segunda-feira, outubro 06, 2025

União Brasil contratou contador do escritório de advocacia de Rueda por R$ 730 mil

 Foto: Divulgação/Arquivo

Antônio Rueda06 de outubro de 2025 | 06:53

União Brasil contratou contador do escritório de advocacia de Rueda por R$ 730 mil

brasil

O União Brasil pagou aproximadamente R$ 730 mil em recursos públicos ao contador do escritório de advocacia de Antônio Rueda, presidente do partido, para que cuidasse também das contas da sigla.

José Edjackson da Silva presta serviços para o Rueda & Rueda Advogados, escritório do dirigente e de sua irmã Maria Emilia “Mila” Rueda, tesoureira do partido, desde janeiro de 2018, segundo informações que ele mesmo publicou na plataforma LinkedIn.

Por indicação de Rueda, ele começou a trabalhar para o União Brasil quatro anos depois, em 2022.

Os relatórios periódicos de prestação de contas apresentados pelo contador diziam que ele estava cuidando da implantação e adequação de sistema de ERP (Enterprise Resource Planning, planejamento de recursos empresariais) e também da gestão contábil, financeira e organizacional do União Brasil, entre outras tarefas.

Em 2022, ele recebeu R$ 175 mil do partido pelo trabalho. No ano seguinte, R$ 242 mil, e em 2024, R$ 312 mil.

Em nota, o partido diz que “realiza todas as suas contratações dentro das normas legais e partidárias” e que Edjackson atua “de forma independente, com contratos distintos para cada função, sem sobreposição ou conflito de interesses”. No entanto, a legenda não enviou documentos que comprovem os pagamentos separados.

Quando o União Brasil surgiu, em outubro de 2021, Rueda foi escolhido para ser vice-presidente do partido, abaixo somente de Luciano Bivar.

Padrinho de Rueda no direito e na política, Bivar rompeu relações com ele após disputas pelo comando da sigla, que surgiu da fusão de PSL e DEM. A briga envolveu acusações de traição, de ameaças de morte, de incêndio criminoso e de corrupção.

As passagens aéreas para que Edjackson se deslocasse entre Brasília e Recife, onde ele morava até o ano passado e onde fica a sede do escritório de Rueda, também foram pagas com recursos públicos.

A prestação de contas de 2024 da Fundação Indigo, vinculada ao União Brasil e na qual Edjackson foi colocado como diretor financeiro, mostra R$ 37,5 mil em passagens para que o contador fizesse o percurso entre as capitais pernambucana e federal de janeiro a novembro do ano passado.

O partido afirma que as passagens “referem-se exclusivamente a deslocamentos no âmbito da própria fundação, que tem uma estrutura fixa em Recife, e estão devidamente registradas”. A sigla diz ainda que o cargo de diretor financeiro da fundação não é remunerado.

Edjackson é um dos aliados mais próximos do presidente do União Brasil. Em outubro do ano passado, quando o União Brasil realizou intervenção no diretório pernambucano da legenda, Rueda decidiu que o contador seria presidente da comissão provisória.

A reportagem telefonou para a sede do Rueda & Rueda Advogados em Recife, do qual recebeu a informação de que Edjackson hoje atua no escritório de Brasília, que, por sua vez, informou que o contador costuma trabalhar presencialmente no local às sextas-feiras.

Na sede nacional do União Brasil, a única informação passada foi a de que qualquer contato direto com Edjackson deve ser precedido pelo envio de um email.

Rueda hoje está sob pressão. Reportagem publicada pelo ICL (Instituto Conhecimento Liberta) e pelo UOL mostrou que o piloto de avião Mauro Caputti Mattosinho disse à Polícia Federal que o presidente do União Brasil é o verdadeiro dono de ao menos quatro aeronaves operadas por uma empresa aérea supostamente ligada a Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco, e Mohamad Hussein Mourad, o Primo, investigados por suspeita de lavar dinheiro para o PCC.

