quarta-feira, julho 05, 2023

05/07/2023 - Comentários com Junior de Santinha no Jornal da Tarde na Jeremoabo FM referente o bloqueio dos bens do prefeito Deri do Paloma.;

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Nota da redação deste Blog - O Radialista Junior de Santinha já explicou de forma elementar para que todos entendam, irei apanas complementar seus comentários.

ímprobo

(

ím·pro·bo

)
adjetivo

1. Que tem falta de probidade ou de honestidade (ex.: gestor ímprobo). = DESONESTO ≠ HONESTOÍNTEGROPROBo

"ímprobo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2023, https://dicionario.priberam.org/%C3%ADmprobo.

A improbidade administrativa refere-se a atos praticados por agentes públicos que violem os princípios da administração pública, causando prejuízos ao erário, enriquecimento ilícito ou violação dos deveres do cargo. Essa conduta pode ocorrer tanto no âmbito do Poder Executivo, como nos Poderes Legislativo e Judiciário.

Um dos instrumentos utilizados para combater a improbidade administrativa é o bloqueio de bens. Esse bloqueio tem como objetivo garantir o ressarcimento dos danos causados ao erário público, bem como evitar que o patrimônio do agente público seja dissipado antes da conclusão do processo judicial.

O bloqueio de bens pode ser determinado pelo Poder Judiciário por meio de uma decisão judicial. O juiz pode determinar o bloqueio de contas bancárias, imóveis, veículos e outros bens do agente público envolvido no caso de improbidade administrativa. Essa medida é tomada como uma forma de assegurar que, ao final do processo, haja patrimônio suficiente para ressarcir os prejuízos causados.

Vale ressaltar que o bloqueio de bens é uma medida cautelar e não representa uma condenação definitiva. O agente público tem o direito de se defender durante o processo e, caso seja considerado inocente, seus bens serão desbloqueados. No entanto, se for comprovada a prática de improbidade administrativa, o bloqueio de bens pode ser convertido em perdimento definitivo, ou seja, os bens serão utilizados para ressarcir os danos causados ao erário público.

Essa USF do Romão foi construida na administração Tista de Deda, na gestão Anabel ela efetuou vários reparos cono manutenção, nunca deixou de funcionar, os moradores do Bairro Romão sempre contaram com atendimento médico

 

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Esse caminho do Romão  o prefeito para conseguir votos prometeu consertar, recapear porém até a presente data nada, dinheiro tem não faz porquer por malvadeza ou seja  “criar dificuldades para vender facilidades", está massacrando vocês moradores do Romão para quando estiver faltando poucos meses para as eleições fazer qualquer gambiarra e explorar vocês dizendo que fez um favor.
O USF-Romão não aguentou a pressão e cobranças dos vereadores da oposição terminou remodelando.



                                                        




Essa USF do Romão foi construida na administração Tista de Deda, na gestão Anabel ela efetuou vários reparos cono manutenção, nunca deixou de funcionar, os moradores do Bairro Romão sempre contaram com atendimento médico.

Está comprovado através de fatos que as obras importantes oriundas da Adminsitração Tista de Deda o prefeito Deri do Paloma por inveja demole. derruba para retirar da memória do povo como aconteceu com o Parrque de Exposição, como está acontecendo  com a estrada do Romão que era asfalto ele começou a tapar os buracos com cimento, insatisfeito retirou o asfalto e colocou cascalho, cujo sofriementos vocês do Romão estão sentido na pele, além da buraqueira o lamaçal sujando as paredes das casas, causando  isolamento que nem de moto é seguro trafegar.
Esse Posto do Romão logo no início do seu (des)governo foi praticamente demolido, porém o tiro saiu pela culatra porque os vereadores da oposição não deram trégua, em todas as reuniões da Câmara cobravam os reparos prometidos, as cobranças eram pelos vereadores da oposição, pela internet e por emissoras de rádio.
Não suportando a pressão e necessitando de votos agora para as próximas eleições, o prefeito depois de castigar e massacrar os moradores do Bairro Romão, mesmo contra sua vontade, foi obrigado a remodelar o Posto e agora através de propagando quer ser o pai da criança, deveria ter o mínimo de escrupúlo e humildade informando que alí foi iniciativa de gestores anteriores, porém ele foi obrigado  a reformular.


