quinta-feira, agosto 05, 2010

Roriz (voto Pertence)

Senhor Presidente,

Confesso que, apesar de grande esforço, não consegui chegar convencido a esta sessão.

Tinha intenção de pedir vista, se meu voto ainda fosse relevante para a solução da controvérsia.

Durante os debates, no entanto, com os proficientes votos proferidos e com as extintivas sustentações produzidas, creio ter me convencido e definido minha posição.

Com o resultado do julgamento definido e em respeito às partes, a esta corte e à celeridade inerente ao processo eleitoral, desisti de meu pedido de vista e tentarei, em breves considerações fundamentar o que concluí.

Mantendo minhas reservas à posição do Tribunal Superior Eleitoral, que permitiu a aplicação da Lei 135/2010 a essas eleições, entendo irrelevante a discussão a esse respeito na hipótese dos autos.

A meu ver, antes mesmo de se discutir se a alínea “k” do art. 1º da Lei 135/2010 pode ser aplicada a esta eleição, é preciso verificar se ela poderia retroagir para transformar um ato realizado no exercício regular de direito e que não trazia em si qualquer irregularidade, pode ser suficiente para restringir o direito político de um candidato, impedindo-o de participar dessa eleição, sem infringir o disposto no art. 5º, XXXVI da Constituição Federal.

Na hipótese, o impugnado renunciou ao seu mandado de Senador em 2007 e, conforme ressaltado pela própria defesa, o fez para evitar sua cassação e a imposição da pena de 8 anos de inelegibilidade.

Àquela época, nenhuma restrição se fazia ao ato de renúncia, se praticado antes do recebimento de eventual denúncia que pudesse levar à sua cassação.

Com as alterações trazidas à Lei Complementar 64/90 pela Lei 135/2010, houve uma mudança na vontade do legislador, que, motivado por projeto de lei de iniciativa popular, passou a atribuir à renuncia consolidada em 2007, motivo suficiente para a inelegibilidade do impugnado, restringindo, assim, seu direito político.

A meu ver, não há como não se ver violado o Art. 5º XXXVI da CF pela restrição dos direitos políticos do impugnado em função de um ato que, à época em que praticado, era completamente regular e que já se consolidou no tempo, produzindo todos seus efeitos jurídicos.

Recentemente, o Supremo Tribunal Federal entendeu que o nepotismo feria o Princípio da Moralidade e editou a Súmula Vinculante n° 13. Isso se deu em 2008, a partir daí tendo de se adequar àquela vedação os mais diversos órgãos públicos, onde o nepotismo era tolerado historicamente. Eu fico imaginando o absurdo que representaria se, hoje, se dissesse que quem contratou ou foi contratado naquela situação estaria, por isso, inelegível.

Quem age de acordo com a lei vigente, não pode nunca ter seus direitos restringidos por lei posterior, por mais imorais, repugnantes ou mesmo ilegais que eles venham a se tornar em outro momento legislativo.

É por essas razões, Senhor Presidente, que, com todas as vênias aos votos já proferidos, muito melhor elaborados que o meu, ouso divergir da maioria já consolidada para deferir o registro.

ACÓRDÃO PUBLICADO EM SESSÃO NOS TERMOS DO ART. 48 § 3º DA RESOLUÇÃO 23.221 – TSE

ACÓRDÃO PUBLICADO EM SESSÃO NOS TERMOS DO ART. 48 § 3º DA RESOLUÇÃO 23.221 – TSE

PODER JUDICIÁRIO

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO DISTRITO FEDERAL

ACÓRDÃO Nº 3627

Classe:

38 – Registro de Candidatura

Num. Processo:

1616-60

Assunto:

REGISTRO DE CANDIDATURA - RRC - CANDIDATO - CARGO - GOVERNADOR

Requerente:

COLIGAÇÃO ESPERANÇA RENOVADA

(PP/ PSC / PR / DEM / PSDC / PRTB / PMN / PSDB / PT do B)

Interessado:

JOAQUIM DOMINGOS RORIZ, CARGO GOVERNADOR

Advogados:

DR. PEDRO GORDILHO – OAB/DF Nº 138 E OUTROS

Impugnante:

MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL

Impugnantes:

ANTÔNIO CARLOS DE ANDRADE E DIRETÓRIO REGIONAL DO PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE NO DISTRITO FEDERAL

Advogados:

DR. ANDRE BRANDÃO HENRIQUES MAIMONI – OAB/DF Nº 29.498 E OUTROS

Impugnante:

JÚLIO PINHEIRO CARDIA

Advogada:

DRA. NUARA CHUEIRI – OAB/DF Nº 29.099

Relator:

JUIZ LUCIANO VASCONCELLOS

EMENTA

PEDIDO DE REGISTRO – PRODUÇÃO DE PROVA ORAL – DESNECESSIDADE – INDEFERIMENTO – AÇÃO DE IMPUGNAÇÃO – LEGITIMIDADE ATIVA – EXISTÊNCIA – QUITAÇÃO COM A JUSTIÇA ELEITORAL – EXISTÊNCIA – RENÚNCIA A CARGO DE SENADOR – CAUSA DE INEXIGIBILIDADE – ATO JURÍDICO – RESPEITO – LEI CUMPRIMENTO - INDEFERIMENTO.

