quinta-feira, setembro 16, 2010

Wagner Carvalho/ Parceiro/ Agência O Globo
Wagner Carvalho/ Parceiro/ Agência O Globo
Show!

Morre parceiro de Zeca

O sambista Deni de Lima, 49 anos, parceiro de Zeca Pagodinho, morreu ontem no Hospital Federal do Andaraí (Rio). Ele sofreu um AVC (acidente vascular cerebral) no dia 9. Na última segunda, foi constatada morte cerebral do sambista, mas o organismo dele só deixou de funcionar na quarta-feira. Considerado um dos melhores partideiros da geração de Zeca, Deni, cujo nome oficial era Odemir, frequentava a quadra do Cacique de Ramos, bloco da zona norte do Rio famoso pela roda de samba que revelou astros do ritmo, como Almir Guineto. Foi lá que Deni conheceu Zeca, com quem gravou um "pot-pourri" com 'Hei de Guardar teu Nome', 'Vou lhe Deixar no Sereno' e 'Macumba da Nega' para o primeiro disco de Zeca, em 1986. (Folha de S.Paulo)

Sereia carioca

A carioca Dani Vieira (na foto ao lado), 26 anos, é uma sereia das praias cariocas. A gata, que estuda nutrição, diz que adora se bronzear e que ama as praias do Recreio, principalmente durante a semana porque fica deserta. Para cuidar da silhueta, Dani anda de bicicleta e de patins e ainda malha bastante. A fofa também cuida da alimentação, claro. Ele bebe muita água e come de seis a oito claras de ovo por dia. A receita da bela está mais que dando certo, né?

Veja mais fotos de Dani Vieira

Rapidinhas

Drica

A atriz Drica Moraes gravou ontem em um estúdio no Butantã a campanha do Movimento contra o Linfoma, da Abrale. Drica, que se recupera de um transplante de medula óssea, estava sorridente e bem disposta. É a primeira aparição da atriz na frente das câmeras após o tratamento. A campanha, que também foi gravada por Lima Duarte, ainda não tem data para ir ao ar.
Feliz da vida

Feliz da vida

Milene Domingues está radiante. Ela e Ronaldo Fenômeno chegaram a um acordo sobre a pensão do filho Ronald. Ela assinou as papeladas ontem em Madri. Ronaldo foi representado por seu advogado. Milene deverá ficar até o fim do mês na capital espanhola. Ela quer vender a mansão que tem lá e comprar um apartamento.

Feliz 2

O casarão em Madri está dando muita despesa para a ex do Fenômeno...

Enfim!

A ex-BBB Joseane finalmente recebeu o carro que seu colega e vencedor da décima edição do reality, Marcelo Dourado, havia lhe prometido. "Gente, estou muito feliz. Logo mais postarei a foto do carrão que ganhei do meu amigo", escreveu a bela no Twitter.

Sucesso...

Uma amiga da coluna contou que Carol Macedo, que vem arrasando na pele de Kelly, a irmã de Clara (Mariana Ximenes) em "Passione", ganha R$ 1.700, além da ajuda de custo escolar. É pouco, né?

Na surdina

Malu Mader chegou escondida à 9ª edição do Prêmio Jovem Brasileiro, que ocorreu anteontem no Memorial da América Latina. Tudo para fazer uma surpresa para sua sobrinha Érika Mader, que foi escolhida a melhor apresentadora de TV a cabo.

Emoção

Quando viu a tia nos bastidores, Érika se emocionou muito. Malu saiu correndo da cerimônia, não falou com a imprensa nem posou para fotos.

Voltou

Adriane Galisteu voltou para o spa Sete Voltas. A loira quer desinchar e fortalecer os músculos. Ah, o pequeno Vittorio vai muito bem.
Fonte: Agora

Fotos do dia

Dani Vieira, 26 anos, é uma sereia das praias cariocas Ferrari de R$ 1,4 milhão é apreendida na casa de candidato suspeito de ligação com facção Incêndio atinge a favela de Paraisópolis no início da noite
Problema em trem da CPTM provoca tumulto na estação Guaianases Marcel comemora seu gol na vitória sobre o Atlético-GO por 4 a 2 Neymar discute com Dorival Júnior durante partida no estádio da Vila Belmiro

Leia Notícias do seu time


Eleições


Justiça dá auxílio para lesões pequenas

Gisele Lobato
do Agora

O segurado que sofreu um acidente de trabalho, mas ficou com uma lesão que dificulta o exercício de sua profissão, tem direito ao auxílio-acidente mesmo se a sequela foi pequena e provocou mínima redução da capacidade.

A decisão foi divulgada ontem pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), que não julgará mais o assunto, e deverá ser seguida por todos os tribunais inferiores do país.

O segurado pode trabalhar e receber o auxílio-acidente ao mesmo tempo. O benefício é pago pelo INSS até a concessão da aposentadoria. Recebem hoje o auxílio cerca de 306 mil segurados no país.

Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora nesta quinta,

Presidente do PDT toma partido por João Durval

Evandro Matos

As declarações de apoio do senador João Durval (PDT) aos candidatos ao Senado pela chapa governista, Lídice da Mata (PSB) e Walter Pinheiro (PT), que rendeu reações contrárias por parte dos peemedebistas Geddel Vieira Lima e Severiano Alves (PMDB), provocaram outros desdobramentos no meio político baiano. Ontem, por exemplo, o presidente estadual do PDT, Alexandre Brust, saiu em defesa da posição tomada por Durval e questionou as críticas feitas por Severiano, que até recentemente presidiu o PDT.

“Primeiro, a posição do senador é de ética partidária, porque ele se elegeu em 2006 na coligação que elegeu (Jaques) Wagner governador, que teve o apoio de Lídice e Pinheiro. Então, agora, ele como um senador do PDT, que está na base do governo, é natural que apoie quem o apoiou”, frisou Brust. “Estranho mesmo é a posição de Severiano Alves, que, no meu entendimento, não tem autoridade nenhuma para criticar ou cobrar o senador João Durval por posições políticas”, acrescentou o pedetista.

Afirmando não existir nenhum problema moral na decisão de João Durval, Alexandre Brust saiu da defesa para o ataque, cobrando sobre o episódio da saída de Severiano Alves do PDT, em agosto de 2009.

“Ele, sim, foi infiel ao partido que ele presidia por mais de dez anos, onde teve tratamento especial do ministro Carlos Lupi (hoje, presidente licenciado do PDT), que, inclusive, o guindou a uma vice-presidência nacional”, revelou. “Na hora em que o ministro cobrou dele uma posição de integração à base do governo Jaques Wagner, ele, por razões desconhecidas, alegou que havia assumido compromisso com outro partido e que não poderia deixar de honrar”, frisou.

Brust critica Severiano Alves

Colocando Severiano como ingrato ao PDT, Brust fez ainda outras observações sobre a saída do hoje peemedebista da legenda brizolista. “Diante disso, o ministro (Lupi) cobrou: Já que ele deixou de honrar um compromisso com o seu próprio partido, deixou de ser o presidente do PDT”, lembrou. “Então, é este cidadão que quer cobrar uma posição do senador (João Durval)? Logo ele, que colocou os seus interesses cima do partido, vem falar em banalização da política e interesses pessoais?”, questionou.

Natural - O deputado federal Sérgio Carneiro (PT) também entrou em defesa do senador João Durval, entendendo que o apoio dele a Lidice da Mata e Walter Pinheiro é uma coisa “natural” na política. Ele afastou qualquer possibilidade de ter influenciado na decisão do senador pela sua condição de filho.

“João Durval é um homem com mais de 50 anos de vida política, é experiente e independente nas suas decisões. Não há necessidade de ele ser influenciado. Estranho seria se ele não o fizesse. PDT e PT estão alinhados num projeto nacional", , disse o deputado, através de sua assessoria.

Fonte: Tribuna da Bahia

Supremo não pode explodir súmula do TSE e anular Ficha Limpa

Pedro do Coutto

É muito difícil, para não dizer praticamente impossível, o plenário do Supremo Tribunal Federal anular a súmula do Tribunal Superior Eleitoral e decidir, como desejam os atingidos, pela inconstitucionalidade parcial da Lei da Ficha Limpa. A inconstitucionalidade arguida por Joaquim Roriz, Jader Barbalho e Paulo Maluf, na linha de frente, baseia-se no prazo da vigência a partir de abril de 2011, valendo portanto para as eleições municipais de 2012, não para o pleito de outubro próximo.

Não foi este o entendimento do TSE que, inclusive, editou a súmula a que me refiro, exatamente em sentido oposto ao desta interpretação. Isso de um lado. De outro, o adiamento da entrada em vigor do diploma legal frustraria o próprio eleitorado do país que, por intermédio de várias pesquisas de opinião pública, já se manifestou maciçamente a favor de sua aplicação imediata.

No terceiro vértice do triângulo há o fato – raciocínio do ex-ministro Humberto Braga, do TCE-RJ – de que, se tratando de lei complementar, número 135/2010, o diploma da Ficha Limpa incorpora-se ao texto constitucional, como todas as leis complementares, já que elas completam e explicitam dispositivos permanentes da Carta Magna.

