quarta-feira, junho 16, 2010

Nos jornais: reajuste beneficia 6% do eleitorado nacional

Folha de S. Paulo

Reajuste beneficia 6% do eleitorado nacional

O reajuste sancionado pelo presidente Lula favorecerá diretamente 8,4 milhões de aposentados e pensionistas, algo como 6% do eleitorado nacional, um contingente superior ao de todos os eleitores do Rio Grande do Sul -e em tendência de alta. Os interessados nas políticas previdenciárias formam um grupo ainda maior. Se somados aqueles que recebem benefícios vinculados ao salário mínimo, a clientela do Instituto Nacional do Seguro Social chega a 20% dos brasileiros aptos a votar nas eleições de outubro, número equivalente a quase todo o eleitorado paulista. Essas quantidades pesam mais que os eventuais argumentos jurídicos, econômicos ou sociais destinados a justificar o ganho real de 4% proporcionado pela medida, aprovada com entusiasmo pelo mundo político e suavemente combatida pela área técnica do Executivo.

Lula cede a apelo eleitoral e dá 7,7% para aposentado

Para evitar desgaste eleitoral, o presidente Lula sancionou o reajuste de 7,7% aprovado pelo Congresso. A decisão atinge 8,4 milhões de aposentados e pensionistas do INSS que ganham acima de um salário mínimo - 6% do eleitorado. A medida contradiz declarações de Lula, que dera sinais de que vetaria os 7,7% e afirmou que não seria influenciado pela eleição. Lula vetou o fim do fator previdenciário, fórmula que reduz os benefícios para quem se aposenta cedo. O gasto adicional do governo com o reajuste será de R$ 1,6 bilhão só neste ano. Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV) elogiaram a decisão. José Serra (PSDB) não comentou.

Dilma e Marina elogiam decisão; Serra não comenta

O reajuste de 7,7% nas aposentadorias foi recebido com aprovação e silêncio pelos candidatos à Presidência. Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV) elogiaram o presidente Lula por sancionar o aumento. O oposicionista José Serra (PSDB) se recusou a comentar a decisão. Em Paris, Dilma afirmou que Lula juntou estabilidade e equilíbrio fiscal, ao vetar o fim do fator previdenciário. "É característica dele. Primeiro, um olhar na estabilidade ao não aprovar integralmente a questão do fator previdenciário, que mudaria completamente a questão dos gastos", disse a petista. "Agora, pelo que vi, ele vai também fazer cortes." Ela afirmou que o aliado tomou uma decisão "ponderada e correta", mesmo contrariando a recomendação da equipe econômica. "Quem define no governo, e sempre foi assim, é o presidente. Esse é o papel do presidente", defendeu Dilma.

Após ataques, Serra abranda tom na TV

O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, optou por um discurso sereno, mais emotivo e pouco técnico, no primeiro de quatro dias de inserções do partido em rádio e TV programadas até o fim do mês.
Ele foi o protagonista solitário dos 30 segundos de cada um dos dois modelos de inserção veiculados ontem à noite. Outras 30 ainda serão exibidas nos dia 22, 26 e 29, sempre dez por noite, em rede nacional.
Na TV, Serra falou sobre saúde, em uma das inserções, e sobre seu modo de administrar, na outra. Ao final, um locutor disse: "A experiência garante o avanço", uma menção a um dos eixos a partir do qual ele tenta se diferenciar da candidata petista, Dilma Rousseff.

Maluf leva R$ 400 em bolão dos deputados sobre a Copa

O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) foi um dos ganhadores do bolão organizado pelos deputados que assistiram à estreia do Brasil na Copa do Mundo na Câmara. 'Ele recebeu R$ 400 porque acertou o número da camisa do primeiro jogador a fazer gol. "Tive sorte", disse Maluf, que apostou R$ 50. O deputado sorteou o número 2, o mesmo da camisa do lateral-direito Maicon, responsável pelo primeiro gol do Brasil. O vencedor do outro bolão foi o deputado federal Hugo Leal (PSC-RJ), que levou R$ 450 por adivinhar o resultado da partida, 2 x 1. No gol da Coreia da Norte, ele foi o único a festejar: "Vamos gastar na campanha", brincou.

Dilma diz que PT não vê "traço" de dossiê

A candidata do PT à Presidência, Dilma Roussef, afirmou ontem, em Paris, que considera "muito estranho" o caso da quebra de sigilo do vice-presidente-executivo do PSDB, Eduardo Jorge Caldas. Conforme a Folha revelou na semana passada, a "equipe de inteligência" que começava a ser montada na pré-campanha da candidata petista levantou dados fiscais e financeiros sigilosos de Eduardo Jorge, secretário-geral da Presidência durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

Relatório do TCU anistia fantasmas do Senado

O serviço prestado por assessores de senadores fora dos gabinetes deverá ser considerado legal pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Hoje são considerados fantasmas porque a Casa não tem controle sobre eles.
O relator do caso, ministro Raimundo Carreiro, considerou que Luciana Cardoso -filha de Fernando Henrique que assessorava o senador Heráclito Fortes (DEM-PI)- e Amaury de Jesus Machado -que trabalhava para Roseana Sarney (PMDB-MA)- seguiam as normas da Casa. Carreiro trabalhou como secretário-geral do Senado por 12 anos e foi indicado para o TCU por José Sarney (PMDB-AP). No tribunal, ele foi sorteado para ser o relator da prestação de contas do Senado de 2009 e 2010.
O relatório será submetido a todos os ministros hoje, que podem aprová-lo ou não.

Tuma Jr. vai à Justiça para anular provas da PF

O ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Jr., demitido anteontem por suspeitas de ligações com contrabandista, disse à Folha que vai à Justiça para anular provas da Polícia Federal que considera ilícitas. Uma dessas provas são os e-mails que a PF copiou do computador do ex-secretário no Ministério da Justiça sem autorização judicial. A PF obteve apenas a autorização do ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto.
Na avaliação inicial da polícia, o computador pertencia ao ministério e, portanto, não precisaria do aval da Justiça para fazer cópias. Além do computador do ex-secretário, a PF recolheu dados de dois auxiliares dele: Luciano Pestana Barbosa, diretor do Departamento de Estrangeiros do ministério, e de Paulo Guilherme Mello, assessor em São Paulo.

O Globo

Para ajudar Dilma, Lula nega orientação da área econômica

A três meses da eleição, o presidente Lula sancionou o reajuste de 7,7% concedido pelo Congresso a aposentados que ganham acima do mínimo. A decisão contrariou recomendações dos ministros da área econômica, que alertaram para o impacto nas contas - o custo total chegará a R$ 8,4 bilhões por ano. "Vamos deixar os velhinhos em casa, em paz", disse Lula. Nos bastidores, sabe-se que Lula havia decidido desde o inicio manter o reajuste, mas demorou a anunciá-lo para não deixar apenas com o Congresso os ganhos políticos da medida e ajudar a candidatura da petista Dilma Rousseff ao Planalto. O presidente vetou o fim do fator previdenciário, que coíbe aposentadorias precoces. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, para quem o reajuste abalaria a "solidez orçamentária" do governo, agora disse que ele é possível, mas "vai doer".

