domingo, setembro 09, 2018

“Legitimidade do novo governo pode até ser questionada”, diz Villas Bôas


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Comandante do Exército lamenta a radicalização 
Deu em O TempoEstadão
O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, disse que o atentado ao deputado Jair Bolsonaro, candidato pelo PSL ao Planalto, “é a materialização das preocupações que a gente estava antevendo de todo esse acirramento dessas divergências, que saíram do nível político e já passaram para nível comportamental das pessoas”.
Em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, o general afirmou que esse gesto de intolerância mostra que “nós estamos agora construindo dificuldade para que o novo governo tenha uma estabilidade, para a sua governabilidade e podendo até mesmo ter sua legitimidade questionada”. A seguir, os principais pontos da entrevista:
O sr. já estava preocupado com o acirramento dos ânimos. O atentado a Bolsonaro aumentou essa preocupação?O atentado é a materialização das preocupações que a gente estava antevendo de todo esse acirramento dessas divergências, que saíram do nível político e já passaram para nível comportamental das pessoas. A intolerância está muito grande. E esse atentado, infelizmente, veio a confirmar essa intolerância generalizada e a nossa falta de capacidade de colocar acima dessas questões políticas, ideológicas e pessoais o interesse do País.
Qual o efeito do atentado para o momento eleitoral?O atentado confirma que estamos construindo dificuldade para que o novo governo tenha uma estabilidade, para a sua governabilidade, e podendo até mesmo ter sua legitimidade questionada. Por exemplo, com relação a Bolsonaro, ele não sendo eleito, ele pode dizer que prejudicaram a campanha dele. E, ele sendo eleito, provavelmente será dito que ele foi beneficiado pelo atentado, porque gerou comoção. Daí, altera o ritmo normal das coisas e isso é preocupante.
Temia que um atentado pudesse acontecer?Por conta da exacerbação da violência, já tínhamos a preocupação de que algo pudesse acontecer. Não tínhamos indícios concretos, mas tínhamos preocupação e vínhamos alertando, como fiz na minha ordem do Dia do Soldado, quando falei da necessidade de pacificação do País.
O sr. teme que possa acontecer mais alguma coisa?Eu liguei para todos os comandantes após o desfile (de Sete de Setembro) para saber como transcorreram as festividades, e em nenhum lugar me foi reportada nenhuma manifestação. Não sei se a população levou um choque com o que aconteceu. Espero que isso prevaleça e que a sociedade tenha levado um susto, do que pode acontecer diante dos caminhos que estávamos trilhando. Espero que as coisas se harmonizem a partir de agora. E a declaração dos candidatos foram nesse sentido, embora nas redes sociais ainda existam mensagem de intolerância, que é um indicador ruim
Como o Exército acompanha a tentativa de registro da candidatura do ex-presidente Lula?A gente vem pautando nossa atuação e discurso em cima da legalidade, legitimidade e estabilidade. Entendemos que a estabilidade é fundamental para o funcionamento das instituições Até porque, o inverso, a instabilidade, implica diretamente nossa atuação, como na greve dos caminhoneiros. Preocupa que este acirramento das divisões acabe minando tanto a governabilidade quanto a legitimidade do próximo governo. Nos preocupa também que as decisões relativas a este tema sejam definidas e decididas rapidamente, de uma maneira definitiva, para que todo o processo transcorra com naturalidade.
Um dos argumentos da defesa de Lula é um parecer do Comitê de Direitos humanos da ONU. Como avalia?É uma tentativa de invasão da soberania nacional. Depende de nós permitir que ela se confirme ou não. Isso é algo que nos preocupa, porque pode comprometer nossa estabilidade, as condições de governabilidade e de legitimidade do próximo governo.
Na possibilidade de Lula se tornar elegível e ganhar, qual seria a posição das Forças?Quem chancela isso é o povo brasileiro. Nós somos instituição de Estado que serve ao povo. Não se trata de prestar continência para A ou B. Mas, sim, de cumprir as prerrogativas estabelecidas a quem é eleito presidente. Não há hipótese de o Exército provocar uma quebra de ordem institucional. Não se trata de fulanizar. O pior cenário é termos alguém sub judice, afrontando tanto a Constituição quanto a Lei da Ficha Limpa, tirando a legitimidade, dificultando a estabilidade e a governabilidade do futuro governo e dividindo ainda mais a sociedade brasileira. A Lei da Ficha Limpa se aplica a todos.
Até quando essa questão tem de ser decidida?Que seja decidida com oportunidade para que o processo eleitoral transcorra normalmente e naturalmente.
O sr. acha que, se um dos extremos ganhar as eleições, radicais oposicionistas poderiam provocar desordem no País?Absolutamente, não. O País atingiu uma maturidade. Eventualmente, podem ocorrer ações isoladas, de pequena monta, sem adquirir este caráter de uma grande instabilidade para o País.
Bolsonaro aparece como candidato dos militares. Ele é o candidato das Forças Armadas?Não é candidato das Forças. As Forças Armadas são instituições de Estado, de caráter apolítico e apartidário. Obviamente, ele tem apelo no público militar, porque ele procura se identificar com as questões que são caras às Forças, além de ter senso de oportunidade aguçada.
Um eventual governo Bolsonaro poderia ser considerado um governo militar?Absolutamente, não. Não é um governo militar. A postura e a conduta das Forças Armadas serão exatamente as mesmas em um governo de esquerda ou de direita, sem fulanizar.

