Ônibus da empresa Princesa do Norte que fazia a linha Carlópolis - Curitiba bateu na traseira do caminhão e pegou fogo na BR-376. A pista está parcialmente interditada para limpeza
Patrícia Künzel e Gladson Angeli, com informações de Kátia Brembatti
Nove pessoas morreram e 17 ficaram feridas em um grave acidente envolvendo um ônibus da empresa Princesa do Norte e um caminhão-tanque carregado com 30 mil litros de álcool, na BR-376, nos Campos Gerais. O ônibus saiu de Carlópolis, no Norte-Pioneiro, e seguia para Curitiba. A colisão ocorreu por volta das 4h30 desta quinta-feira (23), no Km 537 da rodovia, aproximadamente um quilômetro antes do pedágio de Witmarsum.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a pista estava molhada, mas não havia neblina nem chuva no trecho. Com o choque, os dois veículos pegaram fogo. Não houve explosão, mas o ônibus foi totalmente destruído pelas chamas. Os passageiros usaram os vidros de emergência para sair do veículo. Os que não conseguiram fugir a tempo morreram carbonizados. Os corpos dos oito passageiros e do motorista do ônibus foram levados para Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa para identificação.
Os feridos, 16 passageiros do ônibus e o motorista do caminhão, tiveram intoxicação ou cortes. Eles foram encaminhados para hospitais de Ponta Grossa e Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba. De acordo com o telejornal ParanáTV, três pessoas estão em estado grave e pernamecem na UTI.
Cinco equipes do Corpo de Bombeiros e 15 equipes da RodoNorte, concessionária que administra a rodovia, trabalharam no atendimento do acidente. O álcool que estava no caminhão vazou na pista, mas não há risco de explosão, segundo os bombeiros. Uma equipe do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) esteve no local e avaliou que não houve dano ambiental.
A Viação Princesa do Norte informou à PRF que o motorista do ônibus, de 36 anos, estava a um ano e meio na empresa e tinha acabado de passar por um curso de reciclagem para condutores.
Trânsito
A concessionária RodoNorte informou às 12h que a rodovia voltou a ficar parcialmente interditada para quem viaja de Ponta Grossa para Curitiba. Equipes da concessionária trabalhavam na limpeza e desobstrução da pista. A previsão é de que o tráfego seja totalmente liberado até as 13h30.
A recomendação ao motorista que pretende seguir em direção à capital do estado é que procure rotas alternativas, pelo município de Palmeira. Para o motorista que sai de Curitiba em direção ao interior do estado, a informação é de que o tráfego flui normalmente.
A pista no sentido Curitiba ficou totalmente bloqueada por três horas e teve uma faixa liberada às 7h30. Durante o bloqueio total, a fila chegava a quatro quilômetros em direção a Curitiba.
Fonte: Gazeta do Povo
quinta-feira, julho 23, 2009
Capitania hereditária
Dora Kramer
Agora não falta mais nada: está provado que o presidente do Senado, José Sarney, mentiu ao negar a existência de atos secretos, que descumpriu a Constituição no tocante à prática do nepotismo e que foi o mandante de pelos menos parte dos ilícitos imputados ao ex-diretor Agaciel Maia.
Se o Senado, o Conselho de Ética, a tropa de choque, presidente Luiz Inácio da Silva e agregados ainda assim continuarem sustentando que Sarney é vítima de uma conspiração e sua permanência na Casa deve ser defendida, é porque estão dispostos a daqui em diante serem tratados como cúmplices.
Não que isso lhes renda algum prejuízo imediato, mas só por uma questão de nitidez de procedimentos e de respeito aos fatos.
O primeiro e mais eloquente deles remete a uma declaração do já diretor-geral afastado do cargo, avisando que não poderia nem admitiria ser responsabilizado sozinho pela edição de decisões administrativas validadas ao arrepio do preceito constitucional da publicidade.
“Ninguém pode dizer que não sabia”, afirmou Agaciel há pouco mais de um mês. No dia 13 de junho, três depois de o jornal O Estado de S.Paulo revelar a existência dos atos, coincidentemente no mesmo dia 10 em que o ex-diretor casou a filha numa cerimônia à qual compareceram três ex-presidentes da Casa: Renan Calheiros, Garibaldi Alves e, no altar como padrinho, José Sarney.
As denúncias sobre os desmandos já eram divulgadas havia quatro meses e, havia dois Agaciel estava afastado do posto. Ainda assim, aos senadores não ocorreu a inadequação das presenças que confirmavam os laços de intimidade com o funcionário de conduta já condenada. Bem como os organizadores da festa não atinaram para a impropriedade do fundo musical com a trilha sonora do filme O Poderoso Chefão.
Descuido de quem não deve? Não, descaso de quem não teme a lei por acreditá-la forte apenas para as pessoas comuns. As gravações dos diálogos entre o filho do senador, o empresário Fernando Sarney, a filha dele, Maria Beatriz, e o patriarca da família – obtidas com autorização judicial pela Polícia Federal durante uma investigação de tráfico de influência tendo Fernando Sarney como principal alvo – valem por um compêndio em matéria de malversação de poder político.
Mas não revelam só a total sem-cerimônia de uma família no tocante ao uso privado do bem público. Não deixam a menor dúvida a respeito dos modos e meios de atuação do presidente do Senado e a forma pela qual formou seus descendentes dentro do mesmo conceito.
Não é o único? Não, mas é a síntese.
Em meio às conversas em que um avô, um filho e uma neta consideram-se donos de um feudo no Senado Federal, uma frase de Agaciel Maia é definitiva: “Fernando, isso daí só você conversando com o presidente (Garibaldi Alves) ou com seu pai, eu não tenho autonomia.”
Referia-se ao pedido que lhe fazia Fernando para “segurar” para o namorado da filha a vaga antes ocupada pelo filho. O empresário, por sua vez, atendia ao apelo da moça que, conforme lhe ensinara a família, achou que o posto pertencia ao clã.
Estava certa. Dias depois, mediante “uma palavrinha” do avô, o rapaz estava devidamente empregado. De qualificações, funções, tarefas a serem exercidas, de nada disso se tratou nos telefonemas. Ao contrário. Numa outra gravação, esta reproduzindo diálogo entre Fernando Sarney e o filho João Fernando, o que se registra é a zombaria de ambos pelo fato de o rapaz ter sido chamado ao gabinete empregador, do senador Epitácio Cafeteira, para ele dar uma olhada no funcionário.
Nas conversas sobre emprego, só interessa quem deveria falar com quem para fazer de alguém o beneficiário da “colocação”. E, como informou o diretor-geral, para isso seu poder era restrito. Decisões dessa ordem cabem ao chefe.