Mantega agora afirma que é possível dar o reajuste, mas avisa: 'Vai doer'

Derrotado dentro do governo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi o porta-voz da decisão do presidente Lula de sancionar o reajuste de 7,7% para os aposentados que ganham acima do salário mínimo, aprovado pelo Congresso. Num contraste com suas declarações anteriores, Mantega disse que a nova despesa "vai doer", mas que o governo tem condições de arcar com o custo adicional de R$1,6 bilhão. E afirmou que o resultado fiscal e o equilíbrio das contas públicas serão mantidos. No início da reunião com ministros da área econômica e da coordenação de governo, no CCBB, o presidente quis saber de Mantega se as contas tinham condições de suportar o aumento. A resposta do ministro foi positiva - ao contrário do que ele dizia até semana passada.

Centrais elogiam, mas querem mais

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical, duas das principais centrais sindicais do país, divulgaram notas ontem para apoiar e elogiar a decisão do presidente Lula de sancionar o reajuste de 7,7% para os aposentados. Mas também criticaram o veto ao fim do fator previdenciário. Para a Força Sindical, o reajuste é uma demonstração de sensibilidade social. "O aumento é uma conquista do movimento sindical e uma derrota para os tecnocratas de alguns setores do governo que desejavam um reajuste bem menor", afirma em nota. Segundo a entidade, o aumento beneficiará 8,35 milhões de aposentados e colocará mais R$6,7 bilhões na economia este ano. Principal defensor dos 7,7%, o presidente da Força, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), foi um dos primeiros a ser informado pelo governo da decisão de Lula.

'O presidente jogou eleitoralmente', diz analista

A decisão do presidente Lula de manter o reajuste de 7,7% dos aposentados teve forte componente pragmático para ajudar a candidatura presidencial da petista Dilma Rousseff. Essa é a avaliação de consenso de cientistas políticos ouvidos ontem pelo GLOBO. Para o professor da UnB David Fleischer, se Lula vetasse o reajuste, haveria prejuízo eleitoral para Dilma, e isso foi fundamental:

- O reajuste vai ajudar a candidatura de Dilma. Se Lula tivesse vetado, atrapalharia muito o PT e todos os candidatos do partido, porque o veto seria associado à legenda. Ou seja, Lula foi extremamente pragmático. Por esse cálculo político, estava evidente que ele iria conceder o reajuste - afirmou Fleischer.

Dilma e Marina elogiam reajuste e veto

A decisão do presidente Lula de sancionar o reajuste de 7,7% para aposentados que ganham acima do salário mínimo, mas vetando o fim do fator previdenciário, foi elogiada pelas presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV). Em Paris, Dilma disse que a decisão manteve o equilíbrio fiscal, ao vetar o fim do fator, e, por outro lado, levou em conta a situação dos aposentados:

- É uma decisão muito ponderada, muito correta. Mas, pelo que vi, ele (Lula) vai também fazer cortes compensatórios.

Quando os jornalistas lembraram que a decisão de Lula contrariou a equipe econômica, que defendia o veto ao aumento, Dilma respondeu:

- Mas ele é o presidente. Quem define no governo, e é sempre assim, é o presidente. O que eu sei (é que) o presidente ouvia todos os lados e decidia.

Oposição e governistas unidos

De olho nos votos dos cerca de oito milhões e meio de aposentados que ganham acima do salário mínimo, beneficiados pelo reajuste de 7,7% sancionado pelo presidente Lula, tanto representantes da oposição quanto do governo comemoraram a decisão do governo. Para os governistas, como o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), o presidente acertou ao resistir à pressão da equipe econômica. E a oposição disse que, graças às eleições, Lula fez justiça aos aposentados.

- Foi uma decisão acertada, e o reajuste dos aposentados não afeta o ajuste fiscal. A própria economia vai recompensar esse gasto - comemorou Renan.

O senador Paulo Paim (PT-RS), um dos principais defensores dos aposentados no Congresso, também comemorou, mas avisou que não se contentará com esse aumento:

- Lula tem a sensibilidade dos trabalhadores. Eu esperava a sanção do reajuste. Quanto ao fim do fator previdenciário, continuo lutando pela derrubada.

'Se o PT não voltar atrás, vamos à Justiça'

Há cinco dias o deputado Domingos Dutra (PT-MA) protesta, no plenário da Câmara, fazendo greve de fome para tentar tornar sem efeito a decisão do Diretório Nacional do PT que determinou o apoio dos petistas maranhenses à reeleição da governadora Roseana Sarney (PMDB). Em decisão anterior do diretório estadual, o PT do Maranhão decidira apoiar Flávio Dino (PCdoB). Aderiu ao protesto o petista histórico Manoel da Conceição Santos, adversário da família Sarney. Os dois dizem que estão à base de água e água de coco desde sexta-feira.

- Se o PT não voltar atrás, vamos à Justiça. Na sexta-feira, entraremos com uma ação. Não sabemos se na Justiça comum ou na eleitoral - disse Dutra. - Quando o PT vai pagar a dívida que tem com Sarney? Ele tem todos os cargos federais no Maranhão, no Amapá, tem ministério, derrotou Tião Viana. Por que essa dívida? Tem algo duvidoso. Está em jogo o respeito à democracia.

PT volta a atacar imprensa e fala em manipulação

Resolução política do PT aprovada na última sexta-feira ataca a imprensa e afirma que a disputa será marcada por "golpes baixos" e "tentativa de manipulação dos meios de comunicação". O documento afirma que a oposição e seus "apoiadores nos meios de comunicação" tentarão influenciar o resultado da eleição. Também conclama a militância a transformar os esforços da chapa Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB) em uma campanha de massas, e a insistir na comparação entre os governos de Lula e Fernando Henrique Cardoso. O documentou resultou da reunião do Diretório Nacional do partido, semana passada, em São Paulo, e foi divulgado no site do PT. Na mesma reunião, foi decidida a intervenção no diretório regional do Maranhão para garantir o apoio à reeleição de Roseana Sarney (PMDB) para o governo. O diretório regional havia optado pelo apoio a Flávio Dino (PCdoB).

