sexta-feira, fevereiro 08, 2019

Presidente da CUT se reúne com Mourão e critica reforma da Previdência


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Vagner Freitas já convocou uma assembléia nacional da CUT
Deu em O Tempo(Estadão Conteúdo)
Após ser recebido pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão, no Palácio do Planalto, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, afirmou que vai realizar uma assembleia nacional, no próximo dia 20, a fim de organizar os trabalhadores para a “resistência” da reforma da Previdência. Ele considera que o texto preliminar da proposta retira direitos.
Em novembro, durante ato a favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Freitas disse que o presidente Jair Bolsonaro foi eleito com menos de 30% dos votos do povo brasileiro e que a CUT não o reconhecia como presidente da República. Um mês depois, voltou atrás e disse que Bolsonaro foi eleito por 57 milhões de pessoas e que a CUT iria procurar o governo para negociar os interesses dos trabalhadores.
DIZ MOURÃO – Nesta quinta-feira (7), segundo o presidente da CUT, Mourão evitou entrar no mérito dos termos da reforma da Previdência e sugeriu que o debate deve ser feito no Congresso Nacional. A reunião foi solicitada pela CUT e pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC quando Mourão estava interinamente na Presidência da República, mas acabou adiada para esta semana.
“Viemos perguntar qual é, de fato, a proposta do governo. Toda vez tem uma notícia diferente. Se a proposta é de capitalização, não temos concordância sobre isso. E, se é essa a proposta, tem que ser levada para ser discutida com a sociedade”, disse o presidente da CUT.
Para Freitas, o regime de capitalização favorece o capital financeiro nacional e internacional e impede que o trabalhador receba aposentadoria e benefícios de assistência social. “Da forma que está sendo colocada (a reforma), retira direitos.”
TIPO POUPANÇA – A capitalização é uma espécie de poupança que o trabalhador faz para garantir a aposentadoria no futuro, na qual o dinheiro é investido individualmente. O modelo atual é o de repartição, no qual quem contribui paga os benefícios de quem já está aposentado.
Freitas também disse que não concorda com a ideia da carteira de trabalho verde e amarela, proposta pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. “Uma coisa é emprego, outra é bico, não vamos confundir”, criticou.
Presidente da CUT se reúne com Mourão e critica reforma da Previdência
Deu em O Tempo(Estadão Conteúdo)
Após ser recebido pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão, no Palácio do Planalto, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, afirmou que vai realizar uma assembleia nacional, no próximo dia 20, a fim de organizar os trabalhadores para a “resistência” da reforma da Previdência. Ele considera que o texto preliminar da proposta retira direitos.
Em novembro, durante ato a favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Freitas disse que o presidente Jair Bolsonaro foi eleito com menos de 30% dos votos do povo brasileiro e que a CUT não o reconhecia como presidente da República. Um mês depois, voltou atrás e disse que Bolsonaro foi eleito por 57 milhões de pessoas e que a CUT iria procurar o governo para negociar os interesses dos trabalhadores.
DIZ MOURÃO – Nesta quinta-feira (7), segundo o presidente da CUT, Mourão evitou entrar no mérito dos termos da reforma da Previdência e sugeriu que o debate deve ser feito no Congresso Nacional. A reunião foi solicitada pela CUT e pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC quando Mourão estava interinamente na Presidência da República, mas acabou adiada para esta semana.
“Viemos perguntar qual é, de fato, a proposta do governo. Toda vez tem uma notícia diferente. Se a proposta é de capitalização, não temos concordância sobre isso. E, se é essa a proposta, tem que ser levada para ser discutida com a sociedade”, disse o presidente da CUT.
Para Freitas, o regime de capitalização favorece o capital financeiro nacional e internacional e impede que o trabalhador receba aposentadoria e benefícios de assistência social. “Da forma que está sendo colocada (a reforma), retira direitos.”
TIPO POUPANÇA – A capitalização é uma espécie de poupança que o trabalhador faz para garantir a aposentadoria no futuro, na qual o dinheiro é investido individualmente. O modelo atual é o de repartição, no qual quem contribui paga os benefícios de quem já está aposentado.
Freitas também disse que não concorda com a ideia da carteira de trabalho verde e amarela, proposta pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. “Uma coisa é emprego, outra é bico, não vamos confundir”, criticou.
Deu em O Tempo(Estadão Conteúdo)
Após ser recebido pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão, no Palácio do Planalto, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, afirmou que vai realizar uma assembleia nacional, no próximo dia 20, a fim de organizar os trabalhadores para a “resistência” da reforma da Previdência. Ele considera que o texto preliminar da proposta retira direitos.
Em novembro, durante ato a favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Freitas disse que o presidente Jair Bolsonaro foi eleito com menos de 30% dos votos do povo brasileiro e que a CUT não o reconhecia como presidente da República. Um mês depois, voltou atrás e disse que Bolsonaro foi eleito por 57 milhões de pessoas e que a CUT iria procurar o governo para negociar os interesses dos trabalhadores.
DIZ MOURÃO – Nesta quinta-feira (7), segundo o presidente da CUT, Mourão evitou entrar no mérito dos termos da reforma da Previdência e sugeriu que o debate deve ser feito no Congresso Nacional. A reunião foi solicitada pela CUT e pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC quando Mourão estava interinamente na Presidência da República, mas acabou adiada para esta semana.
“Viemos perguntar qual é, de fato, a proposta do governo. Toda vez tem uma notícia diferente. Se a proposta é de capitalização, não temos concordância sobre isso. E, se é essa a proposta, tem que ser levada para ser discutida com a sociedade”, disse o presidente da CUT.
Para Freitas, o regime de capitalização favorece o capital financeiro nacional e internacional e impede que o trabalhador receba aposentadoria e benefícios de assistência social. “Da forma que está sendo colocada (a reforma), retira direitos.”
TIPO POUPANÇA – A capitalização é uma espécie de poupança que o trabalhador faz para garantir a aposentadoria no futuro, na qual o dinheiro é investido individualmente. O modelo atual é o de repartição, no qual quem contribui paga os benefícios de quem já está aposentado.
Freitas também disse que não concorda com a ideia da carteira de trabalho verde e amarela, proposta pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. “Uma coisa é emprego, outra é bico, não vamos confundir”, criticou.

