Publicado em 6 de novembro de 2021 por Tribuna da Internet 
Este é o “Piranhão”, construído onde funcionava a zona no Rio
Jorge Béja
O prezadíssimo editor da Tribuna da Internet, Carlos Newton, numa nota de rodapé, ao dizer que a ministra Rosa Weber colocou “ordem na zona”, o jornalista, sem perceber, impôs impiedoso castigo à verdadeira zona. Ofendeu a zona. Todas as zonas deste Brasil.
Sim, porque nas zonas do chamado baixo meretrício há ordem, prazer e progresso. Tem ordem, por exemplo, já que dificilmente se tem notícia da prática de crimes nas zonas, mesmo de simples contravenção penal. Lá tudo tem ordem.
PRAZER E PROGRESSO – Tem prazer porque os homens vão até lá para passar momentos de satisfação, quantas vezes quiserem. Aqui no Rio a chamada “zona” funcionava num cantão, próximo no final da Avenida Presidente Vargas. Quando as trabalhadores foram despejadas para a “Vila Mimosa”, perto da Praça da Bandeira, o cantão da zona de antigamente cedeu lugar onde hoje fica o prédio da Prefeitura carioca
Tem progresso porque lá somente alguns poucos felizardos tinham satisfação gratuita. Tudo era pago em dinheiro vivo e as “meninas” iam ganhando o seu suficiente para se manterem.
Como se vê, não é isso que acontece na administração pública brasileira, onde não há ordem, prazer e muito menos progresso.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Da maior felicidade essa nota do jurista Jorge Béja, que corrige meu exagero ao usar em vão o nome da zona. Foi um erro grotesco que cometi, peço desculpas àquelas mulheres de vida nada fácil, lembrando que foi por essas e outras que o edifício-sede da Prefeitura, construído em cima da zona, ganhou o apelido de “Piranhão”, e agora é lá nesse prédio de vidro fumê que rola o verdadeiro dinheiro fácil. Por fim, as prostitutas merecem todo respeito, enquanto há muitos magistrados que deveriam ser chamados de meretríssimos, especialmente no Supremo. (C.N.)
Este é o “Piranhão”, construído onde funcionava a zona no Rio
Jorge Béja
O prezadíssimo editor da Tribuna da Internet, Carlos Newton, numa nota de rodapé, ao dizer que a ministra Rosa Weber colocou “ordem na zona”, o jornalista, sem perceber, impôs impiedoso castigo à verdadeira zona. Ofendeu a zona. Todas as zonas deste Brasil.
Sim, porque nas zonas do chamado baixo meretrício há ordem, prazer e progresso. Tem ordem, por exemplo, já que dificilmente se tem notícia da prática de crimes nas zonas, mesmo de simples contravenção penal. Lá tudo tem ordem.
PRAZER E PROGRESSO – Tem prazer porque os homens vão até lá para passar momentos de satisfação, quantas vezes quiserem. Aqui no Rio a chamada “zona” funcionava num cantão, próximo no final da Avenida Presidente Vargas. Quando as trabalhadores foram despejadas para a “Vila Mimosa”, perto da Praça da Bandeira, o cantão da zona de antigamente cedeu lugar onde hoje fica o prédio da Prefeitura carioca
Tem progresso porque lá somente alguns poucos felizardos tinham satisfação gratuita. Tudo era pago em dinheiro vivo e as “meninas” iam ganhando o seu suficiente para se manterem.
Como se vê, não é isso que acontece na administração pública brasileira, onde não há ordem, prazer e muito menos progresso.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Da maior felicidade essa nota do jurista Jorge Béja, que corrige meu exagero ao usar em vão o nome da zona. Foi um erro grotesco que cometi, peço desculpas àquelas mulheres de vida nada fácil, lembrando que foi por essas e outras que o edifício-sede da Prefeitura, construído em cima da zona, ganhou o apelido de “Piranhão”, e agora é lá nesse prédio de vidro fumê que rola o verdadeiro dinheiro fácil. Por fim, as prostitutas merecem todo respeito, enquanto há muitos magistrados que deveriam ser chamados de meretríssimos, especialmente no Supremo. (C.N.)
Este é o “Piranhão”, construído onde funcionava a zona no Rio
Jorge Béja
O prezadíssimo editor da Tribuna da Internet, Carlos Newton, numa nota de rodapé, ao dizer que a ministra Rosa Weber colocou “ordem na zona”, o jornalista, sem perceber, impôs impiedoso castigo à verdadeira zona. Ofendeu a zona. Todas as zonas deste Brasil.
Sim, porque nas zonas do chamado baixo meretrício há ordem, prazer e progresso. Tem ordem, por exemplo, já que dificilmente se tem notícia da prática de crimes nas zonas, mesmo de simples contravenção penal. Lá tudo tem ordem.
PRAZER E PROGRESSO – Tem prazer porque os homens vão até lá para passar momentos de satisfação, quantas vezes quiserem. Aqui no Rio a chamada “zona” funcionava num cantão, próximo no final da Avenida Presidente Vargas. Quando as trabalhadores foram despejadas para a “Vila Mimosa”, perto da Praça da Bandeira, o cantão da zona de antigamente cedeu lugar onde hoje fica o prédio da Prefeitura carioca
Tem progresso porque lá somente alguns poucos felizardos tinham satisfação gratuita. Tudo era pago em dinheiro vivo e as “meninas” iam ganhando o seu suficiente para se manterem.
Como se vê, não é isso que acontece na administração pública brasileira, onde não há ordem, prazer e muito menos progresso.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Da maior felicidade essa nota do jurista Jorge Béja, que corrige meu exagero ao usar em vão o nome da zona. Foi um erro grotesco que cometi, peço desculpas àquelas mulheres de vida nada fácil, lembrando que foi por essas e outras que o edifício-sede da Prefeitura, construído em cima da zona, ganhou o apelido de “Piranhão”, e agora é lá nesse prédio de vidro fumê que rola o verdadeiro dinheiro fácil. Por fim, as prostitutas merecem todo respeito, enquanto há muitos magistrados que deveriam ser chamados de meretríssimos, especialmente no Supremo. (C.N.)