segunda-feira, abril 05, 2021

Missão de Braga Netto é garantir apoio militar a Bolsonaro, mas isso “non ecziste”

Publicado em 5 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Charge do Nani (nanihumor.com)

Augusto Fernandes e Sarah Teófilo
Correio Braziliense

As mudanças no ministério da Defesa e na cúpula das Forças Armadas mostraram, de forma abrupta e tensa, a intenção do presidente Jair Bolsonaro de exibir que tem voz de comando na caserna. O desfecho da crise militar revelou, no entanto, que as Forças Armadas devem obediência, em primeiro lugar, à Constituição, e não aos desígnios do mandatário de ocasião.

Esse choque de autoridades obrigou o general Fernando Azevedo a escrever, antes de deixar o comando da Defesa, que preservou “as Forças Armadas como instituições de Estado”.

O NOVO MINISTRO – Diferentemente do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, que considerava sua relação com o presidente nos termos “um manda, o outro obedece”, Azevedo tinha uma postura mais independente. Ainda que ocupante de um cargo político, evitava se manifestar em questões marcadas pela politização. Mantinha um posicionamento mais discreto em relação às polêmicas criadas pelo presidente. A estratégia funcionou até o início desta semana.

Na crise que culminou na demissão de Azevedo, Bolsonaro convocou outro general-ministro — Braga Netto, considerado figura mais próxima do presidente — para substituir Azevedo na Defesa.

Coube ao até então chefe da Casa Civil a tarefa de serenar os ânimos e reordenar a casa. E nos últimos dias, cresceu a expectativa sobre a postura do novo titular da Defesa após o embate mais grave ocorrido entre o Palácio do Planalto e os comandos militares.

CORREIAS DE TRANSMISSÃO – Professora de Ciência Política da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mayra Goulart afirma que a atuação de Braga Netto pode ser vista pelo critério de obediência estrita aos desígnios do Planalto. “Pazuello é um protagonista interessante, é muito significativo do padrão de governabilidade do Bolsonaro”, explica.

Segundo ela, na gestão do presidente, os ministros são “meras correias de transmissão da vontade” do presidente da República. Esse princípio, por sinal, não se aplicou somente na troca da cúpula militar. Em questão de horas, Bolsonaro alterou a composição de seis ministérios, entre demissões e remanejamentos.

Para Mayra Goulart, existe um perfil de ministro que se adequa ao estilo bolsonarista de governar. “Quanto menos identidade própria, mais é valorizado como perfil para escolha do Bolsonaro. Braga Netto se enquadra nessa lógica de submissão, de correia de transmissão”, diz.

IMPOR A AUTORIDADE – De acordo com a analista, a indicação de Braga Netto indica que Bolsonaro não pretende se aproximar de militares, dialogar com os diferentes poderes ou construir uma base de apoio; ele está interessado em impor a autoridade presidencial, sem nuances ou contrapartidas.

“O tipo de aproximação dele com os setores da sociedade e com as elites políticas é sempre tentando impor uma ascendência. Sempre foi esse o padrão, desde o início”, avalia a cientista política.

Na avaliação de um general ouvido reservadamente pelo Correio, Braga Netto, embora seja influente nas Forças Armadas, tem atuação política. Apesar da característica do novo ministro, há a convicção de que qualquer tentativa de interferência política será barrada nos comandos, ou será rechaçada publicamente.

SEM ALTERAÇÕES – Militares que atuam no meio político descartam a possibilidade de Braga Netto promover mudanças radicais no Ministério da Defesa ou de ele ser totalmente submisso a Bolsonaro. A avaliação é de que houve apenas uma passagem de bastão do ex-ministro Fernando Azevedo para o atual chefe da pasta, e que o trabalho do ministério e do Exército, Marinha e Aeronáutica continuará da forma como está.

“Normalmente, as Forças trabalham com um plano diretor. Cada um deles tem um projeto estratégico e, mesmo quando existe a troca de um comandante, esse projeto tem que continuar. Portanto, não existem motivos para preocupação. Nós (militares), sejam comandantes, generais ou os demais, temos todos o mesmo alinhamento de pensamento. As Forças são uma estrutura de Estado, e não de um contexto político”, afirma o deputado General Peternelli (PSL-SP).