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O QUE ESTÁ ACONTECENDO, AFINAL, QUEM É QUE MANDA?


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No dia 7, sexta feira passada, fui a lanchonete do amigo Totinha, ao lado da Prefeitura, e enquanto conversávamos, chegou um cidadão vindo do lado da prefeitura, parou ao nosso lado e em seguida desabou em prantos, quando perguntado o que estava havendo, a resposta foi idêntica ao texto a baixo, hoje publicado por Dedé, me senti culpado, pois não posso negar que contribuir para tal situação, resta-me pedir desculpas ao povo jeremoabense.
Aqui não se trata de comentários aleatórios, infelizmente eu presenciei!
Dizem que trocamos 6 por ½ dúzia, mas parece que fomos buscar o que estava em desuso, vencido, norma revogada.
Fonte: Dedé Montalvão.
Há dias estamos recebendo indagações de insatisfação de inúmeros populares cuja pergunta é a seguinte:
" Prefeito DERI DO PALOMA, sabemos que a Prefeitura de Jeremoabo não terá condições de empregar 11.441 pessoas; porém, com todo respeito nos desculpe, mas o senhor está cometendo uma grande injustiça principalmente com pais de famílias que expuseram-se, brigaram, lutaram, arriscaram suas vidas, tudo em busca de mudanças, de nova política, porém, o senhor só em uma residência emprega 03, 04 ou mais pessoas, enquanto noutras nenhuma.
Foi essa a mudança prometida???"

