domingo, abril 06, 2025

Em protesto na avenida Paulista, Bolsonaro abraça mãe de pichadora golpista e ataca Supremo

 Foto: Reprodução/YouTube

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ato na tarde deste domingo (6), na avenida Paulista, em São Paulo06 de abril de 2025 | 17:01

Em protesto na avenida Paulista, Bolsonaro abraça mãe de pichadora golpista e ataca Supremo

brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu anistia aos envolvidos nos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023 durante ato na tarde deste domingo (6), na avenida Paulista, em São Paulo.

Ele chamou ao trio elétrico a mãe e a irmã de Débora Rodrigues, cabeleireira que ficou presa por dois anos depois de ter pichado a estátua da Justiça nos ataques do 8 de janeiro. Débora, ré acusada de tentativa de golpe de Estado, está em prisão domiciliar há dez dias.

“Não tenho adjetivo para qualificar quem condena uma mãe de dois filhos a uma pena não tão absurda por um crime que ela não cometeu. Só um psicopata para falar que aquilo que aconteceu no dia 8 de janeiro foi uma tentativa armada de golpe”, disse.

Ele chamou ainda de “suplício” a situação da acusada e reclamou de penas “a pessoas humildes, por um crime impossível”.

Bolsonaro falou em inglês em um breve trecho do discurso, citando os casos de um pipoqueiro e de um sorveteiro alvos de processo.

Depois, acusou o Judiciário de beneficiar o hoje presidente Lula na campanha de 2022, chamando de “mão pesada”. Também citou medidas de seu governo, elogiando a própria gestão.

Ele voltou a ironizar o uso do avião da FAB por Alexandre de Moraes às vésperas da final do Campeonato Paulista, no fim de março. “Tem que fazer que nem eu e viajar em voo de carreira”, declarou.

O discurso durou cerca de 25 minutos. “Se eu estivesse no Brasil, seria preso na noite de 8 de janeiro [de 2023]”, disse ele.

Afirmou também: “Se acham que vou desistir e fugir, estão enganados. Defender minha pátria com o sacrifício da minha vida. O que os canalhas querem não é me prender de verdade, é me matar. Eu sou um espinho na garganta deles. Mostrei a eles que o Brasil tem jeito. Um caipira do Vale do Ribeira chegou na Presidência. Só Deus explica como”.

O ato deste domingo reuniu mais autoridades do que o realizado em Copacabana e teve a participação de sete governadores: Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Romeu Zema (Novo-MG), Ratinho Jr (PSD-PR), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), Jorginho Mello (PL-SC), Mauro Mendes (União-MT) e Wilson Lima (União-AM). No Rio, apenas Tarcísio, Castro, Jorginho e Mendes participaram.

Bolsonaro acenou a Caiado, dizendo que o aliado também foi condenado a inelegibilidade —a decisão foi em primeira instância e cabe recurso.

Disse que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) terá um perfil “de isenção e poderemos confiar na decisão do ano que vem”, em uma referência à presidência de Kassio Nunes Marques, indicado pelo ex-presidente ao STF.

Também fez uma menção ao filho Eduardo Bolsonaro, deputado licenciado do PL-SP. “Hoje faltou um filho meu aqui. O 03. Fala inglês, espanhol e árabe. Tem contato com pessoas importantes lá nos Estados Unidos”.

Bolsonaro também elogiou o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, conhecido pela política de linha-dura na segurança, e o americano Donald Trump, que na última semana anunciou um tarifaço que incluiu o Brasil. Citou ainda a francesa Marine Le Pen, líder da ultradireita no país e que ficará inelegível por cinco anos por decisão da Justiça local.

Juliana Arreguy/Victória Cócolo/Fábio Zanini/Folhapress

Em pleito suplementar, Eridan de Bonifácio é eleita prefeita de Ruy Barbosa

 Foto: Divulgação

Eridan de Bonifácio (MDB) foi eleita prefeita de Ruy Barbosa, neste domingo (6), em eleição suplementar06 de abril de 2025 | 17:51

Em pleito suplementar, Eridan de Bonifácio é eleita prefeita de Ruy Barbosa

exclusivas

Com 9.260 votos (51,51%), Eridan Martins de Araújo Dourado, conhecida como Eridan de Bonifácio (MDB), foi eleita neste domingo (6) prefeita de Ruy Barbosa, cidade a 320 km de Salvador. Dr. George Carvalho, candidato do PSD que também concorreu ao pleito, obteve 8.718 votos (48,49%).