Assim, o Congresso Nacional, por unanimidade , única que me lembre desde a Constituinte de 46, considerou a iniciativa Ficha Limpa tão legítima quanto constitucional. Pois, se assim não fosse, a teria aprovado com outra redação. Sob este prisma, o STF, para postergar sua efetiva entrada em vigor, chocar-se-ia com a enorme maioria da população, com o Poder Legislativo e com o próprio Judiciário que já se pronunciou por intermédio do TSE. Vale acentuar mais um detalhe importante: pelo artigo 121 da Constituição de 88, o Tribunal Eleitoral é a instância máxima das questões que envolvem e se desenvolvem em torno do voto e da urna. Exceção de casos que se refiram a dúvidas constitucionais. Mas que dúvida? Nenhuma. Pois esta, se houvesse, teria sido já ultrapassada pela súmula do mesmo TSE, a qual os alcançados pelo veto legal tentam torpedear.

Muito dificilmente poderão conseguir êxito. Pois uma decisão da Corte Suprema nesse sentido causaria uma revolta no sentimento de justiça e na esperança popular. Além disso, ainda existe o empecilho regimental do STF. A declaração de inconstitucionalidade exige mais de seis votos favoráveis, sessenta por cento do plenário. E este, no momento, está composto por dez de seus onze ministros, conseqüência da aposentadoria recente de Eros Grau. Quase impossível obter 7 votos.

Sobretudíssimo – como gostava de dizer meu amigo Antonio Houaiss – até o momento nenhuma ação de declaração de inconstitucionalidade deu entrada no Supremo. Somente casos isolados. Por quê? Exatamente porque seus autores, no fundo, temem a negativa conjunta. Mais que provável.

Um outro assunto. O excelente jornalista Josias de Souza publicou reportagem na edição de 10 de setembro da Folha de São Paulo, manchete do caderno sobre eleições, revelando que a Polícia Federal decidiu convocar Verônica Serra, filha do candidato do PSDB, e seu marido, Alexandre Bougeois, para deporem nas investigações que envolvem a falsificação de procuração da primeira, e autorização de acesso fiscal do segundo. Ambos são vítimas de um triller criminal aberto pelo sombrio contador Antonio Carlos Atella Ferreira e, na sequência, com a participação material da funcionária Lúcia Milan. O advogado de Verônica Serra, Sergio Rosental, disse sexta-feira que ela fará exame grafotécnico. Será que desconfiam dela? Exame grafotécnico devem fazer os falsificadores.

Fonte: Tribuna da Imprensa

Recurso de Joaquim Roriz chega ao Supremo

Ação do ex-governador do DF é a primeira que chega ao STF, e balizará decisão final da Justiça sobre a Lei da Ficha Limpa

Mário Coelho

O primeiro recurso extraordinário contestando decisão tomada com base na Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10) chegou nesta quarta-feira (15) ao Supremo Tribunal Federal (STF). A contestação do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC), que busca o quinto mandato à frente do Executivo local, questiona a posição tomada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em agosto, de barrar sua candidatura aplicando as novas regras de inelegibilidade. O relator será o ministro Carlos Ayres Britto.

TSE manda recurso de Roriz para o STF

Ministro rejeita recurso de Roriz contra Ficha Limpa

A defesa de Roriz elenca quatro argumentos para tentar reverter a posição tomada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF), que mais tarde foi confirmada pelo TSE. Primeiro, os advogados do ex-governador afirmam que a Lei da Ficha Limpa não poderia ser aplicada nas eleições de outubro. Isso por conta do artigo 16 da Constituição Federal, que prevê o princípio da anualidade em leis eleitorais. Porém, o entedimento do TSE foi outro. Para a maioria dos ministros, a norma não altera o processo eleitoral. Por isso, não é necessária a aplicação do princípio constitucional.

No recurso, outro argumento usado é que a renúncia de Roriz ao mandato de senador, em 2007, configurou um "ato jurídico perfeito", protegido pela Constituição Federal e, por isso, não pode ser causa de inelegibilidade. Para os advogados do ex-governador, como ele renunciou três anos antes da lei ser sancionada, não tinha como saber que, no futuro, deixar o cargo definitivamente poderia deixa-lo de fora das próximas eleições.

Em outro ponto, argumenta que a Lei da Ficha Limpa viola o princípio da presunção de inocência e também caracteriza um abuso do poder de legislar ao estipular um prazo de inelegibilidade que ofende o princípio constitucional da proporcionalidade. Por fim, sustenta que o indeferimento do seu registro de candidatura afronta o princípio do devido processo legal também previsto no artigo 5º da Constituição Federal.

Em julho de 2007, Roriz renunciou ao mandato de senador para o qual foi eleito em outubro de 2006 por conta de uma representação do Psol por quebra de decoro. A representação do Psol referia-se aos fatos investigados pela Operação Aquarela, que obteve gravações de ligações telefônicas em que Roriz aparecia discutindo a partilha de um cheque de R$ 2 milhões do empresário Nenê Constatino, dono da empresa Gol Linhas Aéreas. Na defesa, o então senador afirmou que a conversa era para fechar a compra de uma bezerra.

