quarta-feira, novembro 05, 2025

Como a CPI do INSS virou palco de uma narrativa eleitoral pré-fabricada em 5 nov, 2025 3:39

em 5 nov, 2025 3:39

Cláudio Nunes

 Uma fonte influente do PT no Congresso confidenciou que o súbito surgimento do nome do ex-deputado André Moura na CPMI do INSS semana passada integrou uma estratégia de parlamentares do partido para desgastá-lo em Sergipe às vésperas de 2026.

Segundo a fonte,  o “estrategista” de Rogério Carvalho – senador, líder do PT no Senado e pré-candidato à reeleição – identificou em André o adversário de maior tração nas pesquisas. Após conversa com Paulo Pimenta e Rogério Correia, acionou-se a “fórmula”: fabricar a alcunha “Dono do INSS” e forçar sua convocação à CPMI, apesar da ausência de citação formal em inquéritos da PF, CGU ou Ministério da Justiça.

A expressão “Dono do INSS” não tem lastro na política sergipana e brasileira  – jamais foi usada para se referir a André Moura quando foi líder do PSC e, depois, do Governo no Congresso. É rótulo de marketing para reconhecimento imediato e associação negativa: a velha tática de repetir a suspeita até que pareça verdade.

O esforço esbarrou nos fatos: o ex-diretor do INSS Alexandre Guimarães não confirmou qualquer vínculo de André com fraudes; disse não o conhecer pessoalmente e ter tratado apenas com a assessoria da Liderança do PSC à época de sua indicação. Sem fato novo, restaram três requerimentos não aprovados pela CPMI, todos de agosto, assinados por deputados do PT, para levá-lo a depor – embora seu nome não conste como investigado, nem tenha sido formalmente citado no inquérito.

Em suma: muito barulho, nenhuma prova!

Há ainda o contrafactual: a deputada Yandra Moura, filha de André, apoiou e assinou desde o início o requerimento de abertura da CPMI. Se houvesse envolvimento do pai, faria sentido impulsionar o colegiado que poderia atingi-lo? O fato objetivo rompe a lógica da insinuação e expõe o caráter eleitoreiro do rótulo.

Do ponto de vista da comunicação política, trata-se do manual clássico: cria-se um rótulo; enquadra-se o adversário numa crise nacional; força-se o tema numa arena institucional; e explora-se o noticiário com suspeitas sem aderência probatória. Inverte-se o ônus da prova: primeiro marca-se o alvo; depois, procura-se um fato que justifique a marca. Sem ele, mantém-se a fumaça – “se está na CPI, algo deve haver”.

Há, portanto, articulação para pautar o nome de André Moura na CPMI, comprovada por requerimentos e pelo rótulo repetido nas redes sociais e em blogs de pessoas ligadas ao PT sergipano e também de Brasília.

Uma outra fonte com bom trânsito entre os assessores de Rogério Carvalho em Sergipe contou a este colunista, pedindo confidencialidade, que a tentativa de associar André Moura ao escândalo do INSS sem provas não deve ser o único ataque direcionado ao ex-deputado pela campanha do senador petista. Até outubro de 2026, muitas pancadas, fake news e narrativas vão rolar.

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Há ainda o contrafactual: a deputada Yandra Moura, filha de André, apoiou e assinou desde o início o requerimento de abertura da CPMI. Se houvesse envolvimento do pai, faria sentido impulsionar o colegiado que poderia atingi-lo? O fato objetivo rompe a lógica da insinuação e expõe o caráter eleitoreiro do rótulo.

Do ponto de vista da comunicação política, trata-se do manual clássico: cria-se um rótulo; enquadra-se o adversário numa crise nacional; força-se o tema numa arena institucional; e explora-se o noticiário com suspeitas sem aderência probatória. Inverte-se o ônus da prova: primeiro marca-se o alvo; depois, procura-se um fato que justifique a marca. Sem ele, mantém-se a fumaça – “se está na CPI, algo deve haver”.

Há, portanto, articulação para pautar o nome de André Moura na CPMI, comprovada por requerimentos e pelo rótulo repetido nas redes sociais e em blogs de pessoas ligadas ao PT sergipano e também de Brasília.

Uma outra fonte com bom trânsito entre os assessores de Rogério Carvalho em Sergipe contou a este colunista, pedindo confidencialidade, que a tentativa de associar André Moura ao escândalo do INSS sem provas não deve ser o único ataque direcionado ao ex-deputado pela campanha do senador petista. Até outubro de 2026, muitas pancadas, fake news e narrativas vão rolar.