TSE multa PSDB por críticas a Dilma em site

O ministro Henrique Neves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), condenou ontem o PSDB a pagar multa de R$10 mil por propaganda eleitoral negativa contra a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff. A candidata foi atacada no site "Gente que mente", mantido por tucanos. Segundo o Ministério Público Eleitoral, autor da ação, os tucanos têm permitido que internautas façam comentários ofensivos a Dilma. O ministro do TSE concordou e determinou que o PSDB retire as manifestações do ar. Segundo o Ministério Público, os comentários mostram "a existência de notória propaganda eleitoral antecipada negativa em desfavor de Dilma Rousseff e positiva em favor de José Serra". O advogado do PSDB, José Eduardo Alckmin, disse que vai recorrer, argumentando que a legenda não é responsável pelas ofensas.

'Nenhum partido é perfeito'

A candidata do PV à Presidência da República, senadora Marina Silva (PV-AC), afirmou na noite de anteontem, em entrevista no programa "Roda Viva", na TV Cultura, que, se eleita, convidará o PT e o PSDB para fazerem parte de seu governo. Ela fez a afirmação ao ser perguntada sobre como iria garantir a governabilidade, já que sua candidatura não conta formalmente com partidos aliados.

- É preciso construir uma maioria no Congresso. O problema é como se cria essa governabilidade sem ser pelo velho vício do pragmatismo e do fisiologismo. No Brasil, nós precisamos de uma espécie de realinhamento histórico entre PT e PSDB. Se ganhar, eu gostaria muito que o PT e o PSDB, que durante estes 16 anos não foram capazes de conversar olhando para o que é melhor para o Brasil, pudessem estabelecer esse diálogo.

Código Florestal: votação é adiada na Câmara

A discussão e votação do relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) com mudanças no projeto do Código Florestal foi adiada mais uma vez ontem na comissão especial da Câmara, graças a um pedido de vista de vários parlamentares. Para Aldo Rebelo, os ambientalistas lançam mão da manobra para evitar discutir as propostas.

- É uma tentativa de não discutir, de tentar contornar o debate. O relatório tem consistência, mas tem suas limitações. É por isso que tem que ser discutido - disse Aldo, lamentando que, desde que seu texto foi lido, não recebeu ainda uma sugestão de mudança.

A próxima sessão foi marcada para a segunda-feira. Nesta data, deverão ser apresentados pelo menos dois votos em separado.

O Estado de S. Paulo

Resultado do PAC é inflado

Uma parcela de 12% do valor total dos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tidos como "executados" pelo governo não tem impacto sobre o crescimento da economia. Essa parcela trata de financiamentos para a compra de imóveis usados e inflou os resultados do PAC, ao fim de três anos, em pouco mais de R$ 47 bilhões. A crítica, feita na forma de "alerta", aparece no relatório de contas do governo aprovado por unanimidade pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O relatório informa que, nesse tipo de operação de empréstimo, "não há impacto" nas contas que medem o crescimento da economia. Os financiamentos à compra de imóveis usados representariam "tão somente a mudança do proprietário do bem", afirma o texto aprovado pelo TCU na semana passada. O relatório completo está disponível na internet.

Sem demitir, Lula cobra melhora nos Correios

Insatisfeito com o trabalho de apadrinhados do PT e do PMDB nos Correios, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou ontem de sua equipe uma proposta para "melhorar" a qualidade dos serviços da empresa. A reclamação em forma de pedido foi feita num encontro, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), com os ministros José Artur Filardi (Comunicações), Paulo Bernardo (Planejamento) e Erenice Guerra (Casa Civil). Como o Estado divulgou no último dia 9, Lula só não demitiu a diretoria dos Correios para não causar problemas para a aliança com o PMDB e a candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff à Presidência. Ele, no entanto, deixou claro para o ex-ministro das Comunicações Hélio Costa e o senador Romero Jucá (PMDB-RR) que não aprova a gestão nos Correios.

Emenda exige experiência de indicado ao STF

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara pode colocar em votação hoje a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 434, que altera o modelo de composição do Supremo Tribunal Federal (STF) e estabelece 20 anos de atividade jurídica aos candidatos a uma vaga na mais alta corte de Justiça do País. O projeto, de iniciativa da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), não tira das mãos do presidente da República a prerrogativa constitucional para indicar os nomes do STF, mas limita seu campo de escolha - os ministros do Supremo passam a compor uma lista sêxtupla que, então, será submetida ao chefe do Executivo.

AGU consegue penhora de imóveis de Estevão

A Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu penhorar os imóveis ocupados pelo Departamento da Polícia Federal e Instituto Chico Mendes, em Brasília, de propriedade do Grupo OK, do ex-senador Luiz Estevão. A penhora, de R$ 1,2 milhão, faz parte da cobrança das verbas públicas desviadas na construção do Fórum Trabalhista de São Paulo. A dívida do grupo OK com a União é de cerca de R$ 1 bilhão.

TSE deve decidir sobre extensão da Ficha Limpa

Políticos com ficha corrida na Justiça saberão, amanhã, se vão poder disputar as eleições deste ano ou se vão ser as primeiras vítimas da Lei da Ficha Limpa, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 4. Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pretendem decidir se políticos condenados, antes da aprovação da lei, estão proibidos de se candidatar nas eleições deste ano ou se as novas regras atingirão apenas aqueles que forem condenados a partir do dia 7 de junho, data em que o texto foi publicado no Diário Oficial. A dúvida sobre a abrangência da norma foi provocada por uma alteração de última hora sugerida no Congresso pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ). A emenda trocou a expressão "tenham sido" por "que forem".

Senado tenta aprovar hoje Estatuto da Igualdade Racial

A retirada de cotas para negros na educação, nos partidos políticos e no serviço público é um dos pontos do acordo para tentar aprovar hoje o substitutivo ao projeto que institui no País o Estatuto da Igualdade Racial. Em tramitação há sete anos, a proposta de iniciativa do senador Paulo Paim (PT-RS) é o primeiro item da pauta da Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ). A votação será conjunta com outras quatro comissões: Educação e Cultura, Agricultura, Assuntos Sociais e Direitos Humanos. Se aprovado o substitutivo, como esperam o relator Demóstenes Torres (DEM-GO), Paim e o ministro da Igualdade Racial, Elói Ferreira de Araujo, ele será examinado à tarde pelo plenário, antes de seguir para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula Silva. "Não haverá ninguém contra, fizemos um acordão", explicou Paim.

Aliados reclamam de improvisos de Serra

O lançamento oficial da candidatura do tucano José Serra à Presidência impõe o desafio de acabar com o improviso na campanha do PSDB. É o que dizem, nos bastidores, lideranças regionais do partido, inconformadas com a centralização e com a falta de entrosamento da estrutura nacional da campanha com os líderes da legenda Brasil afora. Há um reconhecimento geral de que Serra está de fato mais simpático e de que ele até melhorou um pouco em relação à falta de horário, embora ainda esteja longe de ser pontual nos compromissos. Mas prevalece a avaliação de que a campanha segue "muito voluntarista". Há queixas de que o candidato não acredita em agenda de partido e sempre cria, à última hora, o próprio roteiro.

