domingo, outubro 11, 2020

Moro conhecia o viés autoritário, conservador, militarista e armamentista de Bolsonaro

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Sergio Moro após discurso de Lula

Charge do Duke (dukechargista.com.br)

Roberto Nascimento

Muitos que votaram em Jair Bolsonaro, acreditando que ele levaria adiante a Lava Jato contra a corrupção, já se arrependeram amargamente, mas o caso do então juiz Sérgio Moro é diferente. Ele realmente pode ter pensado que o novo presidente apoiaria seu Pacote Anticrime, mas sabia perfeitamente sobre a carreira do “Mito”.

Moro conhecia o viés autoritário, conservador, militarista e armamentista de Bolsonaro, assim como sua aproximação com lideranças evangélicas, da bala e do agronegócio, para se alçar ao poder.

Mas sua intenção de ocupar uma cadeira no STF falou mais alto. Aceitou ser ministro, abandonar a carreira de magistrado para quê? Para morrer na praia, junto com o procurador Deltan Dallagnol, que comandou os inquéritos contra o PT.

LULA NÃO ESTAVA SOZINHO – O então presidente Lula errou muito, isso é claro como a luz do sol. Mas não operou sozinho o Mensalão e a Lava Jato. O Centrão, o PMDB e outros partidos estavam lá, como também estão agora neste governo, que muitos ainda teimosamente apoiam.

O PMDB de Michel Temer, de Renan Calheiros, de Romero Jucá, de Moreira Franco, de Edson Lobão, de Jader Barbalho também participou do governo de Lula e de Dilma Rousseff em cargos chaves do Ministério, usando a velha política do toma lá dá cá.

Porém, a fixação da Lava Jato era preferencialmente derrotar o PT. Por isso, a força-tarefa demorou a mirar os outros partidos mais fortes, como o próprio PMDB e o PSDB.

MOSTROU DIGNIDADE – O ex-juiz pagou o seu preço, como tudo na vida. Foi castigado, humilhado por Jair Bolsonaro e obrigado a entregar o cargo. Nesse incidente, Moro mostrou ter dignidade e se desligou do Ministério da Justiça, ao não concordar com os rumos ditados pelo presidente contra a democracia.

Sabemos que Moro, se pudesse, teria voltado no tempo. Mas ele aprendeu que nenhum grupo consegue mudar a natureza humana, a mesquinhez do homem para enriquecer e, nessa sanha louca, eliminar a concorrência, tendo como objetivo de vida saquear a nação, empobrecer o povo, dando-lhe migalhas, e se perpetuar no comando central, junto da família e dos áulicos, sejam sindicalistas, militares ou empresários amigos, não há diferença. O povo que se dane, que se vire para sobreviver.

Será mesmo que foi o povo que escolheu livremente tirar o PT do poder ou também foi levado por uma onda de fake news avassaladora, acompanhada do massacre diário da Globo e das outras TVs, especialmente a Record, que apoiou o candidato “evangélico”? Vamos pensar nisso, porque em 2022 iremos votar de novo.

PIOR DO QUE O PT – Sob determinado ponto de vista, o grupo que tomou o poder está fazendo até pior, prejudicando a imagem do país no exterior, e torna-se até enfadonho enumerar as ameaças a democracia e as instituições do Estado.

Lembro as demissões dos empregados das estatais, trabalhadores e não as diretorias, o esmagamento e a execração dos servidores públicos, a venda das estatais quase de graça. Pensem nisso, na desgraça que isso acarretará para a nossa soberania, isso é certo?

Os corruptos roubam, ficam com parte das fortunas ilícitas, passam um ou dois anos presos, saem com tornozeleiras, prisão domiciliar, enquanto quem realmente trabalha vai para o chamado olho da rua. Como explicar isso em casa para os filhos, que perguntam ao pai: “Se o senhor não roubou, se não temos fortuna e vivemos na simplicidade, porque foi demitido?

INDICAÇÃO PARA O STF – Quanto à indicação para a vaga no Supremo, é prerrogativa do presidente, que escolhe quem ele quiser. Se não tiver os predicados de notável saber jurídico e ilibada reputação, cabe aos senadores rejeitar o nome, após a sabatina de praxe. Mas, esse Congresso eleito é pior que o anterior, tenho absoluta certeza de que irá referendar o nome do indicado.

