdência hoje, segundo o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Eles podem conseguir, na Justiça, um benefício maior, que incorpore as últimas contribuições. Se as ações forem ganhas, o INSS estima que o custo para a Previdência será de R$ 3 bilhões.
O direito à troca dependerá do STF (Supremo Tribunal Federal), que começou a julgar, na quinta-feira, se esses aposentados têm ou não direito a um benefício mais alto.
Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora neste sábado

sexta-feira, setembro 17, 2010

E o Datafolha heim? Dilma 51% contra Serra 27%

A “crise” fabricada da Receita Federal não abalou a campanha de Dilma (PT).

A pesquisa deu 51% para Dilma e 27% para Serra. Mas, quando se consideram os votos válidos ela sobe para 57% contra 30% de Serra. Dilma venceria no 1º turno.

Você viram os índices de rejeição? Serra tem 31% de rejeição, Dilma tem 22% e Marina 18%.

O povo não é bobo. Não há escândalo político na Receita Federal. Há anos funcionários corruptos violam os dados de contribuintes. É caso de polícia, crime comum. Mas a mente doentia de Serra e tucanato achou que daria para explorar eleitoralmente.

Deu no que deu.
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Certa imprensa está fazendo de Zé Dirceu bucha de canhão

Na conferência que José Dirceu fez outro dia no Comitê das Estatais, em Salvador, um rapaz perguntou lá atrás, sem se identificar: “o Sr acha que há excesso de liberdade de imprensa?”. José Dirceu respondeu: “Não, não acho que há excesso de liberdade de imprensa, até porque nós sofremos na pele a falta de liberdade de imprensa na ditadura”. No dia seguinte estava no jornal A Tarde uma versão segundo a qual ele teria dito: “sim, acho que há excesso de liberdade de imprensa”. Exatamente o contrário. O texto do jornalista foi reproduzido no próprio site do PT da Bahia. A mentira repetida mil vezes se torna verdade? Zé Dirceu está é virando bucha de canhão da má informação...
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Finanças pessoais: Crescem as dívidas da classe média


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Ricos com a corda no pescoço

Pesquisa aponta que problemas com dívidas crescem mais entre famílias com renda acima de dez salários mínimos

Publicado em 17/09/2010 | Ismael de Freitas, especial para a Gazeta do Povo

A confiança do brasileiro em relação à economia do país aumentou e setembro foi o quinto mês consecutivo de alta do índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). No entanto, em alguns casos o otimismo aparece junto com a falta de controle das finanças, o que causou o aumento de outro índice – o de famílias que contraíram dívidas e que não têm como pagar, especialmente na faixa de maior poder aquisitivo.

Lares com renda maior que dez salários mínimos apresentam a maior oscilação de inadimplência. Em julho, 2,3% das famílias nessa faixa de rendimento declararam não ter condições de saldar suas dívidas; em setembro, esse índice quase dobrou, alcançando 4,2% dos entrevistados. O problema ainda atinge mais famílias com ganhos abaixo de dez salários, mas a inadimplência vem se mantendo estável desde o início do ano nesses casos, partindo de 10,7% em janeiro, registrando o menor patamar em junho (8,6%) e voltando a se elevar em setembro, para 9,9%.

Consumo

Mais segurança para comprar

Depois de um período de baixa, o Índice de Endividamento e Inadimplência do Consumidor voltou aos mesmos patamares do início do ano. Junho foi o mês em que o porcentual se mostrou mais baixo nas duas faixas de renda pesquisadas (acima e abaixo de dez salários mínimos), atingindo 45,7% e 55,3% respectivamente. Em setembro, 49,3% das famílias com maior rendimento estavam endividadas, índice que sobe para 60,8% entre as menos abastadas. Em janeiro, esses índices estavam em 51,8% e 62,6%.

