domingo, fevereiro 04, 2024

Entre os governantes, Biden é 9º líder mais velho do mundo, e Lula é o 15º

Publicado em 4 de fevereiro de 2024 por Tribuna da Internet

Thomas Traumann | Adivinhe quem não vem para jantar?

BIden e Lula pretendem disputar eleição aos 81 anos

Deu na Folha

Com seus 81 anos e mais uma vez na disputa pela chefia da Casa Branca, Joe Biden deu gás ao debate sobre as idades de líderes globais. À sombra de acusações de etarismo —preconceito relacionado à idade—, multiplicam-se nos Estados Unidos os críticos à candidatura do democrata que afirmam que ele já não tem fôlego para o posto.

Um dos receios desses detratores é o de que, caso Biden seja reconduzido ao cargo, em algum momento de seu segundo mandato o país possa ter de acionar a 25º emenda da Constituição. Esta prevê, entre outros, que o vice-presidente se torne líder interino no caso de morte ou incapacidade (cognitiva ou física, por exemplo) do presidente.

BIDEN E LULA – Biden é atualmente o líder mais velho das Américas. Entre os chefes de governo mundiais, a faixa etária gira em torno de 50 a 60 anos, com idade média de 61,7. O presidente brasileiro, Lula (PT), está bem acima desta média: aos 78 anos, ele é o 15º líder mais velho do mundo — o segundo das Américas e o mais velho da América Latina.

Para fazer esse levantamento, a reportagem usou um banco de dados produzido pelo instituto americano Pew Research Center e o atualizou até a data de publicação deste texto.

O levantamento conta com 188 países e deixou de fora alguns, como Afeganistão e Burkina Fasso, pela inconsistência das informações disponíveis no que se refere a seus respectivos líderes.

VELHOS DITADORES – Em geral, estão na África e no Oriente Médio os líderes mais velhos do mundo. Isso tem um motivo: é também nessas regiões que estão concentrados alguns dos principais regimes autoritários, nos quais há baixa ou nenhuma rotatividade de poder. Seus líderes tendem, portanto, a estar há muitos anos em seus cargos de forma ininterrupta.

Para classificar os regimes políticos, foi usado o banco de dados da Freedom House, outro instituto americano.

A entidade divide os países entre “livres”, “parcialmente livres” e “não livres” com base em indicadores de direitos políticos (como eleições livres e plurais) e de liberdades civis (como as liberdades de expressão e de imprensa).

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Cazuza e seu parceiro Arnaldo Brandão fizeram questão de nos lembrar que o tempo não para, não adianta reclamar. É a idade avançada de Lula que faz com que sua sucessão já comece a ser disputada entre Fernando Haddad, ministro da Justiça, e Gleisi Hoffmann, presidente do PT, que também se considera apta a disputar a presidência da República pelo partido. E o problema maior não é a idade de Lula, mas sua incontida ânsia de poder, que aos 78 anos o faz percorrer o país e o mundo incessantemente, dando entrevistas e pronunciando um discurso atrás do outro, sem nem prestar atenção às bobagens que anda dizendo, e tudo isso para se manter em campanha permanente e disputar a Presidência pela sétima vez, em 2026, e aos 81 anos… Tudo isso para quê? Ora, “para nada”, como dizia Miguel de Cervantes, ao descrever os cavaleiros de Granada, sempre em louca disparada.  (C.N.)


Como dizia Taiguara, ninguém pode ser bom sendo o que não é

Publicado em 4 de fevereiro de 2024 por Tribuna da Internet

Taiguara: a voz mais censurada pela ditadura, por Carlos Motta -

Taiguara, um grande compositor romântico

Paulo Peres
Poemas & Canções                  

O cantor e compositor Taiguara Chalar da Silva (1945-1996) nascido no Uruguai durante uma temporada de espetáculos de seu pai, o bandoneonista e maestro Ubirajara Silva, na letra de “Piano e Viola” compara seu estado emocional com o dia chuvoso e ensina que ninguém é bom sendo o que não é. A música está no LP Taiguara, Piano e Viola lançado, em 1972, pela EMI-Odeon.