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Em tradução simultânea, tardiamente o presidente Bolsonaro descobriu que não comanda as Forças Armadas, porque isso “non ecziste”, diria Padre Quevedo. Se tivesse um mínimo de conhecimento político-militar, o presidente saberia que quem manda nos militares é o Alto Comando do Exército. Simples assim. O resto é silêncio, como dizia Érico Veríssimo. (C.N.)

Bolsonaro, se for candidato, pode não ir ao segundo turno nas urnas de 2022

Publicado em 5 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Insatisfação com o governo Bolsonaro é grande e cresce a cada dia

Pedro do Coutto

O presidente Jair Bolsonaro tem pela frente dois obstáculos que terá que superar para tornar viável a sua candidatura à reeleição nas urnas de 2022: a falta de estabilidade do seu governo e a perspectiva – revelam Pedro Venceslau e Bruno Ribeiro, no Estadão de sábado, dia 3 – de que o PSDB, o DEM e o MDB estão se aproximando para firmar uma aliança capaz de disputar o pleito daqui a um ano e meio.

A afirmação foi feita pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto que sustentou a necessidade do surgimento de uma terceira força capaz de abrir a perspectiva de um candidato entre Lula e o atual presidente da República. Esta é uma questão essencial para fornecer uma oportunidade às forças que se consideram de centro em busca de um nome viável com potencial político para enfrentar uma batalha difícil, mas não impossível.  

LIMINAR DE FACHIN – A meu ver, Lula está assegurado no segundo turno de 2022 dependendo apenas do julgamento pelo Supremo, da liminar de Edson Fachin que anulou todas as condenações contra ele fixadas em Curitiba, por Sergio Moro. Na reunião mais recente da Segunda Turma, foi anulada a condenação do triplex devido a imparcialidade de Moro, por três votos a dois. Mas este foi um julgamento.

Para o segundo julgamento o debate será baseado na anulação ou não de todos os processos contra o ex-presidente, e o resultado favorável conta com os votos, é claro, de Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli.

O voto da ministra Cármen Lúcia no julgamento da Segunda Turma foi para viabilizar a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva. Para mim ficou claro, uma vez que a tese do ministro Edson Fachin é de anulação das sentenças, transferindo o julgamento para a Justiça Federal de Brasília. A habilitação de Lula traz consigo um impulso no STF para neutralizar ações de extremistas contra o próprio Supremo e o Congresso Nacional.

GRANDES CHANCES – Lula, de todos os nomes, é o que maior contingente de votos possui. Basta lembrar que em 2019 ele transferiu 43% do eleitorado para Fernando Haddad. Pedindo voto para si mesmo, Lula poderá até ultrapassar esse percentual. Admito até que ele possa vencer direto no primeiro turno, já que a insatisfação com o governo Bolsonaro é muito grande e cresce a cada dia. Basta ler as cartas de leitores publicadas no O Globo, na Folha de São Paulo e no Estadão.

Pode-se também considerar as reportagens e comentários da imprensa, nas redes sociais da internet, nos programas de televisão, sobretudo da GloboNews. Por aí vemos o grau de rejeição ao governo. Dificilmente, Jair Bolsonaro poderá se recuperar. Ele se mantém numa posição política nada flexível.  

FRACASSOS DE GUEDES – Miriam Leitão, no espaço de sua coluna no O Globo, afirmou frontalmente que o governo acabou e apenas permanece sem apresentar fatos e disposições que o reanimem. Foi um artigo importante. Na síntese reflete tantos fracassos do ministro Paulo Guedes quanto a desarmonia nas bases do Executivo, agora também no Congresso através de posições explicitadas até pelo Centrão. Natália Portinari focaliza o tema no O Globo deste domingo e destaca o sintoma como início de um processo de desgaste dentro das próprias bancadas do governo no parlamento.