Não entro no mérito da escolha, por desconhecer a capacidade do desembargador. Pode até ter saber jurídico, mas não é notório…

TRAIÇÃO NA POLÍTICA – Quanto à traição na política, é um fato corriqueiro. Amigos e apaniguados, quando deixam de interessar ao mandatário ou ao grupo que o sustenta, são sumariamente eliminados, na frieza peculiar dos autocratas.

Todos fizeram isso, por exemplo, Lula demitiu Marina Silva e Cristovam Buarque, o PT expulsou os três deputados que votaram no Colégio Eleitoral a favor de Tancredo Neves, enfim, se contrariar a cúpula ou o chefe, tá fora. Por que Bolsonaro seria diferente? Faz o que todo mundo já fez. Tudo igual. Bobo foi quem acreditou que seria diferente.

SEM NOVA CONSTITUINTE – Discordo veementemente dessa ideia de Constituinte Exclusiva. Isso para mim é um palavrão. Mito Teixeira veio com essa cantilena recentemente. Essa excrescência, se vier, será para acabar de vez com os direitos sociais elencados no Artigo quinto da Carta Magna

Se até agora não conseguiram votar as Leis Complementares da Carta de 1988, como farão hoje ou amanhã, nessa exclusividade? E pior, os parlamentares de hoje são muito abaixo da categoria de um Ulysses Guimarães, de Bernardo Cabral, de Célio Borja, de Paes de Andrade, de Tancredo Neves e de todos aqueles que participaram da Constituição em vigor.

Sem apresentar nenhum estudo, Bolsonaro diz hidroxicloroquina poderia ter evitado 30% das mortes por Covid-19


Charge do Gilmar Fraga (Arquivo do Google)

Augusto Fernandes
Correio Braziliense

O presidente Jair Bolsonaro fez uma transmissão nas redes sociais na tarde deste sábado, dia 10 e afirmou que a hidroxicloroquina poderia ter poupado a vida de muitos brasileiros que foram vítimas da covid-19. Sem apresentar nenhum estudo, ele disse que o país teria 30% de mortes a menos por conta da pandemia, caso o remédio tivesse sido receitado em larga escala.

“Esse estudo vai chegar um dia. Vou chutar: por volta de 30% das mortes poderiam ser evitadas pela hidroxicloroquina, usando na fase inicial”, declarou o presidente.

ENCONTRO COM APOIADORA – Bolsonaro fez a gravação ao lado de uma apoiadora, chamada Alessandra Gonçalves. Ela pediu um encontro com o presidente depois de saber que ele está hospedado no Guarujá (SP) para passar o fim de semana e o feriado de Nossa Senhora Aparecida, na próxima segunda-feira.

Durante a conversa, Bolsonaro disse à apoiadora que a Sociedade Europeia de Cardiologia constatou, há quase duas semanas, que a hidroxicloroquina não causa arritmia nos pacientes que a utilizam. “Eu sei que não sou médico, mas converso com muitos médicos. Ou você acha que eu inventei a hidroxicloroquina?”, questionou ele.

Em determinado momento da transmissão, a mulher disse que ainda não contraiu o novo coronavírus. Em resposta, Bolsonaro disse que, caso ela seja diagnosticada com a doença, não precisa se preocupar.”Se pegar um dia, não fique preocupada. A gente evita, né? Estou com 65 anos. Não senti nada. Nem uma gripezinha. Zero. Zero. Nada”, comentou o presidente.

ÓBITOS – O Brasil ultrapassou, neste sábado, a marca de 150 mil mortos por Covid-19, sete meses depois de confirmar o primeiro caso da doença causada pelo novo coronavírus e dois meses após registrar 100 mil óbitos pela pandemia.

Os dados são do consórcio de veículos de comunicação que faz um balanço diário a partir de informações colhidas pelas secretárias de saúde estaduais. De acordo com o levantamento, a pandemia tirou a vida de 150.023 brasileiros. Já o total de pessoas infectadas é de 5.073.483. Como os dados de outras 17 secretarias ainda não aparecem no balanço, o número deve subir até o fim do dia.

A marca de 150 mil vítimas foi ultrapassada após atualizações de dados em 10 estados: Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Roraima, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins.