PIANO E VIOLA
Taiguara

Olhando um dia de chuva
Vi que o mais triste era eu
Que sem estrela e sem lua
Te procurava no céu
Fiz do piano a viola
Fiz de mim mesmo o amigo
Fiz da verdade uma história
Fiz do meu som meu abrigo

Quem canta fala consigo
Quem faz o amor nunca quer ferir
Quem não fere vive tranquilo
Vê muita gente sorrir

E quem não tiver do seu lado
A quem ama e quer ver feliz
Não diga que não se importa
Diga só o que o amor lhe diz

Essa mentira é uma espuma
Que se desmancha no ar
E deixa n’água um espelho
Pra você se ver chorar

Sorriso bom, só de dentro
Ninguém é bom sendo o que não é
Eu, pra ser feliz com mentira
Melhor que eu chore com fé

E quem não tiver do seu lado
A quem ama e quer ver feliz
Não diga que não se importa
Diga só o que o amor lhe diz

Essa mentira é uma espuma
Que se desmancha no ar
E deixa n’água um espelho
Pra você se ver chorar

sábado, fevereiro 03, 2024

O que a Alemanha comunista ensina sobre a “Abin paralela” de Bolsonaro


Imagem ilustrativa da imagem Charge 21/10/2023

Charge do Marco Jacobsen (Arquivo Google)

Diogo Schelp
Estadão

A Stasi, acrônimo em alemão para Segurança de Estado, foi o serviço de inteligência da Alemanha Oriental que, ao longo de 40 anos, monitorou potenciais inimigos externos e internos do regime socialista. É considerada o suprassumo histórico da vigilância do Estado sobre os cidadãos com o propósito de garantir a perpetuação de uma determinada ideologia no poder.

A história da Stasi tem dois momentos de inflexão que moldaram sua forma de atuação. O primeiro foi o levante de 1953, que deu ao regime a convicção de que, para não ser surpreendido pelo próprio povo, precisava manter vigilância constante sobre os cidadãos com o objetivo de coibir atitudes contrárias ao socialismo antes mesmo de elas se tornarem ameaças reais. Com isso, todo e qualquer cidadão tornou-se um potencial inimigo ao menor sinal de dissidência ou crítica ao governo.

BISBILHOTAGEM – O segundo ponto de inflexão deu-se no início da década de 70, quando a busca por legitimação internacional da Alemanha Oriental levou a Stasi a desenvolver métodos mais sutis de perseguição e repressão política, em detrimento da brutalidade explícita adotada até ali.

Para municiar as novas táticas de manipulação, divulgação de boatos e falsa imputação de crimes com o propósito de destruir carreiras e isolar as pessoas de seus círculos sociais, a polícia secreta aprofundou a bisbilhotagem na vida privada dos cidadãos, não se restringindo às suas atividades políticas, culturais e profissionais.

A suspeita é de que, durante boa parte do governo de Jair Bolsonaro, a Abin – cujo papel é identificar ameaças à ordem constitucional, não defender um projeto político de poder.

EXEMPLO DA STASI – Ai espionar políticos, ministros do STF, jornalistas, advogados e até uma promotora responsável pela investigação do caso Marielle, a ação da Abin remete ao exemplo da Alemanha por vários motivos.

Primeiro, pelas aspirações ditatoriais dos beneficiados diretos da bisbilhotagem. Segundo, pela motivação ideológica na escolha dos alvos dos monitoramentos. Terceiro, pela prática de arrastão investigativo, ou seja, de espionar o maior número possível de pessoas para encontrar alguma coisa contra elas.

Afinal, se o software FirstMile foi usado 30 mil vezes para identificar a geolocalização em tempo real de 1.800 pessoas, fica claro que os agentes da Abin estavam procurando conexões entre pessoas aleatoriamente, sem ter uma suspeita objetiva em relação a elas.

LER OS ARQUIVOS – Na Alemanha, qualquer cidadão pode verificar se foi alvo da espionagem da Stasi e ler os arquivos com suas informações.  Desde 1992, mais de 2 milhões de pessoas já usufruíram desse direito.

A Abin paralela de Bolsonaro não chegou aos pés da Stasi em alcance e em eficiência, mesmo com os atuais recursos tecnológicos.

Mas o mínimo que se espera é que qualquer brasileiro que tenha sido espionado ilegalmente possa se informar sobre isso e ter acesso irrestrito aos dados levantados.

Autoridades apontadas como alvos de espionagem da ‘Abin paralela’ pedem investigação e punição

 Foto: Arquivo Agência Brasil

Fachada da Abin03 de fevereiro de 2024 | 16:28

Autoridades apontadas como alvos de espionagem da ‘Abin paralela’ pedem investigação e punição

BRASIL

As autoridades que foram apontadas pela Polícia Federal (PF) como alvos do monitoramento ilegal da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) reagiram às suspeitas de espionagem. Em publicações nos perfis oficiais, os nomes que entraram na mira dos “softwares espiões” pediram rigor na investigação e, se confirmadas as suspeitas, clamaram pela punição dos envolvidos no caso da “Abin paralela”.

O esquema de espionagem com o aparato da Abin é investigado pela PF nas Operações Última Milha e Vigilância Aproximada. Segundo as diligências, o monitoramento teve como alvos autoridades rompidas com a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), senadores que compuseram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid e até governadores estaduais. A informação foi divulgada na sexta-feira, 2, pelo programa de TV Jornal da Band.