Em reação, o partido antecipou a saída de seus aliados do governo Lula (PT), prevista originalmente para o final de setembro. O União Brasil vê influência do Palácio do Planalto na reportagem, uma vez que um de seus autores tem também um programa na TV Brasil.

Rueda e o senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP, são as duas principais lideranças da recém-formada federação União Progressista, que conta com 109 deputados e 15 senadores.

Em sua nota, o União Brasil também diz que atua com transparência e presta contas à Justiça Eleitoral e que a escolha de prestadores segue o princípio da economicidade.

“O partido reduziu suas despesas em 61% de 2022 para 2024. A reestruturação financeira de 2022 e a internalização da contabilidade em 2025 geraram economias superiores a R$ 1,2 milhão anuais. Essas medidas demonstram gestão responsável dos recursos, com foco em legalidade, eficiência e transparência”, afirma a legenda, por meio de sua assessoria de comunicação.

Carlos Ari Sundfeld, professor da FGV e especialista em direito administrativo, diz à Folha que um caso com essas características faria com que ele prestasse mais atenção às contas do partido se fosse a Justiça Eleitoral. Ele analisou a situação sem saber a identidade da legenda e dos envolvidos.

“Quando você tem uma mesma pessoa trabalhando em vários lugares, sendo que um deles é do interesse pessoal de um dirigente partidário, o risco é que o partido esteja pagando para alguém trabalhar também no escritório particular”, afirma.

“É um problema que tem ocorrido com deputados. Eles contratam alguém que eventualmente faz alguma coisa no gabinete, mas trabalha pelo menos parte do tempo na casa ou no sítio do parlamentar. Não sei se esse problema existe nesse caso. Para saber, é necessário ver se as remunerações oferecidas para cada trabalho, no escritório, no partido e na fundação, são adequadas para o mercado”, completa.

Sundfeld diz que relações do tipo podem servir para esconder ações de grupos para manipulação de recursos partidários.

“Se eu fosse membro do partido em questão, sugeriria uma mudança, já que é um tipo de coisa perigosa, que levanta preocupação. A situação [contratação da mesma pessoa para todas as funções] não tem ilegalidade por si só, mas é inconveniente para garantir o melhor tratamento dos registros contábeis. Um princípio básico de governança é procurar pessoas com o máximo de independência, para garantir que trabalhem com liberdade”, conclui.

Guilherme Seto/FolhapressPolitica Livre

A inócua ameaça de Eduardo Bolsonaro às eleições de 2026


A declaração do deputado repete um padrão: a política da ameaça

Marcelo Copelli
Revista Fórum

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) utilizou a rede social X (antigo Twitter) para lançar mais uma ameaça direta ao processo eleitoral brasileiro. Ao afirmar que “sem anistia, não haverá eleição em 2026”, ele condicionou a realização do pleito presidencial à aprovação de um projeto de lei que favorece seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e os envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Não se trata de mera retórica. É mais um episódio de coação política, inserido na estratégia recorrente da extrema direita de testar os limites institucionais e corroer a confiança no regime democrático.

IMPUNIDADE – A anistia em debate busca apagar crimes que atingiram o núcleo da ordem constitucional: invasões violentas de prédios dos Três Poderes e tentativas explícitas de subverter o Estado de Direito. Na prática, equivale a institucionalizar a impunidade, desautorizar o Judiciário e premiar quem atentou contra a soberania popular.

Jair Bolsonaro já foi declarado inelegível até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral, e uma anistia ampla não reverteria automaticamente essa condição. O que se vê é um esforço desesperado de setores bolsonaristas para forçar uma reabilitação política fora das regras legais.

A declaração de Eduardo Bolsonaro repete um padrão: a política da ameaça. Quando não é a defesa da anistia, é a evocação de “crises institucionais”, a sugestão de intervenção militar ou a deslegitimação das urnas eletrônicas.

