quarta-feira, fevereiro 05, 2025

Governo vê bloqueio maior no Orçamento no 2º semestre que o de 2024, com desaceleração da receita

 Foto: Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil

O presidente Lula05 de fevereiro de 2025 | 06:48

Governo vê bloqueio maior no Orçamento no 2º semestre que o de 2024, com desaceleração da receita

economia

O governo federal avalia que será necessário fazer um bloqueio no Orçamento no segundo semestre deste ano maior que o de 2024, em razão sobretudo da perda de arrecadação devido ao aumento na taxa de juros.

Segundo membros da equipe econômica, isso ocorrerá mesmo com previsão de desempenho bom da arrecadação no primeiro trimestre.

No ano passado o bloqueio de gastos ficou em R$ 17,6 bilhões. Com isso, foi possível cumprir a meta de déficit zero, dentro de intervalo de tolerância, e excluindo gastos excepcionais com as enchentes no Rio Grande do Sul.

Técnicos ouvidos pelo Painel avaliam, no entanto, que alguns fatores podem atenuar a necessidade do bloqueio.

Exemplos citados são desempenho melhor das receitas não recorrentes, arrecadação com concessões e recursos derivados de disputas no Carf (Conselho de Administração de Recursos Fiscais). Há ainda outras receitas, como dividendos e royalties, que ajudariam.

Esse cenário ficará mais claro com os dados que serão compilados para o relatório bimestral de receitas e despesas que será publicado em 22 de maio —o anterior, de 22 de março, não teria informações suficientes para uma leitura ampla do tema por janeiro ser um mês mais fraco em termos de arrecadação.

Outro cálculo que será feito é o político, caso o presidente Lula (PT) não queira fazer bloqueios. Nesta situação, o governo teria na manga a possibilidade de usar projetos já apresentados e que poderiam gerar receitas de cerca de R$ 10 bilhões, o que aliviaria a necessidade de bloqueios.

Fábio Zanini/FolhapressPoliticaLivre

Lula critica pedidos de anistia e desafia Bolsonaro: ‘Se for comigo, vai perder outra vez’

 Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação/Arquivo

O presidente Lula05 de fevereiro de 2025 | 09:05

Lula critica pedidos de anistia e desafia Bolsonaro: ‘Se for comigo, vai perder outra vez’

brasil

O presidente Lula (PT) criticou neste terça-feira (5) os pedidos por anistia aos condenados do 8 de janeiro por parte de Jair Bolsonaro (PL) e afirmou que venceria uma nova eleição contra o ex-presidente, caso a Justiça reverta sua inelegibilidade.

“Nem terminou o processo e as pessoas já querem anistia, ou seja, eles não acreditam que sejam inocentes? Eles deveriam acreditar e não ficar pedindo anistia antes do juiz determinar qual é a punição ou se vai ter”, disse.

“Quando pessoas nem foram condenadas e estão pedindo anistia é porque estão se condenando.”

Bolsonaro está inelegível e com passaporte retido pela Justiça, devido às investigações envolvendo seu nome.

“Vocês terão direito de defesa que nunca houve para mim, [mas] para ele vai haver. E, se a Justiça entender que ele pode concorrer às eleições, ele pode concorrer e, se for comigo, vai perder outra vez. Não há possibilidade de a mentira ganhar a eleição nesse país.”

Lula também lembrou da ida de Bolsonaro a Miami, após ter perdido as eleições de 2022. Com a partida para os Estados Unidos, o ex-presidente se esquivou de participar da cerimônia de posse do rival e encerrou seu mandato sem passar a faixa.

“Se ele fosse um homem que não tivesse preparado toda aquela podridão de comportamento, ele teria ficado e dado posse como qualquer ser humano civilizado faria, mas ele não. Vamos aguardar o julgamento com muita tranquilidade”, disse Lula.

Mariana Brasil/FolhapressPoliticaLivre

Piada do Ano! Além de imigrantes, Trump quer expulsar presos americanos

Trump é uma pessoa nefasta na política internacional

Jamil Chade
do UOL

O presidente Donald Trump anunciou que quer fechar acordos com governos estrangeiros para que recebam americanos que tenham cometido “sérios crimes”. A ideia é de que esses países possam abrigar esses cidadãos dos EUA em suas prisões, em troca de recursos do governo americano.

Em declarações nesta terça-feira, ele insistiu que enviar para fora dos EUA essas pessoas custaria menos que mantê-los nas prisões do país. “Não queremos essas pessoas”, disse.

TRABALHANDO NISSO – De acordo com Trump “muitos países” já se ofereceram para receber esses criminosos americanos. Mas ele admite que não sabe se existe uma possibilidade legal para que isso seja feito. “Estamos trabalhando sobre isso”, contou.” Se tivermos a autorização legal, queremos fazer isso”, explicou.