''Não há ameaças e o DEM indicará o vice''

A duas semanas da realização de sua convenção nacional, o DEM pressiona o PSDB para garantir a vaga de vice-presidente na chapa encabeçada pelo tucano José Serra. Com o prazo para essa definição terminando e sem que o PSDB confirme a opção por um nome do DEM, o comando nacional do partido ameaça se rebelar e esfriar o apoio à campanha de Serra. O problema é que os integrantes do DEM sabem que essa opção prejudicaria o futuro do próprio partido, que aposta na vitória de Serra para recuperar espaço político. O presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), diz que o partido não está ameaçando Serra, mas não esconde sua insatisfação com a demora dessa definição. Diz que o partido indicará o vice na sua convenção no próximo dia 30 e avalia que Serra poderá até ser derrotado se "não fizer uma chapa que respeite os aliados naturais". A seguir, os principais trechos da entrevista.

TSE pune PSDB por propaganda antecipada na web contra Dilma

O ministro Henrique Neves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), multou ontem o PSDB em R$ 10 mil por ter feito propaganda eleitoral antecipada e negativa em relação à candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, no site Gente que mente. A propaganda era feita por meio de comentários de internautas. Ao impor a multa, Henrique Neves atendeu a pedido do Ministério Público Eleitoral. De acordo com o órgão, os comentários eram feitos por pessoas que acessavam diariamente o site.
"Não pode o meio de comunicação servir de veículo para que terceiros, ainda que leitores, violem a honra e o patrimônio alheios", afirmou Neves em sua decisão. "Não fosse assim, fácil seria estimular terceiros a escrever cartas agressivas e ofensivas, a salvo da responsabilidade do órgão de imprensa."

Dilma: crítica de instituto de finanças é ''leviana''

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, respondeu ontem, em Paris, às críticas do Instituto Internacional de Finanças (IIF), feitas nesta semana, em Viena, na Áustria. Segundo o instituto, a eleição da petista traria maior risco de derrapagem macroeconômica, poucas reformas estruturais e dificuldades de aumentar o crescimento do PIB. "Não acredito que seja a opinião dos bancos internacionais", ponderou ela, classificando a opinião do instituto como "pessoal" e "leviana". A candidata ainda enfatizou: "Duvido muito que uma instituição que congregue bancos iria assumir uma posição tão precipitada e superficial como essa."

Temer ameaça intervir no PMDB de Santa Catarina

Inconformado com a traição do presidente do PMDB de Santa Catarina, Eduardo Pinho Moreira, que desistiu da candidatura a governador e se aliou ao DEM e ao PSDB do presidenciável José Serra, o presidente nacional do partido e vice na chapa petista ao Palácio do Planalto, Michel Temer, deu o troco. Ou a regional catarinense desiste de se aliar à oposição, ou a direção nacional decreta intervenção no diretório estadual. Em pleno voo a caminho da Europa ontem à noite, Temer desmontou a articulação de Pinho Moreira e do ex-governador Luiz Henrique da Silveira, que haviam anunciado a aliança na véspera. Menos de 30 horas depois, a Comissão Executiva Nacional do PMDB reuniu-se ontem à noite em Brasília, a pedido de Temer, para desmontar o acerto catarinense.

Chega ao 5º dia greve de fome contra intervenção

Entrando no quinto dia de greve de fome e com dois quilos a menos, o deputado Domingos Dutra (PT-MA) fez um discurso de resistência na tribuna da Câmara na noite de ontem. Começou com lágrimas e terminou com os punhos cerrados pregando contra o apoio da cúpula petista ao grupo do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), no Maranhão. O discurso em resposta ao deputado José Genoino (PT-SP), que o criticara, silenciou o plenário da Casa e terminou em aplausos. Com Dutra, está também em greve de fome o petista histórico Manoel da Conceição, de 75 anos. Ele já perdeu 1,9 quilo. Desde sexta-feira passada, os dois apenas tomam água e água de coco em uma manifestação contra a decisão do Diretório Nacional do partido de anular o apoio do PT do Maranhão à candidatura do deputado Flávio Dino (PC do B-MA) ao governo do Estado em troca de se aliar à governadora Roseana Sarney (PMDB), em busca da reeleição.

Correio Braziliense

Lula dá reajuste de 7,7% a aposentados

O governo não resistiu à pressão do ano eleitoral e acatou a decisão do Congresso de conceder reajuste de 7,7% aos aposentados que ganham mais de um salário mínimo. Apesar dos apelos da equipe econômica sobre a inviabilidade financeira do reajuste, que superou os 6,14% previstos para a Lei Orçamentária de 2010, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou à conclusão de que o impacto de R$ 1,6 bilhão gerado com o reajuste sairia mais barato que o ônus político do veto. Principalmente levando em conta o efeito colateral que poderia causar à sua candidata, Dilma Rousseff. O fim do fator previdenciário, no entanto, foi barrado pelo presidente.

Aposentados e Dilma celebram o reajuste

O governo não resistiu à pressão do ano eleitoral e acatou a decisão do Congresso de conceder reajuste de 7,7% aos aposentados que ganham mais de um salário mínimo. Apesar dos apelos da equipe econômica sobre a inviabilidade financeira do reajuste, que superou os 6,14% previstos para a Lei Orçamentária de 2010, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou à conclusão de que o impacto de R$ 1,6 bilhão gerado com o reajuste sairia mais barato que o ônus político do veto. Principalmente levando em conta o efeito colateral que poderia causar à sua candidata, Dilma Rousseff. O fim do fator previdenciário, no entanto, foi barrado pelo presidente.

Projeto muda trecho da CLT

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), enviou para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva um projeto de iniciativa do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que reforma a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)(1). A ideia é dar mais agilidade aos processos trabalhistas.
Aprovado na última quinta-feira pelo Senado, o texto determina que a parte interessada em protocolar um agravo de instrumento(2) em ações trabalhistas tem que depositar 50% do valor da causa em juízo. Atualmente, o recurso é usado sem qualquer ônus, o que atrasa o pagamento das decisões favoráveis ou prejudiciais ao trabalhador. O TST informa que a maioria esmagadora dos recursos é protocolada pelo empregador. Assim, o beneficiado com a proposta seria o trabalhador. De acordo com levantamento divulgado pelo TST, 75% dos recursos que chegam ao tribunal são agravos de instrumento, medidas usadas com frequência para protelar o cumprimento de decisões.