Até aqui, o caso fala mais de engenharia narrativa do que de verdade factual. O selo “Dono do INSS” não passou no teste dos fatos: ficou nos requerimentos, na retórica e no slogan. Quando o ruído baixa, sobra o essencial – a completa ausência de provas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sinapro Sergipe Lidera discussão sobre a Nova Lei de Licitações em palestra no próximo dia 12, no TCE/SE O SINAPRO SERGIPE traz para Aracaju, a palestra sobre “A Nova Lei de Licitações (Lei 14.133/2021)”, que abordará as mudanças e seus impactos no setor de publicidade. O evento vai acontecer no dia 12 de novembro, às 8h30, no auditório do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe. A palestra vai contar com a presença de Dudu Godoy, vice-presidente da Fenapro, do Sinapro-SP e do Cenp – Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário, e Paulo Gomes, consultor jurídico do Sinapro-SP e do Espaço de Articulação Coletiva do Ecossistema Publicitário (Abap).

Importância Rodrigo de Freitas, presidente do Sinapro/SE, destaca a importância deste evento para a área de comunicação: “Esta palestra é uma oportunidade única para que profissionais de comunicação e gestores públicos compreendam as novas diretrizes que afetarão o nosso mercado. É fundamental estarmos atualizados para garantir a transparência e a eficácia nas licitações públicas.” O evento é destinado a profissionais da comunicação, gestores públicos e todos os interessados no tema. Esta é uma chance, de se atualizar sobre as diretrizes que moldam o setor de Comunicação. E mais: o evento é gratuito. Segue link de inscrição: https://www.sympla.com.br/evento/palestra-dica-legal—a-nova-lei-de-licitacoes-lei-141332021/3196086

Crescimento Sergipe vive um momento de crescimento econômico, com turismo em alta e recordes na geração de empregos. Durante o Café ponto Gov, realizado nessa terça-feira, 4, o governador Fábio Mitidieri apresentou dados que reforçam o bom desempenho do estado. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, Sergipe obteve o segundo maior crescimento do país em empregos formais, totalizando 357.444 trabalhadores com carteira assinada e saldo positivo de 5.962 vagas em setembro. O crescimento progressivo do emprego em Sergipe – fruto de políticas articuladas – fez com que, no mês de setembro, o total de pessoas trabalhando com carteira assinada ultrapassasse o de famílias beneficiárias do programa Bolsa Família. “O sergipano dorme tranquilo sabendo que o estado está no rumo certo, com geração recorde de empregos e aumento da receita”, pontuou Fábio Mitidieri.

Destino turístico Foram apresentados também pelo governador Fábio Mitidieri os dados da movimentação econômica e turística no estado no mês de junho, durante os eventos promovidos pelo Governo do Estado, que tem o Arraiá do Povo e a Vila do Forró como carros-chefe. Fábio afirmou que Sergipe deixou de ser apenas um local de passagem e passou a ser destino turístico. Para se ter uma ideia, Sergipe registrou média de permanência no estado de quatro dias, movimentando hotéis, restaurantes e serviços em todas as regiões. “Hoje podemos dizer que não existe mais baixa estação no estado. Sergipe tem turista o ano inteiro”, reforçou Mitidieri.

A construção de um “caso” contra André Moura: como a CPI do INSS virou palco de uma narrativa eleitoral pré-fabricada Uma fonte influente do PT no Congresso confidenciou que o súbito surgimento do nome do ex-deputado André Moura na CPMI do INSS semana passada integrou uma estratégia de parlamentares do partido para desgastá-lo em Sergipe às vésperas de 2026. Até aqui, o caso fala mais de engenharia narrativa do que de verdade factual. O selo “Dono do INSS” não passou no teste dos fatos: ficou nos requerimentos, na retórica e no slogan. Quando o ruído baixa, sobra o essencial – a completa ausência de provas.

Saúde de Aracaju recebe Menção Honrosa por excelência na gestão e transparência do SUS O município de Aracaju recebeu, pela primeira vez, a Menção Honrosa pela Certificação dos Instrumentos de Gestão do SUS, concedida durante seminário promovido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), na última quinta-feira, 30 de outubro. O resultado é fruto do trabalho desenvolvido pela prefeitura, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), que mantém seus instrumentos de planejamento atualizados e alinhados às diretrizes nacionais do Sistema Único de Saúde (SUS).