 Pelos fatos expostos e pelo que me fez crer durante toda convivência, mesmo aos meus 64 anos e pelo menos 25 no serviço público, acreditei que haveriam mudanças progressistas, que outros rumos seriam dados ao nosso já tão vilipendiado bem público, terrível engano meu, mais uma vez peço desculpas...
Deixo claro que não reclamo por estar fora do sistema, pois trabalhei para construir um caminho mais próspero e hoje ganho o suficiente parta viver tranquilo, mas não foi este o caminho que juntos trilhamos, inclusive, das 11 propostas expostas em campanha, 10 foram criações minha.
Mesmo com este sentimento de culpa, alerto pela última vez, que se faça pelo povo e que lhe é de direito, pois por mais que alguém tenha contribuído com trabalho pessoal ou com financiamento de campanha, não possui o mérito de milhares de tantos outros que contribuíram de forma decisiva para que o objetivo fosse alcançado, e que hoje, foram ignorados a própria sorte, a benefício de uns poucos.
Para entender uma das possíveis causas dessa situação, vamos falar de NEPOTISMO, razão singular na causa de todo esse drama.
Diz a Súmula Vinculante nº 13: 
Súmula vinculante é um termo usado no Direito para se referir a um conjunto de decisões de um Tribunal Superior. Essas decisões são relativas a casos que tratam de temas parecidos e que são julgados de maneira semelhante.
"A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica, investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança, ou, ainda, de função gratificada na Administração Pública direta e indireta, em qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal". 
Para melhor entendimento recomendamos que acessem o link a baixo, para que se tenha uma melhor compreensão.
Contratação de terceiros com a principal finalidade de beneficiar parentes; ... não provido por concurso de servidor ou funcionário público que ostente.
Quarta-feira, 9 de outubro de 2013 – vejam que não estamos a falar de norma recente.
O plenário do CNJ decidiu, por unanimidade, que se configura nepotismo a designação para função comissionada de servidor público também nos casos em que o parente dele, ocupante de cargo da mesma natureza, não integra os quadros efetivos da administração. A resolução 181/13 alterou a redação do parágrafo 2º do art. 1º da resolução 7/05, que veda a prática de nepotismo no Poder Público.
As vedações para a nomeação de parentes para cargos comissionados estão especificadas nos incisos I, II e III do parágrafo 1º do art. 2º da resolução 7. O parágrafo 2º do mesmo dispositivo, entretanto, especifica as exceções para essas designações.
Segundo o conselheiro Guilherme Calmon, relator, é importante identificar que a exceção prevista no parágrafo 2º somente deve ser considerada quando os dois servidores forem efetivos do quadro do TJ, e não quando um deles não o for. "Apesar de não haver subordinação hierárquica ou parentesco entre as autoridades judiciárias a que se subordinam os interessados na Consulta, considero que as situações tais como a retratada nos autos caracterizam prática de nepotismo vedada por ato normativo deste Conselho", afirmou.
Com base no novo entendimento, os conselheiros também julgaram procedente o pedido de providências 0003100-70.2012.2.00.0000, relatado pelo conselheiro Rubens Curado, em que um casal do TJ/RR onde o marido é ocupante de cargo efetivo e a mulher de cargo comissionado. O marido questionava a decisão do tribunal de destituí-lo do cargo comissionado de assessor jurídico. "Verificou-se, então, a ilegalidade da nomeação do marido para o cargo em comissão, de acordo com a nova redação da Resolução nº 7", afirmou Curado.
É ver­dade que, ex­cep­ci­o­nal­mente, per­mitiu a CF a no­me­ação de ser­vi­dores para cargos em co­missão ou de con­fi­ança, sempre con­si­de­rado o in­te­resse pú­blico, já que, para certas fun­ções, a fi­de­li­dade do agente no­meado à ide­o­logia do agente no­me­ante torna-se fun­da­mental para a con­cre­ti­zação das po­lí­ticas pú­blicas a serem im­ple­men­tadas pelo órgão sob sua ju­ris­dição ou au­to­ri­dade.
É que cada agente po­lí­tico detém par­cela frag­men­tária da so­be­rania es­tatal e, por isso, para cum­prir suas atri­bui­ções ins­ti­tu­ci­o­nais, conta na­tu­ral­mente com prer­ro­ga­tivas de in­de­pen­dência.
Daí e para a sub­sis­tência do re­gime de­mo­crá­tico, não pode o agente po­lí­tico ter a exe­cução de sua ide­o­logia sub­traída, re­du­zida ou des­vir­tuada em razão da ati­vi­dade de sua as­ses­soria di­reta, jus­ta­mente por di­ver­gên­cias ide­o­ló­gicas.
A no­me­ação, en­tre­tanto, sempre há de se efe­tivar para al­cançar o in­te­resse pú­blico e as­se­gurar a ma­nu­tenção do re­gime de­mo­crá­tico.
O certo é que, em ne­nhum caso, ad­mitiu a CF a no­me­ação de pa­rentes dos agentes po­lí­ticos, até porque as no­me­a­ções são con­subs­tan­ci­adas em con­tratos com a ad­mi­nis­tração pú­blica e sob a con­tra­pres­tação do erário. O ne­po­tismo é, pois, inad­mis­sível (STF, Sú­mula vin­cu­lante nº13).
Não se pode con­fundir a con­tra­tação de pes­soas para cargos de con­fi­ança ou em co­missão com a no­me­ação de pa­rentes. A con­tra­tação ou no­me­ação de pa­rentes é um golpe contra o re­gime re­pu­bli­cano ado­tado pelo Es­tado bra­si­leiro (CF, art.1º), que exige uma gestão fun­dada na im­pes­so­a­li­dade, pois trans­forma as coisas pú­blicas numa es­pécie de pro­pri­e­dade pri­vada.
Salvo algumas ressalvas, tudo isto está na internet, então erra-se por querer!
O que hoje buscamos aqui esclarecer, infelizmente, muitos só reclamam quando estão a apanhar! Todo homem público que não aceita crítica está condenado ao fracasso, quando mal assessorado e orientado, especialmente, por quem tem interesse próprio e escuso.
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J. M. VARJÃO.
 Em, 09/09/2018
Interesse escuso - É o mesmo que "oferecer facilidade pra vender dificuldade", no caso da frase alguém está facilitando a migração para depois, de alguma forma obter alguma vantagem, só que não se conhece essa dita vantagem por ela está escusa ou seja escondida.