Janaina culpa Bolsonaro por ter sancionado lei que permitiu a libertação do chefe do PCC

 

Janaina Paschoal diz que está sendo perseguida por apoiadores de Bolsonaro

Janaina está na oposição a Jair Bolsonaro desde março

Camila Mattoso
Folha

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) culpou o presidente Jair Bolsonaro por ter sancionado o projeto anticrime, cujo trecho permitiu a soltura de André do Rap, um dos chefes do PCC, neste sábado (10).

Em seu comentário, Janaina disse que os críticos do presidente estão citando o hastag “#ELENÃO!”, um dos gritos de guerra usados contra o chefe do governo. “Deputada, foi o Presidente Bolsonaro, seu ídolo, que sancionou essa pérola! Esqueceu? A população apoia a luta contra o crime, mas ELE NÃO!”, diz um dos twitters contra ela.

QUASE FOI VICE – Ex-aliada de Bolsonaro, Janaína chegou a ser cotada para ser vice na chapa do presidente, mas recusou. Acabou sendo eleita deputada no mesmo movimento que levou ao poder Bolsonaro e seus aliados.

Em março, ela rompeu com Bolsonaro e pediu seu afastamento quando o presidente minimizou a Covid-19 e passou a frequentar manifestações contra o Judiciário e o Legislativo.

ZAMBELLI CULPA MINISTRO – Em uma rede social, a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) criticou o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, pela decisão. Janaína rebateu, frisando a participação do presidente.

 “Sobre a decisão de um ministro do STF de soltar o chefão do PCC, faremos um projeto de lei para RETIRAR do Código de Processo Penal a obrigação do juiz de reavaliar a prisão preventiva a cada 90 dias”, escreveu Zambelli, apontando a justificativa de Marco Aurélio Mello para soltar o criminoso, considerado de altíssima periculosidade.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – As duas deputadas têm razão, porque a culpa dessa insanidade jurídica é dos dois envolvidos. Bolsonaro ajudou a transformar o Pacote Anticrime de Moro num Pacote a Favor do Crime, e Marco Aurélio Mello é essa excrescência, capaz de  fazer qualquer maluquice para mostrar que é o maioral. Vai sair do Supremo como Celso de Mello, sem deixar a menor saudade. (C.N.) 

Independente do mérito, o povo tem que se manifestar nas ruas, mas votar certo é uma necessidade mais relevante

 

                                                        Foto Divulgação do Google

O que adianta se manifestar se na hora do voto não se leva em consideração o que se reclamou nas ruas?


                                                  ( ...)

Como, em uma República, em um Estado Democrático de Direito, onde o povo é o verdadeiro dono do poder e tem meios pra fazer valer suas reais vontades, se permite ser chefiado por quem não confia?

Para se ter uma noção do quão grave é a situação basta compararmos o país à uma empresa. Você, cidadão, sendo um empresário, colocaria para gerenciar seu negócio uma pessoa em quem não confia, em que não acredita ser capaz de geri-la, em quem não acredita que vai trabalhar em prol do empreendimento ou quem não tem habilidades para negociar o seu capital e seus lucros? Ou pior, quem você desconfiasse que poderia estar desfalcando seu caixa?

Pois bem, nós somos empresários, sim. E nossa grande empresa é o país! Nós investimos nela (pagamos impostos altíssimos) e merecemos receber o lucro esperado (nossas necessidades e interesses efetivados).

Além da alteração legislativa supracitada, o Executivo Federal também propõe a reforma previdenciária que modifica substancialmente a vida do trabalhador. O projeto fixa a idade mínima de 65, tanto para homens como para mulheres, para poder requerer aposentadoria e aumenta em dez anos o tempo mínimo de contribuição: sai de 15 anos para 25 anos.

Outra pauta de reivindicação é a reforma política, a oposição ao foro privilegiado; à anistia a crimes cometidos por políticos, ao aumento do financiamento público de campanha; e à adoção de listas fechadas na eleição para deputados.

Por conta de todo esse pacote de reformas a população tem se manifestado, ainda que timidamente, muitas vezes. Pessoas vão às ruas vestidas com as cores do país, cantam o hino nacional, levam cartazes e defendem o juiz Sérgio Moro, que hoje é considerado por muitos como a cara da luta contra a corrupção.

Nessa perspectiva, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral – MCCE e o Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro – ITS Rio, solicitaram no último dia 30, quinta-feira, à Casa Legislativa do RJ, que regulamentasse a coleta de assinaturas eletrônicas para propostas de leis de iniciativa popular, garantindo assim a segurança na certificação e auditoria das assinaturas.

