Enquanto o Instituto Não Aceito Corrupção se prepara para entregar os troféus e os doze prêmios para os vencedores nas categorias academia, tecnologia, governança corporativa e jornalismo investigativo na noite de 27 de julho próximo, o índice de Capacidade de Combate à Corrupção na América Latina (liderado por Uruguai, Costa Rica e Chile) que acaba de ser divulgado, coloca o Brasil na posição 10 dentre 15 países, com viés de queda. Caímos da sexta para a décima posição no ranking, elaborado pela Americas Society/Council of The Americas com a Control Risks. O anúncio coincide com a publicização da prisão do ex-Ministro da Educação Milton Ribeiro e de pastores envolvidos em escândalo relacionado à liberação de verbas naquela pasta. O caso ganha destaque especialmente porque o número de reuniões dos pastores foi inicialmente bloqueado indevidamente pela presidência e posteriormente divulgado diante da má repercussão do bloqueio, verificando-se que foram mais de quarenta reuniões. A Petrobrás terá seu quarto presidente, especialmente em virtude das discussões relacionadas ao aumento da tarifa, estabelecida pelo corpo diretivo e não aceita pelo corpo político, que inclusive ameaçou criar CPI e agora fala em rever a lei das estatais como se leis fossem objetos descartáveis, desconsiderando que ela existe para proteger a eficiência de governança das estatais, que a sociedade não quer que mude e que está em vigor há apenas seis anos. |