Estrutura do Nepotismo.


Vamos montar este organograma, dando os verdadeiros nomes para que a sociedade saiba o que está acontecendo, somente assim saberemos a real situação da nossa terra.    

Carta aberta ao Prefeito Deri do Paloma

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Foto divulgação.

Prezado prefeito Deri

Tanto eu como todo cidadão de bem de Jeremoabo deve gratidão a você, pois não fosse a sua coragem e determinação, quando Spencer covarde e de forma irresponsável, abriu mão da reeleição em cima da hora, deixou todos a merce da sorte, sem um candidato de oposição, e você sustentou essa bandeira.
Desde o dia da sua heroica decisão até o presente  data,  lutei ombro a ombro te apoiando, não temendo o nem importando o tamanho e a quantidade das pedras que apareceram no caminho, nem tão pouco as jogadas contra a sua pessoa, " só atiram pedras em árvores que dão frutos".
Depois de muita luta, suor  e lagrimas, você saiu vitorioso, comemorei essa vitória que foi minha também aqui na minha residência, distante de todos festejos.
Você foi eleito, nunca pisei em sua residência depois das eleições, nunca te pedi nada , deixei você bem a vontade para agir com sua sabedoria e sua inteligência.
Com poucos dias  da sua vitória e da sua posse, comecei a notar atitudes que não concordo, que foge dos meus princípios, não sei bajular ninguém nem tão pouco ser desonesto comigo mesmo.
Tenho um ideal, que é ver a minha Jeremoabo se livrando dessa politicagem podre e desonesta, implantada há mais de 20 (vinte)anos;  ainda tenho esperança que você após esse inicial período de euforia, acorde, e siga o caminho prometido durante a campanha eleitoral.
Não quero emprego, não quero favor, apenas estou usando meu BLOG para te repreender, como um pai age quando o filho erra, age em benefício do próprio bem do filho.
Você está eufórico, está trabalhando e procurando fazer o melhor para Jeremoabo, porém, em compensação, em tão pouco tempo, já cometeu irregularidades, que na hora que a oposição ou o Ministério Público agir, não será bom para você nem para quem de forma honesta e sincera deseja o seu sucesso. 
Continuarei agindo no meu Blog como sempre agir, fazendo um serviço social, educativo, informativo, sem mágoa, ódio ou rancor contra quem quer que seja.
Espero que faça uma boa administração com justiça social, e em benefício de todos.