1) – Não exigindo o ponto controverso a produção de prova oral, seja porque ele envolve somente questão de direito, seja porque, se fático, documentos que o elucidam se tem nos autos, deve ela ser indeferida, nos exatos termos do artigo 40, da Resolução TSE 23.221/2010.

2) – Tem candidato ao cargo de deputado distrital legitimidade para apresentar ação de impugnação de candidatura, que lhe é dada pelo artigo 37 da Resolução TSE 23.221/2010.

3) – Não se dando trânsito em julgado da decisão que impôs multa, havendo recurso que a questiona, presente não se faz a causa de inexigibilidade prevista no § 7º, do artigo 11, da Lei 9.504/97.

4) – Quem renuncia a cargo de Senador da República, depois de apresentação de Representação que pode levar à abertura de processo capaz de levar à cassação do mandato, está alcançado pelo artigo 1º, I, k, da Lei Complementar 64/90, com as alterações sofridas em razão da Lei Complementar 135/2010.

5) – Não fere o artigo 16 da Constituição Federal lei que entra em vigor antes da realização de convenções partidárias, porque são elas que marcam o termo inicial do processo eleitoral.

6) – Não fere ato jurídico perfeito a exigência de cumprimento de lei em vigor quando do pedido de registro de candidatura, não se podendo esquecer que leis devem ser cumpridas, como quer o artigo 3º, da Lei de Introdução do Código Civil Brasileiro.

7) – Pedido de registro indeferido. Preliminares rejeitadas.

Acordam os juízes do TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO DISTRITO FEDERAL, LUCIANO VASCONCELLOS – relator, HILTON QUEIROZ, JOSÉ CARLOS SOUZA E ÁVILA, MARIO MACHADO, EVANDRO PERTENCE E RAUL SABOIA – vogais, em julgar procedente a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura e indeferir o pedido de registro de candidatura ao cargo de governador pelo candidato Joaquim Domingos Roriz, nos termos do voto do Relator. Decisão POR MAIORIA, de acordo com a ata do julgamento e as notas taquigráficas.

Brasília (DF), em 04 de agosto de 2010.

Desembargador JOÃO MARIOSI

Presidente

Juiz LUCIANO VASCONCELLOS

Relator

Ciente: RENATO BRILL DE GÓES

Procurador Regional Eleitoral

Brasil merece congresso digno e honrado, ressalta Waldir Pires

Chamaram-me a atenção duas afirmações de Waldir Pires, na Carta Aberta que está divulgando em apoio à candidatura de Emiliano, 1331, a deputado federal:

O País precisa de um Congresso
que seja digno e honrado


“A democracia não pode ser mais uma utopia. O caminho aberto pelo governo do presidente Lula há de ser consolidado e avançará no governo de Dilma, candidata de Lula e nossa à presidência da República, com apoio de um Congresso que seja digno, honrado e ético”.

Waldir Pires



Precisamos eleger Emiliano pela
sua competência e retidão


“Emiliano tem uma excelente trajetória de vida de trabalho. É a confiança, no mérito e na retidão, de que teremos um grande representante no Parlamento, para construção de um verdadeiro estado Democrático, justo e próspero que peço-lhe o voto, para Emiliano deputado federal 1331”.

Waldir Pires
# posted by Oldack Miranda/Bahia de Fato

Comissão do Senado proíbe justa causa em situação de alcoolismo

Projeto foi aprovado nesta quarta pela Comissão de Assuntos Sociais. Proposta ainda depende de aprovação da Câmara dos Deputados


A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira (4) um projeto que proíbe a demissão por justa causa de trabalhadores dependentes de álcool. A demissão só será permitida se o dependente recusar tratamento. Como tem caráter terminativo, o projeto segue direto para a Câmara dos Deputados.

Atualmente, o alcoolismo é considerado uma das causas para demissão por justa causa na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). O mesmo vale para os servidores públicos.

O autor do projeto, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), argumenta que a legislação deveria ter evoluído para tratar o tema como uma doença. “O alcoolismo, já há tempos, deixou de ser tido na conta de uma falha moral e foi reconhecido como a severa e altamente incapacitante moléstia que realmente é. No entanto, a legislação social brasileira não acompanhou essa evolução”.