Na avaliação do economista Fábio Bentes, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o maior endividamento é consequência do momento favorável da economia. “Estamos com a segunda menor taxa de juros desde que o índice começou a ser medido, no ano 2000. A oferta de crédito é a segunda mais alta nesse mesmo período, a inadimplência é a mais baixa em cinco anos, o brasileiro está ganhando mais e o índice de emprego cresce. Todos esses fatores geram mais otimismo e as pessoas se sentem mais seguras para comprar no longo prazo”, diz. (IF)

Cheque especial

O maior vilão das finanças familiares tem sido o cartão de crédito. Esse tipo de dívida é o mais citado na pesquisa (71%), seguido dos carnês (21%), do crédito pessoal (10,7%), financiamento de carros (10,4%) e do cheque especial, com 8,4%. Foi justamente no cheque especial que a família da empresária Sheila Ferreira, casada e mãe de dois filhos, viu crescer uma dívida que se mostra impagável, pelo menos no curto prazo.

Com renda superior a dez salários mínimos, Sheila e a família planejavam a compra da casa própria através de um consórcio imobiliário, mas o sonho acabou se tornando um pesadelo. “O vendedor do consórcio disse que poderíamos dar lances embutidos, recebendo assim apenas parte do valor total do imóvel. Fechamos contrato esperando que seríamos contemplados rapidamente dessa forma, mas não foi o que aconteceu. Na sexta parcela tivemos de recorrer ao cheque especial, até que a coisa ficou insustentável”, relata. Assim, enquanto o consórcio não devolver o investimento, ela não vê outra alternativa para cobrir a dívida que contraiu. “A dívida inicial era de mais de R$ 15 mil. Vamos negociar com o banco quando liberarem os créditos do consórcio, mas isso pode acontecer até 2020”, diz a empresária.

Educação financeira

Segundo o economista da CNC Fábio Bentes, a inadimplência é o item que mais incomoda na conjuntura econômica e que mais problemas traz para as famílias endividadas. “O crescimento do nível de endividamento é um processo natural dentro do quadro atual, com grande oferta de crédito, parcelamento cada vez mais longo e juros em baixa. O problema são as contas que se mostram insolúveis. O ideal é não dar o primeiro passo na direção do abismo”, aconselha.

No entanto, para o economista, o processo de educação financeira não acontece de forma rápida. “O brasileiro está aprendendo a lidar com seu dinheiro, mas pode levar décadas até que uma cultura financeira mais estável se perpetue na sociedade. Com a estabilidade da moeda, nós aprendemos que era possível fazer dívidas de longo prazo dentro do orçamento, agora estamos aprendendo a olhar não somente para o valor da parcela, mas para as taxas de juro, que ainda são das mais altas do mundo”, explica Bentes.

Fonte: Gazeta do Povo

Denúncia derruba Erenice e respinga na campanha de Dilma

Roosewelt Pinheiro / Agência Brasil

Roosewelt Pinheiro / Agência Brasil / Erenice e Lula: ministra e presidente avaliaram que denúncia teria potencial para afetar Dilma Erenice e Lula: ministra e presidente avaliaram que denúncia teria potencial para afetar Dilma

Ministra se demitiu depois de o filho dela ser acusado de pedir propina de R$ 450 milhões em lobby na Casa Civil, quando a candidata do PT à Presidência ainda comandava a pasta

17/09/2010 | 00:17 | Das agências

Brasília - Depois de uma nova denúncia de tráfico de influência na Casa Civil, a ministra Erenice Guerra não teve outra opção: pediu ontem demissão para não contaminar a campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República e, assim, não ameaçar o projeto petista de ficar mais quatro anos à frente do governo federal. Apesar disso, as acusações contra os filhos de Ere­­nice, publicadas na edição desta quinta-feira do jornal Folha de S.Paulo, pela primeira vez atingiram diretamente Dilma. Empre­­­sários afirmaram ao jornal que o esquema na Casa Civil envolvia o pagamento de propina para financiar a campanha eleitoral da petista.

Segundo a reportagem da Fo­­­lha, Israel Guerra, um dos filhos de Erenice, cobrou dinheiro da em­­­presa de energia EDBR do Brasil Ltda. para obter a liberação de um empréstimo de R$ 9 bilhões no Banco Nacional de Desenvolvi­­­men­­­to Econômico e Social (BNDES), administrado pelo governo federal.