O cofundador do MCCE e advogado, Márlon Reis afirmou que: “É muito importante que a Câmara dos Deputados expressamente reconheça a validade de mecanismos como esse, que tornam mais efetiva a participação cívica do cidadão. Estamos tratando da consolidação da cidadania do Século XXI”.

Pelo que vemos e vivemos, motivos não faltam para a população se manifestar. Precisamos defender o Brasil de todos que atentem contra ele. Más escolhas custam caro, principalmente na hora do voto. Portanto, nas próximas eleições lembre que é importante se levantar contra aquilo que nos prejudica, mas o mais importante é votar em quem realmente trabalha pelo povo e pelo Brasil.

Por isso, acompanhe seus candidatos, fiquem de olhos nas escolhas, nos posicionamentos, nos votos e nos projetos dele. Votar, fiscalizar, cobrar e se manifestar, é mais que um direito, é dever de todo cidadão e não podemos continuar só exigindo nossos direitos e não fazermos o nosso dever de casa como se diz.

Como cobrar tudo que julgamos ter direito se não cumprirmos os nossos deveres?

O Brasil nunca vai mudar se não formos vigilantes quanto à cobrança de posicionamentos republicanos de nossos políticos. De um modo geral, eles não nos levam a sério porque quase nunca levamos em consideração o que ele fez ou deixou de fazer durante o mandato, já que na hora do voto, outros fatores fazem com que a gente se esqueça e continue votando naqueles políticos que muito mais se preocupem com seus interesses do que o do povo.

Portanto, mesmo destacando a importância das manifestações que ainda continuam ocorrendo, e independente do acerto do mérito das mesmas e até mesmo a quantidade de pessoas atualmente nas ruas em relação às manifestações contra o governo deposto, entendemos que a sua continuidade é importante, porém não podemos deixar de votar com responsabilidade justamente considerando o que não concordamos nas manifestações.

Manifestações sempre serão importantes, mas votar certo e com consciência é bem mais produtivo em termos de satisfação das necessidades coletivas que o povo tanto aspira e espera ansioso ver realizadas na prática.

Que possamos junto com essa série de manifestações contra a “cara de pau” de muitos políticos, dar a resposta mais eficiente a todos eles, um pontapé sem retorno em suas pretensões escusas e pessoais e isso só pode e deve ser feito pelo voto, a expressão mais legítima do poder do povo!

José Herval Sampaio Júnior

Um cidadão indignado com a corrupção

https://joseherval.jusbrasil.com.br/artigos/446086128/independente-do-merito-o-povo-tem-que-se-manifestar-nas-ruas-mas-votar-certo-e-uma-necessidade-mais-relevante



Nota da redação deste BlogVamos nos distrair com a piada desse final de semana.

 O chefe de gabinete é um verdadeiro gozador, todo absurdo que é publicado a respeito do governo que faz parte nos envia na expectativa do nosso comentário já que é também um assíduo leitor dos nosso Blog; hoje enviou várias piadas publicadas num site  que diariamente posta assuntos do atual governo, onde diante do festival de besteira, escolhi a piada da semana, já que é de conhecimento de todo cristão que reside em Jeremoabo.

 Vamos lá:

" No programa partidário, exibido neste sábado, 10, Deri teve como comprovar que fez uma gestão voltada para as camadas da população menos favorecidas; que finalizou obras inacabadas deixadas pela outra  gestão e que soube conduzir o município no momento de mais preocupação com a pandemia de Covid-19". (www.manoelalves.com.br)


Será que o povo de Jeremoabo é tão burro, tão analfabeto, tão fanático, que acreditou numa piada tão sem graça e tão mentirosa. O COVID-19 em Jeremoabo encontrou terreno fértil com a vaquejada logo no começo da pandemia, depois com as célebres carreatas patrocinada pelo gestor na zona rural; não foi atoa a existência de 12 óbitos ocorridos em Jeremoabo, e centenas de casos confirmados de corona vírus. 

JEREMOABO NO CAMINHO CERTO EM BUSCA DE SUA INDEPENDÊNCIA!

 

                                                                      Foto Divulgação

Por: Marcelo do Sindicato
Toda mudança política que não seja uma reforma total do sistema político, contribui para que a política continue sendo importante para operar mudanças reais na sociedade.

