segunda-feira, outubro 06, 2025

Jeremoabo no Rumo do Futuro: Educação e Lazer como Prioridades



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O governo municipal de Jeremoabo, sob a liderança do prefeito Tista de Deda, demonstra um compromisso notável com a reestruturação da cidade, focando em seus pontos mais críticos. O destaque vai para a educação e o lazer, áreas vitais para a emancipação social e cultural do município.

Resgate e Renovação na Educação

Uma das iniciativas mais significativas é a recuperação do primeiro Colégio Municipal São João Batista, o pioneiro e mais importante da cidade, que se encontrava em ruínas. Este resgate não é apenas uma obra, mas um ato de valorização da história educacional de Jeremoabo. Paralelamente, a construção da escola Menino Jesus segue em ritmo avançado, garantindo uma infraestrutura moderna e digna para o futuro dos estudantes.

Essas ações confirmam que a gestão de Tista de Deda entende que educação e lazer são conceitos complementares. A educação para o lazer desenvolve o senso crítico, enquanto a educação pelo lazer utiliza a atividade recreativa como ferramenta para a formação integral, o bem-estar e a emancipação do indivíduo. A escola, a biblioteca e a própria comunidade se tornam palcos de aprendizado crítico e propositivo.

O Lazer no Centro do Desenvolvimento

Em alinhamento com essa visão, o Estádio Municipal João Isaias Montalvão está passando por uma importante obra de requalificação. O investimento em esporte e lazer não é um gasto, mas sim uma ferramenta de inclusão e saúde pública, oferecendo espaços adequados para a vivência e o aprendizado sobre o lazer.

Com a recuperação de colégios históricos, a construção de novas unidades e a requalificação de espaços esportivos, o prefeito Tista de Deda não só sana problemas antigos, mas também estabelece as bases para um desenvolvimento duradouro, priorizando o bem-estar e a formação integral do cidadão jeremoabense.


Você acredita que o investimento simultâneo em infraestrutura de educação e lazer é a chave para o desenvolvimento social de um município?

domingo, outubro 05, 2025

A Casa do Povo ou o Circo dos Absurdos? Uma Reflexão Sobre as Câmaras Municipais

 

É urgente, portanto, que a sociedade faça uma reflexão profunda sobre este sério assunto. A conclusão é alarmante: nossa vida, nosso bem-estar, nossa saúde e a educação de nossos filhos estão, em grande medida, nas mãos de pessoas despreparadas para

Publicada em 01/10/25 às 08:47h

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A Casa do Povo ou o Circo dos Absurdos? Uma Reflexão Sobre as Câmaras Municipais
 (Foto: Internet.)
Não é de hoje que assistimos, com uma mistura de pasmo e indignação, a cenas absurdas se desenrolarem no plenário das câmaras municipais pelo Brasil. Vereadores são legitimamente eleitos pelo voto popular, mas há uma desconexão profunda e perigosa: a população, em grande parte, ainda não compreendeu a função essencial desse poder legislativo local e a sua importância vital para o funcionamento da democracia em nossa cidade.

O primeiro e mais grave equívoco não está na Constituição, mas enraizado em uma cultura política desgraçada e institucionalizada. Trata-se da percepção, amplamente aceita, de que o vereador eleito tem apenas dois caminhos: ser "do prefeito" para receber benesses e recursos para sua base, ou ser "contra o prefeito" e ser punido com o ostracismo político e a seca de verbas. Esta visão distorcida transforma o mandato, que deveria ser de fiscalização e proposição, em uma moeda de troca, esvaziando seu verdadeiro propósito e traindo a confiança do eleitor.

Essa lógica perversa se reproduz nos próprios mecanismos de funcionamento da casa. A verba para assessores, garantida por lei municipal, raramente é usada para montar uma equipe técnica qualificada. Frequentemente, converte-se em um cabide de empregos para apadrinhados ou no cumprimento de promessas de campanha que nada têm a ver com competência. O resultado são gabinetes inchados com pessoas despreparadas, incapazes de assessorar adequadamente o parlamentar na complexa tarefa de legislar e fiscalizar. A qualidade do trabalho legislativo é a primeira vítima.

E então, o palco está armado para o espetáculo do absurdo. As gafes, os projetos de lei surrealistas e os discursos desconexos tornam-se constantes, reduzindo a casa legislativa a um circo midiático. Quem não se lembra do vereador de Fortaleza que pediu um minuto de silêncio pela morte de um cidadão que, na verdade, estava vivo e bem? Ou do colega de Caruaru que, com todas as letras, declarou que seu eleitor "foi dormir e acordou morto"? São episódios cômicos na superfície, mas tragicamente sintomáticos de uma subversão completa da função pública.