Com quase de 24 mil eleitores, Ruy Barbosa realizou eleição suplementar seis meses após o pleito de 2024 ser indeferido por causa da inelegibilidade do candidato mais votado José Bonifácio Marques Dourado, marido de Eridan.

Ostentação impune de riqueza é marca registrada da política no Brasil


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Arthur Lira diz que pode comprovar a origem do dinheiro

Carlos Newton

Ao contrário do que se pensa, a existência de sinais exteriores de riqueza não representa crime em nenhum país, nem mesmo nos Estados Unidos, onde o agente federal Eliot Ness conseguiu prender o gangster Al Capone com base em sua riqueza, mas só obteve a condenação por evasão fiscal quando foram encontrados os livros de contabilidade da maior organização criminosa de Chicago.

É claro que a ostentação de riqueza representa indício de outros crimes, especialmente a lavagem de dinheiro. Mas quem se interessa?

LULA, DIRCEU E PALOCCI – Na Lava Jato, muitos réus foram presos e condenados por lavagem de dinheiro, entre eles o próprio Lula da Silva e seus ministros José Dirceu e Antonio Palocci, o único que ainda não foi totalmente “descondenado”, apesar dos comoventes esforços do ministro petista Dias Toffoli.

O fato concreto é que no Brasil não há tradição de prisão por crime financeiro. A impunidade continua reinando, como se vê no revoltante caso do Banco Master, um golpe bilionário na praça que vai acabar sendo absorvido.

As intervenções do Banco Central no mercado financeiro são raríssimas. Quando ocorre alguma punição, como aconteceu no caso do Banco Santos, é motivo de comemoração pelos homens de boa vontade, como se dizia antigamente.

BANCO DO SILVIO SANTOS – Basta lembrar o caso do Banco PanAmericano, criado por Silvio Santos e que estava prestes a sofrer intervenção para encaminhar à falência, envolvido em mil ilegalidades. O prejuízo era bilionário e balançaria o império de Silvio Santos, se não houvesse a compreensão do presidente Lula da Silva, que mandou a Caixa Econômica “comprar” parte do pré-falido PanAmericano e evitar a bancarrota, porque a lei impede que banco estatal possa quebrar.

Agora, quem faz ostentação de riquezas é o deputado Arthur Lira, que acaba de comprar uma mansão em Brasília por R$ 10 milhões. O ex-presidente da Câmara se justifica dizendo que há 30 anos vem faturando como um dos maiores fazendeiros de Alagoas, onde costuma realizar disputadas exposições de bovinos, equinos e suínos de raça. Mas não há quem acredite nessa xaropada.

Antigamente, não era assim. Lembrem que Tancredo Neves costumava dizer que político não pode demonstrar riqueza, tem de se comportar sempre como se fosse classe média. Infelizmente, seu neto Aécio não seguiu a lição e já se envolveu com recebimento de propinas dos irmãos Joesley e Wesley Batista (J&F), em operação filmada e tudo mais, porém ele acabou inocentado…

IMPRENSA LIVRE – Diante desse estado de coisas, é muito importante que haja veículos de comunicação independentes, que possam denunciar os desvios que marcam a política e a administração pública no Brasil.

Aqui na Tribuna da Internet cultivamos essa esperança de que o país possa se aprimorar e ter menos injustiça social, se a imprensa for verdadeiramente livre, com os jornalistas evitando se contaminar com inclinações meramente partidárias ou ideológicas.

Sete governadores prestigiaram o ato público de Bolsonaro a favor da anistia


Ato na Paulista pede anistia a condenados por 8 de janeiro — Foto: TV Globo

Imagens mostram um número enorme de manifestantes

Deu no G1

Apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) participaram de um ato na Avenida Paulista, no Centro de São Paulo, na tarde deste domingo (6), convocado pelo ex-presidente. A manifestação pede a anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro em Brasília, o maior ataque às instituições da República desde que o Brasil voltou a ser uma democracia.

Além de Bolsonaro, estavam presentes na manifestação o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); o de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo); o do Paraná, Ratinho Junior; o do Amazonas, Wilson Lima; o de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil); o de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil); e o de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL).

PRIMEIRO, A ORAÇÃO – Parlamentares e outras autoridades, como o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, também participaram do ato, que começou por volta das 14h com uma oração puxada pela deputada federal Priscila Costa (PL-CE), vice-presidente do PL Mulher.

Houve discursos em defesa do projeto de lei em tramitação na Câmara que concede anistia a condenados pelos atos antidemocráticos. O vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes (PL-RJ), afirmou haver uma articulação forte para colocar o texto em votação.

Também foram feitas críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), como na fala do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que chamou os ministros de “ditadores de toga”.