Secretária de Educação numa atitude perversa e autoritária chama guarda municipal para intimidar servidora que se desloca até aquele órgão em busca de seus direitos

 


Estou recebendo um vídeo e aúdios que comprovam a esculhambação que se tornou a secretária de educação da cidade de Jeremoabo, aliás no momento o assunto principal ali tratado é corrupção, malversação contra o dinheiro público, fantasmas e laranjas.

Observem a baixaria e perseguição implantada na Secretaria de Educação Municipal de Jeremoabo concernnete uma servidora que já pela décima segunda vez tenta falar com a Secretária de Educação em busca de seus direitos e para normalizar descontos indevidos nos seus vencimentos, porém  não consegue, a secretária manda dizer que não está no local de trabalho, consegue ficar invisível.
 Nessa altura do campeonato já são 18 requerimentos  em busca de solução, contudo até a presente data não conseguiu normalizar seu intento.
Essa via sacra já está completando dois anos e três meses que essa servidora vem lutando para entregar o tal requerimento, já que    durante um ano  e dois meses, mensalmente  de maneira imoral e ilegal está sendo descontado 04 faltas no seu contra-cheque.
Para tal barbaridade  quem deveria tomar providências seria o sindicato da categoria, todavia sugiro a título de esclarecimento que a servidora prejudicada,  torturada moralmente e psicologicamente, que procure um advogado para ingressar com uma Ação na Justiça por abuso de autoridade, requeira indenizção por danos morais e impetre um mandado de segurança, isso porque quem não luta por seus direitos não merece tê-los.
Vá em frente!!!

Oposição considera “armadilha” a criação de imposto seletivo na reforma tributária


TRIBUNA DA INTERNET | Ponto a ponto, para você entender o que está sendo  debatido na reforma tributária

Charge do Carlos (site Fecomércio)

Célio Yano
Gazeta do Povo

“Os ‘doutores’ petistas resolveram, para o bem da nossa saúde e do planeta, nos cobrar mais impostos”, disse Bolsonaro sobre o imposto seletivo. Para o ex-presidente, carnes, combustíveis fósseis, refrigerantes, bebidas alcoólicas e outros podem ser sobretaxados.

Além da unificação de tributos sobre consumo, a proposta de reforma tributária apoiada pelo governo prevê a criação de um imposto seletivo, que teria caráter extrafiscal e seria utilizado para desestimular o consumo de produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente. Sem uma definição clara de quais bens e serviços se enquadrariam no critério, opositores veem o risco da utilização arbitrária do mecanismo e do aumento de carga tributária.

ESTÁ HORRÍVEL – “Li o texto preliminar da reforma tributária e afirmo com certeza absoluta: está horrível. Um dos absurdos é o ‘imposto seletivo’, onde o estado vai sobretaxar aqueles produtos que julgar ser prejudicial à saúde e ao meio ambiente”, disse o deputado federal André Fernandes (PL-CE). “Precisamos debater esse assunto.”

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), um dos críticos do dispositivo, defende que a proposta seja derrubada. “Os ‘doutores’ petistas resolveram, para o bem da nossa saúde e do planeta, nos cobrar mais impostos”, escreveu em suas redes sociais. “Carnes (picanha), combustíveis fósseis, refrigerantes, bebidas alcoólicas, entre outros, seriam sobretaxados.”

“Pelo exposto, o aumento da carga tributária, ora previsto, nos levará à uma queda de produtividade no campo, ao fechamento de fábricas, menos comércio, mais desemprego e inflação”, prosseguiu o ex-presidente. “Aos deputados/senadores do centro direita, que são maioria, sem alterações profundas na PEC, certamente, pelo voto, arquivarão essa péssima proposta.”

SEM DETALHAR – O substitutivo à proposta de emenda à Constituição (PEC) 45/2019 apresentado pelo deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) no dia 22 não detalha os produtos sobre os quais o imposto seletivo incidiria, apenas indica que a definição deve ser feita por lei complementar.

Segundo o texto, passaria a competir à União instituir impostos sobre a “produção, comercialização ou importação de bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, nos termos da lei”. Ficaria facultado ao Executivo ainda alterar as alíquotas do novo tributo.