Esses absurdos não são meros acidentes de percurso. Eles são a face mais visível de um problema estrutural: a política é a única carreira que não exige qualificação técnica mínima. Basta a popularidade conquistada por meio de ações duvidosas ou recursos financeiros para bancar uma campanha eleitoral. O preparo para administrar milhões em recursos públicos, para elaborar leis que impactam a vida na cidade e para fiscalizar o poder executivo torna-se um detalhe irrelevante.

É urgente, portanto, que a sociedade faça uma reflexão profunda sobre este sério assunto. A conclusão é alarmante: nossa vida, nosso bem-estar, nossa saúde e a educação de nossos filhos estão, em grande medida, nas mãos de pessoas despreparadas para tal missão. O destino dos nossos municípios não pode ser um prêmio para a popularidade oca ou para o poder econômico. 

Enquanto não exigirmos, como sociedade, seriedade, formação e compromisso ético de nossos representantes, continuaremos reféns de um sistema que, no nível mais básico da democracia, privilegia o absurdo sobre o racional, o interesse particular sobre o bem comum. A casa do povo não pode se tornar o templo da incompetência. A mudança começa pelo voto consciente e pela vigilância constante.
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WANDERLEY BARBOSA
Jornalista / Radialista Profissional
Presidente da Associação da Imprensa do Sertão Central - AISC
Delegado do SINDRADIOCE / Associado da ACI
WhatsApp (88) 99653-5555


https://www.foconoassuntojorn.com.br/noticias/brasil/886559/1
A

Aliados de Bolsonaro avaliam lançar Flávio como vice de Tarcísio para conter planos de Eduardo

 Foto: Andressa Anholete/Arquivo/STF

Flávio Bolsonaro05 de outubro de 2025 | 13:00

Aliados de Bolsonaro avaliam lançar Flávio como vice de Tarcísio para conter planos de Eduardo

brasil

Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro estudam uma estratégia para frear os planos de Eduardo Bolsonaro de disputar a Presidência em 2026. Segundo a coluna Lauro Jardim, integrantes do PL encomendarem um levantamento sobre o desempenho de possíveis presidenciáveis da direita nas redes sociais em setembro. O resultado mostrou que Flávio Bolsonaro teve engajamento superior ao de outros nomes do grupo e quase empatou com o presidente Lula.

A proposta em discussão é lançar Flávio como vice em uma eventual chapa encabeçada por Tarcísio de Freitas, atual governador de São Paulo e um dos nomes mais cotados para representar a direita nas próximas eleições presidenciais.

A movimentação ocorre em meio às resistências dentro da família Bolsonaro. Eduardo, que vive atualmente nos Estados Unidos, já afirmou a interlocutores que só abriria mão da candidatura em favor de um de seus irmãos.

Politica Livre

Marqueteiro do PL atendeu Malafaia e fez vídeo que pressiona STF e Congresso

 Foto: Reprodução/Arquivo

O marqueteiro Duda Lima durante participação no programa Roda Viva, da TV Cultura05 de outubro de 2025 | 14:53

Marqueteiro do PL atendeu Malafaia e fez vídeo que pressiona STF e Congresso

brasil

O publicitário Duda Lima, marqueteiro do PL que esteve à frente da campanha presidencial de Jair Bolsonaro (PL) em 2022, produziu em julho um vídeo a pedido do pastor Silas Malafaia com a mensagem de que o ex-presidente e seus apoiadores são alvos de perseguição injusta e que as tarifas impostas ao Brasil pelo presidente norte-americano Donald Trump só baixarão caso haja anistia aos bolsonaristas.

Para a Polícia Federal e a PGR (Procuradoria-Geral da República), Malafaia foi orientador de ações de coação e obstrução a autoridades promovidas por Jair e pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) com o objetivo de pressionar ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e parlamentares a aprovarem medidas de interesse do grupo bolsonarista, como a anistia do ex-presidente.

Duda Lima não é investigado pela PF no caso.

O pedido ao marqueteiro foi mencionado por Malafaia em conversas com Bolsonaro que constam do relatório final de investigação da Polícia Federal apresentado em agosto, que aponta indícios de que Bolsonaro e seu filho tentaram obstruir o julgamento da trama golpista.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado pela Primeira Turma do STF. É a primeira vez na história que um ex-presidente é punido por esse crime. A defesa afirma que vai recorrer.

