sexta-feira, setembro 04, 2026

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UMA CRÍTICA AO DIREITO COMO ESTAMENTO BUROCRÁTICO DA MANUTENÇÃO DO PODER E DA PROPRIEDADE PRIVADA NO BRASIL: OBSERVAÇÕES A PARTIR DA OBRA...

João Vitor Balbino · Revista Jurídica Editora Mizuno, 2022

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Delação-bomba implode todo o clã Bolsonaro - Um Mundo Pós-Ocidental - 40 HORAS DE RETALIAÇÃO e muito mais..

 

André Mendonça recebe delação-bomba que implode todo o clã Bolsonaro

03/09/2026 Por

Repasses de Vorcaro foram feitos ao fundo Havengate a pedido de Flávio Bolsonaro e podem ter tido como beneficiário final Eduardo Bolsonaro. 247 – A Procuradoria-Geral da República (PGR) fechou um acordo de colaboração premiada com o operador do mercado financeiro Antonio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”. Proprietário da Entre Investimentos e Participações, ele é … Ler mais

Deputados do PT e demais partidos progressistas exigem saída de André Mendonça da relatoria do caso Dark Horse

03/09/2026 Por

Parlamentares também pedem ao STF o fim do sigilo sobre investigações envolvendo Flávio Bolsonaro e recursos de Daniel Vorcaro e questionam encontro do ministro com o banqueiro. 247 – Deputados do PT, ao lado de parlamentares do PCdoB, PSOL e Rede, apresentaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que o ministro André Mendonça deixe … Ler mais

Lula diz que aliados de Flávio Bolsonaro barraram o fim da escala 6×1: “o Brasil testemunhou quem é quem”

03/09/2026 Por

Presidente afirma que adversários repetem discurso de que país “quebra” com novo direito trabalhista e defende um dia a mais de descanso sem redução salarial. 247 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quinta-feira (3) a atuação da oposição no Congresso Nacional contra o avanço da PEC que propõe o fim da … Ler mais

40 HORAS DE RETALIAÇÃO

03/09/2026 Por

Nas últimas 48 horas, a Rússia destruiu quase 90% da logística de Kiev. Foram 40 horas de ataques sem parar com centenas de drones e dezenas de mísseis. Sem contar as cerca de 250 bombas planadoras.Mas antes de falar sobre isso, vamos esclarecer a tal “falta de gasolina” na Rússia que a imprensa ocidental repete … Ler mais

Pepe Escobar: Ascensão de um Mundo Pós-Ocidental na Cúpula da SCO

03/09/2026 Por

Pepe Escobar é jornalista, analista político e autor. ASSISTA AO VIDEO AQUI:

Einar Tangen: Rússia, China, Irã e Índia Criam Nova Ordem Mundial na Cúpula da SCO

03/09/2026 Por

Einar Tangen é Senior Fellow do Teihe Institute e Senior Fellow do CIGI. Tangen discute a atual Cúpula da SCO no Quirguistão, onde Putin, Xi, Modi, Pezeshkian e outros líderes mundiais estão se reunindo para reduzir a dependência dos EUA. ASSISTA AO VIDEO AQUI:

Lula, a nata do PIB e os juros

03/09/2026 Por

Entre afagos à “zélites” e acenos ao mercado, candidato ignora a base social e a sangria dos juros no orçamento público. A coordenação da campanha de Lula anunciou a intenção de realizar um encontro entre o candidato à reeleição e uma seleta lista de representantes do PIB do País. Ao que tudo indica, estiveram presentes no Palácio do … Ler mais

Novo boletim indica regiões do Brasil que sofrerão grande impacto com El Niño

03/09/2026 Por

O novo boletim foi elaborado por órgãos federais responsáveis pelo monitoramento meteorológico, climático, hidrológico e de riscos. 247 – O El Niño amplia o risco de chuva extrema no Sul e seca no Nordeste, enquanto calor e queimadas preocupam Centro-Oeste, Sudeste e Amazônia nos próximos meses. A atualização do Painel El Niño 2026-2027 projeta um cenário … Ler mais

Batalha eleitoral decisiva da luta de classes no Congresso

03/09/2026 Por

“Está, portanto, em cena, na batalha eleitoral, a luta de classes entre capital e trabalho”. O encontro do presidente Lula com os representantes do capital financeiro, nesta segunda-feira, no Palácio da Alvorada, tratou basicamente de uma agenda antitrabalhador, prejudicial aos propósitos lulistas de alcançar o quarto mandato. Os capitalistas presentes querem afirmar aquilo que foi … Ler mais

Pedro Serrano: “André Mendonça perdeu o equilíbrio”

03/09/2026 Por

Constitucionalista critica quebra de sigilo e diligências individuais e afirma que ministro não pode atuar como “tutor moral” do Supremo. 247 – O jurista e professor de Direito Constitucional Pedro Serrano afirmou que o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), “perdeu o equilíbrio” na condução dos desdobramentos da investigação envolvendo o banqueiro Daniel … Ler mais

Grupo do STF quer Mendonça fora do caso Master durante apuração sobre abuso de autoridade