Ainda pela redação do substitutivo, o imposto seletivo não incidiria sobre exportações e integraria a base de cálculo do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), resultante da unificação de IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS na reforma.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Muito importante a matéria enviada por Mário Assis Causanilhas. É uma insanidade autorizar o governo a não somente instituir impostos sobre a “produção, comercialização ou importação de bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente”, como também facultar ao Executivo a alteração das alíquotas do novo tributo. Que reforma é essa? (C.N.)

“Bolsonarismo sem Bolsonaro” significa um fenômeno social, e não meramente eleitoral


Michelle Bolsonaro saberia brincar de Isabelita Perón?

Pablo Ortellado
O Globo

Com a inelegibilidade de Bolsonaro, o campo político que hoje orbita em torno dele precisará não apenas de um novo candidato para 2026, como de um novo nome. Tem sido chamado de “bolsonarismo” um pouco por conveniência, mas, se refletirmos bem, o nome nunca foi adequado, pois sugere que o vigoroso movimento da sociedade a sustentá-lo se esgota na expressão eleitoral.

O que chamamos hoje de bolsonarismo foi se formando antes de Bolsonaro e provavelmente sobreviverá a ele. É um fenômeno social, e não meramente eleitoral. Que outro nome podemos adotar agora que Bolsonaro está impedido de concorrer?

DESDE A ERA DILMA – A candidatura Bolsonaro começou a germinar muito antes de 2018. Podemos tomar as mobilizações anti-Dilma de 2015 e 2016 como ponto de partida, já que os grupos que convocavam essas manifestações terminaram apoiando Bolsonaro em 2018.

E olhar ainda para a mobilização das igrejas católica e evangélicas em 2014 e 2015 contra o uso do termo “gênero” nos planos de educação (nacional, depois estaduais e municipais) e para toda a campanha contra a “ideologia de gênero” que se estruturou desde então, cujas principais lideranças apoiaram Bolsonaro em 2018.

Podemos olhar também para a formação do movimento anticorrupção, que depois se confunde com o movimento anti-Dilma/anti-PT, e para a onda social de apoio à Operação Lava-Jato que começa em 2014.

MUDANÇA DA IMPRENSA – Por fim, olhar para a grande mudança editorial de setores da imprensa brasileira, que abraçaram e deram destaque a ideias conservadoras nos anos 2010, ou para a cultura juvenil da zoeira e do politicamente incorreto, que ganhou projeção nas mídias sociais no mesmo período.

A candidatura de Jair Bolsonaro em 2018 é onde deságuam esses e outros movimentos da sociedade brasileira. Bolsonaro não os criou nem os liderou, apenas os articulou numa candidatura eleitoral.

Mas, agora que estão bem amarrados, que outro nome daremos ao movimento que deverá sobreviver a Bolsonaro?

SERIA POPULISMO? – Podemos chamá-lo de “populismo”, seguindo diversos cientistas políticos. O movimento político que chamamos de bolsonarismo parece adequar-se perfeitamente a essa categoria da ciência política, que descreve movimentos com discursos antielites propondo conexão direta com o líder carismático e rejeitando instituições de representação como os partidos.

Mas o termo populismo é algo técnico, totalmente rejeitado pelos bolsonaristas, que não se reconhecem nele. Pensando nisso, podemos seguir outro caminho e adotar uma categoria “nativa”, como dizem os antropólogos. Podemos chamá-lo de “patriota”, termo amplamente adotado pelos bolsonaristas para se referir ao próprio campo político.

O termo tem a vantagem de ser nativo, mas a desvantagem de ser positivo, quase elogioso, lembrando patriotismo ou civismo. Além disso, sugere nacionalismo, um equívoco. Embora os bolsonaristas acreditem estar defendendo o Brasil, certamente não são nacionalistas e não defendem a cultura, os empregos ou a economia nacional.

CONSERVADORISMO – Minha opção predileta é chamar o bolsonarismo pós-Bolsonaro de “conservadorismo”, outro termo nativo. “Conservadorismo” é adotado pelos bolsonaristas e empregado como contraponto à desordem e ao progressismo.

