Publicado em 17 de junho de 2022 por Tribuna da Internet

Ilustração reproduzida do Arquivo Google
Vicente Limongi Netto e Everaldo França de Ferro
Os partidos políticos, que devem ser os guardiões da democracia, são os primeiros a inviabilizar seus possíveis candidatos, devido ao “olho grande” no Fundo Partidário de R$ 4,9 bilhões. É natural que em cada seleção a escolha tenha que obedecer a algumas regras, que na nossa concepção são básicas para pleitear o cargo de candidato a presidente da República. Alguns exemplos abaixo poderiam ajudar, mas os políticos, em sua maioria, se deixam levar pelo colossal ego, enquanto o povo paga o pato e as contas.
1) O candidato, para ter aceitação da maioria dos filiados do partido, precisa ter liderança pela sua trajetória política;
2) Além disso, o candidato precisar ter aceitação e liderança dos caciques do seu partido, para não despertar dissidências;
3) Ao mesmo tempo, necessariamente, precisa passar por uma pesquisa popular para ver se é conhecido e tem potencial;
4) O candidato precisa ter diálogo com integrante de outros partidos mostrando a capacidade de liderar as coligações;
5) O pretendente necessita de apoio dos setores produtivos, para passar confiança sobre sua capacidade de gestão;
6) O candidato precisa ter uma boa imagem perante a mídia para enfrentamento dos problemas atuais (internos e externos);
7) Deve demonstrar liderança e força em suas bases, mostrando que caso se candidate a outro cargo facilmente terá êxito.
8) Precisa também ter capacidade de influir no sucesso das candidaturas de aliados que disputem outros cargos.
9) Deve ter baixos índices de rejeição que não evidenciem a inviabilidade da candidatura a presidente da República;
10) Precisa ter notório saber e um passado ilibado, sem o menor envolvimento com corrupção ou de enriquecimento ilícito.
Se cumprissem esses 10 Mandamentos, só haveria candidatos de altíssimo nível.