Ou chefes, pois as quatro palavras fatais – “eu não tenho autonomia” – de Agaciel Maia deixaram bem claro que quaisquer nomeações relativas a senadores eram liberadas mediante autorização superior. Além da responsabilidade específica de José Sarney, fica estabelecido também o nexo entre as ações do ex-diretor geral e as decisões dos senadores que ficam, assim, sob suspeição passível de investigação para que se possa iniciar o tão reclamado trabalho de separação do joio do trigo. Isso na otimista hipótese de existir tal divisão.
Lassidão
Nos dois casos recentes envolvendo repasses de verbas da Petrobras – o desvio de recursos de um patrocínio à Fundação Sarney e o contrato de financiamento com uma empresa em cujo endereço funciona um canil –, a empresa diz que não tem nada com isso.
No primeiro, a fiscalização caberia ao Ministério da Cultura e, no segundo, à prefeitura do Rio. Ainda que possa ter razão formal, a Petrobras teria no mínimo a obrigação de demonstrar algum interesse sobre o emprego do dinheiro que distribui. Por essas e várias outras, a CPI.
Fonte: Gazeta do Povo
Agora não falta mais nada: está provado que o presidente do Senado, José Sarney, mentiu ao negar a existência de atos secretos, que descumpriu a Constituição no tocante à prática do nepotismo e que foi o mandante de pelos menos parte dos ilícitos imputados ao ex-diretor Agaciel Maia.
Se o Senado, o Conselho de Ética, a tropa de choque, presidente Luiz Inácio da Silva e agregados ainda assim continuarem sustentando que Sarney é vítima de uma conspiração e sua permanência na Casa deve ser defendida, é porque estão dispostos a daqui em diante serem tratados como cúmplices.
Não que isso lhes renda algum prejuízo imediato, mas só por uma questão de nitidez de procedimentos e de respeito aos fatos.
O primeiro e mais eloquente deles remete a uma declaração do já diretor-geral afastado do cargo, avisando que não poderia nem admitiria ser responsabilizado sozinho pela edição de decisões administrativas validadas ao arrepio do preceito constitucional da publicidade.
“Ninguém pode dizer que não sabia”, afirmou Agaciel há pouco mais de um mês. No dia 13 de junho, três depois de o jornal O Estado de S.Paulo revelar a existência dos atos, coincidentemente no mesmo dia 10 em que o ex-diretor casou a filha numa cerimônia à qual compareceram três ex-presidentes da Casa: Renan Calheiros, Garibaldi Alves e, no altar como padrinho, José Sarney.
As denúncias sobre os desmandos já eram divulgadas havia quatro meses e, havia dois Agaciel estava afastado do posto. Ainda assim, aos senadores não ocorreu a inadequação das presenças que confirmavam os laços de intimidade com o funcionário de conduta já condenada. Bem como os organizadores da festa não atinaram para a impropriedade do fundo musical com a trilha sonora do filme O Poderoso Chefão.
Descuido de quem não deve? Não, descaso de quem não teme a lei por acreditá-la forte apenas para as pessoas comuns. As gravações dos diálogos entre o filho do senador, o empresário Fernando Sarney, a filha dele, Maria Beatriz, e o patriarca da família – obtidas com autorização judicial pela Polícia Federal durante uma investigação de tráfico de influência tendo Fernando Sarney como principal alvo – valem por um compêndio em matéria de malversação de poder político.
Mas não revelam só a total sem-cerimônia de uma família no tocante ao uso privado do bem público. Não deixam a menor dúvida a respeito dos modos e meios de atuação do presidente do Senado e a forma pela qual formou seus descendentes dentro do mesmo conceito.
Não é o único? Não, mas é a síntese.
Em meio às conversas em que um avô, um filho e uma neta consideram-se donos de um feudo no Senado Federal, uma frase de Agaciel Maia é definitiva: “Fernando, isso daí só você conversando com o presidente (Garibaldi Alves) ou com seu pai, eu não tenho autonomia.”
Referia-se ao pedido que lhe fazia Fernando para “segurar” para o namorado da filha a vaga antes ocupada pelo filho. O empresário, por sua vez, atendia ao apelo da moça que, conforme lhe ensinara a família, achou que o posto pertencia ao clã.
Estava certa. Dias depois, mediante “uma palavrinha” do avô, o rapaz estava devidamente empregado. De qualificações, funções, tarefas a serem exercidas, de nada disso se tratou nos telefonemas. Ao contrário. Numa outra gravação, esta reproduzindo diálogo entre Fernando Sarney e o filho João Fernando, o que se registra é a zombaria de ambos pelo fato de o rapaz ter sido chamado ao gabinete empregador, do senador Epitácio Cafeteira, para ele dar uma olhada no funcionário.
Nas conversas sobre emprego, só interessa quem deveria falar com quem para fazer de alguém o beneficiário da “colocação”. E, como informou o diretor-geral, para isso seu poder era restrito. Decisões dessa ordem cabem ao chefe.
Ou chefes, pois as quatro palavras fatais – “eu não tenho autonomia” – de Agaciel Maia deixaram bem claro que quaisquer nomeações relativas a senadores eram liberadas mediante autorização superior. Além da responsabilidade específica de José Sarney, fica estabelecido também o nexo entre as ações do ex-diretor geral e as decisões dos senadores que ficam, assim, sob suspeição passível de investigação para que se possa iniciar o tão reclamado trabalho de separação do joio do trigo. Isso na otimista hipótese de existir tal divisão.
Lassidão
Nos dois casos recentes envolvendo repasses de verbas da Petrobras – o desvio de recursos de um patrocínio à Fundação Sarney e o contrato de financiamento com uma empresa em cujo endereço funciona um canil –, a empresa diz que não tem nada com isso.
No primeiro, a fiscalização caberia ao Ministério da Cultura e, no segundo, à prefeitura do Rio. Ainda que possa ter razão formal, a Petrobras teria no mínimo a obrigação de demonstrar algum interesse sobre o emprego do dinheiro que distribui. Por essas e várias outras, a CPI.
Fonte: Gazeta do Povo
Dívida de IR poderá ser parcelada
Anay Curydo Agora
Os contribuintes que tiverem dívidas tributárias com o governo federal, independentemente de seus nomes estarem incluídos no cadastro da dívida ativa da União, poderão pedir o parcelamento em até 180 meses, com desconto, a partir do dia 17 de agosto.
Segundo a PGFN (Procuradoria Geral da Fazenda Nacional), há seis milhões de dívidas que poderão ser pagas.
A negociação dos débitos --que podem ser relativos a Imposto de Renda ou a INSS, no caso de patrões que deixaram de recolher a contribuição previdenciária de seus funcionários-- só é permitida se o vencimento tiver sido até 30 de novembro do ano passado.
A inclusão ao programa será feita pela internet, por meio do site www.receita.fazenda.gov.br ou pelo www.pgfn.gov.br.