A relação de autoridades monitoradas vai desde ex-integrantes do primeiro escalão de Bolsonaro a parlamentares de oposição, passando por inimigos políticos do ex-presidente. Nas redes sociais, os citados reagiram às suspeitas.

Opositores e membros da CPI da Covid
Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), senador que integrou a oposição ao governo de Jair Bolsonaro e a CPI da Covid, e hoje é líder do governo Lula no Congresso, lembrou que as investigações ainda estão em andamento, mas relacionou o uso da Abin para monitorar inimigos políticos a uma violação aos direitos à privacidade e ao sigilo. “Quaisquer indícios de violações a tais direitos devem ser rigorosamente apuradas e punidas”, declarou o senador em publicação nas redes sociais, ratificando uma declaração dada ao telejornal.

O senador Humberto Costa (PT-PE), que também integrou a CPI da Covid, disse ter recebido a informação com “indignação”. Além de pedir pelo seguimento das diligências, o senador sugeriu que quaisquer informações coletadas pelas investigações que envolvam parlamentares devem ser entregues ao Congresso Nacional.

Segundo o senador, essa seria uma medida cabível pois a espionagem clandestina “é um crime, acima de tudo, contra o exercício democrático”. Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado, já se manifestou neste sentido. Na quarta-feira, Pacheco encaminhou ao STF um pedido de informações sobre o inquérito da Abin, solicitando o nome dos congressistas citados como alvos de espionagem.

Parlamentares que foram aliados de Bolsonaro, mas romperam com a gestão do ex-presidente, também foram citados como alvos do aparato paralelo da Abin. São os casos da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) e do deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP). “Irei até as últimas consequências”, disse Thronicke nas redes sociais. “Os responsáveis por esse crime devem ir para a cadeia”, disse Kataguiri ao Jornal da Band.

Inimigos políticos de Jair Bolsonaro
João Doria (sem partido), ex-governador de São Paulo, também foi citado entre os nomes monitorados pelo serviço de inteligência paralelo. “Minha repulsa a este comportamento sórdido e condenável, não apenas no meu caso, mas de todos aqueles que estavam sendo ilegalmente espionados. A atitude transcende questões políticas e atinge a própria essência da democracia”, pontua o ex-governador em nota encaminhada ao Estadão. Doria, que elegeu-se ao Palácio dos Bandeirantes apoiando Bolsonaro em 2018, tornou-se adversário do governo nos anos seguintes, principalmente no período da pandemia de covid-19.

Até ex-integrantes do governo de Jair Bolsonaro que romperam com o ex-chefe do Executivo federal foram alvos do esquema ilegal de espionagem, segundo o inquérito. É o caso de Abraham Weintraub, ex-ministro da Educação. “Não tenho medo do que eles possam encontrar”, disse Weintraub, afirmando “não estar surpreso” com a suspeita de monitoramento ilegal.

A lista de alvos da espionagem ilegal ainda envolve outros ex-ministros de Bolsonaro: Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo). Antigos aliados de Bolsonaro, Santos Cruz e Weintraub romperam com o ex-chefe do Executivo após deixarem as suas pastas.

A “Abin paralela” monitorava também os senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Renan Calheiros (MDB-AL), que compuseram a mesa diretora do colegiado na CPI da Covid junto com Randolfe Rodrigues.

Outros senadores do colegiado monitorados teriam sido Rogério Carvalho (PT-SE), Otto Alencar (PSD-BA), Humberto Costa (PT-PI) e Alessandro Vieira (MDB-SE). Fora da CPI, a ex-senadora e atual ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB) também está na lista.

A Abin monitorou ainda o ex-deputado Alexandre Frota (sem partido-SP), que era aliados de Bolsonaro mas se afastou durante o mandato do ex-presidente. Outro alvo foi o ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia (PSDB-RJ) foi espionado ilegalmente.

A lista inclui também o ex-governador do Ceará e atual ministro da Educação, Camilo Santana, além dos ministros do STF Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes.

Investigações miram ‘softwares espiões’
As investigações sobre o suposto aparelhamento da Abin ocorrem desde outubro de 2023, com a deflagração da Operação Última Milha. O nome dessa investigação satiriza um software que ainda é peça-chave nas diligências, o FirstMile. Desenvolvido por uma empresa israelense, o programa permite ao usuário, entre outras funções, o monitoramento em tempo real da geolocalização de celulares.

Os investigadores já sabem que o FirstMile foi utilizado 60 mil vezes pela Abin entre 2019 e 2023, mas outros programas entraram no radar dos investigadores. Além disso, também já é de conhecimento dos investigadores que mais da metade dos acessos da Abin ao FirstMile ocorreu em 2020, ano de eleições municipais.

“O grupo teria criado uma estrutura paralela na Abin e utilizado ferramentas e serviços daquela agência de inteligência do Estado para ações ilícitas, produzindo informações para uso político e midiático, para a obtenção de proveitos pessoais e até mesmo para interferir em investigações da Polícia Federal”, diz um comunicado da PF sobre as investigações.