O projeto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos da União (RJU) e o Plano de Benefícios da Previdência Social para criar novos parâmetros de demissão do trabalhador dependente de bebida alcoólica.

Na CLT, a proposição exclui a embriaguez habitual como motivadora de justa causa. O RJU passará a prever que o servidor alcoólatra não seja demitido se apresentar os sintomas de absenteísmo e o comportamento incontinente e insubordinado, comuns em casos de dependência. Já o Plano de Benefícios da Previdência, pelo projeto, garantirá, ao empregado que tenha recebido auxílio-doença em razão de sua dependência ao álcool, estabilidade provisória no emprego por 12 meses após o término do benefício.

Fonte: Gazeta do Povo

Alencar diz que não irá fazer exame de DNA

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Lalo de Almeida/ Folhapress


TV Globo/Zé Paulo Cardeal

Santos joga com regulamento e leva pela primeira vez o título da Copa do Brasil

Folha de S.Paulo

O vice-presidente da República, José Alencar, falou na madrugada de ontem sobre a ação de paternidade que determinou que ele reconheça como filha a professora aposentada Rosemary de Morais, 55 anos. Ele afirmou que não irá fazer o exame de DNA.

Alencar disse que não há indícios de que ele tenha estado com a mãe de Rosemary. "Não há uma pessoa que tenha me visto com essa mulher", disse, em entrevista ao "Programa do Jô", da TV Globo. A professora diz ser fruto de um romance entre o vice e uma enfermeira, em 1954, quando ambos moravam em Caratinga (MG).

Entretanto, Alencar afirma que, na época, "a rapaziada frequentava a zona boêmia da cidade". "Como os próprios tribunais dizem, tem de haver indícios. Se não, amanhã, todo mundo que foi à zona um dia pode ser [submetido a exame de DNA]", afirmou.

"São milhões de casos de pessoas que foram à zona. Só que, provavelmente, a maioria desses casos não tenham sido objeto de interesse claro, político e econômico. Agora, só pelo fato de ter sido [o vice-presidente da República], eu vou me submeter a um exame de DNA?", completou. A recusa de Alencar em fazer o teste resultou na alegação de presunção de paternidade no processo.

Segundo o vice, ele não fará o teste para não ceder a chantagens. "Porque amanhã vai chegar todo mundo dizendo que você tem de fazer isso, fazer aquilo. E eu não estou habituado a ceder a chantagens", disse.

Fonte: Agora

Pedida a prisão preventiva de Bruno

Folha.com

O Ministério Público de Minas Gerais denunciou ontem o goleiro Bruno Fernandes e outros oito suspeitos de envolvimento no suposto homicídio de Eliza Samudio, ex-amante do jogador.

Não foi divulgado se o promotor Gustavo Fantini denunciou o grupo de Bruno pelos mesmos crimes pelos quais eles foram indiciados pela Polícia Civil de Minas.

Para a polícia, goleiro Bruno, demitido do Flamengo, foi "autor intelectual e material" do assassinato de Eliza Samudio. Fantini também pediu a prisão preventiva de todos eles, conforme já havia sido solicitado pela polícia. A denúncia e os pedidos serão analisados pela juíza Marixa Rodrigues, do Tribunal do Júri de Contagem (região metropolitana de Belo Horizonte).

Dos indiciados, a única em liberdade hoje é Fernanda Gomes Castro, também ex-namorada de Bruno. Os outros já cumprem prisão temporária desde 7 de julho. Se a juíza assim decidir, passarão para o regime de prisão preventiva --sem prazo determinado.

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas, hoje é o último dia da prisão temporária de Bruno e dos outros sete que estão presos. Se não houver um novo decreto de prisão, eles poderão ficar livres na sexta-feira.

Resposta

Em entrevistas concedidas à imprensa, os advogados negam que os suspeitos cometeram os crimes.

Uma das linhas que vêm sendo usadas pela defesa é a de que Eliza Samudio ainda pode estar viva, já que seu corpo não foi encontrado pela polícia. Os advogados deverão recorrer. A Justiça analisa pedidos de liberdade.

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Cancelar serviço é difícil

Rafael Italiani
do Agora

Os SACs (Serviço de Atendimento ao Consumidor) melhoraram, mas as dificuldades para cancelar serviços aumentaram. Segundo o DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor) do Ministério da Justiça, esse foi o principal problema de 34,21% dos consumidores no primeiro semestre deste ano --contra 29,33% no mesmo período de 2009. Já a porcentagem de queixas referentes ao atendimento caiu de 34,49% para 29,45%.