ANISTIA HUMANITÁRIA – Do alto do trio, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pediu uma “anistia humanitária” aos condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes.

Segurando um batom na mão, ela saiu em defesa da cabeleireira Débora Rodrigues Santos, presa por ter pichado com um batom a estátua “A Justiça”, em frente ao STF em Brasília. Vários manifestantes, vestidos de verde e amarelo, também levavam nas mãos batons infláveis em referência ao caso da pichadora.

Débora é ré no STF não só pela pichação com os dizeres “perdeu, mané”, mas também por ter aderido, segundo a Procuradoria-Geral da República, ao movimento golpista desde o fim das eleições de 2022. Ela é suspeita também de apagar provas, obstruindo o trabalho de investigadores e da Justiça.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Subiu hoje para 197 o número de deputados que apoiam a anistia. O que rejeitam são 127. Outros 189 ainda não quiseram responder. Em tradução simultânea, a anistia será aprovada. Podem apostar e comprar pipocas. (C.N.)


Especula-se no mercado que efeito do tarifaço pode conter juros no Brasil

Publicado em 6 de abril de 2025 por Tribuna da Internet

Juros

Charge do J.Bosco (O Liberal)

Vinicius Torres Freire
Folha

Um adulto razoável teria receio de dar até um vago chute informando a respeito de como o mundo do comércio e da política vai se reconfigurar depois do tarifaço de Donald Trump. Mas já há quem pense na tese de dólar mais barato e de inflação e juros menores.

Era possível ouvir na praça até o chute de que o dólar cairia para perto de R$ 5,40 no final do ano, com o que a moeda brasileira quase voltaria ao nível do início de 2024, em termos reais. Por ora, o dólar está em R$ 5,62. As taxas de juros caíram bem no atacadão no mercado de dinheiro do Brasil.

A LONGO PRAZO – Qual a tese? A economia americana cresceria menos, com juros menores (estão caindo, na praça). Parte da riqueza lá estacionada procuraria ativos mais rentáveis no restante do mundo. Pingaria dinheiro por aqui.

Além do mais, haveria baixa de preços por causa do excesso de oferta dos centros industriais do mundo (China e cercanias, parte da Europa). Seria bom se for ruim: haveria invasão de produtos asiáticos sem destino, de “blusinhas” a manufaturados complexos. A indústria brasileira apanharia — e já procura o governo para falar a respeito.

O crescimento mundial seria menor. Pelo menos o petróleo ficaria mais barato (ajudado, de resto, pelo aumento de produção da Opep, agora acelerado).

OUTRA VISÃO – Uma dúvida óbvia, entre tantas, a respeito da tese é o efeito do crescimento menor sobre a balança comercial brasileira — commodities mais baratas, menos comércio, menos saldo. O dólar por aqui cairia mesmo assim? E se a baixa do crescimento for crítica? E se houver fuga de risco tradicional (“emergentes” mais bagunçados, como o Brasil)?

O que vai ser desta baderna sinistra de Trump será a resultante das ações de dezenas de governos relevantes, de milhares de grandes empresas e financistas. No curtíssimo prazo e de mais banal, zilhões de contratos serão renegociados. Quem comprou por um tal preço, vai pagar o impacto das tarifas? Vai haver pechincha, de modo a driblar “tarifas” mais altas?

No curto e no médio prazo, haverá bloqueios e desvios de comércio. O que era vendido nos EUA pode achar outros portos. Empresas que não vendiam por lá, podem achar nicho americano. Os produtos do núcleo industrial do mundo, em tese ficariam mais caros em pelo menos 20% até a casa dos 60%.

EFEITOS NO TEMPO – No longo prazo, alguns anos, se o tarifaço perdurar e não sobrevier desgraça maior (guerra), empresas mudarão de país, novos acordos comerciais virão, áreas de influência e comércio vão se formar.

Mas é difícil dizer até o que será feito do tarifaço, pois o decreto de Trump diz que tudo pode mudar, ao arbítrio do Nero Laranja, para o mal ou para o menos ruim. Apenas o Congresso, em tese legal, poderia barrar a loucura (fizeram isso com impostos contra o Canadá).

Trump pode aumentar impostos de importação se o déficit comercial americano aumentar. Se parceiros dos EUA firmarem acordos em termos que não beneficiem os americanos também. Se um país retaliar. Se houver ameaças à segurança nacional dos EUA.

NÃO DEVEM REAGIR – Os impostos podem cair se algum país reduzir barreiras a produtos e serviços americanos. Austrália, Reino Unido, Índia, mesmo Vietnã e talvez Japão não devem reagir ao tarifaço.