Fonte: Congressoemfoco

Por que Marina ainda não decolou

“Se tivesse que apostar nas razões para Marina ainda não ter decolado nestas eleições, diria que é porque, primeiro, ela não é “a mulher do cara”. E, segundo, pela falta de compreensão que a maior parte da população tem sobre o discurso da sustentabilidade”

Recentemente, uma jornalista perguntou para uma senhora moradora de uma cidade satélite de Brasília em quem ela votará para presidente da República no próximo dia 3 de outubro. A senhora, muito humilde, respondeu, sem hesitar: “Vou votar na Vilma, a mulher do Lula”. A Vilma – que não é a mulher do Fred Flintstone, pai da Pedrita e do Bamm Bamm – se chama Dilma e é conhecida como “a mulher do cara”, sendo o cara, o presidente Lula, que foi chamado de “o cara” por Barack Obama, presidente dos Estados Unidos.

Dilma-Vilma lidera as pesquisas de intenção de voto com vantagens consideráveis em relação aos seus principais concorrentes. Ao que tudo indica, a mulher do cara deve vencer as eleições no primeiro turno, a não ser que haja alguma surpresa... Apesar do favoritismo, Vilma tem perdido nos últimos dias pontos para a mulher que não é do cara, mas que já participou do governo do cara: a ex-ministra do Meio Ambiente e candidata do PV, Marina Silva.

Pesquisa do Datafolha, divulgada nesta semana, mostra que Marina tem crescido nas pesquisas entre eleitores que têm maior escolaridade e renda. Dos eleitores com ensino superior entrevistados, enquanto Vilma perdeu cinco pontos percentuais, Marina Verde cresceu quatro. Houve crescimento da candidata do PV também entre os que têm maior renda familiar mensal. A petista do cara perdeu sete pontos percentuais e a candidata do PV ganhou seis.

O crescimento da candidata do PV nas intenções de voto já era esperado pelos envolvidos na campanha de Marina, segundo afirma o presidente regional do PV no Rio de Janeiro, Alfredo Sirkis. Entusiasmado com o crescimento da candidata verde também por estado, Sirkis assegura que o partido tem esperanças de Marina ir para o segundo turno. Segundo o Datafolha, a candidata do PV ultrapassou, no Distrito Federal, o principal adversário de Dilma – o candidato do PSDB, José Serra, o Zé, como ele prefere ser chamado – e cresceu entre eleitores do Rio de Janeiro e de São Paulo.

“A gente já vinha prevendo, há um certo tempo, esse crescimento. São eleitores de um PT light, que se identificam mais com a Marina do que com Dilma. Mas esse é um segmento que por si só não será suficiente para ultrapassar o Serra e forçar um segundo turno, porém ele serve de detonador, é uma espoleta”, disse Sirkis, adiantando que o partido vai reforçar a campanha entre “mulheres pobres e o povo cristão”.

Sirkis tem razão. Para abrir fogo contra o adversário, os votos da elite, por si só, não são suficientes para definir uma eleição presidencial. O que define é o voto dos mais de 100 milhões de brasileiros que sairam da pobreza, beneficiados com programas sociais implementado no governo do “cara”. Marina, então, para fazer a diferença e ir para um segundo turno, teria que crescer entre os fiés seguidores do cara, que estão instalados nas camadas mais baixas da população. E aí é que mora o desafio.

No último debate entre os presidenciáveis, realizado pela Rede TV e pela Folha de S. Paulo, a jornalista Patrícia Zorzan fez uma pergunta emblemática, que revela o tamanho do desafio do Partido Verde. A jornalista questionou se Marina achava viável dizer aos brasileiros da classe C – que hoje são mais 100 milhões de pessoas, a maioria delas saiu há pouco tempo da linha de pobreza e agora começa a consumir – que, em nome da sustentabilidade do planeta, eles não poderão comprar como sempre sonharam.

A resposta de Marina foi efusiva: “As pessoas não precisam deixar de viver bem para proteger o meio ambiente e os recursos naturais. Aliás, para se viver bem, e continuar tendo condições de consumir, é fundamental que se tenha biodiversidade, terra fértil, água potável, ar puro. Essa concepção equivocada de opor meio ambiente a desenvolvimento é que precisa ser banida da face da Terra. O problema é que uma boa parte dos políticos e dos partidos, o PT e o PSDB, têm uma visão equivocada do desenvolvimento”.

Consumo e preservação ambiental ainda são colocados pela maioria dos brasileiros em lados antagônicos da balança do desenvolvimento – ainda que de lado opostos estejam, na verdade, o consumismo e a preservação. Se eu tivesse que apostar nas razões para Marina ainda não ter decolado nestas eleições, diria que a falta de teto para a candidata verde alçar voos maiores é porque, primeiro, ela não é “a mulher do cara”. E, segundo, justamente pela falta de compreensão que a maior parte da população tem sobre o discurso da sustentabilidade, bandeira número um da campanha do PV.