O programa de parcelamento concede descontos nos juros, nas multas e nos encargos legais (honorários dos advogados), que vão diminuindo na medida que o número de parcelas escolhido pelo contribuinte vai aumentando. No caso do contribuinte pessoa física, nenhuma parcela poderá ser inferior a R$ 50.
De acordo com a PGFN, quem pagar à vista terá desconto de 45% nos juros de mora (por atraso) e de 40% em algumas multas. Já o contribuinte que preferir o parcelamento em até 15 anos pagará juros com desconto de 25% e multas, com redução de 20%.
"Os descontos são mais atrativos para quem pagar à vista porque a União tem interesse em receber logo", disse o coordenador geral da Dívida Ativa da União, Igor Montezuma Sales Farias.
Independentemente do tipo de pagamento escolhido, o valor das prestações será corrigido pela variação da Selic (taxa básica de juros), mais 1% relativo ao mês.
Se o contribuinte já participava de algum outro tipo de programa de parcelamento do governo federal, como o Refis ou o Paes, também será permitido pedir a transferência.
O saldo devedor poderá ser pago de acordo com as mesmas condições.
100 Serviços
Veja seu saldo da Nota Fiscal Paulista
Peça sua declaração de regularidade da situação de pessoa física com a receita federal
Certidão negativa de débitos de tributos federais de pessoa física
Veja todos os serviços de Imposto
Fonte: Agora
Os contribuintes que tiverem dívidas tributárias com o governo federal, independentemente de seus nomes estarem incluídos no cadastro da dívida ativa da União, poderão pedir o parcelamento em até 180 meses, com desconto, a partir do dia 17 de agosto.
Segundo a PGFN (Procuradoria Geral da Fazenda Nacional), há seis milhões de dívidas que poderão ser pagas.
A negociação dos débitos --que podem ser relativos a Imposto de Renda ou a INSS, no caso de patrões que deixaram de recolher a contribuição previdenciária de seus funcionários-- só é permitida se o vencimento tiver sido até 30 de novembro do ano passado.
A inclusão ao programa será feita pela internet, por meio do site www.receita.fazenda.gov.br ou pelo www.pgfn.gov.br.
O programa de parcelamento concede descontos nos juros, nas multas e nos encargos legais (honorários dos advogados), que vão diminuindo na medida que o número de parcelas escolhido pelo contribuinte vai aumentando. No caso do contribuinte pessoa física, nenhuma parcela poderá ser inferior a R$ 50.
De acordo com a PGFN, quem pagar à vista terá desconto de 45% nos juros de mora (por atraso) e de 40% em algumas multas. Já o contribuinte que preferir o parcelamento em até 15 anos pagará juros com desconto de 25% e multas, com redução de 20%.
"Os descontos são mais atrativos para quem pagar à vista porque a União tem interesse em receber logo", disse o coordenador geral da Dívida Ativa da União, Igor Montezuma Sales Farias.
Independentemente do tipo de pagamento escolhido, o valor das prestações será corrigido pela variação da Selic (taxa básica de juros), mais 1% relativo ao mês.
Se o contribuinte já participava de algum outro tipo de programa de parcelamento do governo federal, como o Refis ou o Paes, também será permitido pedir a transferência.
O saldo devedor poderá ser pago de acordo com as mesmas condições.
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Certidão negativa de débitos de tributos federais de pessoa física
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Fonte: Agora
57 mil pedidos de benefício devem ter correção
Carolina Rangeldo Agora
No país, 57.008 pedidos de concessão de benefício aguardam a resposta do INSS há mais de 45 dias receberão o valor acumulado (se o benefício for concedido) com correção monetária, mesmo que a demora na análise seja por culpa do segurado --como uma falta de documento.
No Estado, 17.370 benefícios deverão ter a correção. Os dados são de junho, do próprio Ministério da Previdência.
A regra para a correção foi divulgada anteontem pelo INSS por meio de uma instrução normativa (norma que deve ser seguidas pelos servidores dos postos) e vale para os pedidos feitos a partir de janeiro deste ano. A diferença é que, antes, os atrasados eram corrigidos só quando a demora era por culpa do INSS, como por falta de segurados para análise. Agora, em qualquer caso, haverá correção.
Quando concede o benefício atrasado, o INSS paga os valores acumulados desde a data do agendamento do pedido, com correção da inflação pelo INPC (mesmo índice do aumento da aposentadoria).
A correção da inflação também vale para valores de revisão acumulados. O INSS não informou quantos pedidos desse tipo estão em análise.
ExemplosUm segurado que terá benefício de R$ 465 concedido com atraso de 90 dias por falta de um documento, por exemplo, receberá R$ 1.417 (referente a três meses de benefício acumulados, mais correção). Antes, ele teria direito a R$ 1.395 --R$ 22 a menos.
Já para quem irá receber o teto do INSS (R$ 3.218,90), o atraso em 90 dias dará um pagamento acumulado, com correção, de R$ 9.809,27 atualmente. Sem a inflação, o valor seria de R$ 9.656,70 --ou seja, R$ 152,57 a menos.
Dos 57.008 pedidos atrasados do país, 27.483 são por conta de pendências dos segurados, como falta de documentação, por exemplo. No Estado, 8.997 pedidos demoram por conta dos segurados, entre os 17.370 acumulados.
O pagamento do benefício acumulado é feito na folha de pagamento ou por depósito na conta.
100 Serviços
Calcule sua aposentadoria
Informações sobre aposentadoria por idade
Tire suas dúvidas sobre as revisões
Veja todos os serviços de Previdência
Fonte: Agora
No país, 57.008 pedidos de concessão de benefício aguardam a resposta do INSS há mais de 45 dias receberão o valor acumulado (se o benefício for concedido) com correção monetária, mesmo que a demora na análise seja por culpa do segurado --como uma falta de documento.
No Estado, 17.370 benefícios deverão ter a correção. Os dados são de junho, do próprio Ministério da Previdência.
A regra para a correção foi divulgada anteontem pelo INSS por meio de uma instrução normativa (norma que deve ser seguidas pelos servidores dos postos) e vale para os pedidos feitos a partir de janeiro deste ano. A diferença é que, antes, os atrasados eram corrigidos só quando a demora era por culpa do INSS, como por falta de segurados para análise. Agora, em qualquer caso, haverá correção.
Quando concede o benefício atrasado, o INSS paga os valores acumulados desde a data do agendamento do pedido, com correção da inflação pelo INPC (mesmo índice do aumento da aposentadoria).
A correção da inflação também vale para valores de revisão acumulados. O INSS não informou quantos pedidos desse tipo estão em análise.
ExemplosUm segurado que terá benefício de R$ 465 concedido com atraso de 90 dias por falta de um documento, por exemplo, receberá R$ 1.417 (referente a três meses de benefício acumulados, mais correção). Antes, ele teria direito a R$ 1.395 --R$ 22 a menos.