José D. M. Montalvão
ABJ-3254


Zé Mario explica e o povo quer saber:

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Foto divulgação

Gestão Pública deve nortear-se por: “LIMPE e CHA”. Um dos artigos da CF/88 mais comentados é o 37, mas, parece-nos que na mesma proporção é um dos mais ignorados por gestores públicos, independentemente de onde se esteja, é fato! Vejamos que alguns dos seus princípios, aqueles mais comentados, quando unidos, já nos traz a ideia de limpeza, através do termo limpe, o qual se traduz em: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

 Se para muitos não basta falar do milagre, então somos obrigados a apresentar-lhes o santo:

 Legalidade

 Em relação à legalidade, pode-se dizer, em linhas gerais, que é a sujeição do agente público aos ditames da lei. Somente a lei permite, proíbe e limita a ação do agente público. É dizer: o servidor público está totalmente vinculado à lei, que, por sua vez, representa o interesse público primário, sendo, neste contexto, indisponível (ou seja: que não se pode dispor, vender, entregar) e intransigível (isto é: que não se pode negociar).

 Impessoalidade

 Já o princípio da impessoalidade impede o uso da máquina pública para atender a interesses pessoais, devendo todos os atos da Administração Pública objetivar o interesse coletivo, a finalidade pública.

 Moralidade

 Falar em moralidade é falar em honestidade ou probidade administrativa. Tal princípio é totalmente relacionado com a ética.

 Publicidade

 O princípio da publicidade é o que garante a transparência dos atos da Administração Pública.
 Salvo poucas exceções de sigilo ou de segredo atribuídos pela lei, todos os demais atos devem ser publicizados, haja vista que o agente público nada tem a esconder.

 Eficiência

 A eficiência se materializou como princípio na Constituição Federal por intermédio da Emenda Constitucional n° 19, de 1998.
 A partir daí, a chamada “reforma administrativa” expressou aquilo que todos nós já - ao menos - deveríamos saber: que não basta seguir a lei, há de se buscar os melhores resultados possíveis, diante das mais variadas situações. O princípio da eficiência é quase que autoexplicativo, portanto, deve ser encontrado da forma mais ampla possível.
 Não os princípios ora citados, o legislador vem aprimorando partes da lei nº 8666/93.
 Para mostrar isso, vejamos a redação do artigo 3º dessa lei, dada pela lei nº 12.349/10:
 Lei nº 8.666, de 1993
. Art. 3º A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos.



Sobre o princípio da moralidade:

 “O princípio da moralidade também se refere à conduta dos próprios participantes da licitação. A disputa deve ser honesta entre eles. Devem guardar postura moralmente correta perante os demais competidores e a Administração. A imoralidade de sua conduta acarretará seu afastamento e, eventualmente, a invalidação do procedimento. Por isso, é necessária a própria disputa. Havendo conluio ou composição entre os licitantes, estarão frustrados os princípios da moralidade e da probidade. Deverá invalidar-se o certame, punindo-se os responsáveis.”
 Em momento passado já alertamos para o fato de que não basta cessar o mal, há de se punir os responsáveis, papel inicial da Comissão Permanente de Licitação - CPL ou, na ausência dessa, pela Comissão Especial de Licitação – CEL. A omissão enseja em crime, o qual é atribuído a todos os membros da Comissão.

 Aqui um lembrete aos membros de Comissões de Licitação, não é somente o Presidente que responde solidariamente pelos crimes atribuídos a Comissão, mas todos os seus membros, exceto quando opinião contrária manifestada em ata, e ainda, comunicado a autoridade competente, quando os demais membros se omitirem após sua contestação. 

Sobre o princípio da publicidade:

 “A publicidade desempenha duas funções. Primeiramente, objetiva permitir o amplo acesso dos interessados ao certame. Refere-se, neste aspecto, à universidade da participação no processo licitatório. Depois, a publicidade orienta-se a facultar a verificação da regularidade dos atos praticados. Parte-se do pressuposto de que as pessoas tanto mais se preocuparão em seguir a lei e a moral quanto maior for a possibilidade de fiscalização de sua conduta. Sendo ilimitadas as condições de fiscalização, haverá maior garantia de que os atos serão corretos.

Vejamos ainda:
 Isonomia ou Igualdade
O princípio da isonomia ou igualdade é aquele que garante os elementos necessários indispensáveis para materializar aquele sentimento de justiça que tanto almejamos. Todos em posição de equivalência de condições para que não haja privilégios indevidos que possam frustrar a competitividade, a disputa leal do certame licitatório.

