domingo, fevereiro 05, 2023

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Tebet defende rigor fiscal e volta a citar suas “divergências” com Lula e Haddad


Tebet faz ponte entre governo e empresariado | Vera Magalhães | O Globo

Simone Tebet fez seu pronunciamento por videoconferência

Davi Medeiros
Estadão

A ministra Simone Tebet, do Planejamento, voltou a exaltar “divergências econômicas” com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse que será “austera” na condução da pasta e admitiu que pode receber “cartão amarelo” de membros do governo por tentar garantir responsabilidade fiscal.

Discursando virtualmente no evento Lide Brazil Conference, organizado pelo Grupo de Líderes Empresariais, a ex-senadora destacou em dois momentos as suas “diferenças” com o presidente e com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, mas disse que considera positivo o fato de ter sido convidada pelo petista para chefiar a pasta.

AUSTERIDADE FISCAL – “Temos divergências, mas não temos antagonismo, e isso faz toda a diferença”, disse a ministra sobre Lula. Em outro momento, afirmou: “Tenho encontrado em Haddad um grande parceiro, apesar de termos algumas diferenças na visão econômica”.

Tebet se comprometeu com austeridade no âmbito fiscal e afirmou que o desenvolvimento esperado para o País passa pela rigidez nesse quesito. “Eu serei austera em relação a isso. Devo receber por isso alguns cartões amarelos, mas quando eu perceber que o cartão vai ser vermelho, eu vou chegar para o presidente Lula com ‘jeitinho’ e tentar fazer os esclarecimentos previstos. É meu papel, como ministra do Planejamento e Orçamento, dizer se temos recursos ou não, se teremos ou não espaço fiscal.”

Esta não é a primeira vez que Tebet destaca divergências econômicas com Lula. A ministra já afirmou ter “sinergia na área social” com o governo, não na Economia, e que por isso ficou surpresa ao ser escolhida para chefiar o Planejamento. Segundo ela, isso denota a postura democrática do petista, por ter aberto espaço à discordância no primeiro escalão.

IGUALDADE A TODOS – “Eu esperava um convite para algo ligado à área social, na qual temos muita sinergia. Quando abri o envelope (informando que chefiaria o Planejamento), eu disse: ‘Presidente, mas o senhor tem certeza?’ O senhor sabe que nós temos divergências, e ele simplesmente me ignorou, como quem diz: ‘Eu sei o que estou fazendo’. Eu acho que o presidente quer é isso. Ele sabe que o foco de todos nós, sejamos de esquerda, de centro, de centro-direita, é garantir igualdade de oportunidades para os nossos filhos”, disse a ministra.

Em seu discurso, a ministra afirmou que a democracia saiu “fortalecida” após os atos antidemocráticos de 8 de janeiro e fez elogios ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na condução do inquérito que apura o caso.

“Quero render as minhas homenagens ao STF, na figura de Alexandre de Moraes, que tem sido rigoroso na tramitação do processo e na punição de golpistas”, afirmou.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Lula está tentando forçar o presidente do Banco Central a pedir demissão, acusando-o de “traição” por manter juros altos, o que provocaria recessão, na visão do petista, que agora se comporta como se fosse grande mestre em Macroeconomia. O papel de Simone Tebet é apenas decorativo, ela não tem a menor condição de influenciar Lula em nada, rigorosamente nada. Esta é a realidade política, que paira acima da ficção. (C.N.)


Ao visitar Biden em Washington, Lula tentará tirar proveito de agenda democrática comum

Publicado em 4 de fevereiro de 2023 por Tribuna da Internet

Joe Biden sob investigação | Euronews

Biden quer alinhamento de Lula com os Estados Unidos

Bruno Boghossian
Folha

Esta semana, depois de encontrar o presidente uruguaio, Luís Lacalle Pou, em Montevidéu, Lula da Silva afirmou que sua relação com líderes políticos de outros países não terá viés ideológico. “Os presidentes não precisam pensar como eu”, declarou o brasileiro.

Um dos objetivos da viagem inaugural do terceiro governo Lula foi um ajuste simbólico na diplomacia brasileira. Em 24 horas, o petista sorriu ao lado do esquerdista Alberto Fernández (a quem chamou de “companheiro e amigo”) na Argentina e posou para fotos com Luis Lacalle Pou, que comanda um governo de centro-direita no Uruguai.

