
Trados adverte que o momento requer prudência
Vicente Limongi Netto
Procede a preocupação do presidente da Confederação Nacional do Comércio e do Sistema Sesc-Senac, José Roberto Tadros, diante do açodamento do governo em aprovar a extinção da escala 6/1. Em artigo no Correio Braziliense de 01 de setembro, sob o título “Milhões de empregos em risco”, Tadros acentua que “defender o trabalhador também significa defender o emprego”.
Convicto que o Brasil precisa avançar, Tadros salienta, porém, que “agora é o momento de preservar a economia e garantir a segurança jurídica do país. Nesta fase em que estamos, prudência, responsabilidade e segurança jurídica são indispensáveis”, pondera o dirigente da CNC.
MILEI É FRIA – A grande mídia, o mercado financeiro, a elite perversa e os idiotas em geral são intrinsecamente aliados. Querem uma gestão no Brasil do modelo de Javier Milei, que está vendendo a Argentina a grupos estrangeiros.
Aliás, nesta Argentina de Milei, apenas o mercado financeiro e os grandes grupos econômicos estão se dando bem, com o povo na miséria.
Quando os aposentados fazem movimento para reivindicar a melhoria dos proventos, a polícia da Argentina mete a porrete nos idosos. Quem acompanha a política da Argentina sabe das barbaridades que o Milei vem fazendo com o povo.
NÍVEL DOS DEBATES – O leitor Gilberto Pereira Tiriba (Correio Braziliense – 25/08) está desapontado com o atual nível dos debates dos candidatos. Recorda as eleições de 1989 e cita 6 valorosos expoentes daquelas eleições. Quatro deles já partiram.
Não registra, por esquecimento, rancor ou preconceito, o candidato Collor de Mello, vencedor daquela histórica eleição, com a participação de 22 candidatos.