Camila Montalvão tomando posse no cargo de Conselheira da OAB, - BA

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Nota da redação deste Blog - Mais uma vez informo, a credibilidade que me interessa é essa. Estou feliz.

PARA OS INCULTOS E OPORTUNISTAS DE JEREMOABO,"CREDIBILIDADE" É OMITIR A VERDADE.

A imagem pode conter: atividades ao ar livre
Foto Divulgação - Vereadores em Salvador defendendo interesses do povo.

Em Jeremoabo o que mais se cobrou dos vereadores da situação foi que juntassem aos da oposição naquela época para engrossar as denúncias contra os ex-prefeitos "Tista, Pedrinho, Anabel e o "interino".
Na atual gestão, os hoje oposição, resolveram atender embora tardiamente os reclamos da população, onde uma minoria insignificante de eleitores preferem que esses mesmo vereadores permaneçam, omissos, coniventes e inertes.
O pior de tudo é que essa minoria insignificante condena este Blog porque está divulgando as ações elogiáveis desses edis, estão apavorados porque somente nessa semana os vereadores da oposição no cumprimento do seu dever ingressaram com as seguintes representações na Justiça e no TCM-BA contra  as supostas irregularidades em:  LOCAÇÃO DE VEÍCULOS; CONTRATO DE TRANSPORTE ESCOLAR; AQUISIÇÃO DE COMBUSTÍVE E OUTRAS.  

Função Fiscalizadora: Onde o vereador, exercendo o controle externo, tem o poder e o dever de fiscalizar a administração (Art. 31, e seu §1°, da CF/1988), devendo cuidar da aplicação dos recursos, arrecadação dos impostos (ITBI, IPTU, ISS, e também o IPVA e ICMS que também são destinados ao município pelo Estado), observando e fiscalizando o orçamento através de requerimentos de informações, juntamente com o Tribunal de Contas, este último como Órgão auxiliar do Poder Legislativo, não estando subordinado a este.