O presidente citou o caso de um homem que empurrou outro ao trilho de um metrô. “São pessoas doentes”, disse. “Temos criminosos, pessoas péssimas”, afirmou Trump. “Se conseguimos tirar de nosso país, seria um aviso aos demais”, explicou o presidente.

Trump citou sua ofensiva contra os imigrantes. “Mas temos pessoas tão ruins como eles. Eu ficaria muito feliz se conseguimos tirá-los daqui”, disse.

NOVOS CRIMES – Chamando esses americanos de “animais”, Trump justificou que muitos deles, ao sair da prisão, cometem novos crimes. “Não queremos essas pessoas em nosso país. Uma pessoa dessas nunca vai ser boa”, completou.

Sua declaração ocorre um dia depois que o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, ofereceu seu país como local de destino de pessoas deportadas pelo governo de Trump. A proposta foi anunciada nesta segunda-feira e, segundo o chefe da diplomacia americana, Marco Rubio, o país centro-americano se ofereceu para receber dos EUA imigrantes de qualquer nacionalidade e mesmo criminosos americanos.

Segundo Rubio, Bukele “concordou com um acordo migratório sem precedentes e mais extraordinário de todo o mundo”.

PRESOS AMERICANOS – “Ele também se ofereceu para fazer o mesmo com criminosos perigosos atualmente sob custódia e cumprindo pena nos Estados Unidos, embora sejam cidadãos americanos ou residentes legais”, disse o americano.

Bukele é acusado por organizações internacionais e entidades de direitos humanos de adotar uma violenta repressão em seu país, sob a justificativa de atacar a criminalidade. A oposição denuncia a proposta.

Manuel Flores, secretário-geral do partido Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional, criticou a iniciativa e alertou que isso sinalizaria que a região é o “quintal de Washington para despejar o lixo”.

REPRESSÃO EXAGERADA – A política de repressão de Bukele causou polêmica no país nos últimos anos. Em fevereiro de 2023, ele anunciou a transferência dos primeiros 2.000 prisioneiros para a “maior prisão das Américas”, o “Centro de Confinamiento del Terrorismo”.

A abertura dessa “megacárcel” (mega prisão) foi apenas uma das medidas adotadas por Bukele, que conduz uma suposta guerra contra organizações criminosas que operam no país.

Dados da própria polícia salvadorenha estimam que um em cada seis indivíduos presos é inocente. Os cidadãos são incentivados a denunciar suspeitos de “terrorismo” por meio de uma linha direta, permitindo que denunciem seus vizinhos simplesmente por terem vinganças pessoais.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Mais conversa fiada de Trump, o novo dono do mundo. Todas as maluquices dele serão imediatamente suspensas pela Justiça Federal americana, como aconteceu com o decreto dos filhos de imigrantes. Trump não tem cultura, educação e qualquer noção de solidariedade e tolerância. Acaba de proibir os 
Estados Unidos de integrar o Conselho de Direitos Humanos da ONU. É uma figura nefasta, como diria Gilberto Gil. (C.N.)

“Sem maioria, governo não pode ser tão proativo”, afirma Rodrigo Maia

Publicado em 4 de fevereiro de 2025 por Tribuna da Internet

Rodrigo Maia: Problema do governo é não ter uma coalizão com o Congresso |  WW - YouTubeJulliana Lopes e Clarissa Oliveira
da CNN

Para o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a eleição de novas mesas diretoras do Legislativo ainda não garantem vida fácil ao governo Lula nos próximos anos.

Em participação no CNN Entrevistas, Maia disse acreditar que, sem votos suficientes para uma articulação de peso, o Executivo pode continuar sofrendo com resultados não satisfatórios após votações de projetos de interesse da gestão petista.

TER MAIORIA – “O governo precisa dizer para a sociedade: eu quero ou não ter um uma maioria. Então, se não quer ter maioria, não pode ser tão proativo no Legislativo. Tem que ser menos proativo no Legislativo, porque senão toda tramitação vai ter um custo maior para o governo. Porque, se eu não sou da base do governo, eu vou dizer: o que interessa ao meu eleitor para eu votar essa matéria? Vou votar com o governo, ou vou votar contra?”, afirmou o ex-deputado.

A avaliação considera as últimas discussões sobre o Orçamento Público. Nos últimos meses de 2024, impasses sobre os pagamentos de emendas parlamentares travaram as votações da Lei Orçamentária Anual e a análise acabou empurrada para 2025.

Nos últimos 20 anos, o atraso ocorreu apenas três vezes: em 2013, 2015 e durante a pandemia de Covid-19, em 2021.

GOVERNABILIDADE – Segundo Rodrigo Maia, sem maioria no parlamento, restaria a Lula o controle do orçamento para garantir governabilidade.