Outro fato que deve preocupar o Planalto está contido também no O Globo, reportagem de Bernardo Mello, Filipe Vidon e Rayanderson Guerra. Trata-se de incitamento por parte de lideranças de baixa patente das PMs sobre as tropa contra governadores adversários do Palácio do Planalto. O confronto visa medidas restritivas para tentar conter a pandemia, que foram adotadas por estados comandados por opositores de Jair Bolsonaro. Mais um setor, cujo movimento acrescenta intranquilidade ao panorama institucional do país.  A confusão é muito grande.

IMPASSE – Adriana Fernandes, no Estado de São Paulo, reproduz declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em relação  ao impasse que ocorre sobre o Orçamento para 2021. Na opinião de Campos Neto, a dificuldade entre o Legislativo e o ministro Paulo Guedes agrava a incerteza fiscal.

Um dos reflexos do panorama confuso que está se projetando na área econômica está assinalado por Júlia Moura e Eduardo Cucolo, na Folha de São Paulo de ontem. Um elenco de empresas listadas na Bovespa reduziram os seus investimentos de forma considerável. A redução decorre da falta de nível de consumo, já que ninguém pode produzir somente para estocar.

RETRAÇÃO NO CONSUMO – Tudo, inclusive a arrecadação tributária, depende, direta e indiretamente, dos níveis de consumo, da mesma forma que as receitas do INSS e do FGTS. A retração do consumo é uma consequência direta do alto nível de desemprego e do congelamento de salários que estão fazendo com que a renda do trabalho humano seja reduzida mês a mês pelas taxas oficiais de inflação.  

Esta colocação representa um desafio do governo para consigo mesmo.  Um desafio para Jair Bolsonaro no caminho das urnas de 2022. Por isso não será uma surpresa se ele não for ao segundo turno da sucessão presidencial, sucessão de si mesmo.  

domingo, abril 04, 2021

Mais importate do que queimar dinheiro com fogos ou pintar praças é água para matar a sede do povo

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O vereador Zé Miúdo através de provas robustas, vem mostrar a outra Jeremoabo verdadeira, fora da propagada do governo, onde o povo há muito tempo vem padecendo por falta de água para sobrevier e matar a sede.
A Jeremoabo da propaganda, dos puxa sacos está as mil maravilhas, porém, a verdadeira é humilhante e perversa, o povo não merece tamanho castigo.

MPF pede fim de postagens nas redes do governo federal promovendo Bolsonaro de forma indevida


MPF pede fim de postagens nas redes do governo federal promovendo Bolsonaro de forma indevida

Redes sociais oficiais têm enaltecido a imagem de Bolsonaro

Leandro Prazeres
O Globo

O Ministério Público Federal (MPF) moveu uma ação civil pública contra a União por promoção indevida do presidente Jair Bolsonaro utilizando recursos e redes sociais do governo federal. Durante a apuração de um inquérito, os procuradores da República no Distrito Federal identificaram uma série de postagens feitas por contas oficiais do governo que, na avaliação deles, faziam a exaltação pessoal do presidente.

A ação foi movida na segunda-feira, mas foi divulgada nesta terça-feira. Nela, os procuradores pedem que as postagens sejam removidas e que o governo interrompa essa prática. A ação é assinada por seus procuradores e é resultado de um inquérito civil que identificou uma série de publicações em contas oficiais do governo em redes sociais que tinham, como conteúdo principal, informações e imagens que promoviam a imagem pessoal do presidente.

VIOLAÇÃO – A prática, no entanto, é vedada pela Constituição Federal porque, segundo os procuradores, violaria princípios como os da legalidade e impessoalidade. A legislação só permite a publicidade estatal desde que ela seja informativa tenha caráter de orientação social. A vedação é para impedir que agentes políticos utilizem recursos públicos para se promoverem.

Entre as peças publicitárias analisadas pelo MPF estão postagens feitas pelo perfil da Secretaria de Comunicação Social (Secom), que durante boa parte dos dois anos do mandato do presidente Jair Bolsonaro foi comandada pelo publicitário Fábio Wajngarten.