Deve, na verdade, fiscalizar o prefeito, o vice-prefeito e os secretários, propor leis de interesse municipal, debatendo para aprová-las, organizar os serviços da Câmara Municipal, administrar o transporte coletivo da cidade, manter programas de educação infantil e ensino fundamental, buscar garantias para os serviços de atendimento à saúde da população, promover o adequado ordenamento territorial do solo urbano e proteger o patrimônio histórico-cultural do município, cumprindo a Lei Orgânica, a fim de construir melhorias para toda a população e a sustentabilidade municipal. (Lutero Queiroz – Presidente da Associação Popular para os Direitos da Cidadania – APDC)
O PAPEL DA OPOSIÇÃO É CLARO: FISCALIZAR A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.
"O papel da oposição é corrigir os erros que entender  através de verificação que está acontecendo. Sem oposição não há discussão. A oposição tem um papel fundamental para a sociedade, pois traz o resultado e mostra com transparência os atos públicos”, explica.
 Ser oposição não requer necessariamente que sejam contrários a todas as propostas. “Os maus políticos fazem questão de criminalizar a oposição dizendo que são contra tudo e não é bem assim. São contra aquilo que entenderem que está errado, que não traz benefícios para a população”.

Ao defender Rui, Ciro diz que governadores apoiam projeto de Moro por pressão social


por Rodrigo Daniel Silva
Ao defender Rui, Ciro diz que governadores apoiam projeto de Moro por pressão social
Foto: Rodrigo Daniel Silva / Bahia Notícias
Ao defender a decisão do governador da Bahia, Rui Costa (PT), de apoiar o projeto de “Lei Anticrime” elaborado pelo ministro Sérgio Moro (veja aqui), o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) afirmou que os gestores estaduais são a favor da proposta por causa de uma “cobrança da comunidade”, que sofre com a violência.

“Os governadores têm que defender porque estão sendo cobrados pela comunidade, porque a violência passou da conta. O povo brasileiro está com medo. De maneira que, é muito difícil para um governante, que está no governo neste momento, não somar sua voz a uma palavra de endurecimento. Cabe a nós outros, que não tem que resolver esse problema agora, ajudar a pensar o problema de maneira correta”, declarou, em entrevista ao Bahia Notícias.

Ciro, no entanto, se manifestou contra o projeto de Moro. “Mal estudado, superficial, inconstitucional, injurídico. Ruim. Atira longe daquilo que nós precisamos fazer”, declarou, ao defender que o país discuta uma política de desencarceramento. 

O ex-ministro minimizou o fato de ter sido hostilizado no evento da União Nacional dos Estudantes (UNE) nesta quinta-feira (7), em Salvador (veja aqui).  “É normal. A cúpula do PT virou uma organização criminosa. Ao virar uma organização criminosa, ela transforma certa militância apaixonada no mesmo fenômeno do bolsominion. Não querem ver o real. É paixão. É cegueira. É a mesma coisa do bolsominion. Você diz que Flávio Bolsonaro pegou o salário dos funcionários, botou na conta do Queiroz, que entregou para ele. E o cara não vê a realidade”, pontuou.
Bahia Notícias

Bolsonaro piora, Mourão não assume e o país não tem ninguém a governá-lo


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Mourão não governa, enquanto Bolsonaro finge que governa
Carlos Newton
Foi um espanto saber que o presidente Jair Bolsonaro teve febre (38ºC) na noite de quarta-feira e, após ser submetido a exames, apresentou quadro compatível com pneumonia . A informação foi confirmada através do boletim médico do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde ele está internado desde a semana passada, e também pelo porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros.
O mais espantoso é que essa informação significa que o presidente da República não está desempenhando suas funções, o escritório montado no Hospital Albert Einstein jamais foi usado, não há previsão de que Bolsonaro reassuma nos próximos dias, e mesmo assim o vice-presidente Hamilton Mourão continua impedido de exercer as atribuições para as quais foi eleito.
VOLTA FORÇADA – Desde o dia 27 de janeiro, um domingo, o presidente viajou para São Paulo para os preparativos da operação a que se submeteria na segunda-feira, dia 28, uma cirurgia muito complicada, com anestesia geral e que durou nove horas. Mesmo assim, o Planalto manteve a farsa de fazê-lo reassumir o cargo na manhã de quarta-feira, embora estivesse proibido de receber visitas e até de falar, para evitar a formação de gases no aparelho gastrointestinal.
No hospital, foi montado um escritório para Bolsonaro despachar, mas desde então o único ato administrativo que teve foi assumir um documento ainda deitado na cama. Depois, piorou, teve febre, continuou com restrição a visitas e a conversas, mas mesmo assim o vice-presidente Mourão não assumiu.
A farsa é tamanha que foi o ministro Sérgio Moro quem assinou o decreto de nomeação do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, cujo nome verdadeiro é diferente, mas usa esse pseudônimo em sua atividade política.
ATO NULO – O decreto de nomeação do ministro codinome tem o valor semelhante ao de uma nota de três dólares. Apesar dessa nulidade do ato, que para ser válido precisa ser assinado pelo presidente da República, o surpreendente ministro de nome variável já reassumiu ilegalmente o cargo, vejam a que ponto de esculhambação administrativa este país chegou.
Agora, o presidente Bolsonaro pegou uma pneumonia, cuja tradução simultânea significa, na melhor das hipóteses, pelo menos mais dez dias no estaleiro, para dizermos o mínimo. Mesmo assim, o vice-presidente Mourão não é chamado a assumir a função constitucional que lhe cabe.
Alguém poderia informar o motivo desse flagrante boicote ao vice-presidente da República? O povo quer saber. Aliás, o governo tem até porta-voz, mas o general de plantão no cargo nada informa a respeito.
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P.S. 1 
– Pessoalmente, não me preocupo com isso, porque em 2010/2011 a Bélgica ficou 511 dias sem governo, não houve problemas e o país continuou a crescer.
P.S. 2 – No caso do Brasil, nem interessa se existe governo ou não, porque o país parece ser ingovernável. Aqui, mudamos os presidentes, mas quem continuam comandando tudo são os banqueiros, que no filme “Casablanca” seriam considerados “os suspeitos de sempre”(C.N.)