Já para quem irá receber o teto do INSS (R$ 3.218,90), o atraso em 90 dias dará um pagamento acumulado, com correção, de R$ 9.809,27 atualmente. Sem a inflação, o valor seria de R$ 9.656,70 --ou seja, R$ 152,57 a menos.
Dos 57.008 pedidos atrasados do país, 27.483 são por conta de pendências dos segurados, como falta de documentação, por exemplo. No Estado, 8.997 pedidos demoram por conta dos segurados, entre os 17.370 acumulados.
O pagamento do benefício acumulado é feito na folha de pagamento ou por depósito na conta.
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Fonte: Agora
Servidor deve informar se tem parente em cargo comissionado
Redação CORREIO
Os ministros de Estados, ocupantes de cargo de natureza especial e integrantes do grupo Direção e Assessoramento Superiores da Administração Pública Federal devem informar a partir desta quinta-feira (23) se mantêm vínculo matrimonial, de companheirismo ou de parentesco consanguíneo ou afim até terceiro grau com ocupantes de cargo em comissão ou funções de confiança, no Executivo.
Um formulário deve ser preenchido e enviado pela internet em até 60 dias através do site da Controladoria-Geral da União. A exigência está no Decreto 6.906, publicado na quarta-feira (22) no Diário Oficial da União.
(com informações da Agência Brasil/Correio da Bahia
Os ministros de Estados, ocupantes de cargo de natureza especial e integrantes do grupo Direção e Assessoramento Superiores da Administração Pública Federal devem informar a partir desta quinta-feira (23) se mantêm vínculo matrimonial, de companheirismo ou de parentesco consanguíneo ou afim até terceiro grau com ocupantes de cargo em comissão ou funções de confiança, no Executivo.
Um formulário deve ser preenchido e enviado pela internet em até 60 dias através do site da Controladoria-Geral da União. A exigência está no Decreto 6.906, publicado na quarta-feira (22) no Diário Oficial da União.
(com informações da Agência Brasil/Correio da Bahia
Lula e PT lavam as mãos e PF assume investigação de Sarney
Alex Ferraz
Aos poucos, o presidente Lula e o PT vão deixando Sarney (PMDB-AP) sozinho em meio a uma crise que só faz aumentar. Percebendo o enorme desgaste político de assumir a defesa do indefensável, o presidente e seus aliados lavaram as mãos e deixaram a cargo, agora, da Polícia Federal, cuidar do caso.
Hoje (22), mais uma notícia bombástica vem juntar-se ao enorme dossiê que já resulta das inúmeras denúncias e investigações que recaem sobre o presidente do Senado e ex-presidente da República: diálogos gravados pela Polícia Federal, com autorização judicial, revelam atuação direta de Sarney na nomeação de parentes (nepotismo), além de evidenciar sua proximidade com o ex-diretor-geral da Casa Agaciel Maia na prestação de favores e na autorização de atos secretos.
As informações estão em reportagem da edição desta quarta-feira do jornal "O Estado de S. Paulo", trazendo como exemplo uma conversa entre Fernando Sarney e sua filha, Maria Beatriz (neta de Sarney), sobre um cargo que estaria vago na área administrativa do Senado. O irmão de Beatriz, Bernardo Brandão Cavalcanti Gomes, havia pedido demissão e a neta de Sarney pede, então, a ajuda do pai e do avô para que seu namorado, Henrique Bernardes, ocupe a vaga.
A gravação põe em xeque as insistentes declarações de Sarney de que jamais interferira para a contração de parentes seus pelo Senado. Tanto assim que, em outra ligação gravada pela PF, Sarney afirma que iria falar com Agaciel Maia sobre o caso. E oito dias após essa conversa, lá estava Bernardes nomeado por ato secreto.
As gravações foram feitas durante a Operação Boi Barrica, que investigou o filho de Sarney após denúncias de fraudes financeiras no Maranhão, principalmente no setor energético. Foram quatro dias de troca de telefones, que começram no dia 30 de março de 2008. Na época, o presidente da Casa era o senador Garibaldi Alves.
CRONOLOGIA DA CRISE
Além das diversas denúncias sobre uma lista de parentes da família de José Sarney empregados no Senado (sobrinhas, neto e uma prima e uma sobrinha de Jorge Murad, genro do presidente da Casa), estopim da crise que agora, pelo visto, chega ao ápice, houve uma sequência de denúncias outras que enfraqueceram cada vez mais a posição praticamente insustentável de Sarney na presidência do Senado. Vamos a uma cronologia recente:
17 de junho
A Polícia Federal Federal revela que investigou Ana Clara Sarney, filha do empresário Fernando Sarney e neta de José Sarney, por suspeita de recebimento de dinheiro ilegal de Paulo Guimarães, conhecido no fim dos anos 1990 por ser dono do bingo virtual Poupa Ganha e por suspeita de lavagem de dinheiro.
25 de junho
Explode a denúncia de que a casa do senador José Sarney, em Brasília, serviu de ponto de encontro para aproximar o grupo empresarial Abyara, de São Paulo, com Fábio Lenza, vice-presidente da Caixa Econômica Federal, em março do ano passado.
28 de junho
A Polícia Federal decide esquadrinhar a atuação da empresa Sarcris na intermediação de empréstimos a servidores do Senado. A empresa tem como sócio José Adriano Cordeiro Sarney, 29 anos, neto do senador José Sarney e filho do deputado Zequinha Sarney.
17 de julho
Diálogos captados pela Polícia Federal na Operação Boi Barrica revelam que o empresário Fernando Sarney tentava interferir em indicações e negócios realizados pela Eletrobrás, empresa estatal do setor elétrico, área controlada por seu pai, o presidente do Senado.
Fonte: Tribuna da Bahia
Aos poucos, o presidente Lula e o PT vão deixando Sarney (PMDB-AP) sozinho em meio a uma crise que só faz aumentar. Percebendo o enorme desgaste político de assumir a defesa do indefensável, o presidente e seus aliados lavaram as mãos e deixaram a cargo, agora, da Polícia Federal, cuidar do caso.
Hoje (22), mais uma notícia bombástica vem juntar-se ao enorme dossiê que já resulta das inúmeras denúncias e investigações que recaem sobre o presidente do Senado e ex-presidente da República: diálogos gravados pela Polícia Federal, com autorização judicial, revelam atuação direta de Sarney na nomeação de parentes (nepotismo), além de evidenciar sua proximidade com o ex-diretor-geral da Casa Agaciel Maia na prestação de favores e na autorização de atos secretos.
As informações estão em reportagem da edição desta quarta-feira do jornal "O Estado de S. Paulo", trazendo como exemplo uma conversa entre Fernando Sarney e sua filha, Maria Beatriz (neta de Sarney), sobre um cargo que estaria vago na área administrativa do Senado. O irmão de Beatriz, Bernardo Brandão Cavalcanti Gomes, havia pedido demissão e a neta de Sarney pede, então, a ajuda do pai e do avô para que seu namorado, Henrique Bernardes, ocupe a vaga.