Funasa se esfarela na briga de aliados

Poderosos caciques do PMDB estão em pé de guerra com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Uma grande ala do partido reclama que o ministro compra briga interna ao lançar mão de mais um artifício para acabar de vez com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Minuta de decreto assinada por Temporão, obtida pelo Correio, determina a transferência de 967 cargos da Funasa para a secretaria de gestão do Ministério do Planejamento. O decreto também tira da Funasa imóveis, bens permanentes ativos e acervo da fundação antes usados na promoção da saúde indígena.

Ufanismo em dose contida

Na mesma medida em que o país parou para ver a estreia do Brasil na Copa, o meio político seguiu a corrente e não ficou alheio à partida. Enquanto o Senado encerrou o expediente antes do jogo, os deputados ainda abriram uma sessão extraordinária depois da partida. Os presidenciáveis Marina Silva (PV), Dilma Rousseff e José Serra (PSDB) assistiram ao embate contra a Coreia do Norte em diferentes partes do mapa, mas os três comemoraram com reservas a vitória brasileira. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu uma pausa no expediente e, ao lado de sete ministros, prestigiou a primeira partida da seleção no Palácio da Alvorada.
Fonte: Congressoemfoco

Jeremoabo terra sem cultura, sem história e covarde



Em muitos artigos escritos por nós e publicados neste Blog, venho falando que o atraso e a falta de amor próprio se tornaram em Jeremoabo um caso patológico, o povo na sua maioria já se acostumou na “cachaça e nos trios elétricos”, e esquecem-se do mais importante, o combate a corrupção em prol do desenvolvimento do município.

Em Jeremoabo qualquer picareta aloprado cisma muda a tradição secular, pinta e borda, e não tem nenhum dos “valentões” que tenha a coragem de protestar ou reagir, a não ser colocar “o rabo” debaixo das pernas e sair de mansinho.

Todavia, para tudo isso existe uma explicação: “cão que ladra não morde”.

A matéria transcrita abaixo, se não fosse trágica e humilhante, seria hilariante, mas esse é o Jeremoabo do povo feliz.

Ainda bem que estou distante de toda essa baderna, e continuo dizendo:

Martin Luther King
“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética.
O que mais preocupa é o silêncio dos bons!"


VERGONHA!!!
Jovino Fernandes

Passagem para área interna

A 292 anos de comemoração da festa do Padroeiro de Jeremoabo “São João Batista”, jamais a comunidade jeremoabense presenciou tamanha falta de atenção para com a tradição e a cultura da terra.

No dia 14 de junho, por volta das 20:00hs sempre foi e deve ser um dia sempre aguardado por todos os Jeremoabenses. É o prenúncio da abertura da festa de São João, com fogos, repiques dos sinos e, a tradicional zabumba.

Portões fechados
Hoje, indiferente aos costumes de um povo, somos obrigados a presenciar cenas que deixa qualquer jeremoabense constrangido ou mesmo indignado com normas impostas por aqueles que não valorizam, que nada sabe e, que não respeitam os costumes.

Zabumbeiros tocam em pé

Nossa reportagem flagrou neste 14 e 15 de junho, cenas inusitada se não fossem ridículas. Os zabumbeiros para tocarem como de costume ao lado da igreja durante os festejos, teve que passar por baixo do palanque (fixo), pois, todos os portões que dão acesso ao pátio interno da igreja estavam acorrentados.

General (Cel Perigo) entra de quatro

Já o General reformado João Nolasco (Exército) conhecido como Cel Perigo, ilustre filho da terra como tantos outros, tiveram que fazer o mesmo processo, isto é: andar de quatro para entrar e rever os velhos amigos.

Tal atitude de quem quer que seja, em não valorizar a cultura, a tradição e, principalmente os costumes de um povo, deve ser repudiada por aqueles que amam nossa terra.

Os incomodados, os que apoiam ou mesmo os que querem que a nossa terra seja uma cidade do passado com título de já era, do já teve, já foi, devem arrumar as malas e, que procurem modificar suas cidades.

Jeremoabo, tem seus filhos para cuidar. Se você ama Jeremoabo, diga NÃO, ao descaso.

EU AMO JEREMOABO, E VOCÊ?



Pesquisa Sensus mostra Hélio Costa (PMDB) e Dilma na frente em Minas

Pesquisa encomendada pelo PR-MG ao Instituto Sensus atribuiu 49,5% das intenções de voto para o pré-candidato a governador de Minas Gerais pelo PMDB, o senador Hélio Costa. O índice refere-se à modalidade estimulada, em que o pesquisador apresenta ao eleitor uma lista de nomes em quem poderia votar. O atual governador, Antonio Anastasia (PSDB), apareceu com 20,7% e José Fernando (PV), com 3,9%. A mesma pesquisa aponta Dilma (PT) à frente de Serra (PSDB).

Se as eleições fossem hoje, Hélio Costa (PMDB) venceria no primeiro turno.

Em relação à pesquisa anterior realizada pelo Sensus, em maio, Hélio Costa subiu 14 pontos percentuais, enquanto o tucano Anastasia teve queda de dois pontos. José Fernando também recuou cerca de dois pontos.

Até a última segunda-feira, dia 7 de junho, Costa nem sequer era o candidato confirmado da aliança PMDB-PT em Minas. Foi nesse dia em Brasília que a cúpula nacional dos dois partidos anunciou o nome do senador em detrimento do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT). O mais novo levantamento do Sensus foi feito nos dias 10 e 11 de junho (quinta-feira e sexta-feira).

HÉLIO COSTA LIDERA NA ESPONTÂNEA
Na pesquisa espontânea, em que o eleitor responde em quem votaria sem uma relação prévia de candidatos, Hélio Costa ficou com 21,1%, Anastasia com 12,2% e José Fernando com 1,7%. Citaram outros nomes 1,1% dos entrevistados, ao passo que 7,3% citaram o ex-governador Aécio Neves (PSDB), que é pré-candidato ao Senado.

Num hipotético 2º turno, diante da lista de nomes apresentada pelos pesquisadores do Sensus, os entrevistados deram 54,5% das intenções de voto para Hélio Costa e 22,3% para Antonio Anastasia. Indecisos, que votam nulo ou em branco somaram 23,1%.

O Sensus testou também o limite de votos dos dois principais candidatos na eleição de Minas Gerais. Hélio Costa é o único em que votariam 27,3% dos entrevistados. Anastasia atingiu 16%. Diante da pergunta "poderiam votar", 41,9% apontaram Hélio Costa e 19,8%, Antonio Anastasia. Em relação ao índice de rejeição, não votariam em Costa 15,4% dos entrevistados e em Anastasia, 19,3%.

EM MINAS DILMA LIDERA
O Sensus pesquisou também as intenções de voto para presidente da República em Minas Gerais. Na modalidade estimulada, Dilma Rousseff (PT) aparece na frente com 37,3%, seguida de José Serra (PSDB), com 32,1% e Marina Silva (PV), com 7,3%. Brancos, nulos e indecisos somariam 20,6%. Num possível segundo turno, o tucano estaria à frente, com 41,7%, tecnicamente empatado com Dilma, que alcançaria 40,5%. A margem de erro também é de 2,5% do total.