Gestão mais moderna e acessível A certificação é concedida aos municípios que mantêm seus instrumentos de planejamento como o Plano Municipal de Saúde, a Programação Anual de Saúde e os Relatórios Quadrimestrais, atualizados no sistema DigiSUS Gestor, do Ministério da Saúde. Essa prática assegura o cumprimento de prazos legais e promove uma gestão mais moderna e acessível aos cidadãos.

Esforço coletivo A consultora extraordinária da SMS, Iraneide Santos, esteve presente no ato e ressalta que o reconhecimento reflete o esforço coletivo das equipes, bem como, o compromisso com a transparência na aplicação dos recursos públicos. “Foi uma menção muito valorosa para a Secretaria Municipal de Saúde. Representa o cumprimento da legislação do SUS, especialmente da Lei Complementar nº 141 de 2012, que reforça o princípio da transparência. É garantir que a população conheça as ações, os serviços e os investimentos realizados para a execução da política pública de saúde”, destacou.

Instrumentos de gestão atualizados A consultora extraordinária também ressaltou que a Saúde de Aracaju mantém todos os instrumentos de gestão atualizados. Dentro das etapas essenciais, na última segunda-feira, 03, foi apresentada à prefeita Emília Corrêa, o Plano Municipal de Saúde (PMS) 2026-2029. Este é o principal instrumento que estabelece as diretrizes, objetivos, metas e ações que irão nortear as políticas públicas de saúde em Aracaju nos próximos quatro anos.

Execução e plano de ações “O material foi estruturado com base em diretrizes claras, conectando os subsídios à execução das ações e ao plano de soluções da gestão. Foram analisados relatórios de conferências ligadas a políticas sociais, índices do Tribunal de Contas e consultas públicas, garantindo alinhamento às demandas da cidade e às prioridades da administração”, enfatizou. Com essa conquista, que também é atribuída aos esforços do Conselho Municipal de Saúde, a Prefeitura de Aracaju reforça seu protagonismo na gestão pública da saúde, ao garantir que o planejamento e a execução das ações da SMS sigam princípios de transparência e eficiência.

Superávit primário
Sergipe registrou o maior índice de superávit primário do país, de acordo com o Centro de Liderança Pública (CLP), tendo como referência o ano de 2024. O indicador é resultado da política fiscal adotada pelo Governo do Estado para incrementar a arrecadação, sem aumentar a carga tributária, e controlar despesas, preservando assim o equilíbrio das contas públicas e os recursos necessários para a realização de investimentos e quitação dos compromissos financeiros.

Superávit primário II No ano passado, Sergipe alcançou um superávit primário de R$ 1,6 bilhão, o maior da sua história. Quando se leva em consideração a relação entre o superávit e o Produto Interno Bruto (PIB), o estado alcançou o melhor índice dentre todas as unidades da federação (2,4), ficando a frente do Maranhão (2,15), Rio de Janeiro (1,85), Acre (1,77) e Amapá (1,45). O superávit primário é um indicador que mede a diferença entre as receitas (arrecadação e transferências constitucionais) e despesas empenhadas (valores reservados para o pagamento de salários, investimentos e custeio).

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NO SERGIPE RURAL DESTA SÁBADO 08 DE NOVEMBRO// COOPERATIVA DE PRODUTORES DE FARINHA DE CAMPO DO BRITO EXPORTA 27 TONELADAS DO PRODUTO PARA O MERCADO EUROPEU.// REBANHOS DE PEQUENOS CRIADORES DE CANHOBA RECEBEM VACINAÇÃO CONTRA BRUCELOSE E CLOSTRIDIOSE POR MEIO DO PROGRAMA PECUÁRIA MAIS FORTE, DO GOVERNO DO ESTADO.// FAZENDA FAMILIAR DE GARARU SE TORNA REFERÊNCIA NA PRODUÇÃO DE MILHO E CELEBRA UMA DAS MELHORES COLHEITAS DOS ÚLTIMOS ANOS.// AGRICULTURA, PECUÁRIA E PISCICULTURA GANHAM FORÇA COM APOIO DA PREFEITURA DE LAGARTO// E AINDA: TERCEIRA EDIÇÃO DO LEILÃO GENÉTICA GIROLANDO JARDIM DAS PALMEIRAS, EM ESTÂNCIA, REÚNEM CRIADORES, TÉCNICOS E ANIMAIS DE ALTO PADRÃO GENÉTICO EM AÇÃO.// SÁBADO AS 7 DA MANHÃ E REPRISES DOMINGO E QUARTA AS 8h NA APERIPÊ TV.