Em uma delas, o perfil SecomVc, conta vinculada ao Ministério das Comunicações, publicou um cartão de natal em que Bolsonaro segura um bebê. Em outra, perfil do Palácio do Planalto publicou uma postagem sobre obras da transposição do rio São Francisco com uma foto de Bolsonaro em primeiro plano.

AUTOPROMOÇÃO –  Na avaliação dos procuradores, as postagens teriam caráter autopromocional. “As ideias difundidas são desvinculadas da função de Chefe do Executivo, com a exposição de imagens, ideologias e retóricas de falas literais da pessoa do Presidente, em claro intuito autopromocional”, dizem os procuradores.

Em outro trecho, os procuradores afirmam que as postagens foram usadas para “enaltecer” a imagem de Bolsonaro. “Realmente, as publicidades ora combatidas, deslocadas de qualquer contexto coletivo de relevância pública, sob o teórico propósito de informar os cidadãos sobre ações de governo, foram utilizadas para transmitir irrefutável mensagem de enaltecimento da personalidade do Presidente da República”, afirmaram os procuradores.

De acordo com a ação, a Secom chegou a ser questionada sobre as postagens, mas teria afirmado que, na sua avaliação, as publicações não continham irregularidades. Na ação, os procuradores pedem, em caráter liminar, que o governo apague as postagens que enalteçam a imagem do presidente e que pare de publicar novas mensagens do mesmo tipo sob pena de multa.



 




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Essa pergunta estou fazendo aos vereadores, a resposta solicito que dê ao povo de Jeremoabo; será que o prefeito de Jeremoabo tem mais poderes do que o presidente da república?

Será que em Jeremoabo o prefeito desrespeita a Lei, desrespeita a Constituição, e, os vereadores ficam assistindo de camarote sem nada fazer?

Senhores vereadores da Câmara Municipal de Jeremoabo, quinta-feira  (01.04), o cidadão Marcelo do Sindicado, de forma corajosa, usando seu direito de cidadania, através de matéria intitulada Autopromoção é improbidade administrativa, publicada neste blog, denunciou a autopromoção do prefeito; hoje corroborando com o pensamento e a denúncia do presidente do sindicato, estou publicando um suposto ato ilegal praticado pelo presidente da república, que por analogia e com as devidas proporções, assemelha-se ao ato praticado pelo prefeito de Jeremoabo e seus assessores, propaganda essa publicada nas redes sociais e no Instagram, aliás já penalizado pelo TCM-BA por tal prática.

Diante do exposto, espero que os senhores manifestem-se prestando satisfação ao cidadão jeremoabense.



MPF pede fim de postagens nas redes do governo federal promovendo Bolsonaro de forma indevida


Redes sociais oficiais têm enaltecido a imagem de Bolsonaro

Leandro Prazeres
O Globo

O Ministério Público Federal (MPF) moveu uma ação civil pública contra a União por promoção indevida do presidente Jair Bolsonaro utilizando recursos e redes sociais do governo federal. Durante a apuração de um inquérito, os procuradores da República no Distrito Federal identificaram uma série de postagens feitas por contas oficiais do governo que, na avaliação deles, faziam a exaltação pessoal do presidente.

A ação foi movida na segunda-feira, mas foi divulgada nesta terça-feira. Nela, os procuradores pedem que as postagens sejam removidas e que o governo interrompa essa prática. A ação é assinada por seus procuradores e é resultado de um inquérito civil que identificou uma série de publicações em contas oficiais do governo em redes sociais que tinham, como conteúdo principal, informações e imagens que promoviam a imagem pessoal do presidente.

VIOLAÇÃO – A prática, no entanto, é vedada pela Constituição Federal porque, segundo os procuradores, violaria princípios como os da legalidade e impessoalidade. A legislação só permite a publicidade estatal desde que ela seja informativa tenha caráter de orientação social. A vedação é para impedir que agentes políticos utilizem recursos públicos para se promoverem.

Entre as peças publicitárias analisadas pelo MPF estão postagens feitas pelo perfil da Secretaria de Comunicação Social (Secom), que durante boa parte dos dois anos do mandato do presidente Jair Bolsonaro foi comandada pelo publicitário Fábio Wajngarten.