Na pesquisa espontânea, no primeiro turno, Dilma Rousseff (PT) somou 24,3, enquanto José Serra (PSDB) teve 18% e Marina Silva, 4,2%. A pesquisa para presidente da República do Sensus com eleitores de Minas foi registrada no Tribunal Superior Eleitora (TSE) sob o número 14.772/2010.

(Informações de Bernardino Furtado no IG de Belo Horizonte).
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Veja novo valor de benefício a partir de agosto

Ana Magalhães
do Agora

O reajuste de 7,72% para aposentados e pensionistas do INSS que ganham acima do salário mínimo, sancionado ontem pelo presidente Lula, vai representar um aumento de até R$ 50,86 mensais no valor do benefício. Como o ganho é retroativo a janeiro, os atrasados podem chegar a R$ 305,15. Esses valores foram calculados para quem ganha, atualmente, o teto previdenciário (R$ 3.416,54). Com o novo aumento, o maior pagamento da Previdência Social passará a ser de R$ 3.467,40.

De acordo com o ministério da Previdência, existem cerca de 8,3 milhões de aposentados que ganham mais que o mínimo e que serão beneficiados com o aumento. Ao todo, 27 milhões de brasileiros recebem benefícios do INSS.

Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora

Serra no poder fez o que agora condena no discurso eleitoreiro

Definitivamente, Serra não acerta uma. O ataque desequilibrado nas supostas “organizações pelegas” e na “militância paga com recursos públicos” não resiste ao passado do próprio Serra. O cara é muito hipócrita. Não tem esquemas? Não tem máquinas oficiais? Não tem padrinhos? Não tem esquadrões de militantes pagos? Menos verdade. Não é bem assim.

Na convenção mineira que lançou Serra, o governador de Minas Antônio Anastásia (PSDB) pagou 100 “militantes” a R$ 700 por mês. O mesmo ocorreu no Ceará, Alagoas, Sergipe e Pernambuco. O que variava era o salário e os lanches e camisetas. Uns recebiam dias de R$ 30, outros de R$ 120. Uns recebiam como lanche uma maçã e um pão francês.

MEMÓRIA FRACA
José Serra acusou os petistas de aparelhar estatais, mas esqueceu da sua obra prima, a máfia das ambulâncias e a compra de votos para a reeleição de Fernando Henrique Cardoso (R$ 200 mil para cada deputado), um mega mensalão.

Serra deve ter comido muito acarajé na Bahia. Adoeceu e perdeu a memória.

Em São Paulo, José Serra (PSDB), aparelhou a CETESB (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), levando o "companheiro", Eduardo Piragibe Graeff, ex-secretário-geral da Presidência no governo Fernando Henrique Cardoso, e tesoureiro do PSDB, para o cargo de Vice-Presidente do Conselho de Administração

PSDB APARELHAVA PETROBRÁS
No governo Fernando Henrique Cardoso, a ex-deputada Moema Santiago (PSDB-CE), ocupou cargo na presidência da Petrobras. Ela foi “assessora” da presidência da Petrobras.

O ex-deputado Euclides Scalco, (PSDB-PR), pertencia ao conselho de Administração da Petrobrás Energia, subsidiária da Petrobrás, com sede na Argentina.

O ex- deputado Mauro Campos, (PSDB -MG), foi do Conselho de Administração da Transpetro.

Em 1997 o ex-presidente tucano, Fernando Henrique Cardoso, criou a ANP - Agência Nacional do Petróleo, presidida pelo seu genro privatista David Zilbersztajn

O ex-senador tucano pelo estado de Mato Grosso, Antero Paes de Barros, perdeu as eleições em 2006, mas se arrumou para continuar vivendo às custas do dinheiro público paulista. José Serra arrumou um jeito de ENCOSTAR também Antero Paes de Barros no conselho da SABESP em São Paulo.

BOQUINHA PARA PPS
O ex-deputado federal pelo Estado de Pernambuco, Roberto Freire, presidente nacional do PPS, está na boquinha dos conselhos da Empresa Municipal de Urbanização e da SPTurismo da prefeitura de São Paulo.

Nomeado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM,) depois que seu partido apoiou o candidato a prefeito paulista, Freire o paladino da moral e dos bons costumes, recebe de R$ 12 mil mensais, de jetons pagos pela prefeitura e sem que o deputado, more, trabalhe, ou apareça nas reuniões em São Paulo.

A lista de "afilhados, apadrinhados, cupinchas, cabos eleitorais e aspones de todos tipos tamanhos e cheirosos" do ex governador José Serra, é grande.

(Com informações do blog “Os Amigos do Presidente Lula”).
# posted by Oldack Miranda/Bahia de Fato

Votos flutuantes e missão Geddel

TASSO FRANCO

Alguns leitores têm me pedido que faça uma avaliação sobre as possibilidades reais de vitória dos candidatos que disputam a eleição ao governo da Bahia com base nos números do último pleito e das pesquisas até agora publicadas. Essa é uma tarefa bastante difícil, porque, como todos sabem, cada eleição tem sua própria história, diferenciada uma da outra. Mas, como dizia o saudoso jornalista Jorge Calmon, todo colunista deve atender aos seus leitores porque são eles que repassam as informações e formam as opiniões.

Então, vamos lá. Na última eleição, 2006, Jaques Wagner venceu o pleito em 1º turno com 3.242.336 votos (52.89%); Paulo Souto teve 2.638.215 (43.03%); Átila Brandão de Oliveira foi o terceiro com 189.596 (3.09%); Hilton Coelho, 4º, com 38.870 (0.63%); Rosana Vedovato 9.479 (0.15%); Antonio Albino 8.016 (0.13%); Antonio Eduardo 4.354 (0.07%). A abstenção foi de 20.68% (1.884.249); nulos 10.21% (737.875); e brancos 346.363 (4.93%).

No momento, segundo a última pesquisa Vox Populi/Band (17/maio) Wagner tem 41% das intenções de votos; Paulo Souto, 32%; Geddel Vieira Lima, 9%; Luiz Bassuma, 1%. Observe que Wagner perdeu 11.89% do eleitorado em relação a 2006; e Souto perdeu 11.03%. Geddel Vieira Lima é o terceiro com 9% e Luiz Bassuma (PV), 1%. Ao contrário do que aconteceu em 2006, denota-se, a julgar pelos números acima, que teremos uma eleição em segundo turno.