 

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“A caridade é sempre a vi mestra do caminho de fé”. Papa Francisco.

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: 👉 Câmara de Jeremoabo: entre abraços, diárias e omissões



Título:
👉 Câmara de Jeremoabo: entre abraços, diárias e omissões

Subtítulo:
Sessões que deveriam ser espaços de fiscalização e debate viraram palco de informalidades e descaso com o dinheiro público, enquanto denúncias graves permanecem sem apuração.


Coluna de Opinião – Por José Montalvão

Deixei de assistir às sessões da Câmara de Vereadores de Jeremoabo há algum tempo, e confesso: foi por exaustão. O que deveria ser um espaço de debate sério e responsável se transformou em algo semelhante a um programa de rádio popular, onde parte dos vereadores gasta mais tempo mandando abraços para filhos, esposas, amigos e até empregadas do que discutindo os problemas reais do município.

Atendendo a um leitor deste blog, que enviou o vídeo da 13ª Sessão Ordinária do 2º Período Legislativo, realizada em 04 de novembro de 2025, senti-me na obrigação de comentar. Com todo o respeito que o cargo de vereador merece, há limites para o desrespeito à função pública.

Enquanto Jeremoabo enfrenta deficiências em serviços básicos como saúde, educação e infraestrutura, alguns vereadores preferem justificar o uso de diárias exorbitantes de R$ 900,00 em viagens a Salvador, sob a alegação de estarem “descobrindo” a data da emancipação política do município. Uma justificativa, no mínimo, absurda. A emancipação de Jeremoabo é comemorada há mais de um século — em 06 de julho de 1925 —, fato amplamente documentado e conhecido por todos os jeremoabenses.

Ao invés de gastarem recursos públicos com viagens duvidosas, os parlamentares deveriam prestar contas das denúncias graves já feitas da tribuna: superfaturamento de combustíveis, uso de veículos oficiais para fins de clientelismo político, aluguéis abusivos de impressoras e fornecimento suspeito de quentinhas, entre outras. Todas essas denúncias caíram no silêncio, o que pode configurar omissão e prevaricação, merecendo atenção imediata do Ministério Público.

Outro caso emblemático é o sumiço de ripões e mourões do Parque de Exposições, denunciado por vereadores, mas sem qualquer encaminhamento formal à Polícia Civil ou ao MP. Fica a impressão de que a tribuna serve apenas para discursos de ocasião, sem consequência prática.

Antes de se aventurarem em Salvador às custas do contribuinte, seria mais prudente que os vereadores de Jeremoabo olhassem para dentro da própria Casa e cumprissem o dever constitucional de fiscalizar o Executivo e zelar pela coisa pública.

Quanto à data da emancipação, já cumpri meu papel como cidadão e pesquisador da história local. Agora, deixo que os “doutos vereadores”, que se dizem especialistas no assunto, façam o que bem entenderem. Mas deixo também uma reflexão: apontar os erros dos outros é fácil; reconhecer e corrigir os próprios é o verdadeiro desafio. E talvez seja justamente aí que reside o grande problema da política jeremoabense.


🖋️ Opinião – Blog de José Montalvão
“Porque fiscalizar o poder é dever de todo cidadão — e calar diante do erro é compactuar com ele.”

A carona política do ex-prefeito de Coronel João Sá e o discurso contraditório dos vereadores de oposição em Jeremoabo



                                  FOTO DIVULGAÇÃO -  ASCOM - JEREMOABO



Jeremoabo Avança! Tista de Deda garante mais uma conquista para levar água à zona rural


A gestão do prefeito Tista de Deda segue transformando vidas e reforçando seu compromisso com quem mais precisa. Nesta semana, foi assinada uma importante parceria entre a Prefeitura de Jeremoabo e a CERB para a ampliação do sistema de abastecimento de água no Povoado Espinheiro, que receberá 5.400 metros de tubos para levar água potável às famílias da região.

Durante a assinatura do convênio, estiveram presentes o presidente da Câmara de Vereadores, Neguinho de Lié, a secretária de Governo, Anabel, o secretário de Infraestrutura, Marcelo, o vereador Kaká de Sonso, o presidente da CERB, Jayme Vieira, e o pré-candidato a deputado estadual, Carlinhos Sobral.