A gravação põe em xeque as insistentes declarações de Sarney de que jamais interferira para a contração de parentes seus pelo Senado. Tanto assim que, em outra ligação gravada pela PF, Sarney afirma que iria falar com Agaciel Maia sobre o caso. E oito dias após essa conversa, lá estava Bernardes nomeado por ato secreto.
As gravações foram feitas durante a Operação Boi Barrica, que investigou o filho de Sarney após denúncias de fraudes financeiras no Maranhão, principalmente no setor energético. Foram quatro dias de troca de telefones, que começram no dia 30 de março de 2008. Na época, o presidente da Casa era o senador Garibaldi Alves.
CRONOLOGIA DA CRISE
Além das diversas denúncias sobre uma lista de parentes da família de José Sarney empregados no Senado (sobrinhas, neto e uma prima e uma sobrinha de Jorge Murad, genro do presidente da Casa), estopim da crise que agora, pelo visto, chega ao ápice, houve uma sequência de denúncias outras que enfraqueceram cada vez mais a posição praticamente insustentável de Sarney na presidência do Senado. Vamos a uma cronologia recente:
17 de junho
A Polícia Federal Federal revela que investigou Ana Clara Sarney, filha do empresário Fernando Sarney e neta de José Sarney, por suspeita de recebimento de dinheiro ilegal de Paulo Guimarães, conhecido no fim dos anos 1990 por ser dono do bingo virtual Poupa Ganha e por suspeita de lavagem de dinheiro.
25 de junho
Explode a denúncia de que a casa do senador José Sarney, em Brasília, serviu de ponto de encontro para aproximar o grupo empresarial Abyara, de São Paulo, com Fábio Lenza, vice-presidente da Caixa Econômica Federal, em março do ano passado.
28 de junho
A Polícia Federal decide esquadrinhar a atuação da empresa Sarcris na intermediação de empréstimos a servidores do Senado. A empresa tem como sócio José Adriano Cordeiro Sarney, 29 anos, neto do senador José Sarney e filho do deputado Zequinha Sarney.
17 de julho
Diálogos captados pela Polícia Federal na Operação Boi Barrica revelam que o empresário Fernando Sarney tentava interferir em indicações e negócios realizados pela Eletrobrás, empresa estatal do setor elétrico, área controlada por seu pai, o presidente do Senado.
Fonte: Tribuna da Bahia
Presidente da Câmara deve assumir prefeitura de Buerarema
Redação CORREIO
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ainda não lançou comunicado oficial para dar posse com prefeito ao presidente da Câmara de Vereados de Buerarema, sul da Bahia, Eudes Bonfim que vai assumir no lugar do prefeito cassado.
O registro de candidatura e o diploma do prefeito, Mardes Monteiro (PT) foi cassado pelo TRE. Ele é acusado de desviar recursos e fraudar licitações enquanto administrava o muncípio em 2005. A direção do PT de Buerarema informou que Mardes vai recorrer da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília.
(com informações do Jornal da Manhã)
Fonte: Correio da Bahia
Cometário:
Nas outras cidades embora tardia a justiça chega, aqui em Jeremoabo nem adiantada e nem tardia, até um processo de improbidade já julgado em primeira e segunda instância, sabemos do seu paradeiro.
Ou terrinha!
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ainda não lançou comunicado oficial para dar posse com prefeito ao presidente da Câmara de Vereados de Buerarema, sul da Bahia, Eudes Bonfim que vai assumir no lugar do prefeito cassado.
O registro de candidatura e o diploma do prefeito, Mardes Monteiro (PT) foi cassado pelo TRE. Ele é acusado de desviar recursos e fraudar licitações enquanto administrava o muncípio em 2005. A direção do PT de Buerarema informou que Mardes vai recorrer da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília.
(com informações do Jornal da Manhã)
Fonte: Correio da Bahia
Cometário:
Nas outras cidades embora tardia a justiça chega, aqui em Jeremoabo nem adiantada e nem tardia, até um processo de improbidade já julgado em primeira e segunda instância, sabemos do seu paradeiro.
Ou terrinha!
Resultado do concurso da PM é divulgado no Diário Oficial
Redação CORREIO
O resultado final do concurso para soldado da Polícia Militar foi divulgado nesta quinta-feira (23) no Diário Oficial do Estado. Foram convocados 3,2 mil novos soldados para atuar em seis regiões de segurança no estado.
Os classificados já estão sendo convocados para realização de exames pré-admissionais e curso de Formação de Soldado da Polícia Militar que dura nove meses. De acordo com o governador Jaques Wagner, em sete meses, os policiais já podem ir para às ruas, entre janeiro e fevereiro do ano que vem.
Wagner disse ainda, em entrevista ao Jornal da Manhã, que uma licitação deverá ser divulgada nos próximos dias para aluguel de veículos que servirão como viaturas para atender aos municípios mais carentes em infraestrutura.
Ele ressaltou também que os serviços de inteligência e ampliação de quadro de policiais e veículos são necessários para combater o crescente tráfico de drogas. De acordo com ele, a violência é o 'lado ruim do desenvolvimento' e Salvador 'infelizmente' tem que conviver com esta realidade por ser a terceira maior capital do país.
Dos aprovados, 2,8 mil vão integrar o Quadro de Prças Policiais Militares e 400 vão para o Quadro de Praças de Bombeiros Militares. As regiões que contaram com aumento do efetivo policial são Salvador, Juazeiro, Feira de Santana, Ilhéus, Vitória da Conquista e Barreiras.
Aproximadamente 85 mil candidatos participaram do processo seletivo. As datas das convocações para entrega de documentação e avaliações médicas específicas serão divulgadas através do Diário Oficial do Estado, e nos endereços eletrônicos da Polícia Militar e Portal do Servidor.
Fonte: Correio da Bahia
O resultado final do concurso para soldado da Polícia Militar foi divulgado nesta quinta-feira (23) no Diário Oficial do Estado. Foram convocados 3,2 mil novos soldados para atuar em seis regiões de segurança no estado.
Os classificados já estão sendo convocados para realização de exames pré-admissionais e curso de Formação de Soldado da Polícia Militar que dura nove meses. De acordo com o governador Jaques Wagner, em sete meses, os policiais já podem ir para às ruas, entre janeiro e fevereiro do ano que vem.
Wagner disse ainda, em entrevista ao Jornal da Manhã, que uma licitação deverá ser divulgada nos próximos dias para aluguel de veículos que servirão como viaturas para atender aos municípios mais carentes em infraestrutura.