O Agora testou 12 serviços de call centers (bancos e empresas de telefonia fixa e móvel, de TV a cabo e de aviação) e constatou que sete conseguiram cumprir todas as determinações do decreto 6.523, que regulamenta o serviço e entrou em vigor em 1º de dezembro de 2008.

Cinco empresas ultrapassaram o tempo máximo de atendimento estabelecido (45 segundos, para bancos, e um minuto para outros serviços).

Fonte: Agora

Auxílios cancelados têm diferença do reajuste

Ana Magalhães
do Agora

O segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que começou a receber auxílio-doença --com valor superior a um salário mínimo (R$ 510, hoje)-- e teve o benefício cortado neste ano tem direito a receber o reajuste de 1,49% retroativo a janeiro.

Para conseguir essa grana, o segurado deverá ir à agência previdenciária responsável pelo seu benefício e pedir que a diferença no benefício seja calculada, de acordo com informações do Ministério da Previdência Social.

Quem começou a receber o auxílio-doença no ano passado, mas ganha o benefício até hoje, terá o aumento (e os valores retroativos a janeiro) de maneira automática, na hora do saque do pagamento.

Fonte: Agora

Ação de revisão de benefícios até 97 é suspensa

Gisele Lobato
do Agora

A Justiça determinou a suspensão de processos contra o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), iniciados nos JEFs (Juizados Especiais Federais), em que segurados pedem a revisão de benefícios concedidos antes de 1997. Foram afetadas as ações em que o pedido de revisão foi feito mais de dez anos após o início do pagamento do benefício.

Até 1997, os segurados não tinham um prazo máximo para pedir revisão. Naquele ano, porém, uma lei definiu que esse prazo seria de dez anos. Os tribunais passaram, então, a dar decisões contraditórias. Para o INSS, o prazo de dez anos também deve valer para os benefícios anteriores à lei.

A decisão de suspender as ações foi tomada pela presidência da TNU (Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência dos Juizados Especiais Federais), que determinou que os tribunais e os juizados devem aguardar uma posição oficial sobre o assunto para retomar os julgamentos.

Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora nesta quinta

Procuradoria Eleitoral livra 30 da impugnação

Evandro Matos

Reforçando a tese de que tudo deve acabar em pizza, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) confirmou ontem à Tribuna da Bahia, que dos 114 pedidos de impugnações dos registros de candidaturas a serem julgados, mais de 30 já haviam sido suspensos pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE). A justificativa é que toda documentação pendente já teria sido apresentada.

Entre os políticos que estão a salvo estão o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo; o ex-prefeito de Luiz Eduardo Magalhães, Oziel Oliveira, e Luiz Carlos Sousa Araújo, todos do PDT. A relação consta ainda de outros nomes conhecidos, como o do ex-deputado Humberto Cedraz, que pretende voltar à Assembleia pelo PSDB.

Sem informar a relação completa, o Coordenador de Registro e Informações de Processos do TRE, José Noel Bastos Pinto, disse que “tão logo os nomes forem homologados, serão conhecidos”. Ao divulgar a Relação de Impugnações ao Registro de Candidaturas, o Ministério Público fez apenas o registro das pendências documentais, cabendo aos candidatos tomar as providências pertinentes.

Segundo José Noel, embora não deixe de causar aborrecimentos e prejuízo para alguns, o processo de “juntada de documentos” é natural e todos os candidatos sabem que precisam “correr atrás” para registrar as suas candidaturas. “Isso, sem contar que a Justiça concede prazo para que todos se regularizem.

Antes de o Tribunal julgar, o candidato se manifesta (com a defesa) e só então o processo retorna para o Procurador dar o parecer”, disse, reforçando que “no caso dos pedidos de desistência por parte da PRE, acontece justamente porque os candidatos apresentaram os documentos pendentes”.

Segundo José Noel, o volume de documentos e processo para serem analisados até amanhã, dia 05 – data-limite-, impede que todos os julgamentos aconteçam ao mesmo tempo. “São mais de 40 mil documentos para serem analisados”, justifica o coordenador de Registro do TRE.

Candidatos respiram aliviados

Entre os partidos que tiveram seus nomes no rol dos irregulares está o PDT, com três impugnações, diga-se de passagem, todas por problemas de “juntada de documentos e certidões”.

Apenas o de Luiz Carlos Sousa Araújo não havia sido homologado pelo Procurador Regional Eleitoral, Sidney Madruga, mas por uma questão de burocracia. Mesmo contrário ao tratamento igual dado aos casos mais simples em relação a outros mais graves, o advogado do partido, Eduardo Rodrigues, explicou porque a Procuradoria impugna o pedido de registro de alguns nomes, mesmo nos casos em que se trata apenas de juntada de documentos e certidões.