AUTORITARISMO – Esse expediente não é apenas tático: é uma engrenagem autoritária que se alimenta da fabricação constante de inimigos e complôs imaginários. Trata-se de uma prática herdada de regimes fascistas, cujo método era corroer a credibilidade das instituições, intimidar opositores e manter mobilizada uma base radicalizada pelo medo.

Assim como no autoritarismo do século XX, a extrema direita atual reduz a política a uma lógica de guerra permanente contra inimigos, em que a derrota eleitoral é tratada como fraude e as regras só valem quando favorecem o próprio grupo. É a lógica da ameaça constante, que substitui o debate democrático pela imposição pela força ou pela intimidação.

O efeito dessa retórica é corrosivo. Ao insinuar que eleições podem ser suspensas, ainda que juridicamente inviável, Eduardo Bolsonaro contribui para semear desconfiança, reforçar teorias conspiratórias e preparar terreno para novos surtos de violência política.

TRAIÇÃO – Quando um parlamentar ameaça eleições, trai o sentido do mandato recebido: representar o povo dentro das regras constitucionais. Ao agir assim, pratica um atentado simbólico contra o regime democrático e confirma que seu campo político não busca disputar poder em igualdade de condições, mas sim capturar ou destruir instituições que não controla.

A democracia brasileira, embora jovem e marcada por crises, resistiu a ofensivas mais duras porque suas instituições se mantiveram firmes e a sociedade se recusou a abrir mão de conquistas fundamentais.

O desafio agora é não normalizar declarações que flertam com o golpismo. Liberdade de expressão não é salvo-conduto para corroer pilares constitucionais. Por isso, essa intimidação deve ser enfrentada com firmeza institucional e vigilância cívica.

ELEIÇÕES LIVRES – Em 2026, o Brasil terá novamente a oportunidade de reafirmar seu compromisso com eleições livres, transparentes e regulares. Para isso, é preciso rejeitar projetos que legalizem a impunidade e denunciar discursos que tentam sequestrar a soberania do voto.

A democracia não pode ser refém de ultimatos. Ela se fortalece quando resiste — e derrota — aqueles que pretendem transformá-la em moeda de barganha.


Governo usa vitória no IR para embalar pauta do fim da escala 6×1

Publicado em 5 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet


PGR se opõe a mandato virtual e mira ausências de Eduardo Bolsonaro



TCU gasta R$ 770 mil em reforma de apartamento de apenas um ministro

Publicado em 5 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Anastasia tomou posse no TCU em fevereiro de 2022

Por Rayssa Motta
Fausto Macedo
Estadão

Em tempos de crise e corte de R$ 1,4 bilhão no orçamento – atingindo principalmente a Saúde – o Tribunal de Contas da União (TCU) fechou um contrato de R$ 770 mil para reformar o apartamento funcional ocupado pelo ministro Antonio Anastasia, em Brasília.

Ex-senador pelo PSDB, Anastasia tomou posse no TCU em fevereiro de 2022. O ministro ocupa um imóvel provisório, enquanto aguarda a conclusão da reforma. As obras começaram em junho e estão previstas para seguir até dezembro. A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles e confirmada pelo Estadão.

“VANTAGENS INDENIZATÓRIAS” – Em junho, o ministro recebeu R$ 75,6 mil a título de “vantagens indenizatórias” – rubrica usada para ressarcimento por “despesas e prejuízos”. Em julho, o valor foi de R$ 59,9 mil. Em agosto e setembro, de R$ 16,9 mil. Os pagamentos não entram no cálculo do teto remuneratório.

Procurado, o TCU disse que a reforma “foi objeto de licitação” e que a proposta vencedora reduziu o valor global estimado para a obra em 17,2%. O tribunal afirmou também que não está custeando moradia para o ministro durante a renovação do apartamento funcional.

A remodelação será completa no apartamento reservado a Anastasia. Todas as instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias estão sendo trocadas, assim como pisos, revestimentos, esquadrias, louças, acabamentos de metal e armários. O sistema de aquecimento da água dos banheiros, que era de chuveiro elétrico, passará para boiler elétrico. E novos aparelhos de ar condicionado serão instalados.