Brasil tem saída, mas é preciso que os generais enquadrem o lobby dos banqueiros


Carlos Newton
Já comentamos diversas vezes, aqui na “Tribuna da Internet” a ardilosa manobra do mercado financeiro para manter o Brasil subjugado a seus interesses. Não é por mera coincidência que o maior problema do país – a dívida pública – jamais seja discutida pela equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro ou pela mídia, que está em estado de falência e não pode enfrentar os interesses de seus principais anunciantes.
O Brasil tem sorte – apenas um banco estrangeiro entre os seis maiores.
an daLiderança é uma Arte” foi um best-seller que ficou na História. Na era moderna, porém, em que há macroempresas e megaorganizações, precisamos adaptar as ideias de Emerson, para concluir que os governos são reflexo do grupo que os dirigem. Hoje em dia, a função de primeiro-ministro ou presidente da República é mais representativa do que executiva, pois o ato de governar é delegado aos ministros e também ao segundo escalão, pelo menos, que é o responsável mais direto pelo ato de governar, que inclui licitar e gastar os recursos públicos, digamos assim.
No caso de Jair Bolsonaro, uma expressiva parte de seus eleitores votou nele na esperança de que trouxessem os militares de volta ao governo, porque eles se saíram bem. Entre 1950 e 1980, o Brasil foi o país que mais cresceu no mundo, com média de 7,4% ao ano. Chamou-se a isso de “milagre brasileiro”.
CUSTO DO DINHEIRO – E qual a diferença entre o Brasil daquela época, iniciada por Getúlio Vargas e seguida por Juscelino Kubitschek, e o Brasil de hoje? A meu ver, a diferença principal é o custo do dinheiro. Havia limitações e os bancos não podia cobrar juros compostos (os chamados juros sobre juros).
Não se sabe como isso aconteceu, mas durante o regime militar os bancos deram um jeito de passar a fixar taxas mensais, ao invés de anuais, e isso significa cobrar juros sobre juros, algo que não acontece na nossa Matriz, os Estados Unidos, mas se tornou a praxe aqui na Filial, ninguém sabe como os banqueiros conseguiram isso.
Na Constituinte, em 1988, houve a tentativa de evitar a excessiva exploração financeira, chegou a fixar os juros máximos de 12% ao ano: art. 192, parágrafo 3º – “As taxas de juros reais, nelas incluídas comissões e quaisquer outras remunerações direta ou indiretamente referidas à concessão de crédito, não poderão ser superiores a doze por cento ao ano; a cobrança acima deste limite será conceituada como crime de usura, punido, em todas as suas modalidades, nos termos que a lei determina”.
SUPREMO VETOU – Se a Constituição fosse obedecida, hoje o Brasil seria uma potência econômica. Mas o Supremo (sempre ele) considerou esse dispositivo letra morta e permitiu que os bancos cobrassem os juros que bem entendessem. E assim o Brasil se transformou em campeão mundial de juros bancários.
Se medo de errar, digo que o Supremo é o maior inimigo da pátria. Além de abrir o Brasil à exploração do capitalismo financeiro, o tribunal destruiu o teto salarial fixado pela, ao aprovar os penduricalhos. Acabou, também, com os planos de cargos e salários – hoje, um juiz iniciante começa ganhando quase o mesmo salário de um juiz com 30 anos de exercício. A meritocracia foi para o espaço.
E OS GENERAIS – A única esperança que os brasileiros podem ter é que os generais que assessoram Bolsonaro acordem para a realidade. Primeiro, raciocinando sobre a seguinte questão: “Se a dívida pública é o maior problema brasileiro, por que não é discutida, por que a equipe econômica jamais a menciona?”
Depois, podiam refletir sobre os juros compostos: “Se os EUA não adotam essa prática, porque o Brasil o faz?”. Por fim, complementando a análise econômica, que tal raciocinar sobre o BNDES? Afinal, a indústria brasileira somente se desenvolveu porque o BNDES cobrava aos empresários nacionais juros de país civilizado, através da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP).
De repente, o presidente do BNDES, Joaquim Levy, decide acabar com a TJLP. Por quê? Não há motivos, generais. Levy era diretor do Bradesco. É um antinacionalista igual a Paulo Guedes, seu objetivo é fortalecer os banqueiros, apenas isso.
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P.S. 1
 – Ainda há tempo. Bolsonaro é um idiota completo, não entende nada de economia, Guedes dá uma volta nele com a maior facilidade. Mas os generais são preparados. Fizeram curso de Estado Maior e a Escola Superior de Guerra, não podem sem decepcionar.
P.S. 2 – Se os generais bobearam, a equipe econômica lhes passará a perna e o Brasil continuará refém da dívida pública e dos interesses dos banqueiros. Pessoalmente, eu torço para que os generais acordem. Mas já tenho dúvidas se eles realmente querem defender os interesses nacionais.
P.S. 3 – Ao invés de tentarem tirar o corpo fora na reforma da Previdência, os militares deviam exigir uma auditoria externa. Como dizia Francisco Barroso, o Brasil espera que cada um cumpra sem dever. (C.N.)