Com olhar atento e coração voltado para o povo, Tista destacou que essa conquista representa mais que obras: representa vida, dignidade e cuidado.

> “Sou um homem do campo e sei o quanto a água é essencial. Por isso, tenho acompanhado de perto o funcionamento dos poços artesianos e cobrado manutenção constante. Água é vida, e o nosso compromisso é garantir que ela chegue a cada família da zona rural”, afirmou o prefeito.

Desde o início da gestão, o trabalho pela universalização do acesso à água tem sido uma das prioridades. O prefeito Tista de Deda tem visitado comunidades, acompanhado pessoalmente obras e ampliado ações de manutenção e ampliação de poços.

> “Nosso compromisso é cuidar de perto e com carinho do nosso povo. Cada gota de água que chega às casas da zona rural é uma vitória para Jeremoabo”, completou Tista emocionado.

Essa nova etapa marca mais um avanço no compromisso da atual gestão com o bem-estar e o desenvolvimento da população.

FONTE Jeremoabo Avança! Tista de Deda garante mais uma conquista para levar água à zona rural

A gestão do prefeito Tista de Deda segue transformando vidas e reforçando seu compromisso com quem mais precisa. Nesta semana, foi assinada uma importante parceria entre a Prefeitura de Jeremoabo e a CERB para a ampliação do sistema de abastecimento de água no Povoado Espinheiro, que receberá 5.400 metros de tubos para levar água potável às famílias da região.

Durante a assinatura do convênio, estiveram presentes o presidente da Câmara de Vereadores, Neguinho de Lié, a secretária de Governo, Anabel, o secretário de Infraestrutura, Marcelo, o vereador Kaká de Sonso, o presidente da CERB, Jayme Vieira, e o pré-candidato a deputado estadual, Carlinhos Sobral.

Com olhar atento e coração voltado para o povo, Tista destacou que essa conquista representa mais que obras: representa vida, dignidade e cuidado.

> “Sou um homem do campo e sei o quanto a água é essencial. Por isso, tenho acompanhado de perto o funcionamento dos poços artesianos e cobrado manutenção constante. Água é vida, e o nosso compromisso é garantir que ela chegue a cada família da zona rural”, afirmou o prefeito.

Desde o início da gestão, o trabalho pela universalização do acesso à água tem sido uma das prioridades. O prefeito Tista de Deda tem visitado comunidades, acompanhado pessoalmente obras e ampliado ações de manutenção e ampliação de poços.

> “Nosso compromisso é cuidar de perto e com carinho do nosso povo. Cada gota de água que chega às casas da zona rural é uma vitória para Jeremoabo”, completou Tista emocionado.

Essa nova etapa marca mais um avanço no compromisso da atual gestão com o bem-estar e o desenvolvimento da população.

FONTE ASCOM - JEREMOABO


NOTA DA REDAÇÃO DESTE BLOG - A carona política do ex-prefeito de Coronel João Sá e o discurso contraditório dos vereadores de oposição em Jeremoabo

A recente aparição do ex-prefeito de Coronel João Sá, agora pré-candidato a deputado estadual, em uma reunião entre o prefeito Tista de Deda e representantes da CERB, revela muito mais do que uma simples presença institucional.

Na verdade, soa como uma típica carona política — uma tentativa antecipada de associar sua imagem às ações positivas do atual governo, mirando claramente a disputa eleitoral que se aproxima.


🎭 A velha pegadinha política

As declarações feitas por alguns vereadores da oposição, com tons de crítica e moralismo, têm todas as características de uma pegadinha política.

Os mesmos que, quando estiveram no poder, protagonizaram episódios desastrosos, agora tentam se passar por defensores da boa gestão pública.

É, no mínimo, contraditório — e, no máximo, uma tentativa de transferir responsabilidades e culpar o atual prefeito pelos erros cometidos no passado.


⚖️ Silêncio cúmplice e discurso tardio

O mais curioso é ver alguns vereadores da oposição, que permaneceram cegos, surdos e mudos diante dos desmandos do ex-prefeito, agora se apresentando como paladinos da moralidade.

Falam de transporte precário, de estradas intrafegáveis, da saúde deficitária e até de gastos com bandas musicais — temas que, ironicamente, nasceram durante a gestão que eles mesmos apoiavam.

Pergunta-se: por que não denunciaram antes?