Em entrevista ao jornal, o empresário Rubnei Quícoli, consultor da EDBR, disse que o filho da ministra cobrou R$ 240 mil mais R$ 450 milhões (5% sobre o valor do empréstimo) para que o dinheiro fosse liberado rapidamente. O pedido de propina, segundo ele, foi recusado. Um dos sócios da EDBR, Aldo Wagner, confirmou que a empresa recebeu a proposta de propina.

Ainda segundo a reportagem, foi pedido à EDBR que a empresa repassasse R$ 5 milhões para a cam­­­panha de Dilma. O caso todo ocorreu, de acordo com a Folha, entre o ano passado e março deste ano, quando Dilma ainda era ministra da Casa Civil e Erenice, secretária-executiva da pasta.

Ontem, Quícoli reafirmou a denúncia e disse que tem como provar as denúncias da negociação para liberar o empréstimo do BNDES, mas não a acusação da cobrança de contribuição para a campanha de Dilma.

Ele também acusou Erenice de participar de reuniões em que o “negócio” do BNDES estava sendo discutido. De acordo com ele, a ex-ministra participou de uma reunião na Casa Civil com os representantes da EDBR em novembro do ano passado. A reunião, segundo ele, foi agendada por Vinícius Castro, ex-assessor da Casa Civil e cuja mãe é sócia da Capital As­­­­sessoria – a empresa de consultoria usada por Israel Guerra para fa­­­zer lobby no governo federal. Castro pediu demissão no início da semana.

Quícoli ainda contou que o pedido de dinheiro para a campanha de Dilma foi feito por Marco Antonio de Oliveira, ex-diretor de Operações dos Correios – estatal que também está envolvida nas denúncias de tráfico de influência feita pelo filho de Erenice (veja quadro). A proposta, de acordo com ele, ocorreu em março deste ano, pouco antes de Dilma deixar o governo e quando, pela legislação eleitoral, não poderia começar a arrecadar recursos para tentar se eleger.

“O Marco Antônio falou [que o dinheiro] era para tampar um buraco da campanha da Dilma, da Erenice e também que uma parte era para ajudar o Hélio Costa [PMDB], candidato a governador de Minas Gerais”, disse Quícoli. “Ele falou isso logo depois que [o empréstimo] foi bloqueado no BNDES. Ele me comentou que o Israel, que eu fiquei sabendo que era o filho da Erenice, disse o seguinte: ‘Se eu não pagasse, eles iriam bloquear’, como o que houve. Aí, eu recebi a notificação do BNDES , dizendo que o projeto não foi aprovado.”

Vítima eleitoral

A força das novas denúncias tornou inviável a permanência de Erenice no governo. Em entrevista ao portal IG, pouco antes da conversa definitiva com Erenice, Lula foi taxativo: “Quando a gente está na máquina pública, não tem o direito de errar. E, se errar, a gente tem de pagar”.

Ao presidente, a agora ex-ministra da Casa Civil afirmou que não suportava mais a pressão. “Minha vida virou um inferno”, teria desabafado. “Vou me defender fora do governo.” Erenice acertou sua exoneração do governo em uma reunião de apenas dez minutos com o presidente Lula.

Ela, então, redigiu uma carta de demissão – devidamente revisada pelo ministro da Comu­­­nicação Social, Franklin Martins – e a divulgou à tarde. Na carta, se diz vítima de “sórdida campanha de desconstituição” da sua imagem e da sua família, e de “pai­­­xões eleitorais” que levaram a “um vale-tudo”.

O presidente Lula decidiu pela saída de Erenice ao avaliar que ela perdeu o “controle” da situação e devido a pesquisas internas do PT apontando que o caso envolvendo seus familiares tinha um alto potencial de dano para a campanha de Dilma – muito maior do que o vazamento de dados fiscais na Receita Federal. Erenice era muito ligada a Dilma e a substituiu quando a petista deixou o governo para se candidatar à Presidência.