Ressalta, por um lado, a defesa da tradição e da ordem e, por outro, a rejeição aos movimentos feminista e LGBTQIA+, traços efetivamente importantes do bolsonarismo.

Está na hora de acadêmicos e jornalistas pensarem em como chamar o movimento que teve como expressão eleitoral a candidatura Bolsonaro em 2018 e 2022 e que deverá ter outro candidato em 2026 — a não ser, é claro, que essa candidatura termine ocupada pela mulher ou por um dos filhos do ex-presidente.


Governo Lula estuda nova regulação da internet para as eleições municipais de 2024


Foto de Jair Bolsonaro exibindo a barriga tem péssima repercussão na cúpula do PL


Foto de Bolsonaro sem camisa foi publicada nas redes do assessor Fabio Wajngarten

Publicar esta fotografia foi uma tremenda apelação

Rafael Moraes Moura e Johanns Eller
O Globo

A divulgação de uma fotografia do ex-presidente Jair Bolsonaro sem camisa, expondo uma cicatriz deixada pela facada que levou no abdômen durante a campanha eleitoral de 2018, irritou a cúpula do PL. A imagem foi alvo de memes e considerada de “péssimo gosto” por dirigentes do partido de Bolsonaro, que relataram à equipe da coluna não terem sido consultados previamente sobre a publicação.

No mesmo dia em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu o julgamento em que tornou o ex-presidente inelegível e o condenou por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, o advogado Fabio Wajngarten, assessor de Bolsonaro, divulgou o retrato do ex-presidente, como tentativa de demonstrar apoio nas redes sociais.

“TAMO JUNTO” – “Vítima, dessa tal DEMOCRACIA, que joga há muito tempo fora das 4 linhas, não por palavras e sim por atos e decisões. Fique firme Pr @jairmessiasbolsonaro tamo junto, SEMPRE”, escreveu Wajngarten, em seu perfil no Instagram.

Na avaliação de integrantes do PL ouvidos reservadamente pela equipe da coluna, a publicação de Wajngarten vai na contramão do trabalho que está sendo feito pelo time de comunicação, mostrando o ex-presidente “vulnerável”, “enfraquecido” e até “grotesco”.

Mais recentemente, o ex-Secom passou a costurar sua eventual indicação como candidato a vice do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), em 2024. A empreitada não conta com a simpatia da cúpula do PL, mas Wajngarten conta com o apoio de Bolsonaro para demover as resistências internas.

MUITOS DESGASTES – O ex-secretário e atual assessor do ex-presidente acumula desgastes no PL desde que assumiu a coordenação da comunicação da campanha de Bolsonaro à reeleição a três meses do primeiro turno da eleição.

Na época, como publicamos no blog, interlocutores do então presidente viam o ex-secretário de Comunicação como o principal incentivador de falas radicais de Bolsonaro enquanto Lula avançava nas pesquisas de intenção de voto. Antes do embarque bolsonarista no PL, Wajngarten já havia sido exonerado da Secom por atritos dentro do governo.

Após a derrota nas urnas, o partido chefiado por Valdemar Costa Neto acatou um pedido de Bolsonaro e contratou o ex-secretário com pagamentos mensais para assessorar Jair Bolsonaro e sua esposa, Michelle.

MICHELLE SAIU FORA – A ex-primeira-dama, no entanto, garantiu uma equipe de comunicação própria após fazer chegar à cúpula do partido que tinha reservas ao perfil do ex-secretário, visto por ela como muito “radical”. O chefe da equipe é um coronel PM André de Souza Costa, que foi chefe da Secom de Bolsonaro.

Desde então, Wajngarten tem atuado como assessor de imprensa, porta-voz e até gestor de crises. O exemplo mais contundente até a conclusão do julgamento no TSE havia sido o escândalo das joias sauditas, quando o assessor veio a público defender o ex-presidente e Michelle das suspeitas de apropriação de presentes que são de patrimônio público

Procurada pela equipe da coluna, a assessoria do PL negou mal-estar com a publicação da foto. Mas a coluna mantém as informações publicadas.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Realmente, a publicação da foto foi grotesca, uma tremenda apelação/vitimização(C.N.)

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