Onde estavam quando o ex-prefeito suspendeu o decreto de calamidade pública, deixando as famílias ribeirinhas do Rio Vaza-Barris à própria sorte, apenas para poder contratar artistas famosos, como Wesley Safadão, a peso de ouro?

Por que silenciaram diante da construção de quadras poliesportivas com material de péssima qualidade, muitas delas abandonadas e inacabadas?

O silêncio de ontem é o grito de hipocrisia de hoje.


🛠️ Reconstrução com trabalho e responsabilidade

Desde que assumiu o comando do município, o prefeito Tista de Deda vem se dedicando, com trabalho contínuo e responsabilidade administrativa, a reconstruir Jeremoabo.

Encontrou uma estrutura fragilizada, obras paradas e cofres comprometidos, mas não deixou que o município parasse. Mesmo com poucos recursos, o governo avança, corrigindo distorções e retomando serviços essenciais.

Um exemplo concreto é o contrato recentemente assinado com a CERB, que garantirá a ampliação do sistema de abastecimento de água no povoado Espinheiro, com 5.400 metros de tubulação para levar água potável às famílias da região.

Uma ação concreta, técnica e necessária — bem diferente dos discursos vazios de quem só aparece na hora da foto.


📸 A foto e o marketing disfarçado

E foi justamente nessa reunião com a CERB que o ex-prefeito de Coronel João Sá apareceu — sorridente, ao lado do atual gestor —, tentando colar sua imagem a uma conquista que não lhe pertence.

Coincidência? Dificilmente. No mínimo, um movimento estratégico de quem já se lança em busca de votos, surfando na boa fase administrativa de outro.

Em tempos de pré-campanha, é preciso cuidado com quem tenta se apresentar como “colaborador” apenas para capitalizar politicamente os resultados do trabalho alheio.

O eleitor de Jeremoabo amadureceu e sabe distinguir muito bem quem trabalha de quem apenas posa para as câmeras.


Conclusão

A carona política é uma velha prática de quem não tem realizações próprias para mostrar a Jeremoabo.

E se há uma lição a tirar dessa história, é que o tempo da enganação acabou: o povo quer resultado, transparência e coerência — não promessas recicladas de quem já teve sua chance e desperdiçou.


🗒️ Nota do Editor

Este artigo reforça a importância de o eleitor manter o olhar crítico diante dos discursos e aparições estratégicas de velhos conhecidos da política regional.

Em tempos de pré-campanha, todo gesto tem um propósito — e, muitas vezes, o sorriso na foto vale mais como marketing do que como compromisso público.


✍️ Por José Montalvão – Colunista do Blog

Senador Alessandro Vieira será relator da CPI do Crime Organizado

 Comissão vai investigar atuação de facções, milícias e lavagem de dinheiro no país

em 4 nov, 2025 16:20

(Foto: Andressa Anholete/Agência Senado)

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) será o relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar o crime organizado no Brasil. A definição ocorreu nesta terça-feira, 4, durante a primeira reunião do colegiado, em Brasília.

A presidência da CPI ficou com o senador Fabiano Contarato (PT-ES), e a vice, com Hamilton Mourão (Republicanos-RS). A comissão terá 120 dias para investigar o crescimento de facções criminosas e milícias, outros pontos que serão apurados é a lavagem de dinheiro, corrupção envolvendo diferentes setores econômicos e rotas de mercadorias ilicitas.

Segundo Alessandro Vieira, o objetivo é diagnosticar a real dimensão do crime organizado no país. “ A segurança pública é uma atividade complexa, mas não tem segredo, desde que a gente tenha o espírito público suficiente para fazer o nosso trabalho […] O que o Brasil enfrenta é a consequência de décadas de omissão e de corrupção”, afirmou o senador.

De acordo com dados da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), o Brasil tem cerca de 88 organizações criminosas ativas. O plano de trabalho proposto por Alessandro Vieira prevê ouvir autoridades e especialistas de estados com altos índices de criminalidade, além de representantes do governo federal, das polícias e do sistema prisional.

Entre os convidados estão os ministros Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública) e José Mucio Monteiro (Defesa), além de diretores da Polícia Federal, Agência Brasileira de Inteligência e Senappen. Também devem depor governadores e secretários de Segurança de estados como Bahia, Pernambuco, Ceará e Alagoas. Representantes das unidades federativas que apresentam os melhores indicadores de segurança também foram convidados a depor.

A CPI também pretende discutir lavagem de dinheiro com uso de criptomoedas, tráfico de drogas e armas, corrupção e rotas de contrabando.