Diante do momento ora vivido observo que - um povo consciente é o maior medo de um governo mal intencionado. Atualmente a nossa Jeremoabo/BA atravessa um clima de mudanças e, essas mudanças estão sendo marcadas por uma revolução social, em razão dos péssimos resultados obtidos pelo governo que acreditamos e, implantamos através do voto direto nas eleições suplementares de 2018.


Fiz parte do projeto político do atual gestor nas eleições suplementares mais, não esperei um só dia depôs de sua posse para que, os resultados se concretizassem, em razão de ter quase a certeza de que, não daria certo, em função de o mesmo ter suas próprias limitações e, pior ainda - não dispor de uma boa equipe para ajudá-lo a governar, e, ninguém consegue governar bem, se não dispor de uma boa e competente equipe ao seu lado.
Diante da atual conjuntura ouve -se muito falar em uma possível reversão do quadro eleitoral, por parte dos situacionistas através do abuso do poder econômico mais, acredito muito que, jamais poderá haver mudança política em uma sociedade quando a voz da necessidade é silenciada pelo dinheiro.

Acredito muito no entusiasmos de nosso povo, sinto que nós que fazemos parte do atual projeto de mudanças capitaneado pela ex-prefeita Anabel, já somos amplamente majoritários no coração e na esperança de nosso povo. Essa força foi construída através de um somatório de experiências de homens de bem, adicionadas a experiência deste blog (DEDÉ MONTALVÃO) que, muito tem contribuído através de sua imparcialidade, para a formação de uma sociedade de homens e mulheres mais críticos e, cientes do que querem.

Estamos chegando a reta final desta campanha, agora é hora de nos mantermos firmes neste projeto que, não pertence apenas a candidata Anabel de Tista e, sim ao povo de nossa terra que, não suportam mais assistirem de camarote a traição ao juramento de posse feito em um passado não tão distante , como também os crimes cometidos contra a imprensa, em razão da mesma está cumprindo com seu papel de informar ao povo, sobretudo os menos esclarecidos a respeito das ilicitudes cometidas contra o erário público e tantos outros delitos. Os crimes contra a imprensa estão previstos na lei 2.083, de 12 de Dezembro de 1953, que em seu artigo 1° diz - É livre a publicação e a circulação no território nacional de jornais e outros periódicos que expressem fatos verdadeiro e do interesse público.

Atravessamos nesses últimos dois anos momentos turbulentos que ficarão registrados nas páginas negras de nossa história, em razão do fascismo implantado por aqueles que, nos honravam com os lábios e ao mesmo tempo nos injuriavam com seus corações, como não somos capazes de conhecermos pensamentos, terminamos apostando naquilo que nossos ouvidos ouviam e, fomos conduzidos as ruínas, como aquelas provocadas através do efeito devastador de um tsunami. Só nos resta agora neste momento ímpar ofertado pelo princípio democrática e da liberdade de escolhas, reconstruirmos da base tudo aquilo que foi devastado em um intervalo curto de tempo.

Nota da redação deste Blog - O povo de Jeremoabo demonstra que está decidido em fazer a mudança de gestão já deteriorada e ultrapassada.

Jeremoabo sabe que não dá mais para continuar do jeito que está. O povo quer ser valorizado, respeitado e receber os investimentos que melhorem a qualidade de vida de todos.
Está  ansioso em contar com uma administração dinâmica, séria e competente que consiga retirar Jeremoabo do lamaçal que entrou.
A a vontade, a força do povo  tem grande potencial para mudar o momento político tão degradante que envolveu Jeremoabo, principalmente com a corrupção, com o desrespeito a imprensa, com perseguição ao funcionalismo municipal, e com humilhação para com o cidadão quando recorre a gestão em busca de seus direitos.
Animai-vos povo jeremoabense, pois a hora da nossa liberdade está chegado, faltam apenas pouco mais de um mês.

Versículos de Mudança

" A mudança é parte de nossa vida, nosso mundo. Com o tempo tudo muda. Algumas coisas, como as estações, se repetem de maneira parecida mas não igual. A mudança pode ser boa ou ruim. Uma pessoa pode mudar para melhor ou para pior. Todos precisamos de mudar, arrependendo-nos de nossos pecados.
A única coisa que não muda é Deus. Deus é sempre igual. Ele não muda seu caráter nem seus planos. Podemos confiar em Deus, porque ele nunca vai mudar. Deus nunca deixará de ser bom, justo e fiel.".


sábado, outubro 10, 2020

O que o recuo na propaganda do kit covid e o contágio de Trump têm em comum?