Previdência terá contribuição menor para empresas e maior para empregados


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Charge do Duke (dukechargista.com.br)
Pedro do Coutto
São duas reportagens muito importantes publicadas nas edições de ontem de O Globo e de O Estado de São Paulo. Focalizam pontos essenciais do projeto de reforma da Previdência. A primeira reportagem é de Daiane Costa, Nilson Lima Neto e Geralda Doca. A segunda reportagem é de Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli. Ambas focalizam com nitidez o projeto básico de reforma da Previdência elaborado pela equipe econômica do ministro Paulo Guedes.
O fato surpreendente para nós, os leitores, é que a equipe parte de uma proposta de diminuir a contribuição das empresas para com o INSS. De outro lado, a mesma equipe prevê aumentar de 11 para 14% as contribuições dos empregados e funcionários públicos. A meu ver, uma contradição.
NEM ISSO – Um versão ao contrário poderia até ter sido colocada em discussão. Mas nem isso. Contribuição maior só para empregados e servidores.
O texto final do projeto ainda está na dependência do que o presidente Jair Bolsonaro decidir. Mas o governo como um todo empenha-se em considerar a reação do Congresso Nacional. Não adianta se colocar em discussão um texto que provoque reação contrária de expressiva fração de deputados e senadores. Tem que se levar em conta, digo eu, o impacto negativo junto à opinião pública.
Um dos pontos que está suscitando resistência é o aumento do desconto mensal para empregados e funcionários que possuem remuneração mais alta. Tal ideia se aplicada na prática atingiria todos aqueles cujos salários ultrapassem o teto de 5.800 reais. O teto de 5.800 reais hoje se aplica tanto aos celetistas e funcionários que recebem acima desse limite. Assim, somente os fundos de aposentadoria complementar poderão fornecer a seus segurados a diferença entre 5,8 mil e o último salário no momento da aposentadoria.
UM PESO ENORME – O desconto de 14% possui um peso muito grande que talvez esteja acima da capacidade suportada pelos que integram a força de trabalho do país. De qualquer forma, quem ganha mais poderá ter contribuição maior. E as empresas, sem considerar sua lucratividade, passarão a contribuir menos.
De outro lado a matéria de O Globo publica estudo feito pelo economista e consultor do Senado, Pedro Fernando Nery, o qual a mim parece um delírio. Ele acha que o rombo da Previdência Social causado por servidores das empresas estatais e funcionários públicos atinge 7 trilhões de reais no seu conjunto. Relativamente ao funcionalismo ele atribui um déficit de 1 trilhão e 500 bilhões de reais. Uma fantasia. Inclusive os dados não citam o prazo no qual seu autor projeta o cálculo. Ele ainda inclui os municípios brasileiros destacando seu déficit acumulado de 800 trilhões de reais.
Não se entende em que universo em se desenrola o raciocínio de Pedro Fernando Nery. Tenho a impressão que o panorama traçado se localiza nas mágicas estrelas da Ursa Maior. Uma odisseia no espaço universal.

