Nota da redação deste Blog - A situação se já era grave, agora complicou ainda mais com a divulgação na grande parte da imprensa da capital baiana.
Esse é apenas um dos supostos crimes eleitoral; em comparação aos demais, esse não passa de aprendiz, peixe pequeno diante de mais outros (dez) citados na AIJE que pede a cassação do diploma e inelegibilidade do prefeito e vice-prefeito por 08 anos,
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Aproveito para narrar outro fato mais grave ainda, que não está sendo comentado.
Trata-se da agressão contra o Repórter Davi Alves, que no cumprimento do seu dever foi agredido; a ABI não sossegará enquanto os agressores não forem responsabilizados e exemplarmente punidos.
O caso Davi Alves através da ABI já é de conhecimento de todos os jornalistas brasileiros e muitos jornalistas internacionais; nunca parou de andar.
A ABI Salvador por inúmeras ocasiões solicitou uma apuração por parte das autoridades competentes, muito embora até a presente data vem sofrendo solução de continuidade.
Diante da suposta tentativa de impunidade a ABI Salvador conseguiu para o final desse mês a instalação de uma AUDIÊNCIA PÙBLICA NA CÂMRA DE SALVADOR, para apurar as denúncias de perseguição contra os jornalistas e radialistas.
Essa AUDIÊNCIA PÙBLICA contará com representantes dos recursos humanos, segurança pública, justiça, OAB, políticos, a imprensa e demais representantes da sociedade.
Concluindo: o que não foi apurado e dado andamento em Jeremoabo, irá ser apurado e dado andamento através dos membros da COMISSÃO DA AUDIÊNCIA PÚBLICA.
O Repórter Davi Alves foi agredido na tentativa de intimidação, já que o mesmo vinha denunciando e documentando inúmeros casos de improbidades administrativas e supostos crimes eleitorais; como exemplo cito:
O veiculo da Secretaria de Educação transportando mudanças particulares em período eleitoral;
O Nepotismo;
A perseguição a funcionários em período eleitoral;
O uso da maquina pública demitindo os servidores contrários e admitindo os apadrinhados (voto certo).
E muitas outras improbidades já do conhecimento de todos e relacionados na AIJE.
Porém, por último, o repórter foi agredido quando documentava o uso indevido de material de construção pertencente ao município, dinheiro do povo, para beneficiar particulares.