Isto posto, não se sabe o que Trump fará quando o resultado de sua política cair sobre a cabeça dos americanos —mais inflação, menos emprego.

Mas a “tese” brasileira já circula por aí. Adeus, Selic a mais de 15%?


🎵 Cordel da Virada em Jeremoabo 🎵

 🎵 Cordel da Virada em Jeremoabo 🎵

(Por um povo que cansou do descaso e agora sonha com dignidade)

No sertão de Jeremoabo
O sol brilhou diferente,
Foi o povo quem falou:
“Queremos um novo gerente!”
Com coragem e união,
Tista ganhou eleição
E chegou forte, consciente.

Deri do Paloma caiu,
Com promessas desfeitas,
O povo viu a verdade
E não aceitou as receitas.
Tistinha, que era o braço,
Virou peso e embaraço
Com ações muito suspeitas.

Tiraram nome de escola,
Derrubaram tradição,
O Parque virou poeira,
Só restou decepção.
Mas o povo, na memória,
Guardou toda essa história
E deu fim à opressão.

Vereador virava agente
De favor e de emprego,
Largava a Constituição
Só pra garantir sossego.
Mas a lei do povo é forte,
Fez virar o próprio norte
E agora não tem mais medo.

A educação era dor,
Com Alessandra no comando,
Servidores humilhados
E o futuro afundando.
Mas agora é Josemar,
Com respeito em seu olhar,
Que está firme reerguendo o bando.

Na saúde era abandono,
Faltava o essencial,
Mas com Risvaldo Varjão
Veio um rumo mais leal.
Com cuidado e decisão,
Ele estende a sua mão
Pra tornar tudo normal.

Na Cultura e no Esporte,
Diosmar chegou ligeiro,
Traz lazer, turismo e arte
Com trabalho verdadeiro.
Na Agricultura, o bom Sá,
Que sabe bem cultivar
O sertão por inteiro.

No Ambiente, o Alípio
É quem veio comandar,
Sabe bem da natureza
E do povo preservar.
Na Obras, com pé no chão,
Fernando entra em ação
Pra cidade renovar.

Na Infraestrutura firme,
Não tem mais improviso, não!
Cada buraco da rua
Tem agora direção.
E na Administração,
Gilmar Bomfim, de missão,
Traz gestão com precisão.

Na Chefia, Anabel
É quem coordena o dia,
Com pulso e serenidade,
Trazendo sabedoria.
E Francisco Jorge, nas finanças,
Com controle e esperanças,
Faz a conta ter harmonia.

Márcia Dantas, na Assistência,
Tem o povo como guia,
Com cuidado e com presença,
Leva amor na travessia.
E na Justiça, com firmeza,
Michele Varjão, com clareza,
Defende a democracia.

Arlindo Belo na Controladoria
É o olhar da retidão,
Fiscaliza com firmeza
Sem puxar pra lado, não.
É do povo o compromisso,
E com ele, há um serviço
De respeito e precisão.

Essa equipe é preparada,
Tem estudo, tem verdade,
Não tem rabo de ninguém
Nem jogada na maldade.
Cada qual no seu lugar
Pra Jeremoabo andar
Com justiça e dignidade.

Se Deri sonhar de novo
Com sua politicagem,
Vai lembrar que o povo agora
Tem memória e tem coragem.
Não se vende por favores,
Nem se curva aos opressores —
Segue firme na passagem.

Que Tista honre essa terra
Com cuidado e atenção,
Que governe com justiça
E ouça sempre o povão.
Pois quem tem a confiança
De um povo em esperança,
Deve andar com o coração.

VÍDEO: Câmera de monitoramento mostra homem colocando fogo no carro do prefeito de Botuporã

 

VÍDEO: Câmera de monitoramento mostra homem colocando fogo no carro do prefeito de Botuporã
Foto: Achei Sudoeste

Uma câmera de monitoramento registrou um homem colocando fogo no carro do prefeito de Botuporã, Edmilson Antônio Saraiva (PT), o Professor Edmilson. O veículo foi incendiado enquanto estava estacionado em frente à sua residência, na madrugada do sábado (05), por volta das 2h30.

 

De acordo com informações do Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, o homem encapuzado que aparece no vídeo ainda não foi identificado. Na gravação, o rapaz é visto quebrando o vidro traseiro e incendiando o veículo. 

 

 

Populares e familiares do gestor ainda tentaram conter as chamas, mas sem sucesso. A causa ainda é desconhecida. A 4ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) registrou a ocorrência.

 

A Delegacia Territorial de Botuporã, através da 20ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin) está investigando o caso. Até o momento, ninguém foi preso. 

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