A política, no entanto, é como a onda do mar. Muda de acordo com os ventos, as intensidades das marés e tudo mais. Em marketing político existe um diagrama que conceitua bem essas diferentes percepções do eleitorado que vão das fases da indiferença até a adesão (voto). Nesse “intermezzo”, existe a fase da indefinição, da indecisão, passando até a simpatia. Portanto, um voto flutuante que, no caso da Bahia, segundo o Vox é, hoje, da ordem de 17%.

Veja que Geddel, terceira força desse novo movimento eleitoral no estado, até agora só conseguiu 9%, em tese, dos 22.92% dos eleitores perdidos por Wagner e Souto. Há, nessa maré de votos, na onda cíclica flutuante, somente nesse contexto, 11.91% dos votos que estão sem dono. Já foram de Wagner/Souto e aguardam o novo ciclo da maré, de ideias e aspirações, que serão abordados com intensidade no momento da campanha propriamente dita, a partir de 17 de agosto, com os programas eleitorais no rádio e na TV, os debates e assim por diante.

Esses votos poderão retornar a Wagner e Souto? Podem. Depende do convencimento junto aos eleitores. Mas também podem migrar para Geddel, observando-se a mesma lógica. Há um sentimento de que, por força das candidaturas nacionais Wagner/Lula/Dilma e Souto/Serra, o poder de cristalização dos votos desses dois candidatos é forte. Dificilmente vão ser alterados dessa faixa entre 40% e mais para Wagner; e 30% e mais para Souto.

Voto é marketing. O resto é política. Geddel está bem na política com uma arrumação partidária envolvendo 12 partidos. Os segmentos do marketing e da política se completam. Geddel dispõe de uma excelente equipe de marketing político, basicamente a mesma que atuou na campanha de João Henrique, com Maurício Carvalho/Viviane Falcão. A missão de Geddel, portanto, é a mais difícil entre os três candidatos. Porém, nada impossível de acontecer

Fonte: Tribuna da Imprensa

Casal preso acusado de abusar sexualmente de cinco filhos

eidiane brandão

Um caso de violência sexual e maus tratos contra cinco crianças de 8 a 13 anos, chocou a população de Nazaré das Farinhas, a 216 km de Salvador. O casal Neide Maria Conceição dos Santos, 30 anos, e Nelque dos Santos, 18 anos, mantinham relações sexuais na frente dos filhos, violentavam as crianças, e obrigavam que os irmãos mantivessem relações entre si. Além de submeterem as vítimas à prática de sexo, os acusados as abrigavam a usarem drogas, como maconha, crack, ingerir bebidas alcoólicas e a praticarem furtos. O caso foi descoberto na última sexta-feira pela polícia, após denúncia anônima.

De acordo com o delegado titular da cidade, Marcelo Costa Sansão, a polícia chegou até os acusados através de uma denúncia realizada pelo DISQUE 100 e a polícia baiana foi acionada através da central em Brasília. Conselheiros tutelares investigaram o fato e confirmaram a veracidade do caso, através do depoimento de umas das vítimas, uma menina de 11 anos, que é portadora de deficiência física. Ao ser questionada a garota relatou detalhes do que ela e seus irmãos eram obrigados a fazer.

Ainda segundo o delegado, em depoimento, as crianças que foram ouvidas individualmente, relataram que quando se negavam a fazer o que a mãe e o padrasto pediam, eram obrigadas a comer fezes e beber urina, além se serem espancadas com pedaços de madeira e borracha. A riqueza de detalhes nos depoimentos levou o delegado às lágrimas. Elas contaram que eram ameaçadas de morte, e por medo de morrer, não denunciavam o casal. Muitas vezes para fugir dos abusos, elas chegavam a dormir debaixo da cama. Os acusados do crime, que estão juntos há um ano e meio, têm um bebê de 17 dias, a única vítima que não sofreu abuso sexual.

“As crianças contam detalhes do sofrimento. Eles chegaram a contar que a mãe e o padrasto chegaram a colocar todos de uma vez em cima da cama para realizar o ato sexual. A garota de 11 anos disse que já teria realizado um aborto e que a própria mãe o obrigou a tomar o remédio para abortar. As crianças contaram que já vinham sofrendo violência há cerca de um ano. Quando as vítimas eram espancadas, eram colocadas na água com sal”, disse o delegado, indignado com a situação. As crianças foram submetidas a exames, onde foi confirmado o abuso sexual. Os acusados que foram presos na manhã de ontem, e negaram a acusação.

Eles irão responder pelos crimes de tortura, estupro, aborto, tráfico de drogas, abandono material e intelectual. O delegado informou que para preservar a integridade física dos suspeitos, eles serão transferidos ainda está semana para o presídio de Valença. As crianças estão sob a guarda de uma tia, a disposição do Conselho Tutelar. O delegado ainda informou que algumas vítimas não foram registradas e nem frequentavam a escola, e que todos estavam com o peso abaixo do normal.

Hoje, professores das vítimas irão prestar depoimento à polícia. Eles contaram que as crianças quase não frequentavam a sala de aula, e quando iam, apresentavam sinais de embriaguez e uso de drogas.

Fonte: Tribuna da Imprensa

A decisão ficará com Marina?

Carlos Chagas

Bola de cristal que funcione, ninguém tem. Mesmo assim, pelas pesquisas efetuadas até agora, tudo indica que haverá segundo turno nas eleições presidenciais. O empate entre Dilma Rousseff e José Serra acabará resolvido em favor de um deles, mas, tudo indica, por pequena margem. De público os comandos de campanha não reconhecem porque seria sinal de fraqueza aceitar que seu candidato não vencerá no primeiro turno, mas a verdade é que tanto no PT quanto no PSDB já se cuida da estratégia para o segundo.

“Bebe água limpa quem chega primeiro na fonte”, diz o provérbio árabe. Começam tucanos e companheiros a alinhar os fatores que marcarão a segunda disputa: mais movimentação, agressividade adicional diante do adversário, atenção maior ao programa de governo, aproximação acelerada com a mídia, recolhimento de recursos suplementares, preparação para os dois debates cruciais e Marina Silva.

Marina Silva? Sem dúvida alguma, a senadora se constituirá num dos principais fatores decisórios. Dificilmente ela se inclinaria por José Serra,mas poderia, muito bem, ficar alheia à disputa, coisa que não favoreceria Dilma Rousseff. Por isso os dois candidatos mais fortes tratam a candidatura de Marina com respeito e até carinho.

E ela? Ela tem contas a ajustar com o PT. Apesar de declarações sempre sentimentais com relação ao antigo partido, falando até em dorzinha no coração, seu caminho não tem volta. Valerão ouro os prováveis 10% ou pouco mais que receberá no primeiro turno. Seriam decisivos para Dilma, se carreados em maioria para ela. Para Serra, é aqui que mora o perigo,valendo menos a decisão que o PV tomará, como partido, e muito mais o posicionamento da própria Marina. Não deixa de ser fascinante especular a respeito.