Ele ressaltou também que os serviços de inteligência e ampliação de quadro de policiais e veículos são necessários para combater o crescente tráfico de drogas. De acordo com ele, a violência é o 'lado ruim do desenvolvimento' e Salvador 'infelizmente' tem que conviver com esta realidade por ser a terceira maior capital do país.
Dos aprovados, 2,8 mil vão integrar o Quadro de Prças Policiais Militares e 400 vão para o Quadro de Praças de Bombeiros Militares. As regiões que contaram com aumento do efetivo policial são Salvador, Juazeiro, Feira de Santana, Ilhéus, Vitória da Conquista e Barreiras.
Aproximadamente 85 mil candidatos participaram do processo seletivo. As datas das convocações para entrega de documentação e avaliações médicas específicas serão divulgadas através do Diário Oficial do Estado, e nos endereços eletrônicos da Polícia Militar e Portal do Servidor.
Fonte: Correio da Bahia
Após gravação, Virgílio fará 4ª denúncia contra Sarney
Agencia Estado
O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), voltou atrás e decidiu apresentar a quarta denúncia contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), no Conselho de Ética, após a publicação de hoje do jornal O Estado de S. Paulo de reportagem que revela a prática de nepotismo da família Sarney e o vínculo do presidente do Senado com o ex-diretor da Casa Agaciel Maia, responsável pelos atos secretos. As conversas gravadas pela Polícia Federal (PF), com autorização judicial, mostram negociação de uma vaga no Senado para o namorado da neta do peemedebista, que foi contratado por meio de ato secreto.Por orientação da assessoria jurídica da liderança do PSDB, Virgílio havia desistido na semana passada de apresentar uma nova representação e optou por pedir ao primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), a abertura de um novo processo administrativo disciplinar contra Agaciel Maia. "Fica evidenciada a intenção do sr. Agaciel Maia de patrocinar interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário, usando uma nomeação feita por ato secreto", diz Virgílio, em seu ofício encaminhado hoje à Primeira-Secretaria da Casa.Virgilio encaminhou também à Procuradoria-Geral da República um pedido de instauração de inquérito policial "para apurar a materialidade e a autoria do senhor Agaciel Maia por crime de advocacia administrativa, e do senhor Fernando Sarney (filho do presidente do Senado), pelo crime de tráfico de influência".O líder do PSDB é autor de outras três denúncias contra José Sarney no Conselho de Ética - uma responsabilizando o parlamentar pela edição dos atos que foram mantidos em sigilo nos últimos 14 anos e duas sobre a suposta participação de Sarney no esquema de desvio de dinheiro de patrocínio cultural da Petrobras pela fundação que leva seu nome.
Fonte: ATarde
O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), voltou atrás e decidiu apresentar a quarta denúncia contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), no Conselho de Ética, após a publicação de hoje do jornal O Estado de S. Paulo de reportagem que revela a prática de nepotismo da família Sarney e o vínculo do presidente do Senado com o ex-diretor da Casa Agaciel Maia, responsável pelos atos secretos. As conversas gravadas pela Polícia Federal (PF), com autorização judicial, mostram negociação de uma vaga no Senado para o namorado da neta do peemedebista, que foi contratado por meio de ato secreto.Por orientação da assessoria jurídica da liderança do PSDB, Virgílio havia desistido na semana passada de apresentar uma nova representação e optou por pedir ao primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), a abertura de um novo processo administrativo disciplinar contra Agaciel Maia. "Fica evidenciada a intenção do sr. Agaciel Maia de patrocinar interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário, usando uma nomeação feita por ato secreto", diz Virgílio, em seu ofício encaminhado hoje à Primeira-Secretaria da Casa.Virgilio encaminhou também à Procuradoria-Geral da República um pedido de instauração de inquérito policial "para apurar a materialidade e a autoria do senhor Agaciel Maia por crime de advocacia administrativa, e do senhor Fernando Sarney (filho do presidente do Senado), pelo crime de tráfico de influência".O líder do PSDB é autor de outras três denúncias contra José Sarney no Conselho de Ética - uma responsabilizando o parlamentar pela edição dos atos que foram mantidos em sigilo nos últimos 14 anos e duas sobre a suposta participação de Sarney no esquema de desvio de dinheiro de patrocínio cultural da Petrobras pela fundação que leva seu nome.
Fonte: ATarde
Publicada portaria sobre parcelamento de dívidas
Agencia Estado
Portaria conjunta da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e da Receita Federal, publicada hoje no Diário Oficial da União, regulamenta a autorização, anunciada ontem, para que sejam pagos ou parcelados os débitos vencidos até 30 de novembro de 2008 que não tenham sido quitados até um dia antes da publicação da Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009. A adesão ao parcelamento poderá ser feita pelos contribuintes a partir do dia 17 de agosto e até 30 de novembro próximos. A portaria é assinada pelo procurador-geral da Fazenda Nacional, Luiz Inácio Adams, e pelo secretário interino da Receita Federal, Otacílio Cartaxo.Pela regulamentação, as prestações mensais não poderão ser de valor inferior a R$ 2 mil quando se tratar de dívida resultante do aproveitamento indevido de créditos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) obtidos na aquisição de matérias-primas, material de embalagem e produtos intermediários. Também não poderão ser de valor inferior a R$ 100,00 no caso dos demais débitos de pessoa jurídica e a R$ 50,00 no caso de pessoa física. Os débitos serão parcelados em no máximo 180 meses.
Fonte: A Tarde
Portaria conjunta da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e da Receita Federal, publicada hoje no Diário Oficial da União, regulamenta a autorização, anunciada ontem, para que sejam pagos ou parcelados os débitos vencidos até 30 de novembro de 2008 que não tenham sido quitados até um dia antes da publicação da Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009. A adesão ao parcelamento poderá ser feita pelos contribuintes a partir do dia 17 de agosto e até 30 de novembro próximos. A portaria é assinada pelo procurador-geral da Fazenda Nacional, Luiz Inácio Adams, e pelo secretário interino da Receita Federal, Otacílio Cartaxo.Pela regulamentação, as prestações mensais não poderão ser de valor inferior a R$ 2 mil quando se tratar de dívida resultante do aproveitamento indevido de créditos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) obtidos na aquisição de matérias-primas, material de embalagem e produtos intermediários. Também não poderão ser de valor inferior a R$ 100,00 no caso dos demais débitos de pessoa jurídica e a R$ 50,00 no caso de pessoa física. Os débitos serão parcelados em no máximo 180 meses.