 

Grupo do STF quer Mendonça fora do caso Master durante apuração sobre abuso de autoridade

Por Luísa Martins, Folhapress

04/09/2026 às 16:46

Foto: Antonio Augusto/STF/Arquivo

Imagem de Grupo do STF quer Mendonça fora do caso Master durante apuração sobre abuso de autoridade

Alexandre de Moraes e André Mendonça, ministros do STF

A ala do STF (Supremo Tribunal Federal) que apoia o ministro Alexandre de Moraes defende que o presidente da corte, Edson Fachin, tire temporariamente André Mendonça da condução das investigações sobre o Banco Master e o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

A avaliação do grupo é a de que, enquanto houver qualquer tipo de dúvida sobre os métodos de Mendonça à frente dos dois casos, classificados por Moraes como abuso de autoridade, o magistrado não pode seguir autorizando medidas judiciais e acessando provas das investigações.

Pessoas próximas a Mendonça, por outro lado, defendem a integridade das apurações e dos atos do ministro. Elas afirmam que o fim do inquérito das fake news, que tem Moraes como relator, também deve ser colocado na mesa como forma de solucionar as tensões.

Fachin afirmou nesta sexta-feira (4) que a resposta à crise será "firme, proporcional e rigorosa" e que os "acontecimentos recentes" demonstram o acerto das metas de sua gestão, entre elas o encerramento do inquérito das fake news, a adoção de um código de ética e a modernização do Judiciário.

O presidente do STF abriu a instrução do processo que vai analisar a admissibilidade do pedido para que Mendonça seja investigado por abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. A regularidade do próprio ato de Moraes também será examinada.

Na noite de quinta (3), Fachin também determinou que os dois ministros rivais, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, prestem informações sobre o relatório que aponta um elo entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Master.

O argumento de aliados de Moraes é que manter Mendonça como responsável pelas investigações do Master e do INSS, sendo que o vice-presidente do STF formalizou um pedido para que se apurem supostas irregularidades, pode gerar nulidades futuras.

A leitura desse grupo é que Fachin precisa "organizar a casa" e que isso passa pelo afastamento temporário de Mendonça dos dois casos. Se eventualmente houver uma deliberação de que não houve abuso ou de que o pedido de Moraes é incabível, o ministro poderia voltar a atuar.

Ainda não está claro, contudo, quais seriam os meios regimentais que o presidente do STF poderia utilizar para tomar uma providência dessa natureza. Fachin tem conversado com todos os integrantes da corte individualmente para medir a temperatura e tentar costurar uma solução.

Desde que Mendonça sinalizou disposição para levar ao plenário a possibilidade de investigar Moraes pelas interlocuções com Vorcaro, o grupo alinhado ao vice-presidente do STF passou a articular uma ofensiva para expor os métodos alegadamente abusivos do relator do Master.

Nessas discussões, esses magistrados citam as interlocuções que o próprio Mendonça ou seus intermediários tiveram com Vorcaro, como o encontro entre ambos no Instituto Iter, em março de 2025, e o depoimento que o ex-banqueiro prestou ao gabinete sem a presença de representante da PF.

O anúncio feito por Mendonça nesta quinta de que deixaria a sociedade do instituto, que ele próprio fundou, foi interpretado por seus opositores como uma tentativa de o ministro se precaver de futuros questionamentos.

Mesmo antes de vir à tona o relatório de inteligência que embasou o pedido de Moraes para que se apure abuso de autoridade por parte de Mendonça, os ministros já manifestavam preocupação com o fato de o relator do Master e do INSS ter determinado à PF o envio dos arquivos brutos das apurações.

A PF diz no relatório de inteligência que, com essa medida, Mendonça ficou apto a explorar a íntegra do acervo de provas, podendo selecionar, suprimir ou manipular as documentações que sustentam os inquéritos. Moraes avalia que Mendonça enviesou as investigações "por motivos pessoais e políticos".

Além disso, a ala pró-Moraes suspeita de vazamentos ilegais e da interferência indevida de delegados da PF lotados no gabinete de Mendonça, e que são críticos da gestão de Rodrigues. Como revelou a Folha, o ministro Gilmar Mendes propôs a Fachin que delegados da PF sejam proibidos de atuar como assessores.

Além de Gilmar, os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin tendem a apoiar Moraes. Apesar das dúvidas sobre como as alianças do STF serão reconfiguradas em meio à crise, pessoas próximas a Moraes dizem que o ministro confia que convencerá os colegas de que os expedientes de Mendonça são preocupantes.

Esse seria o impasse dos ministros como Kassio Nunes Marques, Cármen Lúcia e Fachin, segundo auxiliares, que veem como graves as mensagens entre Vorcaro e Moraes, mas não ignoram que Mendonça possa ter atropelado os ritos formais.

O entorno de Mendonça nega que tenha havido qualquer ato investigatório por parte do ministro, apenas uma determinação para que a PF identificasse um interlocutor de Vorcaro que até então era desconhecido, e que poderia integrar a rede de influência do banqueiro.