Apesar de ter se dobrado à ne­­­­cessidade de demitir Erenice, Lula, à noite, em discurso em Belém (PA), reclamou do “jogo rasteiro da oposição”, sem se referir diretamente às denúncias que envolvem sua ex-ministra. “Pre­­­cisamos dizer para essa elite política rabugenta, que não aceita a gente governando o país, que nós não vamos fazer o jogo baixo que eles fazem”, disse.

Gazeta do Povo

Adeus comidas típicas: Barracas só vão comercializar industrializados

Thiago Pereira

As manhãs de domingo à beira mar, com caranguejos, cerveja gelada e uma boa mariscada, ficarão apenas na memória da população soteropolitana. A proposta de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) confeccionada pela prefeitura de Salvador, com o objetivo de solucionar provisoriamente a situação dos barraqueiros, prevê apenas a comercialização de alimentos industrializados nas praias de Salvador. Pratos tradicionais, que eram preferência dos frequentadores das barracas, como moqueca de peixe, caldos e tira-gostos, estão vetados.

As baianas de acarajé continuarão a ocupar a faixa de areia. Segundo a assessoria de comunicação da prefeitura de Salvador, as quituteiras continuarão com seus tabuleiros nas praias da capital baiana, assim como antes das barracas serem demolidas. O número de baianas, bem como o de barracas provisórias que ocuparão a orla, só será definido após a homologação do TAC.

As discussões sobre a proposta que engloba as barracas provisórias foram concluídas na última quarta-feira (15), após uma reunião de mais de cinco horas, na sede da Advocacia Geral da União, na Avenida Luis Viana Filho (Paralela). De acordo com o secretário de Serviços Públicos e Prevenção à Violência, Fabio Mota, caso homologada, a proposta é convertida em TAC. Após isso, serão realizados ajustes técnicos que garantirão sua aplicabilidade.

O termo também deverá definir as atribuições dos poderes municipais, estaduais e federais bem como as responsabilidades dos comerciantes. O seu prazo máximo de vigência é de um ano, período em que a Prefeitura Municipal reestrutura o projeto definitivo para a requalificação da orla, seguindo as atribuições do projeto Orla Brasil do Governo Federal.

A proposta de TAC foi acordada entre Prefeitura, Ibama, Iphan, governos estadual e federal, além da Advocacia Geral da União, Ministério Público e Superintendência do Patrimônio da União.

Fonte: Tribuna da Bahia

Bahia será um dos primeiros estados a substituir RG por cartão

16/09/2010 18:39

Divulgação
Bahia será um dos estados pioneiros a adotar o novo RG.

A Bahia será um dos primeiros estados a substituir a Carteira de Identidade por um cartão que integrará diversos documentos, como o título de eleitor, CPF e PIS-Pasep. O Comitê Gestor do Sistema Nacional de Registro de Identificação Civil, coordenado pelo Ministério da Justiça, aprovou nesta quinta-feira (16) a utilização do novo documento e divulgou os nomes dos cinco estados, além do Distrito Federal, que participarão do projeto-piloto do sistema.

Além da Bahia, Alagoas, Maranhão, Rio de Janeiro e Santa Catarina terão acesso à nova identidade de forma pioneira. O cartão magnético, com impressão digital e chip eletrônico, terá um número único de registro de identidade civil.

No documento, constarão nome, sexo, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, impressão digital do indicador direito, o órgão emissor, local e data de expedição e de validade. Constará também um código conhecido como MRZ (sigla em inglês para zona de leitura mecânica), uma sequência de caracteres de três linhas que agiliza o processo de identificação da pessoa e das informações contidas no cartão.

Em reunião anterior, o comitê já havia definido o modelo do cartão que substituirá as cédulas a partir de dezembro deste ano. A previsão é emitir dois milhões de cartões no lançamento do sistema. A substituição da carteira de identidade será feita ao longo de nove anos.

Fonte: Tribuna da Imprensa

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