“É com a certidão que a Procuradoria vê se o candidato é ou não enquadrado na Lei de Ficha Limpa. Se ele não apresentou a certidão, isso causa impedimento de o Ministério Público analisar causa de inelegibilidade. Desta forma o MP acaba impugnando preventivamente”, explicou.

Incluído na relação inicial das impugnações da PRE encaminhada ao TRE, o ex-deputado Humberto Cedraz, que tem base eleitoral em Feira de Santana, foi um dos que ficaram com a candidatura subjudice por não ter apresentado uma certidão da vara cível.

Somente após ser informado da incompletude da sua documentação, ele enviou a certidão ao PSDB, que a encaminhou ao TRE. No último sábado, o tucano foi informado da suspensão da impugnação pelo Ministério Público e comemorou aliviado: “Agora, não apresento qualquer irregularidade ou pendência com a Justiça Eleitoral”. (EM).

Fonte: Tribuna da Bahia

Senado aprova ministra baiana para corregedoria do CNJ

A baiana Eliana Calmon, ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), teve a indicação para corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovada ontem pelo Senado. Ao defender em plenário a indicação da conterrânea, o senador César Borges (PR) lembrou a sabatina realizada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), “onde a ministra se mostrou destemida, verdadeira e autêntica”. Segundo o senador, apesar disso, ela "mostrou também grande equilíbrio ao tratar das questões graves que vai enfrentar no cargo de corregedora do CNJ”.

Pela manhã a ministra foi aprovada pela CCJ com 21 votos. Em resposta a César, durante a sabatina, ela disse que pode ter havido excesso na atuação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com relação ao Tribunal de Justiça da Bahia, mas que foi corrigido “devidamente” pelo STF. “E o Supremo Tribunal Federal está aí para isso, para corrigir os excessos”, afirmou. Ainda assim, ela defendeu a decisão do conselho de corrigir distorções nas gratificações do Judiciário.

Na sabatina, César perguntou à ministra sobre os limites de atuação do CNJ. Para Eliana Calmon, o Conselho Nacional de Justiça é um órgão criado há pouco tempo e que ainda está construindo seus parâmetros de atuação, por isso vê os excessos com normalidade. No caso da Bahia, segundo ela, havia “um mosaico de normas e foi preciso dar um basta”, mas defendeu mais cuidado nas decisões do CNJ que envolvam servidores, porque podem levar ao “desespero social”. Conforme a ministra, na decisão do CNJ sobre o tribunal baiano, “isto realmente foi preocupante e difícil de entender”.

“Não vejo pecado mortal nesses excessos, apenas vejo necessidade de um cuidado maior na hora que se lida com pessoas, pessoas que têm família, pessoas que têm débito a pagar, e de repente se tira gratificação, se tira todos os adicionais, se tira tudo dessa pessoa numa liminar”, afirmou a ministra. Eliana Calmon ainda defendeu a quebra de sigilo fiscal e telefônico pela necessidade de se modernizar a produção de provas. Ela foi a primeira ministra a fazer parte do STJ, ainda em 1999.

Fonte: Tribuna da Bahia

A segunda batalha de Itararé da História de São Paulo. Em 1932, armada, não houve. 78 anos depois, desarmados, Alckmin e Marta Suplicy, vitoriosos. Deve voltar também o “Disque Quércia para a corrupção”.

São Paulo sempre teve enorme importância. Pelo tamanho, pela produção de café, pela população, e quando as eleições passaram a ser verdadeiras (?), pelo eleitorado, o maior do país. Na República, os três primeiros presidente foram de São Paulo (Prudente, Campos Salles, Rodrigues Alves), alimentando o ego individual e coletivo.

Isso se traduzia na elucubração, que palavra, mas é exata, do SEPARATISMO. Em 1918, Rodrigues Alves era eleito novamente, com 70 anos, impensável para aquela época, não tomou posse. Não fizeram o presidente em 1919 (substituição de Rodrigues Alves) ou 1922. Mas em 1926 elegeram Washington Luiz, que era governador do estado.

Em 1924, na Câmara Federal, o aristocrata do café, Alcântara Machado (que teve filhos destacados), respondendo ao que considerou agressão, retumbou: “Paulista sou, de 400 anos”. A frase foi muito citada, (sem o autor) se transformou em “bordão” ou porta-bandeira desse “separatismo”, (que só era mesmo para valer no Rio Grande do Sul).