Proposta pelo próprio relator, a criação da comissão ocorre após a operação policial que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, e reacendeu o debate sobre a presença das facções no país.

 

Com informações da Agência Senado

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Não há mal que não traga um bem? — O massacre nos morros e a verdade que as chamas revelaram


Há um velho ditado: “Não há mal que não traga um bem”. Difícil — e doloroso — encaixar essa frase diante de corpos, casas afundadas no medo e famílias rasgadas pela violência. Ainda assim, é legítimo e necessário olhar para o que sobressai depois da tragédia: o que esse abismo de sangue expôs sobre o crime organizado, suas verdadeiras rotas de poder e os nexos que atravessam a sociedade.

No final de outubro de 2025, uma operação que deixou mais de uma centena de mortos nos complexos da Penha e do Alemão reacendeu o debate público e político sobre a estrutura real das facções. A repercussão nacional foi imediata: diante do estardalhaço e da consternação, o Senado instalou uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o crime organizado e suas conexões. Essa reação institucional mostrou que, por pior que seja a matança, algo útil — uma janela de investigação — pode emergir. Correio Braziliense+1

O primeiro equívoco a ser derrubado é a visão simplista e visual: os morros como “fabricantes” de chefes. A realidade é outra. Historicamente e nos relatórios das investigações mais robustas, a cúpula das facções aprendeu a se proteger: muitos líderes evitam o convívio permanente nas zonas de conflito, preferindo viver ou proteger bens em condomínios de alto padrão, mansões e até esconder-se fora do país. Essas residências de luxo servem tanto para ostentar quanto para ocultar patrimônio e redes de lavagem de dinheiro. Operações da polícia e do Ministério Público já encontraram arsenais, bunkers e sinais de lavagem ligados a mansões e empreendimentos de alto padrão. Metrópoles+1

Esse deslocamento estratégico traduz uma transformação: as facções não operam apenas como “gangues de rua”, mas como organizações com departamentos — captação de recursos, logística, lavagem de dinheiro, comunicação. Lideranças que estão presas ou foragidas continuam a emitir ordens e gerir negócios com a sofisticação de corporações criminosas, usando celulares, advogados, laranjas e o mercado imobiliário para dar aparência de legalidade ao produto do crime. O aprisionamento de um nome famoso não significa o fim do seu comando — ao contrário: o sistema prisional, por vezes, serviu para fortalecer estruturas de mando. Agência Brasil+1

Por que, então, a matança de “peixes pequenos” é inútil — além de bárbara? Porque a violência seletiva que mata membros de baixa hierarquia não arranca a raiz do problema. Quando se elimina “soldados” do tráfico, as facções descartam e substituem; a cadeia produtiva do crime (compra, transporte, distribuição, arrecadação e lavagem) é resiliente. Chegar ao topo exige investigação financeira, controle de bens, quebras de sigilo bancário, cooperação internacional e mapeamento das redes que tangenciam setores “legítimos” — incorporadoras, advogados, operadores imobiliários, laranjas. Sem atacar essas bases, as mortes nas favelas só aprofundam a tragédia social e permitem que o problema se reproduza. Agência Brasil+1

Outra verdade desconfortável: parte da proteção que permite a vida em luxo para chefões é a cumplicidade — ativa ou passiva — de setores do poder público e de empresários que se beneficiam. Há casos documentados de políticos, ex-policiais e intermediários que atuaram como ponte entre o mundo “oficial” e as facções, convertendo lucros ilícitos em patrimônio legítimo. A CPI recém-instalada terá, pois, de mirar não só nos milhares de mortos nas comunidades, mas nas rotas do dinheiro e no nexo entre crime, impunidade e interesses econômicos. O Tempo+1

O que a sociedade e o Estado precisam fazer — e que essa tragédia, por terrível que seja, pode empurrar para a agenda — é um conjunto de medidas integradas:

  1. Investigações financeiras coordenadas: ações que acompanhem o rastro do dinheiro, desde depósitos suspeitos até aquisições imobiliárias e empresas de fachada. Sem atacar a lavagem, as capturas pontuais serão cosméticas. Metrópoles

  2. Quebra de proteção institucional: identificar e responsabilizar servidores públicos, políticos e empresários que compactuam ou se beneficiam. Transparência e punição são essenciais. O Tempo