Fonte: Congressoemfoco

quarta-feira, setembro 15, 2010

Confira quais são as 10 cervejas mais vendidas no mundo

Todas elas são claras, leves, não têm mais de 5% de concentração de álcool

por SUPER INTERESSANTE

A revista Super conseguiu, com exclusividade, a lista das cervejas mais vendidas em 2009. Todas elas são claras, leves, não têm mais de 5% de concentração de álcool e patrocinam algum tipo de esporte. Duas delas são light (!), três são chinesas e uma é brasileira. E você sabia que a Skol é dinamarquesa?



10. Yanjing

Tipo: Pale lager (cor clara e muito transparente, sabor moderadamente amargo)

Volume de álcool: 4.5% (garrafa 330mL)

Terra natal: China

Patrocinou: Olimpíadas de Beijing

É cerveja oficial do Partido Comunista Chinês.





9. Coors Light

Tipo: Light (102 Kcal por lata de 350 mL)

Volume de álcool: 4,2%

Terra natal: Canadá

Patrocina: a Liga Nacional de Futebol Americano (NFL) e as corridas de Nascar.

Todas as suas embalagens vêm com “Certificado de Frio”: uma tinta especial que muda de cor quando a temperatura fica a menos de 4°C.





8. Heineken

Tipo: Pale lager

Volume de álcool: 4,3%

Terra natal: Holanda

Patrocina: UEFA (União das Federações Europeias de Futebol) e diversos festivais musicais pela Europa, como o Oxegen, maior festival de música da Irlanda.

Possui um aplicativo pra iPhone conectado ao Facebook que serve para chamar seus amigos virtuais pra beber – na vida real, supostamente.





7. Tsingtao

Tipo: Pilsener (pálida, amarela e com presença de lúpulo)

Volume de álcool: 4,7%

Terra natal: China

Patrocinou: Olimpíadas de Beijing

Criada por alemães instalados na região, passou pelas mãos de japoneses e famílias chinesas até ser estatizada.





6. Brahma

Tipo: Pilsener

Volume de álcool: 5%

Terra natal: Brasil

Patrocina: Seleção Brasileira de Futebol, Copa do Mundo, Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos e carnaval de diversas cidades brasileiras.

Já teve Fernanda Montenegro, Maitê Proença, Mussum e Luiz Gonzaga como garotos propaganda da marca.



5. Corona

Tipo: Pale lager

Volume de álcool: 4,6%

Terra natal: México

Patrocina: Associação Profissional de Golf Feminino (LPGA), as corridas de Nascar no México, além de promover o Corona Music Fest, também no México.

Sua garrafa é transparente, “marca registrada” que faz com que ela se estrague mais rápido quando exposta ao sol ou a lâmpadas fortes. Talvez os mexicanos bebam no escuro.





4. Budweiser

Tipo: American Lager (Leves, claras, gaseificadas e aguadas)

Volume de álcool: 5%

Terra natal: Estados Unidos

Patrocina: Copa do Mundo, uma equipe de corrida Nascar e cavalos Clydesdales, utilizados para divulgação da marca.

Compartilha o mesmo nome da cerveja tcheca produzida em Budweis desde o século XIII (a americana foi criada em 1876). A justificativa da Bud americana é que a coincidência se deve ao estilo da cerveja (Budweiser significa “de Budweis”). A confusão dos nomes faz com que a marca americana seja vendida como Bud na Europa, onde a Budweiser Budvar (a tcheca) também é distribuída.





3. Skol

Tipo: Pilsener

Volume de álcool: 4,7%

Terra natal: Dinamarca

Patrocina: Seleção Brasileira de Futebol, Brasil Surf Pro (circuito de surf brasileiro), Carnavais de Recife e Olinda (PE), festas de São João em Campina Grande e Patos (PB), e diversos shows musicais. Possui um festival de música que acontece por todo o país, o Skol Beats.

Skol vem da expressão sueca “Skål”, que significa ‘Saúde!’ e é utilizada quando os loirinhos lá do norte fazem um brinde. É Dinamarquesa, mas tem licença para ser fabricada no Brasil desde 1967.





2. Bud Light

Tipo: Light (95 Kcal por lata de 350 mL)

Volume de álcool: 4,2%

Terra natal: Estados Unidos

Patrocina: NBA (Associação Nacional de Basquete dos EUA), UFC (associação americana de MMA), seleção mundial mexicana de futebol, entre outros.

Era a cerveja mais vendida no mundo até ser desbancada pela…:





1. Snow

Tipo: American Lager

Volume de álcool: 4,3%

Terra natal: China

Patrocina: Uma edição do “Man Vs Wild”, reality show do Discovery Channel britânico parecido com o No Limite, traduzido no Brasil como “À prova de tudo”.

Na China, é chamada de Xue Hua, que significa, literalmente, “flor da neve”.