Fonte: A Tarde
Agora Sarney tem de renunciar, diz Simon
Agencia Estado
O senador Pedro Simon (PMDB-RS) voltou a pedir hoje a renúncia do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Na avaliação do senador gaúcho, após a divulgação feita ontem pelo jornal O Estado de S.Paulo de gravações de diálogos que mostram a ligação de Sarney com a edição de atos secretos no Senado, não há mais condições de o peemedebista continuar à frente da Casa. "Agora ele tem que renunciar. É ridículo a gente caminhar na rua, porque a opinião pública nos olha com deboche. Já estão querendo extinguir o Senado. A opinião pública está sentindo que o Sarney só tem uma saída: ele tem que renunciar", disse Simon, após encontro com o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), no Senado. "Ele fez grandes atos na vida, foi presidente da República, governador, convocou a Constituinte, é dono do Maranhão, dono do Amapá, mas tem um momento que o homem tem que parar", continuou. Simon, que faz parte da Ordem Franciscana, disse que todos os dias está rezando por Sarney, para que Deus o ajude na condução da crise. "Sou franciscano. E São Francisco nos ensinou que, antes de dormir, nós devemos rezar por alguém que (com quem) temos resistência, temos mágoa. E todos os dias estou rezando pelo Sarney, para que Deus o ajude", contou o senador.Cristovam Buarque e Pedro Simon devem encaminhar ainda hoje um ofício ao presidente do Conselho de Ética, senador Paulo Duque (PMDB-RJ), pedindo uma convocação urgente do colegiado. "Mandaremos um ofício ao Paulo Duque para que não espere até agosto. Devemos reunir o conselho nem que seja este fim de semana. Inclusive recebi ligações de senadores do conselho se colocando à disposição da reunião", declarou o pedetista.Pesam contra Sarney no Conselho de Ética quatro denúncias e duas representações que o responsabilizam pela edição de atos secretos no Senado e questionam a participação dele em um suposto esquema de desvio de dinheiro de incentivo cultural da Petrobras para a Fundação José Sarney. A próxima reunião do conselho está marcada para o dia 4 de agosto, se não houver nenhuma convocação extra.
Fonte: A Tarde
O senador Pedro Simon (PMDB-RS) voltou a pedir hoje a renúncia do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Na avaliação do senador gaúcho, após a divulgação feita ontem pelo jornal O Estado de S.Paulo de gravações de diálogos que mostram a ligação de Sarney com a edição de atos secretos no Senado, não há mais condições de o peemedebista continuar à frente da Casa. "Agora ele tem que renunciar. É ridículo a gente caminhar na rua, porque a opinião pública nos olha com deboche. Já estão querendo extinguir o Senado. A opinião pública está sentindo que o Sarney só tem uma saída: ele tem que renunciar", disse Simon, após encontro com o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), no Senado. "Ele fez grandes atos na vida, foi presidente da República, governador, convocou a Constituinte, é dono do Maranhão, dono do Amapá, mas tem um momento que o homem tem que parar", continuou. Simon, que faz parte da Ordem Franciscana, disse que todos os dias está rezando por Sarney, para que Deus o ajude na condução da crise. "Sou franciscano. E São Francisco nos ensinou que, antes de dormir, nós devemos rezar por alguém que (com quem) temos resistência, temos mágoa. E todos os dias estou rezando pelo Sarney, para que Deus o ajude", contou o senador.Cristovam Buarque e Pedro Simon devem encaminhar ainda hoje um ofício ao presidente do Conselho de Ética, senador Paulo Duque (PMDB-RJ), pedindo uma convocação urgente do colegiado. "Mandaremos um ofício ao Paulo Duque para que não espere até agosto. Devemos reunir o conselho nem que seja este fim de semana. Inclusive recebi ligações de senadores do conselho se colocando à disposição da reunião", declarou o pedetista.Pesam contra Sarney no Conselho de Ética quatro denúncias e duas representações que o responsabilizam pela edição de atos secretos no Senado e questionam a participação dele em um suposto esquema de desvio de dinheiro de incentivo cultural da Petrobras para a Fundação José Sarney. A próxima reunião do conselho está marcada para o dia 4 de agosto, se não houver nenhuma convocação extra.
Fonte: A Tarde
Gravações revelam atuação da família Sarney na Justiça
Agencia Estado
Num dos diálogos gravados pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Boi Barrica, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), telefona para avisar o filho Fernando Sarney sobre o andamento de um dos recursos apresentados pelos advogados da família ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), para ter acesso aos autos da investigação. O parlamentar orienta o filho a procurar um ?amigo?, que poderia ajudar. Em várias conversas interceptadas pela PF com autorização judicial, os Sarney demonstram intimidade com integrantes do Poder Judiciário.?O processo foi distribuído, o novo, para o Gallotti (ministro Paulo Gallotti, então relator do processo)?, diz Sarney a Fernando. Em seguida, o pai manda que o filho procure o tal ?amigo? para tratar do assunto: ?Se pudesse falar com o teu amigo pra dar uma palavrinha, tá?? Precavido, o filho sugere um encontro pessoal. ?É, mas isso eu tenho que fazer pessoalmente. Pegar um avião e ir aí (a Brasília) segunda, né?? Sarney manda Fernando resolver por telefone mesmo.A conversa ocorreu em 28 de março de 2008. Na data, um dos advogados da família, Eduardo Ferrão, dera entrada, no STJ, com o segundo recurso para tentar ter acesso ao inquérito que deu origem à Operação Boi Barrica. Obteve êxito. Em 9 de abril, o ministro Paulo Gallotti, hoje aposentado, concedeu liminar que deu ao advogado direito de vista de um dos inquéritos da operação.Não foi só uma vez que Sarney apareceu nos telefonemas tratando da investigação. Em pelo menos três diálogos, ele demonstra preocupação com o inquérito. Em agosto, quando a PF e o Ministério Público (MP) levaram à Justiça Federal do Maranhão o pedido de prisão de Fernando, o monitoramento revelou movimentos dos Sarney que, para investigadores, demonstram que foram alertados. Num dos diálogos, o próprio Sarney pediu a Fernando que viajasse, com urgência, a Brasília. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: A Tarde