Em uma delas, o perfil SecomVc, conta vinculada ao Ministério das Comunicações, publicou um cartão de natal em que Bolsonaro segura um bebê. Em outra, perfil do Palácio do Planalto publicou uma postagem sobre obras da transposição do rio São Francisco com uma foto de Bolsonaro em primeiro plano.

AUTOPROMOÇÃO –  Na avaliação dos procuradores, as postagens teriam caráter autopromocional. “As ideias difundidas são desvinculadas da função de Chefe do Executivo, com a exposição de imagens, ideologias e retóricas de falas literais da pessoa do Presidente, em claro intuito autopromocional”, dizem os procuradores.

Em outro trecho, os procuradores afirmam que as postagens foram usadas para “enaltecer” a imagem de Bolsonaro. “Realmente, as publicidades ora combatidas, deslocadas de qualquer contexto coletivo de relevância pública, sob o teórico propósito de informar os cidadãos sobre ações de governo, foram utilizadas para transmitir irrefutável mensagem de enaltecimento da personalidade do Presidente da República”, afirmaram os procuradores.

De acordo com a ação, a Secom chegou a ser questionada sobre as postagens, mas teria afirmado que, na sua avaliação, as publicações não continham irregularidades. Na ação, os procuradores pedem, em caráter liminar, que o governo apague as postagens que enalteçam a imagem do presidente e que pare de publicar novas mensagens do mesmo tipo sob pena de multa.

Na Páscoa, Jair Bolsonaro ataca governadores e é chamado de “Besta do Apocalipse” por Dino


Governador do Maranhão Flávio Dino

Governador Flávio Dino respondeu citando trecho da Bíblia

Deu no UOL

Os governadores de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), e do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), classificaram como “lamentável” e “deplorável” um tuíte do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na manhã deste domingo de Páscoa no qual reproduz críticas aos gastos estaduais durante a pandemia.

Fazendo citação na legenda ao versículo João 8:32 da Bíblia, que fala sobre o conhecimento da verdade e libertação, Bolsonaro reproduziu um vídeo do apresentador Sikêra Júnior dizendo para os “governadores criarem vergonha na cara”.

NÚMEROS DA SECOM – No trecho, Sikêra Júnior mostra números divulgados pela Secom (Secretária de comunicação do Governo) sobre repasses enviados ao estado de Pernambuco e insinua que um suposto uso inadequado dos governadores contribuiu para o aumento de mortes por covid-19.

Os dados foram divulgados pela Secom em fevereiro e geraram forte resposta dos estados, que apontaram distorção. Citado nominalmente no vídeo, o governador do Pernambuco retrucou. “Difícil acreditar que em um dia como hoje, domingo de Páscoa, sejamos obrigados a nos deparar com novas atitudes lamentáveis do Presidente da República. Em lugar de disseminar fakenews, por que não assumir suas verdadeiras atribuições e fazer parte do enfrentamento à pandemia?”, escreveu Paulo Câmara.

SALVAR VIDAS – “Nossa maior missão é salvar vidas. Infelizmente, de alguém que trata a dor do outro como mimimi e o luto como fraqueza, não se pode esperar muito. Mas, movidos por espírito público e princípios humanitários, que alguns parecem desconhecer, vamos seguir na luta’, completou.

Segundo o governador, “o Brasil vai superar a pandemia, apesar de negacionismo, egoísmo, fakenews, de quem se dedica a desagregar e dividir”.

Flávio Dino, do Maranhão, seguiu a mesma linha na crítica a Bolsonaro, dizendo que o “domingo começou com proliferação de mentiras contra governadores”, o que é “deplorável”. Ele ainda fez citação a outro trecho da Bíblia. Livro do Apocalipse: “À besta foi dada uma boca para falar palavras arrogantes e blasfemas e lhe foi dada autoridade para agir durante quarenta e dois meses.”

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
 Há um velho ditado que ensina: “Quem diz o que quer acaba ouvindo o que não quer”. Mas Bolsonaro não tem limites. Comporta-se como se estivesse sempre numa mesa de botequim. (C.N.)


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