É a única cerveja da lista vendida exclusivamente em um país – sorte dela que é no de maior população do planeta!

Fonte: The U.S. Beer Market: Impact Databank Review & Forecast, 2010 Edition

Fonte: Maceió Agora

Horário de Verão começa em 17 de outubro

Medida vale para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste

por G1

O Ministério de Minas e Energia informou nesta quarta-feira (15) que o horário de verão terá início em 17 de outubro deste ano e se estenderá até 20 de fevereiro de 2011.

O governo lembrou que o decreto presidencial número 6.558/2008 determina que a temporada para ajustar os ponteiros do relógio deve ter início no terceiro domingo do mês de outubro, prolongando-se até o terceiro domingo de fevereiro do ano subsequente.

"A norma possui o objetivo de conscientizar a população em relação ao aproveitamento da luz natural, além de estimular o uso, de forma racional, de energia elétrica. Na prática, o adiantamento do horário em uma hora diminui o carregamento nas linhas de transmissão, subestações e nos sistemas de distribuição, de forma que, o atendimento em épocas de maior consumo ocorra com maior eficiência", informou o Ministério de Minas e Energia, por meio de nota.

O horário de verão é válido para as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste do país. Em todas as regiões onde foi aplicada a medida contabilizou-se uma redução média na demanda de aproximadamente 5%, acrescentou o governo.

Outros países
Segundo o Ministério de Minas e Enerrgia, atualmente há vários países que fazem mudança no horário convencional para aproveitar a luminosidade do verão. Entre eles, estão os países membros da União Européia, a maioria dos países que formavam a antiga União Soviética, a maioria do Oriente Médio (Irã, Iraque, Síria, Líbano, Israel, Palestina), parte da Oceania (Austrália, em parte do seu território, e Nova Zelândia), a América do Norte (Canadá, Estados Unidos e México), alguns da América Central (Cuba, Honduras, Guatemala, Haiti e Bahamas) e da América do Sul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile).

O governo lembra que boa parte dos países que adota a medida está situada nas regiões consideradas como tropicais, como o Brasil e o Paraguai, na América do Sul, Cuba, Honduras, Guatemala e Haiti, na América Central, o México, na América do Norte, a Austrália, na Oceania, o Egito e o Marrocos, na África. Acresenta que, nos Estados Unidos, a medida se consolida no chamado “Daylight Savings Time”, que começa normalmente no primeiro domingo de abril e dura até o último domingo de outubro.

Norte e Nordeste
Sobre a não aplicação do horário de verão nos estados do Nordeste e Norte, o Ministério de Minas e Energia lembra que experiência demonstrou que a aplicação do horário de verão é mais efetiva quando abrange "regiões geo-elétricas mais definidas". Acrescenta que a opção pela aplicação nas regiões Sul e Sudeste/Centro Oeste justifica-se pelos "melhores resultados alcançados", e por se constituírem estes mercados na maior parte da carga do país.

"A sua aplicação nos submercados Norte e Nordeste não foi recomendada devido aos pequenos benefícios estimados nas avaliações do Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS", acrescenta o governo. Os fundamentos de aplicação do horário de verão, segundo o Ministério de Minas e Energia, mostram que "quanto mais próximo aos trópicos tal aproveitamento é mais intensivo e quando se afasta destes e se aproxima da linha do Equador, se reduz o aproveitamento, tendo em vista a menor intensificação da luz natural ao longo do dia, no verão".
Fonte: Maceió Agora

Tiririca deve ter o dobro de votos de Clodovil, diz jornal

Com cerca de 1 milhão de votos, Tiririca seria capaz de eleger até outros quatro candidatos de sua coligação (que inclui PR, PT e PC do B), avaliou o presidente do Ibope

por ABRIL.COM

Clodovil recebeu 493 mil votos nas eleições de 2006 e ficou entre os deputados mais votados (Foto: Reprodução)

O comediante e candidato a deputado federal pelo Partido da República (PR) Tiririca lidera as pesquisas de intenção de voto em São Paulo. Estima-se que o dono do slogan “Pior que tá não fica” receba 1 milhão de votos no pleito de 3 de outubro – Clodovil recebeu 493 mil votos nas eleições de 2006 e ficou entre os deputados mais votados. As informações são do jornal “Extra”.

Segundo a publicação, Carlos Augusto Montenegro, presidente do Ibope, afirmou: “Não acharia uma aberração se Tiririca recebesse 1 milhão de votos”. Com esse patamar, ele seria capaz de eleger até outros quatro candidatos de sua coligação (que inclui PR, PT e PC do B), avaliou Montenegro.