Para o ex-presidente da Câmara, no entanto, o Executivo tem mostrado pouca influência sobre os debates em torno da distribuição de despesas e, consequentemente, sobre a capacidade de investimentos no país.

“O governo já está entrando no terceiro ano do mandato, e até agora ele não disse o que ele pensa do orçamento. Para mim é muito mais uma disputa sobre quem manda no orçamento para entregar para o parlamento. No fundo, o que eu acho que o governo quer é se apropriar desse poder, negociar com esse poder a maioria, sem precisar mexer no governo”, completou.

MINISTÉRIO – Com a experiência de uma presidência longa a frente da Câmara, Maia também ponderou o resultado de uma possível troca de cadeiras na Esplanada dos Ministérios neste ano.

E destacou os desafios na relação com novo presidente do Senado.

“Acho que a relação do Davi [Alcolumbre] depende muito de como como é que o presidente Lula vai querer organizar isso e o que ele tem a dizer sobre uma política de finanças públicas melhor estruturada e com uma lei mais moderna que o Brasil tem hoje”, afirmou o ex-deputado.

 

Piada do Ano! Gusttavo Lima pensa (?) que poderá ser presidente


Gusttavo Lima - Um Sonho Louco (Voz e Violão)

Um dos grandes sucessos do cantor é “Um Sonho Louco”

Carlos Newton

A democracia tem dessas coisas. Qualquer um pode sonhar em virar presidente da República, basta ser eleitor, ter mais de 35 anos e estar na posse de seus direitos políticos. O cantor mineiro Gusttavo Lima tem exatamente essa idade e rompeu o Ano Novo cheio de esperanças.

É um sertanejo vencedor. Ficou milionário à custa do próprio esforço, a ponto de gastar 25 milhões de reais para comprar o iate Lady Laura IV, de Roberto Carlos. Lima é um rei Midas do showbiz, tudo o que faz dá certo.

SERÁ CANDIDATO? – Entediado com o sucesso excessivo, o cantor passou o réveillon pensando em entrar na política. No dia 2 de janeiro, contatou a repórter Lilian Tahan, do portal Metrópoles, e anunciou que será candidato a presidente da República.

A notícia explodiu em todo o país, Lima passou a ser mais um protagonista da política brasileira. E o sucesso não demorou nada. Exatamente um mês depois da entrevista, o cantor já aparece gravando um vídeo para agradecer pelos índices de mais de dez pontos percentuais alcançados em diversos cenários na pesquisa Genial/Quaest para presidente.

O cenário principal apontou Gusttavo Lima como o principal nome da direita no segundo turno, Segundo a pesquisa, Lula teria 41% e Gusttavo Lima 35%. 

DIZ O CANDIDATO – “O Brasil tem jeito. Não vamos desistir do Brasil”, afirmou o cantor, em vídeo publicado nas redes sociais, acrescentando que “só Deus pode parar um sonho”.

Bem, não faltará partido para filiar o cantor sertanejo, mas suas chances são mínimas. Na chamada pesquisa espontânea, a mais precisa, em que o entrevistador indaga simplesmente “em quem você vai votar?”, sem citar nomes, Lula tem 9% e Bolsonaro, 6%. Gusttavo Lima nem chega a pontuar…

Assim, o cantor precisa pensar (?) com calma se deve ou não entrar na política. Aliás, se soubesse como é chato e cansativo fazer política, jamais teria desafinado desse jeito.

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P.S. – Como sempre lembramos aqui na Tribuna da Internet, sonhar não é proibido nem paga imposto… Além disso, Gusttavo Lima não perderá nada na política, apenas as ilusões. (C.N.)

O maior eleitor de Lula é Bolsonaro, responsável por interditar a direita


El informe que acusa a Bolsonaro de crimen contra la Humanidad llega a la  Fiscalía | Internacional

Estratégia errada de Bolsonaro está favorecendo Lula

Fabiano Lana
Estadão

Estava escrito nas estrelas. Mesmo com queda expressiva na popularidade, o presidente Lula segue líder em qualquer cenário para as eleições presidenciais de 2026, como mostra o levantamento da Genial/Quaest. E por W.O. Seu principal oponente neste momento é um cantor popular milionário com certo envolvimento com os sites de apostas.

Políticos mais tradicionais, como os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), ou de Goiás, Ronaldo Caiado (União), seguem desconhecidos da maioria da população.

EFEITO BOLSONARO – Neste momento o maior responsável por esse cenário que favorece Lula é Jair Bolsonaro, na sua insistência vã em não abrir caminho para ninguém (talvez sua esposa ou seu filho).

Um dos clichês da política, e verdadeiro, no caso, é que eleição presidencial é uma corrida de longa distância. Mesmo em tempos de redes e comunicação rápida, os potenciais candidatos precisam se apresentar por anos para a população.