 Razoabilidade

Por sua vez, o princípio da razoabilidade exige, para a prática dos atos administrativos, o uso da razão e não da emoção, impedindo que a paixão inviabilize o serviço público. Será observado, em especial, naqueles casos em que o agente público terá margem discricionária de decisão. Já o princípio da proporcionalidade, embora intimamente ligado ao anterior, prevê a adequação entre o ato praticado e a medida adotada, de modo a individualizar as medidas, adequando-as aos respectivos atos.

Motivação

 Em relação ao princípio da motivação, é suficiente dizer apenas que é aquele que obriga a Administração a justificar todos os seus atos, sob pena de nulidade, já que a motivação é elemento essencial à formalização dos atos administrativos.

 Neste contexto, impor a supremacia do interesse público em detrimento do interesse particular significa que o primeiro se sobrepõe ao segundo, fortalecendo a impessoalidade e sendo correto dizer que o agente público – dotado do poder de decisão – deve sempre atender à finalidade legal.

 Ressalta-se, contudo, que tal supremacia não é ilimitada: seus limites e regramentos específicos são disciplinados em lei. Traduzir a indisponibilidade do interesse público é simplesmente não admitir que dele o agente público disponha, venda, entregue.
 Agora falemos do “CHA”, ei, esqueça, não viemos aqui tomar “CHÁ”.
O nosso CHA é traduzido por:
 C = Conhecimento (saber o que fazer);
 H = Habilidades (saber como fazer);
 A = Atitude (querer fazer).
 Colecionar conhecimento é requisito obrigatório, sem dúvida, para atuação na área administrativa de compras públicas. O conhecimento chega pelo estudo, pelo interesse no aprendizado.

 O saber fazer envolve, ainda, aspectos técnicos. Uma das características desejáveis para o perfil de quem trabalha nesta área é o da paciência. Paciência para manter a calma até conseguir demonstrar o seu papel naquele processo, demonstrar o que pode e o que não pode, o que é certo e o que é errado.

Esteja motivado pela busca de querer fazer sempre o melhor. Este é um aspecto muito mais comportamental do que técnico, mas que faz toda a diferença entre o sucesso e o fracasso. Seja um profissional exemplar, não se contente com o regular. Isto passa por uma característica das mais interessantes: a empatia. Esta capacidade de se colocar no lugar do outro, de “calçar os seus sapatos” é tão louvável quanto necessária, ainda mais nos dias atuais, em que as organizações têm cada vez menos recursos e mais responsabilidades perante a sociedade. Quando for atender e orientar uma área demandante, apresente soluções, alternativas, reflita, pense o processo!

 Permaneça comprometido com o objetivo final de sua organização, não se permita perder isso no meio de sua rotina. Mexa-se. Busque sempre o melhor. 
Conhecimento disponível a todos, basta busca-los!

 J. M. VARJÃO
 Em, 09/09/2018 

Acaso a carapuça tenha servido a alguém, basta mudar o sentido e tomar o rumo certo!


Nota da redação deste Blog: Passamos a contar com a COLABORAÇÃO do companheiro José Mário Varjão, que constantemente está colaborando com seus ARTIGOS passando conhecimento para os leitores.

Aproveito que este BLOG está sendo o tipo de uma OUVIDORIA onde diariamente a população independente de partido político, independente de lado partidário apelam que que seja transmitido, repassado as suas reclamações, insatisfações ou decepções.
Desde que não seja inverdades, nem agressões ou xingamentos, dentro da medida do possível publicaremos.

Há dias estamos recebendo indagações de insatisfação de inúmeros populares cuja pergunta é a seguinte:

" Prefeito DERI DO PALOMA, sabemos que a Prefeitura de Jeremoabo não terá condições de empregar 11.441 pessoas; porém, com todo respeito nos desculpe, mas o senhor está cometendo uma grande injustiça principalmente com pais de famílias que expuseram-se, brigaram, lutaram, arriscaram suas vidas, tudo em busca de mudanças, de nova política, porém, o senhor só em uma residência emprega 03, 04 ou mais pessoas, enquanto noutras nenhuma.
Foi essa a mudança prometida???"


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