O pastor Malafaia é investigado por suposta participação em crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação envolvendo organização criminosa e abolição violenta do Estado democrático de Direito.

Malafaia diz à Folha que Duda é seu amigo, que não pagou nada para que ele fizesse o vídeo e que não existe crime em relacionar o fim do tarifaço de Trump à anistia de Bolsonaro.

“Quer dizer que a esquerda pode fazer a peça publicitária que ela quer para arrebentar quem eles querem e nós não podemos fazer para nos defender? Uma coisa voluntária, que eu não paguei nada”, afirma o pastor, acrescentando que é alvo de perseguição política e que a PF está a serviço do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

“Qual a novidade que tem aí, de a gente fazer propaganda de chamar para anistia, dizendo que o tarifaço de Donald Trump tem a ver com a perseguição a Bolsonaro? E se tiver uma anistia, isso acaba. Quem não sabe disso?”, questiona Malafaia.

“Eles querem calar os opositores. Eles não suportam a oposição, gente que pensa e que questiona. Isso é uma vergonha. Isso é uma safadeza inescrupulosa e cretina.”

Em nota, Duda afirma que trabalha, sim, contra o atual governo federal, representado por Lula (PT), mas em nenhuma peça que produziu profissionalmente há ataques que possam ferir o regramento jurídico e a liberdade de expressão.

O relatório da PF mostra que no dia 13 de julho Malafaia disse em mensagem a Bolsonaro que havia falado para Duda Lima “inventar uma frase que coloque mais ou menos algo em torno disso: anistia já e a taxação cai”.

Segundo ele, a estratégia tinha o objetivo de “tirar de Lula o discurso, saímos das cordas e vamos para o ataque”.

Trump havia anunciado quatro dias antes o tarifaço contra o Brasil, o que fez com que Bolsonaro recebesse críticas devido à articulação liderada por seu filho Eduardo para que o país fosse sancionado.

“Tem que juntar a taxa com a questão da anistia. Ou juntar liberdade, justiça e anistia e a queda da taxa. É a carta de Trump, não vão ter como dizer que é fake. Falei isso para o marqueteiro Duda”, escreveu Malafaia ao ex-presidente.

“O marqueteiro Duda deu a seguinte sugestão, ele vai produzir vídeo e banner. Estará pronto segunda para fazer uma campanha orquestrada. Anistia para todos! O Brasil da liberdade não será taxado. Donald Trump”, completou o pastor.

A expressão “campanha orquestrada” foi grifada pela PF em seu relatório.

Para os investigadores, as mensagens evidenciam que a verdadeira intenção dos atos praticados por Malafaia e Jair Bolsonaro era “coagir as autoridades brasileiras (ministros do STF e parlamentares) para obter uma anistia e impunidade nas ações penais em curso, sendo tais medidas a única saída para reverter as sanções impostas pelos Estados Unidos”.

Uma semana após a troca de mensagens com Bolsonaro, Malafaia publicou o vídeo produzido por Duda no X (ex-Twitter).

O material contém diversos elementos citados pelo pastor, como a carta de Trump e o bordão “o Brasil da justiça e liberdade não será taxado”.

O vídeo afirma que Trump está dizendo o que muitos no Brasil têm medo de expressar: “prender patriotas é injusto, calar vozes é censura e perseguir Bolsonaro é vergonha internacional”. Ele também defende que o presidente norte-americano quer ser parceiro de um Brasil com “democracia verdadeira” e que só vai taxar o país se houver insistência na “democracia relativa”.

“Para resolver o problema está mais fácil do que parece: anistia para os inocentes”, diz o vídeo.

Em nota, Duda Lima afirma que tem posicionamento contrário a Lula “quando o mesmo diz que ‘a democracia é relativa'” e também diante das “críticas provocativas proferidas pelo petista” contra Trump.

Ele também diz ter “forte opinião contra Lula” quando ele tem “atitude irresponsável com a nação brasileira, provocando o presidente da nação mais poderosa do mundo”.

Além de promover campanhas de candidatos do PL e aliados, Lima também é responsável pela comunicação do partido. Ele é próximo de Valdemar Costa Neto, presidente da legenda.

No ano passado, suas agências receberam R$ 1,5 milhão somente do PL, segundo prestação de contas apresentada ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Pela campanha de Ricardo Nunes (MDB), prefeito de São Paulo, para a qual foi indicado por Valdemar, foram mais R$ 8,3 milhões.