 

Casos de COVID-19 na Casa Branca complicam mensagem de Trump de que é seguro voltar ao trabalho - Internacional - Estado de Minas

Donald Trump pagou um preço alto pela teimosia

Vera Magalhães
Estadão

A semana que passou teve dois duros golpes para aqueles que, no Brasil, usaram a pandemia de covid-19 para virarem mercadores de ideologia barata e sabotarem a resposta adequada nas áreas sanitária, médica, social e econômica. Não, ainda não se trata de responsabilização judicial, mas acredito que chegaremos lá.

As duas notícias não têm uma ligação direta, mas partem da mesma premissa: quando a Ciência grita, o negacionismo perde. A primeira é local. O Ministério da Saúde, embalado na confiança vinda da efetivação do diligente (para Bolsonaro, não para a Saúde) general Eduardo Pazuello no posto e da alta popularidade do presidente, preparou mais um desserviço à saúde pública, que deveria ter acontecido neste sábado.

DIA D DO KIT COVID – Era um tal Dia D de defesa dos cuidados precoces com a covid-19, que nada mais seria que uma propaganda, pelos canais oficiais, do tal kit covid, composto por medicamentos sem eficácia comprovada, com efeitos adversos, que o restante do mundo já baniu e que aqui, sem ação nenhuma da Justiça diante de centenas de ações por crime de responsabilidade das autoridades federais, seguem sendo administrados a partir de um protocolo oficial.

A comunidade científica saiu do terreno das notas de repúdio e se organizou. Graças ao trabalho rápido do Instituto Questão de Ciência, comandado pela microbiologista Natália Pasternak, saiu do papel o Dia C de Ciência, reunindo cientistas e jornalistas na divulgação de dados e evidências sobre a covid-19, da prevenção ao tratamento, passando por vacina.

Nada menos que sete ex-ministros da Saúde, incluindo o bolsonarista Nelson Teich, participaram de um ciclo de mesas virtuais neste sábado cujo objetivo era desmascarar o obscurantismo do Ministério da Saúde.

O MINISTÉRIO RECUOU – A resposta foi tão efetiva, imediata e eloquente que a pasta de Pazuello recuou. O IQC acabou prestando um favor não só ao País, mas inclusive ao governo.

Isso porque, e aqui entramos no outro fato a que me referi no início deste texto, Donald Trump foi internado na sexta-feira com covid-19, e o rastreamento avança para mostrar um séquito de aliados, parentes e auxiliares do republicano também contaminados.

A internação de Trump veio num período bem especial: quando ele tinha acabado de criticar seu adversário, Joe Biden, no tenebroso debate de terça-feira, por usar máscara toda hora, e logo depois de ele promover um evento de campanha em que ninguém usava o equipamento de segurança e muitos caíram doentes.

SEM CLOROQUINA… – Uma vez hospitalizado, vejam só, o “amigão” de Bolsonaro não está se tratando com cloroquina nem hidroxicloroquina, que desistiu de vender para os americanos e empurrou para os brasileiros.

Conclusão: quando a Ciência grita, seja na forma de eventos como o Dia C, seja na comprovação, na pele, de que desfilar sem  máscara por ideologia burra é pedir para baixar o hospital, o negacionismo cai por terra.

Esta lição poderosa precisa e pode ser projetada para além do enfrentamento da pandemia e chegar às discussões sobre a tal frente ampla para combater o retrocesso bolsonarista.

DAR VEZ À CIÊNCIA – O caminho é tirar o comando da mão de partidos e políticos e passá-lo a cientistas, acadêmicos e representantes da sociedade civil. Com ações práticas como a do IQC, dados e evidências, e coordenação com iniciativas judiciais contra os que causam prejuízos para o País.

Vale para a reação à hecatombe ambiental da dupla Bolsonaro-Ricardo Salles, para o aparelhamento do Estado e da Polícia Federal e o desvio de recursos públicos para igrejas evangélicas para fortalecer o projeto reeleitoral do presidente. Menos nota de repúdio e vetos a nomes inimigos e mais ação. Este é o caminho.

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