Fonte: Maceió Agora

Presidente emérito do DEM aconselha Lula a não beber antes de comícios

O petista disse que é preciso “extirpar” o Democratas do Brasil

O presidente emérito do DEM, Jorge Bornhausen, atribuiu à ingestão de bebidas alcoólicas os ataques feitos pelo presidente Lula na segunda-feira (13), durante comício em Santa Catarina. O petista disse que é preciso “extirpar” o partido do democrata do Brasil, justamente no estado em que ele começou a carreira política.

Bornhausen afirmou à Folha.com que a manifestação é “chavista, incompatível com a democracia”. “Aconselho o presidente Lula a não faltar com a verdade, a não inaugurar obras inacabadas e a não ingerir bebida alcoólica antes dos comícios."

Em 2005, na época do escândalo do mensalão, o presidente emérito do DEM afirmou que “estaremos livres dessa raça por pelo menos 30 anos”, em referência ao PT, o que Lula disse ser “alimentar ódio”. Na segunda-feira (13), Jorge Bornhausen já havia chamado Lula de “protótipo do ditador” e o associado ao nazismo.

Fonte: Maceió Agora

Lula: Precisamos extirpar DEM da política brasileira

Extraído de: Maceió Agora

Em 2005, nas pegadas do escândalo do mensalão, Jorge Bornhausen, hoje presidente de honra do DEM, previra um futuro sinistro para o PT.

Bornhausen dissera: A gente vai se ver livre desta raça por, pelo menos, 30 anos.


Na noite desta segunda (13), num comício realizado em Santa Catarina, Estado de Bornhausen, Lula disse coisa semelhante sobre o DEM:

Nós precisamos extirpar o DEM da política brasileira.

Ao lado de Dilma Rousseff e de Ideli Salvati, candidatas do PT à Presidência e ao governo catarinense, Lula nominou o inimigo:

Não quero crer que esse povo extraordinário de Santa Catarina vá pensar em colocar no governo alguém de um partido que alimenta ódio...

...Alguém de um partido que entrou na Justiça para acabar com Prouni, como o DEM entrou...

...Nós já aprendemos demais, já sa sabemos quem são os Bornhausen. Eles não podem vir disfarçados carneiros. Já conhecemos as histórias deles.

Ao referir-se à família no plural, Lula incluiu, além do patriarca, o filho dele, deputado Paulo Bornhausen, filho de Jorge e líder do DEM na Câmara.

Em Santa Catarina, o DEM concorre ao governo com o senador Raimundo Colombo, segundo colocado nas pesquisas, atrás de Angela Amin (PP) e à frente de Ideli.

No plano nacional, o partido de Bornhausen é o principal aliado do tucano José Serra.

Lula escalou o palanque em Joinville. A certa altura, lembrou que já estivera na cidade para pedir votos para Luiz Henrique (PMDB).

Fechado com Serra e Colombo, Luiz Henrique disputa o Senado, depois de presidir o Estado coligado a tucanos e demos.

Fico preocupado porque, quando eu ainda nem conhecia Joinville, vim aqui apoiar Luiz Henrique...

...Quando ele foi eleito governador, pensava que era para mudar o Estado. E ele trouxe de volta o DEM, que nós prescisamos extirpar da política brasileira.

Ao pedir votos para Ideli, Lula disse que a petista enfrenta a direita raivosa, a direita com ódio. Súbito, recuou no tempo.

É a mesma direita que articulou e levou o Getulio Vargas a dar um tiro no coração, a mesma direita que levou o João Goulart a renunciar...

É a mesma direita que disse que Juscelino Kubitschek não podia ganhar, se ganhasse não tomava posse e se tomasse posse não ia governar...

...Essa mesma direita tentou fazer o mesmo comigo em 2005. E não fez porque eu tinha ingrediente a mais.

Nesse ponto, Lula dirigiu-se à platéia: Eu tinha vocês. Eles nunca tinham lidado com um presidente que tinha nascido no berço da classe oporária desse país.

Quando eles queriam que eu ficasse em Brasília ouvindo o discurso deles, eu disse pra Dilma: fique em Brasília que eu vou pras ruas enfrentá-los.

Lula ergueu o tom de voz. E voltou-se novamente para o presente: Vou pras ruas enfrentá-los e derrotá-los, como estamos fazendo agora nesse momento.

Fonte: jusbrasil

Os escândalos políticos midiáticos

Por Venício A. de Lima, do Observatório da Imprensa

Tão logo as pesquisas revelaram que uma das candidatas à presidência da República havia atingido índices de intenção de voto difíceis de serem revertidos, e que os resultados indicavam a possibilidade de decisão ainda no primeiro turno, a grande mídia e seus "formadores de opinião" reagiram prontamente. Insistiram eles que fatos novos poderiam ocorrer e que ainda era muito cedo para cantar vitória.