REFORMA – O TCU fez um estudo técnico preliminar antes da contratação. Essa é uma etapa obrigatória para a assinatura de contratos por qualquer órgão público. O estudo aponta a necessidade de reforma do apartamento, “posto que será ocupado por autoridade”. “Sendo necessária a adaptação dos acabamentos à padronização do TCU, a modernização de sistemas e instalações e a adaptação do imóvel às necessidades dos futuros ocupantes”, diz um trecho do documento.

O TCU afirma que os pisos “estão muito desgastados e, em parte, manchados, gastos ou quebrados”. Os revestimentos estão sendo substituídos por peças de porcelanato, sob a justificativa de que o material é “superior ao existente, com durabilidade superior e tecnologia que garante resistência e modularidade adequadas ao imóvel”.

A Corte de Contas também considerou que as esquadrias de ferro precisavam ser trocadas porque não eram suficientes para o isolamento térmico e acústico do apartamento, “ocasionando incômodos”, “atritos e barulhos desagradáveis”.

VALOR ELEVADO – “Não obstante o valor mais elevado de janelas acústicas de alumínio, o custo-benefício da troca de sistema é muito significativo, dada a leveza, desempenho e versatilidade do conjunto. Esse tipo de sistema já vem sendo utilizado na maior parte dos edifícios novos que são construídos na cidade”, segue o relatório do TCU.

As bancadas de granito, “com sinais claros de desgaste por ação de produtos químicos e de trincas superficiais”, e as louças e metais “de modelos ultrapassados”, serão removidas e substituídas por materiais novos. Ao final da reforma, está prevista a impermeabilização e pintura do imóvel.

Inicialmente, o TCU previa gastar R$ 930 mil com a série de melhorias no apartamento, mas a proposta vencedora da MRC Engenharia e Construção reduziu o valor final do contrato. O custo total inclui gastos com mão de obra.


Alessandro está se “auto-excluindo” da majoritária porque não tem grupo

 em 6 out, 2025 3:13

  Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça

 “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

Alguém precisa mostrar ao senador Alessandro Vieira para baixar a bola e deixar de ser “o rei da cocada preta”. Na semana passada, na Lagamar FM, ele voltou a dizer que mesmo se for um dos candidatos ao Senado na chapa majoritária à reeleição de Fábio Mitidieri não vota no colega de chapa – já batido o martelo pelo governador, André Moura.

Ou seja, na verdade ele desdenha de Fábio Mitidieri, expondo o governador como frágil e sem liderança, e ao mesmo tempo chegou ao grupo há pouco tempo e já quer pegar no volante do veículo para decidir quem é ou não integrante da chapa. Ele diz que o governador é que forma a chapa, mas ao mesmo tempo deixa claro que não apoiará André Moura porque é “homem de posição”. Que “posição” é essa que o levou de oposição em 2022, disputando contra Fábio, para o “encantamento” governamental? Ou é algo meramente pessoal?

O blog volta a questionar: Alessandro agrega densidade eleitoral para Mitidieri? Hoje Alessandro precisa mais de Mitidieri do que o contrário. A resposta é simples: Não! Em 2022, ao disputar o governo, Alessandro teve insignificantes 10,88% dos votos que nem de longe lembrou o candidato vitorioso de 2018, na onda das mudanças e da ojeriza aos políticos que levou Bolsonaro e uma penca de membros da segurança pública em todo país a galgarem mandados federais. Já em 2024, em Aracaju, a candidata de Alessandro, Danielle Garcia ficou em quinto lugar no 1ª turno com míseros 5,22% dos votos.

Alessandro precisa acabar com a arrogância e deixar de se achar superior a tudo e a todos. Está parecendo que ele quer mesmo uma justificativa para ser excluído e ir disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados, lugar que está hoje bem mais adequado para a performance eleitoral dele. Aliás, Alessandro sabe que André e Rogério são hoje os nomes que podem ser definidos na chapa por conta dos interesses eleitorais em nível nacional que poderão ajudar Fábio em Sergipe.