Num dos diálogos gravados pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Boi Barrica, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), telefona para avisar o filho Fernando Sarney sobre o andamento de um dos recursos apresentados pelos advogados da família ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), para ter acesso aos autos da investigação. O parlamentar orienta o filho a procurar um ?amigo?, que poderia ajudar. Em várias conversas interceptadas pela PF com autorização judicial, os Sarney demonstram intimidade com integrantes do Poder Judiciário.?O processo foi distribuído, o novo, para o Gallotti (ministro Paulo Gallotti, então relator do processo)?, diz Sarney a Fernando. Em seguida, o pai manda que o filho procure o tal ?amigo? para tratar do assunto: ?Se pudesse falar com o teu amigo pra dar uma palavrinha, tá?? Precavido, o filho sugere um encontro pessoal. ?É, mas isso eu tenho que fazer pessoalmente. Pegar um avião e ir aí (a Brasília) segunda, né?? Sarney manda Fernando resolver por telefone mesmo.A conversa ocorreu em 28 de março de 2008. Na data, um dos advogados da família, Eduardo Ferrão, dera entrada, no STJ, com o segundo recurso para tentar ter acesso ao inquérito que deu origem à Operação Boi Barrica. Obteve êxito. Em 9 de abril, o ministro Paulo Gallotti, hoje aposentado, concedeu liminar que deu ao advogado direito de vista de um dos inquéritos da operação.Não foi só uma vez que Sarney apareceu nos telefonemas tratando da investigação. Em pelo menos três diálogos, ele demonstra preocupação com o inquérito. Em agosto, quando a PF e o Ministério Público (MP) levaram à Justiça Federal do Maranhão o pedido de prisão de Fernando, o monitoramento revelou movimentos dos Sarney que, para investigadores, demonstram que foram alertados. Num dos diálogos, o próprio Sarney pediu a Fernando que viajasse, com urgência, a Brasília. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: A Tarde
quarta-feira, julho 22, 2009
Empresário perde ação movida contra jornal
O presidente da CSN, Benjamim Steinbruch, perdeu a ação que movia contra o jornal Tribuna da Imprensa e o jornalista Hélio Fernandes na Justiça do Rio por calúnia e difamação. Segundo Steinbruch, ao criticar as privatizações e CPIs ocorridas no Brasil, o jornalista teria insinuado que ele teria praticado atos ilícitos relacionados ao tráfico de influências. Os desembargadores da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, no entanto, julgaram improcedente o pedido do autor. Eles consideram que as críticas não estavam dirigidas a nenhum dos nomes citados na coluna, mas ao comportamento político nacional de uma forma genérica. "De fato, não se encontra na referida nota o cunho ofensivo à honra subjetiva do apelante, e, por conseqüência, não se vislumbra abuso no exercício da liberdade de expressão, vez que se trata de divulgação de fatos já conhecidos do público e no interesse deste é que se toma a indigitada nota", afirmou o relator do processo, desembargador Ronaldo Rocha Passos.Segundo o magistrado, a imprensa não só divulga fatos, mas também emite opinião. "Já se disse em outra oportunidade que o homem público quase que perde o direito à sua privacidade. É pessoa que se expõe ou está exposta a toda sorte de avaliação pública. E não acontece diferente com o apelante, uma vez que quem dirige empresas com a dimensão da CSN e VALE é uma figura tão pública quanto qualquer parlamentar, Chefe de Executivo, ou até mesmo um craque futebolístico", completou.Nº do processo: 2007.001.54130
Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro >>
Revista Jus Vigilantibus,
Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro >>
Revista Jus Vigilantibus,
Governo corta cartão corporativo e fixa diária a ministros
Eles receberão entre R$ 458 e R$ 581 por cada dia de viagem; pagamento estava suspenso desde escândalo
Vannildo Mendes, da Agência Estado
Comentário:
Agora observem a disparidade.
Sai um prefeito daqui de Jeremoabo ou até de outra cidade ainda mais pobre para Brasília, cujo objetivo segundo eles é pleitear e reivindicar mais recursos para o município, tendo em vista que com a crise financeira e econômica afetou as transferências de repasses aos mesmos.
Essa viagem l é bancada pelos cofres públicos, com direito a hotel cinco estrelas e todo tipo de mordomias, até aí tudo bem, mesmo sendo imoral.
Agora o que eu não consigo entender é como um Ministro, a depender da localidade que irá se deslocar só terá direito a uma diária, que corresponderá ao valor de R$ 450 e R$ 581, assim mesmo, que irá entrar em vigor agora através de Decreto, enquanto isso, um prefeito de uma cidade falida igual a Jeremoabo, vem de há muito tempo atrás, recebendo diárias no valor de mais de R$ 1.000 cada, e o pior, o contribuinte lesado ainda cala ou então aplaude.
Esse é o retrato em preto e branco, das pequenas cidades do interior desse nosso Brasil.
Vannildo Mendes, da Agência Estado
Comentário:
Agora observem a disparidade.
Sai um prefeito daqui de Jeremoabo ou até de outra cidade ainda mais pobre para Brasília, cujo objetivo segundo eles é pleitear e reivindicar mais recursos para o município, tendo em vista que com a crise financeira e econômica afetou as transferências de repasses aos mesmos.
Essa viagem l é bancada pelos cofres públicos, com direito a hotel cinco estrelas e todo tipo de mordomias, até aí tudo bem, mesmo sendo imoral.
Agora o que eu não consigo entender é como um Ministro, a depender da localidade que irá se deslocar só terá direito a uma diária, que corresponderá ao valor de R$ 450 e R$ 581, assim mesmo, que irá entrar em vigor agora através de Decreto, enquanto isso, um prefeito de uma cidade falida igual a Jeremoabo, vem de há muito tempo atrás, recebendo diárias no valor de mais de R$ 1.000 cada, e o pior, o contribuinte lesado ainda cala ou então aplaude.
Esse é o retrato em preto e branco, das pequenas cidades do interior desse nosso Brasil.
O DEM da Bahia já está descartando o reciclável Geddel Vieira Lima?
Não dá para não ler o site “COM O DEDO NA FERIDA” do Antônio do Carmo. Ele vê novidade na sucessão baiana. Alguns sinais políticos apontam para reviravolta nas especulações. Sim, porque tudo não passa de especulação. Parece que muita gente comprou pule furada.PRIMEIRO SINAL - O primeiro e interessante “sinal político” foi a nomeação do indicado de Geddel (o reciclável...) para a Secretaria Geral do Ministério que ele dirige. Como todos sabem, Lula vai manter os Secretários Gerais como ministros quando do afastamento dos titulares para concorrer às eleições. Logo, Geddel já “indicou” o seu sucessor;SEGUNDO SINAL - O segundo “sinal político” foram as declarações de pai e filho. O senador João Durval tergiversou, (sem beligerância..) sobre a opção no quadro sucessório. E o filho, João, (sem beligerância...) tergiversou mais ainda e, mais do que isso, deu a dica inicial de “amansamento da fera”, a declarada “oposicionista radical”, deputada sua esposa;TERCEIRO SINAL - O terceiro e também interessante “sinal político” é a ida do governador Wagner ontem à Brasilia para conversar com Lula. Vocês acham que o governador foi conversar o que, com o cara que chama ele de “galego”, com tamanha amizade e intimidade?QUARTO SINAL - O quarto sinal político: ACM Neto e o senador ACM Junior, fizeram declarações, com o mesmo conteúdo, ontem na esvaziada homenagem ao senador ACM, MUDANDO COMPLETAMENTE, o discurso anterior de que “a chapa deles está com posições abertas”: "Só aceitam Geddel, se o reciclável (Geddel) romper com o governador e defender a candidatura de Serra na Bahia.".
POLÍTICA BAIANA COM O DEDO NA FERIDA
Fonte: Bahia de Fato
POLÍTICA BAIANA COM O DEDO NA FERIDA
Fonte: Bahia de Fato
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