Mendonça afirma a pessoas próximas que atua com cautela e independência e que não está sujeito a pressões. O ministro costuma dizer que sua motivação é "fazer o que é certo" e que quer garantir a integridade das investigações, respeitando o devido processo legal.

Em relação ao encontro com Vorcaro, o ministro afirmou, em nota, que o assunto da reunião foi um julgamento sobre precatórios, e que ele acabou por votar contra a posição defendida pelo dono do Banco Master. Também disse que o depoimento do ex-banqueiro sem a PF não foi ilegal.

A saída da sociedade do Instituto Iter, segundo Mendonça, se deu para "evitar ruídos". Em nota, o ministro disse que a instituição vai virar uma entidade sem fins lucrativos e que "jamais auferiu lucro". O ministro seguirá prestando serviços acadêmicos, como professor.

Politica Livre

Gilmar muda estratégia e agora quer afastar os delegados da PF que assessoram o Supremo

Publicado em 4 de setembro de 2026 por Tribuna da Internet

Gilmar e Fachin conversaram sobre a crise no tribunal

Mariana Muniz
O Globo

O ministro Gilmar Mendes defendeu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a retirada de delegados da Polícia Federal que atualmente trabalham nos gabinetes de integrantes da Corte. A proposta será discutida em meio à crise interna provocada pelos desdobramentos das investigações sobre o Banco Master e pela escalada da tensão entre o ministro André Mendonça e integrantes da cúpula da PF. A informação foi revelada pela Folha de S. Paulo e confirmada pelo O Globo.

Gilmar e Fachin conversaram nesta quinta-feira sobre a crise que se instalou no tribunal após a Polícia Federal identificar Alexandre de Moraes como interlocutor do ex-banqueiro Daniel Vorcaro em mensagens apreendidas durante as investigações.

O decano já vinha discutindo a presença de delegados nos gabinetes antes do episódio, mas a controvérsia ganhou novo peso diante dos questionamentos sobre a atuação de policiais que auxiliam diretamente Mendonça nas investigações sob sua relatoria.

RELAÇÃO INADEQUADA – A avaliação de Gilmar é que a presença de integrantes da PF nos gabinetes pode criar uma relação inadequada entre investigadores e ministros responsáveis pela condução dos inquéritos. Nos bastidores, um dos questionamentos levantados durante a atual crise é sobre o grau de influência que policiais cedidos podem exercer sobre a condução das apurações.

Atualmente, seis delegados da Polícia Federal estão cedidos ao Supremo. Quatro trabalham diretamente em gabinetes de ministros e um atua na área de segurança da Corte. André Mendonça conta com dois policiais: Graziela Machado e Thiago Marcantonio. Fábio Shor trabalha com Alexandre de Moraes, assim como Anderson Antonio Ferreira de Souza, enquanto Fábio Lucena está no gabinete de Luiz Fux. Po fim, Raphael de Mello Batista atua na Polícia Judicial.

A eventual adoção da medida, portanto, não atingiria apenas Mendonça, que está no centro do atual embate com a Polícia Federal. Também alcançaria o gabinete do próprio Moraes, pivô da crise desencadeada pelas mensagens de Vorcaro, e o de Fux. Dados divulgados anteriormente pelo Supremo apontam a presença desses cinco delegados na Corte.

TENSÃO – O tema já havia provocado tensão entre o STF, a Polícia Federal e o governo nos últimos meses. Em junho, o Ministério da Justiça enviou ofícios a mais de 50 órgãos públicos solicitando a devolução de policiais federais cedidos para reforçar o efetivo da corporação no combate ao crime organizado. O Supremo, porém, ficou fora da lista. À época, a justificativa apresentada por integrantes do governo foi evitar prejuízos a investigações em andamento.

A possibilidade de retirada dos delegados já havia causado preocupação especialmente no gabinete de Mendonça. Thiago Marcantonio atua como assessor do ministro desde 2025 e auxilia o magistrado em processos relacionados tanto às fraudes no Banco Master quanto às investigações sobre desvios no INSS. A movimentação do governo para recuperar policiais cedidos chegou a ser interpretada por integrantes da PF e do STF como uma tentativa de atingir a estrutura montada pelo relator para conduzir essas apurações.

A discussão ressurge agora em um contexto mais delicado. Mendonça e a cúpula da Polícia Federal vêm acumulando divergências sobre a condução das investigações, que se aprofundaram depois que o ministro determinou à corporação que identificasse interlocutores de Vorcaro mencionados no material apreendido.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Parece que Gilmar Mendes acordou do delírio de organizar uma intervenção no Supremo para impedir André Mendonça de cumprir sua obrigação de investigar Vorcaro, Moraes e quem mais estiver na reta. Conforme denunciamos aqui na Tribuna, seria uma nova versão de golpe de estado. Agora, mudou a estratégia e quer culpar a Polícia Federal por ter feito o contrato de R$ 131,2 milhões com Vorcaro, numa tremenda Piada do Ano, que não tem a menor graça. Será que Gilmar Mendes está com problemas e precisa de atendimento, como parece ser o caso de Moraes, que anda completamente desatinado. (C.N.) 

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