Juliano Galisi/Estadão ConteúdoPolitiacLivre

Ramagem diz não se lembrar de imprimir documentos sobre rivais de Carlos

 Foto: Pablo Valadares/Arquivo/Câmara dos Deputados

Ramagem diz não se lembrar de imprimir documentos sobre rivais de Carlos03 de fevereiro de 2024 | 17:49

Ramagem diz não se lembrar de imprimir documentos sobre rivais de Carlos

BRASIL

O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), diz não se lembrar de ter feito a impressão de documentos sobre rivais do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), padrinho de sua indicação para o cargo no governo de Jair Bolsonaro (PL-RJ).

Ramagem afirmou que não se recorda do motivo porque uma tabela com procedimentos contra desafetos de Carlos Bolsonaro foi impressa na impressora de seu escritório na Abin. A declaração foi dada em entrevista ao portal Metrópoles.

“Eu não sei que pastas são essas. Eu tinha uma impressora minha. Eles foram na minha impressora. Parece que tem 200 gigas de material impresso. Eu imprimi tudo o que eu recebo de informação. Essas informações culminaram em algum relatório de inteligência? Não sei.”, disse Alexandre Ramagem, ex-diretor-geral da Abin.

As investigações da PF constataram que Ramagem imprimiu uma planilha com ao menos seis páginas listando detalhes de inquéritos sigilosos da Justiça Eleitoral contra políticos do Rio de Janeiro.

Ramagem também voltou a acusar sem provas a Polícia Federal de perseguição política. Segundo o parlamentar, os investigadores estariam fazendo o que se chama de pesca probatória.

“Qual o elemento que se mostra além dessa perseguição? A perseguição da pesca probatória, do ‘fishing expedition’? Não tinha elementos mínimos, como você trouxe aqui coisas antigas, coisas e ilações. Quando se verifica que eu sofri um mandado de busca e apenas um mês eu fui intimado para ser ouvido, um mês depois está configurado uma pesca probatória contra a minha pessoa e nitidamente a uma perseguição, há um induzimento a erro e possivelmente uma perseguição.”, finaliza.

UOL/FolhapressPoliticaLivre

Ramagem mandou apurar ilegalidades e houve até demissão de diretor na Abin

Publicado em 3 de fevereiro de 2024 por Tribuna da Internet

Após operação, Ramagem é excluído dos grupos do PL e da oposição

Ramagem pretende provar que está sendo perseguido

Arthur Guimarães
Metrópoles

Deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem admite que havia indícios de que monitoramentos clandestinos estariam sendo feitos pelo órgão. “Acredito que uma minoria possa ter desvirtuado (a Abin)”, afirmou ao Metrópoles, dizendo que, em sua gestão, mandou apurar irregularidades no órgão.

Ramagem negou ter feito pedidos de pesquisas ilegais usando o software espião First Mile ou repassado informações confidenciais para benefício da família Bolsonaro, da qual é íntimo. “Eu acredito que a utilização, na sua grande maioria, quase a totalidade, deve ter sido para trabalhos de inteligência corretos. Porque eles, os oficiais de inteligência que trabalham ali, são oficiais de inteligência que fazem bom trabalho.”

TINHA SUSPEITAS – O parlamentar, no entanto, levantou suspeitas sobre a conduta de Paulo Fortunato, que ocupava o posto de diretor de Operações, ou seja, seu subordinado na Abin. No governo de Lula da Silva (PT), Fortunato chegou a ocupar o terceiro posto na hierarquia da agência. Em outubro do ano passado, o servidor foi afastado das funções, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), e exonerado, dentro da investigação sobre o uso do software espião.

Foi na casa dele que foram encontrados quase US$ 170 mil. O dinheiro, segundo a defesa dele, seria proveniente de uma poupança da família.

APURAÇÃO INTERNA – Ramagem disse que a Agência Brasileira de Inteligência tem as atribuições de combater espionagem industrial, proteção do conhecimento sensível, proteção de estruturas estratégicas, como Itaipu”.

O ex-diretor-geral acrescentou ter sido o responsável por identificar indícios de irregularidades e encaminhar uma investigação interna, que teria sido determinante para a saída de Fortunato.

“Fui em quem fez toda apuração que gerou a exoneração dele e isso demonstra que pode ter atividades ilícitas lá dentro. Então, por que eu agora estou sendo investigado? Esse é o absurdo da perseguição. Por quê?”

Publicado em  1 Comentário | 

Em destaque

TCM aponta má gestão em Jeremoabo

Matéria completa: portaldafeira.com.br https://www.portaldafeira.com.br/noticia/153979/tcm-aponta-ma-gestao-em-jeremoabo                  ht...

Mais visitadas