Hoje, Alessandro está mais para uma “mala sem alça” para o governador Fábio Mitidieri, um candidato difícil de carregar e que várias lideranças no interior já disseram “nem pensar.”

Votos de pesar O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jeferson Andrade, registrou, ontem, o falecimento da Procuradora de Justiça (aposentada) Maria Eugênia da Silva Ribeiro, ex-presidente da Associação Sergipana do Ministério Público (ASMP). “A procuradora Maria Eugênia foi uma grande defensora dos interesses sociais, da ordem jurídica e do regime democrático. Aos seus familiares, amigos e colegas do MP apresentamos – em nome da Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe – os nossos sinceros pêsames” – declarou o deputado Jeferson Andrade.

https://infonet.com.br/blogs/claudio-nunes/alessandro-esta-se-auto-excluindo-da-majoritaria-porque-nao-tem-grupo/

PM apreende 124 garrafas de bebidas com suspeitas de adulteração em SE

O material estava armazenado em um imóvel situado na saída de Aracaju

em 5 out, 2025 10:47 


A Polícia Militar de Sergipe, por meio do Batalhão de Polícia de Choque, apreendeu na tarde deste sábado, 4, um grande volume de bebidas alcoólicas suspeitas de adulteração, em uma residência localizada no Loteamento Itacanema, município de Nossa Senhora do Socorro, na Grande Aracaju.

De acordo com a Polícia Militar, a equipe do BPChoque seguia em deslocamento para o município de Umbaúba quando recebeu uma denúncia sobre a venda de bebidas falsificadas na região. O material estaria armazenado em um imóvel situado na saída de Aracaju.

Ao chegar ao endereço informado, os policiais visualizaram dois indivíduos manuseando as bebidas. Ao perceberem a presença da viatura, os suspeitos fugiram do local. Foram realizadas buscas na região, mas ninguém foi localizado.

Durante a vistoria, os militares encontraram 124 garrafas de bebidas alcoólicas e diversas embalagens utilizadas para envase e possível adulteração de outras unidades.

Todo o material foi apreendido e encaminhado à Central de Flagrantes para adoção das medidas cabíveis. A ocorrência foi registrada como possível crime de falsificação ou adulteração de produtos alimentícios (artigo 272, §1º do Código Penal).

A Polícia Militar reforça que denúncias anônimas são fundamentais para coibir esse tipo de crime, que representa risco à saúde pública e à segurança da população.

Fonte: SSP/SE

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Rua Humberto Porto, no Luzia, será mão única a partir de terça-feira, 7

 A mudança tem como objetivo melhorar a organização do tráfego

(Foto: Ascom/SMTT)

A partir desta terça-feira, 7, a Rua Humberto Porto Dória, no bairro Luzia, passará a ser mão única no trecho entre a Estrada da Luzia e a Avenida Adélia Franco. A mudança tem como objetivo melhorar a organização do tráfego, reduzir conflitos viários e aumentar a segurança de motoristas e pedestres.

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) de Aracaju também informou que a Travessa Egivaldo Menezes terá alteração similar, passando a ser mão única no sentido da Rua Manoel Nunes até a Rua Estrada da Luzia.

Para viabilizar as mudanças, a SMTT instalará nova sinalização vertical e horizontal, orientando os condutores sobre o fluxo vigente. Nos primeiros dias, agentes estarão presentes no local para orientar os motoristas e garantir o cumprimento da nova regra.

Segundo a SMTT, a decisão foi tomada com base em estudos técnicos da Diretoria de Sistemas e Planejamento, que identificaram elevado volume de veículos e recorrência de infrações, especialmente trafegar na contramão, o que aumenta o risco para quem acessa a Avenida Adélia Franco.

A orientação é que motoristas fiquem atentos à sinalização e, se necessário, planejem rotas alternativas para seus deslocamentos.

Com informações da SMTT

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