Chegaram a criar o slogan, pré-fabricado e que hoje teria grande repercussão: “São Paulo é uma locomotiva que carrega 21 vagãos vazios”. Acreditavam mesmo nisso, embora os paulistas mais lúcidos, alertassem: “São Paulo produz e vende, mas precisa do resto do país como consumidor”. Com a derrubada de Washington Luiz e o fim do já escolhido presidente (Julio Prestes), o “separatismo” amainou.

Mas a grande derrota do orgulhoso “separatismo”, chegou 1 ano antes, com o chamado “crack” da Bolsa dos EUA, evidente repercussão total. O Brasil vendia 96 por cento de todo o café bebido pelo mundo, sendo que 92 por cento plantados, colhidos e exportados por São Paulo. (Os outros 4 por cento se dividiam entre o Estado do Rio e o Espírito Santo).

Com a crise mundial, o Brasil passou a vender menos de um terço do que vendia. Em vez de administrar com inteligência e objetividade, burrice em cima de burrice. Mantiveram os preços altos e como a produção ainda fosse enorme, passaram a QUEIMAR milhões de sacas, e depois, para esconder o fato, a jogar MILHÕES DE SACAS no mar.

A partir de 1931, tendo perdido o poder POLÍTICO, e desbaratado o prestígio ECONÔMICO e FINANCEIRO, passaram a “defender” a “CONSTITUCIONALIZAÇÃO” do país”, que enveredava para uma visível ditadura. Acertaram, mas não precisavam da batalha de 9 de julho de 1932. Que valeu apenas pela empolgação dos jovens, “motivados” pelo jornal “Estado de S. Paulo”, na época com grande prestígio.

Vargas dominou facilmente essa “rebeldia”, e depois da famosa “Batalha de Itararé” (famosa principalmente por não ter acontecido), dominou tudo, decretou a intervenção em São Paulo. Quem nomeou interventor? Armando Salles de Oliveira, cunhado do doutor Júlio Mesquita, dono do jornal “Estado de S. Paulo”, que fomentara e alimentara a “revolução”. No Brasil, a partir de 1889, sem nenhuma dúvida, tudo merece a exclamação: “Que República”. (Tão verdadeira e compreensível que nem precisa da exclamação gráfica).

O estado de São Paulo perdeu totalmente a influência, caiu tanto que elegeu governador alguns dos maiores CORRUPTOS da República. Chegou a se deliciar com “o rouba mas faz” de Ademar de Barros, não teve nem força nem vontade para impedir a chegada, e-s-t-a-r-r-e-c-e-d-o-r-a, de Paulo Maluf, que era e continua sendo Ademar de Barros elevado ao quadrado.

Fabricou Janio Quadros, o ilusionista, que em 12 anos chegou de suplente de vereador (1948) a presidente da República (1960), passando pela prefeitura e pelo governo do estado.

Com tudo isso, “aceitaram” sem o menor constrangimento todos os “eleitos” pela ditadura, e além da incompetência, ainda conviveram com a corrupção e o DOI-Codi.

Depois da ditadura, veio Franco Montoro, correto, mas fabricando o incorretíssimo FHC, que inacreditavelmente (até para ele) chegou a presidente.

E entra na História como o mais DESTRUIDOR do patrimônio brasileiro, (com as DOAÇÕES) e o mais ENRIQUECEDOR de alguns economistas (e outros acompadrados) que ganharam BILHÕES e BILHÕES, com a transição do REAL, de 1 DÓLAR ( o equivalente) para 3 DÓLARES.

Nossa Senhora, que lucros espetaculares. Uma desafiadora fortuna em apenas uma semana, concretizada a volúpia do enriquecimento ETERNO, COM O DINHEIRO VIAJANDO POR UMA SEMANA, da MATRIZ para a FILIAL, da FILIAL para a MATRIZ, e encerrando a ASSOMBROSA caminhada, definitivamente voltando para a FILIAL.

Desde Pedro Álvares Cabral, foi o maior e mais COLOSSAL ENRIQUECIMENTO de um grupo, ao mesmo tempo que acontecia o ESPANTOSO EMPOBRECIMENTO do país. E os AFORTUNADOS, quase todos de São Paulo. Jamais haverá ESCLARECIMENTO sobre esse fato, até hoje desconhecido? Nem precisariam de 91 mil documentos, com muito menos, poderiam RESPONSABILIZAR e IDENTIFICAR os AUTORES desse FASCINANTE GOLPE FINANCEIRO. (Ou que outro nome possa ter, mas de qualquer modo, TOTALMENTE PAULISTALIZADO),

A ERA Covas foi de honestidade e inutilidade. E muita doença. Sem maiores profundidades, se juntou a Alckmin, que continua VIVO até hoje, enquanto Covas MORRERIA logo depois, com 70 anos completados pouco antes. Mas fez praticamente a carreira majoritária, menos nas campanhas e mais nos hospitais.