Um exemplo: sob o título "Festa na véspera", a principal colunista de economia do jornal O Globo escreveu em sua coluna "Panorama Econômico" do dia 31 de agosto:

"Então é isso? Uma eleição cuja campanha começou antes da hora acabou antes que os votos sejam depositados na urna? (...) Fala-se do futuro como inexorável. O quadro está amplamente favorável a Dilma Rousseff, mas é preciso ter respeito pelo processo eleitoral. Se pesquisa fosse voto, era bem mais simples e barato escolher o governante."

Simultaneamente, a poucas semanas do primeiro turno das eleições, os jornalões, a principal revista semanal e a principal rede de televisão abriram fartos espaços para a divulgação de "escândalos" com a óbvia intenção de atingir a reputação pública da candidata favorita.

O primeiro, diz respeito a vazamento de informações sigilosas da Receita Federal ocorridos em setembro de 2009 [antes, portanto, da escolha oficial dos candidatos e do início da campanha eleitoral]. O "escândalo" foi imediatamente comparado com o caso Watergate, que levou à renúncia o presidente dos EUA Richard Nixon, em 1974, e também à prisão de integrantes do PT em hotel de São Paulo, em 2006. A narrativa midiática logo passou a referir-se a ele como "Aloprados II" e/ou "Receitagate".

O segundo, que surge tão logo o primeiro parece não ter atingido os objetivos esperados, faz um incrível malabarismo ao tentar incriminar a candidata favorita através de ações de lobby e tráfico de influência atribuídos ao filho de sua ex-auxiliar. Um exemplo: a manchete de primeira página da Folha de S.Paulo de domingo (12/9): "Filho do braço direito de Dilma atua como lobista".

O que estaria acontecendo na grande mídia brasileira?

Controle e dinâmica

Em abril de 2006, no correr da "crise do mensalão", escrevi neste Observatório [ver "Escândalos midiáticos no tempo e no espaço"] sobre o conceito de "escândalo político midiático" (EPM) desenvolvido pelo professor da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, John B. Thompson, em seu aclamado O escândalo político – Poder e visibilidade na era da mídia (Vozes, 1ª edição, 2002).

O momento é oportuno para retomar os ensinamentos de Thompson.

Os EPM surgem historicamente no contexto do chamado jornalismo investigativo, combinado com o crescimento da mídia de massa e a disseminação das tecnologias de informação e comunicação. E, sobretudo, no quadro das profundas transformações que ocorreram na natureza do processo político, ainda dependente, em grande parte, da mídia tradicional. Envolve indivíduos ou ações situados dentro de um campo ligado à aquisição e ao exercício do poder político através do uso, dentre outros, do poder simbólico. Fundamentalmente, o exercício do poder político depende do uso do poder simbólico para cultivar e sustentar a crença na legitimidade.

O poder simbólico, por sua vez, refere-se à capacidade de intervir no curso dos acontecimentos, de influenciar as ações e crenças de outros e também de criar acontecimentos, através da produção e transmissão de formas simbólicas. Para exercer esse poder, é necessário a utilização de vários tipos de recursos, mas, basicamente, usar a grande mídia, que produz e transmite capital simbólico – vale dizer, controla a visibilidade pública. A reputação, por exemplo, é um aspecto do capital simbólico, atributo de um indivíduo ou de uma instituição. O que está em jogo, portanto, num EPM é o capital simbólico do político, sobretudo sua reputação.

Como a grande mídia se tornou a principal arena em que as relações do campo político são criadas, sustentadas e, ocasionalmente, destruídas, a apresentação e repercussão dos EPM não são características secundárias ou acidentais. Ao contrário, são partes constitutivas dos próprios EPM.

Escândalo político midiático, portanto, é o evento que implica a revelação, através da mídia, de atividades previamente ocultadas e moralmente desonrosas, desencadeando uma seqüência de ocorrências posteriores. O controle e a dinâmica de todo o processo deslocam-se dos atores inicialmente envolvidos para os jornalistas e para a mídia.

Jogo de poder

Na verdade, a grande mídia ainda detém um enorme poder de legitimar a esfera propriamente política através do tipo de visibilidade pública que a ela oferece. Os atores da esfera política dependem de visibilidade na esfera midiática para se elegerem e/ou se manterem no poder. Através desse poder, próprio da esfera midiática, a grande mídia tenta submeter e controlar o processo político, em particular os processos eleitorais. É aí que surgem os EPM.

Não seria exatamente a tentativa de controlar a esfera propriamente política o último recurso que a grande mídia – declaradamente oposicionista pela voz da presidente da ANJ – estaria a exercer na construção de EPM a poucas semanas das eleições?

Será que o Brasil de 2010 é o mesmo de 2006, quando tentativa semelhante levou as eleições presidenciais para o segundo turno?

O que está realmente em jogo é o poder da mídia tradicional – e, por óbvio, dos grupos dominantes do setor – em tempos de profundas transformações nas comunicações. Em tempos de internet.

Quem viver verá.


(Envolverde/Observatório da Imprensa)

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