Em um dos momentos marcantes da disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2024, Duda foi agredido por Nahuel Medina, cinegrafista de Pablo Marçal (PRTB). Ele levou um soco no olho durante debate organizado pelo Grupo Flow.

Guilherme Seto/Folhapress

Lula e Trump podem se encontrar na cúpula da Asean em meio a tensão comercial


Governistas defendem uma ligação telefônica antes

Ricardo Abreu
G1

Diplomatas ouvidos pela TV Globo afirmam que há boas chances de o encontro entre presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acontecer durante a Asean, a cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático, prevista para acontecer a partir do dia 26 de outubro, na Malásia.

O presidente Lula participará do encontro como convidado. Apesar de ainda não estar confirmado oficialmente, a expectativa é de que Donald Trump também participe da cúpula.

LIGAÇÃO – Alguns integrantes do governo brasileiro defendem que uma ligação poderia “amaciar o terreno para um encontro mais proveitoso com Trump”. O diálogo entre os dois presidentes vem sendo construído através de gestos e ações por parte das diplomacias de Brasil e Estados Unidos.

No mais recente deles, na última terça-feira, o vice-presidente Geraldo Alckmin conversou por um telefone com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick.

AVALIAÇÃO – Segundo fontes, Alckmin reforçou ao representante norte-americano que o Brasil está avaliando possíveis medidas de resposta ao “tarifaço” imposto pelos EUA, mas que a preferência do país é sempre pelo diálogo e negociação.

Na última segunda-feira (29), a Câmara de Comércio Exterior (Camex) também decidiu adiar por 30 dias a entrega do relatório que analisa a aplicação da chamada lei da reciprocidade contra os Estados Unidos.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Esse pessoal gosta de uma especulação. Trump soltou aquela conversa fiada na ONU, mas até agora, nada, e as sanções ainda não pararam. O último foi o ministro Benedito Gonçalves, do STJ, aquele que disse “missão dada, missão cumprida”, ao condenar Jair Bolsonaro e torná-lo inelegível. Não se sabe se o filho do ministro, que vive exibindo o enriquecimento ilícito, também perdeu o visto. (C.N.)


Republicano dos EUA pressiona Tesouro a endurecer sanções contra Moraes


Parlamentar é próximo de Eduardo Bolsonaro

Bela Megale
O Globo

O deputado republicano dos Estados Unidos Rich McCormick enviou uma carta ao Departamento do Tesouro dos Estados Unidos com questionamentos sobre o cumprimento das sanções impostas pela Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes. O documento, ao qual a coluna teve acesso, é datado de 1º de outubro e também é direcionado à Agência de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA (OFAC).

O parlamentar, que tem relação com Eduardo Bolsonaro e outros nomes próximos ao ex-presidente, questionou, por exemplo: “Quais são as obrigações específicas que se aplicam a instituições financeiras, fundos e gestores de ativos dos EUA quando um ministro sancionado permanece ativo na Suprema Corte do Brasil?”. Entre as perguntas de McCormick está ainda se “o OFAC emitirá orientações para governos aliados, organismos multilaterais ou partes interessadas do setor privado para reforçar padrões globais de conformidade diante dessa situação extraordinária”.

INEDITISMO – Na introdução da carta, o republicano destaca o ineditismo de os EUA sancionarem um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil: “Nunca antes um ministro em exercício da mais alta corte de um país estrangeiro havia sido sancionado sob essas autoridades.”

O deputado repete os argumentos usados pela gestão Donald Trump para punir Moraes, acusando o ministro de “graves violações de direitos humanos reconhecidos internacionalmente, incluindo a supressão da liberdade de expressão e do devido processo legal”. McCormick alega que a “permanência de um indivíduo sancionado em uma posição de autoridade judicial cria riscos de conformidade para pessoas e instituições norte-americanas que operam em um dos maiores mercados emergentes para investimentos dos EUA”.

Com o documento, Eduardo Bolsonaro e seu aliado nos EUA, Paulo Figueiredo, buscam aumentar a pressão sobre os bancos brasileiros para que Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane — que também foi sancionada —, tenham todas as transações financeiras e contas bloqueadas, inclusive no Brasil.

ENTENDIMENTO – O decano do STF, Gilmar Mendes, afirmou nesta quinta-feira (2), em um evento em Lisboa, que o entendimento dos bancos brasileiros é que a Lei Magnitsky não teria efetividade sobre as instituições nas operações em solo nacional.

— Até aqui, os bancos têm interpretado que as sanções não são extensíveis ou aplicáveis. Esse é o entendimento — declarou Gilmar no 2º Fórum Futuro Tributação.


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