NOVA POLÍTICA – Com pouca sutileza, Lula quis demarcar diferenças com seu antecessor Bolsonaro, que escolheu ofender qualquer país que pendesse para o centro ou para a esquerda. Em Buenos Aires, o petista pediu desculpas aos argentinos “por todas as grosserias” de Jair Bolsonaro e ofereceu aos uruguaios um compromisso de cooperação independente de coloração partidária.

O movimento teve recepção diferente dos dois lados da fronteira. Com os argentinos, Lula falou a mesma língua sobre integração regional, interesses comerciais e o Mercosul. O ambiente parecia tão confortável que o petista deu combustível ao incipiente plano de criar uma moeda comum para o comércio.

No Uruguai, as exibições foram menos harmônicas. Lacalle Pou reafirmou em público o desejo do Uruguai de negociar acordos com a China — mesmo sabendo que o Brasil é contra a ideia. Lula reconheceu seu direito de buscar ganhos comerciais e apenas sugeriu que o Mercosul converse em bloco com o país asiático, num futuro ainda incerto.

ETAPAS INICIAIS – Lula sabe que o valor de seu capital diplomático varia de acordo com o terreno onde pisa. Ao menos nas etapas iniciais de seu retorno ao poder, a política externa do governo terá mais força quando algumas afinidades políticas estiverem presentes.

A eficácia deve ser testada na viagem de Lula aos EUA, em fevereiro. Com Joe Biden, o brasileiro tentará tirar proveito de uma agenda comum que tem o objetivo de denunciar e isolar a ameaça da extrema direita.

 

Governo Lula precisa entender que o Brasil só terá futuro caso se torne uma potência verde


Amazônia tem pior agosto de queimadas dos últimos 12 anos | Meio Ambiente | G1

A Amazônia precisa ser preservada a qualquer custo

Marcelo Godoy
Estadão

Quando o socialista Sandro Pertini foi eleito presidente da Itália, em 1978, o jornalista Indro Montanelli desejou ao ex-partigiano que se tornaria o mais popular chefe de Estado italiano do pós-guerra: “Tenha a coragem de fazer as coisas que devem e podem ser feitas; a humildade de renunciar àquelas que devem, mas não podem e às que podem, mas não devem ser realizadas. E sabedoria para distinguir uma das outras”.

Retomava, assim, a famosa oração do teólogo protestante Reinhold Niebuhr, que foi lembrada por aqui pelo economista Roberto Campos, no último discurso que fez na Câmara, em 1999, quando se despedia do Parlamento, após 16 anos de mandatos consecutivos. Campos deixou aos colegas congressistas esses mesmos votos após reconhecer “o fracasso de uma geração em promover o desenvolvimento sustentável do Brasil”.

NOVO CONSENSO – Assim como todo governo que se inicia pede aos eleitores paciência para ser julgado pela consequência de seus atos e não pela pressa dos que pretendem lhe fazer oposição, seria interessante que Luiz Inácio Lula da Silva prestasse atenção às palavras de Campos.

É que ali está um caminho para sua gestão, desde que o mandatário não caia na tentação de ser um novo Messias, como o que deixou o Brasil para se refugiar em Miami. Reconstruir o País não significa reinventá-lo e uni-lo é diferente de impor uma visão de mundo não hegemônica.

Se quiser aproveitar oportunidades em que o consenso entre as forças políticas pode favorecer seu governo e promover o desenvolvimento pretendido por Campos, Lula deve concentrar esforços na reforma tributária, na educação básica e no desbloqueio da pauta ambiental.

POTÊNCIA VERDE – Há trilhões de dólares em fundos de investimentos no exterior que só financiarão o desenvolvimento no Brasil caso o País abrace a vocação para se tornar uma potência verde. Até o partido Novo apoiaria essas pautas.

Mas não é só Lula que precisa organizar um novo consenso. Na oposição há quem procure um De Gaulle para não se entregar a Pétain. E defende o compromisso com a democracia para isolar os elementos iliberais, conforme disse o general Carlos Alberto dos Santos Cruz. Trata-se de reconstruir a aduana da respeitabilidade republicana, barrando os extremistas. A defesa da democracia exige a postura de Angela Merkel, quando ordenou a seu partido desfazer o acordo com os liberais que resolveram se aliar aos ultradireitistas do AfD, na Turíngia, em 2020.

Nem é preciso tanta sabedoria para distinguir essas coisas em um País que continua – como disse Campos em seu último discurso – “longe demais da riqueza atingível e perto demais da pobreza corrigível”.

Já que Bolsonaro se foi, ao invés de xingá-lo, agora temos de babar o Lula o tempo todo?