Para a História

Ficam para a História os dois pronunciamentos do senador Pedro Simon, no fim de semana. Um na sessão matutina do Senado, sexta-feira, outro no plenário da convenção do PMDB, sábado. Raras radiografias tão perfeitas tem sido apresentadas sobre o outrora aríete que derrubou a ditadura. Ainda o maior partido nacional, o PMDB dissolveu-se como sorvete ao sol, não tendo sido poupado pelo senador gaúcho. De Ulysses Guimarães a Tancredo Neves e a Teotônio Vilela, virou um partido de… (bem, deixa para lá).

Fonte: Tribuna da Imprensa

Dutra faz apelo emocionado em 5º dia de greve de fome

Agência Estado

Entrando no quinto dia de greve de fome e com dois quilos a menos, o deputado Domingos Dutra (PT-MA) fez um discurso emocionado e de resistência na tribuna da Câmara na noite de hoje. Começou com lágrimas e terminou com os punhos cerrados pregando contra o apoio da cúpula petista ao grupo do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), no Maranhão. O discurso em resposta ao deputado José Genoino (PT-SP), que o criticara, silenciou o plenário da Casa e terminou em aplausos.

Com Dutra, está também em greve de fome o petista histórico Manoel da Conceição, 75 anos. Ele já perdeu 1,9 quilo. Desde sexta-feira passada, os dois apenas tomam água e água de coco em uma manifestação contra a decisão do Diretório Nacional do partido de anular o apoio do PT do Maranhão à candidatura do deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) ao governo do Estado em troca de se aliar à governadora Roseana Sarney (PMDB), em busca da reeleição.

"Genoino, seja solidário a Manoel da Conceição e sua história, porque está sendo solidário a um oligarca perverso, criminoso e corrupto (Sarney)", discursou. "Eu vou morrer aqui para que respeitem a democracia." Dutra reafirmou que o PT no Maranhão cumpriu todas as normas do partido e decidiu pelo apoio a Dino e que a direção nacional está negando a democracia interna ao retirar o apoio ao deputado em troca de apoiar Roseana.

Depois do discurso, Dutra recebeu solidariedade de parlamentares de outros partidos. Médico, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) afirmou que tanto Dutra quanto Manoel da Conceição podem morrer esta noite. Manoel da Conceição tem diabetes e já foi vítima de dois acidentes vascular cerebral. O deputado Flávio Dino criticou a cúpula petista que, segundo ele, está usando a candidatura de Dilma Rousseff como argumento para desprezar os partidos aliados, como o PCdoB e o PSB, que apoiam a candidatura dele. "Em nome de uma violência política, estão desprezando os aliados. A arrogância é sempre má conselheira".

Na defesa do apoio a Roseana, a cúpula petista argumenta que, em troca, Dilma terá em torno de 2 milhões de votos a mais do que o adversário tucano, José Serra, no Maranhão. O líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), considera a greve de fome de Dutra "uma deslealdade" com o PT. Para ele, o partido tomou uma decisão nacional que tem de ser respeitada.
Fonte: A Tarde

Lula sanciona reajuste de 7,7% aos aposentados

O ministro da Previdência, Carlos Eduardo  Gabas, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anuncia a decisão do  presidente Lula de sancionar o aumento de 7,7% para aposentados que  ganham mais de um salário mínimo - Roosewelt Pinheiro/ABr

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta terça-feira (15/6), o reajuste de 7,7% para os aposentados que ganham mais de um salário mínimo, mas vetou a queda do fator previdenciário, como anunciou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O reajuste será pago em agosto, de acordo com o ministro da Previdência Carlos Eduardo Gabas, que também informou que o retroativo a janeiro poderá ser pago na mesma folha, dependendo da disponibilidade de recursos. O reajuste aprovado vale apenas para os beneficiários que recebem acima do salário mínimo. (Na foto, o ministro da Previdência à esquerda e Guido Mantega).

Em dezembro de 2009, o presidente Lula editou a Medida Provisória 475 concedendo 6,14% de reajuste para os benefícios acima do mínimo, conforme acordo fechado com as centrais sindicais em agosto daquele ano. Em 19 de maio, o Senado converteu a Medida Provisória em lei, estabelecendo o reajuste em 7,72%.

A diferença entre os 6,14% de reajuste e o índice sancionado pelo presidente representará uma despesa adicional de R$ 1,6 bilhão em 2010. O presidente autorizou os ministérios da área econômica a fazerem cortes no orçamento para cobrir os gastos. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para preservar os recursos para investimento, os cortes serão feitos apenas nas despesas de custeio. Segundo ele, não haverá redução em investimentos, mas em custeio e em emendas parlamentares.

O presidente da República vetou o fim do fator previdenciário, que constava de uma emenda incluída na MP 475. O fator previdenciário, criado em 1999, é um redutor que tem como objetivo evitar aposentadorias precoces.

Lula se reuniu com a equipe econômica do governo, além do ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, e o líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vacarezza. Segundo o parlamentar, a Câmara ou o Senado não aprovariam qualquer percentual que fosse inferior aos 7,7%. Com informações da Assessoria de Imprensa do Ministério da Previdência.

[Foto: Roosewelt Pinheiro/ Agência Brasil]

Revista Consultor Jurídico,

CPF poderá ser emitido nos Correios e nos bancos

A Receita Federal publicou nesta segunda-feira (24/6) instrução normativa que regulamenta a emissão de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) nas agências dos Correios, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica. A nova regra dispensará a emissão do cartão magnético, que atualmente demora uma semana para ser enviado ao contribuinte pelos Correios. As informações são da Agência Brasil.

O contribuinte terá um comprovante com o número do CPF impresso em papel térmico, usado nos extratos bancários. Caso precise do número, o contribuinte deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC) e imprimir um novo comprovante por meio de código digital personalizado, já disponível na ferramenta.

O novo sistema, no entanto, não tem data para entrar em vigor. Isso porque os Correios e a Caixa Econômica Federal ainda precisam fazer ajustes tecnológicos nos sistemas informatizados. O Banco do Brasil já está com o sistema homologado desde maio, mas ainda precisa formalizar o convênio com a Receita Federal, cujos procedimentos foram regulamentados pela instrução normativa.

De acordo com a coordenadora-geral de Atendimento e Educação Fiscal da Receita, Maria Helena Cotta Cardozo, se não houver falhas nos testes, a emissão instantânea do CPF começa a valer em agosto.

Para Maria Helena, os contribuintes não terão prejuízo com a extinção do cartão magnético. “O número do CPF já está presente em outros documentos, como carteira de identidade e carteira de motorista. São cada vez mais raros os casos em que o contribuinte precisa apresentar o cartão”, explica.

Revista Consultor Jurídico,

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