  3. Reforma do sistema prisional e controle de comunicação: reduzir a possibilidade de chefes comandarem de dentro das cadeias exige respostas técnicas no sistema penitenciário e melhor monitoramento das comunicações. DSpace MJ

  4. Políticas sociais e presença estatal: combater o ciclo da violência passando por educação, emprego e serviços públicos nas periferias — nada substitui investimento social de longo prazo. Agência Brasil

  5. Cooperação internacional: quando o dinheiro e os foragidos cruzam fronteiras, é preciso agir além do pórtico nacional — acordos de extradição, congelamento de ativos no exterior, troca de inteligência. YouTube

Nenhum desses passos é simples. Mas o que ficou claro nas últimas semanas é que olhar apenas para corpos nos morros é atirar nos sintomas. A chance real de transformar o “mal” em um bem coletivo — justiça, responsabilização e políticas públicas eficazes — passa por usar a comoção pública e a CPI para abrir caixas, seguir trilhas financeiras e expor os nós de poder que permitem que o crime se reproduza no mais alto patamar social.

O sangue derramado exige resposta: não vingança cega, mas investigação rigorosa, responsabilização ampla e reformas reais. Se algo de útil pode nascer dessa escuridão, é a convicção — pública e institucional — de que o problema só será vencido quando o Estado enfrentar não apenas os “peixes pequenos”, mas os tubarões que nadam nas águas limpas do dinheiro e do poder


José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025  

terça-feira, novembro 04, 2025

Novo discurso do presidente sobre operação faz oposição reagir e acirra embate político

 

Novo discurso do presidente sobre operação faz oposição reagir e acirra embate político

Presidente chamou episódio de 'matança' e 'operação desastrosa'

Por Mariana Brasil/Raquel Lopes/Folhapress

04/11/2025 às 17:45

Foto: Ricardo Stuckert/PR/Arquivo

Imagem de Novo discurso do presidente sobre operação faz oposição reagir e acirra embate político

O presidente Lula

Ao chamar de "desastrosa" e "matança" a operação policial que matou 121 pessoas no Rio de Janeiro, o presidente Lula (PT) provocou novas reações de membros da oposição, que foram às redes sociais criticá-lo.

"O dado concreto é que a operação do ponto de vista da quantidade de mortes, ela foi considerada um sucesso, mas do ponto de vista da ação do Estado, eu acho que ela foi desastrosa", disse o petista na manhã desta terça-feira (4) ao falar com jornalistas de veículos internacionais, durante agendas da COP30, em Belém.

Em reação, o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, criticou a fala e a falta de menção aos quatro policiais que morreram na operação.

"Finalmente Lula saiu do armário e agora que investigar com a PF dele a "MATANÇA" que houve no RJ. Não falou nada dos 4 policiais mortos na operação. Está ficando cada vez claro qual é o lado do Descondenado nesse episódio! A direita sempre estará ao lado do lei, do Estado e da polícia! PT PARTIDO DOS TRAFICANTES", escreveu no X (antigo Twitter).

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) recuperou uma afirmação de Lula de que traficantes também eram "vítimas de usuários", da qual o petista depois se retratou, para criticar a declaração desta terça. "Lula prova de novo que acha que os traficantes são vítimas", declarou o parlamentar.

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, também foi às redes contra o presidente.

"Veja que a lógica da esquerda sobre segurança é sempre da perspectiva do ladrão, do assassino, daquele que comete o crime. Nunca é de empatia pela vítima, pelo cidadão de bem que não tem paz. Um recado para Lula: é o conjunto da sociedade que merece dignidade, não aqueles que subvertem nossa democracia", escreveu.

Até o momento, o governo e o próprio presidente, por meio das redes sociais, já haviam se manifestado sobre o caso, falando a respeito da necessidade de haver um trabalho coordenado contra o narcotráfico.

Na semana passada, o governo federal sancionou um projeto de lei que prevê pena de prisão para quem planeja ataque ou ameaça contra autoridades que combatem o crime organizado. Além disso, a proposta também criminaliza a obstrução de ações contra o crime organizado.

A operação do Rio foi considerada a mais letal da história do estado. Diante do fato, o governo Lula travou embate com o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), que acusou o governo federal de ter faltado com apoio à gestão estadual e negado três pedidos de ajuda às Forças Armadas.

As declarações foram rebatidas por meio de nota e em falas públicas dos ministros de governo. O chefe da pasta da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, negou as acusações de Castro horas depois, durante entrevista coletiva.

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