Publicado em 5 de fevereiro de 2023 por Tribuna da Internet

Lula tem 45% e Bolsonaro 33% no primeiro turno, aponta Quaest | Metrópoles

Ilustração reproduzida do portal Metrópoles

Luiz Felipe Pondé
Folha

O Brasil tem, no mínimo, uns 50% da sua população composta por picaretas e corruptos. Jovens que poderiam estar trabalhando honestamente dedicam-se a dar golpes nas pessoas, principalmente, na área de atendimento digital. Aposto que deve haver um MBA em golpe digital com aulas síncronas.

Não há dúvida de que esse fato, não trabalhado pelos economistas, é uma das razões para países como o Brasil não saírem dessa merda atávica. O fenômeno parece se eternizar como os espaços infinitos do universo.

UM VALE-TUDO – No Brasil você pode ser um deputado corrupto, mas, se defender a democracia, tá valendo. Ser um juiz vendido e defender o Estado de Direito. Sendo a democracia um regime de instituições, melhor mantê-las, mesmo corruptas, do que as destruir.

Você pode ser uma empresa que trata os funcionários como escravos coloridos, contanto que não use a palavra “denegrir” na comunicação. Aliás, especialistas em linguagem correta são lobistas agressivos nesse mercado em ascensão.

Você pode ser uma estrela do audiovisual que transa com o chefe pra ganhar espaço, contanto que chore na hora certa quando comentar um casamento LGBTQIA+.

MUITA PICARETAGEM – No Brasil, só honra compromissos quem quiser. Você não paga e nada acontece. Ou processa o picareta por anos a fio, gasta uma grana com advogados, quem sabe ganha – depende do que sair da cabeça do juiz –, mas o sujeito pode ser incobrável e você nunca receberá o devido.

Golpistas digitais se especializam. Constroem protocolos que se assemelham a verdadeira burocracia de atendimento das empresas. Jovens com vozes doces são treinadas para dar golpes em desavisados. Infiltrados nas empresas oferecem informações sobre os usuários para reforçar a mímica cruel.

Emails – com a mesma identidade visual das empresas originais – falando de “problema de cobrança” ameaçam os usuários de perder serviços. Enfim, não se pode confiar em nada mais.

CÁLCULO DO PIB – Você e as empresas gastam tempo e dinheiro para se prevenir contra golpistas. Não deveria esse fenômeno ser quantificável para o cálculo do PIB?

O Brasil desafia os avanços digitais, impondo limites ao futuro utópico da inteligência artificial. Não tenho dúvida de que em breve teremos uma inteligência artificial trabalhando para o PCC e similares. O sequestro Pix é uma indústria.

A corrupção política e empresarial no Brasil é um player da democracia. Sabe-se que ela sempre fez parte dos sistemas de poder. O mundo dos negócios também sempre foi atravessado pelo fenômeno da corrupção. Aliás, o que é a reflexão filosófica sobre a corrupção humana senão a consciência conceitual desse fato?

VÍCIO DOS POETAS… – Desavisados pensam que discutir a corrupção da natureza humana é um vício dos poetas e teólogos antigos. Não. É a mais pura reflexão histórica acerca da humanidade.

Isso nos leva à consciência de que, afinal, o Brasil não seria uma exceção. Mas o que chama a atenção para o nosso caso – e da maioria dos países do mundo– é o fato de que alguns poucos países colocaram esse nível varejista da corrupção sobre algum controle cotidiano. A corrupção no atacado está em toda parte, apenas seus agentes falam inglês fluentemente e se vestem bem.

REDUÇÃO AO ABSURDO – O fato é que esses países paraísos têm populações que não ultrapassam centenas de pessoas – exagero, claro, antes que semióticos profissionais ataquem o argumento como no caso da foto do Lula. Exageros desse tipo em argumentação é o que se chama em filosofia de “redução ao absurdo”. A verdade não está no número fictício da população apontada, mas no fato de que não se pode comparar o Brasil à Nova Zelândia – bola da vez dos inteligentinhos.

Você pode, aliás, manipular bancas de concursos em universidades, destruir carreiras de colegas, contanto que escreva artigos e dê declarações sobre ética e democracia na mídia e nas redes na hora certa. Intelectuais e artistas corruptos existem aos montes.

Mudando de assunto, mas, na verdade, permanecendo nele de modo menos óbvio. Pergunto-me como viverá a inteligência pública agora, uma vez que Bolsonaro se foi. Ao invés de xingá-lo, vamos babar no Lula o tempo todo?


sábado, fevereiro 04, 2023

Lula vê traição do presidente do BC e tentativa de levar o país à recessão


Leia a íntegra da entrevista de Lula para a RedeTV!