Em 1986, candidato ao Senado, teve que parar tudo por causa de um enfarte e três pontes safenas. Saiu do hospital e se elegeu, não havia adversário.

Em 1989, candidato a presidente, não foi para o segundo turno, mas teve quase 12 por cento dos votos, enquanto doutor Ulysses passava pouco dos 4 por cento. Na campanha teve outro enfarte, ‘escondido”.

A felicidade e o futuro de Geraldo Alckmin, vieram com a escolha para vice de Covas. Este, com a saúde abaladíssima, se elegeu para o mandato de 1994 a 1998. os dois primeiros com Covas sofrendo e os dois últimos, o vice exercendo. Em 1988 Covas foi reeleito, mas aí não exerceu nada, morreu em 2001, Alckmin assumindo o cargo que já exercia.

(Inconstitucionalmente, foi candidato em 2002, era o TERCEIRO MANDATO, que nem FHC CONSEGUIU. Constatem: desde 1994 Alckmin está aí, sempre nas manchetes. E agora, novamente governador, só não ganha no primeiro turno, porque são muitos os candidatos).

Alckmin e Serra ficaram esses últimos anos juntos, mas com Serra humilhando, desgastando e desprezando Alckmin. Em 2008 chegou a ponto de apoiar Kassab e fazer campanha a seu favor, abandonando o correligionário (?).

Agora, Alckmin ficará em vantagem sobre Serra. Será governador do segundo Estado da Federação, o “amigo” perderá pela segunda vez para presidente.

Serra, que SABE QUE NÃO SERÁ PRESIDENTE, não descarta a possibilidade de voltar ao governo de São Paulo em 2014. Estará com 72 anos, MOCÍSSIMO, segundo ele mesmo.

Acontece que muitos vencedores de agora, têm o mesmo projeto e ambição. Nada absurdo, investir (?) o segundo orçamento da República.

***

PS – Começando pelo próprio Alckmin, o mais moço de todos, agora com 58 anos, Aos 62, sem maiores cavalgadas, tentar se reeleger e no cargo, que maravilha viver.

PS2 – Marta Suplicy, eleita agora aos 65 anos, (desculpe, não se diz a idade das mulheres) terá chance quase aos 70 anos. Tem uma biografia fascinante e conhecimentos que só a elite exibe, mas com vetos cristalizantes, que não diminuem. Em 1998 perdeu até para Maluf, o que não é para contar aos netos. E quem governou? Precisamente o Alckmin de agora.

PS3 – Quércia, o mais velho de todos, mas com uma fortuna i-n-a-v-a-l-i-á-v-e-l, (enganou até a Organização Globo na compra e venda do Diário de São Paulo), está com 72 anos. Pode (ou DEVE?) se eleger senador. Foi governador em 1986, senador em 1990, quer voltar, 20 anos depois.

PS4 – Como se vê pelo maior estado da federação, o que falta ao Brasil é CREDIBILIDADE e RENOVAÇÃO. Todos os que dominam e concorrem agora, já “CONCORREM DESDE SEMPRE”.

Fonte: Tribuna da Imprensa

Repartindo o pão e o governo

Carlos Chagas

Ainda bem que Dilma Rousseff não compareceu ao almoço com senadores e ministros, terça-feira, em Brasília. Imagine-se que reação teria ao ouvir o discurso de seu candidato a vice, Michel Temer, participando aos presentes a proximidade da hora de repartirem o pão.

Como o prato principal na residência do senador Gim Argelo era bacalhau, ficou evidente que o presidente do PMDB referia-se a um tipo figurado de alimento. No caso, a divisão do poder no futuro, dados os prognósticos da vitória de Dilma em outubro. Como a maioria dos senadores pertencia ao partido majoritário, mais clara ficou a perspectiva de partilha. Vão com toda sede ao pote, ou melhor, ao prato de pão.

A candidata detesta discutir o day after das eleições. Nem mesmo com o Lula, pelo que sabe, surge o assunto do seu possível ministério. Não se sentiria à vontade, ouvindo o silogismo do companheiro de chapa.

Vai ficando claro o objetivo de Michel Temer: instalar-se no palácio do Jaburu como uma espécie de ponte entre o novo governo e o Congresso. Ou vice-versa, tendo em vista a pouca experiência de Dilma nas relações político-partidárias.

Hoje, o PMDB tem seis ministérios, além de montes de diretorias de empresas estatais e penduricalhos. Contribuindo decisivamente para a vitória da ex-ministra, buscaria aumentar o número? Ajudar a compor os possíveis aliados, com a promessa de aprovação dos projetos de interesse do palácio do Planalto? Domar o PT, cujo número de novos senadores e deputados ainda é desconhecido?