Saberem se posicionar nos momentos corretos, não se omitirem em acontecimentos que movem mentes e corações. Tentar se manter na crista da onda. Mas governadores muitas vezes não conseguem agir assim pelo fato de dependerem da boa-vontade do governo federal para manterem seus Estados administrativamente viáveis.

VÁRIOS EXEMPLOS – Os casos são muitos. Tome-se o caso do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que quando presidente do PSDB mal se pronunciava. Ser governador é uma amarra de força que obriga ao sujeito ser algo discreto. Podemos falar também de Ratinho Júnior (PSD), do Paraná.

No Parlamento, a situação é diferente. Jair Bolsonaro, por décadas, falou o que quis, chocou, ultrajou, até que um dia descobriu que, por uma série de circunstâncias, a sociedade não queria construir nada, só queria destruir. Foi eleito por vestir o figurino desejado do momento.

O deputado Nikolas Ferreira e mesmo o “ex-coach” Pablo Marçal hoje têm essa mesma liberdade de ação, de poderem agir como antipolíticos.

AUTOCONTENÇÃO – Mas a necessidade de autocontenção é apenas a primeira dificuldade dos governadores de partidos de centro ou centro-direita que querem substituir Lula. A verdade é que parece não haver nenhum movimento de âmbito para ungi-los.

Como houve, por exemplo, com Dilma Rousseff desde que ela tomou posse como ministra da Casa Civil. Em 2007 Lula já andava com “a mãe do PAC” pelo Brasil a fora numa estratégia que tinha certa coordenação do marqueteiro João Santana.

Nessas circunstâncias, Bolsonaro hoje se comporta como um menino que foi expulso do jogo por falta perigosa, mas levou a bola para a casa. Deixa claro que a partida só é válida se estiver presente. Ironicamente, tática parecida com a do ex-presidente Lula, que só escolheu o então ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, às vésperas da eleição. O resultado sabemos: Bolsonaro eleito.

INTERESSES MESQUINHOS – A postura do ex-presidente Bolsonaro mostra que muito além da sua intenção de “derrotar a esquerda” ou, digamos, “o comunismo” é na verdade movido pelos interesses pessoais mais mesquinhos do pequeno poder para ele próprio. É nisso que Lula, com baixa aprovação, irá apostar.

A eleição ainda está longe de ocorrer. Se a gente vê a pesquisa como um filme podemos até ver uma subida rápida de Tarcísio frente uma queda de Lula. A posição de Gusttavo Lima mostra que parte da sociedade pode dar seu voto a qualquer um que se posicione como o anti-Lula, de maneira a torná-lo bastante competitivo.

Mas, por culpa de Bolsonaro, essa possibilidade segue paralisada e Lula poderá agradecer ao seu maior oponente caso se sagre vitorioso em 2026.


Um país se transforma em anarquia quando as leis não são respeitadas e quando aqueles que as infringem não sofrem as devidas consequências



Depois de seis anos de abandono, a Praça do Forró, antes entregue às baratas e ao Deus-dará, finalmente recebe a atenção necessária. O atual Secretário de Meio Ambiente começou a ouvir os clamores dos moradores, que por anos se sentiram sacrificados, desrespeitados e humilhados pela situação de descaso e desordem.

Agora, a esperança renasce com a primeira reunião entre o Secretário de Meio Ambiente, as Polícias e a Guarda Municipal. O objetivo é garantir que a lei seja aplicada, impedindo a interdição irresponsável e criminosa das ruas, garantindo o direito ao sossego e o livre ir e vir da população.

Para isso, é fundamental que a Polícia, com o apoio da Guarda Municipal, atue de maneira firme, equilibrando a realização de eventos com o bem-estar dos cidadãos. Entre as principais medidas necessárias estão a adoção de ações preventivas e repressivas contra a poluição sonora, incluindo a proibição dos chamados "paredões" que não estejam dentro dos parâmetros legais.

Cabe ao Município sinalizar claramente essa proibição, garantindo que transgressores sejam responsabilizados por crimes, contravenções penais e infrações administrativas. As penalidades podem incluir apreensão de equipamentos, prisão em flagrante e demais consequências legais. Além disso, recomenda-se a revogação de alvarás e autorizações concedidas para o uso desses equipamentos fora das normas estabelecidas pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).

Um país se transforma em anarquia quando as leis não são respeitadas e quando aqueles que as infringem não sofrem as devidas consequências. O compromisso do poder público com a ordem e o respeito à população é fundamental para garantir a harmonia entre o lazer e o direito de todos ao sossego e à mobilidade. Resta agora aguardar se essa reunião será apenas um primeiro passo ou se resultará em ações concretas e duradouras.







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TCM aponta má gestão em Jeremoabo

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