Flávio Bolsonaro é investigado pelo núcleo de combate à corrupção do MPF/RJ


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Flávio Bolsonaro imita Lula e alega ser “perseguido político”
Arthur Guimarães e Paulo Renato SoaresTV Globo
O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) é investigado pelo Núcleo de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro. É a primeira investigação criminal que se tem notícia contra o parlamentar. A informação é do Jornal Nacional. A investigação começou em maio de 2018 e teve origem na denúncia de um advogado sobre as negociações de imóveis realizadas por Flávio Bolsonaro.
A assessoria do senador Flávio Bolsonaro declarou, em nota, que “ele é vítima de perseguição política e que ele repudia a tentativa de imputar irregularidades e crimes onde não há”.
NÚCLEO CRIMINAL – A procuradora regional da República, Maria Helena de Paula, então coordenadora criminal, determinou que o caso fosse analisado pelo Núcleo Criminal de Combate à Corrupção.
No despacho, a procuradora cita as suspeitas que foram levantadas contra o então deputado estadual: aumento patrimonial exponencial e  negociações relâmpago e extremamente lucrativas
O Jornal Nacional apurou que o Núcleo de Criminal de Combate à Corrupção do MPF abriu a investigação e tem dados de movimentação financeira do filho do presidente Jair Bolsonaro. Esta é a segunda investigação contra o senador dentro da Procuradoria Regional no Rio de Janeiro. A primeira, que trata do mesmo assunto, é no âmbito eleitoral e apura falsificação de documento público para fins eleitorais e de lavagem de dinheiro.
QUESTÃO DE FORO – Depois que Flávio Bolsonaro foi eleito senador, a Procuradoria Regional Eleitoral consultou a Procuradoria Geral de Justiça se o caso deveria ir para Brasília por causa do foro privilegiado de Flávio Bolsonaro.
Nesta quarta-feira (dia 6), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou que a investigação permaneça no RJ porque os fatos aconteceram antes dele ser eleito senador e a apuração não tem relação com o cargo.
“No caso em exame, os fatos investigados no inquérito policial, que está em fase bastante incipiente como relatado, precedem o início do mandato de Senador da República pelo representado e não têm relação com o exercício deste mandato parlamentar”, escreveu a procuradora Raquel Dodge. E a investigação criminal vai passar por este mesmo processo.
OUTRA DECISÃO – O Jornal Nacional apurou que o MPF encaminhou, nesta quinta-feira (7), o caso para a Procuradoria Geral da República (PGR) por causa do foro do senador. A PGR também vai ter que decidir se a investigação por suspeita de lavagem dinheiro e corrupção contra o senador Flávio Bolsonaro fica em Brasília ou no Rio de Janeiro.
Investigações anteriores, envolvendo um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), apontaram operações bancárias suspeitas de 74 servidores e ex-servidores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
O documento revelou movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, incluindo depósitos e saques.
MOVIMENTAÇÃO – O ex-assessor e ex-motorista de Flávio Bolsonaro movimentou em uma conta o total de R$ 1.236.838 entre 1º de janeiro de 2016 e 31 de janeiro de 2017. Durante esse período, Queiroz, de acordo com apontamentos do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), fez saques em espécie no total de R$ 324.774, e teve R$ 41.930 em cheques compensados.
Na época, um dos favorecidos foi a ex-secretária parlamentar Michele de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro, atual mulher do presidente eleito, que recebeu cheque no valor de R$ 24 mil.
Mas o presidente eleito Jair Bolsonaro negou qualquer irregularidade nos depósitos realizados na conta da mulher dele, Michele de Paula Bolsonaro, por Fabrício José Carlos de Queiroz, atribuindo o pagamento a um empréstimo feito ao ex-assessor.

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