Grosseiro, Lula chama Campos Neto de “esse cidadão”…

Mônica Bergamo
Folha

O presidente Lula e ministros de seu governo consideram que o presidente do Banco Central, Roberto Campos, traiu a confiança que o governo depositava nele para dialogar e participar de um esforço conjunto para que o Brasil supere os problemas econômicos que hoje enfrenta sem passar por uma recessão.

No entendimento do mandatário e de sua equipe, o governo atual, com pouco mais de um mês no poder, não tem responsabilidade sobre o déficit fiscal e a inflação, que impulsionam as taxas de juros. E mereceria um voto de confiança em seu compromisso de levar o rombo para 1% neste ano, e de zerá-lo em 2024.

CONTRA O COPOM – Mesmo diante das metas claras, dizem interlocutores diretos de Lula, o Banco Central não apenas manteve a taxa básica de juros (Selic) em 13,75% ao ano pela quarta reunião consecutiva —a primeira desde que Lula tomou posse —, como endureceu o discurso e disse que deve deixar as taxas em patamares altos por mais tempo.

Com essa mensagem, o BC estaria dificultando a recuperação do crédito e a atividade econômica no país, e colocando o Brasil na rota da recessão.

Lula e o governo acreditam que os alertas feitos pelo Copom foram muito além do que seria necessário. E passaram a desconfiar da atuação de Roberto Campos, indicado ao cargo por Jair Bolsonaro para um mandato de quatro anos. Ministros de primeiro escalão começaram a evitá-lo. E o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que o elogiava, já mostrou contrariedade com sua atuação.

SEM RECIPROCIDADE – Lula tem afirmado, segundo os mesmos interlocutores, que Campos foi tratado com respeito e consideração, e que não houve reciprocidade por parte dele.

O presidente do Banco Central sempre foi alinhado com o bolsonarismo.

Apesar da autonomia da instituição, aprovada no governo passado, Campos chegou a ir a jantares de Bolsonaro com empresários organizados para apoiar as medidas econômicas adotadas pelo presidente e pelo então ministro da Economia, Paulo Guedes.

Campos até discursava nos encontros, e admitiu em um deles que recebia conselhos de não ir a eventos com políticos que integravam o governo. Mas justificava: como os ministros de Bolsonaro eram ‘técnicos’, não haveria problema em se misturar com eles. A proximidade não macularia sua autonomia e independência.

AINDA PRÓXIMO – O presidente do Banco Central se mantém próximo dos bolsonaristas. Foi à posse de Tarcísio de Freitas no governo de São Paulo e, até meados do mês, seguia em um grupo de WhatsApp que reúne ex-ministros de Bolsonaro.

Em entrevista à Rede TV! nesta semana, Lula deixou claro que está contrariado com Roberto Campos, a quem se referiu como “esse cidadão”.

“Quero saber do que serviu a independência do Banco Central. Eu vou esperar esse cidadão [Campos Neto] terminar o mandato dele para fazermos uma avaliação do que significou o banco central independente”, disse Lula.

ALERTA DE INFLAÇÃO – O BC divulgou o comunicado em que subiu o tom e contrariou o governo Lula na quarta (1º), depois de manter a Selic em 13,75%.

O texto fazia alertas sobre as incertezas fiscais e a piora nas expectativas de inflação, que estão se distanciando da meta em prazos mais longos. Sinalizava ainda que o BC deve deixar os juros no patamar atual por mais tempo — hoje o mercado prevê o início do afrouxamento monetário em setembro.

“O Comitê reforça que irá perseverar até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas, que têm mostrado deterioração em prazos mais longos desde a última reunião”, afirmava o comunicado.

 (Com Bianka Vieira, Karina Matias e Manoella Smith)

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Caramba, a Folha precisou de quatro repórteres para fazer esta pequena matéria absolutamente lulista? As quatro jornalistas chegam a dizer que Campos Neto “sempre foi alinhado com o bolsonarismo”. Mas como? Isso é a maior maluquice. Ao contrário, o presidente do BC tem mostrado não ser alinhado a nada, a não ser ao seu trabalho de macroeconomia, que tem sido admirável. Lula se porta sempre grosseiramente em relação a Campos Neto, enquanto o presidente do BC não mostra a menor subserviência ao ex-presidiário, que na cadeia deve ter estudado muito, a ponto de se julgar mestre em Economia Política, conforme tenta demonstrar agora, sem ter medo do ridículo. (C.N.)   


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