Vale concluir que o pão parece uma imensa baguete. A fome, também.

Profissão: presidente

Ignoram-se algumas respostas do presidente Lula ao funcionário do IBGE que o entrevistou para o censo agora realizado. Claro que nome, idade, estado civil, mulher, filhos, vencimentos e questões óbvias são conhecidas. Há curiosidade, porém, com relação a outras.

O que terá respondido a respeito de sua profissão? Ex-torneiro mecânico? Ex-líder sindical? Político? Presidente da República?

No início do século passado a Rússia promoveu imensa consulta igual e o primeiro a ser visitado foi o csar Nicolau II. Na hora de definir-se, respondeu: “dono da terra russa”.

Poderia o Lula ter dito “dono da consciência nacional”? “Detentor da maior popularidade individual desde a República”? Porque presidente da República não é profissão. Costuma até ser sacrifício, senão martírio.

Vazio na segurança pública

Pode ser que no primeiro debate entre os candidatos, hoje à noite, na TV-Bandeirantes, eles se disponham a detalhar o que pretendem, se eleitos, para enfrentar o problema da segurança pública no país.

Porque até agora saltam olimpicamente de banda, no máximo diagnosticando, mas sem aviar a receita.

José Serra promete criar o ministério da Segurança Pública, mas não particulariza suas atribuições. Dilma Rousseff prega o isolamento dos presos perigosos, sem se referir aos milhares que estão soltos. Marina Silva prefere abordar o descontrole social resultante da violência.

Convém aguardar propostas efetivas, se é que elas existem, acima e além de aparelhar melhor as variadas polícias e investir na educação…

Briga de foice no Ceará

Parece garantida a reeleição do governador Cid Gomes, no Ceará, além da recondução ao Senado de Tasso Jereissati. A briga sem quartel é pela segunda vaga de senador. Eunício Oliveira conta com o PMDB e com o governador. José Pimentel, com o presidente Lula e o PT.

A situação é singular, pois ambos são ex-ministros do Lula, que gostaria, mesmo, de vê-los eleitos, derrotando Tasso Jereissati. Como essa parece missão impossível, o primeiro-companheiro já terá feito sua opção. O problema para Pimentel são recursos, que sobram para Eunício, preocupado em rachar o PT através da prefeitura de Fortaleza, à qual dedicou seus dois suplentes, mesmo desagradando o PMDB.
Fonte: Tribuna da Imprensa

Bancos são os maiores doadores dos presidenciáveis

O setor financeiro, mais especificamente os bancos, estão entre os principais doadores da campanha presidencial até agora. De acordo com informações colhidas pelo jornal O Estado de S. Paulo junto às coordenações das campanhas e aos respectivos comitês financeiros, os bancos foram os doadores mais generosos neste primeiro mês da corrida eleitoral.

Os comitês financeiros teriam de apresentar até ontem o primeiro balanço parcial de arrecadação e gastos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Somente na sexta-feira a Justiça Eleitoral tornará públicas as informações. Neste balanço, no entanto, ainda não estará discriminado quem são os doadores, o que ocorrerá na primeira prestação de contas consolidada, em 2 de novembro.

No caso do candidato à Presidência do PSDB, José Serra, foram arrecadados R$ 3,6 milhões junto a cerca de meia dúzia de grandes doadores. A maior parte deles veio do setor financeiro. O partido não contou com nenhuma doação de pessoa física até o dia 29 de julho, quando foi fechado o primeiro balanço enviado para a Justiça Eleitoral. Questionado ontem sobre o ritmo de sua arrecadação, Serra afirmou: "Preocupa. Mas espero que os recursos entrem. Às vezes, tem muito atraso nisso."

Depois do escândalo do mensalão em 2006, que o próprio PT atribuiu a distorções do sistema que levam ao caixa 2 de campanha, o partido trata do tema com absoluta reserva. Mas é o que conseguiu levantar mais recursos para a campanha eleitoral - até o momento, R$ 11,6 milhões. O valor supera em três vezes o que o principal adversário, José Serra, tem em caixa, e em duas vezes e meia as doações que o comitê financeiro de Marina Silva conseguiu recolher.

PV

No período de 10 de junho a 27 de julho, a campanha da senadora Marina Silva, do PV, arrecadou R$ 4,65 milhões. As despesas chegaram a R$ 3,58 milhões. O maior doador individual foi o empresário Guilherme Leal, sócio da Natura - empresa do setor de cosméticos - e candidato a vice-presidente na chapa do PV. Ele doou R$ 1 milhão como pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo./A Tarde

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